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sevencatlives

Eva Andressa tomou esteroides?

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Tem casos que eh reversível a hipertrofia de clitóris e a voz tbm. Mas isso tbm varia de acordo com a dose usada, com o Anabolizante usado e com a predisposição genética de cada uma.

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estamos falando de atletas ou de frangos?

 

claro q a voz ñ mudou, nem o cabelo e etc. ele SABE ciclar,é ATLETA e tem todo o acompanhamento, ñ é um FRANGUINHO q sai aplicando pq o coleguinha fortinho falou pra aplicar...

 

e é IMPOSSIVEL mulher trincar abd naturalmente

 

o de homem fica levemente trincado

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Nossa, li relatos de primeiro ciclo de meninas q tavam c 20mg e aumentaram p 30 o clitoris inchou. 4 semanas de ciclo ta bom?

Depende de cada organismo , mas se ficar nessa de será que isso , será que aquilo vc não faz nada e fica na mesma , só o oxandrolona pra mim é suplemento , não dá muita diferença não !

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Queria um aes de baixa androgenicidade e ganhos moderados. qual vcs indicam?

primeiro chega no seu limite natural (geralmente 4 - 6 anos de treino dedicado) estude muito durante esse tempo e SE quiser competir, ai sim, pense em esteroides... mas ESTUDE MUITO ate la e ñ peça indicação para qualquer um

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estamos falando de atletas ou de frangos?

 

claro q a voz ñ mudou, nem o cabelo e etc. ele SABE ciclar,é ATLETA e tem todo o acompanhamento, ñ é um FRANGUINHO q sai aplicando pq o coleguinha fortinho falou pra aplicar...

 

e é IMPOSSIVEL mulher trincar abd naturalmente

 

o de homem fica levemente trincado

 

Defina impossível por favor.

Tenho uma amiga que é natural e tem o abdomem rasgado. Não fundo, mas ta bem visivel. E não é magrela, pelo contrario, bem gostosa e faz dieta.

 

Acho que genética, limita o impossível.

 

Abraços.

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Defina impossível por favor.

Tenho uma amiga que é natural e tem o abdomem rasgado. Não fundo, mas ta bem visivel. E não é magrela, pelo contrario, bem gostosa e faz dieta.

 

Acho que genética, limita o impossível.

 

Abraços.

 

VitorFerreira Quem é ectomorfo e tem o metabolismo acelerado fica com o abdomen trincado natural numa boa, mas vai ter problema de volume, não é impossível ficar trincado naturalmente...

 

Impossível é ficar fibrado,rasgado e grande natural num mesmo momento, ai concordo com você :)

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VitorFerreira Quem é ectomorfo e tem o metabolismo acelerado fica com o abdomen trincado natural numa boa, mas vai ter problema de volume, não é impossível ficar trincado naturalmente...

 

Impossível é ficar fibrado,rasgado e grande natural num mesmo momento, ai concordo com você smile.png

foi o q eu disse, como fisiculturistas, ñ podemos considerar apenas "magro" ou apenas "grande/gordo" 

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Vitor Ferreira no "Dark Side" do fórum??? isso é novidade... kkkkkkkkkkkkkk

o q um natural não consegue, é ficar trincado com bf de 6% e grande... e quando digo grande, É GRANDE MESMO... não da... sequinho, trincadinho, blz...

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Vitor Ferreira no "Dark Side" do fórum??? isso é novidade... kkkkkkkkkkkkkk

o q um natural não consegue, é ficar trincado com bf de 6% e grande... e quando digo grande, É GRANDE MESMO... não da... sequinho, trincadinho, blz...

uahsashus ñ sou muito ativo no forum, so dou uma atualizada DE VEZ EM QUANDO no meu relato asusahsah e vi esse post e ñ aguentei sahuuasuh acho ate q foi pelo face q vi

 

é o q eu disse, mas grande, grande mesmo, vai depender DEMAIS da genetica, GRANDE, GRANDE MESMO pra mim (HOMENS) é quem tem mais de 45 de braço ate 1,80 e é impossivel um natural, independente da genetica, ter 45 de braço e 6% de bf... 6% é o q os fitness chegam em epoca de competição... é o q a eva chega em epoca de competição...

 

falando no meu relato, da uma passada la body, postei evolução la

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uahsashus ñ sou muito ativo no forum, so dou uma atualizada DE VEZ EM QUANDO no meu relato asusahsah e vi esse post e ñ aguentei sahuuasuh acho ate q foi pelo face q vi

 

é o q eu disse, mas grande, grande mesmo, vai depender DEMAIS da genetica, GRANDE, GRANDE MESMO pra mim (HOMENS) é quem tem mais de 45 de braço ate 1,80 e é impossivel um natural, independente da genetica, ter 45 de braço e 6% de bf... 6% é o q os fitness chegam em epoca de competição... é o q a eva chega em epoca de competição...

 

falando no meu relato, da uma passada la body, postei evolução la

cara... o foda é que quando estamos natural e baixamos o bf, a primeira coisa que vai embora é o braço... não sei qual a relação... mas quando vc pega a categoria de Natural BodyBuilding, por mais que eu ache que role um hormoniozinho de leve, eles são todos braço fino... o tronco fica e a coxa tmb, mas o braço vai pro saco...

 

vou passar lá sim!!!

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cara... o foda é que quando estamos natural e baixamos o bf, a primeira coisa que vai embora é o braço... não sei qual a relação... mas quando vc pega a categoria de Natural BodyBuilding, por mais que eu ache que role um hormoniozinho de leve, eles são todos braço fino... o tronco fica e a coxa tmb, mas o braço vai pro saco...

 

vou passar lá sim!!!

É verdade , tem que recorrer a ajuda externa , não tem jeito !

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cara... o foda é que quando estamos natural e baixamos o bf, a primeira coisa que vai embora é o braço... não sei qual a relação... mas quando vc pega a categoria de Natural BodyBuilding, por mais que eu ache que role um hormoniozinho de leve, eles são todos braço fino... o tronco fica e a coxa tmb, mas o braço vai pro saco...

 

vou passar lá sim!!!

 

"os mais faceis de ganhar são os mais faceis de perder"

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O primbolan eh anti estrogenico. Devo parar c a pilula? 

Qualquer droga você deve parar com a pilula. Até porque naturalmente derivados da testosterona tendem a baixar estrogênio, apesar de algumas vezes ocorrer de aumentar, como muitos casos de aromatização. A pilula e a droga podem anular entre si. E isso é um problema, porque por um lado você pode acabar grávida, e por outro pode acabar sem resultados. O certo é usar camisinha durante o ciclo. E tomar bastante cuidado, porque até pilula do dia seguinte tem o efeito diminuído, independente da droga do ciclo. Leve sempre em consideração o mecanismo de ação da droga, e perceba que nas duas eles são coisas opostas e podem se anular. E pra quem tiver problemas no ovário, derivados de testosterona são mais perigosos, e tendem a virilizar mais, e pode até desencadear algum problema na tireoide.

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Micael, 

 

vc mencionou problemas de ovarios. Minha menstruacao naturamente eh irregular e p isso eu tomo pilula.

Mas primbolan, por ser um aes mais fraco, pensie em 6 semanas c doses de 100mg. Vc acha q virilizo?

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Micael, 

 

vc mencionou problemas de ovarios. Minha menstruacao naturamente eh irregular e p isso eu tomo pilula.

Mas primbolan, por ser um aes mais fraco, pensie em 6 semanas c doses de 100mg. Vc acha q virilizo?

 

virilizar é sempre um risco se pensando em AEs, mas em baixa dose e por pouco tempo, e reversível...

Bom, é como o Body disse. Mas quem tem problema nos ovários tem sempre problema com prolactina. Um caso muito normal é o excesso de testosterona se converter em estrogênio, em mulher isso é mais natural, porque mulher precisa de estrogênio bem mais que de testosterona. Você tem reparado hirsutismo? É aquele tipo de mulher que tem pelos, braços longos, voz rouca... Se você tiver, aí é um pouco pior. Problemas no ovário são devidos a testosterona alta, e problemas de prolactina são devidos ao estrogênio, e também a testosterona. O que isso tem a ver com a droga? Como toda droga anabólica, ela é derivada de testo, se você tem problema no ovário, sua produção de testosterona pode ter sido alterada, ou se não tiver sido, seu corpo pode responder melhor a ela. Nesse caso, responde também as características androgênicas, daí o medo de virilizar. Pelo lado bom, seu corpo pode precisar de muito menos droga pra chegar em um resultado satisfatório, visto que seus receptores vão receber melhor as drogas. Mas tenha sempre cabergolina em mãos, pode ocorrer lactação espontânea. ISSO PARTINDO DO FATO DE PROBLEMAS NO OVÁRIO, SE FOR ESSE SEU PROBLEMA PODE ACONTECER ISSO. MAS NÃO É UM BICHO DE 14 CABEÇAS.

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    • By duduhaluch
      A alta hepatoxidade dos esteróides é um dos mitos mais divulgados sobre esteróides, e um dos que causa mais medo entre os usuários, e como veremos, sem nenhum fundamento científico. Muito desse mito também é divulgado por artigos sobre esteróides, e quase sempre se referências confiáveis, como a afirmação de que o hemogenin é um esteróide que pode provocar câncer de fígado [1].

      "Nós temos dito há anos que se você tomar esteróides 17AA 9alfa-alquelados), você acabará por ficar com problemas de fígado. Nunca combine 17 AA, jamais ir além de 50mg/ dia, nunca vá mais de 4 semanas, etc Tudo isso é uma porcaria! Como eu e você veremos através de alguns estudos, hoje, você verá que esteróides 17AA podem ser hepatotóxicos, mas não ao grau que você pensaria.
      Para fazer um esteróide hepatóxico, é necessário apenas uma pequena alteração de uma molécula de esteróide; uma ligação forte que não podem ser prontamente quebrada por enzimas no fígado. Esta pode ser uma ligação na posição 17, ou mesmo na posição 1 (como na primobolan ou proviron). Porque o fígado não pode facilmente quebrar os esteróides antes ele é liberado na corrente sanguínea, o que também resulta na esteróides por via oral para se tornar mais bio-disponível.

      Podemos ver que o fígado tem de trabalhar mais para quebrar estes esteróides. As enzimas no sangue e tecidos facilmente metabolizar outros esteróides tais como a testosterona.Comumente, este aumento na atividade do fígado tem sido visto como um processo prejudicial, mas como você verá, este aumento é, em si, é irrelevante. O fígado é o filtro do corpo humano - pode descobrir o que fazer com qualquer coisa. O único verdadeiro problema surge quando a pessoa mantém seu fígado em plena explosão por longos períodos de tempo." [2]

      As quatro mais comuns manifestações graves de toxicidade hepática induzida por esteróides são colestase intra-hepática, peliose hepática, adenoma hepatocelular e carcinoma hepatocelular. Colestase intra-hepática refere-se a uma condição em que o fígado não pode mais adequadamente transportar e metabolizar biliar (obstrução do ducto biliar). Isso pode coincidir com icterícia, ou amarelamento da pele e os olhos como bilirrubina constrói nos tecidos do corpo. Colestase é geralmente resolvido com a cessação imediata do uso de esteróides. Peliose hepática é uma condição rara e muito grave, caracterizada por cistos cheios de sangue no fígado. Adenoma hepatocelular é um tumor raro do fígado não-malignas (não cancerosos). Embora em alguns casos, não requerem intervenção adicional que não seja a abstinência do uso de esteróides, hepatocelular ademona pode levar a vida em risco de sangramento ou insuficiência hepática. O carcinoma hepatocelular se refere ao câncer de fígado malignos. Esta última consequência e talvez o mais grave de uso de esteróides só foi documentada em um previamente saudável usuário recreativo de esteróides [1].

      Entre os diversos estudos, os casos relatados de usuários de esteróides com problemas hepáticos é quase sempre raro e muitas vezes a culpa dos esteróides é duvidosa.

      Alguns casos conhecidos e comprovados sobre a hepatoxidade dos esteróides se referem ao abuso por longos períodos de tempo, como o da menina japonesa de 14 anos que apresentou lesões no fígado após ser submetida a tratamento com oximetolona (hemogenin) com 30mg por dia durante 6 anos [3]. Existe também relatos de atletas alemães que entre os anos 60 e 80 que usaram altas doses de turinabol (100-150mg/dia) e não tiveram problemas relacionados à hepatoxidade [4].

      Em 1999, pesquisadores tentaram provar que a hepatotoxicidade dos esteróides é exagerada [5].Neste estudo, 15 dos participantes eram fisiculturistas usando esteróides e 10 eram não-esteróides fisiculturistas. Dados foram comparados a 49 pacientes com hepatite viral e com 592 estudantes de medicina sedentários e praticantes de atividade física.

      Todos os bodybuilders mostraram aumentos do aspartato aminotransferase (AST), cinase aminotransferase (ALT) e creatina alanina (CK), enquanto gama-glutamiltranspeptidase (GGT) estavam na gama normal. Em comparação, os pacientes com hepatite mostraram aumento da ALT, AST e GGT enquanto que o grupo controle de estudantes de medicina apresentaram níveis aumentados de CK. A partir deste, os investigadores sugeriram que é a correlação entre AST, ALT e GGT que mostra disfunção hepática verdadeira. Tenha em mente, podemos apenas imaginar que os 15 usuários de esteróides estavam usando 17 AA esteróides, e não sabemos que doses que foram utilizadas., Mas o senso comum nos diz que os resultados são provavelmente relevantes. [2]

      Então o que podemos concluir de tudo isso?

      Primeiro, 17 AA esteróides são hepatotóxico em doses elevadas tomadas durante um tempo longo. Por outro lado, os ciclos curtos e dosagens pequenas parecem estar perfeitamente seguras, sem necessidade de proteções hepáticas como silimarina, etc. Eu sugiro que doses máximas devem ser 500mg a 900mg por dia. Eles devem ser reciclados para talvez 8 semanas, e se necessário um intervalo de 3 meses a partir deles deve ser dado. Usando as técnicas acima mencionadas, o fígado pode ser saudável para um longo período de tempo. Simplificando, a histeria em torno da "hepatoxidade" dos esteróides, é baseada principalmente na sabedoria popular.



      [1] https://forums.steroid.com/anabolic-steroids-questions-answers/450672-liver-health-william-l.html#.UPxW-CeABMg .html (W. Llewellyn)
      [2] http://forums.steroid.com/showthread.php?269806-Hepatoxicty-Fact-or-Fiction#.UPxW-CeABMg (Roy Harper)
      [3] J Gastroenterol 2000;35(7):557-62, Multiple hepatic adenomas caused by long-term administration of androgenic steroids for aplastic anemia in association with familial adenomatous polyposis. Nakao A, Sakagami K, Nakata Y, Komazawa K, Amimoto T, Nakashima K, Isozaki H, Takakura N, Tanaka N.
      [4] W. Llewellyn, Anabolics 2006.
      [5] Clin J Sport Med 1999 Jan;9(1):34-9, Anabolic steroid-induced hepatotoxicity: is it overstated? Dickerman RD, Pertusi RM, Zachariah NY, Dufour DR, McConathy WJ.


      DUDU Haluch, tradução e adaptação
    • By Rodolfo Peres
      Esteroides e o fígado
      Uma das maiores preocupações dos usuários mais cautelosos de esteroides anabólicos, sempre é a saúde de seu fígado. Lógico que existem muitos que não estão nem aí tanto para o estado do seu fígado quanto para outros órgãos do corpo, principalmente o cérebro. São esses imbecis que normalmente acabam desenvolvendo diversos efeitos colaterais provenientes do uso incorreto de drogas anabólicas, e quando não há mais nada a fazer, culpam as drogas por sua infelicidade, quando na verdade deveriam culpar sua própria ignorância.
      Este artigo expõe algumas estratégias para minimizar o nível de lesão a este órgão durante um ciclo, assim como promover uma regeneração mais rápida e eficaz após o término da administração das drogas. Esta última consideração é extremamente importante principalmente para aqueles que insistem em fazer ciclos subseqüentes, mantendo muitas vezes, pequenos intervalos entre os mesmos.
      Funções do fígado
      O fígado é o maior órgão do corpo humano. Pesa cerca de 1,5 kg localizando-se ao lado direito, no quadrante superior da cavidade abdominal, protegido pelas costelas. Esse órgão executa mais de 500 funções importantes em nosso organismo, sendo que as principais são as seguintes:
      Integração entre os vários mecanismos energéticos do organismo; Armazenar e metabolizar vitaminas; Fazer síntese de proteínas plasmáticas; Detoxificação de toxinas químicas produzidas pelo organismo; Detoxificação de toxinas químicas externas ao organismo; Filtragem mecânica de bactérias; Controle do equilíbrio hidro-salínico; Síntese de gorduras e secreção do suco biliar. Esteroides e lesões no fígado
      Quase todos os esteróides causam lesão no fígado, sendo que os 17 alpha-alquelados são os mais tóxicos pela dificuldade de processamento. Observa-se maior toxicidade por parte de drogas como a oximetolona, stanozolol, methandrostenolona, metiltestosterona e em menor grau, pela oxandrolona. Vale mencionar que vários medicamentos largamente utilizados pela população, tais como os “inocentes” ácido acetil salicílico (aspirina) e o paracetamol (tylenol), podem ser tanto ou até mesmo mais tóxicos ao fígado do que os “temíveis” esteróides anabólicos.
      O tipo de lesão hepática clássica encontrado em usuários de esteróides anabólicos denomina-se colestática. As alterações na estrutura dos hepatócitos acontecem provavelmente por ação oxidante na membrana, por meio do aumento de LDH plasmático e pela diminuição da glutationa peroxidase (enzima antioxidante). Retenção de bile nos canalículos biliares ocorre principalmente com o uso da oximetolona.
      A maior parte das lesões promovidas no fígado são reversíveis tão logo o uso do medicamento seja interrompido, devido a grande capacidade de regeneração desse órgão. Existem relatos de fígados que se regeneraram após terem cerca de 80% de seus hepatócitos comprometidos. Porém, efeitos mais sérios como icterícia somatizada pelo amarelamento da pele, das unhas e branco dos olhos é um sinal para imediata interrupção do medicamento e procura de orientação médica para monitoramento das funções hepáticas.
      Cuidados durante o ciclo
      Para os que ainda insistem em fazer uso dessas drogas hepatotóxicas, o primeiro passo, após um exame cerebral para verificar o grau de sanidade, seria realizar uma bateria de exames laboratoriais a fim de verificar a saúde de seu fígado. Os exames mais comuns denominam-se aminotransferases.
      Estas são enzimas amplamente distribuídas nos tecidos humanos, porém atividades mais elevadas são encontradas no miocárdio, fígado, músculo esquelético, com pequenas quantidades nos rins, pâncreas, baço, cérebro, pulmões e eritrócitos. Os níveis séricos das aminotransferases são importantes na verificação da função hepática.
      As aminotransferases mais úteis a fim de diagnóstico são: transaminases glutâmico-oxaloacética e transaminases glutâmico pirúvica. Além de logicamente evitar superdosagens dessas drogas, o segundo passo seria a adoção de algumas medidas profiláticas, dentre elas, a inclusão de protetores hepáticos, evitar alguns medicamentos e ervas específicas, manter uma boa alimentação, etc.
      Protetores hepáticos
      Com relação aos protetores hepáticos, o mais conhecido e utilizado é o silybum marianum ou silimarina. Diversos estudos científicos realizados na Alemanha confirmam os efeitos benéficos da silimarina. Extraída das sementes do cardo marianum e formada por flavonolignanos, a silimarina apresenta grande capacidade regeneradora dos hepatócitos, provavelmente por estimular a síntese de proteínas. Estudos comprovaram seu poder na diminuição dos níveis de bilirrubinas, redução da esteatose hepática e dos níveis de transaminases.
      Entre outros protetores hepáticos estão: a cynara scolymus - a conhecida alcachofra, que aparentemente também apresenta uma ação regeneradora, mas necessita de mais estudos para confirmar tal efeito; os ácidos graxos ômega 3 e o óleo de prímula da noite que possuem ação anti-inflamatória e ajudam na diminuição das transaminases; os aminoácidos metionina, cisteína e glutamina que auxiliam na eliminação das toxinas hepáticas; a vitamina E, o mineral selênio e o ácido alpha-lipóico, que atuam na síntese do complexo antioxidante glutationa peroxidase.
      Protegendo o fígado pela dieta
      Quanto à dieta, deve-se evitar uma ingestão excessiva de ferro (carne vermelha), vitamina A (acima de 10.000 UI/dia), frituras, alimentos gordurosos e condimentados, minimizar o álcool, incentivar a ingestão de proteínas vegetais (soja), peixes, frutas, cereais, verduras e legumes.
      Ainda quanto à alimentação, o uso do alecrim é uma boa escolha por sua ação antioxidante, protetora e regeneradora hepática; já a alfafa auxilia no processo digestivo; o abacate é um grande protetor hepático, pois estudos realizados no Japão demonstraram uma diminuição do dano ao fígado em pessoas que comiam abacate todos os dias; o abacaxi, através da bromelina, auxilia a digestão; o boldo, na forma de chá, ajuda a diminuir as transaminases e auxilia no processo digestivo; e o chá verde, devido sua ação antioxidante e digestiva.
      Ervas e medicamentos que devem ser evitados
      Deve-se ainda evitar ervas hepatotóxicas, tais como a equinácea e a valeriana, e ter cautela com alguns medicamentos, como os anti-inflamatórios hormonais, a maioria dos antibióticos, fenitoína, bupropiona, anti-depressivos tricíclicos, acetaminofem, paracetamol, ácido acetil salicílico, dentre outros. Uma boa medida é sempre verificar a bula dos medicamentos, a fim de constatar se existe algum risco de toxicidade hepática.
      Cuidados ao terminar o ciclo: dieta detoxificante
      Ao se terminar um ciclo com drogas anabólicas hepatotóxicas, é comum que o fígado tenha sofrido lesões em algum grau. Devido a grande capacidade de regeneração deste órgão, como já mencionado, a tendência é que o órgão recupere toda sua estrutura em um determinado período. Porém, existem medidas que podem otimizar este processo, sendo estas fundamentais para aqueles ainda mais teimosos que insistem em realizar ciclos pesados com maior freqüência e com curto período de intervalo entre os mesmos.
      Após um ciclo, o sistema de detoxificação do fígado é sobrecarregado, sendo que os metabólitos tóxicos se acumulam e a sensibilidade a outros químicos torna-se progressivamente maior. A implementação da dieta detoxificante deve ser feita de maneira progressiva e dura, em média, de três a quatro semanas. É importante a conscientização do indivíduo para que a dieta detoxificante faça parte da rotina diária, mantendo os resultados benéficos a longo prazo.
      Quando o objetivo da terapêutica nutricional é detoxificar ou melhorar a reserva orgânica hepática, alguns aspectos também devem ser considerados. Alguns alimentos e bebidas que contêm toxinas e alergenos alimentares deveriam ser excluídos da dieta, como leite de vaca, açúcar e glúten.
      A hidratação adequada é importante para eliminar os produtos biotransformados, possibilitando a excreção mais eficiente dos compostos tóxicos. É importante ressaltar que de nada adianta ingerir grande quantidade de água em um determinado período. A melhor forma de hidratar-se é administrar pequenas quantidades de líquidos, constantemente, durante todo o dia. Uma das principais vias de eliminação de toxinas modificadas é a bile. Entretanto, quando a excreção de bile é inibida, as toxinas ficam no fígado por mais tempo.
      Alimentos como o chá verde ou preto, alecrim, alho e cebola, frutas cítricas, frutas vermelhas, oleaginosas, cereais integrais e leguminosas, soja, peixes e alimentos orgânicos possuem propriedades benéficas ao processo de detoxificação de acordo com sua composição.
      Agentes como a colina, betaína, metionina, vitamina B6, ácido fólico e vitamina B12, são úteis para promover a fluidez da bile para fora do fígado. Já as vitaminas do complexo B são importantes para evitar o dano celular e ajudar no mecanismo de detoxificação.
      Os alimentos funcionais são auxiliares no processo de detoxificação, entre eles destacam-se os vegetais brássicos (agrião, brócolis, couve-chinesa, couve-de-bruxelas, couve-folha, mostarda, nabo, rabanete e repolho).
      Elementos probióticos, tais como os lactobacillus e os bifidobactériuns, também atuam na metabolização de medicamentos. Eles podem ser definidos como preparações ou produtos contendo microorganismos determinados que, quando viáveis e em número suficiente, alteram a microbiota intestinal do indivíduo, exercendo efeitos benéficos à sua saúde.
      A vitamina C (ácido ascórbico), além de auxiliar no processo de detoxificação, também atua reduzindo a ação do hormônio catabólico cortisol, que normalmente encontra-se elevado após o término de um ciclo. A silimarina além de seu efeito protetor já mencionado, também possui ação detoxificante.
      Vale ressaltar novamente que o melhor para a saúde de qualquer fígado é manter-se longe de qualquer tipo de droga anabólica, ainda mais quando observa-se que os objetivos estéticos alvejados pela maioria de seus usuários, poderiam ser atingidos por meio de treinamento rigoroso e dieta adequada. Mais informações sobre o assunto podem ser obtidas no livro Guerra Metabólica – Manual de Sobrevivência.
    • By Madilson Medeiros
      O uso de anabolizantes esteroides e comum
      O mundo da utilização de ergogênicos voltados para o aumento do rendimento esportivo, especialmente no fisiculturismo, é repleto de mitos e mistérios. Hoje é de conhecimento público que (a época da ingenuidade já acabou) estas substâncias são largamente utilizadas como meio de melhora da performance pelos atletas profissionais – prática essa que logo se espalhou pelos praticantes amadores e recreacionais.
      Podemos afirmar com propriedade que este tipo de utilização é lugar-comum na maioria dos esportes, porém muito mais flagrante e evidente nas modalidades onde ocorrem mudanças na composição corporal, como é o caso do nosso Bodybuilding, atletismo e da natação – desculpem, foi inevitável não lembrar da Gusmão (Rebeca) – que, inclusive agora treina powerlifting. Nada mais justo!
      Mitos no uso de esteroides anabolizantes
      De um modo geral, o uso destes recursos reserva conhecimentos apurados em bioquímica, metabolismo e bioenergética – muitas vezes inacessíveis para a maioria da população. Empirismo e método de “tentativa e erro” tem sido empregados pelos que se aventuram nesse campo sem a devida bagagem teórica. Em face desta situação, vários tipos de visões equivocadas costumam surgir. Mitos são criados, falsas idéias e conceitos errôneos aparecem.
      Esteroides para ganhar massa muscular e esteroides para definição?
      Em relação ao uso de anabolizantes esteroides, há uma série destas lendas. Uma delas é a de que existem drogas que são próprias para definição e outras específicas para volume muscular. Você, a esta altura, deve estar pensando: “Mas isso realmente acontece! Ou não?” A resposta é: SIM, isto de fato ocorre, porém o erro reside em dizer que exista um esteroide anabólico exclusivamente formulado para “definir”, enquanto outro foi criado apenas para incrementar a musculatura. Na verdade, as coisas não funcionam assim e é sobre isto que discutiremos a seguir.
      Há algumas semanas atrás, recebi uma mensagem de e-mail no qual um leitor de meu blog, cheio de dúvidas a respeito de sua preparação, me perguntou se poderia chegar a um bom nível de definição muscular sem o uso do AAE Winstrol (Estanozolol). Muito provavelmente, a dúvida deste leitor representa um dos maiores mitos em relação ao estanozolol.
      Este fármaco, notoriamente, tem uma excelente reputação neste quesito, porém há certa confusão em relação aos seus efeitos no que diz respeito à mudança da composição corporal. Muitas pessoas atribuem um físico bem definido e com baixo percentual de gordura ao uso desta substância – “quantas ampolas de Winstrol você tomou para ficar rasgado assim?” – e esta idéia tem sido bastante disseminada pela grande maioria dos usuários deste tipo de recurso.
      Por um lado, é uma meia-verdade, já que o estanozolol realmente produz efeitos muito interessantes em relação à definição, porém isto não quer dizer que ela seja necessariamente produto de sua utilização.
      Todos os esteroides tem a finalidade de aumentar a síntese protéica
      Na realidade, os anabólicos esteroides, de um modo geral, não visam proporcionar máxima definição! TODOS, SEM EXCEÇÃO, foram desenvolvidos para favorecer o anabolismo através do aumento da síntese protéica. Alguns tipos, como a oximetolona, foram desenvolvidos não somente com este propósito, mas também aumentar a produção de hemácias nos quadros de anemia, por exemplo.
      Seu uso terapêutico se destina a vários estados de convalescença, como os observados nos traumas pós-operatórios, nos tratamentos de AIDS, leucemia, caquexias, queimaduras graves e extensas, hipogonadismos, castrações etc. Paralelamente, estas drogas influem também no metabolismo das gorduras, facilitando a lipólise (queima), especialmente pela diminuição da secreção insulínica, aumento da receptividade dos tecidos à glicose e diminuição da expressão de uma enzima denominada Lipoproteína Lipase (LLP).
      Diferença entre os esteroides: maior ou menor aromatização (retenção hídrica e acúmulo de gordura corporal)
      A grande diferença entre esses compostos é que alguns (todos são derivados do hormônio testosterona) tem uma probabilidade menor de conversão em ESTROGÊNIO. Portanto, os mais androgênicos (ésteres de testosterona, metandrostenolona, metandriol etc.) são mais passivos de causar retenção hídrica e aumento de gordura de padrão ginóide, enquanto com outros (conhecidos como anabólicos) não acontece o mesmo. Por quê?
      Ora, eles convertem mais facilmente em estrogênio – hormônio feminino – e este é que causa aumento de água e gordura subcutâneas, prejudicando a definição. Existem diversas enzimas que mediam outros tipos de conversão, porém algumas reações são mais fáceis de acontecer, enquanto outras são mais difíceis e outras até irreversíveis.
      Por exemplo, a conversão que leva testosterona até a formação de 5α ou 5β DHT (metabólito responsável por vários efeitos colaterais adversos), pode levar à formação de 5α ou 5β androstanadiol, que por sua vez, pode formar androsterona ou etiocolanona (duas substâncias muito utilizadas em fórmulas de pró-hormonais).
      Este é uma via enzimática de mão única, ou seja, irreversível. Como a testosterona pode formar DHT ou estradiol (também uma via irreversível), estas reações não se desfazem. É por essa razão que o estanozolol dificilmente levará a conversão em estradiol, pois é derivado do DHT e não apresenta possibilidade de retornar à sua forma original - a testosterona, esta sim, passiva formar estradiol.
      Estrógenos causam aumento de gordura corporal
      Testosterona em si não causa aumento de gordura corporal e retenção hídrica (pelo menos, não diretamente), quem provoca isso são os estrógenos produzidos pelo excesso deste hormônio. Por esta razão é que culturistas utilizam inibidores e bloqueadores de aromatase (enzima responsável pela conversão de testosterona em estradiol).
      Graças a essa confusão, muitos praticantes acham que o estanozolol e outros fármacos semelhantes (drostanolona, metenolona, boldenona, trembolona etc.) irão definir seu físico facilmente. Imaginemos um gordinho que utilize uma destas substâncias e continue com a ingestão calórica alta, comendo à vontade... Certamente se tornará um gordinho com um pouco a mais de músculos, porém ainda gordinho.
      Então, por qual razão é consenso utilizar este tipo de anabólicos em fase de definição muscular? A resposta é muito simples, inclusive é uma repetição do que já mencionamos acima. Estas drogas tendem a reter menos líquido e são propícias para esta fase.
      Mas lembre-se, isso não é regra geral. Existem alguns culturistas que utilizam drogas altamente androgênicas mesmo em períodos de preparação. A diferença é que ter de se lançar mão de mais recursos a fim de evitar retenção hídrica do que em uso de drogas menos androgênicas.
      Ambiente calórico
      Outro ponto importante é o AMBIENTE CALÓRICO em o atleta se encontra. Costumo dizer, nas rodas de conversa com os colegas, que é preferível utilizar substâncias anabólicas em situações de restrição calórica severa, como as que ocorrem em dietas pré-competição. Ocorre que, neste caso, há uma tendência em utilizar músculos como fonte energética – a temida neoglicogênese – e por esta razão o catabolismo é iminente.
      Neste contexto, o anabólico entra com a função de preservar (e na melhor das hipóteses, até aumentar) a massa magra obtida a tão duras penas. Não é por acaso que muitos estudiosos atribuem os ganhos proporcionados pelos AAEs muito mais pela sua capacidade anti-catabólica do que propriamente anabólica.
      Para se chegar a níveis extremos de definição muscular – e ainda assim, preservar massa magra – é fundamental que exista todo um contexto voltado a este propósito: dieta e treinamento específicos, sob adequadas condições metabólicas.
      Drogas para perda de gordura
      Entretanto, uma vez que afirmamos que os AAEs não são estritamente responsáveis pela definição muscular, também é importante ressaltar que existem drogas que são, por outro lado, de uso específico para perda de gordura e aumento da definição. Estas drogas, como os AAEs, não foram criadas para este fim, mas proporcionam um real efeito de queima de gordura e (ou) diminuição do percentual hídrico.
      É o caso de substâncias como os β-agonistas, hormônios tiroidianos, anfetaminas, diuréticos etc. Evidentemente, esta é uma situação de risco-benefício, considerando os perigos quanto à sua utilização.
      De qualquer maneira, a recomendação é que não se faça uso de substâncias ilícitas não simplesmente pelo fato de serem proibidas pela legislação anti-doping. O principal motivo pelo qual é necessário extremo cuidado na manipulação e administração destes recursos consiste na preservação da saúde, já que seu uso é restrito aos portadores de patologias.
      Poucos estudos científicos
      Os estudos conduzidos com estas substâncias são empregados no campo terapêutico e sua administração obedece à conduta condizente de cada caso. A utilização para aumento do rendimento atlético ainda é obscura, embora saibamos que existem, ao redor do mundo, experts que dominam o assunto. Fora deste cenário, pode-se dizer que o conhecimento necessário para lidar com tais recursos é totalmente underground.
      Conclusão
      Embora o uso de AAEs e outras substâncias otimizadoras do desempenho seja arriscado para a saúde, não podemos tapar o sol com uma peneira e simplesmente fingir que tal prática não aconteça. Seria extremamente leviano de nossa parte. Tampouco devemos fazer apologia ao uso destes recursos.
      Todavia, ao nos omitirmos quanto a divulgação de informação séria e verdadeira, teremos alguma responsabilidade quanto aos absurdos que usualmente acontecem. Neste caso, informar é melhor que proibir.
    • By RodrigueZ
      atleta de 1,90 com 92kg...
      objetivo : massa muscular e qualidade..
      suplementos utilizandos : whey, amino, malto, albumina, bcaa, hmb, creatina, glutamina..

      gostaria de um saber um ciclo eficiente para conseguir meus objetivos ...
    • By Thiagogrimes
      Idade 22 anos / peso 72 / BF 13,5 % / 1 ano treinando/ boa alimentação
      Primeiro ciclo foi com Cipionato de testosterona, tive bons resultados na TPC e na musculatura.
       
      DROGAS USADAS :
      DURATESTON 750 MG
      Enatato de testosterona 2.000 MG ( lander)
      Deca 1.000MG (lander)
       
      [Primeira semana] sábado: durateston 250 MG +  Deca 100 MG
      [segunda semana] sábado: durateston 250 MG + Deca 100MG
      [terceira semana] Sabado: durateston 250 MG + Deca 100 MG
       
      Mudança - Da quarta semana até a Décima semana vai ser esse padrão abaixo nas quartas e sábados.
      [quarta semana] Quarta feira: Testanat 125 MG  + Deca 100 MG
      [Quarta semana] Sabado: Testanat 125 MG
       
      Décima primeira Semana: quarta: Testanat 125 MG
       
      TPC: com HCG 14 dias antes da ultima aplicação dos esteroides
      tamoxifeno:  20 MG  por 30 dias, 10 dias após a ultima aplicação de testanat.
       
      DUVIDA:
      EU POSSO MISTURAR A DECA COM O ENATATO E MANDAR AS DUAS NA MESMA SERINGA?
      VOCÊS ACHAM QUE DEVO ACRESCENTAR ALGO MAIS NO CICLO OU FAZER ALGO DIFERENTE?
       
       
       
       
       
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