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  1. lilinhas

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  2. FitCoupleHim

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  3. markolino

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    • Por Locemar
      Salve a todos. 
      Em meados de Julho de 2019 eu tive um rompimento completo do tendão do tríceps. Era uma tendinite que havia começado há uns 10 anos e foi se agravando. Fiz fisioterapia, ressonância, osteopatia, mas aos poucos o treinamento com pesos foi minando a resistência do tendão até que num belo dia, durante um treino de defesa pessoal, num esforço que eu fiz (sem torção nem chave de braço) meu tendão se rompeu e foi dali para o hospital com o braço quase paralisado. 
      Até procurar um ortopedista, marcar a ressonância, esperar o resultado sair, levar pro médico avaliar e marcar a cirurgia deu pouco mais de 1 mês. Então dia 28 de Agosto eu estava na mesa de cirurgia pra darem um remendo no meu braço. 
      Recuperação tranquila e em 3 meses eu estava com o braço totalmente pronto para atividades normais (dirigir, carregar sacola de mercado, trabalhar, arrumar a casa, etc) mas mantive a fisioterapia até final de dezembro. 
      Em janeiro deste ano, fui liberado para retornar aos treinos, obviamente de forma leve, respeitando o corpo e o tempo parado, e o pior, totalmente zerado de hormônios.
      Durante 4 meses de recuperação em mantive apenas 40mg/dia de tamoxifeno. Em janeiro de 2020 fiz mais de 50 exames laboratoriais para avaliar como estaria meu organismo após 15 anos de esteroides e depois quase 6 meses sem esteroides. 
      Como obviamente minha testo estava baixa (dentro do que se considera normal, mas baixa) e eu não entraria com nenhuma droga até me readaptar ao treino, resolvi fazer uma experiência. Discute-se muito a respeito da eficácia do tribulus e maca peruana para ajudar no aumento de testosterona. Alguns estudos apontam total inutilidade enquanto outros dizem ajudar em indivíduos que tem deficiência na produção. Pois bem, importei no site iHerb Tribulus da AllMax 750g com 90% de saponina, Maca Peruana Raw da NOW  750mg e Vitamina D 5000ui da NOW. 

      Minha intenção era refazer todos os exames após usar estes potes e ver se mudaria algo. Mantive então:
      - Tribulus 1500mg/dia
      - Maca Peruana 1500mg/dia
      - Vitamina D 10.000ui/dia
      Durante este período, fui aos poucos recuperando meu fôlego (que estava péssimo) e ganhando força além de perder um pouco de gordura. Todo o braço esquerdo ainda está muito atrofiado. A perda de força do tríceps foi absurda e o bíceps esquerdo ainda está sofrendo para se igualar ao direito. Ainda sim, tive progresso principalmente nos treinos de pernas e costas. Pernas eu ainda fazia alguns movimentos de agachamento na academia de um amigo, mas não eram treinos com uma rotina fixa e tinha semana que eu nem ia.
      Sendo assim, irei postar agora os 2 exames comparativos de 6 de Janeiro e 6 de Março, bem como as minhas fotos atuais com 1 mês e meio de treino. E para dar o bom exemplo...
       
      Idade: Faço 40 anos agora em setembro
      Altura: 1,90m
      Peso: 109~110kg (o mesmo peso que eu tinha com uso de aes). Iniciei com 70kg (sim, era só o pó da rabiola).
      Medicações em uso (Anticoncepcional, antidepressivo,anti hipertensivo, etc...): Atualmente sem nada. Em 2016 precisei fazer uso de alguns antidepressivos durante pouco mais de 1 ano, mas já estou totalmente sem.
      Problemas de Saúde e história de cirurgias: Enxaqueca controlada e um tríceps remendado. Tenho os dois LCAs de ambos os joelhos rompidos ☺️ Já operei as duas mamas por ginecomastia.
      Exames de sangue hormonais recentes: Colocarei tudo logo abaixo.
      Ciclos FEITOS com dose e tempo: Então...vou fazer 22 anos de treino e 15 ciclando. Nunca usei trembo (e nem pretendo); masteron só usei 1 vez; stano injetável só usei na época do winstrol em ampola e basicamente meus ciclos são variando testo, deca, dianabol (que me dou muito bem) e as vezes boldenona. Já experimentei hemogenin poucas vezes. Evito ao máximo esteroides orais e meus ciclos geralmente ficam na casa de 200 a 600mg por semana. Masteron me fez perder muito cabelo embora eu ja tenha notado uma gradativa queda ao longo do tempo, provavelmente pela manutenção da testosterona. Neste período parado o cabelo cresceu consideravelmente com uma ajudinha de Minoxidil + propilenoglicol + 17 alfa estradiol
      Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo: Vou iniciar com propionato de testo com aplicações diárias subcutâneas de 35ui (mais ou menos 35mg/dia ou 245mg/sem)
      Divisão de treino e horário do mesmo: Atualmente estou com ABC de segunda a sábado. Retornarei ao boxe esta semana para ter um aeróbico pois estava sem nada até então. Sou péssimo pra ficar na esteira ou bicicleta. Mês que vem retorno à defesa pessoal. 
      Dieta com quantidade de proteína/carboidrato/gordura por dia: Com o eixo hormonal desfavorável, a perda de gordura tá difícil mas também não estou muito regrado na dieta. Procuro bater 2g de proteína por dia e tento reduzir o carbo. Vale lembrar que nunca fui de me manter em dieta restrita calculando milimetricamente gordura e carbo. Meu gasto calórico com musculação, boxe e defesa pessoal era alto então mesmo escapando numa hamburgueria final de semana ou uma pizza, ainda mantinha qualidade razoável.
      Segue agora as fotos comparativas. Abaixo, um parâmetro de como eu era (desculpe as fotos fora de posição, nunca fui de tirar foto posando e nunca fiz qualquer relato neste fórum).

      Abaixo...minha situação lastimável durante os meses parado em recuperação...

      E abaixo...as fotos tirada nesta segunda 10/03/2020. Notem na foto de costas a diferença absurda de um tríceps para o outro. (o tríceps operado foi o esquerdo mas na foto está invertido)


      O tríceps esquerdo aparentemente ficará mais encurtado que o outro. Percebo que a cabeça longa é a que mais sofreu na história então vou ter que lutar pra meter volume aí novamente. 

      E agora....os exames. Na esquerda, feitos em 06/01 e na direita, 06/03.









       
         Aqui eu queria entender por que raios essa ferritina está alterada assim.  

       



      Aqui, pelo resultado, eu tenho algumas considerações. 
      Não sabemos ao certo o que fez os valores mudarem, se foi apenas a Vit.D, o combinado dos suplementos ou o fato deu ter retornado aos treinos consistentes. Ou até mesmo a junção de tudo. A testo total se manteve, mas variou um pouco a livre e a biodisponível. Nada expressivo também o que dá pra concluir alguma coisa sobre a eficiência destes produtos no aumento da testosterona.



      Por fim, vale lembrar que não estou desesperado pra me recuperar. Não pretendo competir, não pretendo entrar em dieta super restritiva e meu relato é apenas para avaliar exames laboratoriais após 15 anos quase ininterruptos de esteroides, bem como o impacto dos tais suplementos na produção de testosterona que tanto falam por aí. 
      Sobre a libido, naturalmente neste período senti ela diminuir, mas não ficou zerada. Na verdade me senti até melhor assim do que quando a testo tava alta e as vezes dificultava para me concentrar por ficar pensando besteirinhas.
      O psicológico não senti qualquer alteração. Me mantive bem o tempo todo, sem desânimo, sonolência ou preguiça. 
      Pretendo fazer novos exames dentro de 1 mês para avaliar como a testo ta batendo aqui. Tenho um bujão de 30ml de prop da Gold Labs e ficarei com ele até o final. Tenho também 3 ou 4 potinhos de dianabol da Gold e 20ml de deca. Não sei quando vou usa-los e nem se irei usa-los. No momento quero reduzir meu percentual de gordura melhorando a taxa hormonal e retornando aos aeróbicos.
      Ainda manterei a Vit.D diariamente em 5000ui e esqueci de mencionar que entrei com creatina 10g há 2 semanas. Na dieta, complemento com whey concentrado quando não consigo atingir os macros do dia. 
      Fiquem a vontade pra sugerir qualquer coisa, fazer qualquer comentário, fazer qualquer pergunta, tirar um sarro ou apenas me desejar boa sorte.
       

       
    • Por Rodolfo Peres
      Esteroides e o fígado
      Uma das maiores preocupações dos usuários mais cautelosos de esteroides anabólicos, sempre é a saúde de seu fígado. Lógico que existem muitos que não estão nem aí tanto para o estado do seu fígado quanto para outros órgãos do corpo, principalmente o cérebro. São esses imbecis que normalmente acabam desenvolvendo diversos efeitos colaterais provenientes do uso incorreto de drogas anabólicas, e quando não há mais nada a fazer, culpam as drogas por sua infelicidade, quando na verdade deveriam culpar sua própria ignorância.
      Este artigo expõe algumas estratégias para minimizar o nível de lesão a este órgão durante um ciclo, assim como promover uma regeneração mais rápida e eficaz após o término da administração das drogas. Esta última consideração é extremamente importante principalmente para aqueles que insistem em fazer ciclos subseqüentes, mantendo muitas vezes, pequenos intervalos entre os mesmos.
      Funções do fígado
      O fígado é o maior órgão do corpo humano. Pesa cerca de 1,5 kg localizando-se ao lado direito, no quadrante superior da cavidade abdominal, protegido pelas costelas. Esse órgão executa mais de 500 funções importantes em nosso organismo, sendo que as principais são as seguintes:
      Integração entre os vários mecanismos energéticos do organismo; Armazenar e metabolizar vitaminas; Fazer síntese de proteínas plasmáticas; Detoxificação de toxinas químicas produzidas pelo organismo; Detoxificação de toxinas químicas externas ao organismo; Filtragem mecânica de bactérias; Controle do equilíbrio hidro-salínico; Síntese de gorduras e secreção do suco biliar. Esteroides e lesões no fígado
      Quase todos os esteróides causam lesão no fígado, sendo que os 17 alpha-alquelados são os mais tóxicos pela dificuldade de processamento. Observa-se maior toxicidade por parte de drogas como a oximetolona, stanozolol, methandrostenolona, metiltestosterona e em menor grau, pela oxandrolona. Vale mencionar que vários medicamentos largamente utilizados pela população, tais como os “inocentes” ácido acetil salicílico (aspirina) e o paracetamol (tylenol), podem ser tanto ou até mesmo mais tóxicos ao fígado do que os “temíveis” esteróides anabólicos.
      O tipo de lesão hepática clássica encontrado em usuários de esteróides anabólicos denomina-se colestática. As alterações na estrutura dos hepatócitos acontecem provavelmente por ação oxidante na membrana, por meio do aumento de LDH plasmático e pela diminuição da glutationa peroxidase (enzima antioxidante). Retenção de bile nos canalículos biliares ocorre principalmente com o uso da oximetolona.
      A maior parte das lesões promovidas no fígado são reversíveis tão logo o uso do medicamento seja interrompido, devido a grande capacidade de regeneração desse órgão. Existem relatos de fígados que se regeneraram após terem cerca de 80% de seus hepatócitos comprometidos. Porém, efeitos mais sérios como icterícia somatizada pelo amarelamento da pele, das unhas e branco dos olhos é um sinal para imediata interrupção do medicamento e procura de orientação médica para monitoramento das funções hepáticas.
      Cuidados durante o ciclo
      Para os que ainda insistem em fazer uso dessas drogas hepatotóxicas, o primeiro passo, após um exame cerebral para verificar o grau de sanidade, seria realizar uma bateria de exames laboratoriais a fim de verificar a saúde de seu fígado. Os exames mais comuns denominam-se aminotransferases.
      Estas são enzimas amplamente distribuídas nos tecidos humanos, porém atividades mais elevadas são encontradas no miocárdio, fígado, músculo esquelético, com pequenas quantidades nos rins, pâncreas, baço, cérebro, pulmões e eritrócitos. Os níveis séricos das aminotransferases são importantes na verificação da função hepática.
      As aminotransferases mais úteis a fim de diagnóstico são: transaminases glutâmico-oxaloacética e transaminases glutâmico pirúvica. Além de logicamente evitar superdosagens dessas drogas, o segundo passo seria a adoção de algumas medidas profiláticas, dentre elas, a inclusão de protetores hepáticos, evitar alguns medicamentos e ervas específicas, manter uma boa alimentação, etc.
      Protetores hepáticos
      Com relação aos protetores hepáticos, o mais conhecido e utilizado é o silybum marianum ou silimarina. Diversos estudos científicos realizados na Alemanha confirmam os efeitos benéficos da silimarina. Extraída das sementes do cardo marianum e formada por flavonolignanos, a silimarina apresenta grande capacidade regeneradora dos hepatócitos, provavelmente por estimular a síntese de proteínas. Estudos comprovaram seu poder na diminuição dos níveis de bilirrubinas, redução da esteatose hepática e dos níveis de transaminases.
      Entre outros protetores hepáticos estão: a cynara scolymus - a conhecida alcachofra, que aparentemente também apresenta uma ação regeneradora, mas necessita de mais estudos para confirmar tal efeito; os ácidos graxos ômega 3 e o óleo de prímula da noite que possuem ação anti-inflamatória e ajudam na diminuição das transaminases; os aminoácidos metionina, cisteína e glutamina que auxiliam na eliminação das toxinas hepáticas; a vitamina E, o mineral selênio e o ácido alpha-lipóico, que atuam na síntese do complexo antioxidante glutationa peroxidase.
      Protegendo o fígado pela dieta
      Quanto à dieta, deve-se evitar uma ingestão excessiva de ferro (carne vermelha), vitamina A (acima de 10.000 UI/dia), frituras, alimentos gordurosos e condimentados, minimizar o álcool, incentivar a ingestão de proteínas vegetais (soja), peixes, frutas, cereais, verduras e legumes.
      Ainda quanto à alimentação, o uso do alecrim é uma boa escolha por sua ação antioxidante, protetora e regeneradora hepática; já a alfafa auxilia no processo digestivo; o abacate é um grande protetor hepático, pois estudos realizados no Japão demonstraram uma diminuição do dano ao fígado em pessoas que comiam abacate todos os dias; o abacaxi, através da bromelina, auxilia a digestão; o boldo, na forma de chá, ajuda a diminuir as transaminases e auxilia no processo digestivo; e o chá verde, devido sua ação antioxidante e digestiva.
      Ervas e medicamentos que devem ser evitados
      Deve-se ainda evitar ervas hepatotóxicas, tais como a equinácea e a valeriana, e ter cautela com alguns medicamentos, como os anti-inflamatórios hormonais, a maioria dos antibióticos, fenitoína, bupropiona, anti-depressivos tricíclicos, acetaminofem, paracetamol, ácido acetil salicílico, dentre outros. Uma boa medida é sempre verificar a bula dos medicamentos, a fim de constatar se existe algum risco de toxicidade hepática.
      Cuidados ao terminar o ciclo: dieta detoxificante
      Ao se terminar um ciclo com drogas anabólicas hepatotóxicas, é comum que o fígado tenha sofrido lesões em algum grau. Devido a grande capacidade de regeneração deste órgão, como já mencionado, a tendência é que o órgão recupere toda sua estrutura em um determinado período. Porém, existem medidas que podem otimizar este processo, sendo estas fundamentais para aqueles ainda mais teimosos que insistem em realizar ciclos pesados com maior freqüência e com curto período de intervalo entre os mesmos.
      Após um ciclo, o sistema de detoxificação do fígado é sobrecarregado, sendo que os metabólitos tóxicos se acumulam e a sensibilidade a outros químicos torna-se progressivamente maior. A implementação da dieta detoxificante deve ser feita de maneira progressiva e dura, em média, de três a quatro semanas. É importante a conscientização do indivíduo para que a dieta detoxificante faça parte da rotina diária, mantendo os resultados benéficos a longo prazo.
      Quando o objetivo da terapêutica nutricional é detoxificar ou melhorar a reserva orgânica hepática, alguns aspectos também devem ser considerados. Alguns alimentos e bebidas que contêm toxinas e alergenos alimentares deveriam ser excluídos da dieta, como leite de vaca, açúcar e glúten.
      A hidratação adequada é importante para eliminar os produtos biotransformados, possibilitando a excreção mais eficiente dos compostos tóxicos. É importante ressaltar que de nada adianta ingerir grande quantidade de água em um determinado período. A melhor forma de hidratar-se é administrar pequenas quantidades de líquidos, constantemente, durante todo o dia. Uma das principais vias de eliminação de toxinas modificadas é a bile. Entretanto, quando a excreção de bile é inibida, as toxinas ficam no fígado por mais tempo.
      Alimentos como o chá verde ou preto, alecrim, alho e cebola, frutas cítricas, frutas vermelhas, oleaginosas, cereais integrais e leguminosas, soja, peixes e alimentos orgânicos possuem propriedades benéficas ao processo de detoxificação de acordo com sua composição.
      Agentes como a colina, betaína, metionina, vitamina B6, ácido fólico e vitamina B12, são úteis para promover a fluidez da bile para fora do fígado. Já as vitaminas do complexo B são importantes para evitar o dano celular e ajudar no mecanismo de detoxificação.
      Os alimentos funcionais são auxiliares no processo de detoxificação, entre eles destacam-se os vegetais brássicos (agrião, brócolis, couve-chinesa, couve-de-bruxelas, couve-folha, mostarda, nabo, rabanete e repolho).
      Elementos probióticos, tais como os lactobacillus e os bifidobactériuns, também atuam na metabolização de medicamentos. Eles podem ser definidos como preparações ou produtos contendo microorganismos determinados que, quando viáveis e em número suficiente, alteram a microbiota intestinal do indivíduo, exercendo efeitos benéficos à sua saúde.
      A vitamina C (ácido ascórbico), além de auxiliar no processo de detoxificação, também atua reduzindo a ação do hormônio catabólico cortisol, que normalmente encontra-se elevado após o término de um ciclo. A silimarina além de seu efeito protetor já mencionado, também possui ação detoxificante.
      Vale ressaltar novamente que o melhor para a saúde de qualquer fígado é manter-se longe de qualquer tipo de droga anabólica, ainda mais quando observa-se que os objetivos estéticos alvejados pela maioria de seus usuários, poderiam ser atingidos por meio de treinamento rigoroso e dieta adequada. Mais informações sobre o assunto podem ser obtidas no livro Guerra Metabólica – Manual de Sobrevivência.
    • Por Locemar
      Para verem que mexer com hormônios não é tão simples como a maioria pensa.
       
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    • Por jhoneyy
      Bom dia companheiros.
      Em novembro e dezembro mandei um ciclo de 10 semanas de enantato 500mg/sem + 6 semanas de oxandrolona como ponte para TPC
      Utilizei HCG intra ciclo e anastrozol a partir da 2 semana,  fiz tpc com tamoxifeno 40mg 15 dias e 20mg outros 15 dias.

      Tenho 28 anos.
      Minha libido após terminar o ciclo esta baixa, e quando o garotao levanta é com sufoco e muitas vezes a ereção é meia bomba.
      No ato sinto que o garotao está meio "anestesiado"...

      Fiz exames pré e pós ciclo... Gostaria que avaliassem se algo está fora do padrão, aparentemente está dentro dos padrões, mas eu me conheço e sei que nao está 100%

      Resultado exames PRÉ dia 09/10/2018

      Testosterona total: 522 ng/dL - Referencia 22 a 49 anos - 164.994 a 753,38 ng/dL
      Estradiol: 23.9 pg/mL - Referencia - Inferior a 39.8 pg/mL
      LH: 2.0 mUI/mL - Referencia 1.5 a 9.3 mUI/mL
      TGO: 19 U/L - Referencia 15 a 40 U/L
      TGP: 26 U/L - Referencia 10 a 40 U/L

      Resultado exames PÓS dia 12/03/2019

      Testosterona total: 407,96 ng/dL - Referencia 22 a 49 anos - 164.994 a 753,38 ng/dL
      Testosterona livre calculada: 7.97 ng/dL - Referencia 3.4 a 24.6 ng/dL
      Testosterona biodisponivel: 186.86 ng/dL - Referencia 82 a 626 ng/dL
      SHBG: 35.40 nmol/L - Referencia 10 a 57 nmol/L
      Estradiol: 22.4 pg/mL - Referencia - Inferior a 39.8 pg/mL
      LH: 3.8 mUI/mL - Referencia 1.5 a 9.3 mUI/mL
      FSH: 2.5 mUI/mL - Referencia 1.4 a 18.1 mUI/mL
      TGO: 13 U/L - Referencia 15 a 40 U/L
      TGP: 19 U/L - Referencia 10 a 40 U/L
      Progesterona: 0.49 ng/dL - Referencia 0.28 a 1.22 ng/dL

      O que acham que pode ser?? Eu deveria ter feito exame de prolactina? Ja li que se o estradio não está alto a prolactina não estará tambem...

      Toda ajuda é bem vinda.
      Agradeço desde já
    • Por NaBala
      Galera to fazendo um ciclo de enantato e Dianabol, estou no 5°dia usando Diana 10mg a cada 8h. Ontem  chegando do treino comi e fui tomar banho, enquanto eu tomava banho vi uma surpresa, as palmas das mãos começaram a ficar bem amareladas perto das pontas dos dedos, como se tivesse suja de ferrugem, olhei no espelho e tem umas manchinhas bem leve amareladas nos meus olhos. Suspenso o uso desde então , e isso permaneceu durante um tempo e agora pela manhã  a cor da palma da mão já está práticamente normal. Será que já deu ruim no meu fígado com apenas 5 dias de uso de Diana??  Tô pensando seriamente em suspender o uso, alguém que já usou 17aa já passou por isso, é um sintoma normal ou devo parar? Quando isso aconteceu ainda não tinha aplicado o enantato.
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