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Encontrado(s) 191 registros

  1. Bom, pessoal! Sou o Sergio, tenho 38 anos, 74 kg, 1,76m. Uso cadeira de rodas e, como só malho membros superiores, faço tranquilamente toda a série de exercícios no mesmo dia. Tenho um aparelho daqueles da athetic way onde retirei o banco e posso fazer o treino sem sair da minha cadeira. faço, pela ordem: Supino inclinado, puxada pela frente, ombro, bíceps, puxada por trás e, num dia à parte, faço trabalho aeróbico no punch. Minha duvida é na quantidade de séries e repetições pois consigo fazer até 10x10, sendo que em determinados exercícios, como puxada pela frente e por trás, se aumentar muito o peso, meu corpo acaba levantado da cadeira! Posso aumentar os pesos mesmo que só consiga fazer, sei lá, 2x5 ou 3x5? Essa quantidade de séries e repetições (10x10) pode estar causando catabolismo ao invés de anabolismo? Posso treinar os mesmos grupos diáriamente ou não? Outra dúvida é se posso substituir o malto+whein por malto+albumina, faz diferença? Desculpem a quantidade de perguntas e gostaria de parabenizar a todos pelo fórum que é, sem dúvida nenhuma, grande fonte de informação! Um abraço a todos!
  2. E ae galera blz? Jah malho ha quase 2 anos e suplementei pouquissimo mas como me alimento bem tive otimos ganhos. Nunca usei anaboliznates. Tomei 2 meses de whey+albumina de manha e pos treino. 1 mes de almumina de manha e pos treino e isso foi tudo. Bom...agora to querendo comecar a suplementar mesmo pq to sentindo q to prefcisando de um pouco mais de definicao e meu crescimento diminuiu. Ha alguma maneira de ganhar massa e perder gordura(definir) ao mesmo tempo? Eu estava pensando em tomar Creatina+whey+albumina+Ripped Fast (fat burner da universal) seria uma boa suplementacao? Devo eu acrescentar malta e BCAA?? Devo retirar algum? Qual suplementacao vcs indicariam no meu caso que quero ganhar massa e definir. Aceito qualquer sugestao! Valeuz!
  3. Ola!!tenho 1,70 e 59k!!Gostaria de ganhar massa magra !!!Seria legal eu estar tomando oq???Que tal malto + albumina e bcaa???Se for legal como devo tomar???Se naum , oq devo tomar entaum?? Valeu!! Santinha!!
  4. Galera estou escrevendo porque o meu caso é realmente urgente. Tenho 1.80m e peso 55 kg. 21 anos. Sempre fui uma pessoa muito abaixo do peso, embora nao tenha nenhuma doença. Há 1 ano comecei tratamento com endocrinologista e venho tomando doses esporádicas de deca (1 ampola a cada 2 semanas), e uma dieta de 5000 calorias Bom, no começo funcionava (ganhei 3 kilos), até que parei de engordar e voltei a perder peso, mesmo com o tratamento. Estou escrevendo porque realmente preciso de recomendações sobre como agir: suplementos, dieta, treino, rotina, tudo que puderem me indicar para que eu atinja pelo menos o peso mínimo de 65 kg. Já gastei uma boa grana com hipercalóricos, albumina, aminoácidos, proteínas e nada tem surtido efeito. Por favor me orientem! Agradeço desde já Obs: Não tenho problemas de saúde, apenas um metabolismo extremamente acelerado. Treino 2X por semana.
  5. Eu to treinando para ganho de massa e faço serie ABC , e sigo os exercecios dela corretamente , e vejo na academia mtas pessoas que xegam para o professor e dizem oq querem treinar por exemplo '' peito e triceps '' e o professor vai passando exercecio e repetiçoes , ai o aluno faz , ai volta e o professor manda otro ... seria melhor fazer esse esquema de variar os exercecios ou seguir a serie? com o objetivo de hipertrofia
  6. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA – UFSC DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA – DEF PROGRAMA ESPACIAL DE TREINAMENTO – PET "A RELEVÂNCIA DOS INTERVALOS DE REPOUSO ENTRE AS SÉRIES NO TREINAMENTO DE MUSCULAÇÃO OBJETIVANDO A HIPERTROFIA MUSCULAR" Autor: ROGER HANSEN Orientador: PROF. PAULO MARCELO SOARES DE MACEDO FLORIANÓPOLIS, MAIO DE 2002. Introdução A utilidade e importância do treinamento com pesos ( como também se denomina a musculação) tem sido relevada cada vez mais pelos diversos objetivos que podem ser atingidos através de sua utilização em relação à melhora da performance e condicionamento físico. Algumas finalidades da musculação são as seguintes: Terapêuticas: Para tratar de lesões corporais e correção postural; Profiláticas: Para prevenir doenças como a Osteoporose; Psicológicas: Para aliviar a mente de tensões do dia a dia. Diminuição da agressividade e ansiedade. Estéticas: Para modificar a massa corporal, objetivando formas esteticamente desejáveis. Específicas: Para aprimorar uma qualidade física específica necessária para um melhor desempenho esportivo de determinada modalidade esportiva(Godoy, 1994).Atualmente pode-se constatar que um dos motivos que mais tem levado as pessoas a procurarem uma academia de musculação é o aperfeiçoamento da estética corporal. Com isso, é possível constatar que muitas pessoas buscam um treinamento de musculação visando o ganho de massa muscular (hipertrofia muscular). Para este fim, é necessário que se dê atenção específica para os diversos fatores relacionados à intensidade do treinamento. Porém, muitos praticantes acabam tratando a musculação como um simples "puxar de ferros", realizando treinamentos inadequados, o que pode vir a comprometer sua saúde e tornar cada vez mais difícil a obtenção de resultados positivos. Sabe-se, portanto, que a musculação é norteada por uma série de princípios e variáveis que influenciam de forma significativa e precisa em seus resultados finais, ou seja, na meta almejada. O treinamento deve ser elaborado de acordo com as características únicas de cada indivíduo, determinadas geneticamente (Princípio da Individualidade). A partir disso deve-se ter claro o objetivo que pretende-se atingir a fim de que se possa prescrever o treinamento adequado para tal meta, contendo exercícios que desenvolvam as qualidades ou grupos musculares específicos (Princípio da Especificidade). É necessário também que se estabeleça o número ou quantidade dos exercícios, número de séries, número de treinos na semana (caracterizando o Volume de treino), bem como o percentual de carga a ser utilizada, a velocidade dos movimentos, a duração dos intervalos de descanso (o que caracteriza a Intensidade do treinamento), fazendo com que haja um equilíbrio ou harmonia entre estes fatores ( Princípio de Interdependência Volume x Intensidade). E para que exista uma evolução constante no treinamento, é preciso que se aumente periodizadamente as cargas de trabalho ( Princípio da Sobrecarga) (Godoy, 1994). Dentre estes vários princípios citados, existem ainda diversos fatores a se pensar no momento de se elaborar um treinamento. Neste trabalho pretende-se abordar um dos fatores intervenientes na intensidade do treinamento com pesos: Os Intervalos de Repouso Entre as Séries, quando o objetivo é a Hipertrofia Muscular. A principal razão que motivou a realização deste estudo é justamente a falta de clareza sobre o assunto, tanto na literatura assim como quando se questiona os profissionais da área da atividade física. Isso se confirma pelas palavras de Santarém(2001), quando questionado sobre o assunto: (...) "Não conheço trabalhos que tenham explorado esse assunto. Eu mesmo estou aguardando uma nova metodologia (Ressonância Magnética Quantitativa) para algum trabalho no tema". A partir disso pôde-se perceber que existem muitas dúvidas a respeito do controle adequado dos intervalos de repouso entre as séries para que o treinamento de hipertrofia muscular se torne mais eficiente. Julga-se, portanto, que esta variável do treinamento de musculação não pode ser desprezada de forma alguma, podendo representar não só o atingimento ou não da meta pretendida, mas também trazer implicações importantes quanto à saúde do praticante. Os Sistemas Energéticos do Corpo Humano O Corpo humano dispõe de três vias metabólicas ou produtoras de energia, sendo que a predominância de uma ou outra depende da intensidade e duração da atividade (Brooks, 1998). Sistema Anaeróbio Alático (ATP/CP) Este é o sistema de energia imediata do corpo. Predomina em esforços explosivos, ou seja, movimentos que necessitam de rapidez e força, como interceptar uma bola de futebol que venha na direção da pessoa velozmente ou correr intensamente por poucos metros para tomar um ônibus. O sistema anaeróbio alático é caracterizado pelo ATP ( Adenosina Trifosfato) e CP (Creatina Fosfato). O ATP é a forma imediata disponível de energia necessária para a contração muscular e ação motora. É usado para todos os processos que requerem energia nas células do corpo (Brooks, 1998). O ATP é desintegrado resultando em: (ADP + P). A creatina fosfato (CP) é uma molécula semelhante ao ATP, a qual é desintegrada liberando uma grande quantidade de energia da seguinte maneira: (C + P). A função da creatina fosfato é ceder o fosfato resultante de sua decomposição para a molécula de ADP (adenosina difosfato), sendo que desta forma a energia e reconstruída após as novas ligações: De acordo com Dantas (1998), é a maior quantidade de creatina fosfato estocada na célula que permite que o sistema anaeróbico alático tenha uma duração um pouco mais longa. Segundo Fox et al(1989), o restabelecimento destas ligações, ou seja, o tempo que o sistema ATP/CP necessita para se recompor é de 3 a 5 minutos. Sistema Anaeróbio Lático (Glicolítico) Apesar do sistema ATP/CP fornecer grandes quantidades de energia em um curto espaço de tempo, seu esgotamento se dá no 8o / 10o segundo( intensidade muito alta) ou 15o / 20o segundo (intensidade moderada) (Mathews e Fox, 1986). Portanto, para que um esforço de alta intensidade possa ser mantido por mais tempo, como em uma prova de 100m rasos, o corpo disponibiliza outro mecanismo para a obtenção de energia, a Glicólise Anaeróbia. Desta forma, como menciona Brooks (1998) e Mathews e Fox (1986), a energia necessária para reconstruir ATP/CP vem principalmente da Glicose e Glicogênio, sendo este último desintegrado quimicamente, através de uma série de reações, tendo como conseqüência a produção de Ácido Lático, o que limita este sistema de obtenção de energia. Segundo Brooks (1998), o tempo para a fadiga na Glicólise Anaeróbia é de 1 a 3 minutos. De acordo com Fox et al (1989), a ressíntese do glicogênio muscular, principal compontente energético deste sistema, requer um período de 5 a 24 horas de descanso, de acordo com a intensidade da atividade. O Sistema Aeróbio (Oxidativo) De acordo com Brooks (1998), este é o sistema mais complexo para a obtenção de energia. O sistema aeróbio, como indica o nome, caracteriza-se pela utilização de O2 para a obtenção de energia. O principal composto energético deste sistema são os carboidratos e as gorduras. Segundo Katch e McArdle(1996), o sistema aeróbio é utilizado predominantemente em atividades de longa duração, em exercícios realizados por mais de 3 a 4 minutos. O tempo necessário para a reposição do glicogênio muscular após exercícios contínuos é de 10 a 46 horas (Fox et al, 1989). Hipertrofia Muscular (Hipertrofia e Sobrecargas Metabólica e Funcional) A hipertrofia muscular é definida como um aumento da área de secção transversa de um músculo (Mathews e Fox, 1986). Segundo Santarém(1999), o principal mecanismo de hipertrofia é a multiplicação das miofibrilas protéicas com capacidade contrátil, que ocorre como adaptação à sobrecarga tensional nos músculos em atividade. Este tipo de aumento do volume muscular é denominado Hipertrofia Miofibrilar ou Crônica. A Sobrecarga Tensional é definida por Santarém(1999) como sendo diretamente proporcional à resistência oposta ao movimento. Pode-se afirmar, de outro modo, que a sobrecarga tensional é indicada pela carga utilizada, baixas repetições e intervalos de descanso longos a fim de proporcionar a recuperação dos músculos e do sistema energético. Segundo Mathews e Fox(1986), uma das alterações bioquímicas e em relação às próprias fibras musculares decorrentes do treinamento com pesos diz respeito a uma redução no volume (densidade) de mitocôndrias, devida a aumentos no tamanho das miofibrilas e no volume sarcoplasmático. Portanto, existe outro tipo ou mecanismo de hipertrofia muscular chamado de Hipertrofia Metabólica ou Sarcoplasmática. Este processo é desencadeado pelo aumento de certas substâncias no citoplasma da célula muscular (sarcoplasma), promovendo um conseqüente aumento no tamanho da musculatura. Com base nas afirmações de Dantas(1998) representa-se a seguir a elevação da concentração dessas substâncias após 5 meses de treinamento anaeróbio: As adaptações do corpo promovendo hipertrofia metabólica ou sarcoplasmática ocorrem através de outro tipo de sobrecarga ( diferente da tensional), a Sobecarga Metabólica, a qual é argumentada por Santarém(1999) como um aumento de atividade dos processos de produção de energia. Esta sobrecarga se dá basicamente por dois mecanismos, o aumento da hidratação muscular (intracelular) e o aumento da vascularização do tecido muscular (extracelular). A sobrecarga metabólica pode ser manipulada pelos seguintes fatores: Elevação do número de repetições e ou diminuição dos intervalos de descanso entre as séries. Existem diferenças significativas entre os dois mecanismos de hipertrofia muscular citados, as quais são perfeitamente descritas por Santarém(1999): (...)"a hipertrofia muscular ocorre lentamente porque a síntese protéica é um processo lento, e pode atingir grande magnitude. A diminuição de volume muscular no destreinamento também é relativamente lenta, devido ao fato de que as miofibrilas passam a ser parte integrante das células. Já a Hipertrofia Metabólica ocorre rapidamente porque o acúmulo de glicogênio é um processo relativamente rápido. A magnitude da hipertrofia, no entanto, é menor, pelo menos a curto prazo. Isto devido ao processo ser limitado pela saturação do glicogênio intracelular (torno de 4,5 gramas). A perda de volume muscular com o destreinamento é rápida devido ao caráter não estrutural do glicogênio e da água" (p. 1). A Relevância dos Intervalos de Repouso Entre as Séries Os intervalos de repouso entre as séries constituem um fator muito importante quando se tem por objetivo a Hipertrofia Muscular. A respeito disso Bompa(2000), faz a seguinte consideração: (...) "O intervalo de repouso entre as séries é talvez o componente mais importante do treinamento quando o objetivo é a hipertrofia" (p. 70). De acordo com Fleck e Kraemer(1999), recentemente foi demonstrada a influência que os períodos de descanso têm na determinação do estresse do treino e no total de carga que pode ser utilizada. Os intervalos de repouso entre as séries e exercícios influenciam em aspectos como o grau de recuperação de energia ATP-CP, na concentração de lactato no sangue e também podem influenciar fatores como a fadiga e a ansiedade. Os períodos curtos de descanso (1 minuto ou menos) têm sérias implicações psicológicas (talvez pelo maior esforço exigido, mais desconforto e elevação das demandas metabólicas a exemplo da alta produção de lactato) que devem ser levadas em consideração quando se planeja um treinamento. Concordando com Santarém(1999), a elevação das cargas não indica, isoladamente, a intensidade do treinamento, é necessário que se considere os intervalos de descanso e o grau de esforço empregado na movimentação da carga. Portanto, é preciso que se entenda os intervalos de descanso entre as séries como uma variável de suma importância, inerente à intensidade ideal do treinamento Também, de acordo com Bompa(2000) um inadequado intervalo de descanso entre as séries causa aumento na participação do sistema Anaeróbio Lático na produção de energia. O acúmulo de ácido lático (decorrente deste sistema energético) leva à dor e à fadiga, podendo trazer prejuízos ao treinamento. Deve-se considerar ainda que nos intervalos de descanso o coração bombeia o maior volume de sangue para o músculo exercitado, sendo que um intervalo muito curto de descanso leva à redução da quantidade de sangue que chega ao músculo treinado (impedindo o devido suporte de combustível de oxigênio). Deste modo, o atleta, devido à falta de energia, não terá condições de completar o treinamento (Bompa, 2000). Na defesa de intervalos mais prolongados encontra-se afirmações como a de Godoy(1994): (...)" os intervalos de descanso devem permitir a ressíntese dos fosfagênios para o próximo esforço, a manutenção do nível de lactato sangüíneo em proporções suportáveis, e o restabelecimento da freqüência cardíaca em níveis mais confortáveis" (p. 42). Em contrapartida, Bompa(2000), afirma que quando se tem por objetivo a hipertrofia muscular (no caso do fisiculturismo, por exemplo) o treino deve ser planejado de forma que as reservas energéticas (ATP-CP) sejam depletadas afim de que se comprometa a energia disponível para o músculo exercitado. Uma das maneiras de se atingir este objetivo é reduzindo os intervalos de repouso entre as séries (30 a 45 segundos). Esse pensamento é argumentado da seguinte forma: (...)" quando é dado ao corpo um tempo muito curto de descanso o músculo tem menor tempo para restaurar as reservas energéticas, ATP-CP. Como uma série até a exaustão depleta as reservas de ATP-CP e o curto intervalo de descanso não proporciona a recuperação completa dessas reservas, o músculo é forçado a adaptar-se, aumentando a sua capacidade de transporte de energia, o que resulta no estímulo ao crescimento muscular. Isso ocorre graças ao aumento do conteúdo de CP nas células musculares e à ativação do metabolismo protéico, fatores que, por sua vez, estimulam a hipertrofia" (p.72). Considerações Finais Como pode-se observar, a partir da análise das opiniões dos autores pesquisados, existem pontos divergentes e pontos em comum entre as recomendações a respeito dos intervalos de repouso entre as séries no treinamento de hipertrofia muscular. Analisando-se o pensamento de Bompa(2000), percebe-se que o autor aponta diversos problemas e ou desvantagens na utilização de intervalos muito curtos entre as séries, como o acúmulo excessivo de ácido lático e irrigação sangüínea insuficiente no músculo exercitado. Porém o mesmo autor coloca que um treinamento visando a hipertrofia muscular deve ser realizado com intervalos curtos, não permitindo a recuperação total do sistema anaeróbio alático (ATP-CP), fazendo com que o organismo promova adaptações que induzam ao aumento do volume muscular. Esta afirmação contradiz, no entanto, o pensamento de Godoy(1994), o qual ressalta que os intervalos devem proporcionar a recuperação do sistema ATP-CP antes do próximo esforço. Porém o pensamento de Bompa(2000), parece ser bem fundamentado, indo ao encontro do que afirma Dantas(1998), quando relaciona as substâncias contidas no sarcoplasma e seus respectivos aumentos percentuais, decorrentes de adaptações ao treinamento anaeróbio (vide quadro I), e também em relação à teoria da Hipertrofia Metabólica apresentada por Santarém(1999). Finalmente, tomando-se como base o presente estudo, é possível que se faça algumas recomendações quanto ao controle dos intervalos de repouso entre as séries. Desta forma torna-se possível um melhor entendimento da importância desta variável, efetivando o objetivo central do treinamento, a hipertrofia muscular, e, também, evitando o insucesso e possíveis lesões relacionados ao desequilíbrio na interdependência entre a intensidade e o volume do treinamento. Portanto, destaca-se os seguintes aspectos a serem levados em consideração, principalmente: Período de Adaptação ao Treinamento Como se sabe, a intensidade do treinamento deve ser elevada progressivamente a fim de se obter melhoras na performance. Porém, antes de se elevar a intensidade mediante a intervenção em fatores como os intervalos de repouso entre as séries, por exemplo, deve-se ter como garantia que o praticante passou por um período inicial adequado de adaptação ao treinamento. Assim, tem-se uma redução das possibilidades de lesão principalmente em relação aos tecidos conjuntivos como tendões e ligamentos. Equilíbrio Adequado Entre Volume e Intensidade Sabendo-se que os intervalos de repouso entre as séries constituem uma das variáveis da intensidade do treinamento, deve-se cuidar para que na redução dos tempos de intervalo haja conseqüentemente uma diminuição do número de séries e/ou de repetições e/ou da freqüência de treinos, ou seja, no volume do treinamento. Também é necessário que se evite a elevação conjunta de duas variáveis da intensidade do treinamento. A exemplo disso pode-se citar uma elevação da carga (peso utilizado) juntamente com a redução dos tempos de intervalos entre as séries. Com isto, visa-se principalmente evitar lesões agudas nos tecidos conjuntivos, bem como nos sistemas muscular e esquelético, e também problemas crônicos como o sobretreinamento e suas conseqüências, decorrentes do excesso de sobrecarga no treinamento. Considerações Quanto ao Período de Treinamento Tendo-se o aumento do volume muscular como objetivo principal do treinamento, pode-se intervir nos intervalos de repouso entre as séries de diferentes formas de acordo com o período ou estágio de treinamento. Considera-se, portanto, que no início da temporada de treinamento deve-se utilizar intervalos de repouso médios ou longos entre as séries (1min e 30 seg. a 3 min), o que permite a utilização de cargas de trabalho maiores devido ao maior tempo de repouso, priorizando-se desta forma a Hipertrofia Crônica ou Miofibrilar, a qual se caracteriza por sua consistência devido ao aumento da secção transversa da fibra muscular. Por outro lado, nos períodos que se aproximam da competição ou temporada em que se deseja atingir o pico de desenvolvimento muscular, recomenda-se a utilização de intervalos curtos(30 seg. a 1min e 30 seg.), o que, associado de forma ideal às demais variáveis do treinamento proporciona uma Hipertrofia Aguda ou Metabólica, a qual, mesmo sendo menos consistente ou duradoura, permite uma melhor apresentação da musculatura (em termos estéticos) em um menor período de tempo. REFERÊNCIAS BOMPA, Tudor O. ; CORBACCIA, Lorenzo J. Treinamento de força consciente. Tradução de Dilmar Pinto Guedes. São Paulo: Phorte, 2000. BROOKS, Douglas S. Os sistemas de energia do corpo. In:______. Treinamento personalizado: elaboração e montagem de programas. Tradução de Emilson Calantonio. Guarulhos, SP: Phorte, 2000. 336p. cap 4. DANTAS, Estélio. H. M. Sistemas de transferência energética. In:______. A prática da preparação física. 4. ed. Rio de Janeiro: Shape, 1998. 399 p. cap. 5. FLECK, Steven J.; KRAEMER, William J. Fundamentos do treinamento de força muscular. Tradução de Cecy R. Maduro. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 1999. 247p. FOX, Edward L. ; MATHEWS, Donal K. Fontes energéticas. In:______. Bases fisiológicas da educação física e dos desportos. Tradução de Giuseppe Taranto. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1986. 488 p. cap. 2. FOX, Edward L. ; BOWERS, Richard W. ; FOSS, Merle L. Fontes energéticas. In:______. Bases fisiológicas da educação física e dos desportos. Tradução de Giuseppe Taranto. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989. 518 p. cap. 2-3. GODOY, Eric Salum. Musculação – Fitness. [s. l.] : Sprint, 1994. 127p. KATCH, Frank I. ; McARDLE, William. Nutrição, exercício e saúde. Tradução de Maurício L. Rocha. Rio de Janeiro: Medsi, 1996. 657p. SANTARÉM, José Maria. Treinamento de força e potência. In:______. GHORAYEB, Nabil; BARROS, Turíbio. O exercício: preparação fisiológica, avaliação médica, aspecto especiais e preventivos. São Paulo: Atheneu, 1999. 496p. cap. 4. (35-50). SANTARÉM, José Maria. Atualização em exercícios resistidos: hipertrofia muscular. Saúde Total, [ S.I.], 8 nov. 2001. Acesso em: 2 de maio de 2002. SANTARÉM, José Maria. Trabalho sobre exercícios resistidos. [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por < rogerhansen@bol.com.br> em 11de nov. 2001. BIBLIOGRAFIA MAUGHAN, Ron et al. Bioquímica do exercício e do treinamento. Tradução de Elisabeth de Oliveira. São Paulo: Manole, 2000. 241p. WEINECK, Jürgen. Treinamento ideal. Tradução de Beatriz M. R. Carvalho. 9. ed. São Paulo: Manole, 1999. 731p. ELLIOT, Bruce; MESTER, Joachim. Treinamento no esporte: aplicando ciência no treinamento. Vários tradutores. Guarulhos-SP: Phorte, 2000. SANTOS, Vanderlei. Guia prático de musculação. [s. I.], 1989. 125p. VOLPI, Liliam Maria. Avaliação do efeito agudo de uma sessão de musculação nos perímetros do corpo humano. 2001. TCC ( Monografia em Licenciatura em Educação Física) – Centro de Desportos, Universidade Federal de Santa Catarina
  7. Bom, tenho 18 anos e treino há 1 ano e uns 4 meses. Tenho 1 metro e 90 e estou hoje com 80kg. ( entrei na academia com 90 ). Faço um treino cronometrado com descanso de 45 segundos em cada serie e meu treino chega a uma hora, uma hora e 15 no max. Meu treino: #Segunda Supino Reto - Supino Inclinado - Supino Declinado (vou mudar o declinado por cross over* pois ja faço a um tempo) = 3x8 Triceps Testa - Supino Fechado - Banco - Rosca Punho (preciso focar no antebraço) = 3x8 2 exer de Pantu 3x8 + 2 exer de Abdominal 3x10 #Terça Levantamento Terra (ainda nao comecei*) - Peck Poster - Puxador Frente = 3x8 Levantamento Frontal com anilha - Puxador Diagonal - Elev. Lateral Por tras = 3x8 Encolhimento 3x8 - Lombar 3x10 - Obliquo 3x8 #Quarta Agachamento Smith - Leg Press - Flexora - Extensora - Adução - Abdução - Gluteos - 2 exer Pantu = 3x8 #Quinta Supino Reto - Supino Inclinado - Cross Over* = 3x8 Levantamento Frontal com anilha - Puxador Diagonal - Elev. Lateral Por tras = 3x8 Encolhimento 3x8 - 2 Abdominais 3x10 #Sexta Levantamento Terra* - Peck Poster - Remada Sentado = 3x8 Rosca Inversa - Rosca Martelo - Biceps Cruz - Rosca Scott Individual - Rosca Punho Lombar 3x10 - Obliquo 3x8 Estou com dificuldades pra desenvolver meus musculos principalmente do peito e costas. Creio que demore mesmo por eu ter 1m90cm mas mesmo assim estou desanimando.. Fique a vontade para modificar meu treino, qualquer ajuda é bem vinda! Faço duas vezes ombro pois ta menor que meu biceps e tenho algo no ombro esquerdo que limita o movimento na remada alta (nao faço mais) e supinos com barra! Começarei a fazer todos os supinos com halteres! Acho que é só isso. ah, saindo do treino eu vou comer e dentre uma hora vou pra natação, voce acha que ira catabolizar?
  8. Ola pessoal, queria saber se este meu treino e suficiente para hipertrofiar bem. Costas: Puxador aberto atras serie: 12, 10, 8, 6 a cada menos repetições mais carga Puxada fechada unilateral serie: 4x8 Remada cavalinho livre serie: 4x12 Bicepis: Rosca direta com barra serie : 4x8 Rosca alternada 45 serie: 4x8 Rosca inversa serie: 3x12 Treino a 1 ano e 1 mes, e queria saber se esse treino e bom para uma hipertrofia Obrigado pela atenção marombas
  9. E aew pessoal... sou novato no fórum e primeiramente quero perdir perdão se postei no lugar errado ou se já existe tópico semelhante, pois não encontrei. Ademais, comecei a malhar esse ano, sempre tive um biotipo magro, mas com uma leve barriga, nada de anormal. Tenho 27 anos, 1,76m, entrei na academia pesando 61.7kg, em meados de dezembro de 2012. Entre saídas e retornos (pois não sou muito regular), cheguei a ficar três meses parados (abril, maio e junho). Fora isso sempre procurei ser seguir a risca os treinos. Hoje início de novembro de 2013 estou pesando 72 kg. Na minha última avaliação no ínicio de outrubro estava pesando 68,5 kg e com 16% de massa gorda. Isto posto, tenho me deparado ultimamente com os amigos percebendo meus ganhos mas observando que minha barriga está "saliente". Indagando o personal da academia ele disse que "está dentro do esperado" e que é normal, pois primeiro estamos priorizando o ganho de massa para depois iniciar a definição. O foda é que isso tá começando a me encomodar comentários do tipo "-tá engordando"? Ou "-tá ganhou massa, mas tá barrigudinho". Agora vos pergunto, está certo o personal ou eu deveria desde já iniciar um treino aeróbico ( que ultimamente andam quase zero) combinado aos de ganho? Ou devo primeiro ganhar um certo volume de massa para depois definir? Obs. malho abdominal de 2 a 3x na semana e no momento estou consumindo como suplemento o Massa 3200 da probiótica, creatina, bcaa e malto. Grato pela atenção!!!
  10. Aí vai uma receitinha de bolo, básica para quem não apresenta nenhuma lesão ou dor pelo corpo, já sabe treinar um pouco, vai à academia todos os dias e quer ter resultados de verdade. Tal indicação não dispensa a supervisão de um profissional (eu disse PROFISSIONAL, nada de aventureiros nem amadores....) Meninas, sem as ver fica difícil indicar exercícios, mas caso estejam tentando aumentar massa muscular e nada vem dando certo, façam o seguinte: Use 3 séries de 8 a 10 repetições (se colocar peso e conseguir fazer mais de 10 repetições aumente, até não conseguir passar das 10 e não fazer menos do que 8, ou seja, vc quase sempre vai precisar fazer ajustes na carga, portanto, é importante que vc leve os exercícios em uma planilha, uma caneta e anote as cargas ao lado). Compre um relógio com cronômetro (o mais barato que vc encontrar), mantenha descanso britânico de 45seg entre cada série. Sempre faça o exercício com máxima amplitude. Cada sessão de musculação vai durar em média 45min e se exceder 1 hora será sinal de que vc está descansando demais e não está prestando atenção no cronômetro. Em resumo, ao começar seu treino, esqueça o resto do mundo, aumenta o volume da música no seu fone de ouvido e se desliga. Você pode socializar com as pessoas antes e após o treino, nunca durante. Levar o celular para o treino? JAMAIS! A - Quadríceps (4), Glúteo (3), Peitoral (2) 1. Agachamento Completo 2. Afundo (o nome do exercício é afundo não por um acaso, coloque um colchonete no chão e desça até o joelho da perna de trás tocar o colchonete) 3. Leg Press Horizontal Unilateral (encostando o joelho no peito) 4. Cadeira Extensora 5. Cadeira Abdutora com tronco inclinado à frente 6. Glúteo na Máquina (use a máquina que vc preferir da sua academia) 7. Glúteo no Cabo com joelho estendido (sim, é estendido com S mesmo) 8. Supino Inclinado Barra ou Halteres 9. Peck Deck B - Femurais (3), Panturrilhas (3), Tríceps (2), Abdome Oblíquo (1) 1. Mesa Flexora 2. Flexora Em Pé Unilateral 3. Cadeira Flexora 4. Panturrilha Leg Press 5. Panturrilha Unilateral Leg Press 6. Panturrilha Em Pé (aqui faça a partir de 20 repetições, bem concentradas) 7. Tríceps Corda 8. Tríceps Francês 9. Abdominal Oblíquo no Cabo (aqui faça a partir de 20 repetições, bem concentradas) C - Dorsal (2), Deltóide Lateral (2) e Posterior (1), Bíceps (1), Antebraço (1), Abdome Reto (2) 1. Pulley Costas 2. Remada Aberta Pronada (preferencialmente em máquina com apoio) 3. Crucifixo Inverso 4. Elevação Lateral 5. Elevação Unilateral Banco Inclinado 6. Rosca Scott 7. Rosca Punho 8. Abdome Infra com Elevação do Quadril 9. Abdome Supra na Prancha Declinada (aqui faça a partir de 20 repetições, bem concentradas) Se vc quiser pode fazer Transport/Elíptico ou Escada depois do treino A, por uns 15 minutos com elevação bem alta e bastante carga. Se o foco é ganhar volume vc não deve se preocupar com aeróbios agora, só esse aí após o treino A já é suficiente pra vc não ficar neurótica. Tente ir à academia aos finais de semana também, uma atividade aeróbia leve aos domingos é bem-vinda também, pode fazer sem medo, só não insista nos aeróbios durante a semana. Aumente as calorias por fontes boas de carboidrato complexo, proteínas magras e gorduras boas. Alguns litros de água diariamente são fundamentais também.
  11. Lanço uma análise: Para o trabalho de hipertrofia, o que é mais eficaz (ou o mais importante), de forma geral? 1. Tempo sob tensão que o músculo é exposto (conforme texto bem explicativo, que indica 20-40 a 60-70 segundos de execução como ideais para ganhos de massa muscular. link aqui: http://goo.gl/WES6f) ou 2. Progressão de cargas (pegar mais peso a cada treino) Logicamente, como exemplo, uma pessoa não irá crescer tanto se ficar mais de 1 minuto c halteres de 5Kg trabalhando um determinado músculo. Porém sabemos que o corpo humano também tem um limite de carga na progressão a cada semana/mês. A questão é aliar as 2 coisas sim, mas uma é inversamente proporcional à outra, sendo muito difícil progredir cargas mantendo o bom tempo de tensão no músculo. Gostaria da opinião e análise dos amigos do fórum.
  12. Fala pessoal, blz? Treino a mais de 5 anos com diferentes objetivos sempre, porém agora estou dando um foco maior na hipertrofia e chegou a hora de testar mais uma variação do ABCDE. Tenho 25 anos, 1,74m e 88kg com 14% de BF. Estou em bulking a 2 meses e manterei este treino por mais 2 meses focando a máxima hipertrofia. Meu próximo passo é entrar em cutting para reduzir novamente meu BF para 10-12%. Então meu treino ficou assim: ABCDE (Seg-Sex) A Peito/Abs Supino Reto - 4X10-8-8-6 Crucifixo Reto - 4x8-8-6-6 Supino Inclinado Halter - 4x10-8-8-6 Cross Over - 4x8-8-6-F Abd Bosu - 4x15 Abd Prancha - 4x15 B Costas Barra fixa - 4X10-8-8-6 Puxada frente triângulo - 4X10-8-8-6 Remada Curvada - 4X10-8-8-6 Terra - 4X8-8-6-F C Perna/Panturrilha Agachamento - 4X10-8-8-6 Leg Press 45 - 4X10-8-8-6 Extensora - 4X8-8-6-6 Flexora - 4X8-8-6-F Gêmeos Leg Press - 4X10-8-8-6 Gêmeos Sentado - 4X10-8-8-6 D Ombro/Trapezio Desenv. Militar - 4X10-8-8-6 Elevação Lateral - 4X8-8-6-6 Elevação Frontal Unilateral - 4X8-8-6-F Remada Alta - 4X10-8-8-6 Encolhimento Barra Reta - 4X10-8-8-F E Biceps/Triceps Rosca Direta em pé - 4X8-8-8-6 Rosca Scott - 4X8-8-8-6 Rosca Alternada Sentado - 4X8-8-8-F Testa - 4X8-8-8-6 Pulley Corda - 4X8-8-8-6 Francês - 4X10-8-8-F Critiquem a vontade.
  13. Olá queridos, tudo bem? Espero que tenham paciência de ler e me ajudar. Meu nome é Jaqueline, eu treino desde os 13 anos( comecei cedo mesmo) e hoje estou com 27. O que vou explicar agora tem haver com minha dúvida , ok? Por uma série de motivos, eu fico entre idas e vindas para a academia. Quando treino, treino pesado e levo muito a sério, mas se preciso parar, demoro uns meses para voltar.( uns 2-3 meses, as vezes até 6 meses) De uns 4 anos para cá, essas idas e vindas ficaram mais frequentes. Um dos motivos é que me mudo muito,de país inclusive e no momento estou morando na China. Logo que cheguei aqui procurei uma academia e voltei a treinar há 3 semanas. (e com seriedade, sempre) Meu objetivo é: hipertrofia de membros inferiores ( pernas e bumbum) - Panicat rs!! Meu bf é 14%.( isso porque me cuido muito e sou nutricionista, não por ser tão seca naturalmente ). Maaas, eu sou uma falsa magra, tenho curvas e mesmo quando estou sem treinar os músculos ficam um pouco definidos. Meu peso: 50 kg Altura: 1,61 TREINO: Fiz um treininho AB de adaptação nas primeiras duas semanas para então iniciar o treino mais pesado que um conhecido meu me passou. Ele que é fisiculturista, nutri e personal também. Eu fiz esse treino por um tempo no Brasil também na Coréia, último lugar que morei. Treino ABCD, com off entre B e C ( Treino em anexo) Como disse, treino pesado, no meu limite, e termino morta nos dias de perna. Detalhe: por enquanto estou suplementando só com Whey, porque como devem imaginar é difícil demais se comunicar aqui na China e ainda não achei loja de suplementos, infelizmente! Se puderem, por gentileza , me indicar um site que entregue aqui na China,vou ficar muito feliz! As DÚVIDAS são: - De tudo que já estudei, sempre li que um treino como esse é avançado e não para iniciantes. Ok! Mas fiquei com um nó na cabeça e pensei: sou iniciante ou nao??? Treino há anos, claro que com muitas idas e vindas, mas comparado a meninas iniciantes, tenho uma boa memória muscular, tenho força. Mas, não estou treinando continuamente há mais de 6 meses ou 1 ano não. E aí gente? Eu vou ter bons resultados com esse treino? Pois o que li sempre é que , o iniciante não chega no nível de exaustao muscular para ficar uma semana sem treinar o grupamento...mas eu só sei que fico quase sem andar no dia seguinte e só conseguiria treinar novamente o mesmo grupamento depois de uns 3 dias, pelo menos. Se puderem me ajudar a resolver esse dilema.... Dúvida 2 : - Aqui na ásia as mulheres não treinam para ficar fortes e nao fazem exercícios para o bumbum. Logo, não tem caneleiras com peso e nem aquela caneleira que se usa para fazer o glúteo no cross! O 4 apoios eu já resolvi, faço no smith com a barra. Mas , o que posso fazer para substituir o glúteo no cross?( perguntei para o meu colega, infelizmente que passou o treino, mas ele casou com uma mulher muuuuito ciumenta, que não o deixa mais responder meus emails kkkk =P ) Agradeço muito a paciência de vocês queridos! Agora vou firme e forte no objetivo e espero não mais parar de treinar!! Um beijo grande a todos!
  14. Boa tarde, Sou novato aqui e em 2013 decidi treinar sério. Criei um blog pra me servir de incentivo e fazer futuras comparações! Caso alguém queira visitar, por enquanto o link é: hsgarioni.wix.com/ganhandomassamagra Com certeza pegarei dicas dos amigos do fórum para alcançar meu objetivo. Não vou desistir. Obrigado a bons treinos! Henrique
  15. Olá Galera, preciso da ajuda de vocês . Treino a 6 meses, de segunda a sexta . Tenho 1,74 de Altura , 60 KG . Durante esses 6 meses não vi resultados ,e para isso to querendo investir em suplementos . Pesquisei muito na internet e vi alternativas que cabem no meu bolso . Ex : 1 ) -CREATINA + ALBUMINA , 2 ) -CREATINA + MALTO . Qual das alternativas é melhor para o ganho de massa muscular ? , me ajudem ai galera. Abraço !
  16. Eu to querendo comprar um multivitaminico pra eu tomar, eu tava pensando em tomar ZMA mais naum vira, um multivitaminico sai mais em conta andei procurando uns e achei um acessivel ( tenho 15 anos e não tenho dinheiro pra comprar um mais caro) Ja tenho minha suplementação basica e acho que falta nutrientes em minha dieta de hipertrofia queria saber se esse multivitaminico é bom http://www.vitalsuplementos.com.br/diarium-45-capsulas-vitaminlife/ Senão qual seria um bom? sendo barato ? obg
  17. Olá pessoal, gostaria que dessem uma olhada no meu treino. Segui as orientações do fórum e as dicas que encontrei no blog sobre treino de ectomorfos. É a primeira vez que monto um programa, então qualquer dica é bem vinda! Idade: 22 anos. Altura: 1,76m. Peso: 60kg. Objetivo do treino: Hipertrofia, correção postural. Tempo de treino: 2 meses. Estrutura: ABC 1x. Obs.: Possuo escoliose torácica. Como possuo escoliose, tenho receio de fazer exercícios como agachamento livre e levantamento terra. Além disso, optei por colocar alguns exercícios de perna unilateral devido à um pequeno encurtamento que possuo na perna direita. Existe algum exercício que eu deva acrescentar ou substituir? A divisão de exercícios por grupamento muscular está correta? Algum desses exercícios é prejudicial pra coluna? Existe algum exercício bom pra coluna que eu deveria acrescentar? Alguma outra dica? Obrigado desde já!
  18. Bom pessoal, segue minha dieta pra período cutting e hipertrofia (este é com o menor acúmulo de gordura possível). Altura: 1,77 Peso: 77kg Bf: +-18% Idade: 18 Tempo de treino: 6 meses Objetivo: Hipertrofia com o menor acúmulo de gordura e depois cutting. Cut Atual Cut Futuro Bulk sem Suplemento Bulk com Suplemento Gostaria de sugestões pras dietas, em vista que pretendo as duas bem parecidas pra nao ficarem mt diferentes, difíceis de seguir e com custos muito variados. Será que ta percisando de um pré treino? O treino é as 15:00 É melhor aveia, all bran ou granola? Devo inserir chá verde na dieta? Outra coisa, compensa mais investir em 1kg de albumina por R$ 38 ou 1kg de whey por R$48? Whey glanbia, claro. Logo estarei postando a dieta com as modificações e o treino. Abs
  19. A duração das contrações musculares globais durante uma série é um importante estímulo à hipertrofia e ao crescimento dos músculos. Cientistas australianos descobriram que pouca carga num treino de alto volume contribui para o aumento do tempo sob tensão, da potência, da força, da capacidade de exercício e do volume total em comparação a treinos que envolvem cargas elevadas e de baixo volume. Vários estudos recentes têm demonstrado que a síntese de proteínas é maior em resposta a cargas leves em um treinamento de alto volume. Tais resultados variam muito com os métodos de treino de atletas de força. Evidências apontam o uso do treino de alto volume para fisiculturistas, mas não estão tão claras em relação aos atletas de força. Fontes: Journal Strength Conditioning Research, 26: 269-275, 2012 e Revista Muscular Development, janeiro/2013, pg. 70.
  20. Idade :31 Altura:1,58 Peso:59 Medicações em uso (usa anticoncepcional?):Sim Problemas de Saúde:Não Tempo de treino: 3 anos Ciclos feitos: Não Ciclo propost o com Aes (Marca) dose e tempo: Divisão de treino e horario do mesmo: 3x inferiores 3x sup,treino a noite entre 18:30 e 19:30 Dieta com quantidade de proteina/carboidrato/gordura por dia: sem dieta no momento. Indicação @Apollo Galeno @Rafaellla28 Tenho bastante problemas com retenção,confesso q tenho dificuldade de manter a dieta nos últimos tempos,sinto muita fome😭,talvez um pouco de ansiedade,não sei mas tá difícil,conto com a ajuda de vcs.🤗
  21. Pessoas que consomem 18 gramas de proteína de ovos inteiros ou de clara de ovo depois de se exercitarem tem diferença na forma como seus músculos se regeneram, um processo chamado síntese proteica, relatam pesquisadores em um estudo. Especificamente, a resposta de recuperação muscular naqueles que comem ovos inteiros é 40% maior do que naqueles que consomem uma quantidade equivalente de proteína somente das claras, segundo a equipe. A descoberta, publicada no American Journal of Clinical Nutrition, sugere que a prática generalizada de jogar fora as gemas para maximizar a ingestão de proteína dos ovos é contraproducente, disse Nicholas Burd, professor de cinesiologia e saúde da Universidade de Illinois que liderou o estudo. As gemas também contêm proteínas, juntamente com os principais nutrientes e outros componentes nutricionais que não estão presentes nas claras de ovos. E algo nas gemas está aumentando a capacidade do corpo de utilizar essa proteína nos músculos. “Este estudo sugere que comer proteína dentro de sua matriz alimentar mais natural tende a ser mais benéfico para os nossos músculos, em oposição à obtenção de proteína de fontes isoladas de proteína”, disse ele. No estudo, 10 homens jovens realizaram um único exercício de resistência e depois comeram ovos inteiros ou claras contendo 18 gramas de proteína. Os pesquisadores administraram infusões de leucina e fenilalanina marcadas com isótopos estáveis (dois importantes aminoácidos) para os participantes. Isso permitiu aos cientistas manter e medir com precisão os níveis de aminoácidos no sangue e nos músculos dos participantes. Isso permitiu um rastreamento preciso de onde os aminoácidos derivados dos alimentos acabaram depois que os participantes os ingeriram. A equipe levou amostras repetidas de sangue e biópsia muscular para avaliar como os aminoácidos derivados do ovo estavam aparecendo no sangue e na síntese protéica nos músculos antes e depois do exercício de resistência e da alimentação. “Ao usar esses ovos marcados, vimos que se você comeu o ovo inteiro ou as claras, a mesma quantidade de aminoácidos ficou disponível no sangue”, disse Burd. “Em cada caso, cerca de 60 a 70 por cento dos aminoácidos estavam disponíveis no sangue para construir músculos. Isso sugere que obter a proteína de ovos inteiros ou apenas dos brancos não faz diferença, como a quantidade de aminoácidos na dieta”. Mas quando os pesquisadores mediram diretamente a síntese de proteínas no músculo, eles encontraram uma resposta muito diferente. “Vimos que a ingestão de ovos inteiros imediatamente após o exercício de resistência resultou em maior síntese de proteína muscular do que a ingestão de claras de ovos”, disse Burd. Estudos anteriores sugerem que essa diferença não tem nada a ver com a diferença no conteúdo energético de ovos inteiros e claras de ovos – ovos inteiros contendo 18 gramas de proteína também contêm cerca de 17 gramas de gordura, enquanto as claras não têm gordura. Estudos do laboratório de Burd e outros mostram que simplesmente adicionar gordura a uma fonte de proteína isolada na dieta após o exercício não aumenta a síntese de proteínas. “Há muita ênfase na nutrição proteica na sociedade moderna, e pesquisas mostram que precisamos de mais proteína na dieta do que pensávamos para manter a saúde”, disse Burd. “À medida que a população mundial cresce, precisamos de estratégias econômicas e sustentáveis para melhorar o uso de proteínas na dieta. Este trabalho mostra que consumir proteína de ovo em sua matriz natural tem um benefício muito maior do que obter proteína isolada da mesma fonte. ” Fonte: Stephan van Vliet, Evan L Shy, Sidney Abou Sawan, Joseph W Beals, Daniel WD West, Sarah K Skinner, Alexander V Ulanov, Zhong Li, Scott A Paluska, Carl M Parsons, Daniel R Moore, Nicholas A Burd. Consumption of whole eggs promotes greater stimulation of postexercise muscle protein synthesis than consumption of isonitrogenous amounts of egg whites in young men. The American Journal of Clinical Nutrition, 2017; 106 (6): 1401 DOI: 10.3945/ajcn.117.159855 https://nutrindoideias.com/musculacao/hipertrofia/ovo-inteiro-ganho-de-massa-muscular/
  22. O treinamento com oclusão vascular não é exatamente uma novidade. Ele começou a ser desenvolvido no Japão a partir de 1966 por Yoshiaki Sato, então com apenas 18 anos. Durante os 7 anos seguintes, Sato desenvolveu seu método de forma empírica, através de tentativa e erro, concluindo sobre quais seriam as formas mais seguras e com melhores resultados de aplicar a isquemia. Entre as décadas de 70 e 80, o já professor japonês começou a aplicar seu método no público, principalmente como forma de reabilitação. Somente na década de 90 ele começou o trabalho com atletas japoneses (golfistas, inicialmente) e, a partir de então, sua popularidade se internacionalizou e laboratórios de pesquisa em universidades de todo o mundo começaram a investigar e validar a nova forma de treinamento. O método rende abordagens diversas e, tanto pelo professor Sato ainda estar vivo e produzindo, como pela sua própria criação ser recente do ponto de vista histórico, ainda está surgindo novas aplicabilidades para ele – é a ciência acontecendo! Devido a esta multiplicidade, abordar o tema exige delimitações e, aqui, vou me ater à aplicabilidade do Kaatsu Training para força e hipertrofia através do treinamento resistido com pesos. Como é feito? A sessão de treinamento padrão utilizando o método Kaatsu acontece com carga de 20% a 30% de 1RM e oclusão com valor de 50% da pressão arterial sistólica (PAS) para membros superiores e 75% da PAS membros inferiores. Este é o protocolo indicado pela própria certificação oficial do método e também o mais estudado pelos pesquisadores do assunto. Porém, há estudos que utilizam até 60% de 1RM como carga e valores de até 200% da PAS para oclusão, com combinações diversas para diversos fins. Geralmente, alternam-se os exercícios entre membros inferiores e superiores. A isquemia é induzida através de manguitos posicionados em posições estratégicas (até a posição do tubo é precisa, não aleatória, pessoal!). Eles são inflados seguindo o protocolo pré-determinado e, durante a execução do exercício, é natural que tendam a desinflar, sendo necessário o ajuste. Durante os intervalos entre séries (séries, não sets!), o comum é que a oclusão seja aliviada. Os aparelhos usados para fazer a restrição do fluxo sanguíneo em laboratórios de pesquisa são da marca Hokanson, que contam com diversos recursos pertinentes a este fim. Porém, no geral, estudantes e entusiastas usam o esfigmomanômetro comum. Também já existe, inclusive no Brasil, alguns manômetros próprios para treino, de formatos mais confortáveis e anatômicos para este fim. Você, caro(a) marombeiro(a), tem um hipocampo cerebral funcionando muito bem (vai ter bastante artigo relacionando treinar com pesos e neurociências no meu espaço, aguardem!), portanto, já se ligou que amarrar garrotes, restos de camisetas cortadas e elásticos de cabelo da namorada (ou namorado) pelo corpo aleatoriamente NÃO é o canal, certo? Como dizem os administradores: o que não tem controle, não pode ser controlado! E aí, funciona mesmo? O Journal of Science and Medicine in Sport, em sua recente edição (ago/16), trouxe uma metanálise (não sabe o que é?! Dá uma googladinha rápida aqui!) bem interessante sobre a eficácia do treinamento com oclusão vascular para força muscular e hipertrofia. Os resultados apontam para ganhos de força significativos, onde a carga de 30% de 1RM mostra-se mais eficaz do que 20%, restrições de fluxo sanguíneo ≥ 150mmHg foram mais eficazes que abaixo deste valor e resultados com período de treinamento de mais de 8 semanas foram maiores do que em tempo menor. Para hipertrofia muscular, os resultados apontaram as mesmas medidas. Com isso, os pesquisadores concluíram que o treinamento com cargas baixas que utilizam restrição de fluxo sanguíneo é mais efetivo para ganhos de força e hipertrofia do que os protocolos que utilizam SOMENTE A CARGA BAIXA. Ou seja, até então, todos os estudos comparam o Kaatsu Training com o treinamento resistido de baixa intensidade, o qual já é consolidado na literatura científica como ineficaz para fins de ganhos de força e hipertrofia. É justamente neste ponto que o público leigo está confundindo as coisas: o Kaatsu NÃO é melhor do que o treino convencional de média/alta intensidade, ele é TÃO BOM QUANTO. Ou seja, é apenas mais uma ferramenta de trabalho a ser utilizada pelo educador físico/treinador, dependendo do momento, objetivo, etc. – o famoso “em quem? por quê? para quê? como? quanto?”. Particularmente, embora seja bastante fã do método, eu vejo mais vantagens em aplicá-lo para alguns enfermos, pessoas acamadas ou imobilizadas, idosos e outras situações específicas, mas que, na maioria das vezes, envolve impossibilidades, dificuldades e/ou recuperação. De uma maneira geral, para o público saudável, acho prescindível, pois o treino pode se tornar bem incômodo devido aos aparelhos e seus acessórios pendurados pelo corpo, o “tira e bota” deles e a necessidade de controle da pressão dos manguitos. Além disso, pode ser necessária a presença constante de um personal para ficar monitorando isso tudo, porque fazer isso com o seu parceiro(a) de treino é sacanagem! Portanto, marombada ávida por informação de como crescer mais e/ou ficar mais forte, não precisa correr para amarrar qualquer treco no corpo sem critério algum achando que “treinar ocluído dá mais resultado”! O seu bom e velho a partir de 70% de 1RM ainda dá conta do recado! Mas, se quiser testar e tiver as condições próprias para fazê-lo, saibam que é o pump mais sensacional que eu já senti! E quando soltei os manguitos, sentir o sangue literalmente correndo nas veias foi tão bom quanto o Arnold dizia que era - entendedores entenderão! =D Bota mais dez! Assista a um vídeo demonstrando um treino de oclusão para tríceps para ter uma ideia de como se executa este tipo de treinamento: Mensagem da autora: Olá, pessoal! Acabo de me juntar ao time de colaboradores do FISIculturismo com o objetivo de tornar o site mais crível em entregar informações sobre os esportes do ferro. Gostaria de deixar claro que pedi à equipe administradora do portal para escrever aqui por um único motivo: amor. Eu simplesmente AMO a força e tenho verdadeiro prazer em propagá-la! Este site foi um dos primeiros que conheci quando entreguei minha alma aos pesos, em 2012. De lá para cá, fiquei mais forte (claro!) e meu conhecimento evoluiu, então, senti que era a hora de dividir um tanto do pouquinho que acumulei com outros entusiastas da ferrugem nos dedos e dos calos nas mãos... Bota mais dez! Escolhi inaugurar meu espaço com Kaatsu Training / Oclusão Vascular, método de treinamento que gera bastantes dúvidas devido à sua popularização ser ainda recente. Referências: SLYSZ, J. ; STULTZ, J.; BURR, J.F. The efficacy of blood flow restricted exercise: A systematic review & meta-analysis. Journal of Science and Medicine in Sport. Vol. 19, issue 8, p. 669–675, 2016. Disponível em: <http://www.jsams.org/article/S1440-2440(15)00182-6/abstract>. Acesso em: 9 de ago de 2016. Kaatsu quick start guide. Diponível em: <http://www.kaatsu-global.com>. Acesso em: 9 de ago de 2016.
  23. Em meu cotidiano como nutricionista clínico esportivo, é muito comum o indivíduo entrar em meu consultório e já deixar bem claro: "Eu quero ganhar massa muscular, mas também quero perder gordura corporal ao mesmo tempo!" Sem dúvida, o desejo da maioria das pessoas que procuram uma academia é a queima de gordura corporal associada ao ganho de massa muscular. Mas esses dois objetivos são possíveis de ocorrer no organismo humano concomitantemente? Sim, mas normalmente será necessária a otimização dos hormônios anabólicos e do controle do hormônio catabólico cortisol, mesmo que seja por meio farmacológico. Pois, em um organismo em condições normais, é muito difícil utilizar gordura enquanto se constrói massa muscular. Veja que um organismo em déficit calórico, condição necessária para que a gordura seja utilizada, irá concentrar seus esforços no reabastecimento de glicogênio para o funcionamento fisiológico normal, portanto, a construção muscular ficará em segundo plano. Existe um caso especial, no qual se observa aumento de massa magra e redução de gordura corporal em níveis significativos, ao mesmo tempo. Esse período coincide exatamente com o início de um programa de treinamento em indivíduos absolutamente destreinados. Sabemos que quanto mais próximo do início, maiores são os ganhos, e quanto mais distante, mais sutis são esses ganhos, devido a um maior acionamento de unidades motoras e ativação subseqüente de células musculares dormentes. Passado este período inicial adaptativo, a tendência seria os ganhos atingirem patamares reduzidos, dificultando a aquisição de tecido magro concomitantemente com a redução da gordura corporal. O que fazer então? Considerando passada a etapa inicial de adaptação, deve-se periodizar o trabalho nutricional do indivíduo em algumas etapas (variando entre fase de ganho de massa magra e fase de redução de gordura corporal), estando estas de acordo com a condição física atual, o objetivo e principalmente o treinamento. Vale lembrar da importância do nutricionista esportivo estar sempre em contato com o preparador físico para ocorrer a melhor sinergia possível entre dieta e treino. Inclusive, a presença do nutricionista na própria academia auxilia muito nesse caso. Em um passado não muito distante, era comum a adesão a uma dieta super-hipercalórica para ganho de massa magra durante determinado período, seguido de um trabalho para redução de gordura corporal. Ocorria que na etapa de dieta super-hipercalórica, era comum a aquisição de muita gordura corporal em conjunto com a aquisição de massa magra. Portanto, o período de redução da gordura corporal acabava sendo longo e árduo, proporcionando uma inevitável perda da massa magra arduamente adquirida. Recomenda-se que um trabalho para ganho de massa magra seja realizado de maneira controlada, monitorando a dieta de modo a proporcionar apenas a hipertrofia muscular, evitando com isso o acúmulo de gordura. Caso o indivíduo apresente-se no início do projeto com uma quantidade elevada de gordura corporal, deve-se adequar este teor de gordura antes de iniciar o trabalho específico de hipertrofia. Para melhor avaliação, a simples aferição do peso na balança torna-se imprecisa, pois, em termos volumétricos, uma quantidade determinada de gordura pesa bem menos do que o mesmo volume de massa muscular. Em outras palavras, uma mesma variação volumétrica de gordura corporal representa uma alteração menos significativa na balança, se comparado com a variação volumétrica em massa muscular. Por isso, em praticantes de atividade física, a discriminação da composição corporal por um profissional habilitado é recomendada. Para ilustrar toda esta teoria, analisaremos alguns exemplos fictícios, porém extremamente comuns no dia a dia nas academias. Exemplo 1 Individuo do sexo masculino com 90 kg de massa corporal, 170 cm de estatura, estando com 30 kg de gordura corporal, sendo que destes, 20 kg foram considerados em excesso. Sua massa magra é de aproximadamente 60 kg. Objetivo: ganho de massa magra e redução da gordura corporal, visando atingir em torno de 80 kg de massa corporal com um teor ideal de gordura corporal (estimado em 10 kg). Portanto, para atingir seu objetivo, nosso indivíduo exemplo necessita eliminar 20 kg de gordura corporal e aumentar 10 kg de massa magra em condições naturais. Logicamente, não consideraremos nesses exemplos o uso de qualquer recurso ergogênico farmacológico. A primeira medida a ser tomada nesse caso seria a redução do excesso de gordura corporal. Como temos uma quantidade relativamente grande de gordura corporal a ser perdida, poderemos inicialmente propor uma dieta hipocalórica associada a um adequado treinamento (musculação + aerobiose controlada) pelo período de 15 semanas. Considerando uma redução em torno de 1 kg de gordura corporal por semana, ao término dessa primeira etapa, o indivíduo deveria apresentar-se com 75 kg de massa corporal (90 kg de massa corporal – 15 kg de gordura corporal). Muitas pessoas podem achar esse processo de perda de gordura muito lento, pois acham que quanto mais rápido melhor. Nesta ignorância, essas pessoas acabam fazendo dietas nas quais ocorre uma redução de 3, 4, até 5 kg por semana. Em vez de ficarem felizes quando atingem uma perda como essa, deveriam na verdade ficar muito tristes, pois, com certeza, a maior parte dessa perda terá sido de líquido e massa magra. Devemos corrigir o conceito de perda de peso. Ou seja, perder peso definitivamente não é igual a perder gordura! Essa primeira etapa poderia ter duração de 20 semanas, pois dessa forma, eliminaríamos todo o excesso de gordura do nosso indivíduo exemplo. Porém, se já é difícil manter uma dieta hipocalórica por 15 semanas. Certamente, por 20 semanas seria ainda pior. Nesse caso acaba sendo interessante dividirmos a etapa de redução da gordura corporal em duas. Isto logicamente não seria necessário quando o excesso de gordura apresenta-se menor, em torno de dez quilos, por exemplo. Passaremos então para a segunda etapa do projeto. Iniciando um trabalho de hipertrofia muscular, poderemos adquirir em torno de dois quilos de massa muscular isenta de gordura por mês. Portanto, após 20 semanas (cinco meses) seguindo um trabalho controlado, nosso indivíduo exemplo apresentar-se-ia com 85 kg de massa corporal, com apenas 5 kg de gordura corporal em excesso. A terceira fase de nosso projeto seria basicamente de definição muscular, tendo a duração de apenas cinco semanas. Vale ressaltar que confiar em estratégias de treino para tornar o corpo mais definido é possível, desde que a dieta seja estritamente controlada e estável. A partir daí poderemos aumentar o gasto calórico com a implementação do exercício físico. Este ajuste deve ser muito preciso, pois um pouco mais de intensidade ou volume no treino, pode solicitar mais massa muscular do que gordura como fonte de energia, provocando o catabolismo. Com a introdução de uma dieta hipocalórica associada ao devido treinamento, obteríamos como resultado os desejados 80 kg de massa magra com uma quantidade de gordura corporal adequada. Ou seja, todo o projeto teria a duração de 40 semanas (dez meses). A última fase é a mais detalhada do projeto, visto que a perda de massa magra conquistada não deveria ocorrer. Para isto, seria necessário um treinamento adequado associado a uma dieta hiperprotéica com a presença de alguns suplementos nutricionais anti-catabólicos. Exemplo 2 Indivíduo do sexo feminino com 60 kg de massa corporal e 165 cm de estatura, estando com um teor de gordura corporal adequado. Objetivo: ganho de massa magra, visando atingir 63 kg de massa corporal, mantendo estável sua quantidade absoluta de gordura corporal. Um trabalho como este pode ser realizado em um curto período. Com um programa nutricional ajustado ao treinamento de hipertrofia, nosso exemplo atingiria seu objetivo aproximadamente em torno de seis e oito semanas. Mesmo não reduzindo sua gordura corporal absoluta, sua quantidade de gordura relativa reduziria, devido ao aumento na massa corporal. Exemplo 3 Indivíduo do sexo masculino com 50 kg de massa corporal, 170 cm de estatura, estando com um teor de gordura corporal adequado. Objetivo: ganho de massa magra, visando atingir 70 kg de massa corporal, mantendo estável sua quantidade absoluta de gordura. Esse terceiro exemplo apresenta um indivíduo bem magro. Seu trabalho deveria ser realizado em um longo prazo, mas desde o início, evitando ao máximo o acúmulo de gordura. Considerando um acréscimo de 500 gramas de músculo por semana (o que seria formidável), podemos estimar que em 40 semanas com um treino de hipertrofia, o objetivo seria alcançado. Isto equivale a um ano inteiro de trabalho, pois podemos somar a estas 40 semanas pelo menos 8 semanas com um treino regenerativo (variável de acordo com a periodização imposta pelo professor de educação física/personal trainer). Este espaço temporal pode parecer muito grande para alguns mais afoitos. No entanto, vamos analisar de outro modo: com uma dieta super-hipercalórica, certamente a massa corporal deste indivíduo aumentaria de maneira mais significativa. Porém, grande parte deste ganho, seria certamente na forma de gordura corporal. Ou seja, teríamos de iniciar um longo programa de perda de gordura corporal após todo o processo de hipertrofia. Lembrando que neste processo a chance de perda de parte da massa magra conquistada seria grande. Está claro que o melhor realmente é crescer com qualidade, para não ter que correr atrás do prejuízo semanas antes de ir para a praia ou a outro evento qualquer. Conclusão Pode-se concluir que ganhar consideravelmente massa muscular e perder muita gordura corporal concomitantemente, infelizmente não é possível, salvo nas condições citadas no início deste artigo. Consistência e disciplina nos treinos são fundamentais. Considere que pouco adianta treinar com a devida intensidade, perfeita forma de execução e alimentação super balanceada por um determinado período, e em outros, desestimular-se e passar a treinar sem disciplina. Tem muita gente que treina semana sim, semana não ou mês sim, mês não. O ideal é procurar os serviços de profissionais devidamente habilitados, para que estes em conjunto, elaborem a melhor estratégia a médio/longo prazo.
  24. Altura - 1,66M Peso - 64KG Idade - 22 Anos Tempo de Treino - 1 Ano - Treino 6x P/ Semana - Dieta 450g Carbo, 270g Proteína, 80g Gorduras boas. 3600kcal. Eu montei minha dieta baseada nesse artigo: Artigo - Massive Eating Mas estou confuso quanto a questão da quantidade de proteína (muita quantidade). Porém se eu diminuir a quantidade de proteína, não irei bater as 3600kcal de form equilibrada, bom como de acordo com o artigo. Queria saber se essa quantidade de proteína seria prejudicial ou tá tranquilo?
  25. Eu comecei a fazer uma dieta diminuir o meu BF e ganhar MM. Tenho 18 anos 1.80 de altura e 88 Kilos sou mesomorfo e estou meio preocupado pois estou fazendo aeróbico pós-treino, mas não sei quantas vezes devo fazer por semana para obter melhores resultados e não prejudicar a perda da minha musculatura O que vocês podem me indicar: 3 ou 4 vezes por semana? Meu objetivo é alcançar uma definição boa sem perder muito peso. Pretendo queimar gordura e ganhar MM, estou me alimentando muito bem, estou seguindo a dieta. Obs: ainda não faço uso de suplementos alimentares. Desde já agradeço a ajuda.
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