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Durateston: interrupção do ciclo nas festas de final de ano


Rodrigo Enseki
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Apliquei ontem uma ampola de Durateston e semana que vem mais uma. Dou uma pausa por conta das festas de fim de ano já que a clínica vai estar fechada e volto em janeiro. E faço o ciclo de 4 semanas. Algum ploblema em relação a isso? Tenho outra dúvida , se há algum problema em consumir bebida alcoólicas durante esta fase nos finais de semana algumas taças de vinho? Depois desse ciclo eu posso parar ou preciso sempre fazer ciclos?

Obg desde já !

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nunca vi isso:
ciclo de 4 semanas?

interromper no meio?

no seu caso essa pausa nao faz tanta diferença até pq o tal ciclo de 1 dura por semana nao faz muita diferença principalmente considerando que sao apenas 4 semanas de ciclo

a dura tem meia vida longa, o real beneficio começaria por aí, pela quarta semana

isso aí tá mais pra reposição hormonal do que pra ciclo

pq vc nao aplica na farmacia?

ou manda o médico te ensinar a aplicar?

 

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na farmacia tem dura sim

mas tem que ter receita pra comprar

acho que aquela receita padrao nao adianta nao

acredito que os medicos nao passam a receita correta pra comprar na farmacia por 2 motivos:
1-nao teria indicação real para comprar o hormonio - isso poderia dar alguma complicaçao pro médico depois

se bem que tem um endocrino famoso no rj que passa receita pra comprar na farmacia mesmo

2-muitos médicos vendem no proprio consultorio ou recomendam farmacias especiais pra comprar

o ruim disso aí é que como é que vc vai pedir pro cara da farmacia te aplicar se vc nao tem a receita?

alem disso, na farmacia costuma ser mais barato

quanto que ele te cobrou por ampola?

acho que a dura na farmacia tá entre 16 e 20 reais

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considerando que na farmacia a aplicação deve custar entre 5 e 10 reais, acho que é mais ou menos isso

entao pra vc esta mais ou menos 10 reais mais caro do que poderia

nao é tanta diferença assim

a nao ser que vc tenha que pegar condução pra ir até o consultorio, perder tempo....

ai começa a sair caro

 

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    • Por deRivia
      em 03/2021 adquiri 5ml de Durateston, com o intuito de tomar 1ml por semana. Ja fiz esse ciclo uma vez antes, e mais um outro acompanhado de stanozolol, que nao me deram muito colateral. 
      Fiz a primeira aplicacao de Dura em abril, e as academias da minha cidade fecharam, entao suspendi o ciclo. Notei nos meses seguintes uma leve piora na libido/ereção, que pensei se psicologica. Assim que as academias voltaram em junho, retomei o ciclo, e me restavam 4mls ainda. Logo apos a primeira aplicacao, sumiram os problemas de libido e ereção (ja que tinha testo exogena, sendo que eu cessei de uma vez apos a primeira leva em abril). Fiz todo o o restante do ciclo, sem problemas, e terminei na ultima semana de junho. 
      De TPC, so havia tomado um pote de Tribullus, e um pouco de Tamox que tinha guardado (10 comprimidos, sendo 40mg diarios, que deu pra 5 dias), acontece que no fim de julho, senti minha libido cair a zero, potencializando o que eu havia sentido na primeira interrupcao.
      Dai, na primeira semana de agosto, fiz uso de 5000 ui de HCG de uma vez, e tomei uma caixa de clomid, sendo 100mg/dia. Fui ao endocrinologista, e fiz uma bateria de exames, que estao em anexo. Diante dos exames, o medico me recomendou tomar tamoxifeno 1 comp/dia 20mg e anastrozol dsdn, ambos por 30 dias.
      Acontece que eu sinto que estou pior, na verdade eu penso que o tamox ferra a minha libido, e faltam 10 dias pra terminar a medicacao. Entendo que nao foi um ciclo pesado, embora eu agora perceba que criei um gap de testo quando eu parei abruptamente com a exogena e a TPC foi mal feita.
      Minha duvida, é se voces entendem que o TPC do medico esta correto, e se o eixo se normaliza com o tempo, voltando a libido ao normal.
      Lembrando que os exames em anexo sao de antes de comecar a TPC com o medico, e apos o uso de HCG e Clomid (o que elevou a testo).









    • Por Mrbomb7
      BOM DIA, GALERA

      MONTEI UM CICLO ONDE, PROVAVELMENTE, FAREI USO DE QUATRO DROGAS: BOLDENONA (MEGA-EQUI OU EQUIFORT), DURATESTON (COMPRADA EM FARMÁCIA), OXANDROLONA (MANIPULADA) E MESTEROLONA (PROVIRON - DE FARMACIA). NA VERDADE, AINDA NÃO TENHO CERTEZA SE FAREI USO DA OXANDROLONA. INICIALMENTE ESTAVA PENSANDO EM CICLAR USANDO APENAS 400mg DE BOLDENONA E 500mg DE DURATESTON E 50mg DIÁRIAS DE PROVIRON POR 10 SEMANAS. MAS, DEPOIS DE ANALISAR UM POUCO, ACHEI INTERESSANTE A POSSIBILIDADE DE INTRODUZIR 60mg DIÁRIA DE OXANDROLONA, POR 6 OU 8 SEMANAS, RECEITADA, É CLARO, POR MEU MÉDICO ENDOCRINO E MANIPULADO EM FARMACIA DE CONFIANÇA..
      PEÇO QUE ANALISEM O CICLO, SE ESTÁ BEM ESTRUTURADO E SE É REALMENTE NECESSÁRIO ALTERAR ALGUMA COISA TIPO, DROGA, DOSE OU TEMPO DE USO. DESDE JÁ AGRADEÇO A COOPERAÇÃO DE TODOS QUE SE DISPUSEREM.
       
      IDADE: 41 ANOS
      ALTURA: 1,75 m
      PESO: 83 Kg
      BF: 12% (SÓ INICIAREI O CICLO DEPOIS QUE EU CONSEGUIR BAIXAR O BF PRA 8%)
       
      VAMOS AO CICLO DE 10 SEMANAS
      OBJETIVO: GANHO DE MASSA MAGRA (SE HOUVER UM POUCO DE RETENÇÃO NÃO TEM PROBLEMA)
      DA 1° À 10° SEMANA (SEGUNDAS E QUINTAS): 400mg de BOLDENONA + 500mg de DURATESTON + 50mg de PROVIRON (dose diária, do primeiro ao último dia de ciclo)
      DA 1° À 6° OU 8° SEMANA (TODO DIA): 60mg de OXANDROLONA (todo dia, 30 mg de 12 em 12 horas) - ASSIM FAREI CASO EU RESOLVA UTILIZAR A OXANDROLONA.
       
      A DIETA SERÁ MONTADA POR NUTRICIONISTA ESPORTIVO, PORTANTO, SERÁ PERSONALIZADA.
      FAREI USO DE SUPLEMENTOS (WHEY PROTEIN - CREATINA - MALTODEXTRINA)
      TPC TAMBÉM ESTÁ OK, TENDO COMO OBJETIVO PRINCIPAL A NORMALIZAÇÃO MAIS RÁPIDO POSSÍVEL DO EIXO.
      FAREI OS EXAMES NECESSÁRIOS PARA INÍCIO E ACOMPANHAMENTO DO CICLO. TEREI A SUPERVISÃO DO MEU MÉDICO ENDOCRINOLOGISTA.
       
    • Por Madilson Medeiros
      A grande disseminação dos chamados pré-hormonais, compostos que mimetizam a ação de drogas anabolizantes esteroidais, tem se tornado uma opção bastante popular entre os praticantes de musculação, por proporcionarem rápidos e expressivos aumentos em força e volume musculares. A utilização destas substâncias tem sido bastante popular não somente pelos efeitos acima citados, bem como pela facilidade na sua aquisição. Apesar de sua proibição pela legislação brasileira, é relativamente fácil encontrá-los.

      O que muita gente não sabe – como já comentamos anteriormente, a falta de informação é um mal crônico em nosso país – é que estes produtos praticamente são e se comportam como os AAEs em que foram inspirados. A diferença é que estas substâncias serão, através de processos enzimáticos, convertidas pelo organismo na forma anabólica da droga original ou em algo muito próximo dela. Resumindo, os PHs nada mais são do que AAEs “politicamente corretos”. Ainda não se atribuiu a esta classe de substâncias a demonização própria dos AAEs.

      Isto acaba por fazer com que muitas pessoas que optam por estes recursos, estufem o peito e afirmem com convicção: “Eu não utilizo anabolizantes! Só pré-hormonais!” Este tipo de comportamento revela uma visão equivocada e até paradoxal, constituindo-se portanto, uma verdadeira antítese.

      Uma das “vantagens” deste tipo de composto reside no fato da sua administração – por via oral – o que se traduz em uma enorme conveniência para aqueles que não suportam a idéia de injeções. Entretanto, esta conveniência é, na verdade, uma faca de dois gumes, pois leva ao surgimento de uma quantidade ainda maior de efeitos colaterais indesejáveis, pela “dupla” passagem pelo metabolismo hepático.

      Para piorar a situação, os maiores consumidores de PHs são na maioria, adolescentes ansiosos por rápidos efeitos em seus físicos. Vale a pena ressaltar, mais uma vez, que muitos deles não percebem que tais produtos apresentam os mesmos efeitos dos famigerados AAEs, sendo comparáveis aos 17-α alquelados, renomados por lesões hepáticas. Como se não bastasse, juntamente com o uso indiscriminado – e muitas vezes, excessivo – dos PHs, é muito comum o consumo de bebidas alcoólicas nesta faixa etária, aumentando exponencialmente a possibilidade de lesão hepática.

      Como a maioria de nós já tem conhecimento, pré-hormonais precisam passar pelo fígado e preservar a forma ativa esteroidal. De certa forma, estes compostos tendem a ser neutralizados por este órgão, então a solução encontrada foi adicionar um grupo metil ou etil na posição α do 17° carbono da molécula. Essa alteração acaba se constituindo como uma “proteção” para que a molécula do éster passe ilesa pela atividade hepática. Isto é evidenciado pelo grande aumento na produção das aminotransferases hepáticas, especialmente TGO (transaminase glutâmico-oxalácetica) ou AST(aminotransferase do aspartato) e TGP (transaminase glutâmico-pirúvica) ou ALT (aminotransferase da alanina) e das enzimas FA (Fosfatase Alcalina) e GGT (Gama Glutamil Transferase).

      Já na ingestão de álcool, através da ADH (Álcool-desidrogenase), ocorre a formação de um composto denominado formaldeído, que deve ser neutralizado por processo enzimático pela ALDH (Aldeído-desidrogense). Estas reações exigem excessivamente o metabolismo hepático, e em última instância, o metabolismo renal, levando à desidratação comum no período pós-ingestão alcoólica. Como o tecido muscular é constituído de cerca de 70 a 75% de água, ocorre, além do trauma hepático, diminuição do volume muscular.

      Tanto na ingestão excessiva de álcool, como na utilização de determinados medicamentos, estas enzimas tendem a apresentar variações. Isto pode revelar, na maioria dos casos, problemas relativos ao funcionamento do fígado, embora seja importante salientar que nem sempre o aumento destes marcadores representa dano hepático. Na ocorrência de exercícios vigorosos, como a musculação, elas tendem também a aumentar.

      Porém, indiscutivelmente o consumo de álcool e a utilização concomitante de AAEs orais ou PHs elevam a atividade metabólica do fígado, podendo gerar graves lesões neste órgão. Observe que, até aqui mencionamos apenas os possíveis danos hepáticos, mas também devem ser pesadas as outras diversas reações negativas advindas da utilização dos PHs, como supressão da produção endógena de testosterona, aromatização, dislipidemias, etc.

      Enfim, se você treina duro na sala de musculação e ainda assim, não quer abrir mão das noitadas regadas a álcool na companhia dos amigos, pense duas vezes antes de utilizar pré-hormonais. Pode sair mais caro do que você imagina.
    • Por Paulo Cavalcante Muzy
      Olha só, usar álcool é como apedrejar seu sistema endócrino: ele eleva a sua insulina fazendo com que o excesso ocupe os receptores de somatomedina C (o que ferra o seu metabolismo de GH) e a partir daí nada mais “conversa” direito em você.

      Álcool ainda tem um agravante: funciona como tóxico do sistema nervoso central (através do aldeído produzido no processo de metabolização, que é responsável pela dor de cabeça, irritação, gosto de pau de guarda-chuva na boca do dia seguinte) e como relaxante muscular central à copia de seus primos benzodiazepínicos, o que vai com certeza deixar alguns treinos subseqüentes bem podrinhos....

      Mas como estamos nessa seção para falar de hormônios, vamos fazer uma conta do ponto de vista hormonal, ok?! Se 20min. de treino resistido fazem com que seu corpo tenha estímulo para modificar determinado segmento por 10 dias, significa que ao você encher a cara solenemente você jogou fora o treino de pelo menos 10 dias antes da fatídica bebedeira.

      Outra conta ruim: cada pessoa tem um tempo para retornar aos padrões iniciais insulinêmicos, ficando oscilando como um pêndulo por algum tempo. Neste tempo nada de ganho, nada de melhora. Pense e faça a sua escolha de maneira acertada.
    • Por Amanda Mayrinck Hallak
      Apesar de o álcool possuir grande aceitação social e seu consumo ser estimulado pela sociedade, este é uma droga psicotrópica que atua no sistema nervoso central, podendo causar sérios danos a saúde. Doenças do fígado, sistema digestivo e coração, assim como perda de apetite e deficiências vitamínicas, são alguns dos problemas causados diretamente pelo álcool.

      É comum beber em festas, noitadas, encontros com amigos, etc. Isso se tornou algo básico, seja diariamente ou somente nos finais de semana. Há pessoas que não conseguem se divertir caso não tenha bebidas nas “curtições e encontros”.

      São comuns comentários do tipo: “festa sem álcool não tem graça. Não consigo curtir sem álcool. Com isso, acaba ocorrendo a introdução da bebida alcoólica na rotina de vida, gerando muitas vezes abusos e, em determinados casos, levando até a dependência.

      É muito comum ver pessoas que passam a semana toda seguindo “dieta”, seja com objetivo de ganho de massa muscular, emagrecimento ou definição. Mas quando chega ao final de semana acha sagrado beber.

      Beber apenas no final de semana já atrapalha o processo de qualquer objetivo.

      "O processo de absorção do álcool é relativamente rápido (90% em uma hora). Porém o mesmo não ocorre com a eliminação, que demora de 6 (seis) a 8 (oito) horas e é feita através do fígado (90%), da respiração (8%) e da transpiração (2%)."

      Muitas pessoas passam a noite toda bebendo, sem dormir, sem comer direito e, para piorar, no dia seguinte ficam ainda mais horas sem comer, isso quando não passam muito mal e/ou tem ressaca, o que detona ainda mais o organismo, em todos os sentidos.

      As bebidas alcoólicas contem muitas calorias perdendo apenas para a gordura.

      Um grama de álcool contem sete calorias e o que e pior, calorias vazia. Mesmo em pequenas quantidades, o álcool já se torna devastador para aniquilar qualquer sucesso em termos de resultados de emagrecimento e/ou definição.

      Não pense que se seu objetivo é ganho de massa muscular este quadro muda.

      Entenda onde o álcool entra nisso observando os efeitos da bebida alcoólica dentro do organismo. O álcool:
      Atrapalha a capacidade do organismo em absorver os nutrientes; Causa desidratação do organismo; Diminui a taxa de açúcar no sangue; Eleva os níveis de cortisol (hormônio do catabolismo); Diminui os níveis de testosterona; Causa deficiência de vitaminas B1, B2, B6, B12 e C. Vitaminas de extrema importância para aqueles que procuram aumento de massa muscular.
      Além disso, o álcool é hiper-estrogenico, ou seja, nas mulheres, faz seu fígado produzir muito hormônio feminino (estradiol/ estrona), e nos homens, esse efeito silencioso é refletido na inibição dos receptores da testosterona no tecido muscular e hipotálamo. Neste último, os danos são ainda mais graves. Eles malham e a fibra somente fica “inchada”, a força não vem, a fadiga e a agressividade aumentam, libido e ereção diminuem cada vez mais.

      No organismo, o álcool não consegue absorver bem os componentes dos alimentos, através do intestino delgado — principalmente as vitaminas B1, B6, B3 e o ácido fólico alem da queda acentuada de potássio, magnésio, cálcio, zinco e fósforo.

      No entanto, evitar a ingestão de bebida alcoólica é a primeira observação feita para pessoas que visam ganhar massa ou perder gordura, pois o álcool atrapalha em ambos objetivos. Mas se por acaso você for beber, tente evitar ao máximo os exageros. Não fique horas sem comer e nem beba com o estômago vazio.
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