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http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/rich-piana-famoso-bodybuilder-tinha-20-frascos-de-esteroides-em-casa-quando-foi-encontrado-inconsciente.ghtml

A maioria não deve nem estar sabendo, mas o "mutante" encontra-se em coma induzido após uma aparente overdose.

Rich Piana admitia o uso de eas há anos, falando abertamente disso no YouTube. Também lutou contra o vício de opioides. Não se sabe a causa exata do incidente médico, mas suspeita-se de overdose. 

Um vídeo anterior ao episódio permite ver a capacidade de transformação humana 

 

 

Antes das críticas, sugiro alguma empatia e solidariedade. 

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21 minutos atrás, Miguel V disse:

http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/rich-piana-famoso-bodybuilder-tinha-20-frascos-de-esteroides-em-casa-quando-foi-encontrado-inconsciente.ghtml

A maioria não deve nem estar sabendo, mas o "mutante" encontra-se em coma induzido após uma aparente overdose.

Rich Piana admitia o uso de eas há anos, falando abertamente disso no YouTube. Também lutou contra o vício de opioides. Não se sabe a causa exata do incidente médico, mas suspeita-se de overdose. 

Um vídeo anterior ao episódio permite ver a capacidade de transformação humana 

 

 

Antes das críticas, sugiro alguma empatia e solidariedade. 

Agora aguenta o Globo Reporter, Profissão Repórter, fantástico, Caldeirão do Huck, Estrelas, todos especiais para alertar sobre os males dos EAs... Ah, a Ana Maria é o Pedro Bial também entrevistarão profissionais de saúde... 

 

29 minutos atrás, Miguel V disse:

...... 

Sem olvidar a criminalização dos suplementos, porque whey e creatina causam falência renal ...

Mas o importante é que cachaça e cigarro prolongam a expectativa de vida...

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"Quando o serviço de emergência chegou ao local, os paramédicos encontraram um pó branco em cima da mesa ao lado de um cartão de crédito, por isso decidiram aplicar uma dose de medicação usada em pacientes com overdose.

Chanel contou que Piana passou por uma batalha contra o vício de ópio, mas acreditava que o namorado estava “limpo”. Ela ainda afirmou que o namorado fazia uso de esteroides há mais de 20 anos".

 

Geralmente é assim: entra em colapso por narcóticos, e culpam os esteróides. Total má-fé. Tudo em excesso, obviamente, vai fazer mal. Água em excesso mata, comer em excesso mata. Mas se alguém morre por esteroides (algo MUITO raro), para a mídia, não importa a quantidade.

Editado por Foston

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    • Por Erick Tavares
      Olá a todos, pesquisei em vários lugares e nesse fórum porém não encontrei nenhuma resposta que realmente sanasse as minhas dúvidas. Todo mundo diz uma coisa, então queria tentar de vez resolver isso!
      Tenho 20 anos, peso 68.5kg, 173 de altura. Pratico basquete, boxe (as vezes) e musculação. Não fiz o exame faz tempo mas devo estar entre 12~16% de bf. Estou fazendo dieta de jejum intermitente (das 21~12hrs) e dieta flexível no restante do dia (em média de 2,9~3,1kcal por dia de acordo com meus macros, já que pratico bastante atividades.) Meu objetivo é rendimento e secar mais um pouco.
      A minha dúvida é o seguinte, eu nunca realizei nenhum ciclo e já pratico esses esportes a 2 anos e meio mais ou menos, e estava interessado em fazer um ciclo LOW DOSE de Stano via oral.
      Todavia, as minhas dúvidas sobre os efeitos colaterais são o seguinte:
      -Tem algum impacto, ou perigo, caso usar stano oral low dose em conjunto a minoxidil e termogênico?
      -Mesmo em low dose, com stano ainda há grandes chances para a queda de cabelo? (Todos da minha família tem bastante cabelo, meu avô tem afro até hoje. O meu pai é calvo, no entanto a maior parte da calvice foi por estresse. Ele tinha bastante cabelo até seus 30 e poucos anos, onde foi passando por tempos difíceis e consequentemente a queda de cabelo [Além de que a alimentação dele sempre foi horrível, o que deve ter ajudado no processo.]
      -Quanto a infertilidade, é um perigo real, mesmo em low dose?
      -Quais outros colaterais possíveis e quais cuidados eu deveria ter?
      OBS: Não bebo.
      Grato desde já!
    • Por Fabiano Curitiba
      Tenho 40 anos, estou malhando pesado há 1 ano com acompanhamento de personal e nutricionista, faço uma dieta bem controlada, tenho obtido bons resultados mas não o que estou buscando.
      Há 3 meses decidi fazer um ciclo com esteróides e busquei o acompanhamento de um endócrino aqui em Curitiba, que me pediu dezenas de exames e depois me passou um manipulado a base de oxandrolona e outras substâncias, segundo ele para alinhar meu eixo hormonal. (me perdoem qualquer erro de nomenclatura pois sou completamente leigo no assunto, por isto estou aqui buscando informações com quem entende do assunto).
      Estou tomando a oxandrolona e em julho retorno no Endócrino com novos exames, mas ja percebi que ele vai me receitar drogas em doses muito baixas para conseguir os resultados que almejo.
      Tenho 40 anos, peso 88kg, tenho 1,79 de altura, treino pesado com personal, não tenho nenhum problema de saúde e nunca fiz uso de anabolizantes. Obviamente, meu objetivo com o ciclo é hipertrofia com o maior ganho de massa magra no menor espaço de tempo possivel.
      Minhas perguntas são as seguintes:
      1 - Com 40 anos ainda consigo atingir resultados satisfatórios associando o ciclo com um bom treinamento e alimentação correta?
      2 - Por causa da minha idade corro mais riscos de efeitos colaterais do que uma pessoa jovem?
      3 - Quais os anabolizantes e dosagens indicadas para um ciclo bem feito e atingir ótimos resultados, baseado nos meus relatos acima?
      Obrigado,
      Fabiano
    • Por JOaoZinho6
      Idade 17, peso 55kg, altura 1,70m
      Nem adianta falar sermão, se quiser ajudar me ajuda a entender o problema
      Tomei a primeira dia 17 (quinta-feira) no braco direito e a segunda ontem no braco esquedo.
      Injetei no ombro e 5hrs depois foi pra academia malhar ombro, peito e triceps.
      Meu braco direito fico ainda maior q meu esquerdo, so que estava quente na dobra entre o ombro e bíceps bem no triceps e tbm vermelho
      Meu padrasto disse q estava inflamado e falo para eu n malhar hj nem amh.
      Estou colocando gelo e pomada anti-inflamatoria.
      Oq pode ser isso?Vou puder ainda malhar?
      O ciclo sao de 5 semanas (10 ampolas)
    • Por LIN_CAT
      Bom, vi isso em outros fóruns, dei uma pesquisada aqui e não achei Tópico Parecido. O intuito é que a mulherada relate aqui brevemente os ciclos feitos, o que foi usado e em quantas semanas, e LOGICAMENTE  todos os COLATERAIS que surgiram durante, e após o ciclo, se houve reversão e tudo mais. A intenção é ajudar as Gatinhas novas que tem aquele monte de duvida em relação a ciclos e colaterais e abrem tópicos desnecessariamente... 
      Bom é isso ai.... 
      Cadê a mulherada contando tudo como foi???

    • Por contribuinte
      Quanto menos álcool, melhor: Pesquisas recentes indicam benefícios do consumo moderado de bebidas alcoólicas, como o vinho. Especialistas, porém, alertam que, até agora, o comprovadamente positivo é não beber
      » TATIANA SABADINI

      Uma taça de vinho por dia faz bem ao coração; um copo de cerveja pode ajudar a melhorar a performance de um atleta; mulheres que consomem bebida alcoólica regularmente não engordam: não param de surgir pesquisas sobre benefícios do álcool consumido moderadamente, mas o embate continua. Do outro lado da balança, estão as consequências que o organismo pode sofrer por causa do excesso, essas sim comprovadas há anos pela ciência. Os estudos dos supostos benefícios são recentes e, portanto, precisam de uma comprovação mais ampla. Para os médicos, a melhor opção ainda é não beber. Para aqueles, porém, que não conseguem ficar longe da cervejinha gelada ou de um bom vinho, a ordem é moderação.

      O consumo excessivo de álcool aumenta o risco de danos a vários órgãos, como o fígado e o cérebro, e também o risco de acidentes cardiovasculares.
      “Para qualquer médico, seria irresponsável recomendar mais de dois drinques por dia para os homens e um para as mulheres. Muitas pessoas bebem vinho por causa dos antioxidantes e dos flavanoides. Mas o melhor é fazer a suplementação de outra forma, através da alimentação ou em cápsulas. Minimizar o consumo de álcool é sempre a melhor opção”, disse ao Correio Lindsay Brown, professora da escola de ciências biomédicas da Universidade de Queensland, na Austrália.

      Segundo a médica australiana, entre os estudos recentes existem evidências epidemiológicas de que as pessoas que bebem moderadamente, de uma a duas taças de vinho por dia, podem diminuir o risco de doenças cardiovasculares. A suposição é de que os polifenóis flavanoides, encontrados na bebida à base de uvas, podem ter ações positivas.

      Nos anos 1990, a mídia americana incentivou estudos sobre a substância, que poderia evitar doenças cardiovasculares, diabetes e obesidade. “Por causa disso, temos mais de 3 mil publicações científicas sobre o assunto. Por isso, há um aumento de indícios que comprovam benefícios contra outros problemas. Sabemos muito mais do que há 10 anos, mas ainda há muito a aprender sobre todos os nutrientes do vinho”, afirma Lindsay.

      Benefício “mental” Uma taça depois do almoço e outra após o jantar são suficientes para Olavo Tadeu Câmara, 56 anos. “Aprendi a tomar vinho muito cedo, antes mesmo de ir para a escola”, brinca. “Cresci em Andrado, no interior de Minas, e morávamos perto de uma vinícola.” Atualmente, as degustações ficam restringidas a no máximo três vezes por semana. Para o arquiteto, que faz atividades físicas e tem acompanhamento médico regularmente, o vinho pode trazer benefícios mais para a saúde mental do que para a física. “É um momento para relaxar e estar tranquilo.

      Acredito que a bebida possa ter seus benefícios, mas nada de exagero. O organismo responde da forma como você o trata, e o vinho pode servir como complemento disso”, afirma.

      Para o sommelier Paulo Kunzle, 47 anos, a sentença também é verdadeira. Há um ano, ele descobriu que tem tendência a ter um nível muito alto de plaquetas e usou o vinho como forma de terapia. “Conversei com o meu médico e tomei todas as precauções. Descobri que o vinho estava me ajudando esse tempo todo, porque ele tem propriedades que ajudam a afinar o sangue e dilatam as artérias”, comenta. Hoje, ele toma religiosamente duas taças por dia. E é um dos maiores defensores do hábito. “Uma das principais vantagens do vinho são os antioxidantes.

      Basta tomar como exemplo a região de Bordeaux, que tem um baixo índice de mortalidade por problemas cardíacos, e cada habitante consome, em média, 60 litros da bebida por ano. Meu conselho é sempre escolher os tintos secos, porque os suaves têm um conservante chamado sorbato de potássio.”

      O vinho tem mais de 2 mil componentes. Um litro tem 14mg de resveratrol, um polifenol considerado essencial para a saúde, segundo os cientistas.

      É pouco provável, no entanto, que se possa obter uma quantidade suficiente com a bebida para reduzir significamente o risco de doenças cardíacas.
      “Os polifenóis ou outras tantas substâncias podem ter contribuído para os resultados positivos em estudos experimentais, mas nós simplesmente ainda não temos nenhuma evidência detalhada sobre essa assunto”, explica Lindsay.

      Dieta
      Um estudo divulgado na semana passada e muito comentado na internet e pela comunidade médica sugere que mulheres que bebem álcool regularmente têm menos tendência a engordar. A autora do estudo, Lu Wang, do departamento de Medicina Preventiva do Brigham and Women’s Hospital, de Boston, nos Estados Unidos, explicou ao Correio que o ponto de partida da pesquisa foi o fato de que mais de metade dos americanos consome bebidas alcoólicas. Itens como vinho, cerveja ou vodca eram considerados fontes de energia que, a longo prazo, poderiam resultar em ganho de peso. “No entanto, não foi possível obter evidências consistentes de que o consumo de álcool apresenta um risco para o desenvolvimento da obesidade”, comenta a especialista.

      Os cientistas calcularam a ingestão de álcool com base no consumo de bebidas descrito em um questionário respondido por 19.220 mulheres, todas com 39 anos, livres de doenças cardiovasculares, câncer e diabetes e que tinham peso normal. O acompanhamento foi feito, anualmente, durante 13 anos. Segundo Lu Wang, não foi possível obter dados concretos para explicar por que o consumo de álcool pode influenciar no peso, mas descobertas de outros estudos podem oferecer algumas explicações plausíveis.

      O álcool ajuda o próprio corpo a estimular o processamento da energia. Mas de nada adianta exagerar na dose, apenas com moderação é possível perceber algum efeito. “Entre as mulheres, aquelas que têm consumo leve a moderado de álcool normalmente têm uma ingestão menor de calorias de fontes não alcoólicas.

      Por outro lado, a ingestão de álcool tende a induzir o aumento do gasto de energia, além da caloria consumida através da bebida. Isso pode explicar o resultado do nosso estudo. Existem também outros mecanismos pelos quais o álcool pode modificar o peso corporal. Incluindo o efeito do álcool na absorção e digestão de nutrientes, interferência na oxidação dos lipídios e acumulação de gordura”, sugere Lu Wang.

      Sem evidências conclusivas
      » RICARDO TEIXEIRA

      No consultório do cardiologista, uma senhora que precisa de medicações para controlar sua pressão arterial encerra sua consulta perguntando se ela pode manter o seu hábito de tomar uma taça de vinho por dia. O doutor lhe responde que não só pode como deve: “Minha cara, temos acompanhado nos últimos anos uma série de estudos que demonstram que o consumo moderado de álcool reduz o risco de doenças cardiovasculares, incluindo o infarto e o derrame cerebral.
      Isso significa que quem bebe pouco tem menos eventos cardiovasculares do que aqueles que não bebem. Já o consumo exagerado de álcool provoca um maior risco de doenças cardiovasculares.

      Veja bem, devemos entender consumo moderado como até duas doses de bebida por dia para homens e uma dose para mulheres. As pesquisas ainda apontam que esse efeito protetor do consumo diário e moderado deixa de existir quando a pessoa exagera na dose mesmo que seja por apenas um dia no mês”.

      Essa mesma senhora ouvirá dos médicos que sua taça de vinho é capaz de reduzir seu risco de doença de Alzheimer e outros tipos de demência. Ouvirá também que já existem estudos que demonstram que o seu hábito também está associado a um envelhecimento com maior nível de independência física e maior longevidade. As bebidas alcoólicas, de uma forma geral, promovem esses efeitos positivos, mas o vinho tinto parece ser levemente superior, pois, além do álcool, ele possui outras substâncias protetoras, como os flavonoides, incluindo o resveratrol.

      Apesar de todas essas evidências, não existe justificativa até o momento para se indicar o consumo de álcool por potenciais efeitos medicinais.
      À luz do conhecimento atual, recomenda-se que os médicos não indiquem o uso de álcool como se fosse um suplemento alimentar para prevenir doenças.
      Devem recomendar às pessoas que não bebem que continuem sem beber e, às pessoas que já têm o hábito de beber, que não ultrapassem os limites. Mas isso também está mudando, já que estudos recentes têm demonstrado que o consumo regular de álcool, mesmo em doses leves a moderadas, está associado a um maior risco de diferentes tipos de câncer, como o de mama, reto e fígado.

      Por essa razão, em 2009, o Instituto Nacional do Câncer da França deu início a uma campanha chamada Álcool Zero, defendendo a ideia de que mesmo uma dose diária não é segura.

      Não se deve pensar no álcool como um elemento promotor da saúde da população, não só pelo aumento do risco de câncer, mas também porque muitas pessoas atravessam a barreira entre o consumo moderado e o consumo exagerado. Esse consumo exagerado é responsável por uma em cada 25 mortes no mundo e, como se não bastassem as mais de 200 doenças secundárias ao álcool, ainda temos os enormes problemas sociais que estão associados ao seu consumo. E isso já é um problema para lá de antigo. Por 40 dias e 40 noites, Noé, sua mulher, três filhos e os animais embarcaram na arca enquanto o dilúvio destruía o resto do mundo. Ao chegar em terra firme, uma das primeiras coisas que Noé fez foi “tomar vinho e ficar embriagado” e os filhos precisaram protegê-lo para que ele não metesse os pés pelas mãos. O livro do Gênesis marca a presença do álcool e seus riscos já nos primórdios da humanidade.

      * Doutor em neurologia e pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Escreve todas as segundas-feiras no blog Saúde para Todos do Correio Braziliense.
      CORREIOBRAZILIENSE • Brasília, terça-feira, 16 de março de 2010
       
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