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Dextrose perto de dormir


Daniel_Ricardo
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Pessoal, meu objetivo é definir o máximo possível, mas só que to com uma dúvida, eu acabo meu treino por volta de 11hrs, e logo após mando um shake de dextrose (2 colheres e meia ou 3) e whey, mais ou menos 1 hora ou 1hr e meia vou dormir.
Sei que dextrose é de rápida absorção, mas com esse tempo que dou já deu tempo de absorver? Ou corro risco de acumular gordura quando durmo?

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Estudos científicos já jogaram pro terra a necessidade de misturar carboidratos de rápida absorção com Whey para melhorar a síntese e absorção proteica.. 

 

Se a intenção de usar a dextrose nessa hora for essa, pode deixar de lado, mas se for pra alcançar seus macros, como o cris disse, existem fontes melhores..

Editado por Frutuoso
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Eu tomo dextrose, seila, porque tenho kkk, não é para acelerar a absorção do whey, acho bem eficiente para mim que nao to com dieta muito bem montada e tenho pouco tempo. E tenho certeza que gasto mais calorias do que consumo.

Então nao tem problema de acumulo tomar a dextrose 1hr antes de dormir? Ela já absorveu até lá?

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  • 1 mês depois...

malto é certeza,por que eu já tomei mas tem coisa errada aí: a whey é a proteina e a dextrose um tipo de carbo,isso aí vai ser depois do treino,então tudo que você gastou no treino vai se repor,só isso! vai ganhar massa magra mesmo, no meu caso era com malto mas se dextroze é energia vai apenas repor as energias como malto e a whey vai  aumentar a massa magra.

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      A insulina poderia estimular a síntese protéica e os carboidratos juntamente com a insulina reduziriam o catabolismo.
      O problema é que diversos estudos têm refutado essas ideias já sedimentadas no imaginário dos fisiculturistas e musculadores.
      Para testar se a teoria de que os "carboidratos são anabólicos", cientistas submeteram indivíduos ao consumo de:
      10g de aminoácidos essenciais (EAA); 10g de aminoácidos essenciais (EAA) + 30g de sacarose (CHO); 10g de aminoácidos essenciais (EAA) + 30g de alanina (ALA); Por que um grupo de estudo com alanina? Estudos recentes sugerem que o consumo de alanina antes e durante exercícios prolongados conservam os carboidratos e aumentam o metabolismo de proteína.
      Os pesquisadores verificaram que a insulina aumentou após 30 minutos nos três grupos de estudo e ficou elevada nos grupos que consumiram EAA + CHO e EAA + ALA. No entanto, não houve aumento de síntese proteíca nesses grupos, comparados com o grupo que só ingeriu EAA.
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      Fonte:
      Are Carbs Anabolic? FLEX, pp. 118, maio de 2013.
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      Atualização:
      Para quem quiser pagar ainda mais barato no Waxy Maize, estamos apostando no Corpo Perfeito Direct: http://fisiculturismo.com.br/matérias/_/suplementos/corpo-perfeito-direct-suplementos-nacionais-e-importados-com-preços-mais-justos-r659
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      Formulado à base de proteínas de alto valor biológico, a Whey Protein atualmente é conhecido como um compensador nutricional protéico ou hiperproteico, devido à adição de novas fontes e formas de proteínas que os laboratórios da suplementação acrescentam em sua composição. Geralmente usado como fonte primária para o período Pós-Treinamento, pode ser utilizado também ao longo do dia, ou em inúmeras situações, de acordo com as necessidades energéticas do sujeito em treinamento.
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      Só a whey protein pode cumprir esta função imprescindível para quem espera resultados satisfatórios à longo prazo, mesmo que você não perceba os resultados de sua utilização, se comparados à outra suplementação diferenciada.
      Segundo outros estudos, a comercialização da Whey Protein teve início há cerca de três décadas, junto a estudos que mostravam a importância da ingesta adequada de proteínas no período pós treinamento.
      A proteína do soro do leite apresenta-se atualmente de três diferentes formas de disposição e extração a partir do leite:
      de maneira Isolada (extraída através de um processo químico industrial chamado de troca iônica, apresentando um maior aporte de proteína nobre isolada de qualquer outro nutriente, como gorduras e carboidratos);  de forma Hidrolisada (extraída através da hidrólise enzimática, com todos os aminoácidos quebrados, conferindo à matéria prima uma maior capacidade de ser assimilada e absorvida na ingesta); e a forma Concentrada (apresenta um perfil que inclui vários aminoácidos essenciais não produzidos pelo organismo, sendo a forma mais completa de proteínas existente). Estas diferentes formas, quando ingeridas logo após o treinamento, apresentam um caminho de absorção intestinal elevado, quando comparados a qualquer outro alimento protéico.
      Bom, até ai nenhuma super novidade que mereça a atenção de você leitor. Mas quando falamos de whey protein adicionado a um carboidrato (seja ele a maltodextrina ou a dextrose), algumas considerações devem ser realizadas.
      Afinal, o que acontece fisiologicamente após uma sessão de treinamento intenso, quando acrescentamos um carboidrato complexo como estes?
      Neste momento pós treino, o Cortisol é um dos hormônios predominantes na corrente sanguínea. Os níveis de glicogênio muscular e a glicose sanguínea apresentam uma queda devido ao desgaste energético para realizar a sessão.
      Um carboidrato de alto índice glicêmico, com cadeia média (como a dextrose e a maltodextrina), provoca uma liberação insulínica instantânea, repondo os níveis de glicogênio e glicose sanguínea, minimizando a ação do Cortisol, hormônio catabólico.
      Até aqui estamos satisfeitos com a ação de nossos carboidratos. Mas a Insulina é um hormônio contraregulatório ao GH, hormônio do crescimento, altamente anabólico. Quando os níveis de circulação sanguínea de um se eleva, do outro se reduz.
      Então o que vale mais? Recuperação energética do glicogênio muscular, minimizando o efeito do cortisol, ou promover a liberação do hormônio anabólico GH?
      Os dois! Acontece que isso não é possível somente com a ingesta de algum carboidrato. A Insulina é um hormônio altamente anabólico, assim como o GH.
      Qualquer carboidrato, como a maltodextrina e a dextrose, provoca esta liberação insulínica, que abre a porta para a entrada de glicose para dentro das células musculares, reduzindo o estado catabólico existente quando os estoques de glicogênio muscular e glicêmico estão baixos.
      Porém, esta mesma insulina inibe a liberação natural momentânea de outro hormônio anabólico, também de igual importância, o GH. Alguns autores relatam também que estes carboidratos quando ingeridos junto à whey protein, acabam por inibir outros fatores anabólicos desta proteína.
      Também acredita-se que este carboidrato (nesta situação pós treino) tenha um caminho natural de armazenamento na forma de gordura. Outra nova linha de críticas a respeito da ingesta de maltodextrina ou dextrose pós-treino, está no fato de que estes carboidratos – quando utilizados freqüentemente - provocam picos de liberação insulínica que acabam por reduzir a sensibilidade dos receptores deste hormônio nas células musculares.
      Com o passar do tempo, a utilização destes carboidratos passaria a não promover a mesma liberação natural de insulina. Esta situação provoca, além do fato de não termos a mesma eficiência no transporte de nutrientes anabólicos, a provável semelhança com a disfunção hormonal dos diabéticos. Mas este seria outro assunto.
      Nesta situação, quando o objetivo primário é a hipertrofia muscular, um substituto nutricional parece ser lançado com esta finalidade, minimizando a ação do cortisol, sem inibir a liberação do GH e IGF’s: os MCT (triglicerídeos de cadeia media).
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      Em um mercado formado pela antiga opinião do carboidrato e proteína pós-treino, esta estratégia ainda é considerada novidade na área da suplementação. Talvez esta novidade nem venha a vingar realmente, assim como poderá ser fonte de futuros estudos, e quem sabe, tornar-se a nova indicação para suplementar após treinamento. Mas como diz Big Raffa, a verdade de hoje poderá ser a mentira de amanhã!
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