Jump to content
  1. lilinhas

    lilinhas

  2. Batata...

    Batata...

  • Similar Content

    • By Morena
      oi pessoas, esse é o meu primeiro ciclo, todos estão dizendo pra eu não fazer por ser muito nova e blá-blá-blá mas eu queria muito, quero a opinião de vocês.. começo agora? Espero um pouco? PS: vou viajar em dezembro por isso meu desespero . rsrs 

      Idade: 20 anos
       
      Altura: 1,70cm
       
      Peso: 61kg
       
      Medicações em uso (Anticoncepcional, etc...): não
       
      Problemas de Saúde: não
       
      Tempo de treino: 
      Treino des de os 15 anos.. mas sempre começo e paro por não conseguir passar de um “limite”. Fiquei 3 meses parada fazendo uso de anticoncepcional para “engordar” funcionou, ganhei 5kg! 
      Parei de tomar o anticoncepcional e voltei a treinar tem 1 mes 
       
      Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo: 
      oxandrolona 10mg (king)
      Tenho 50cp de 10mg, qual seria a melhor forma de tomar? 
      Eu havia pensado em fazer um ciclo de 8 semanas, porém não sei se posso aumentar a dosagem em algum período para 15mg/dia ou 20mg/dia ou se mantenho 10mg até o final.. O que acham?
      Qual o melhor horário para tomar?
       
      Divisão de treino e horario do mesmo: 
      Vou anexar foto do treino 
       
      Dieta: 
      CAFÉ DA MANHÃ
       Clara de ovo de galinha 2
      Gema de ovo de galinha 1
      Pão de forma 100%integral 12 grãos 1 fatia 
      Frutas
      Queijo minas frescal 
      PRE TREINO 
      File de frango 60g
      Batata doce cozida  100g
      Castanha de caju 20g
       
      POS TREINO 
      Whey 
      Creatina monohidratada
      Banana 
      ALMOÇO
      Arroz branco 150g
      File de frango 120g
      Salada ou verdura cozida 
      Azeite de oliva 
      Abobrinha 
      Feijão 
      LANCHE DA TARDE
      Whey 
      Morango
      Aveia
      Leite desnatado 
      LANCHE DA TARDE 2
      Mandioca 80g
      File de tilapia 100g
      Brócolis 50g
      Azeite de oliva 
      JANTAR
      Carne bovina 100g
      Abobrinha 50g
      Brócolis 50g
      Abóbora combatian 50
      Salada ou verdura cozida 
      Azeite de oliva 
      Arroz branco 100ml
      CEIA 
      abacate 50g
      Cacau em pó 5g
      Adoçante líquido light 
      100% whey
       
       
       
       
    • By fisiculturismo
      A cada dia os praticantes de musculação estão mais conscientes de que precisam fazer dieta (melhor ainda, reeducação alimentar) para hipertrofiar (ganhar massa magra ou engordar) ou secar (emagrecer ou queimar as gorduras). Por isso, os termos ingleses bulking ("em massa, em série") e cutting ("rasgar, cortar") estão mais e mais difundidos nas academias. Os termos já são autoexplicativos:
      Dieta Cutting: dieta para secar, queimar as gorduras, baixar o percentual de gordura corporal. Dieta Bulking: dieta para hipertrofiar a musculatura, crescer, ganhar massa, engordar. Para a dieta bulking, a depender do modo como ela é planejada, ainda foram cunhados os termos populares Bulking Sujo e Bulking Limpo. Sabendo-se o o significado de bulking, também parecem ser autoexplicativos os termos para os tipos específicos:
      Dieta Bulking Sujo: admite a ingestão de ampla variedade de alimentos e em elevada quantidade, sem preocupação com o aumento exagerado do percentual de gordura corporal. Dieta Bulking Limpo: é mais regrada quanto à qualidade dos alimentos e quantidade, havendo preocupação em controlar o aumento do percentual de gordura, de modo que não supere determinado limite previamente estabelecido. Como visto, os conceitos de dieta cutting e dieta bulking são simples. Poderíamos chamar de Dieta para Secar (Emagrecer, Queimar Gordura) e Dieta para Hipertrofiar (Engordar, Ganhar Massa). Apesar de os termos serem simples, na prática, a coisa pode se complicar um pouco. Nem sempre o musculador consegue se decidir entre uma dieta cutting ou bulking para atingir seus objetivos. Por quê?
      Mesmo em dieta cutting pode haver hipertrofia muscular. A conjugação de planejamento alimentar e treinamento intenso para queima de gordura também resulta em hipertrofia muscular. E mesmo em dieta bulking pode haver redução de gordura corporal em função do aumento do metabolismo e da massa muscular (quanto mais massa muscular, mais energia o corpo demanda para mantê-la). Portanto, emagrecimento e hipertrofia não são exclusivos de uma ou de outra dieta.
      Como Escolher entre Cutting ou Bulking? E Dieta Equilibrada?
      O que deve nortear o musculador é o foco. Qual é o objetivo principal? Ganhar massa muscular ou ganhar definição corporal? A resposta para essa pergunta é que vai determinar a escolha da dieta. Conciliar uma fase de hipertrofia acentuada concomitante com uma fase emagrecimento acentuado é praticamente impossível. Pode-se ajustar a dieta para se ganhar massa muscular de forma bem lenta e gradual sem se aumentar o percentual de gordura. Todavia, ganhos ou perdas rápidas demandam a escolha entre cutting ou bulking.
      Existem defensores de uma dieta equilibrada (nem cutting, nem bulking) para a construção de um corpo sólido sem a oscilação entre as fases de ganho de peso e de emagrecimento. Esse processo é mais lento e gradual. A dieta cutting e a dieta bulking são muito mais rápidas, mas têm seus pontos negativos. No cutting, pode ocorrer a perda de força e de massa muscular. No bulking, pode haver acúmulo excessivo de gordura.
      Cada indivíduo responde de uma forma diferente para cada tipo de dieta. Logo, não há uma resposta pronta e perfeita para todos. Cada um deve testar a resposta do corpo, a fim de se decidir em torno de uma dieta equilibrada para obtenção de massa muscular do modo gradual (mantendo baixo o percentual de gordura), ou da estratégia de bulking e cutting. Normalmente, os fisiculturistas adotam a estratégia de bulking e cutting.
      Princípios da Dieta Cutting
      Normalmente a dieta cutting é a mais difícil de ser feita, por importar em restrição calórica e alteração de humor de quem pretende secar. Para se fazer essa dieta, alguns princípios devem ser observados para que se atinjam os objetivos da maneira mais rápida e mais saudável possível:
      Diferença Calórica Negativa (Deficit): é o princípio fundamental para se emagrecer. O consumo calórico deve ser inferior ao gasto calórico. É a deficiência de calorias que vai provocar o organismo a queimar os estoques corporais de energia armazenados na forma de gordura. Diferença Calórica Semanal: o comum é que se pense numa deficiência calórica diária. Todavia, para que se queimem os estoques de energia na forma de gordura, o deficit deve ser semanal. Por isso, seguir a dieta cutting por alguns dias e quebrar a dieta num ou outro dia prejudica a queima de gordura. Aumentar o Consumo de Proteínas: eliminado o excesso de calorias de carboidratos e gorduras na dieta, o corpo passa a utilizar aminoácidos livres e a própria massa muscular para liberar energia. Aumentar o consumo de proteínas protege contra a perda de massa muscular, eis que a energia será retirada das proteínas ingeridas, e não da musculatura. Ademais, das três fontes principais de energia (carboidratos, proteínas e gorduras), as proteínas são as que têm a menor tendência a serem estocadas pelo corpo como gordura. Dietas Radicais são Prejudiciais: a diminuição radical do número de calorias vai levar o corpo a diminuir o metabolismo corporal. Reduza o consumo calórico em 200 a 400 kcal por dia (ou 1.400 a 2.800 kcal por semana). Reposição Semanal de Glicogênio: a redução de ingestão de carboidratos e de gorduras vai levar à queima de gordura corporal. Todavia, a ingestão de pouco carboidrato por longos períodos (mais de 7 dias) pode resultar numa redução tão grande de glicogênio que o corpo pode passar a buscar energia dos músculos, catabolizando a massa muscular. O consumo extra de 100 a 200 gramas de carboidratos uma vez por semana pode repor o estoque de glicogênio e evitar a perda de massa muscular, além de aumentar o metabolismo. Dia Radical: a cada 10 a 12 dias um dia de dieta radical, com o consumo máximo de 50 a 80 gramas de carboidratos, pode aumentar a queima de gordura ao alterar as reservas de glicogênio. Pausas Esporádicas: todas as dietas cutting adotadas por longo período de tempo implicam na redução do metabolismo. Quando a dieta não dá mais resultado, ao invés de reduzir ainda mais o consumo calórico, dê uma pausa no cutting. Por alguns dias (dois ou três), aumente seu consumo calórico com qualidade (carboidratos de baixo índice glicêmico e gorduras boas). Ingestão de Fibras: as fibras tornam mais lento o metabolismo dos carboidratos, a liberação de insulina é mais moderada. O excesso de liberação de insulina está normalmente associado a um maior acúmulo de gordura corporal e menor queima de gordura. Ao invés de ingerir arroz branco, pão branco e cereais refinados, adote farinha de aveia, pão integral, feijão, arroz integral e batata-doce. Peixe: muitos peixes não contêm gordura. Ao não fornecer ácidos graxos pela dieta, o corpo vai buscá-los da gordura armazenada no corpo. Por isso, o peixe é excelente para dietas cutting. Peixes “Gordos”: até mesmo peixes ricos em gordura, tais como o salmão, anchova, cavala e atum, são mais magros do que outras fontes de proteína (carne vermelha, queijo e ovos). Ademais, eles contêm ômega 3, substância que não promove a reserva de glicogênio por meio de gordura. Fonte de Calorias: o balanço calórico da dieta cutting não deve ser calculado apenas como números frios. O tipo de alimento também interfere no processo de emagrecimento. Num estudo, dois grupos de mulheres seguiram dietas de 1.600 calorias. Nos dois grupos, a dieta continha 50 gramas de gordura. A diferença entre os grupos se deu nas proteínas e carboidratos. Num grupo, houve mais ingestão de proteínas do que de carboidratos. No outro, a maior parte das calorias era proveniente de carboidratos. Depois de 10 semanas, ambos os grupos tiveram redução similar de peso corporal. No entanto, no grupo cuja dieta foi hiperprotéica, os níveis hormonais da tireóide e o metabolismo foram mais elevados, resultando numa perda 18% maior de gordura e numa preservação 27% maior de músculos.Portanto, a fonte de calorias afeta a queima de gordura. A queima maior se dá em dietas com mais proteínas e menos carboidratos. Fontes de Proteína, Carboidratos e Gorduras: os melhores carboidratos são os complexos, tais como aveia, inhames, batatas, batata doce, arroz integral e pães integrais. Esses carboidratos dão a sensação de saciedade por mais tempo, e evitam o desejo de beliscar guloseimas entre as refeições programadas. As frutas também são boas fontes de carboidratos por fornecerem vitaminas. As melhores fontes de proteína são: claras de ovos, peru, frango, peixe, búfalo e outras fontes de carne vermelha magra. Suplementos de proteína em pó também são boas opções (whey protein, caseína, carne vermelha em pó, soja e albumina). As melhores fontes de gordura são os óleos de peixe, semente de linhaça e azeite de oliva. Nada de Carboidratos Antes de Dormir: para maximizar a liberação de GH (hormônio do crescimento), que protege a massa muscular e incentiva o metabolismo de células de gordura, não se deve ingerir carboidratos antes de dormir. Após 90 (noventa) minutos de sono, os níveis de GH começam a subir. A glicose no sangue afeta a liberação de GH. Quanto menor a quantidade de glicose no sangue, maior será a liberação de GH. Refeições Frequentes: faça pelo menos 5 (cinco) refeições diárias. Pequenas refeições impedem a desaceleração do metabolismo e mantêm os níveis de energia mais estáveis. E, o mais importante, afastam a sensação de fome a ajudam a manter a meta de calorias estipulada para a dieta. Exercícios Cardiovasculares: é isso mesmo, os exercícios cardiovasculares devem fazer parte da dieta cutting ou do planejamento para emagrecer. Apesar de não estar relacionado com a ingestão de calorias, está relacionado com o consumo de calorias e aumento do metabolismo. No cardio, existem os defensores do HIIT (alta intensidade intervalada), os defensores dos aeróbicos em jejum, e os defensores de aeróbicos moderados. Adote uma das técnicas que seja mais apropriada para as suas circunstâncias de tempo e preparo físico. Treinamento com Pesos: assim como os exercícios cardiovasculares, um plano sério de cutting não pode deixar de dar atenção à musculação. Quanto mais massa muscular tem o corpo, maior é o gasto calórico para sua manutenção. Maior o metabolismo, melhores as condições para queima de gordura. A redução muito drástica de ingestão de calorias pode resultar no consumo da massa muscular como fonte de energia pelo corpo. Por sua vez, a redução da massa muscular implica na redução do metabolismo, logo, na redução da queima de gordura. Por isso, é importante o treinamento com pesos para manutenção ou aumento da massa muscular. A dieta cutting deve ser equilibrada neste ponto. Refeição Pré-Treino com Whey Protein: ao treinar com reduzida quantidade de glicose proveniente de carboidratos na corrente sanguínea, o corpo libera mais norepinefrina, substância que queima as células adiposas para liberação de energia. Para que as gorduras sejam queimadas durante o treino, sua refeição pré-treino não pode ter mais do que 20 gramas de carboidratos e deve ser acompanhada de uma proteína de fácil digestão, tal qual a whey protein. Os carboidratos devem ser de baixo índice glicêmico. Água: pode parecer banal, mas a água é essencial para qualquer processo metabólico, inclusive para a queima de gorduras. Nosso corpo é composto por 55-75% de água. A água no fígado é importante para a metabolização da gordura. A água também pode afastar a fome, ajudando a seguir a dieta. Mais água nos músculos implica em mais força e maior tamanho. Tome de 8 a 12 copos de água por dia (recomendação da ISSA - The International Sports Sciences Association). Dormir Bem: dormir bem também ajuda a queimar gordura. A falta de sono adequado implica no aumento do cortisol, hormônio relacionado ao catabolismo muscular. Dormir mal também implica em alterações hormonais que resultam no aumento da forme e apetite. Também há redução glicose e sensibilidade à insulina. O tempo ideal de sono é de aproximadas 7 (sete) a 8 (oito) horas por noite. Para quem treina muito pesado, normalmente esse tempo é aumentado para 8 (oito) a 9 (nove) horas por noite. Por fim, durante o sono, o corpo recupera o tecido muscular dos treinamentos intensos. Suplementos Termogênicos: sinefrina, evodiamina e capsaicina são substâncias presentes em suplementos alimentares termogênicos que estimulam o sistema nervoso a produzir norepinefrina, substância que procova a queima de gordura. Os suplementos termogênicos evitam a redução do metabolismo. Suplementos com Glutamina e BCAAs: a glutamina previne o uso de BCAAs como fonte de energia, certo que esses aminoácidos são mais demandados quando a ingestão calórica é reduzida. A glutamina também aumenta o metabolismo. Além da glutamina, também faça uso de BCAAs antes e depois do treino, no café da manhã e antes de dormir. Suplementos com GLA (ômega 6) e CLA: o ácido gama linoléico (ômega 6) induz a queima de gordura ao invés de seu armazenamento. O CLA aumenta os níveis de HSL, hormônio que determina a abertura da célula de gordura para ser utilizada como fonte de energia. Suplementos Protéicos: você não precisa comprar a proteína da marca mais cara. Observe a composição do produto e o preço. Um bom suplemento protéico deve fornecer pelo menos uns 20 gramas de proteínas por dose, BCAAs e conter pouco ou nenhum açúcar. Prefira a caseína para tomar à noite (absorção lenta) e a whey protein isolada para ingerir após o treino (absorção rápida). Suplementos com Vitaminas e Minerais: numa dieta restritiva, pode haver carência de vitaminas e mineirais. Para não se correr esse risco, suplementos multivitamínicos e multiminerais podem ser úteis, assim como aqueles com óleo de peixe, vitamina C e ferro. Suplementos com Creatina e Pré-Treino: estes suplementos podem não ser considerados essenciais, mas o aumento de força e de disposição podem trazer um estímulo significante para a obtenção do resultado desejado com a dieta cutting. Normalmente um bom pré-treino contém creatina, l-arginina, vitaminas do complexo B, ácido alfa-lipólico e niacina.  Princípios da Dieta Bulking
      Os princípios de uma boa dieta bulking, como se poderia imaginar, são praticamente os mesmos da dieta cutting. A diferença fundamental está no princípio da ingestão calórica. Ao invés de ser deficitária, a equação deve ser positiva. Deve-se ingerir mais calorias do que o corpo consome para a manutenção das atividades vitais. E essa diferença é obtida primordialmente pela ingestão de mais carboidratos complexos (baixo índice glicêmico), podendo ser mantida a mesma ingestão de proteínas e gorduras.
      Diferença Calórica Positiva (Superavit): é o princípio fundamental para se ganhar massa ou engorda. O consumo calórico deve ser superior ao gasto calórico. É a sobra de calorias que vai proporcionar ao organismo o crescimento muscular (preferencialmente com pouco acúmulo de gordura). Diferença Calórica Semanal: o comum é que se pense num superavit calórico diário. Todavia, para que se ganhar massa, o superavit deve ser semanal. Por isso, seguir a dieta bulking por alguns dias e quebrar a dieta num ou outro dia prejudica o ganho de massa. Refeições Balanceadas: em cada refeição, deve-se manter a ingestão balanceada entre proteínas, carboidratos e gorduras, não exagerando nos carboidratos e muito menos em carboidratos de alto índice glicêmico. Monitoramento Semanal: acompanhe as mudanças corporais pelo menos uma vez por semana. Verifique a proporção de músculos e gorduras no ganho de peso. O ideal é que o ganho de massa magra seja superior ao ganho de massa gorda. Exercícios Cardiovasculares: diminua a quantidade de cardio, mas não deixe de fazê-lo. O acréscimo de calorias e a ausência de aeróbicos pode resultar num acúmulo maior de gordura corporal. Uma boa condição cardiovascular também melhora o desempenho do treinamento com pesos, permitindo menores tempos de intervalo entre as séries. Mínimo de 2 a 3 g de Proteínas por kg Corporal por Dia: o consumo de proteínas deve ser elevado para o ganho de massa muscular magra. A ingestão deve ser de 2 a 3 gramas por quilograma de peso corporal. Por exemplo, um sujeito de 80 kg deve consumir 160 a 240 g de proteína por dia. Ganho Gradual de Massa: o ganho de massa deve ser gradual para se evitar o aumento excessivo do percentual de gordura. O ideal é que o ganho de massa corporal seja de aproximados 300 g por semana, ou 1,2 kg por mês. Com exceção do deficit calórico, à dieta bulking são aplicáveis todos os princípios da dieta cutting (suplementação, boas noites de sono, ingestão farta de água, qualidade dos nutrientes, treinamento intenso e assim por diante).
      Dieta de Manutenção
      Ao se obter o shape desejado, o que resta é a dieta de manutenção. Nesta, o maior diferencial é manter a ingestão calórica semanal o mais próximo possível do gasto calórico semanal (sem deficit ou superavit calórico). O ideal é não tratar a fase de manutenção como "dieta". O termo mais apropriado é "estilo de vida". 
      Aqui se aplicam também os mesmos princípios das dietas cutting (para emagrecer) e bulking (para engordar). A manutenção de uma composição corporal saudável e esteticamente desejada somente se dá por um estilo de vida que prioriza a alimentação regrada, treinamento intenso e descanso suficiente.
      Fontes:
      Principles Of Getting Shredded: 20 Nutritional Tips For A Leaner You GLA: The Good Omega 6 that Flushes Fat 4 Principles That Will Get You Ripped! Death to the Bulk and Cut Diet Ask The Ripped Dude: Can Drinking Water Help Me Lose Weight? Sleep: The Unsung Hero of Fat Loss! How to Properly do Cutting and Bulking Phases Top 10 Rules of Successful Clean Bulking BULKING 101: Principles to Gain Lean Mass Correctly The Do’s & Don’ts of Bulking up!
    • By fisiculturismo
      Quem nunca ouviu uma velha receita de rato de academia com claras de ovos? E a gema? Costuma ser desperdiçada, ao argumento de que contém muita gordura. Já a clara é praticamente 100% proteína, sem carboidratos e sem gordura. 
      Mas e a gema? Por que se criou o mito de que não seria boa para a dieta do fisiculturista? As gemas são ricas em vitaminas A, D, E e K. Também são ricas em gorduras saudáveis. E contém o elemento mais importante para o fisiculturista: o colesterol necessário para a produção da testosterona.
      Não é só isso. As gemas também são ricas em proteínas, contém a mesma quantidade de proteínas das claras. Veja uma comparação entre 8 claras de ovos e 4 ovos inteiros:
        8 Claras de Ovos 4 Ovos Inteiros Proteínas: 28 g 28 g Carboidratos: 2 g 2 g Gorduras: 0 g 21 g Calorias: 137 kcal 312 kcal Mesmo que você esteja numa dieta restritiva low carb (pouco carboidrato), é muito mais vantajoso em termos nutricionais a ingestão dos ovos inteiros (clara e gema) do que somente as claras. A quantidade de calorias dos ovos inteiros ainda é baixa, e a gordura presente na gema permite que as proteínas sejam absorvidas de forma gradual, por mais tempo. Ademais, o perfil de aminoácidos do ovo inteiro é melhor do que o perfil das claras.
      Todavia, se você precisar de uma absorção rápida de proteínas, as claras ainda são preferíveis frente aos ovos inteiros. E quanto ao mau colesterol (LDL), já está demonstrado que o consumo de gemas não piora os seus níveis. Portanto, opte por consumir ovos inteiros! Você não desperdiça as gemas, consegue a mesma quantidade de proteínas com a metade de ovos (economia), ganha vitaminas e substrato para a produção de hormônios, como a testosterona.
      Fontes:
      Whole Eggs vs. Egg Whites Which is better for your bodybuilding goals?
      Are chicken eggs good or bad for my cholesterol?
    • By Batata...
      A proteína isolada de soja é feita a partir da farinha de soja desengordurada, por meio de um processamento que viabiliza a remoção de outros componentes, tais como carboidratos, fibras e fatores antinutricionais, representando a forma mais refinada e pura da proteína da soja disponível no mercado, sendo praticamente isenta de odor, cor e apresentando sabor neutro. Ela contém no mínimo 88% de proteínas em base seca.
      Composição nutricional em 100 g de proteína isolada de soja:
      Valor energético (kcal) 335,0 Carboidratos (g) 0 Proteínas (g) 88,3 Gorduras totais (g) 3,4 Gorduras saturadas (g) 0,4 Fibras alimentares (g) 0 Cálcio (mg) 178 Sódio (g) 1 Os compostos responsáveis pelo sabor característicos da soja (isoflavonas e compostos voláteis), considerados muitas vezes como uma barreira para o seu consumo, estão presentes no grão. Eles também são formados durante o processo de obtenção da proteína isolada, tanto pela ação do calor, como pela ação de enzimas presentes no grão, principalmente a lipoxigenase, que catalisa a oxidação da gordura presente na soja. No entanto, o aquecimento úmido ou por vapor direto, utilizados no processo de produção da proteína de soja, são eficientes na inativação da lipoxigenase, o que contribui para redução do sabor amargo no produto proteico final. 
      Assim, a remoção da gordura do grão da soja durante o processamento para obtenção da proteína isolada contribui para obtenção de um produto final com sabor mais neutro.
      A proteína isolada de soja é fonte de peptídeos bioativos que contêm em média de 3 a 20 aminoácidos e podem ser obtidos quando as proteínas passam por um ou mais processos, como: 
      ação de enzimas gastrointestinais;  hidrólise das proteínas da soja através da fermentação por micro-organismos proteolíticos;  digestão in vitro através da ação de enzimas proteolíticas. Estes peptídeos bioativos da soja apresentam potencial ação antioxidante, anti-hipertensiva e imunomoduladora Vantagens da proteína isolada de soja:
      Fonte de proteínas de alta qualidade de acordo com o PDCAAS  Sabor neutro em comparação a outros produtos da soja, o que facilita sua adição a alimentos e ingredientes diversos, a fim de aumentar seu valor nutricional Por ser de origem vegetal, não contém lactose e colesterol  O tratamento térmico realizado em seu processamento inativa os fatores antinutricionais, preservando a qualidadeda proteína em sua forma isolada. Compostos bioativos
      Os peptídeos bioativos são fragmentos específicos da proteína da soja, liberados após a digestão e/ou fermentação desta. A Glicina e a ß-conglicinina representam de 65% a 80% das proteínas da soja e são as principais precursoras desses peptídeos. Eles possuem funções no organismo relacionadas à redução do risco de doenças crônicas, como diabetes mellitus tipo 2, doenças cardiovasculares, como a aterosclerose, hipertensão arterial, ganho de peso e obesidade. Tais propriedades estão descritas a seguir:
      Diabetes mellitus tipo 2: Estudos em humanos indicam uma relação inversa entre maior frequência do consumo de alimentos à base de proteína de soja (sem adição de açúcar) e o risco de incidência de diabetes tipo 2, com melhora na sensibilidade à insulina. O mecanismo pelo qual a soja influencia o metabolismo da glicose ainda não está completamente elucidado, sendo sugerido potencial efeito dos peptídeos bioativos da soja no aumento da captação da glicose em células hepáticas, através do transportador GLUT1 e ativação do transportador GLUT4. Doenças cardiovasculares: Esses peptídeos também atuam como antioxidantes, diminuindo a formação de espécies reativas de oxigênio e a oxidação de lipídios, como o LDL-colesterol, principal fator de risco para a aterosclerose. Hipertensão arterial: Os peptídeos derivados da proteína da soja contribuem ainda com a redução da pressão arterial, pois inibem a enzima que converte a angiotensina I em angiotensina II, sendo essa última um potente vasoconstritor. Ganho de peso e obesidade: Esses peptídeos ativam os receptores para colecistoquinina (CCK), hormônio responsável pelo aumento da saciedade, o que reduz o apetite. Além disso, eles diminuem as concentrações sanguíneas de triacilglicerol, de colesterol total e de LDL-colesterol, por reduzirem sua absorção no intestino e a lipogênese no fígado, o que contribui com o controle do peso corporal. Micronutrientes
      A soja apresenta maior quantidade de micronutrientes em relação às demais leguminosas. Apesar da presença de fitatos que podem reduzir a biodisponibilidade desses nutrientes, os fitatos podem ser eliminados através do tratamento térmico para obtenção de produtos proteicos da soja e também pelo processo de fermentação na produção de alimentos à base soja. Além disso, a indústria dispõe de recursos tecnológicos para fortificação desses produtos a fim de compensar uma menor biodisponibilidade de tais nutrientes, especialmente o cálcio, em bebidas à base de soja. 
      Cabe destacar ainda que, por exemplo, a substituição de até 30% da carne por proteína de soja não apresenta impacto negativo relevante na absorção do ferro. Estudos em humanos mostraram que a ingestão de concentrado de soja em quantidade equivalente a 23 gramas de proteína por dia não prejudicou a assimilação do cálcio, magnésio, zinco ou ferro da dieta.
      O consumo de uma porção de 30g de soja pode contribuir com até 11% dos valores diários (VD) recomendados para a ingestão de alguns minerais.
      Fatores antinutricionais da soja
      A soja crua possui fatores antinutricionais em sua composição capazes de provocar efeitos negativos na saúde humana. Dentre eles estão os inibidores de tripsina, que dificultam a digestão das proteínas, as hemaglutininas e as saponinas, que podem estimular processos inflamatórios no organismo; além dos fitatos, que podem interagir com alguns minerais como o ferro, cálcio e zinco e reduzir sua absorção.
      No entanto, os efeitos destes compostos podem ser desativados através do tratamento térmico adequado, feito com a proteína isolada de soja por exemplo, ou mesmo pelo processo de fermentação em alguns subprodutos da soja, melhorando a sua qualidade nutricional.
      Crescimento e desenvolvimento infantil
      As fórmulas infantis de proteína isolada de soja encontradas no mercado não contêm lactose e fornecem 67 kcal/dL. Por serem produzidas a partir da proteína isolada de soja, que sofre processamento térmico para inativação de fatores antinutricionais, mantém a qualidade da proteína no produto final.
      São, ainda, suplementadas com os aminoácidos (L-metionina, L-carnitina e taurina) e com alguns minerais como cálcio, para fornecer os conteúdos proteicos e minerais adequados, determinados por órgãos internacionais para a alimentação de lactentes nascidos a termo.
      Durante o primeiro ano de vida, de crianças nascidas a termo, embora a fórmula de proteína isolada de soja forneça nutrientes adequados para o crescimento e desenvolvimento normais, ela é indicada apenas nas seguintes circunstâncias: 
      grave intolerância persistente à lactose;  galactosemia;  tratamentos de alguns casos de alergia a proteína do leite de vaca;  desordens do metabolismo de carboidratos;  preferência por dieta vegetariana ou ainda por questões religiosas, éticas e fisiológicas que restringem o uso de fórmulas à base de leite de vaca e de outros animais. Para lactentes com alergia a proteína do leite de vaca, é indicada a fórmula com proteína hidrolisada ou com aminoácidos sintéticos caso a hidrolisada não seja tolerada. Devido à possibilidade de reações adversas à proteína de soja em lactentes menores de 6 meses de idade, a fórmula de soja não deve ser utilizada nesse período.
      Se o seu uso terapêutico for considerado para depois dos 6 meses de idade, por causa do seu baixo custo e melhor aceitação, a tolerância à proteína de soja deve primeiro ser estabelecida por provocação clínica.
      A partir de um ano de idade e após, a alimentação com fórmulas infantis à base proteína de soja isolada e suplementada com aminoácidos é capaz de suprir as necessidades de aminoácidos, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento infantil e para a reparação e manutenção proteica de adultos.
      Estudos indicam que, em crianças que receberam fórmulas à base de proteína isolada de soja, a concentração sérica de albumina, um marcador de adequação nutricional, apresenta-se normal, e que a mineralização óssea é equivalente àquela documentada em crianças alimentadas com fórmulas à base de leite de vaca.
      Revisões da literatura e de estudos clínicos comcrianças que receberam fórmulas à base de soja também não apresentam evidências de que o uso de fórmulas contendo proteína de soja possa prejudicar a adequação nutricional, o desenvolvimento sexual, neurológico ou ainda interferir na resposta imune a vacinas.
      Corroborando estes dados, um estudo prospectivo que acompanhou por cinco anos o desenvolvimento de gruposde crianças que receberam diferentes dietas (fórmula infantil à base de soja, ou fórmula infantil à base de leite ou foram alimentadas à base de leite materno) observou que o crescimento se apresentou dentro dos limites normais em todos os grupos avaliados.
      Ao analisar a prevalência de alergia a soja na infância, observa-se que esta é baixa, como elucidado por Katz etal. (2014), que realizaram uma revisão com meta-análise de 40 estudos que avaliaram o índice de sensibilização alérgica a soja em lactentes e indivíduos até os 19 anos de idade. Os resultados indicaram que a prevalência de alergia a soja para a população em geral foi de 0 a 0,5% (0,27), para a população referida foi de 0,4-3,1% (1,9) e para crianças alérgicas de 0 a 12,9% (2,7). A prevalência de sensibilização após a utilização de fórmulas à base de soja foi de 8,7 e 8,8%, respectivamente.
      Há evidências de que a alergia a soja na infância possa ser revertida. Um estudo clínico retrospectivo realizado com 133 pacientes com alergia mediada por IgE, observou que aproximadamente 50% das crianças se tornaram tolerantes a soja por volta dos 7 anos.
      Vale destacar ainda que o Instituto Nacional de Desenvolvimento de Ciências e do Ambiente corrobora o Painel de Experts em Fórmula Infantil de Soja, ao reforçar que a preocupação com os efeitos adversos relacionados ao conteúdo de isoflavonas da soja sobre o desenvolvimento de crianças é mínima. Os especialistas ressaltam ainda que as evidências sobre potenciais efeitos tóxicos da proteína isolada de soja nesta faixa etária são insuficientes para desencorajar seu uso).
      Sistema imune
      As proteínas da soja também desempenham papel importante no sistema imunológico, reduzindo processos inflamatórios e fortalecendo a imunidade. Um trabalho publicado em 2014 identificou que os peptídeos derivados da proteína da soja são capazes de inibir a expressão de citocinas pró-inflamatórias, diminuindo, por conseguinte, os processos inflamatórios crônicos no organismo.
      Outra pesquisa demonstrou que esses peptídeos são capazes de aumentar as defesas do organismo, reduzir o estresse e melhorar a circulação no cérebro. Tais efeitos decorrem da diminuição da produção de adrenalina e do aumento da concentração de dopamina, um neurotransmissor fundamental para a motivação, foco e produtividade. Contudo, ainda são necessários mais estudos para determinar seu mecanismo de ação.
      Saciedade e gerenciamento de peso
      Estudos têm demonstrado que as proteínas da soja contribuem para o gerenciamento de peso, uma vez que reduzem a velocidade de esvaziamento gástrico, o que ajuda no controle do apetite. Além disso, seus peptídeos bioativos aumentam a expressão dos receptores do hormônio colecistoquinina (CCK), responsável pelo aumento da sensação de saciedade, potencializando esse efeito.
      Uma pesquisa de intervenção realizada com 20 indivíduos obesos observou que a proteína da soja foi capaz de aumentar a sensação de saciedade, auxiliando na redução do consumo de alimentos e na perda de peso . Outro trabalho, realizado com 31 adolescentes saudáveis, identificou maior controle do apetite, com o aumento da saciedade e da qualidade da dieta, após o consumo de snacks ricos em proteína de soja, o que, ainda, contribuiu positivamente para a cognição e o humor.
      Síndrome metabólica: perfil lipídico
      Segundo dados do Relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre as doenças não comunicáveis, publicado em 2012, as doenças cardiovasculares foram responsáveis por 46,2% das mortes que ocorreram em todo mundo, sendo, assim, um importante problema de saúde pública. Um dos principais fatores de risco para a ocorrência dessas doenças é a síndrome metabólica, caracterizada pela presença de três ou mais fatores dentre oslistados abaixo:
      Excesso de gordura abdominal em homens, representado por valores de circunferência da cintura com mais de 102 cm e, nas mulheres, maior que 88 cm. Baixa concentração de HDL-colesterol no sangue: em homens, menos que 40mg/dL e, nas mulheres, menos do que 50mg/dL. Níveis sanguíneos de triacilglicerois elevados: 150mg/dL ou superior Pressão sanguínea alta: 135/85 mmHg ou superior Glicose elevada: 110mg/dL ou superior. Diversos estudos têm demonstrado que as proteínas da soja são capazes de reduzir o risco para o desenvolvimento desses fatores), especialmente no que tange aos níveis sanguíneos de colesterol e triglicérides, conforme descrito a seguir.
      Uma pesquisa realizada com 352 adultos constatou que as proteínas da soja diminuem a concentração de colesterol total no sangue e aumentam a concentração de HDL-colesterol em comparação às proteínas do leite. Outro estudo, realizado com mulheres no período pós-menopausa, verificou que o consumo de proteínas da soja contribuiu tanto para o aumento da captação de glicose pelas células quanto para a diminuição da concentração de LDL-colesterol no sangue.
      Estudos de revisão e meta-análise publicados entre 2004 e 2007 concluíram que o consumo de proteína da soja reduz a concentração de LDL-colesterol em torno de 3 a 5%. Em estudo de meta-análise com levantamentos de 1996 a 2008, incluindo ensaios clínicos randomizados e que totalizaram 43 publicações, foi observada associação entre o consumo de proteína da soja e a redução da concentração de LDL-colesterol.
      A redução média observada foi de 5,5% (-0,23mmol/L) em estudos paralelos e de 4.2% (-0.16mmol/L) em ensaios do tipo crossover, em comparação ao basal. Corroborando estes dados, uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados relatou que o consumo médio diário de 25g de soja contribui para redução média de -0,23mmol/L (8,9mg/dL) na concentração de LDL colesterol (p<0.0001).
      Em relação ao colesterol total, a redução média foi de - 0.22mmol/L (8,5mg/dL) (p<0.0001), o equivalente a 3,7% de redução em comparação às concentrações detectadas antes da intervenção.
      A redução da colesterolemia, mesmo que pequena, parece ser eficiente na diminuição dos índices de mortalidade por doenças cardiovasculares, uma vez que a diminuição de 10mg/dL de LDL-colesterol reduz o risco cardiovascular em torno de 10% . Assim, evidências apresentadas suportam o benefício do consumo da proteína da soja como parte de uma alimentação equilibrada para gerenciamento da concentração do colesterol plasmático.
      Atividade física
      A prática de exercícios físicos promove a degradação das proteínas musculares, com a oxidação dos aminoácidos. Pesquisas têm observado que as proteínas da soja contribuem com a síntese das proteínas musculares e reduzem o dano causado às fibras desse tecido, especialmente pela presença de leucina em sua composição.
      Uma pesquisa realizada com homens jovens submetidos a treinos de resistência, três vezes por semana, observou que o consumo de suplementos contendo a proteína de soja foi capaz de aumentar a massa magra após três meses de acompanhamento. Um trabalho realizado com 60 mulheres pós-menopausa e com osteoporose constatou que o consumo da proteína isolada de soja, associado a exercícios físicos, realizados quatro vezes na semana por um período de 12 semanas, propiciou aumento significativo tanto da massa muscular quanto da óssea.
      Diversos estudos demonstraram também que a proteína isolada de soja aumenta a massa muscular da mesma forma que as proteínas do leite. Ademais, a combinação de soja e leite pode melhorar a síntese de proteínas musculares, aumentando a disponibilidade de aminoácidos.
      Envelhecimento
      O processo de envelhecimento pode aumentar o risco para o desenvolvimento de algumas doenças, como a osteoporose e a sarcopenia, caracterizadas pela redução das estruturas óssea e muscular, respectivamente.
      Um estudo observou que o consumo de 40g de proteína de soja, por um período de três meses, reduziu o risco de fraturas em homens saudáveis. Recente revisão concluiu que a suplementação com a proteína de soja é eficiente para reduzir a degradação das proteínas musculares durante o processo de envelhecimento.
      Segurança no consumo da proteína isolada de soja
      A soja é um alimento com alta densidade nutritiva, rico em proteínas de alta qualidade, capaz de suprir as necessidades proteicas em todas as fases da vida. Contudo, seu consumo esbarra em uma série de conceitos imprecisos, que serão elucidados a seguir. 
      Consumo de soja e as funções endócrinas e reprodutivas
      Alguns estudos encontraram fracas evidências sugerindo a relação entre o consumo de fórmulas à base de proteína de soja e o aumento dos níveis urinários de isoflavonas. Entretanto, nenhum dos autores encontrou diferenças significativas entre as concentrações dessas isoflavonas e os níveis de hormônios estrogênicos em crianças. Além disso, uma recente meta-análise relatou que os fitoestrógenos encontrados no sangue dessas crianças estavam na sua forma conjugada, sendo, assim, incapazes de exercerem efeitos hormonais.
      Do mesmo modo, não foram encontradas evidências convincentes que comprovem que o consumo da proteína de soja possa alterar a idade da menarca e/ou a duração do ciclo menstrual, e nem tampouco a função tiroidiana.
      Consumo de soja e efeito feminilizante e infertilidade em homens
      Existe o mito de que, devido ao conteúdo de isoflavonas presente na soja, seu consumo poderia aumentar os níveis de estrogênio e diminuir os níveis de testosterona em homens. Neste contexto, fundamentou-se a teoria de que isso poderia causar ginecomastia, infertilidade e efeito feminilizante.
      A ginecomastia pode ser causada por aumento de estrógeno, que leva a proliferação do tecido mamário, e diminuição de andrógeno, hormônio que, normalmente, inibe esse fenômeno. Há relatos de casos sobre o consumo de soja e ginecomastia, porém deve-se lembrar da limitação deste tipo de pesquisa, pois o efeito foi detectado em apenas um único indivíduo.
      Martinez e Lewi (2008) publicaram um relato de caso de um homem de 60 anos com ginecomastia e níveis de estrogênio drasticamente elevados. A hipótese era a de que a causa seria o consumo de extrato de soja e isoflavona.
      No entanto, o participante consumia 3 litros de extrato de soja por dia, uma quantidade que fornece aproximadamente 360mg de isoflavonas, valor além do consumo habitual e também do encontrado em uma dieta típica japonesa, população que apresenta o maior consumo.
      Messina (2014) discute que até mesmo a ingestão excessiva de outros alimentos muito nutritivos pode produzir efeitos indesejáveis. Assim, se um indivíduo consumisse uma quantidade similar de leite de vaca no lugar do extrato de soja, a ingestão de cálcio teria excedido o limite de segurança superior em cerca de 50%, o que poderia ter levado a efeitos adversos graves, como a hipercalcemia.
      Em relação ao potencial efeito de infertilidade em homens causados pelo consumo de soja, há evidências sólidas que contrapõem este mito.
      Uma meta-análise de 32 estudos com população de homens adultos teve como objetivo determinar se as isoflavonas exercem efeitos similares aos do estrogênio em homens, diminuindo a testosterona biodisponível, a globulina de ligação do hormônio sexual (SHBG), a testosterona livre e o índice de andrógeno livre (FAI). No entanto, o estudo não observou efeitos significativos no perfil hormonal tanto para níveis de testosterona quanto para SHBG.
      A média de consumo de isoflavonas nos estudos variou entre 20 e 900mg/dia e a média de proteína de soja foi de 0 a 17g/dia. Embora os estudos avaliados tenham sido de duração inferior a 6 meses, a ingestão de proteína de soja e isoflavona excedeu muito a da dieta típica japonesa, que é de 6 a 11g e de 25 a 50mg, respectivamente.
      Estes dados demonstram que o consumo de soja ou suplementos de isoflavona não tem efeitos adversos associados aos níveis mais baixos de testosterona. Os resultados desta meta-análise sugerem que nem os alimentos de soja e nem os suplementos de isoflavonas alteraram as concentrações de testosterona, sendo seu consumo seguro para homens.
      Considerações finais
      O Brasil é o segundo maior produtor mundial de soja e o segundo maior exportador do grão, do óleo e do farelo da soja, atrás somente dos Estados Unidos. É um produto versátil que pode ser consumido tanto na sua forma in natura quanto na processada, como a proteína isolada de soja.
      A proteína isolada de soja é a forma mais refinada e pura da proteína da soja, contendo cerca de 90% de proteínas em base seca. Ela é feita a partir de grãos desengordurados, com a remoção de outros componentes, como os carboidratos, e seu processamento térmico permite a inativação dos fatores antinutricionais.
      A proteína isolada de soja é fonte de proteínas de alta digestibilidade/disponibilidade e, por ser de origem vegetal, não possui lactose e nem colesterol. Por apresentar sabor neutro, é uma opção para ser adicionada em alimentos e ingredientes diversos a fim de aumentar o valor nutricional da preparação e/ou refeição.
      Estudos demonstraram que tanto a proteína da soja como seus compostos bioativos apresentam efeitos benéficos para a saúde, atuando no crescimento e desenvolvimento infantil a partir de um ano de idade, na saciedade e no gerenciamento do peso, na síndrome metabólica e no aumento das massas muscular e óssea.
      Seu consumo não é indicado entre zero e 6 meses de vida, sendo potencialmente indicado dos 6 aos 12 meses de vida, com o uso de fórmulas infantis à base de proteína isolada de soja. Mostra-se seguro a partir dos 6 meses de vida e é recomendado especialmente para indivíduos com alergia a proteína do leite de vaca ou intolerância à lactose.
      O consumo de 25 g de proteína de soja por dia, associado a uma alimentação equilibrada e a hábitos de vida saudáveis, contribui para ajudar a redução do colesterol.
      Proteina-Isolada-Soja.pdf
      Referências:
      AAP – American Academy of Pediatrics. Bathia j, Greer F, Committee on nutrition. Use of soy protein-based formulas in infant feeding. Pediatrics. 2008; 121:1062-8.
      Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução - CNNPA nº 12, de 1978a [acesso em 15 fev 2016]. 
      Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/aditivos-alimentares-e-coadjuvantes
      Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução - CNNPA nº 14, de 1978b. [acesso em 23 fev 2016]
      Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/aditivos-alimentares-e-coadjuvantes
      Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução RDC nº 268, de 22 de setembro de 2005 aprovao “Regulamento técnico para produtos proteicos de origem vegetal”, 2005 [acesso em 15 fev 2016]. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/legislacao-por-categoria-de-produto
      Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Brasil). Alimentos com alegações de propriedades funcionais e ou de saúde, novos alimentos/ingredientes, substâncias bioativas e probióticos, 2008. IX - Lista de alegações de propriedade funcional aprovadas [acesso em 15 fev 2016]. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/alimentos/alegacoes
      Agyei D. Bioactive proteins and peptides from soybeans. Recent Pat Food Nutr Agric. 2015; 7(2): 100-7.
      Agyei D, Danquah MK. Industrial-scale manufacturing of pharmaceutical-grade bioactive peptides. Biotechnol Adv.2011; 29 (3): 272-7.
      Akhavan NS, Pourafshar S, Navaei N, Arjmandi BH. Soy protein supplementation may play a role in decreasing the risk of bone fracture through affecting hematopoietic factors in young and old men. The FASEB Journal. 2013; 27(1):lb344.
      Allen UD, McLeod K, Wang EE. Cow’s milk versus soy-based formula in mild and moderate diarrhea: a randomized, controlled trial. ActaPaediatr. 1994;83(2):183–187.
      Andrade IT, Junior AHL, Ferraz PLC. Efeito da suplementação de proteína isolada do leite ou da soja na prevenção da perda de massa muscular em idosos saudáveis: uma revisão. Nutrire. 2015; 40(1):90-103.
      Andres A, Casey PH, Cleves MA, Badger TM. Body fat and bone mineral content of infants fed breast milk, cow’s milk formula, or soy formula during the first year of life. J Pediatr. 2013; 163(1):49-54.
      Andres A, Cleves M, Bellando JB et al. Developmental status of 1-year-old infants fed breast milk, cow’s milk formula, or soy formula. Pediatrics. 2012; 129:1134-40.
      Applewhite TH. World Conferece on oilseed Techonology and utilization. Proceedings of the world conference on oilseeds technology and utilization. 1992: Budapest, Hungary.
      Araújo JMA, Carlos JCS, Sedyama CS. Isoflavonas em grãos de soja: importância da atividade de ß-glicosidase na formação do sabor amargo e adstringente. Ciência e Tecnologia de Alimentos. 1997; 17(2):137-141.
      Badger TM, Gilchrist JM, Pivik RT, Andres A, Shankar K, Chen JR, Andres A, Ronis MJJ. The health implications of soy infant formula. Am J ClinNutr. 2009;89:1-5.
      Bajpai S, Aparna Sharma A, Gupta MN. Removal and recovery of antinutritional factors from soybean flour. Food Chemistry 89 (2005) 497–501.
      Wijesinha-Bettoni R, Burlingame B. Protein quality evaluation twenty years after the introduction of the protein digestibility corrected amino acid score method. 2012; 108(2): S183-S211.
      Burris RL, Ng HP, Nagarajan S. Soy protein inhibits inflammation-induced VCAM-1 and inflammatory cytokine induction by inhibiting the NF-?B and AKT signaling pathway in apolipoprotein E-deficient mice. Eur J Nutr. 2014; 53(1):135-48.
      Cai TD, Chang CK. Characteristics of production-scale tofu as affected by soymilk coagulation method: propeller blade size, mixing time and coagulant concentration. Food Res Int. 1998; 31(4): 289-95.
      Chaudhary J, Patil GB, Sonah H, Deshmukh RK, Vuong TD, Valliyodan B, Nguyen HT. expanding omics resources for improvement of soybean seed composition traits. Frontiers in plant science. 2015; 6:1021.
      Anderson JW, Bush HM. Soy protein effects on serum lipoproteins: a quality assessment and meta-analysis of randomized, controlled studies. J Am Coll Nutr. 2011;30(2):79-91.
      Choct M, Dersjant-Li Y, McLeish J, M Peisker M. Soy oligosaccharides and soluble non-starch polysaccharides: a review of digestion, nutritive and anti-nutritive effects in pigs and poultry. Asian-Australas J Anim Sci. 2010; 23 (10): 1386 – 98.
      DESER- Departamento de Estudos Socio-Economicos Rurais. Produção e consumo de óleos vegetais no Brasil. 2007. Boletim eletrônico 59 [acesso em 20 mar 2016]. Disponível em: http://www.deser.org.br/documentos/doc/Produção e consumo de óleos vegetais.pdf
      Embrapa Soja. 2016a. História da soja [acesso em 20 abr 2016]. Disponível em: https://www.embrapa.br/soja/cultivos/soja1/historia
      Embrapa Soja, 2016b. Soja em números (safra 2014/2015) [acesso em 20 abr 2016] Disponível em: https://www.embrapa.br/soja/cultivos/soja1/dados-economicos
      Embrapa Soja, 2016c. [acesso em 20 abr 2016]. Disponível em: https://www.embrapa.br/soja/alimentacao
      Endres JG. Soy protein products characteristics, nutritional aspects, and utilization. Champaing: AOCS Press; 2001.
      ESPGHAN – European Society for Pediatris Gastroenterology, Hepatology and Nutrition. Soy protein infant formula and follow-on formulae: A commentary by the ESPGHAN Committee on Nutrition. J PediatrGastroenterolNutr. 2006; 42(4):352-61.
      FAO/WHO/UNU- Food and Agricultural Organization/World Health Organization/ United Nations University. Protein Quality Evaluation. Report of a joint. FAO/WHO/UNU Expert Consultation. FAO: Rome, 1991.
      FAO-Food and Agricultural Organization. Technology of production of edible flours and protein products from
      soybeans, 1992. FAO Agricultural services bulletin número 97. Disponível em: http://www.fao.org/docrep/t0532e/t0532e00.HTM .
      FAO/WHO/UNU - Food and Agricultural Organization/World Health Organization/United Nations University. Joint expert consultation (FAO/OMS/UNU). Protein and amino acid requirements in human nutrition. WHO: Geneva, 2002.
      FDA- Food and Drug Administration. Evidence-based review system for the scientific evaluation of health claims, 2007 [acesso em 19 jan 2016]. Disponível em: https://www.fda.gov/regulatory-information/search-fda-guidance-documents/guidance-industry-evidence-based-review-system-scientific-evaluation-health-claims
      Ferreira ES, Silva MA, Demonte A, Neves VA. Conglycinin (7S) and glycinin(11S) exert a hypocholesterolemic effect comparable to that of fenofibrate in rats fed a high-cholesterol diet. J Funct Foods. 2010; 2:175–283.
      Fomon SJ, Ziegler EE. Soy protein isolates in infant feeding. In: Wilcke HL, Hopkins DT, Waggle DH, eds. Soy Protein and Human Nutrition. New York, NY: Academic Press Inc; 1979: 79–99.
      Granato D, Branco GF, Nazzaro F, Cruz AG, Faria JAF. Functional foods and nondairy probiotic food development: trends, concepts, and products. Compr Rev Food Sci Food Saf. 2010; 9(3):292–302.
      Gu Y, Wu J. LC-MS/MS coupled with QSAR modeling in characterising of angiotensin I-converting enzyme inhibitory peptides from soybean proteins. Food Chem. 2013; 141:2682–90.
      Harland J, Haffner TA. Systematic review, meta-analysis and regression of randomised controlled trials reporting an association between an intake of circa 25 g soya protein per day and blood cholesterol. Atherosclerosis. 2008;200(1):13-27.
      Haffejee IE. Cow’s milk-based formula, human milk, and soya feeds in acute infantile diarrhea: a therapeutic trial. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 1990;10(2):193–198.
      International Diabetes Federation. The IDF Consensus worldwide definition of metabolic syndrome. Belgium. 2006.
      Hamilton-Reeves JM, Vazquez G, Duval SJ, Phipps WR, Kurzer MS, Messina MJ. Clinical studies show no effects of soy protein or isoflavones on reproductive hormones in men: results of a meta-analysis. Fertil Steril. 2010; 94(3):997-1007.
      Hughes GJ, Ryan DJ, Mukherjea R, Schasteen CS. Protein digestibility-corrected amino acid scores (PDCAAS) for soy protein isolates and concentrate: criteria for evaluation. J. Agric. Food Chem. 2011, 59, 12707–12712
      Jao CL, Huang SL, Hsu KC. Angiotensin I-converting enzyme inhibitory peptides: inhibition mode, bioavailability, and antihypertensive effects. Biomedicine. 2012; 2:130–6.
      Katz Y, Gutierrez-Castrellon P, Gonzalez MG, Rivas R, Lee BW, Alarcon P. A Comprehensive Review of sensitization and allergy to Soy-Based products. Clinic Rev Allerg Immunol. 2014; 46:272–281.
      Kim S-K, Wijesekara I. Development and biological activities of marine-derived bioactive peptides: A review. J Funct Foods. 2010; 2(1): 1-9.
      Kitamura K. Breeding trails for improving the food - processing quality of soybean. Trends Food Sci Technol. 1993;4(3): 64-7.
      Klemola T, Vanto T, Backman K et al. Allergy to soy formula and to extremely hydrolysed whey formula in infants with cow’s milk allergy: a prospective, randomized study with a follow-up to the age of 2 years. J Pediatr. 2002;140:219-24.
      Kobayashi M, Hirahata R, Egusa S, Fukuda M. Hypocholesterolemic effects of lactic acid-fermented soymilk on rats fed a high cholesterol diet. Nutrients. 2012; 4:1304–16.
      Kowk KC, Niranjan K. Review: effect of thermal processing on soymilk. Int J Food Sci Technol. 1995; 30(3): 263-95.
      Kulkarni PB, Hall RT, Rhodes PG, et al. Rickets in very-low birth-weight infants. J Pediatr. 1980;96(2):249–252.
      Lammi C, ZanoniC ,Arnoldi A. Three peptides from soy glycinin modulate glucose. Metabolism in human hepatic hepG2 cells. Int J Mol Sci. 2015; 16 (11): 27362–70.
      Lomer MC, Parkes GC, Sanderson JD. Review article: lactose intolerance in clinical practice--myths and realities. Aliment PharmacolTher. 2008; 27(2):93-103.
      Leidy HJ, Todd CB, Zino AZ, Immel JE, Mukherjea R, Shafer RS, Ortinau LC, Braun M. Consuming High-Protein Soy
      Snacks Affects Appetite Control, Satiety, and Diet Quality in Young People and Influences Select Aspects of Mood and Cognition. J Nutr. 2015; 145(7):1614-22.
      Levy RB, Claro RM, Mondini L, Sichieri R, Monteiro CA. Distribuição regional e socioeconômica da disponibilidade domiciliar de alimentos no Brasil em 2008-2009. Rev Saude Publica. 2012; 46(1): 6-15.
      Li J, Qiao Z, Tatsumi E, Saito M, Cheng Y, Yin L. A novel approach to improving the quality of bittern-solidified tofu by w/o controlled-release coagulant. 2: Using the Improved Coagulant in Tofu Processing and Product Evaluation. Food Bioproc Tech. 2013; 6:1801–8
      Maheshwari P, Ooi ET, Nikolov ZL. Off-flavor removal from soy-protein isolate by using liquid and supercritical carbon-dioxide. J Am Oil Chem Soc. 1995; 72(10):1107-15.
      Martinez J, Lewi JE. An unusual case of gynecomastia associated with soy product consumption. EndocrPract. 2008;14:415–8.
      Mateos-Aparicio I, Cuenca AR, Villanueva-Suárez ML, Zapata-Revilla MA. Soybean, a promising health source. Nutr Hosp. 2008; 23(4):305-12.
      Merritt RJ, Jenks BH. Safety of soy-based infant formulas containing isoflavones: the clinical evidence. J Nutr. 2004;134(5):1220S–1224S.
      Messina M. Soy foods, isoflavones, and the health of postmenopausal women. Am J ClinNutr. 2014; 100: 423-30
      Montanarini, M. Soja: nutrição e gastronomia. São Paulo: Editora Senac; 2009.
      Moore DR, Camera DM, Areta JL, Hawley JA. Beyond muscle hypertrophy: why dietary protein is important for endurance athletes. Appl Physiol Nutr Metab. 2014; 39(9):987-97.
      Mueller NT, Odegaard AO, Gross MD, Koh WP, Yu MC, Yuan JM, Pereira MA. Soy intake and risk of type 2 diabetes mellitus in Chinese. Singaporeans. Eur J Nutr. 2012: 51(8): 1033–40.
      Nanri A, Mizoue T, Takahashi Y, Kirii K, Inoue M, Noda M, Tsugane S. Soy product and isoflavone intakes are associated with a lower risk of type 2 diabetes in overweight japanese women. J Nutr. 2010; 140(3):580-6.
      Narula HS, Carlson HE. Gynecomastia. Endocrinol Metab Clin North Am. 2007; 36:497–519.
      Neacsu M, Fyfe C, Horgan G, Johnstone AM. Appetite control and biomarkers of satiety with vegetarian (soy) and meat-based high-protein diets for weight loss in obese men: a randomized crossover trial. Am J ClinNutr. 2014;100(2):548-58.
      NTP- National Toxicology Program. NTP-CERHR monograph on soy infant formula. NTP CERHR MON. 2010; 750p.
      Osman MA, Reid PM, Weber CW. Thermal inactivation of tepary bean (Phaseolus acutifolius), soybean and lima bean protease inhibitors: effect of acidic and basic pH. Food Chemistry. 2002; 78(4):419-423.
      O’Toole DK. Characteristics and Use of Okara, the Soybean Residue from Soy Milk Productions: A Review. J Agric Food Chem. 1999; 47(2): 363-71.
      Puchalska P, Marina M, García C. Isolation and identification of antioxidant peptides from commercial soybeanbased
      infant formulas. Food Chem. 2014; 148:147–54.
      Qing-guoH , Min Z, Mujumdar AS , Wei-hua D, Jin-cai S. Effects of different drying methods on the quality changes of granular edamame. Drying Technology. 2006; 24(8): 1025-32.
      Rackis JJ, Sessa DJ, Honing DH. Flavor problems of vegetable food proteins. J Am Oil Chem Soc. 1979; 56 (3):262- 271.
      Rahilly-Tierney CR, Lawler EV, Scranton RE, Gaziano JM. Low-density lipoprotein reduction and magnitude of cardiovascular risk reduction. PrevCardiol. 2009;12(2):80-7. doi: 10.1111/j.1751-7141.2008.00018.x.
      Reidy P, Borack M, Markofski M, Dickinson J, Deer R, Husaini S, Jennings K. The effect of soy-dairy protein blend supplementation during resistance exercise training. The FASEB Journal. 2015; 29(1):129-5.
      Reidy PT, Walker DK, Dickinson JM, Gundermann DM, Drummond MJ, Timmerman KL, Fry CS, Borack MS, Cope MB, Mukherjea R, Jennings K, Volpi E, Rasmussen BB. Protein blend ingestion following resistance exercise promotes human muscle protein synthesis. J Nutr. 2013; 143(4):410-6.
      Ridner E. Soja, propriedades nutricionales y su impacto em la salud. Buenos Aires: Grupo Q S.A. Sociedad Argentina de Nutrición, 2006.
      Sacks FM, Linchtenstein A, Van Horn L, Kris-Etherton P, Winston M, American Heart Association Nutrition Comittee. Soy protein, isoflavones, and cardiovascular health: an American Heart Association Science Advisory for professionals from Nutrition Committee. 2006; 113(7):1034-44.
      Savage JH, Kaeding AJ, Matsui EC, Wood RA. The Natural history of soy allergy. J Allergy ClinImmunol. 2010 Mar;125(3):683-6.
      SBRT, 2006. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas - SBRT – Dossiê Técnico- Produtos de Soja. 2006 [acesso em 22 jan 2016]. Disponível em: <http://www.sbrt.ibict.br/dossie-tecnico/downloadsDT/Mjg=>.
      Segovia-Siapco G, Pribis P, Messina M, Oda K, Sabaté J. Is soy intake related to age at onset of menarche? A crosssectional study among adolescents with a wide range of soy food consumption. Nutr J. 2014; 13(54):1-9
      Shenoy S, Bedi R, Sandhu JS. Effect of soy isolate protein and resistance exercises on muscle performance and bone health of osteopenic/osteoporotic post-menopausal women. J Women Aging. 2013; 25(2):183-98.
      Simonne AH, Smith M, Weaver DB, Vail T, Barnes S, Wei CI. Retention and changes of soy isoflavones and carotenoids in immature soybean seeds (Edamame) during processing. J Agric Food Chem. 2000; 48(12):6061-9.
      Singh BP, Vij S, Hati S. Functional significance of bioactive peptides derived from soybean. Peptides. 2014; 54:171-9.
      Singh P, Kumar R, Sabapathy SN, Bawa AS. Functional and edible uses of soy protein products. Compr Rev Food Sci Food Saf. 2008; 7(1): 14-28.
      Straum V, Rudrum M. Effects of consumption of processed soy proteins on minerals and digestion in man. J Am Oil Chem Soc. 1979. 56(3): 130-4.
      Sufian MKNB, Hira T, Nakamori T, Furuta H, Asano K, Hara H. Soybean beta conglycin inbromelain hydrolysate stimulates cholecystokinin secreted by enteroendocrine STC-1 cells to suppress the appetite of rats under mealfeeding conditions. Biosci Biotechnol Biochem. 2011; 75(5):848–53.
      Swamylingappa B, Srinivas H. Preparation and properties of protein isolate from hexane acetic-acid treated commercial soybean-meal. J Agri Food Chem. 1994; 42(12):2907-11.
      TACO. Tabela brasileira de composição de alimentos / NEPA – UNICAMP. 4. ed. Campinas: NEPA- UNICAMP, 2011.
      Taku K, Umegaki K, Sato Y, Taki Y, Endoh K, Watanabe S. Soy isoflavones lower serum total and LDL cholesterol in humans: a meta-analysis of 11 randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2007; 85(4):1148-56.
      Trucom C. Soja: nutrição e saúde: com receitas práticas e saborosas. São Paulo: Alaúde Editorial; 2005.
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Soybeans,mature seeds, raw. 2011a [acesso em 19 mar 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4845?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16108
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference.Miso. 2011b [acesso em 19 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4849?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16112
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Soy sauce made fromsoy and wheat (shoyu). 2011c [acesso em 20 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4860?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16123
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference.Tempeh. 2011d [acesso em 19 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4851?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16114
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Oil, soybean,salad or cooking. 2011e [acesso em 22 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/658?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=04044
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Soy flour,full-fat, raw. 2011f [acesso em 19 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4852?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16115
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Soy flour, fullfat,roasted. 2011g [acesso em 20 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4853?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16116
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Soy flour,defatted. 2011h [acesso em 22 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4854?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16117
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Soy protein concentrate,produced by alcohol extraction. 2011i [acesso em 19 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4858?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16121
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference,. Soy proteinisolate. 2011j [acesso em 19 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4859?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16122
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Soymilk, originaland vanilla, unfortified. 2011l [acesso em 20 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4857?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16120
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Soybeans, mature cooked,boiled, without salt. 2011m [acesso em 19 fev 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4846?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16109
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Beans, pinto, mature seeds,cooked, boiled, without salt. 2011n [acesso em 21 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4782?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16043
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference.Chickpeas (garbanzo beans, bengal gram), mature seeds, cooked, boiled, without salt.2011o [acesso em 21 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4796?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16057
      van Nielen M, Feskens EJ, Rietman A, Siebelink E, Mensink M. Partly replacing meat protein with soy protein altersinsulin resistance and blood lipids in postmenopausal women with abdominal obesity. J Nutr. 2014; 144(9):1423-9.
      Vandenplas Y, Castrellon PG, Rivas R, Gutiérrez CJ, Garcia LD, Jimenez JE, Anzo A, Hegar B, Alarcon P. Safety of soyabased infant formulas in children. Br J Nutr. 2014; 111(8):1340-60.
      Villegas R, Gao YT, Yang G, Li HL, Elasy TA, Zheng W, Shu XO. Legume and soy food intake and the incidence of type 2 diabetes in the Shanghai Women’s Health Study. Am J ClinNutr. 2008; 87(1): 162–7.
      Vlahakis C, Hazebroek J. Phytosterol Accumulation in Canola, Sunflower, and Soybean Oils: Effects of Genetics, Planting Location, and Temperature. JAOCS. 2000; 77(1): 49-53.
      Zhang XM, Zhang YB, Chi MH. Soy protein supplementation reduces clinical indices in type 2 diabetes and metabolic syndrome. 2016; 57(3):681-9.
      Wang HL. Tofu e tempeh as potential protein sources in the western diet. J Am Oil Chem Soc. 1984; 61(3): 528-34.
      Wofford MR, Rebholz CM, Reynolds K, Chen J, Chen CS, Myers L, Xu J, Jones DW, Whelton PK, He J. Effect of soy and milk protein supplementation on serum lipid levels: a randomized controlled trial. Eur J Clin Nutr. 2012; 66(4):419-25.
      WHO-World Health Organization. Global status report on non-communicable diseases 2014. WHO: Geneva, 2014.
      Yang A, James AT. Effects of soybean protein composition and processing conditions on silken tofu properties. J Sci Food Agric. 2013; 93:3065–71.
      Yimit D, Hoxur P, Amat N, Uchikawa K, Yamaguchi N. Effects of soybean peptide on immune function, brain function, and neurochemistry in healthy volunteers. Nutrition. 2012; 28(2):154-9.
      Yoshikawa Y, Chen P, Zhang B, Scaboo A, Orazaly M. Evaluation of seed chemical quality traits and sensory properties of natto soybean. Food Chem. 2014; 153:186–92.
      Zhan S, Ho SC. Meta-analysis of the effects of soy protein containing isoflavones on lipid profile. Am J Clin Nutr. 2005; 81(2):397-408.
    • By Marcelo Langart
      Realizei o depósito na conta desse sujeito
      Bradesco
      AG 2591
      CC 0011554-1
      Renato de Oliveira
      E desde então ele não tem respondido as minhas mensagens quanto a entrega. Enfim, o pessoal deste laboratório tem alguma reputação? Eles tem uma página na internet, o contato que fiz com o fornecedor foi por este número que está em divulgação no site: 11 99393-2713
      A princípio a minha ideia era ir de Landerlan, mas após ter visto a recomendação de um youtuber chamado "Thor, O Químico" resolvi arriscar ele. 
      Enfim, fui induzido a erro, além de  suspeitar que o tal youtuber possa fazer parte do esquema. O que acham?
×
×
  • Create New...