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Ciclo com H-Stane: sem condições de tomar AEs


Jeffreys
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Buenas galera!

Gostaria que vocês avaliassem se esta tudo correto no meu ciclo.
Irei ciclar apenas por ter um campeonato em breve e estou um pouco abaixo do peso que preciso. Sim, sei que PH não é dos melhores.. mas como não tenho condições de bolar um ciclo de AE's é o que resta.
 

Dados:

Idade: 18
Peso: 80kg
Altura: 1,77
BF 8%
Medidas Em breve sai a analise da academia e atualizo
Quantos ciclos já fez: Nenhum
Objetivos com o ciclo: Ganho de 6kg de massa


Vamos ao que interessa..
 
CICLO:
Usarei o H-stane Dynamic Formulas
Será no formato 2-2-2-2 (Sendo uma cápsula ao acordar e outro junto com a 5ª refeição do dia.)
 
TPC:
Semana 1-2  - Tamoxifeno 40mg/dia;
Semana 3-4 - Tamoxifeno 20mg /dia;
Semana 1-4 Tribullus 2g/dia;
Semana 3-4 Protetor Hepático 2caps/dia.
 
SUPLEMENTAÇÃO:
Whey + BCAA + Creatina + Albumina + Maltodextrose + Hipercalórico.
 
DIETA: Clean Bulk, 6 refeições, minimo de sódio possivel e o maximo de agua.


08h:
- 1 cápsula H-Stane
 
Refeição 1 - 08:15:
DEFINIR AINDA
 
* 9h - 10h treino*
Pós treino liquido:
Whey + BCAA + Creatina (Entra após o ciclo)
 
Refeição 2 pós treino solido - 10h30:
- 100g batata doce + 100g Frango;
 
Refeição 3 – 12h Almoço livre.
 
Refeição 4 - 15h30:
DEFINIR
 
Refeição 5 - 18h00: Livre
 
Refeição 6 – 22h30:
DEFINIR

 

Faltam alguns detalhes na dieta, mas é que ta complicado ^^ cada vez que pesquiso mudo algo. Só preciso saber a respeito do ciclo mesmo. Assim que tiver 100% irei começar o ciclo!

 

Abraços

Editado por Jeffreys
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    • Visitante Anônimo
      Por Anônimo
      Olá, começarei um "ciclo" de RAD-140 20mg durante 4 semanas. As minhas dúvidas são as seguintes:
      1- Tamoxifeno ou Clomid para TPC?
      2- Em quanto tempo (mais ou menos) o eixo hpt volta ao normal com TPC?
      3-Seria necessário HCG?
      4-Farei o ENEM, caso o eixo esteja inibido, isso pode afetar minha disposição para fazer a prova?
    • Por Scarian
      Olá, meu Brasil!
      Minha conta aqui foi cancelada (creio) porque passei anos sem postar. Resolvi voltar e postar após anos sem ciclo, inclusive sem malhar a quase 1 ano, devido ao conjunto de fatores: academia fechou, abriu e fechou, e missões (viajar) devido ao meu tipo de trabalho (policial). Casei e estou fora da equipe que vive viajando em missão.
      Seguindo o nosso querido @Mestre, segue o formato correto:
      Objetivo do ciclo: voltar o contato com aes, redução do tecido adiposo e ganho inicial de MM. Ciclos eventualmente já realizados: sou mais velho, então só adianta postar o último, foi somente oxan para dar um up e continuei sem ciclar. Ciclo ora proposto: Enantato 400-500mg / semana
      Oxan 40mg / dia
      Hcg 250iu / a cada 4 dias 
      Tamoxifeno 20 a 40mg durante o ciclo
      Divisão de treino: tive uma hérnia de disco, então estou bem focado no CORE.  Seguindo mais a linha Jeff Nippard. Nenhuma semana é igual, portanto não adianta muito postar o treino da semana. Idade: 38 anos Altura: 1,78 Peso: 89kg BF: 26% Medicações: não uso medicamentos. Problemas crônicos de saúde: inflamação da lombar devido a hérnia de disco extrusa que foi reabsorvida pelo uso de ozonioterapia. Mas sem o treino volta a doer, por isso a necessidade de fortalecimento urgente da lombar com ajuda dos aes. Tempo de treino: 55 minutos em média.
    • Por Paulo Cavalcante Muzy
      Chega esta bendita época do ano em que o pessoal começa a tomar tudo o que vê pela frente na esperança desta ou daquela substância (ou na maioria das vezes das duas ou mais utilizadas ao mesmo tempo) ser o fator determinante para a obtenção de um físico diferenciado.
      A partir disso, começam então a utilizar uma medicação que é usada para tratar câncer de mama chamada citrato de tamoxifeno em ordem de tentar limitar os supostos efeitos colaterais que as substâncias utilizadas estariam causando ou poderiam causar.
      O tamoxifeno é um inibidor competitivo dos hormônios estrógenos (porque tem vários meu amigo) que uma vez ligado ao receptor de estrógeno, impede por puro processo físico de ocupação que este receptor de estrógenos seja ativado.
      O grande problema é que o tamoxifeno é um inibidor competitivo que guarda uma ativação parcial do receptor de estrógenos. Isso quer dizer que você pode estar utilizando uma medicação para bloquear a ativação de receptores de estrógeno que irá culminar ativando parcialmente receptores que não estavam sendo ativados.
      Fique ligado. Tem muita prática empírica por aí que é pior do que o efeito colateral que ela trataria.
    • Por Madilson Medeiros
      Este é ainda um dos assuntos mais discutidos na comunidade dos fisiculturistas e, por esta razão óbvia, tem sido abordado tantas e tantas vezes, sempre no sentido de se estabelecer uma pronta recuperação dos níveis normais de testosterona/estrógeno após um ciclo de esteróides. De qualquer maneira, se já está esclarecido ou não, sempre vale a pena fazer uma nova abordagem a fim de se dissiparem dúvidas que ainda possam persistir.
      Em relação à utilização de recursos ergogênicos para aumento da performance, os EAAs ainda são a classe mais utilizada. Como sabemos, estes compostos são, de um modo geral, originados da molécula de testosterona e desempenham em nosso organismo grandes influências no quadro metabólico geral. Destas influências, notadamente importante é aquela que culmina na conseqüente diminuição da própria produção do hormônio, a denominada produção endógena.
      Vamos começar pela regulação tida como “normal” – que aqui prefiro chamar de fisiológica – dos níveis de testosterona e estrógenos. Observe que estamos nos referindo aos casos de hipogonadismo referentes à administração exógena de testosterona em sujeitos do sexo masculino, provocada por administração indevida de EAAs, cuja supressão se reflete muito mais prejudicial que os desequilíbrios hormonais observados nos indivíduos do sexo feminino. Este assunto abordaremos em uma outra ocasião.
      A regulação da produção de testosterona no organismo masculino se dá por mecanismo de retroalimentação (feedback) negativo, ou seja, qualquer aumento nos níveis basais de testosterona é captado pelos receptores de andrógenos no Hipotálamo que, por sua vez, inibe a secreção do Hormônio Liberador de Gonadotrofina (GnRh). O GnRh exerce a função de estimular a produção dos hormônios luteinizante (LH) e folículo estimulante (FSH) na hipófise. Estes hormônios, por sua vez, estimulam as células de Leydig e de Sertoli (respectivamente) à produção de testosterona e à espermatogênese.
      Uma vez que se estabelece o feedback negativo, a adeno-hipófise passa a não liberar LH e FSH como deveria, e a conseqüência disto se reflete na diminuição dos níveis de testosterona. Ao contrário do que alguns podem pensar, a diminuição da testosterona endógena ocorre não somente no final do assim chamado “ciclo” de EAAs, mas já nos primeiros dias da administração exógena.
      Ocorre que, quando há um aumento expressivo na quantidade circulante de testosterona, o excesso não somente causa o feedback negativo, bem como é também responsável pela conversão enzimática da testosterona em outros metabólitos como a dihidrotestosterona (DHT) e estradiol. DHT, infelizmente possui mais efeitos virilizantes que anabólicos, devendo portanto, ser evitada, especialmente por sua afinidade com o tecido prostático. Já o estradiol, por ser um estrógeno, causa a formação e deposição de ginecomastia, gordura de padrão ginóide e retenção hídrica.
      Evidentemente, alguns sujeitos tem uma tendência em apresentar maior probabilidade de conversão de metabólitos, seja para DHT ou estradiol, dependendo de sua carga enzimática. As enzimas responsáveis pela conversão são, respectivamente, 5 alfa redutase e Aromatase.
      Curiosamente, a conversão mediada pela Aromatase tende a formar estrógenos que irão se afinar pelos receptores de estrógeno (REs) presentes no Hipotálamo – na verdade, o esta glândula possui mais Receptores de estrógenos que de andrógenos, sendo então o estrógeno mais influente que a testosterona nesta mediação – o que provoca, a exemplo do que ocorre com a testosterona, supressão de LH e FSH. Estudos demonstram que o estrogênio também pode resultar em dessensibilização nos receptores presentes na adeno-hipófise.
      Na tentativa de minimizar os efeitos resultantes da produção de estrógenos durante a utilização de EAAs, usuários lançam mão de drogas Anti-estrogênicas e Moduladoras Seletivas do Receptor de Estrógeno como Clomifeno (Clomid, Indux) e Tamoxifeno (Nolvadex). Mas o que estas drogas fazem? Como são estrógenos fracos, se afinam com o RE e ocupam o sítio que deveria ser ocupado pelo estradiol.
      Desta forma, é enviada ao hipotálamo a falsa informação de que há níveis diminuídos de estrógenos na corrente sanguínea. Como a produção de estrógenos no organismo masculino se dá principalmente pela conversão via Aromatase, ocorre então, de forma indireta, aumento na produção da testosterona endógena.
      Porém, o mais curioso é que, quando há a ligação do MSRE ou AE com o RE, a produção de estrógenos continua a acontecer, uma vez que a enzima responsável pela conversão (Aromatase) continua a exercer sua função, especialmente porque na corrente sanguínea continuam elevados os níveis de estrógenos, estes porém, apenas não estão mais se afinando com o RE. Em adição, o aumento de testosterona obtido com a utilização do MSRE também pode ser substrato para conversão em estrógenos, conforme a Aromatase continua a cumprir sua função de conversão.
      Nessa perspectiva, muitos tentam induzir a inibição da própria enzima, que seria feita através da ação de uma outra droga, desta vez não um antagonista como os MSREs, mas um composto da classe dos inibidores enzimáticos como o Exemestano (Aromasin) ou Letrozol (Femara).
      Estas substâncias inibem quase que completamente a biossíntese de estrógenos, levando também a um estado de feedback negativo. Neste caso, esta situação tende a ser prejudicial, levando em conta as funções benéficas provenientes dos níveis normais de estrógenos.
      Denominada de Terapia Pós-ciclo, a intervenção adotada para se restaurar a produção endógena de testosterona é, muitas vezes, uma “receita de bolo” onde se seguem orientações comuns a quase todos, desprezando assim, a situação metabólica individual de cada um. O ideal, nesta situação, seria traçar um perfil bioquímico – através de dosagens colhidas antes, durante e após a utilização – a fim de se adotar a intervenção adequada.
      Isto, infelizmente, não é o que se vê na prática. A maioria dos usuários não tem acesso ao monitoramento adequado, o que leva a condutas inapropriadas.
      Entretanto, em se tratando do uso de recursos como EAAs, deveriam ser consideradas terapias pré-ciclo, durante e pós. Um exemplo de confusão em relação à TPC é utilizar drogas como a Gonadotrofina Coriônica Humana (HCG) após a utilização de esteróides. Esta substância mimetiza a ação do LH, porém nesta situação isto não é interessante, uma vez que a maior preocupação seria estimular o próprio LH endógeno. Desta forma, a utilização de HCG poderia, em tese, aumentar a secreção de testosterona, mas não seria a solução definitiva, sendo HCG passiva de causar dessensibilização das células de Leydig. Somente seria admissível utilizar uma droga como esta em situações de severo hipogonadismo e, ainda assim, como coadjuvante para restabelecer o HPTA durante ciclos pesados, não descartando a utilização “pós” de Clomifeno ou Tamoxifeno.
      O que de fato ocorre, é que se cria uma espécie de “cultura” alternativa onde muitos usuários, inconsequentemente, acabam por confiar em informações contidas em fóruns de internet, muitas vezes apenas relatos de outros usuários. Tais informações, na maioria das vezes, não tem embasamento cientifico e levam a equívocos que podem ser bastante arriscados para a saúde. Vale a pena lembrar Dan Duchaine, Steroid Guru da década de 80 que influenciou vários pessoas quanto a automanipulação de substâncias proibidas.
      Se você observou com atenção os fenômenos descritos até aqui, perceberá o quanto o organismo se empenha em manter o estado de homeostase. Nesse sentido, o aumento nos níveis de uma substância no organismo sempre provoca uma reação em cadeia, promovendo sucessivos desequilíbrios metabólicos. Significa dizer que, em maior ou menor grau, sempre ocorrerão alterações que exigirão uma intervenção adequada para se restaurar o equilíbrio.
      Entendendo que até mesmo uma pequena elevação nos níveis hormonais pode gerar desequilíbrio, é interessante especular como proporcionar aumentos que sejam condizentes com a demanda metabólica, resultando numa maneira de estimular naturalmente a produção destes hormônios e, desta forma, manter a maior situação de homeostase possível. No mês que vem abordaremos substâncias e alimentos funcionais que supostamente cumprem este papel.
      BONS TREINOS E ATÉ A PRÓXIMA!
      Referências:
      1. GUYTON & HALL, Tratado de Fisiologia Médica, ed. 10., Guanabara Koogan, pags. 865-866
      2. Tan RS, Vasudevan D. Use of clomiphene citrate to reverse premature andropause secondary to steroid abuse. Fertil Steril 2003;79:203–5.
      3. Adashi EY, Hsueh AJ, Bambino TH, Yen SS. Disparate effect of clomiphene and tamoxifen on pituitary gonadotropin release in vitro. Am J Physiol. 1981;240:E125-E130.
      4. Gill GV. Anabolic steroid induced hypogonadism treated with human chorionic gonadotropin. Postgrad Med J 1998; 74: 45-6
      5. Goodman & Gilman. las bases farmacologicas de la terapéutica. Interamericana, 1996. 2 v. 28 cm. Edición ; 8. ed pags. 1456-1465
    • Por Faell Gomes
      Bom dia!
         Galera, será que alguém poderia me ajudar na elaboração de um treino bacana. Recentemente  fiz minha cirurgia de ginecomastia e o médico me pediu para ficar afastado das atividades físicas por 45 dias. Próxima semana estarei voltando aos treinos mas, não tenho muito conhecimento para elaborar um treino bacana com foco neste pós cirurgia. Será que alguém com mais experiência poderia me ajudar?
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