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Aeróbico em jejum emagrece ou não?

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De fato, existe muito mais fundamentação no aeróbico intervalado (HIT) do que no AEJ.

Não é que o AEJ não queima gordura. Se você está em dieta e faz aeróbicos, é claro que irá queimar. A questão é que o AEJ não é mais eficiente que um aeróbico normal feito em outro horário. 

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O HIIT tem um problema sério. Provoca uma demanda muito maior da musculatura inferior. Alguns musculadores não conseguem recuperar a musculatura para os treinos de perna se realizam o HIIT, prejudicando os treinos de membros inferiores. A exigência forte e constante das pernas impede a recuperação muscular completa.

Existem fisiculturistas que fazem aeróbicos em jejum como simples caminhadas, bem leves, apenas para elevar um pouco os batimentos cardíacos.

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Em 03/11/2015 at 14:45, fisiculturismo disse:

O HIIT tem um problema sério. Provoca uma demanda muito maior da musculatura inferior. Alguns musculadores não conseguem recuperar a musculatura para os treinos de perna se realizam o HIIT, prejudicando os treinos de membros inferiores. A exigência forte e constante das pernas impede a recuperação muscular completa.

Existem fisiculturistas que fazem aeróbicos em jejum como simples caminhadas, bem leves, apenas para elevar um pouco os batimentos cardíacos.

Vamos esquecer o título deste tópico e pensar nesta pergunta: O HIIT é prejudicial?

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16 horas atrás, renatobhmg disse:

Vamos esquecer o título deste tópico e pensar nesta pergunta: O HIIT é prejudicial?

Pensando-se que o objetivo principal é otimizar a hipertrofia muscular , qualquer outra atividade extra que possa atrapalhar esse processo todo , é algo prejudicial ... Agora se o hiit for bem encaixado na rotina de treinos , respeitando o descanso da musculatura inferior . não vejo problema algum em utilizá-lo .

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6 horas atrás, Jean Pauli disse:

Pensando-se que o objetivo principal é otimizar a hipertrofia muscular , qualquer outra atividade extra que possa atrapalhar esse processo todo , é algo prejudicial ... Agora se o hiit for bem encaixado na rotina de treinos , respeitando o descanso da musculatura inferior . não vejo problema algum em utilizá-lo .

Já estou fazendo, na bicicleta ergométrica. No meu primeiro minuto faço bem rápido e vou devagar no próximo minuto, depois vou rápido e faço devagar. Até acabar 10 minutos.

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2 horas atrás, renatobhmg disse:

Já estou fazendo, na bicicleta ergométrica. No meu primeiro minuto faço bem rápido e vou devagar no próximo minuto, depois vou rápido e faço devagar. Até acabar 10 minutos.

Continue assim, e ao for se adaptando aumente a intensidade do exercício , diminuindo o tempo de descanso entre os tiros ...

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Há um vlogueiro que realizou um bulk sujo e, ao entrar em cutt, praticou o AEJ. Ele fez um vídeo com a trajetória, com filmagens, musiquinha, coisa e talz.

 

O problema que vejo é a acusação de alguns estudiosos ao associarem a perda de peso do AEJ pelo fato da mesma arrastar tanto gordura quanto massa magra. E, em cima deste fato, dizerem que esta prática é prejudicial, blá, blá, blá, e... que... os relatos de sucesso vêm somente de pessoas que utilizam AEs... enfim, não posso deixar de comentar esse fato em complemento ao que os camaradas já relataram. Mestre Waldemar Guimarães, lá na 1a edição do Anabolismo Total, já dizia que a musculação é uma alquimia, por requerer conhecimentos tanto da ciência quanto do empirismo. Confesso que sinto falta de ler um relato de sucesso de AEJ de alguém natural com peso / bf inicial e peso / bf final. Confesso ainda que nunca cheguei a ver um "debate de alto nível" de prós vs contras AEJ, pois os estudiosos acusadores analisam o AEJ "seco", sem os trocinhos (tem uns negocinhos aí, suplementos, que costumam usar para inibir alguns processos metabólicos prejudiciais) e aí, fica fácil acusarem de que "não funciona". Enfim, montam todo um experimento "pra que dê errado a coisa". Infelizmente a ciência tem disso.

 

Quanto ao HIIT, a aplicação do mesmo não pode ser contínua, segundo os alfarrábios, isto é, dia sim outro dia também. E, por tal motivo, se o dia de treino envolver recrutamento de membros inferiores e a atividade de HIIT escolhida for esteira, por exemplo, é roubada na certa. Lembrando que o HIIT pode ser praticado em outras atividades além da esteira. Pra quem gosta de boxe, por exemplo, dá pra fazer o HIIT no saco de pancadas.

 

Quanto ao HIIT ser prejudicial à hipertrofia, vejo-o sendo mais útil durante o período de cutt, a não ser que o praticante esteja buscando um corpo funcional e, por este motivo, uma de suas preocupações seja o gradual aumento de sua capacidade de VO2 máximo. Neste caso o HIIT deveria ser encaixado em sua rotina de treinamento.

 

Edited by Jaraqui

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Nesse mundo de exercício há uma analogia interessante para a galera do meio: você tem uma corrida, ai tem o primeiro, segundo e o terceiro lugar da provas, o cara que chegou em segundo não presta?? Assim, muitos preferem o treinamento intermitente e criticam o contínuo como se não prestasse. Enfim, AEJ tem suas aplicações sim, uma das diferenças dele para executar o treino sem o jejum, é a intensidade. Você não consegue imprimir um treino com intensidades elevadas e que lhe proporcionaria um melhor resultado nessas situações onde há um deficit de Carbo. Agora, num caso onde há uma restrição calórica e que você precise conciliar os treinos de musculação (e precisa alimentar para este treino) com os aeróbios, em sessões distintas, não há problema algum você optar pelo AEJ. Pensando em adaptações, voltadas para o treinamento de força, há um estudo que relata que acima de duas semanas os resultados começam a não ser vantajosos. Lembre-se que estudo é um "norte" e não um guia, o que para aquela amostra serviu pode ser que para você não tenha implicações. Teste-se. Abraço. 

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Acrescento o seguinte, pois tinha me esquecido: "há vida além do HIIT e do AEJ". 

Não foi um nem duas pessoas, mas dezenas de conhecidos que, após diversos motivos, AVC, divórcio, cirurgias, etc, decidiram se acordar mais cedo, munidos de um par de tênis nem lá tão apropriados e simplesmente começaram a andar. 

Primeiro dia? "Vou dar uma volta nessa quadra". Segunda semana? "Vou incluir mais uma quadra". Terceira, quarta, quinta semana? "Vou correr de um poste até outro e andar no próximo e assim irei alternar". Milésima semana? "Ó eu aqui, gente, na São Silvestre, com 40 kg a menos, com tênis apropriado, monitor de frequência cardíaca, gel de carbo".... 

Meu Deus... que método mirabolante essa pessoa adotou além de simplesmente ouvir seu corpo, parar quando se sentia cansado, prosseguir quando dava e religiosamente ter uma periodicidade para a prática da atividade? Muitas destas pessoas, anônimas, ao serem indagadas sobre tais siglas HIIT, AEJ, vão  dar é risada, desconhecendo-as. "Ah, mas se ele(a) fizesse tal método obteria resultados mais rápido"... sem comentários, né?...rs 

Por isso eu acho que ao experimentar um dado método ou até adaptá-lo pra seu gosto, a pessoa também poderá atingir as metas de perda de gordura se estiver com uma dieta apropriada.

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6 horas atrás, Jaraqui disse:

Por isso eu acho que ao experimentar um dado método ou até adaptá-lo pra seu gosto, a pessoa também poderá atingir as metas de perda de gordura se estiver com uma dieta apropriada.

Bem isso... Fiz funcional todas manhãs durante um certo período em jejum usando corda, saco de pancada, trote de 20 mts, etc... Consegui ótimos resultados apesar de perder um pouco de massa magra junto...

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Bom Dia..

Olha pra min treinar em jejum trazem ótimos resultados, ontem mesmo treinei assim em jejum e perdi 700 gramas em apenas um treino, me pesei hoje pela manha e de 62,100, estava com 61,400, fora que consegui correr 10 minutos sem parar, e eu nunca consegui correr nem 5 minutos, sem ficar morrendo, sem mentira! Impressionante!

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Blz pessoal?

Retomando este fórum, já que agora está "na moda" o AEJ e HIIT, faço uma pergunta aos senhores:

Se o camarada tiver tempo de realizar uma corrida em jejum (como foi dito aqui, de forma moderada e tal) por um período de 30 minutos e após o treino realizar o HIIT por uns 15 minutos, a utilização de uma técnica prejudicaria a outra?

Abraço a todos. 

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    • By KaliBlackMetal
      Olá Prezados,

      Gostaria muito da ajuda de vocês, irei relatar um pouco da minha vida e espero sinceramente que não desistam de mim.
      Já tem um bom tempo que venho acompanhando vocês, apesar de eu ter perdido minha senha recentemente e tive que fazer outro registro. Espero ser breve e não me alongar.
      Tenho 36 anos, 1,64 durante minha infância sempre fui muito ativa, até chegar a fase adulta, responsabilidades etc.... ganhei um sobrepeso enorme, chegando a pesar 104 kg. Sou brasileira do Nordeste, só que atualmente moro em Portugal. Aqui ganhei uns 25 kg de Abril de 2016 até Janeiro de 2018. Um dia quando me olhei no espelho não me reconhecia mais, estava deformada, devido alguns vícios adquiridos com o tempo, dentre eles a bebida e o cigarro, drogas ilícitas nem falo, porque nunca fui usuária. Enfim,... nunca tive problema de depressão, ansiedade(pelo menos eu acho), sempre fui muito de bem comigo. Em 2018, eu resolvi definitivamente mudar minha vida e meus hábitos, pois os antigos já estavam me incomodando, e não estava mais feliz com o que via.
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      Então, eu moro sozinha, sou solteira, não tenho filhos, e quero começar à partir de hoje uma nova historia, e preciso da ajuda de todos vocês no que puderem me auxiliar, meu maior desafio já foi ter conseguido me mexer e mudar hábitos, e à partir de agora é aguardar o sucesso desta nova fase.
      Minhas duvidas com relação a alimentação pós treino, já que sou praticante de JI, é se realmente é necessária.
      Não tenho dificuldades de fazer minha alimentação, nem de pesar se for preciso, inclusive comprei uma balança pra isso, porque nunca fiz nenhuma dieta na minha vida.
      Minha meta é definir, e perder um percentual de gordura considerável no abdômen. Eu treino pesado, e com intervalos pequeno, justamente pelo tempo.
      Desculpem se me prolonguei, então... não desistam de mim que eu não desistirei de vocês kkkk... farei de tudo que estiver ao meu alcance para não decepcioná-los, nem a mim.
      No mais só tenho a agradecer pelo aprendizado.


       
      Idade: 36 anos
      Altura: 1,64
      Peso: 85
      Medicações em uso (Anticoncepcional, etc...):  Sem medicação, porém, faço uso do DIU de cobre Cu 375, e suplementação.

      Suplementos:

      Multivitamínico= 2 dia
      Selenio= 1 dia
      Omega 3= 3 cap dia
      Vitamina D3(Suspenso)= 1 cap dia
      Chá verde em capsula 200 mg= 1 dia
      Cafeina 200 mg= 1 dia
      Creatina= 3mg  dia as vezes 6
      Whey Protein= de 2 a 3 scoop por dia
      Glutamina= 1 scoop de 5g
      ZMA= 2 dia
      Melatonina= 1 dia de 1mg

       
      Problemas de Saúde: NADA CONSTA 
       
      Tempo de treino: Direto 1 ano e 5 meses, eliminados 20 kg.
       
      Ciclos FEITOS com dose e tempo: NADA CONSTA
       
      Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo: NADA CONSTA
       
      Divisão de treino e horário do mesmo:

      Treino ABC de segunda a sábado.

      Treino A
      Membro Inferiores:

      Agachamento:   4x12 carga de 40kg com a barra 
      Levantamento Terra:   2x20+2x15  30kg+ barra de 20kg total 50kg
      Leg Press 45º:   4x10 pés aberto+ 4x10 pés fechado com 100kg
      Mesa Flexora: 4x10  30kg, depois baixo para mais 4x10 com 20kg até a falha
      Stiff: 30kg 4x15
      Cadeira Extensora: 3x10 com 50kg, mais 3x10 com 30 kg diminuindo as carga até a falha.
      Cadeira Abdutora: 4x15 com 40kg mais 4 de 20 até a falha


      Ombro:

      Desenvolvimento com Halter: Tri set 4x10 de 10kg cada lado, mais 4x8 de 7,5 kg e 4x10 5kg
      Elevação Lateral: Tri Set com 4x10 5kg, 4x10 3kg 4x10 2kg até a falha
      Elevação Frontal com Disco: 4x6 com 10kg e 4x 12 com 5kg
      Remada Alta com barra: 4x12 15kg
      Remada em pé com a corda no Cross Over: 4x15 20kg


      Treino B

      Costas:

      Pulley Frente pega aberta : 4x12 35kg
      Pulley Frente pega fechado: 4x12 35 kg
      Pulldown no Cross Over : 4x15 35 kg
      Puxada na Polia Alta: 4x12 35 kg
      Puxada Horizontal com Barra: 4x12 25kg
      Remada Unilateral com Halter: 3x12 com 10kg halter
      Puxada na Polia Baixa : 4x12 com 30kg

      Bíceps:

      Rosca na Barra W: 4x12 20kg Tri set baixando a carga
      Rosca Alternada unilateral: 4x12  7,5kg tri set baixando a carga
      Bíceps Unilateral na Polia Baixa: 3x10 com 7kg


      Treino C

      Peito:

      Supino Reto com barra: 4x10 30kg barra pesa 20kg + 2 pesos de 5kg, ás vezes acrescento mais 2,5 kg em cada lado, ou barra de 18 kg mais duas anilhas de de 10kg de cada lado só que executo 4x6
      Supino Inclinado: 4x10 30kg barra 20 kg mais 2 pesos de 5kg
      Voador em Maquina: 4x12 com 10kg
      Supino reto sentado na maquina: 4x12 com 30kg ou quando estou muito fadigada executo apenas 3x12
       
      Crucifixo reto na maquina: Tri set de 4x8 com 20kg 4x10 com 15kg 4x10 com 10kg
      Tríceps na polia com pegada supinada e pronada: 4x15 20kg pronada 4x15 com 10kg
      Tríceps corda na polia:  4x12 20kg
      Tríceps Frances com Halte: 4x12 10kg
      Tríceps Frances na Polia: 4x10 20 kg

      Observações:

      Não faço Abdominais (gostaria de incluir)
      Não faço Hack e nem agachamento no Smith ( gostaria de incluir)
      Quase não faço exercícios para glúteos apesar de precisar muito.( gostaria de incluir)
      Treino Panturrilhas 2 vezes por mês (queria treinar mais)
      Cardio de 20 a 30 minutos todos os dias das 07:00hs ás 07:30 opto por correr na esteira.
      Aos domingos não treino.

      Dieta com quantidade de proteina/carboidrato/gordura por dia:

      Não faço dieta, apenas reeducação alimentar, logo como de tudo.
    • By contribuinte
      Eu já tomo água com limão ou limonada suíça pela manhã ao acordar. Gostaria de saber se seria bom acrescentar glutamina, o que parece ser uma nova onda de recomendação na internet. Vale a pena fazer isso? É aumentada a absorção da glutamina e potencializados seus efeitos?
    • By Gasparzin
      a minha duvida é a seguinte, quero baixar meu bf o mais rapido possivel, posso fazer AEJ seg a sexta e hiit 3x na semana ??? Ou mantenho só aej ou hiit?
      Treino faz 1 mes e meio
      186cm 
      17%bf
      85kg 
      treino abc e hiit 3x na semana pos treino
    • By Bruna Bosco
      O que é jejum intermitente
      Jejum caracteriza-se como um estado em que o nosso corpo, após ficarmos um período sem nos alimentarmos, utiliza mais substratos energéticos próprio organismo do que  os provenientes da dieta.
      Nosso organismo passa a utilizar a gordura estocada no tecido adiposo, além disso, o corpo passa a usar como energia a glicose produzida no fígado, e a utilizar de forma mais intensa o glicogênio muscular e hepático.
      A estratégia do jejum intermitente envolve a restrição total ou parcial do consumo de energia, ela acontece em intervalos de tempos pré-estabelecidos. Muitas são as formas de se planejar um jejum intermitente. Ele pode ser praticado todos os dias, dia sim/dia não, a cada 3 dias, 1 vez por semana etc. Pode durar 12 horas, 16 horas e 24 horas.
      Em relação à frequência, os protocolos mais comuns envolvem o jejum intermitente diário ou a cada 2 dias, intercalando dia sim/dia não.
      Segundo vários estudos relacionados ao jejum (estudos encontram-se nas referências), podemos concluir vários benefícios do jejum intermitente associado à saúde:
      Redução peso e gordura corporal; Redução nos níveis de insulina; Manutenção na taxa de metabolismo de repouso; Controle dos níveis de LDLc e triglicerídeos; Manutenção nos níveis de HDLc;  Aumento no tamanho das partículas de LDL; Um exemplo muito comum, na prática, é o jejum intermitente diário de 12 horas. Nele, o indivíduo realiza a última refeição do dia anterior, dorme por aproximadamente 8 horas e, depois, fica mais 4 horas sem se alimentar pelo período da manhã. Esse é um protocolo bastante utilizado porque já aproveita as 8 horas de sono e também porque muitas pessoas não sentem fome pela manhã.
      Nos estudos que avaliam o efeito do jejum intermitente, o mais comum é o jejum alternado em dia sim/dia não. No dia de jejum, ocorre a ingestão de até 25% das necessidades energéticas diárias durante um período de 24h. No dia seguinte, sem jejum, o consumo alimentar é irrestrito.
      Jejum intermitente associado a exercícios aeróbicos
      Alguns dados da literatura científica sugerem que a realização de exercícios num contexto de dieta cetogênica pode gerar adaptações benéficas no desempenho, especialmente em atividades aeróbias.
      O jejum intermitente, desde que adequado ao planejamento de treinamento, à ingestão adequada de calorias e nutrientes, ao descanso, à hidratação, parece não afetar a performance em atletas e praticantes de atividade física .
      A ingestão de uma dieta cetogênica (reduzida em carboidratos) leva o organismo a um estado fisiológico semelhante ao do jejum (redução na concentração sanguínea de insulina e aumento na utilização de gorduras e corpos cetônicos como fonte de energia).
      É possível que o exercício realizado em jejum possa trazer adaptações metabólicas semelhantes, que favoreçam o desempenho em atividades aeróbias de longa duração.

      Vale ressaltar que tais adaptações, caso ocorram, certamente serão dependentes da correta adequação do indivíduo ao seu treinamento e ao plano alimentar, pois ambos poderão levar à utilização mais eficiente tanto de carboidratos como de gorduras para a produção de energia durante o exercício; nesse caso, tanto a ingestão de calorias, como a composição da dieta, seriam fundamentais no processo.
      Porém seriam necessários mais estudos para uma análise mais completa.

      Jejum intermitente associado à perda de massa magra
      Estudos mostram que enquanto você estiver exercitando os seus músculos, você não os perderá mantendo curtos períodos de jejum.
      Bodybuilders e atletas de fitness naturais ao se prepararem para campeonatos, constantemente se mantêm em dietas de até 16 semanas com baixa caloria, enquanto mantêm toda a sua massa muscular.
      Nos estudos podemos constatar que aproximadamente todos revelam que não há diferença significativa entre a massa magra inicial e a massa magra final dos participantes que permaneceram em jejum. E quando ocorre uma redução na massa magra, essa diminuição é mínima, sendo inclusive inferior à perda de massa magra apresentada em praticamente qualquer outro tipo convencional de estratégia para perda de peso.
      Podemos concluir algumas hipóteses para essa perda negativa de massa muscular:
      Manutenção de glicogênio muscular no jejum intermitente; Pela expressão muscular de genes, tais como a GSK-3 - Responsável pela regulação das vias de síntese de glicogênio = reposição de glicogênio; Aumento do GH; Jejum intermitente sub-regula mTOR; Expressão de carnitina aciltransferase 1 (CPT-1). Considerações importantes
      Os estudos avaliam a massa magra como um todo, e não diretamente apenas a massa muscular. Estudos comparando Jejum Intermitente com restrição calórica contínua em indivíduos mais magros com exercício de força e uma ingestão "ótima" de proteína são praticamente inexistentes. Perda de massa magra: especialmente em pessoas com baixa reserva de gordura e baixa massa muscular sem treino de força; O jejum, pode facilmente levar a uma considerável redução nos níveis de glicogênio e, consequentemente, de água, então boa parte da perda de massa magra observada nesses estudos pode ser devido à perda de água, e não necessariamente a uma redução da massa muscular propriamente dita. Conclusão
      Jejum intermitente é uma estratégia nutricional válida. Porém, é uma dentre várias.
      Não é todo mundo se adapta á ela, por exemplo, se você não tem o hábito de tomar café de manhã e só começa a se alimentar na hora do almoço, é uma boa estratégia para você! Você não vai catabolizar se ficar algumas horas sem comer. 
      Faça o que funciona para você, e se você acha que treino em jejum se qualifica, então encare. Treinar em jejum não é uma obrigação.
      Mas não se esqueça de que o jejum intermitente precisa ser muito bem planejado. Você deve adequar a dieta ao dia como um todo, e evitar fazê-lo por conta própria, procurando sempre um nutricionista atualizado para te auxiliar.
      REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
      Varady KA, et al. Short-term modified alternate-day fasting: a novel dietary strategy for weight loss and cardioprotection in obese adults. Am J Clin Nutr. 2009;90(5):1138-43.
      Rothschild J, Hoddy KK, Jambazian P, Varady KA. Time-restricted feeding and risk of metabolic disease: a review of human and animal studies. Nutr Rev. 2014;72(5):308-18.
      Klempel MC, et al. Intermittent fasting combined with calorie restriction is effective for weight loss and cardio-protection in obese women. Nutr J. 2012;11:98.
      Klempel MC, et al. Alternate day fasting increases LDL particle size independently of dietary fat content in obese humans. Eur J Clin Nutr. 2013;67(7):783-5.
      Heilbronn LK, et al. Alternate-day fasting in nonobese subjects: effects on body weight, body composition, and energy metabolism. Am J Clin Nutr. 2005;81(1):69-73.
      LeCheminant JD, Christenson E, Bailey BW, Tucker LA. Restricting night-time eating reduces daily energy intake in healthy young men: a short-term cross-over study. Br J Nutr. 2013 Dec;110(11):2108-13.
      Heilbronn LK, et al. Glucose tolerance and skeletal muscle gene expression in response to alternate day fasting. Obes Res. 2005;13(3):574-81.
      Harvie MN, et al. The effects of intermittent or continuous energy restriction on weight loss and metabolic disease risk markers: a randomized trial in young overweight women. Int J Obes (Lond). 2011;35(5):714-27.
      Harvie MN, et al. The effect of intermittent energy and carbohydrate restriction v. daily energy restriction on weight loss and metabolic disease risk markers in overweight women. Br J Nutr. 2013;110(8):1534-47.
      Varady KA, et al. Alternate day fasting for weight loss in normal weight and overweight subjects: a randomized controlled trial. Nutr J. 2013;12(1):146.
    • By fisiculturismo
      Os aficionados por musculação e por um corpo perfeito certamente já praticaram o AEJ (aeróbio em jejum) ou o HIIT (treino intervalado de alta intensidade). Alguns profissionais da musculação torcem um pouco o nariz para o AEJ, muitas vezes afirmando que não há estudos científicos que demonstrem a eficácia do AEJ ou que há estudos que demonstram que sua eficácia seria reduzida ou limitada.
      Quanto ao HIIT, parecem ser quase unânimes as vozes que ecoam no sentido de que seria extremamente eficiente para queimar a gordura como fonte de energia da atividade física aeróbia e proporcionar a redução do percentual de gordura corporal.
      Não é o escopo dessa matéria tratar da eficácia ou ineficácia do AEJ. Esta matéria é para aqueles que acreditam na eficácia do AEJ (por experiência prática ou crença) e na eficácia do HIIT (por experiência ou leitura científica). E a comparação que aqui se faz é para HIIT e AEJ realizados na forma de corrida e caminhada (lembre-se que qualquer atividade predominantemente aeróbia poderia ser avaliada: natação, remo, escada, etc).
      Com essas considerações em mente, pergunta-se: qual seria a melhor técnica aeróbia a ser adotada para queimar gordura e secar - AEJ ou HIIT?
      A resposta passa necessariamente pela forma de execução de cada uma dessas atividades. O AEJ costuma ser praticado com as seguintes características:
      ao acordar; em intensidade baixa ou moderada; por 30 a 60 minutos. Por outro lado, o HIIT tem, normalmente, como características de execução:
      a qualquer hora do dia; com altíssima intensidade; por 10 a 20 minutos; São essas características de cada uma dessas diferentes práticas aeróbias que podem orientar a escolha da melhor delas de acordo com as necessidades individuais de cada musculador.
      A maior vantagem do AEJ é a intensidade baixa ou moderada. A prática do AEJ não demanda bom condicionamento cardiovascular prévio. Mesmo o musculador que não pratica atividade aeróbia com frequência pode adotar o AEJ.
      Além de ser desnecessário o bom condicionamento físico, a baixa ou moderada intensidade não demanda tanto esforço da musculatura das pernas, não interferindo de modo agressivo na recuperação das microlesões provocadas pela musculação.
      No entanto, o AEJ deve ser feito ao acordar, a não ser que se adote a dieta do jejum intermitente. E isso pode ser um fator limitador para muitos, cujos horários no período matutino são apertados.
      Outro problema quanto ao horário é o tempo de duração do AEJ, normalmente muito superior ao do HIIT. Alguns musculadores também reclamam da fome que atormenta a execução do exercício e que costuma ser sentida ao longo do dia, mesmo após as refeições.
      Quanto ao HIIT, é inegável a vantagem de poder ser executado a qualquer hora do dia, e por um período de tempo muito pequeno, podendo ser encaixado na sessão de treinamento de musculação, geralmente após o treino com pesos, para otimização dos resultados, pela depletação do glicogênio.
      Todavia, por ser uma atividade de elevada intensidade (normalmente realizada em intervalos de um minuto em baixa intensidade e um minuto em intensidade máxima possível, de modo intercalado), há um desgaste tremendo das musculaturas dos quadríceps ou pernas, o que pode prejudicar a recuperação das microlesões decorrentes do treinamento com pesos dessa região do corpo.
      Outra questão a ser considerada é o maior risco de lesão pela alta velocidade do movimento, o que pode aumentar a chance de acidentes durante a execução.
      A seguir, resumimos as vantagens e desvantagens do HIIT e do AEJ:
        AEJ HIIT Vantagens menos desgastante para as pernas; menor risco de acidentes; não demanda condicionamento prévio; liberdade de horário; curta duração; cientificamente comprovado. Desvantagens desconforto (fome); longa duração; ausência de comprovação científica. mais desgastante para as pernas; maior risco de acidentes; condicionamento prévio para melhor aproveitamento. Portanto, a resposta sobre qual é a melhor técnica aeróbia para se queimar gordura é individual. Cada musculador deve avaliar a técnica que melhor se encaixa em sua rotina diária de vida e qual é a mais eficaz. Nada impede que ambas as técnicas sejam conjugadas e utilizadas de modo periodizado ou simultâneo.
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