Jadson leite

Meu abdome não aparece por falta de músculos ou acúmulo de gordura?

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6 posts neste tópico

Galera, aparentemente não tenho um BF tão alto, porém, o meu abdômen não aparece... O que seria? Falta de músculo ou acúmulo de gordura?                     Altura : 1,90 . Peso : 84 .  

IMG_2080.JPG

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Pratica atividade fisica musculaçao? olhando seu corpo acredito ter gordura sim mais nao muita tenho 1.82 76 kg bf 11% 17 anos foque na musculaçao e no abdomen e obliquio sem preguiça que vc vai ver eu fasso musculaçao a 5meses e mal fasso abdominal e e definido agora ta querendo aparecer umas gordura vo fazer e fazer caminhada tambem para perde essa gordura na regiao mais para perder gordura no abdomen tem que perde no corpo todo nao tem como perde gordura em um local localizado abdominais ajuda a tirar a sujeira da gordura agora se for muita so aerobico

Editado por matheuswev

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Uma pessoa magra e sedentária pode ter um percentual de gordura muito elevado. Acreditamos que a resposta é uma combinação das duas coisas. Pouca hipertrofia e percentual de gordura elevado.

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Como o fisiculturismo ae falo pouca hipertrofia e gordura mano pratica musculaçao em 4meses ja ve um resultado otimo dependendo da genetica

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Em 11/02/2017 em 01:18, Jadson leite disse:

Galera, aparentemente não tenho um BF tão alto, porém, o meu abdômen não aparece... O que seria? Falta de músculo ou acúmulo de gordura?                     Altura : 1,90 . Peso : 84 .  

IMG_2080.JPG

 

Pela foto acredito que acúmulo de gordura visceral, pois a dieta não deve estar bem encaixada com os treinos,  procure fazer os treinos de acordo com a orientação do professor, seguindo inclusive os intervalos de descanso, e na dieta, evite dias de lixo, beba bastante água, e evite álcool também, ok?

 

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Primeira coisa é fazer uma avaliação na tua academia para saber quando tem de percentual, massa magra e etc.

Muita gente parece magro, mas tem gordura viceral. O processo é perder primeiro a gordura viceral depois sera a do tecido adiposo.

Pela foto parece q está começando. Uma coisa importante é preciso ter um pouco de musculo para o do abdome aparecer. Se vc desenvolver na academia vai trabalhar o Core que é o grupo principal tb. Logo é não é necessário fazer abdominal para aparecer. O exercício de adnominal tem dois propósitos hipertrofia ou resistência.

Hipertrofia porcas repetições, resistência altas. Resistência é mais para quem luta para agentar soco na região. Mas só vai aparecer com bf baixo.

Uma coisa q da para perceber q tem uma gordura leve nos fancos isso é sinal q ainda tem gordura na região.

O volume do gomo conta tb. Com bf de 12% é para comer a riscar. Ja com 8% chegou ao bf dos trincados. Abaixo disso é shape de competição. Tem gente q vai até 4%.

Espero ter ajudado!

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    • Por Leena Fabrini
      A gordura abdominal aumenta em 300% entre 25 e 65 anos – enquanto a massa muscular diminui em 20% entre 40 e 60 anos.
      O aumento da gordura abdominal promove a inflamação e prejudica a regulação do açúcar no sangue – ambos aumentam o risco de doença cardíaca e diabetes tipo 2.
      Uma revisão da literatura por pesquisadores da Universidade de Harvard concluiu que o treino com pesos reduz a gordura abdominal e a inflamação e aumenta a massa muscular.
      A musculação não queima tantas calorias como o exercício aeróbico. No entanto, a massa muscular é uma importante medida de controle de açúcar no sangue.
      O treinamento com pesos é um exercício crucial para adultos de meia-idade e mais velhos, pois preserva a massa muscular, evita o acúmulo de gordura abdominal, diminui a inflamação e promove o controle de açúcar no sangue.
      Fontes: Obesity Reviews, publicado online em 2 de março de 2012 e Revista Muscular Development, janeiro/2013, pg. 74.
    • Por [email protected]
      Olá eu sou magro treino a 2 anos e consegui ganhar peso massa estou bom sempre fiz dietas hipercaloricas e etc... Enfim estou legal bacana não tenho acumo de gordura na região abdominal meu bf esta em 10 13% mas eu queria trincar secar mesmo como eu posso fazer isso sem perder meus musculos que demoraram tanto para vim ?
      eu tenho 1,69 de altura e peso 75kg  
    • Por Matheus Uba Chupel
      Quantas vezes você, Personal Trainer ou Instrutor de Musculação, já ouviu as seguintes perguntas: “Como faço para perder essa ‘gordurinha’ do abdome?”, ou então: “Faço abdominais todos os dias e, porque não emagreço na barriga?”, dentre outras questões que tantas vezes ouvimos e, até certo ponto, gostaríamos de ter frases “prontas” para responder.
      Isso acontece principalmente porque as pessoas interpretam os Exercícios Abdominais como “mágicos”, capazes de fazer a gordura abdominal sumir num piscar de olhos.
      É pensando nisso que escrevo este texto!
      Longe de conter a verdade absoluta sobre os efeitos do treinamento com abdominais, o objetivo desta matéria é esclarecer um pouco o efeito desses exercícios, além da interferência de outros fatores no processo de “queima” da gordura abdominal.
      Então leitor, vamos ao que interessa:
      De que Maneira Engordamos?
      Primeiramente, devemos saber que o processo de acúmulo de tecido adiposo na região abdominal faz parte das adaptações à qual o humano é submetido há milhares de anos. Isso é indiscutível! Algumas dessas adaptações fazem com que os homens acumulem mais gordura abdominal do que as mulheres.
      O aparecimento dessa “barriga” nos homens é chamada de obesidade andróide (tipo maçã). Nas mulheres, a gordura em excesso acaba sendo melhor distribuída pelo corpo, acumulando-se principalmente nos quadris, caracterizando obesidade genóide (tipo pêra).
      Isso gera no indivíduo masculino maior suscetibilidade aos problemas cardíacos em comparação ao gênero feminino.
      A gordura situada no tronco e abdome, principalmente intra-abdominal (visceral), promove maior risco para as complicações metabólicas que o excesso de gordura em outras regiões do corpo (Hunter et al., 2002).
      Em segundo lugar, vários fatores são capazes de fazer uma pessoa engordar ou emagrecer e, em geral, isso está associado à relação: Ingestão Calórica – Gasto Energético:
      Se Ingerimos mais calorias do que gastamos, acabamos acumulando o excesso de energia em forma de gordura; Se Gastamos mais calorias do que ingerimos, facilitamos a quebra de gorduras. Consequentemente acabamos emagrecendo. Leve em consideração que esse é um princípio básico, ao qual a maior parte das pessoas está pré-disposta.

      No caso dos indivíduos com algum distúrbio metabólico, que ingerem medicamentos ou que passam por crises psíquicas (incluindo a depressão), esta fórmula pode ser nula em alguns aspectos, pois como será visto, podem ser outros os fatores responsáveis pelo aumento/perda da gordura corporal.

      De qualquer forma, é importante atermo-nos primeiramente ao fator Exercício!

      A Eficiência dos Exercícios Abdominais:

      Os exercícios abdominais são responsáveis basicamente por fortalecer os músculos do abdome. Essa é a razão pela qual imaginamos estar perdendo a gordura localizada nessa região. No entanto, esses exercícios auxiliam na diminuição da gordura corporal total, e não apenas na região do abdômen.

      É comprovado que um abdome fortalecido gera maior facilidade na queima de gordura corporal como um todo. Da mesma forma que com um músculo abdominal mais forte, outros exercícios são realizados com melhor qualidade; exercícios de peitoral, tríceps e bíceps, agachamento, dentre outros, beneficiam-se muito de uma musculatura abdominal bem desenvolvida.

      Todavia, é enganosa a idéia de que os exercícios abdominais são suficientes para causar a perda daquela gordura localizada na região e que, para isso, basta que sejam feitas dezenas ou centenas de abdominais por dia... esse é um erro muito comum em nossa sociedade.

      De maneira empírica (ou seja, sem caráter científico), tive a experiência de observar pessoas que NÃO faziam exercícios específicos para o abdômen e que, porém, possuíam a musculatura abdominal muito mais desenvolvida do que pessoas que passavam horas seguidas realizando “milhares de abdominais”.

      O segredo consistia no fato de que aquelas pessoas (que não faziam abdominais) realizam as séries dos outros grupos musculares com tal intensidade, que o abdômen acabava fortalecendo-se paralelamente aos outros músculos do corpo.

      No que diz respeito à perda da gordura abdominal, existem todos aqueles fatores: a genética; intensidade, duração e tipo de treinamento; distúrbios hormonais; ansiedade, estresse e outros fatores psíquicos; alimentação; descanso; uso de medicamentos; dentre mais algumas interferências que são as responsáveis, cada uma em seu grau, pelo resultado de sucesso ou ao pleno fracasso de nossos objetivos.

      Ou seja, não será apenas a prática de 300, 400 ou 500 abdominais por dia que o levará ao abdome sequinho, sem gordura e completamente forte e tonificado.

      A partir disso, seguir algumas etapas podem ajudar no alcance da meta desejada (note que estes são conselhos deste que vos escreve, não constituindo fórmula básica a todos os indivíduos):
      Exames Endocrinológicos: ao consultar um endocrinologista, alguns exames poderão diagnosticar a existência de distúrbios hormonais que afetam diretamente o processo de acúmulo de gordura abdominal. Dentre eles, o exame que mede os níveis de TSH, Cortisol, gH e iGF1, poderão indicar se existe alguma irregularidade. Na obesidade abdominal existe o aumento do número de adipócitos (células de gordura) produtores de substâncias que controlam o apetite, os níveis hormonais e o processo inflamatório, tais como: o fator de necrose tumoral (TNF-alfa) e o PAI-1 (inibidor da ativação do plasminogênio tipo 1). Estas moléculas (citosinas) causam estragos ao metabolismo porque agravam o estado inflamatório e aumentam o apetite, diminuindo a queima de gordura e elevando consideravelmente os hormônios relacionados ao estresse (Wajchenberg, 2000). Avaliações de Composição Corporal e Física Postural: pode ser que a “barriga” protuberante seja a chamada ptose abdominal, caracterizada pela projeção do abdome. Pode vir acompanhada de deslocamento de alguns órgãos internos, conforme o tempo de ocorrência desta irregularidade postural. Entretanto, vale a pena ater-se ao fato de que “não é gordura”. Isso pode acontecer com mulheres que tiveram gestações sem os devidos cuidados físicos, e adquiriram problemas posturais. A Avaliação de Composição Corporal por sua vez, irá quantificar o quanto de acúmulo de gordura subcutânea existe na região abdominal, o que pode auxiliar no diagnóstico de fatores de risco para problemas cardíacos, além de servir como ótima referência para o acompanhamento do treino. Treinamento específico para Abdome: a participação dos músculos do abdômen ocorre em quase todos os exercícios de musculação. Por esse motivo, são músculos com certa resistência e que necessitam de atenção especial na hora de exercitá-los. Assim, para os iniciantes, a realização de um tipo de exercício abdominal é suficiente. Para os intermediários e avançados, aconselha-se a realização de exercícios variados que contemplem angulações diferentes nos movimentos. Para ambos estágios de treinamento, conciliar abdominais com treinos de corrida pode produzir ótimos resultados para quem deseja a diminuição do percentual de gordura corporal total.
      Concluindo
      No que concerne ao envolvimento dos exercícios abdominais no emagrecimento, na próxima edição você conhecerá a importância do aspecto nutricional na estética abdominal, os princípios para a elaboração da série de treino de abdômen a importância do aumento da Taxa Metabólica Basal na diminuição do percentual de gordura.
      Aguarde que na próxima edição você terá conhecimento da segunda parte dessa verdadeira “Jornada” para Desmistificar os procedimentos da Perda de Gordura Abdominal.
      Enquanto isso, até que provem o contrário, a fórmula deste que vos escreve continua a mesma:
      Treino Intenso + Alimentação Equilibrada + Bom Descanso = Bons Resultados
      PS: posso acrescentar também nesta fórmula o fator Genética Específica!
      Referências Bibliográficas
      - HUNTER, G.R. et al. Resistance Training and Intra-Adbominal adipose tissue in Older Men and Women: a randomized controlled trial. JAMA, EUA. V:289(3), 323-330, 2003.
      - WAJCHENBERG, B.L. Tecido Adiposo como Glândula Endócrina. Arq. Bras. Endocrinologia e Metabolismo. Vol: 44, n1. São Paulo, 2000.