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JonathanRacing

Ciclo de GH + Masteron + Trembolona + Testosterona

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Galera moro nos USA e infelizmente a vida aqui é bem corrida mas sempre que posso entro aqui para ler e aprender sobre o assunto porém sempre que vou procurar algo sobre GH fica várias duvidas no ar e eu sempre quiz usa-lo e agora tendo mais condições financeiras pretendo tentar fazer um ciclo. Estou me organizando para que eu possa fazer tudo corretamente então segue abaixo o que pretendo fazer e gostaria da opinião dos mais experientes até porque eu tenho 40 anos e talvez a forma de se fazer um ciclo desses pode ser bem diferente de uma pessoa mais jovem.

Tenho 40 anos

Peso: 75 kilos

Altura: 1,72m

Treino desde os 20 anos e sempre tentei ter um corpo com massa magra.

Segue o Ciclo que ira durar mais ou menos 2 meses e meio.

GH 300ui 

15 dias antes de começar o ciclo começo a tomar anastrozol e vou usar até acabar o ciclo.

- 1º semana devo aplicar por dia 1ui logo que acordar e 1ui antes de dormir. 

- Demais semanas por dia 2ui de manhã logo que acordar e 2ui antes de dormir.

Aplicação de 1ml duas ou 3 vezes por semana Valkyrye Mix C250 10ML ( 75mg/ml Trembolona - 75mg/ml Masteron - 100mg/ml Testosterona).

TPC - Vitamina E, 40mg Tamoxifeno, Tribulus, HCG. (Uso por 60 dias)

DUVIDAS:

A TPC está boa? tenho maior medo em perder libido ainda mais agora com 4.0 né..

Quero tomar mais 10ml do mesmo MIx ou de outro que é (100mg trembo + 200mg testo + 200mg Nandrolona) ou (200mg testo + 200mg Bolderona) ou alguma outra opção que achem melhor

 

Desde já agradeço a atenção de todos.

foto.jpg

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32 minutos atrás, Locemar disse:

Já fez uso de esteroides antes?

Queda da libido é alto inevitável depois de um ciclo desses mas que pode retornar se tomar os devidos cuidados.

Sim, já fiz uso por várias vezes. O que você me indicaria para ter o mínimo de efeito colateral referente ao líbido? Mudaria alguma coisa? e qual dos mix que citei você acharia melhor usar?

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Eu sempre acho desnecessário o uso de trembolona em quase todos os casos que vejo. São pessoas que usam de forma recreativa, sem grandes pretensões optando por usar o esteroide mais potente que tem. Não há o que fazer pra reduzir os colaterais, vai ter que esperar seu eixo hormonal se recuperar e se preciso, utilizar remédios pra impotência durante este período.

Mantém a testo e o mast. Se REALMENTE achar necessário, adiciona oxandrolona ou npp ao ciclo. 

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@JonathanRacing  Corroborando o Locemar, com 250mg/sem de testo, na segunda semana o eixo estará supresso.

Utilizar HCG intraciclo ajuda na recuperação do eixo HPT pós ciclo, considerando a não interrupção do estímulo aos testículos.

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2 minutos atrás, Locemar disse:

Eu sempre acho desnecessário o uso de trembolona em quase todos os casos que vejo. São pessoas que usam de forma recreativa, sem grandes pretensões optando por usar o esteroide mais potente que tem. Não há o que fazer pra reduzir os colaterais, vai ter que esperar seu eixo hormonal se recuperar e se preciso, utilizar remédios pra impotência durante este período.

Mantém a testo e o mast. Se REALMENTE achar necessário, adiciona oxandrolona ou npp ao ciclo. 

Sim entendo, como o são 75mg de trembo eu não achei que seria muito pesado mas entendi plenamente a sua observação mas como já comprei este mix com trembo, testo e masteron irei usar esses 10ml.

Agora ta ai a pergunta pois o meu interesse é um ganho de massa magra e pelo de querer usar o GH já a muitos anos, então tipo se ficar melhor eu somente usar esses 10ml e seguir somente com o GH para que não afete tanto meu libido eu não iria me importar ou se o ideial seria eu usar mais 10ml de qualquer outro anabolizante?

15 minutos atrás, FitCoupleHim disse:

@JonathanRacing  Corroborando o Locemar, com 250mg/sem de testo, na segunda semana o eixo estará supresso.

Utilizar HCG intraciclo ajuda na recuperação do eixo HPT pós ciclo, considerando a não interrupção do estímulo aos testículos.

Brother eu não entendi (250mg/sem de testo) (o eixo estará supresso)???

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O GH aí não é o grande problema, eu to mais preocupado com a trembolona mesmo. São 75mg por dose, 225mg por semana e 750mg no total, fora o GH. 

Se quiser usar de qualquer maneira é uma opção sua, quanto menos usar, menos impacto terá. Após o término desses 10ml continue com a testo pelo menos, o GH sozinho não adianta muita coisa.

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3 minutos atrás, Locemar disse:

O GH aí não é o grande problema, eu to mais preocupado com a trembolona mesmo. São 75mg por dose, 225mg por semana e 750mg no total, fora o GH. 

Se quiser usar de qualquer maneira é uma opção sua, quanto menos usar, menos impacto terá. Após o término desses 10ml continue com a testo pelo menos, o GH sozinho não adianta muita coisa.

Entendi, derrepente consigo vende-lo para um amigo aqui, como ainda irei pedir o anastrozol e o tamoxifeno então posso pedir outras opções de anabolizantes para o ciclo de GH. Quantos ml vc acharia melhor para esse ciclo e qual seria o anabolizante mais sensato para mim pensando no meu foco referente a este assunto.?

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11 minutos atrás, JonathanRacing disse:

Entendi, derrepente consigo vende-lo para um amigo aqui, como ainda irei pedir o anastrozol e o tamoxifeno então posso pedir outras opções de anabolizantes para o ciclo de GH. Quantos ml vc acharia melhor para esse ciclo e qual seria o anabolizante mais sensato para mim pensando no meu foco referente a este assunto.?

Pode manter a testo com mast sem problema. 300mg/sem testo e 300mg/sem mast. Se ainda tiver disposição pra mais, colocar uma ox 60mg/dia. Impossível esse protocolo não dar bons resultados com um treino e dieta bem ajustados.

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2 horas atrás, JonathanRacing disse:

 

Brother eu não entendi (250mg/sem de testo) (o eixo estará supresso)???

Lá atrás você disse: "O que você me indicaria para ter o mínimo de efeito colateral referente ao líbido?"

Entendi que quer saber como ter o mínimo de queda da libido pós ciclo.

O eixo HPT tem "na ponta final" os testículos, os quais são os responsáveis pela produção de testosterona que, por sua vez, é responsável pela manutenção da libido.

Há um estudo o qual demonstra que 250mg/sem de testosterona exógena são o suficiente para suprimir o eixo HPT (GnRH, FSH, LH, testosterona). 

Em suma, qualquer droga anabólica afetará o eixo e reduzirá a libido pós.ciclo (logimanete com testo no ciclo a libido irá lá em cima).

Uma das formas de ajudar a produção hormonal a voltar ao funcionamento natural no período pós ciclo é administrar HCG intraciclo, para que os testículos não deixem de trabalhar e acabem "preguiçosos".

 

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1 hora atrás, FitCoupleHim disse:

Lá atrás você disse: "O que você me indicaria para ter o mínimo de efeito colateral referente ao líbido?"

Entendi que quer saber como ter o mínimo de queda da libido pós ciclo.

O eixo HPT tem "na ponta final" os testículos, os quais são os responsáveis pela produção de testosterona que, por sua vez, é responsável pela manutenção da libido.

Há um estudo o qual demonstra que 250mg/sem de testosterona exógena são o suficiente para suprimir o eixo HPT (GnRH, FSH, LH, testosterona). 

Em suma, qualquer droga anabólica afetará o eixo e reduzirá a libido pós.ciclo (logimanete com testo no ciclo a libido irá lá em cima).

Uma das formas de ajudar a produção hormonal a voltar ao funcionamento natural no período pós ciclo é administrar HCG intraciclo, para que os testículos não deixem de trabalhar e acabem "preguiçosos".

 

Entendi, perfeito! Sei que eu teria realmente que usar o HCG pós ciclo só ainda não havia pesquisado a dosagem, quantas vezes por semana e se teria que ser por dois meses...existe uma media sobre isso?

2 horas atrás, Locemar disse:

Pode manter a testo com mast sem problema. 300mg/sem testo e 300mg/sem mast. Se ainda tiver disposição pra mais, colocar uma ox 60mg/dia. Impossível esse protocolo não dar bons resultados com um treino e dieta bem ajustados.

Legal protocolo mais simples e com bons resultados é realmente o que preciso. Acho que testo e masteron está bem pois não gostei muito de oxo... mas então seria melhor um aplicar 1ml duas ou 3 vezes na semana?

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28 minutos atrás, JonathanRacing disse:

Entendi, perfeito! Sei que eu teria realmente que usar o HCG pós ciclo só ainda não havia pesquisado a dosagem, quantas vezes por semana e se teria que ser por dois meses...existe uma media sobre isso?

 

Eu usaria apenas durante o ciclo, da segunda semana até a última ligação dos roids.

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2 horas atrás, JonathanRacing disse:

Legal protocolo mais simples e com bons resultados é realmente o que preciso. Acho que testo e masteron está bem pois não gostei muito de oxo... mas então seria melhor um aplicar 1ml duas ou 3 vezes na semana?

Poderia ser dsdn e fazer isso por 2 meses junto com o GH.

Pegando carona aí no comentário do FitCouple, um amigo pessoal meu está usando apenas 30mg/dia de dianabol somente e em apenas 3 semanas a testo dele já está no mínimo. O FSH (que é o hormônio que regula os processos reprodutivos do corpo) já estava suprimido e isso tudo comprovado por exames. Isso em 3 semanas...

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11 minutos atrás, Locemar disse:

Poderia ser dsdn e fazer isso por 2 meses junto com o GH.

Pegando carona aí no comentário do FitCouple, um amigo pessoal meu está usando apenas 30mg/dia de dianabol somente e em apenas 3 semanas a testo dele já está no mínimo. O FSH (que é o hormônio que regula os processos reprodutivos do corpo) já estava suprimido e isso tudo comprovado por exames. Isso em 3 semanas...

Nossa mas isso decorrente a o que? só pelo uso do dianabol? O GH não influencia na baixa de líbido né?

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Agora, JonathanRacing disse:

Nossa mas isso decorrente a o que? só pelo uso do dianabol? O GH não influencia na baixa de líbido né?

Sim, ele só está usando 30mg de dianabol e foi o suficiente pra mexer no eixo hormonal dele. 

Qualquer hormônio anabólico pode causar esse tipo de alteração que vai variar conforme o indivíduo.

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8 minutos atrás, Locemar disse:

Sim, ele só está usando 30mg de dianabol e foi o suficiente pra mexer no eixo hormonal dele. 

Qualquer hormônio anabólico pode causar esse tipo de alteração que vai variar conforme o indivíduo.

A sim claro, no meu caso ano passado fiz um ciclo de testo + oxo e senti a testo cair quase no final do ciclo mas depois foi tenso para normalizar.

Agora eu usando o HCG durante o ciclo usaria quantos ui dia? e a tpc ficaria somente com tamoxifeno, vitamina E, tribulus ou tem algo melhor para a TPC?

Estou ancioso para sentir a mudança do GH, deve ser lago bem diferente....

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13 minutos atrás, JonathanRacing disse:

 

Agora eu usando o HCG durante o ciclo usaria quantos ui dia? e a tpc ficaria somente com tamoxifeno, vitamina E, tribulus ou tem algo melhor para a TPC?

 

HCG 500ui/sem em 2x 250ui. Há quem faça 100ui tsd subcutâneo.

TPC SERMS tá ok.

VitD 5000ui~10.000ui/dia + VitC 500mg~1.000mg/dia + VitE400ui~800ui/ dia + Multivitaminico (daily formula, animal pack, etc)

Isso deve fazer parte não apenas do pós ciclo, mas durante o ciclo e, preferencialmente, para o resto da vida, ainda mais aí que pode comprar vitaminas a "preço de banana".

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1 hora atrás, FitCoupleHim disse:

HCG 500ui/sem em 2x 250ui. Há quem faça 100ui tsd subcutâneo.

TPC SERMS tá ok.

VitD 5000ui~10.000ui/dia + VitC 500mg~1.000mg/dia + VitE400ui~800ui/ dia + Multivitaminico (daily formula, animal pack, etc)

Isso deve fazer parte não apenas do pós ciclo, mas durante o ciclo e, preferencialmente, para o resto da vida, ainda mais aí que pode comprar vitaminas a "preço de banana".

kkkkkk é verdade, esses produtos são muito baratos aqui, é tanto suplemento que fico doido, da vontade de usar todos para ver qual é o melhor kkkk

Você quer dizer 100ui todos os dias correto?

 

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4 horas atrás, JonathanRacing disse:

Entendi, perfeito! Sei que eu teria realmente que usar o HCG pós ciclo só ainda não havia pesquisado a dosagem, quantas vezes por semana e se teria que ser por dois meses...existe uma media sobre isso?

Legal protocolo mais simples e com bons resultados é realmente o que preciso. Acho que testo e masteron está bem pois não gostei muito de oxo... mas então seria melhor um aplicar 1ml duas ou 3 vezes na semana?

Tenho 2 opções de testo e 2 de masteron... o que seria mais viavel?!

Testosterona Enantato ou Testosterona Cipionato ambos 250mg

Masteron Enantato 200mg ou Masteron Propionato 100mg 

Esse site acho que manda para muitos paises... www.steroidsfax.com

Este mix que comprei veio da Grecia... o produto parece ser muito top..

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Edited by JonathanRacing

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7 horas atrás, JonathanRacing disse:

kkkkkk é verdade, esses produtos são muito baratos aqui, é tanto suplemento que fico doido, da vontade de usar todos para ver qual é o melhor kkkk

Você quer dizer 100ui todos os dias correto?

 

Sim, tsd = todo santo dia hehehe

Eu fiz uma compra de vitaminaa pelo IHerb e, ainda que eu seja taxado pela receita federal com iposto de importação de 60%, ainda assim, sairá menos da metade do valor que eu pagaria aqui pelos produtos

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9 horas atrás, JonathanRacing disse:

Tenho 2 opções de testo e 2 de masteron... o que seria mais viavel?!

Testosterona Enantato ou Testosterona Cipionato ambos 250mg

Masteron Enantato 200mg ou Masteron Propionato 100mg 

Esse site acho que manda para muitos paises... www.steroidsfax.com

Este mix que comprei veio da Grecia... o produto parece ser muito top..

Vai de 500mg cipio/sem e 300mg mast prop/sem

Nunca ouvi falar desse site mas não sei se passaria aqui na alfândega, fora que os preços em dólar + frete não compensa a compra.

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Bom comprei o restante do ciclo, 

Em 28/10/2017 em 07:41, FitCoupleHim disse:

Sim, tsd = todo santo dia hehehe

Eu fiz uma compra de vitaminaa pelo IHerb e, ainda que eu seja taxado pela receita federal com iposto de importação de 60%, ainda assim, sairá menos da metade do valor que eu pagaria aqui pelos produtos

 

Em 28/10/2017 em 09:53, Locemar disse:

Vai de 500mg cipio/sem e 300mg mast prop/sem

Nunca ouvi falar desse site mas não sei se passaria aqui na alfândega, fora que os preços em dólar + frete não compensa a compra.

Bom galera ja encomendei o restante dos produtos.

Vou tentar aqui deixar o mais explicado possível para todos que forem pesquisar e até mesmo para os entendidos darem suas sugestões.

- Vou fazer um ciclo com 300ui aplicado todos os dias sendo 2ui pela manhã e 2ui a noite e fazer o possível para s´consumir carboidrato só antes de duas horas e depois de duas horas da aplicação;

- Começar o uso de anastrozol duas semanas antes de começar o ciclo e usar todos os dias, mas estou com DUVIDAS SOBRE ISSO, se devo mesmo usar todos os dias ou duas vezes por semana....?

- HCG durante todo ciclo, 100ui dia;

- 1º semana uso 250mg Enantato Testosterona + 100mg Masteron

- Demais semanas 500mg Enantato Testosterona + 200mg Masteron

- Duas ultimas semanas 250mg Enantato Testosterona + 100mg Masteron

TPC - 800mg Vitamina E, 40mg tamoxifeno, HCG 100ui durante 30 a 60 dias.

Pensei em colocar valores mas vou ficar até triste se eu fizer as contas kkkk tenso...

Bom, por enquanto acho que é isso... algumas sugestão fiquem a vontade....

Agora esperar chegar o restante dos produtos....

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Em 28/10/2017 em 09:53, Locemar disse:

Vai de 500mg cipio/sem e 300mg mast prop/sem

Nunca ouvi falar desse site mas não sei se passaria aqui na alfândega, fora que os preços em dólar + frete não compensa a compra.

 

Em 28/10/2017 em 07:41, FitCoupleHim disse:

Sim, tsd = todo santo dia hehehe

Eu fiz uma compra de vitaminaa pelo IHerb e, ainda que eu seja taxado pela receita federal com iposto de importação de 60%, ainda assim, sairá menos da metade do valor que eu pagaria aqui pelos produtos

Boa noite galera. então depois do inverno castigar agente, agora começou melhorar o tempo e com isso posso começar os treinos de verdade e seguir a risca as series, dieta e suplementação.

Devo começar semana que vem, então segue o plano, se tiverem algo para acrescentar ou achar que devo mudar, estou todo a ouvidos...

- Vou fazer um ciclo com 300ui aplicado todos os dias sendo 2ui pela manhã e 2ui a noite e fazer o possível para consumir carboidrato só antes de duas horas e depois de duas horas da aplicação; OBS: Não me lembro de onde tirei a informação de não ingerir carboidrato 2 horas antes e depois da aplicação, então gostaria de saber se está informação está correta? procede?

- Começar o uso de anastrozol duas semanas antes de começar o ciclo e usar todos os dias, mas estou com DUVIDAS SOBRE ISSO, se devo mesmo usar todos os dias ou duas vezes por semana....?

- HCG durante todo ciclo, 100ui dia ou 250 duas vezes na semana;

- 1º semana uso 250mg Enantato Testosterona + 100mg Masteron

- Demais semanas 500mg Enantato Testosterona + 200mg Masteron

- Duas ultimas semanas 250mg Enantato Testosterona + 100mg Masteron

TPC - 800mg Vitamina E, 40mg tamoxifeno, HCG 100ui durante 30 a 60 dias. Estou com 4 caixas de Proviron, não sei se irei precisar ou se também devo usar na TPC?

Comprei também Silimarina, devo usar em alguma ocasião?

Bom, por enquanto acho que é isso... algumas sugestão fiquem a vontade....

Desde já, agradeço a atenção de todos...

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5 horas atrás, JonathanRacing disse:

 

Boa noite galera. então depois do inverno castigar agente, agora começou melhorar o tempo e com isso posso começar os treinos de verdade e seguir a risca as series, dieta e suplementação.

Devo começar semana que vem, então segue o plano, se tiverem algo para acrescentar ou achar que devo mudar, estou todo a ouvidos...

- Vou fazer um ciclo com 300ui aplicado todos os dias sendo 2ui pela manhã e 2ui a noite e fazer o possível para consumir carboidrato só antes de duas horas e depois de duas horas da aplicação; OBS: Não me lembro de onde tirei a informação de não ingerir carboidrato 2 horas antes e depois da aplicação, então gostaria de saber se está informação está correta? procede?

- Começar o uso de anastrozol duas semanas antes de começar o ciclo e usar todos os dias, mas estou com DUVIDAS SOBRE ISSO, se devo mesmo usar todos os dias ou duas vezes por semana....?

- HCG durante todo ciclo, 100ui dia ou 250 duas vezes na semana;

- 1º semana uso 250mg Enantato Testosterona + 100mg Masteron

- Demais semanas 500mg Enantato Testosterona + 200mg Masteron

- Duas ultimas semanas 250mg Enantato Testosterona + 100mg Masteron

TPC - 800mg Vitamina E, 40mg tamoxifeno, HCG 100ui durante 30 a 60 dias. Estou com 4 caixas de Proviron, não sei se irei precisar ou se também devo usar na TPC?

Comprei também Silimarina, devo usar em alguma ocasião?

Bom, por enquanto acho que é isso... algumas sugestão fiquem a vontade....

Desde já, agradeço a atenção de todos...

 OBS: Não me lembro de onde tirei a informação de não ingerir carboidrato 2 horas antes e depois da aplicação, então gostaria de saber se está informação está correta? procede?

Não é que não pode, depende da finalidade do uso, do seu objetivo, se é pra ganhar massa ou perder gordura

O gh é chines ? 

Essa questão de carbo vai interferir se o objetivo por perder gordura, se esse por o objetivo, manda de manha em jejum pre Aej.

Se for pra ganhar massa muscular manda de manha e de noite

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Começar o uso de anastrozol duas semanas antes de começar o ciclo e usar todos os dias, mas estou com DUVIDAS SOBRE ISSO, se devo mesmo usar todos os dias ou duas vezes por semana....?

Não, quais drogas vão ser usadas ? So testo e masteron ? começa so com 0.5mg 1DS2DN, vamos ver no feeling e com exames se precisa aumentar e so durante, não tem por que usar antes.. não esquece do desmame

Edited by MC00

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      Intervalo ou descanso entre as séries
      Intervalo é a qualidade do descanso, como ele deve ser. Segundo Matveiev(1990) o descanso tem na atividade física duas funções principais:
      1.º Assegura a recuperação da capacidade de trabalho depois da aplicação da carga, permite a sua repetição; 2.º É um dos meios da otimização do efeito com “carga “.segundo Zakharov(1992), ocupa um dos princípios fundamentais no desenvolvimento da capacidade do indivíduo em adquirir uma boa performance. Tipos de intervalo
      Sendo assim, os intervalos entre as séries são de suma importância para um efetivo resultado. Estes podem ser: rígido, ordinário e extremo.
      Intervalo Rígido - Pré- fixado independente da fonte energética(tipo descansar 2 minutos e retornar),Utilizada, podendo ou não ser suficiente para a recuperação do estímulo. Normalmente utilizado em trabalhos Glicolítico “Débito de O2”. Intervalo Ordinário - caracteriza-se por existir uma preocupação com a recuperação do estímulo anterior, para que assim possa existir Um melhor efeito de treinamento na secção, na unidade e em toda temporada de atividade. Intervalo Extremo - Por ser muito longo não promove adaptações ao treinamento, sendo mais indicado para o treinamento de técnica de movimento, ou teste Neuromusculares. Estes podem ter 3 características de manifestação. Intervalo ativo - É caracterizado por movimentos mais brandos, geralmente cíclicos, Com intensidade inferior ao exercício propriamente dito. Técnica normalmente utilizada, segundo MacArdle e Katch (1998) Em exercícios que provocam acúmulo de lactato, onde o “contra- Esforço” difere segundo a intensidade do exercício. Exemplo: 29% a 45% do Vo2Máx. Para bicicleta, 55% a 70% do VO2 Máx, para corrida na esteira rolante. Intervalo passivo - É o tipo de intervalo que se caracteriza pela maneira que o indivíduo Se recupera após o esforço, que costuma a ocorrer sem realização de Movimento. Normalmente é utilizado nos exercícios de longa duração, com pequeno acúmulo de lactato. A ressíntese das fontes energéticas no abastecimento de O2 no sangue, A hemoglobina muscular e líquidos corporais, segundo McArdle & Katch(1998), tem na recuperação passiva, sua maior eficácia.Intervalo passivo/ativo, ou também conhecido como misto (Pereira 1992) trata-se de intervalos entre os esforços, manifestando-se de maneira passiva, ora de maneira ativa, como nos exemplos anteriores, segundo Zakharov(1992) em atividades de predominância lática. Na maioria dos treinos em musculação são utilizados o rígido passivo ou o ordinário passivo. Nesse artigo procura-se elucidar os efeitos desse intervalo sobre o hormônio do crescimento (GH).
      Intervalos e efeitos sobre o GH
      Poucos estudos demonstraram alterações agudas do hormônio do crescimento (GH) advindas de diferentes intervalos de recuperação (1, 3, ou 5min) entre séries de exercício resistido (KRAEMER et al., 1990; KRAEMER r et al., 1991; KRAEMER et al., 1993; ; KRAEMER et al., 1997).
      Recentemente, Ahtiainen et al. (2005) compararam os efeitos crônicos de dois protocolos de treinamento resistido que se diferenciavam apenas pelo intervalo de recuperação (120s vs 300s), na produção hormonal, por um período de 6 meses.
      Os autores relataram que ambos os protocolos obtiveram significativamente maiores concentrações do GH em relação às concentrações de repouso após uma sessão de exercícios resistidos.
      Porém, após o treinamento de seis meses não encontraram diferenças significativas em relação às concentrações basais. Já relatou que a magnitude das respostas hormonais (GH) agudas em mulheres treinadas parece ser maior com 30s de intervalo entre séries quando comparada com intervalos mais longos (60 ou 120s),( MARTINS VELOSO; FRANÇA e BOTTARO,2008).
      Outra pesquisa realizada por Kraemer et al. (1993), utilizando os mesmos protocolos e procedimentos do estudo de Kraemer et al. (1990), realizada com mulheres (n = 9), apresentou resultados semelhantes para o protocolo que utilizou 10RM com 60 segundos, comparado ao protocolo que utilizou 10RM com 180 segundos de intervalo de recuperação entre as séries.
      No protocolo que utilizou 60s de intervalo, foram encontrados aumentos significativos nas concentrações de GH nos momentos logo após a sessão de treinamento (T1),5 minutos (T5) e 15 minutos ao final da sessão (T15).
      Recentemente, Goto et al. (2005) realizaram um estudo crônico de 12 semanas, no qual compararam os efeitos de séries fracionadas na concentração do GH.
      No protocolo contínuo, nove homens realizaram de três a cinco séries de 10RM, com 60 segundos de intervalo entre as séries.
      No protocolo fracionado, nove homens realizaram de três a cinco séries de 10RM, com 30 segundos de intervalo entre a quinta e a sexta repetição de cada série.
      O grupo que realizou as séries contínuas obteve significativamente maiores concentrações do GH do que o fracionado.
      As diferenças significativas, em relação aos grupos, foram encontradas em T15 e T30, chegando a concentrações de aproximadamente 16 ng/ml em T15, subindo para aproximadamente 17 ng/ml em T30.
      Smilios et al. (2003) mostraram em sua pesquisa, realizada com 11 homens, diferenças significativas nas concentrações do GH, quando compararam vários protocolos com quatro exercícios (supino reto, puxada pela frente, agacha mento e desenvolvimento).
      Eles relataram aumentos no GH após o treinamento resistido quando utilizaram quatro séries de 10 repetições com 75% de 1RM e intervalo de recuperação de 120 segundos, com maiores concentrações em T1 (15 ng/ml).
      No protocolo que realizou quatro séries de 15 repetições com 60% de 1RM e intervalos de recuperação de 60 segundos, foram observados concentrações de 20 ng/ml.
      Pullinen et al. (2002) também utilizaram em seu estudo um intervalo curto de recuperação entre as séries (40 segundos). O estudo foi realizado com 18 voluntários, seis homens, seis mulheres e seis adolescentes, e consistia em executar cinco séries de 10 repetições na cadeira extensora, com 40% de 1RM.
      Após as cinco séries, era dado um intervalo de 180 segundos para realizarem mais duas séries até a exaustão, com o intervalo de recuperação entre essas duas séries de 180 segundos. Todos os grupos obtiveram aumentos nas concentrações do GH em relação aos valores de repouso. O menor intervalo de recuperação utilizado por Takarada et al. (2000) e Pullinen et al. (2002) pode ter ocasionado aumentos significativos nas concentrações do GH.
      Melhor intervalo para o GH
      Conforme observado entre esses autores acima descritos, os intervalos de 30 a 60 segundos entre as séries parecem favorecer uma maior produção de GH durante o treinamento.
      É fato que o GH é de suma importância para hipertrofia muscular, dessa forma, utilizar em um determinado período da periodização do treinamento intervalos mais curtos favorecem a produção de GH.
      Takarada et al. (2000) observaram os efeitos do treinamento resistido com oclusão e sem oclusão do membro inferior, para verificar as concentrações do GH. O estudo consistia em realizar cinco séries com 20% de 1RM até a exaustão, na cadeira extensora, com 30 segundos de intervalo de recuperação entre as séries.
      Foram encontrados aumentos significativamente maiores nas concentrações do GH no protocolo que realizou o exercício com oclusão, comparados com o protocolo que realizou sem oclusão.
      Outro fator que possibilita uma maior produção de GH durante o exercício parece ser a oclusão muscular. Essa oclusão pode acontecer de duas maneiras: através do próprio exercício intenso com intervalos curtos, ou através de uso de componentes externos (faixas, bandanas, etc).
      Considerações finais
      Que tal mudar um pouco o seu treino, modifique em um dado período de treinamento as pausas entre as séries e observem os efeitos no crescimento muscular. Mas lembre-se que não se deve treinar o tempo todo assim, a variância no treinamento é de suma importância na produção hormonal, nas adaptações neurais e no recrutamento no tipo de fibra muscular.
      REFERÊNCIAS
      1. AHTIAINEN JP, Pakarinen A, Alen M, Kraemer WJ, Häkkinen K. Short vs. Long Rest Period Between the Sets in Hypertrophic Resistance Trainining: Influence on Muscle Strength, Size, and Hormonal Adaptations in Trained Men. J. Strength Cond. Res. , 2005; 19(3), 572-582.
      2. GOTO K, Ishii N, KIZUKA T, TAKAMATSU K. The Impact of Metabolic Stress on Hormonal Responses and Muscular Adaptations. Med. Sci. Sports Exerc 2005; 37(6): 955-963,.
      3. KRAEMER WJ. A series of studies: The physiological basis for strength training in American football: Fact over philosophy. J Strength Cond Res 1997; 11: 132-42.
      4. KRAEMER WJ, FLECK SJ, DZIADOS JE, HARMAN EA, MARCHITELLI LJ, Gordon SE, et al. Changes in hormonal concentrations after different heavy-resistance exercise protocols in women. J Appl Physiol 1993; 75: 594-604.
      5. KRAEMER WJ, GORDON SE, FLECK SJ, MARCHITELLI LJ, Mello R, DZIADOS JE, et al. Endogenous anabolic hormonal and growth factor responses to heavy resistance exercise in males and females. Int J Sports Med 1991; 12: 228-35.
      6. KRAEMER WJ, MARCHITELLI L, GORDON SE, HARMAN E, DZIADOS JE, MELLO R, et al. Hormonal and growth factor responses to heavy resistance exercise protocols. J Appl Physiol 1990; 69: 1442-50.
      7. McARDLE, William D.; KATCH, Frank I. & KATCH, Victor L.. Fisiologia do Exercício, Energia, Nutrição e Desempenho Humano, 4a ed. Editora Ganabara Koogan S.A., Rio de Janeiro – RJ, 1998.
      8. MARTINS, Breno; VELOSO, João; FRANCA, Jônatas de Barros e Bottaro, Martim. Efeitos do Intervalo de Recuperação Entre Séries de exercícios resistidos no hormônio não Jovens Crescimento in Mulheres. Rev Bras Med Esporte [online]. 2008, vol.14, n.3, pp 171-175. ISSN 1517-8692. 
      9. MATVÉIEV, L. (1990). O Processo de Treino Desportivo. Cultura Física - 2ª edição, Lisboa, Livros Horizontes.
      10. PEREIRA, Ney A. Filho; GOMES, Antônio Carlos. Cross Training Uma abordagem Metodológica. Rio de Janeiro, 1992. APEF.
      11. SMILIOS, I.; PILIANIDIS, T.; KARAMOUZIS, M.; TOKMAKIDIS, S. Hormonal Responses after Various Rsesistance Exercise Protocols. Med. Sci. Sports Exerc., Vol. 35, Nº 4, pp. 644-654, 2003.
      12. TAKARADA, Y., NAKAMURA, Y., Aruga S., et al. Rapid Increase in Plasma Growth Hormone After Low-intensity Resistance Exercise with Vascular Occlusion. J. Appl. Physiol. 88:61-65, 2000.
      13. ZAKHAROV ,A.; GOMES, A.C. A Ciência do Treinamento Desportivo. Rio de Janeiro: Palestra Sports,1992.
    • By fisiculturismo
      Quem nunca ouviu uma velha receita de rato de academia com claras de ovos? E a gema? Costuma ser desperdiçada, ao argumento de que contém muita gordura. Já a clara é praticamente 100% proteína, sem carboidratos e sem gordura. 
      Mas e a gema? Por que se criou o mito de que não seria boa para a dieta do fisiculturista? As gemas são ricas em vitaminas A, D, E e K. Também são ricas em gorduras saudáveis. E contém o elemento mais importante para o fisiculturista: o colesterol necessário para a produção da testosterona.
      Não é só isso. As gemas também são ricas em proteínas, contém a mesma quantidade de proteínas das claras. Veja uma comparação entre 8 claras de ovos e 4 ovos inteiros:
        8 Claras de Ovos 4 Ovos Inteiros Proteínas: 28 g 28 g Carboidratos: 2 g 2 g Gorduras: 0 g 21 g Calorias: 137 kcal 312 kcal Mesmo que você esteja numa dieta restritiva low carb (pouco carboidrato), é muito mais vantajoso em termos nutricionais a ingestão dos ovos inteiros (clara e gema) do que somente as claras. A quantidade de calorias dos ovos inteiros ainda é baixa, e a gordura presente na gema permite que as proteínas sejam absorvidas de forma gradual, por mais tempo. Ademais, o perfil de aminoácidos do ovo inteiro é melhor do que o perfil das claras.
      Todavia, se você precisar de uma absorção rápida de proteínas, as claras ainda são preferíveis frente aos ovos inteiros. E quanto ao mau colesterol (LDL), já está demonstrado que o consumo de gemas não piora os seus níveis. Portanto, opte por consumir ovos inteiros! Você não desperdiça as gemas, consegue a mesma quantidade de proteínas com a metade de ovos (economia), ganha vitaminas e substrato para a produção de hormônios, como a testosterona.
      Fontes:
      Whole Eggs vs. Egg Whites Which is better for your bodybuilding goals?
      Are chicken eggs good or bad for my cholesterol?
    • By Batata...
      A proteína isolada de soja é feita a partir da farinha de soja desengordurada, por meio de um processamento que viabiliza a remoção de outros componentes, tais como carboidratos, fibras e fatores antinutricionais, representando a forma mais refinada e pura da proteína da soja disponível no mercado, sendo praticamente isenta de odor, cor e apresentando sabor neutro. Ela contém no mínimo 88% de proteínas em base seca.
      Composição nutricional em 100 g de proteína isolada de soja:
      Valor energético (kcal) 335,0 Carboidratos (g) 0 Proteínas (g) 88,3 Gorduras totais (g) 3,4 Gorduras saturadas (g) 0,4 Fibras alimentares (g) 0 Cálcio (mg) 178 Sódio (g) 1 Os compostos responsáveis pelo sabor característicos da soja (isoflavonas e compostos voláteis), considerados muitas vezes como uma barreira para o seu consumo, estão presentes no grão. Eles também são formados durante o processo de obtenção da proteína isolada, tanto pela ação do calor, como pela ação de enzimas presentes no grão, principalmente a lipoxigenase, que catalisa a oxidação da gordura presente na soja. No entanto, o aquecimento úmido ou por vapor direto, utilizados no processo de produção da proteína de soja, são eficientes na inativação da lipoxigenase, o que contribui para redução do sabor amargo no produto proteico final. 
      Assim, a remoção da gordura do grão da soja durante o processamento para obtenção da proteína isolada contribui para obtenção de um produto final com sabor mais neutro.
      A proteína isolada de soja é fonte de peptídeos bioativos que contêm em média de 3 a 20 aminoácidos e podem ser obtidos quando as proteínas passam por um ou mais processos, como: 
      ação de enzimas gastrointestinais;  hidrólise das proteínas da soja através da fermentação por micro-organismos proteolíticos;  digestão in vitro através da ação de enzimas proteolíticas. Estes peptídeos bioativos da soja apresentam potencial ação antioxidante, anti-hipertensiva e imunomoduladora Vantagens da proteína isolada de soja:
      Fonte de proteínas de alta qualidade de acordo com o PDCAAS  Sabor neutro em comparação a outros produtos da soja, o que facilita sua adição a alimentos e ingredientes diversos, a fim de aumentar seu valor nutricional Por ser de origem vegetal, não contém lactose e colesterol  O tratamento térmico realizado em seu processamento inativa os fatores antinutricionais, preservando a qualidadeda proteína em sua forma isolada. Compostos bioativos
      Os peptídeos bioativos são fragmentos específicos da proteína da soja, liberados após a digestão e/ou fermentação desta. A Glicina e a ß-conglicinina representam de 65% a 80% das proteínas da soja e são as principais precursoras desses peptídeos. Eles possuem funções no organismo relacionadas à redução do risco de doenças crônicas, como diabetes mellitus tipo 2, doenças cardiovasculares, como a aterosclerose, hipertensão arterial, ganho de peso e obesidade. Tais propriedades estão descritas a seguir:
      Diabetes mellitus tipo 2: Estudos em humanos indicam uma relação inversa entre maior frequência do consumo de alimentos à base de proteína de soja (sem adição de açúcar) e o risco de incidência de diabetes tipo 2, com melhora na sensibilidade à insulina. O mecanismo pelo qual a soja influencia o metabolismo da glicose ainda não está completamente elucidado, sendo sugerido potencial efeito dos peptídeos bioativos da soja no aumento da captação da glicose em células hepáticas, através do transportador GLUT1 e ativação do transportador GLUT4. Doenças cardiovasculares: Esses peptídeos também atuam como antioxidantes, diminuindo a formação de espécies reativas de oxigênio e a oxidação de lipídios, como o LDL-colesterol, principal fator de risco para a aterosclerose. Hipertensão arterial: Os peptídeos derivados da proteína da soja contribuem ainda com a redução da pressão arterial, pois inibem a enzima que converte a angiotensina I em angiotensina II, sendo essa última um potente vasoconstritor. Ganho de peso e obesidade: Esses peptídeos ativam os receptores para colecistoquinina (CCK), hormônio responsável pelo aumento da saciedade, o que reduz o apetite. Além disso, eles diminuem as concentrações sanguíneas de triacilglicerol, de colesterol total e de LDL-colesterol, por reduzirem sua absorção no intestino e a lipogênese no fígado, o que contribui com o controle do peso corporal. Micronutrientes
      A soja apresenta maior quantidade de micronutrientes em relação às demais leguminosas. Apesar da presença de fitatos que podem reduzir a biodisponibilidade desses nutrientes, os fitatos podem ser eliminados através do tratamento térmico para obtenção de produtos proteicos da soja e também pelo processo de fermentação na produção de alimentos à base soja. Além disso, a indústria dispõe de recursos tecnológicos para fortificação desses produtos a fim de compensar uma menor biodisponibilidade de tais nutrientes, especialmente o cálcio, em bebidas à base de soja. 
      Cabe destacar ainda que, por exemplo, a substituição de até 30% da carne por proteína de soja não apresenta impacto negativo relevante na absorção do ferro. Estudos em humanos mostraram que a ingestão de concentrado de soja em quantidade equivalente a 23 gramas de proteína por dia não prejudicou a assimilação do cálcio, magnésio, zinco ou ferro da dieta.
      O consumo de uma porção de 30g de soja pode contribuir com até 11% dos valores diários (VD) recomendados para a ingestão de alguns minerais.
      Fatores antinutricionais da soja
      A soja crua possui fatores antinutricionais em sua composição capazes de provocar efeitos negativos na saúde humana. Dentre eles estão os inibidores de tripsina, que dificultam a digestão das proteínas, as hemaglutininas e as saponinas, que podem estimular processos inflamatórios no organismo; além dos fitatos, que podem interagir com alguns minerais como o ferro, cálcio e zinco e reduzir sua absorção.
      No entanto, os efeitos destes compostos podem ser desativados através do tratamento térmico adequado, feito com a proteína isolada de soja por exemplo, ou mesmo pelo processo de fermentação em alguns subprodutos da soja, melhorando a sua qualidade nutricional.
      Crescimento e desenvolvimento infantil
      As fórmulas infantis de proteína isolada de soja encontradas no mercado não contêm lactose e fornecem 67 kcal/dL. Por serem produzidas a partir da proteína isolada de soja, que sofre processamento térmico para inativação de fatores antinutricionais, mantém a qualidade da proteína no produto final.
      São, ainda, suplementadas com os aminoácidos (L-metionina, L-carnitina e taurina) e com alguns minerais como cálcio, para fornecer os conteúdos proteicos e minerais adequados, determinados por órgãos internacionais para a alimentação de lactentes nascidos a termo.
      Durante o primeiro ano de vida, de crianças nascidas a termo, embora a fórmula de proteína isolada de soja forneça nutrientes adequados para o crescimento e desenvolvimento normais, ela é indicada apenas nas seguintes circunstâncias: 
      grave intolerância persistente à lactose;  galactosemia;  tratamentos de alguns casos de alergia a proteína do leite de vaca;  desordens do metabolismo de carboidratos;  preferência por dieta vegetariana ou ainda por questões religiosas, éticas e fisiológicas que restringem o uso de fórmulas à base de leite de vaca e de outros animais. Para lactentes com alergia a proteína do leite de vaca, é indicada a fórmula com proteína hidrolisada ou com aminoácidos sintéticos caso a hidrolisada não seja tolerada. Devido à possibilidade de reações adversas à proteína de soja em lactentes menores de 6 meses de idade, a fórmula de soja não deve ser utilizada nesse período.
      Se o seu uso terapêutico for considerado para depois dos 6 meses de idade, por causa do seu baixo custo e melhor aceitação, a tolerância à proteína de soja deve primeiro ser estabelecida por provocação clínica.
      A partir de um ano de idade e após, a alimentação com fórmulas infantis à base proteína de soja isolada e suplementada com aminoácidos é capaz de suprir as necessidades de aminoácidos, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento infantil e para a reparação e manutenção proteica de adultos.
      Estudos indicam que, em crianças que receberam fórmulas à base de proteína isolada de soja, a concentração sérica de albumina, um marcador de adequação nutricional, apresenta-se normal, e que a mineralização óssea é equivalente àquela documentada em crianças alimentadas com fórmulas à base de leite de vaca.
      Revisões da literatura e de estudos clínicos comcrianças que receberam fórmulas à base de soja também não apresentam evidências de que o uso de fórmulas contendo proteína de soja possa prejudicar a adequação nutricional, o desenvolvimento sexual, neurológico ou ainda interferir na resposta imune a vacinas.
      Corroborando estes dados, um estudo prospectivo que acompanhou por cinco anos o desenvolvimento de gruposde crianças que receberam diferentes dietas (fórmula infantil à base de soja, ou fórmula infantil à base de leite ou foram alimentadas à base de leite materno) observou que o crescimento se apresentou dentro dos limites normais em todos os grupos avaliados.
      Ao analisar a prevalência de alergia a soja na infância, observa-se que esta é baixa, como elucidado por Katz etal. (2014), que realizaram uma revisão com meta-análise de 40 estudos que avaliaram o índice de sensibilização alérgica a soja em lactentes e indivíduos até os 19 anos de idade. Os resultados indicaram que a prevalência de alergia a soja para a população em geral foi de 0 a 0,5% (0,27), para a população referida foi de 0,4-3,1% (1,9) e para crianças alérgicas de 0 a 12,9% (2,7). A prevalência de sensibilização após a utilização de fórmulas à base de soja foi de 8,7 e 8,8%, respectivamente.
      Há evidências de que a alergia a soja na infância possa ser revertida. Um estudo clínico retrospectivo realizado com 133 pacientes com alergia mediada por IgE, observou que aproximadamente 50% das crianças se tornaram tolerantes a soja por volta dos 7 anos.
      Vale destacar ainda que o Instituto Nacional de Desenvolvimento de Ciências e do Ambiente corrobora o Painel de Experts em Fórmula Infantil de Soja, ao reforçar que a preocupação com os efeitos adversos relacionados ao conteúdo de isoflavonas da soja sobre o desenvolvimento de crianças é mínima. Os especialistas ressaltam ainda que as evidências sobre potenciais efeitos tóxicos da proteína isolada de soja nesta faixa etária são insuficientes para desencorajar seu uso).
      Sistema imune
      As proteínas da soja também desempenham papel importante no sistema imunológico, reduzindo processos inflamatórios e fortalecendo a imunidade. Um trabalho publicado em 2014 identificou que os peptídeos derivados da proteína da soja são capazes de inibir a expressão de citocinas pró-inflamatórias, diminuindo, por conseguinte, os processos inflamatórios crônicos no organismo.
      Outra pesquisa demonstrou que esses peptídeos são capazes de aumentar as defesas do organismo, reduzir o estresse e melhorar a circulação no cérebro. Tais efeitos decorrem da diminuição da produção de adrenalina e do aumento da concentração de dopamina, um neurotransmissor fundamental para a motivação, foco e produtividade. Contudo, ainda são necessários mais estudos para determinar seu mecanismo de ação.
      Saciedade e gerenciamento de peso
      Estudos têm demonstrado que as proteínas da soja contribuem para o gerenciamento de peso, uma vez que reduzem a velocidade de esvaziamento gástrico, o que ajuda no controle do apetite. Além disso, seus peptídeos bioativos aumentam a expressão dos receptores do hormônio colecistoquinina (CCK), responsável pelo aumento da sensação de saciedade, potencializando esse efeito.
      Uma pesquisa de intervenção realizada com 20 indivíduos obesos observou que a proteína da soja foi capaz de aumentar a sensação de saciedade, auxiliando na redução do consumo de alimentos e na perda de peso . Outro trabalho, realizado com 31 adolescentes saudáveis, identificou maior controle do apetite, com o aumento da saciedade e da qualidade da dieta, após o consumo de snacks ricos em proteína de soja, o que, ainda, contribuiu positivamente para a cognição e o humor.
      Síndrome metabólica: perfil lipídico
      Segundo dados do Relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre as doenças não comunicáveis, publicado em 2012, as doenças cardiovasculares foram responsáveis por 46,2% das mortes que ocorreram em todo mundo, sendo, assim, um importante problema de saúde pública. Um dos principais fatores de risco para a ocorrência dessas doenças é a síndrome metabólica, caracterizada pela presença de três ou mais fatores dentre oslistados abaixo:
      Excesso de gordura abdominal em homens, representado por valores de circunferência da cintura com mais de 102 cm e, nas mulheres, maior que 88 cm. Baixa concentração de HDL-colesterol no sangue: em homens, menos que 40mg/dL e, nas mulheres, menos do que 50mg/dL. Níveis sanguíneos de triacilglicerois elevados: 150mg/dL ou superior Pressão sanguínea alta: 135/85 mmHg ou superior Glicose elevada: 110mg/dL ou superior. Diversos estudos têm demonstrado que as proteínas da soja são capazes de reduzir o risco para o desenvolvimento desses fatores), especialmente no que tange aos níveis sanguíneos de colesterol e triglicérides, conforme descrito a seguir.
      Uma pesquisa realizada com 352 adultos constatou que as proteínas da soja diminuem a concentração de colesterol total no sangue e aumentam a concentração de HDL-colesterol em comparação às proteínas do leite. Outro estudo, realizado com mulheres no período pós-menopausa, verificou que o consumo de proteínas da soja contribuiu tanto para o aumento da captação de glicose pelas células quanto para a diminuição da concentração de LDL-colesterol no sangue.
      Estudos de revisão e meta-análise publicados entre 2004 e 2007 concluíram que o consumo de proteína da soja reduz a concentração de LDL-colesterol em torno de 3 a 5%. Em estudo de meta-análise com levantamentos de 1996 a 2008, incluindo ensaios clínicos randomizados e que totalizaram 43 publicações, foi observada associação entre o consumo de proteína da soja e a redução da concentração de LDL-colesterol.
      A redução média observada foi de 5,5% (-0,23mmol/L) em estudos paralelos e de 4.2% (-0.16mmol/L) em ensaios do tipo crossover, em comparação ao basal. Corroborando estes dados, uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados relatou que o consumo médio diário de 25g de soja contribui para redução média de -0,23mmol/L (8,9mg/dL) na concentração de LDL colesterol (p<0.0001).
      Em relação ao colesterol total, a redução média foi de - 0.22mmol/L (8,5mg/dL) (p<0.0001), o equivalente a 3,7% de redução em comparação às concentrações detectadas antes da intervenção.
      A redução da colesterolemia, mesmo que pequena, parece ser eficiente na diminuição dos índices de mortalidade por doenças cardiovasculares, uma vez que a diminuição de 10mg/dL de LDL-colesterol reduz o risco cardiovascular em torno de 10% . Assim, evidências apresentadas suportam o benefício do consumo da proteína da soja como parte de uma alimentação equilibrada para gerenciamento da concentração do colesterol plasmático.
      Atividade física
      A prática de exercícios físicos promove a degradação das proteínas musculares, com a oxidação dos aminoácidos. Pesquisas têm observado que as proteínas da soja contribuem com a síntese das proteínas musculares e reduzem o dano causado às fibras desse tecido, especialmente pela presença de leucina em sua composição.
      Uma pesquisa realizada com homens jovens submetidos a treinos de resistência, três vezes por semana, observou que o consumo de suplementos contendo a proteína de soja foi capaz de aumentar a massa magra após três meses de acompanhamento. Um trabalho realizado com 60 mulheres pós-menopausa e com osteoporose constatou que o consumo da proteína isolada de soja, associado a exercícios físicos, realizados quatro vezes na semana por um período de 12 semanas, propiciou aumento significativo tanto da massa muscular quanto da óssea.
      Diversos estudos demonstraram também que a proteína isolada de soja aumenta a massa muscular da mesma forma que as proteínas do leite. Ademais, a combinação de soja e leite pode melhorar a síntese de proteínas musculares, aumentando a disponibilidade de aminoácidos.
      Envelhecimento
      O processo de envelhecimento pode aumentar o risco para o desenvolvimento de algumas doenças, como a osteoporose e a sarcopenia, caracterizadas pela redução das estruturas óssea e muscular, respectivamente.
      Um estudo observou que o consumo de 40g de proteína de soja, por um período de três meses, reduziu o risco de fraturas em homens saudáveis. Recente revisão concluiu que a suplementação com a proteína de soja é eficiente para reduzir a degradação das proteínas musculares durante o processo de envelhecimento.
      Segurança no consumo da proteína isolada de soja
      A soja é um alimento com alta densidade nutritiva, rico em proteínas de alta qualidade, capaz de suprir as necessidades proteicas em todas as fases da vida. Contudo, seu consumo esbarra em uma série de conceitos imprecisos, que serão elucidados a seguir. 
      Consumo de soja e as funções endócrinas e reprodutivas
      Alguns estudos encontraram fracas evidências sugerindo a relação entre o consumo de fórmulas à base de proteína de soja e o aumento dos níveis urinários de isoflavonas. Entretanto, nenhum dos autores encontrou diferenças significativas entre as concentrações dessas isoflavonas e os níveis de hormônios estrogênicos em crianças. Além disso, uma recente meta-análise relatou que os fitoestrógenos encontrados no sangue dessas crianças estavam na sua forma conjugada, sendo, assim, incapazes de exercerem efeitos hormonais.
      Do mesmo modo, não foram encontradas evidências convincentes que comprovem que o consumo da proteína de soja possa alterar a idade da menarca e/ou a duração do ciclo menstrual, e nem tampouco a função tiroidiana.
      Consumo de soja e efeito feminilizante e infertilidade em homens
      Existe o mito de que, devido ao conteúdo de isoflavonas presente na soja, seu consumo poderia aumentar os níveis de estrogênio e diminuir os níveis de testosterona em homens. Neste contexto, fundamentou-se a teoria de que isso poderia causar ginecomastia, infertilidade e efeito feminilizante.
      A ginecomastia pode ser causada por aumento de estrógeno, que leva a proliferação do tecido mamário, e diminuição de andrógeno, hormônio que, normalmente, inibe esse fenômeno. Há relatos de casos sobre o consumo de soja e ginecomastia, porém deve-se lembrar da limitação deste tipo de pesquisa, pois o efeito foi detectado em apenas um único indivíduo.
      Martinez e Lewi (2008) publicaram um relato de caso de um homem de 60 anos com ginecomastia e níveis de estrogênio drasticamente elevados. A hipótese era a de que a causa seria o consumo de extrato de soja e isoflavona.
      No entanto, o participante consumia 3 litros de extrato de soja por dia, uma quantidade que fornece aproximadamente 360mg de isoflavonas, valor além do consumo habitual e também do encontrado em uma dieta típica japonesa, população que apresenta o maior consumo.
      Messina (2014) discute que até mesmo a ingestão excessiva de outros alimentos muito nutritivos pode produzir efeitos indesejáveis. Assim, se um indivíduo consumisse uma quantidade similar de leite de vaca no lugar do extrato de soja, a ingestão de cálcio teria excedido o limite de segurança superior em cerca de 50%, o que poderia ter levado a efeitos adversos graves, como a hipercalcemia.
      Em relação ao potencial efeito de infertilidade em homens causados pelo consumo de soja, há evidências sólidas que contrapõem este mito.
      Uma meta-análise de 32 estudos com população de homens adultos teve como objetivo determinar se as isoflavonas exercem efeitos similares aos do estrogênio em homens, diminuindo a testosterona biodisponível, a globulina de ligação do hormônio sexual (SHBG), a testosterona livre e o índice de andrógeno livre (FAI). No entanto, o estudo não observou efeitos significativos no perfil hormonal tanto para níveis de testosterona quanto para SHBG.
      A média de consumo de isoflavonas nos estudos variou entre 20 e 900mg/dia e a média de proteína de soja foi de 0 a 17g/dia. Embora os estudos avaliados tenham sido de duração inferior a 6 meses, a ingestão de proteína de soja e isoflavona excedeu muito a da dieta típica japonesa, que é de 6 a 11g e de 25 a 50mg, respectivamente.
      Estes dados demonstram que o consumo de soja ou suplementos de isoflavona não tem efeitos adversos associados aos níveis mais baixos de testosterona. Os resultados desta meta-análise sugerem que nem os alimentos de soja e nem os suplementos de isoflavonas alteraram as concentrações de testosterona, sendo seu consumo seguro para homens.
      Considerações finais
      O Brasil é o segundo maior produtor mundial de soja e o segundo maior exportador do grão, do óleo e do farelo da soja, atrás somente dos Estados Unidos. É um produto versátil que pode ser consumido tanto na sua forma in natura quanto na processada, como a proteína isolada de soja.
      A proteína isolada de soja é a forma mais refinada e pura da proteína da soja, contendo cerca de 90% de proteínas em base seca. Ela é feita a partir de grãos desengordurados, com a remoção de outros componentes, como os carboidratos, e seu processamento térmico permite a inativação dos fatores antinutricionais.
      A proteína isolada de soja é fonte de proteínas de alta digestibilidade/disponibilidade e, por ser de origem vegetal, não possui lactose e nem colesterol. Por apresentar sabor neutro, é uma opção para ser adicionada em alimentos e ingredientes diversos a fim de aumentar o valor nutricional da preparação e/ou refeição.
      Estudos demonstraram que tanto a proteína da soja como seus compostos bioativos apresentam efeitos benéficos para a saúde, atuando no crescimento e desenvolvimento infantil a partir de um ano de idade, na saciedade e no gerenciamento do peso, na síndrome metabólica e no aumento das massas muscular e óssea.
      Seu consumo não é indicado entre zero e 6 meses de vida, sendo potencialmente indicado dos 6 aos 12 meses de vida, com o uso de fórmulas infantis à base de proteína isolada de soja. Mostra-se seguro a partir dos 6 meses de vida e é recomendado especialmente para indivíduos com alergia a proteína do leite de vaca ou intolerância à lactose.
      O consumo de 25 g de proteína de soja por dia, associado a uma alimentação equilibrada e a hábitos de vida saudáveis, contribui para ajudar a redução do colesterol.
      Proteina-Isolada-Soja.pdf
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    • By Thiago
      - Idade 28
      - Altura 1,70
      - Peso 65kg
      - Percentual de gordura(BF) 16%
      - Objetivo ganho de massa com qualidade e densidade
      - Estrutura do ciclo
      1-12 enantato 600mg 2x na semana ou 1-10 (duvida)
      1-8 trembolona 100mg DSDN ou 4-12(duvida)
      1-8 Stano50mg DSDN ou 4-12(duvida)
      4-12 HCG 250ui 2x na semana (estou na duvida do uso intra ciclo ou na TPC)
      1-12: Letrozol 1/4 de comprimido   1DS / 2 DN (Um dia sim, dois dias não(
      A dose de letrozol irei usar 1/4 de comprimido 1 DS/ 2 DN. Se houver aromatização, aumentarei para DS/DN.
      Caso a aromatização ainda persista, 1/2 comprimido 1DS / 2 DN)
       
      TPC: Semana 1-2: 40mg tamoxifeno
      Semana 3-6: 20mg tamoxifeno
      Vitamina E - 1000ui por dia
      Vitamina D - 10.000ui por dia
      Vitamina C - 2000mg por dia
      Omega-3 10.000mg por dia
      OBS: VOU TA COM CABEREDUX EM MAOS PARA QUAL QUER PROBLEMA COM A prolactina, E ESTOU NA DUVIDAS DE QUAIS EXAMES DEVO FAZER NO COMECO DO CICLO E DEPOIS DE QUANTOS DIAS MAIS OU MENOS DEVO REFAZER PARA SABER A QUESTAO DO ESTROGENICO E DA PROLACTINA
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