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Bom galera, sou novo aqui no fórum, e tenho uma dúvida em relação aos anabols citados no título deste tópico.

Pesquisando um bocado na net, ví algumas pessoas falando sobre a sinergia do dbol com o masteron, pois são de classes diferentes e blablabla. Mas enfim, como é possível fazer a utilização de ambos num ciclo (APENAS ELES, SEM TESTO) sendo que, dianabol promove uma retenção absurda, masteron praticamente zera sua retenção numa finalização, qual seria o propósito de usa-los em um ciclo de bulking?

E é vantajoso utilizar oxan + masteron em um ciclo de bulking, sendo que ambos visam ganhos secos e densos (sei que master n é muito anabólico, mas ele ajuda a secar).

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49 minutos atrás, Mario Mec disse:

Bom galera, sou novo aqui no fórum, e tenho uma dúvida em relação aos anabols citados no título deste tópico.

Pesquisando um bocado na net, ví algumas pessoas falando sobre a sinergia do dbol com o masteron, pois são de classes diferentes e blablabla. Mas enfim, como é possível fazer a utilização de ambos num ciclo (APENAS ELES, SEM TESTO) sendo que, dianabol promove uma retenção absurda, masteron praticamente zera sua retenção numa finalização, qual seria o propósito de usa-los em um ciclo de bulking?

E é vantajoso utilizar oxan + masteron em um ciclo de bulking, sendo que ambos visam ganhos secos e densos (sei que master n é muito anabólico, mas ele ajuda a secar).

Sem testosterona juntamente só recomendo oxandrolona e não mais que 20mg por dia.

De resto tudo depende da sua dieta! Qualquer droga serve para bulk ou cutt, tudo depende da sua dieta e do seu objetivo.

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16 minutos atrás, MC00 disse:

De onde você viu que masteron zera sua retenção ? KKKK 

Masteron lapida o shape numa FINALIZAÇÃO como eu falei. Ele é anti-estrogênico, não disse que ele zera, PRATICAMENTE zera, ajuda a diminuir.

15 minutos atrás, Arnaldo Santos. disse:

Sem testosterona juntamente só recomendo oxandrolona e não mais que 20mg por dia.

De resto tudo depende da sua dieta! Qualquer droga serve para bulk ou cutt, tudo depende da sua dieta e do seu objetivo.

Por que sem testo não compensa? Reduz muito os ganhos?

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1 hora atrás, Mario Mec disse:

Masteron lapida o shape numa FINALIZAÇÃO como eu falei. Ele é anti-estrogênico, não disse que ele zera, PRATICAMENTE zera, ajuda a diminuir.

Por que sem testo não compensa? Reduz muito os ganhos?

Sem testosterona vai ficar broxa! Com o Zezinho mole!

Acho que devia pesquisar mais sobre o assunto pois é Fundamental ter conhecimento, para não fazer burrada!

Dianabol seria melhor usar com propionato! Ou masteron com propionato.

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2 horas atrás, Arnaldo Santos. disse:

Sem testosterona vai ficar broxa! Com o Zezinho mole!

Acho que devia pesquisar mais sobre o assunto pois é Fundamental ter conhecimento, para não fazer burrada!

Dianabol seria melhor usar com propionato! Ou masteron com propionato.

Tenho ciência da libido, porém, quanto maior a libido no ciclo, mais pesada a queda no pós-ciclo certo?

Em questão de ganhos, a testo influencia muito, ou é só pela libido mesmo?

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1 hour ago, Mario Mec said:

Tenho ciência da libido, porém, quanto maior a libido no ciclo, mais pesada a queda no pós-ciclo certo?

Em questão de ganhos, a testo influencia muito, ou é só pela libido mesmo?

Influencia sim.

Sem testo só vale arriscar Oxandrolona.

A queda vai vir da mesma forma, joga testo pra não se arrepender.

Masteron não faz esse milagre todo ai que tu tá pensando. Masteron não aromatiza, dessa forma, a retenção vinda da aromatização não vai ter, deve ser isso que alguém te contou ai, mas nada dessa balela de zerar retenção que te falaram ai. Normalmente a galera de nível manda masteron junto com trembo em fase pré-contest já, obviamente o cara tá secando por inúmeros fatores, sendo masteron o último deles. Tem até uma galera que curte muito masteron falando que é droga pré sessão de fotos ou competição, mas nunca vi nada sólido disso ai.

5 hours ago, Mario Mec said:

Ele é anti-estrogênico, não disse que ele zera, PRATICAMENTE zera, ajuda a diminuir.

Qual o raciocínio dele zerar a retenção? 

Edited by Bruce Slajvic

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9 horas atrás, Bruce Slajvic disse:

Influencia sim.

Sem testo só vale arriscar Oxandrolona.

A queda vai vir da mesma forma, joga testo pra não se arrepender.

Masteron não faz esse milagre todo ai que tu tá pensando. Masteron não aromatiza, dessa forma, a retenção vinda da aromatização não vai ter, deve ser isso que alguém te contou ai, mas nada dessa balela de zerar retenção que te falaram ai. Normalmente a galera de nível manda masteron junto com trembo em fase pré-contest já, obviamente o cara tá secando por inúmeros fatores, sendo masteron o último deles. Tem até uma galera que curte muito masteron falando que é droga pré sessão de fotos ou competição, mas nunca vi nada sólido disso ai.

Qual o raciocínio dele zerar a retenção? 

Finalmente

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13 horas atrás, Mario Mec disse:

Tenho ciência da libido, porém, quanto maior a libido no ciclo, mais pesada a queda no pós-ciclo certo?

Em questão de ganhos, a testo influencia muito, ou é só pela libido mesmo?

Não. a queda pós ciclo se dá pela redução da produção de testosterona devido ao uso de drogas, não é compensatório. Se inibiu o eixo durante o ciclo, vai ter déficit no pós. Agora deixando de lado a testo já no ciclo, o que acontece é que você vai ficar com a libido baixa desde já.

Masteron é uma boa droga, combiná-la com dianabol costuma ser muito produtivo em ganhos. O masteron realmente dá uma aliviada na aromatização, porque a estrutura dele é semelhante ao estrogênio, logo, pode acabar ligando-se à aromatase e desativando-a.

Em finalização o uso de dianabol vem como uma droga pra manter o shape "cheio". Se for usar oxandrolona em bulk, pode descartar o masteron. Ele serve justamente pra ajudar a conter a retenção, contudo, se você está optando por oxan, isso não acontece. Só vai estar usando duas drogas caras e de pouco poder anabólico, o que não faz sentido.

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10 horas atrás, Toxi disse:

Não. a queda pós ciclo se dá pela redução da produção de testosterona devido ao uso de drogas, não é compensatório. Se inibiu o eixo durante o ciclo, vai ter déficit no pós. Agora deixando de lado a testo já no ciclo, o que acontece é que você vai ficar com a libido baixa desde já.

Masteron é uma boa droga, combiná-la com dianabol costuma ser muito produtivo em ganhos. O masteron realmente dá uma aliviada na aromatização, porque a estrutura dele é semelhante ao estrogênio, logo, pode acabar ligando-se à aromatase e desativando-a.

Em finalização o uso de dianabol vem como uma droga pra manter o shape "cheio". Se for usar oxandrolona em bulk, pode descartar o masteron. Ele serve justamente pra ajudar a conter a retenção, contudo, se você está optando por oxan, isso não acontece. Só vai estar usando duas drogas caras e de pouco poder anabólico, o que não faz sentido.

Entendi... e como seria um "protocolo" (entre aspas porque a dúvida é mais sobre mandar os dois juntos, ou o masteron depois da diana) para o maior proveito? Dbol nas primeiras semanas (1-4 por exemplo) e no resto mandar Masteron? (4-12 por exemplo)

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    • By duduhaluch
      A alta hepatoxidade dos esteróides é um dos mitos mais divulgados sobre esteróides, e um dos que causa mais medo entre os usuários, e como veremos, sem nenhum fundamento científico. Muito desse mito também é divulgado por artigos sobre esteróides, e quase sempre se referências confiáveis, como a afirmação de que o hemogenin é um esteróide que pode provocar câncer de fígado [1].

      "Nós temos dito há anos que se você tomar esteróides 17AA 9alfa-alquelados), você acabará por ficar com problemas de fígado. Nunca combine 17 AA, jamais ir além de 50mg/ dia, nunca vá mais de 4 semanas, etc Tudo isso é uma porcaria! Como eu e você veremos através de alguns estudos, hoje, você verá que esteróides 17AA podem ser hepatotóxicos, mas não ao grau que você pensaria.
      Para fazer um esteróide hepatóxico, é necessário apenas uma pequena alteração de uma molécula de esteróide; uma ligação forte que não podem ser prontamente quebrada por enzimas no fígado. Esta pode ser uma ligação na posição 17, ou mesmo na posição 1 (como na primobolan ou proviron). Porque o fígado não pode facilmente quebrar os esteróides antes ele é liberado na corrente sanguínea, o que também resulta na esteróides por via oral para se tornar mais bio-disponível.

      Podemos ver que o fígado tem de trabalhar mais para quebrar estes esteróides. As enzimas no sangue e tecidos facilmente metabolizar outros esteróides tais como a testosterona.Comumente, este aumento na atividade do fígado tem sido visto como um processo prejudicial, mas como você verá, este aumento é, em si, é irrelevante. O fígado é o filtro do corpo humano - pode descobrir o que fazer com qualquer coisa. O único verdadeiro problema surge quando a pessoa mantém seu fígado em plena explosão por longos períodos de tempo." [2]

      As quatro mais comuns manifestações graves de toxicidade hepática induzida por esteróides são colestase intra-hepática, peliose hepática, adenoma hepatocelular e carcinoma hepatocelular. Colestase intra-hepática refere-se a uma condição em que o fígado não pode mais adequadamente transportar e metabolizar biliar (obstrução do ducto biliar). Isso pode coincidir com icterícia, ou amarelamento da pele e os olhos como bilirrubina constrói nos tecidos do corpo. Colestase é geralmente resolvido com a cessação imediata do uso de esteróides. Peliose hepática é uma condição rara e muito grave, caracterizada por cistos cheios de sangue no fígado. Adenoma hepatocelular é um tumor raro do fígado não-malignas (não cancerosos). Embora em alguns casos, não requerem intervenção adicional que não seja a abstinência do uso de esteróides, hepatocelular ademona pode levar a vida em risco de sangramento ou insuficiência hepática. O carcinoma hepatocelular se refere ao câncer de fígado malignos. Esta última consequência e talvez o mais grave de uso de esteróides só foi documentada em um previamente saudável usuário recreativo de esteróides [1].

      Entre os diversos estudos, os casos relatados de usuários de esteróides com problemas hepáticos é quase sempre raro e muitas vezes a culpa dos esteróides é duvidosa.

      Alguns casos conhecidos e comprovados sobre a hepatoxidade dos esteróides se referem ao abuso por longos períodos de tempo, como o da menina japonesa de 14 anos que apresentou lesões no fígado após ser submetida a tratamento com oximetolona (hemogenin) com 30mg por dia durante 6 anos [3]. Existe também relatos de atletas alemães que entre os anos 60 e 80 que usaram altas doses de turinabol (100-150mg/dia) e não tiveram problemas relacionados à hepatoxidade [4].

      Em 1999, pesquisadores tentaram provar que a hepatotoxicidade dos esteróides é exagerada [5].Neste estudo, 15 dos participantes eram fisiculturistas usando esteróides e 10 eram não-esteróides fisiculturistas. Dados foram comparados a 49 pacientes com hepatite viral e com 592 estudantes de medicina sedentários e praticantes de atividade física.

      Todos os bodybuilders mostraram aumentos do aspartato aminotransferase (AST), cinase aminotransferase (ALT) e creatina alanina (CK), enquanto gama-glutamiltranspeptidase (GGT) estavam na gama normal. Em comparação, os pacientes com hepatite mostraram aumento da ALT, AST e GGT enquanto que o grupo controle de estudantes de medicina apresentaram níveis aumentados de CK. A partir deste, os investigadores sugeriram que é a correlação entre AST, ALT e GGT que mostra disfunção hepática verdadeira. Tenha em mente, podemos apenas imaginar que os 15 usuários de esteróides estavam usando 17 AA esteróides, e não sabemos que doses que foram utilizadas., Mas o senso comum nos diz que os resultados são provavelmente relevantes. [2]

      Então o que podemos concluir de tudo isso?

      Primeiro, 17 AA esteróides são hepatotóxico em doses elevadas tomadas durante um tempo longo. Por outro lado, os ciclos curtos e dosagens pequenas parecem estar perfeitamente seguras, sem necessidade de proteções hepáticas como silimarina, etc. Eu sugiro que doses máximas devem ser 500mg a 900mg por dia. Eles devem ser reciclados para talvez 8 semanas, e se necessário um intervalo de 3 meses a partir deles deve ser dado. Usando as técnicas acima mencionadas, o fígado pode ser saudável para um longo período de tempo. Simplificando, a histeria em torno da "hepatoxidade" dos esteróides, é baseada principalmente na sabedoria popular.



      [1] https://forums.steroid.com/anabolic-steroids-questions-answers/450672-liver-health-william-l.html#.UPxW-CeABMg .html (W. Llewellyn)
      [2] http://forums.steroid.com/showthread.php?269806-Hepatoxicty-Fact-or-Fiction#.UPxW-CeABMg (Roy Harper)
      [3] J Gastroenterol 2000;35(7):557-62, Multiple hepatic adenomas caused by long-term administration of androgenic steroids for aplastic anemia in association with familial adenomatous polyposis. Nakao A, Sakagami K, Nakata Y, Komazawa K, Amimoto T, Nakashima K, Isozaki H, Takakura N, Tanaka N.
      [4] W. Llewellyn, Anabolics 2006.
      [5] Clin J Sport Med 1999 Jan;9(1):34-9, Anabolic steroid-induced hepatotoxicity: is it overstated? Dickerman RD, Pertusi RM, Zachariah NY, Dufour DR, McConathy WJ.


      DUDU Haluch, tradução e adaptação
    • By marcos_silveira98
      Opa galera, venho pedir ajuda novamente aqui para saber o por quê de após o ciclo, meu peso não ter aumentado. Por que dos 2x ciclo-6 que eu mandei nesse segundo ciclo (dezembro 2012 a março 2013) não me causarem dor pós aplicação) e o ciclo-6 do primeiro ciclo (agosto 2012 a novembro 2012) ter me causado muita dor pós aplicação)

      Esse primeiro ciclo foi:
      1-10 300 mg enan (ciclo-6)
      1-4 40 mg de diana tds
      6-12 70 mg de stano tds
      ganho: de cerca de 80 kg para pouco mais de 86 kg ao final do ciclo

      O segundo ciclo foi:
      1-10 600 mg enan (ciclo-6)
      1-4 40 mg de diana tds
      6-12 80 mg de stano tds
      ganho: de cerca de 80 kg e me pesei ontem e deu 80.9 kg
      detalhe que me pesei somente após o uso de diana e deu em torno de 86 kg, daí parei com a diana, e entrei com stano, e 2-3 dias após acabar o ciclo completamente, me aparece esse 80.9 kg ai...

      alimentação foi 6-7 refeições por dia (muito parecida com a alimentação que fiz durante o primeiro ciclo), quase todas com frango (comia frango pelo menos 5x vezes ao dia), mandei muito leite desnatado (em torno de 1 litro por dia), ovos, aveia, granola light, arroz integral, pão integral light, whey, feijão, macarrão integral, castanha do pará, azeite bom e por ai vai... é a alimentação que eu sempre levo praticamente, no ciclo, comia mais quantidade. Sem muito controle de carbo (mas quase sempre carbo bom), não comi fritura, bebida alcoólica nenhuma, até fumar eu parei durante o ciclo.

      Apesar do ganho pífio de peso, eu ACHO (não tirei medidas) que ganhei volume nos braços, ombros e costas principalmente (gente que eu convivo falou isso). Também senti aumento de força, menor fadiga e disposição para malhar. Subi os pesos em quase todos exercícios que fazia...

      sei que é difícil de apontar, com certeza, uma causa para esse aumento de peso pífio (ainda mais que no primeiro ciclo mandando as mesmas drogas mas em menor quantidade, eu ganhei quase 7 kg). Fica minha dúvida, qual o "lance" para esse aumento pífio de peso pós ciclo?

      outra dúvida, antes de terminar o ciclo, comprei mais um ciclo-6 com o vendedor para mandar durante e TPC e tentar segurar os ganhos... mas como, pelo menos, ganho de peso não houve, mando esse ciclo-6 que comprei para usar no pós-ciclo ou guardo ele?

      abraço
      vários fotos do ciclo-6 e da diana, o stano, coloco mais tarde
      ciclo-6:
      (as marcações no canto foram feitas por mim, para controlar o nível do óleo) (exatamente do mesmo jeito que veio raspado, ele já veio assim, raspado igualzinho tá nessa imagem, ao jogar o código no site do fabricante, deu original e válido)
      (as inscrições feitas no bujão não aparecem, mas me perguntaram uma vez e já adianto, se isso for ajudar, passando a unha em cima os escritos, mal-mal se senti o escrito, acho que nem se sente na verdade, como se o escrito tivesse sido feito no interior ou dentro mesmo, não aparenta ter sido gravado pelo lado de fora)






      diana:





    • By vacalouca
      Olá, 
      Já tenho uma certa experiencia com os AE's e gostaria de tentar um protocolo um pouco diferente. 
      Gostaria do parecer dos mais experientes por gentileza.
      Protocolo de 10 semanas pra bulk, dependendo da resposta, seguindo de um outro protocolo cutting por mais 6 ~ 8  semanas.
      Drogas:
      Bulk
      Testo cipionato, 200mg a cada 6 dias durante 10 semanas (Devido a problemas de stress e agressividade preciso manter uma dose menor).
      Hemogenim, primeiro contato, 50mg dia repartido em duas tomadas. Vou mandar ele por 4 semanas.
      Dianabol, 50mg tsd durante 6 semanas, esse é o veneno que eu gosto.
      Cutting
      Testo propionado 100mg dsdn durante 6 ~ 8 semanas
      Estanozolol injetavel 50mg dsdn durante 6 ~ 8 semanas
      Primobolan enantato 100mg a cada 6 dias, prefiro usar ele pra gineco do que os IA's.
      Intra ciclo
      HCG 250ui a cada 4 dias
      Exemestano 25mg dsdn (se necessário) não gosto muito de tomar.
      Silimarina 400mg dia
      Dieta adequada ao objetivo, claro.
      Foto do shape:
       


       
    • By Rodolfo Peres
      Esteroides e o fígado
      Uma das maiores preocupações dos usuários mais cautelosos de esteroides anabólicos, sempre é a saúde de seu fígado. Lógico que existem muitos que não estão nem aí tanto para o estado do seu fígado quanto para outros órgãos do corpo, principalmente o cérebro. São esses imbecis que normalmente acabam desenvolvendo diversos efeitos colaterais provenientes do uso incorreto de drogas anabólicas, e quando não há mais nada a fazer, culpam as drogas por sua infelicidade, quando na verdade deveriam culpar sua própria ignorância.
      Este artigo expõe algumas estratégias para minimizar o nível de lesão a este órgão durante um ciclo, assim como promover uma regeneração mais rápida e eficaz após o término da administração das drogas. Esta última consideração é extremamente importante principalmente para aqueles que insistem em fazer ciclos subseqüentes, mantendo muitas vezes, pequenos intervalos entre os mesmos.
      Funções do fígado
      O fígado é o maior órgão do corpo humano. Pesa cerca de 1,5 kg localizando-se ao lado direito, no quadrante superior da cavidade abdominal, protegido pelas costelas. Esse órgão executa mais de 500 funções importantes em nosso organismo, sendo que as principais são as seguintes:
      Integração entre os vários mecanismos energéticos do organismo; Armazenar e metabolizar vitaminas; Fazer síntese de proteínas plasmáticas; Detoxificação de toxinas químicas produzidas pelo organismo; Detoxificação de toxinas químicas externas ao organismo; Filtragem mecânica de bactérias; Controle do equilíbrio hidro-salínico; Síntese de gorduras e secreção do suco biliar. Esteroides e lesões no fígado
      Quase todos os esteróides causam lesão no fígado, sendo que os 17 alpha-alquelados são os mais tóxicos pela dificuldade de processamento. Observa-se maior toxicidade por parte de drogas como a oximetolona, stanozolol, methandrostenolona, metiltestosterona e em menor grau, pela oxandrolona. Vale mencionar que vários medicamentos largamente utilizados pela população, tais como os “inocentes” ácido acetil salicílico (aspirina) e o paracetamol (tylenol), podem ser tanto ou até mesmo mais tóxicos ao fígado do que os “temíveis” esteróides anabólicos.
      O tipo de lesão hepática clássica encontrado em usuários de esteróides anabólicos denomina-se colestática. As alterações na estrutura dos hepatócitos acontecem provavelmente por ação oxidante na membrana, por meio do aumento de LDH plasmático e pela diminuição da glutationa peroxidase (enzima antioxidante). Retenção de bile nos canalículos biliares ocorre principalmente com o uso da oximetolona.
      A maior parte das lesões promovidas no fígado são reversíveis tão logo o uso do medicamento seja interrompido, devido a grande capacidade de regeneração desse órgão. Existem relatos de fígados que se regeneraram após terem cerca de 80% de seus hepatócitos comprometidos. Porém, efeitos mais sérios como icterícia somatizada pelo amarelamento da pele, das unhas e branco dos olhos é um sinal para imediata interrupção do medicamento e procura de orientação médica para monitoramento das funções hepáticas.
      Cuidados durante o ciclo
      Para os que ainda insistem em fazer uso dessas drogas hepatotóxicas, o primeiro passo, após um exame cerebral para verificar o grau de sanidade, seria realizar uma bateria de exames laboratoriais a fim de verificar a saúde de seu fígado. Os exames mais comuns denominam-se aminotransferases.
      Estas são enzimas amplamente distribuídas nos tecidos humanos, porém atividades mais elevadas são encontradas no miocárdio, fígado, músculo esquelético, com pequenas quantidades nos rins, pâncreas, baço, cérebro, pulmões e eritrócitos. Os níveis séricos das aminotransferases são importantes na verificação da função hepática.
      As aminotransferases mais úteis a fim de diagnóstico são: transaminases glutâmico-oxaloacética e transaminases glutâmico pirúvica. Além de logicamente evitar superdosagens dessas drogas, o segundo passo seria a adoção de algumas medidas profiláticas, dentre elas, a inclusão de protetores hepáticos, evitar alguns medicamentos e ervas específicas, manter uma boa alimentação, etc.
      Protetores hepáticos
      Com relação aos protetores hepáticos, o mais conhecido e utilizado é o silybum marianum ou silimarina. Diversos estudos científicos realizados na Alemanha confirmam os efeitos benéficos da silimarina. Extraída das sementes do cardo marianum e formada por flavonolignanos, a silimarina apresenta grande capacidade regeneradora dos hepatócitos, provavelmente por estimular a síntese de proteínas. Estudos comprovaram seu poder na diminuição dos níveis de bilirrubinas, redução da esteatose hepática e dos níveis de transaminases.
      Entre outros protetores hepáticos estão: a cynara scolymus - a conhecida alcachofra, que aparentemente também apresenta uma ação regeneradora, mas necessita de mais estudos para confirmar tal efeito; os ácidos graxos ômega 3 e o óleo de prímula da noite que possuem ação anti-inflamatória e ajudam na diminuição das transaminases; os aminoácidos metionina, cisteína e glutamina que auxiliam na eliminação das toxinas hepáticas; a vitamina E, o mineral selênio e o ácido alpha-lipóico, que atuam na síntese do complexo antioxidante glutationa peroxidase.
      Protegendo o fígado pela dieta
      Quanto à dieta, deve-se evitar uma ingestão excessiva de ferro (carne vermelha), vitamina A (acima de 10.000 UI/dia), frituras, alimentos gordurosos e condimentados, minimizar o álcool, incentivar a ingestão de proteínas vegetais (soja), peixes, frutas, cereais, verduras e legumes.
      Ainda quanto à alimentação, o uso do alecrim é uma boa escolha por sua ação antioxidante, protetora e regeneradora hepática; já a alfafa auxilia no processo digestivo; o abacate é um grande protetor hepático, pois estudos realizados no Japão demonstraram uma diminuição do dano ao fígado em pessoas que comiam abacate todos os dias; o abacaxi, através da bromelina, auxilia a digestão; o boldo, na forma de chá, ajuda a diminuir as transaminases e auxilia no processo digestivo; e o chá verde, devido sua ação antioxidante e digestiva.
      Ervas e medicamentos que devem ser evitados
      Deve-se ainda evitar ervas hepatotóxicas, tais como a equinácea e a valeriana, e ter cautela com alguns medicamentos, como os anti-inflamatórios hormonais, a maioria dos antibióticos, fenitoína, bupropiona, anti-depressivos tricíclicos, acetaminofem, paracetamol, ácido acetil salicílico, dentre outros. Uma boa medida é sempre verificar a bula dos medicamentos, a fim de constatar se existe algum risco de toxicidade hepática.
      Cuidados ao terminar o ciclo: dieta detoxificante
      Ao se terminar um ciclo com drogas anabólicas hepatotóxicas, é comum que o fígado tenha sofrido lesões em algum grau. Devido a grande capacidade de regeneração deste órgão, como já mencionado, a tendência é que o órgão recupere toda sua estrutura em um determinado período. Porém, existem medidas que podem otimizar este processo, sendo estas fundamentais para aqueles ainda mais teimosos que insistem em realizar ciclos pesados com maior freqüência e com curto período de intervalo entre os mesmos.
      Após um ciclo, o sistema de detoxificação do fígado é sobrecarregado, sendo que os metabólitos tóxicos se acumulam e a sensibilidade a outros químicos torna-se progressivamente maior. A implementação da dieta detoxificante deve ser feita de maneira progressiva e dura, em média, de três a quatro semanas. É importante a conscientização do indivíduo para que a dieta detoxificante faça parte da rotina diária, mantendo os resultados benéficos a longo prazo.
      Quando o objetivo da terapêutica nutricional é detoxificar ou melhorar a reserva orgânica hepática, alguns aspectos também devem ser considerados. Alguns alimentos e bebidas que contêm toxinas e alergenos alimentares deveriam ser excluídos da dieta, como leite de vaca, açúcar e glúten.
      A hidratação adequada é importante para eliminar os produtos biotransformados, possibilitando a excreção mais eficiente dos compostos tóxicos. É importante ressaltar que de nada adianta ingerir grande quantidade de água em um determinado período. A melhor forma de hidratar-se é administrar pequenas quantidades de líquidos, constantemente, durante todo o dia. Uma das principais vias de eliminação de toxinas modificadas é a bile. Entretanto, quando a excreção de bile é inibida, as toxinas ficam no fígado por mais tempo.
      Alimentos como o chá verde ou preto, alecrim, alho e cebola, frutas cítricas, frutas vermelhas, oleaginosas, cereais integrais e leguminosas, soja, peixes e alimentos orgânicos possuem propriedades benéficas ao processo de detoxificação de acordo com sua composição.
      Agentes como a colina, betaína, metionina, vitamina B6, ácido fólico e vitamina B12, são úteis para promover a fluidez da bile para fora do fígado. Já as vitaminas do complexo B são importantes para evitar o dano celular e ajudar no mecanismo de detoxificação.
      Os alimentos funcionais são auxiliares no processo de detoxificação, entre eles destacam-se os vegetais brássicos (agrião, brócolis, couve-chinesa, couve-de-bruxelas, couve-folha, mostarda, nabo, rabanete e repolho).
      Elementos probióticos, tais como os lactobacillus e os bifidobactériuns, também atuam na metabolização de medicamentos. Eles podem ser definidos como preparações ou produtos contendo microorganismos determinados que, quando viáveis e em número suficiente, alteram a microbiota intestinal do indivíduo, exercendo efeitos benéficos à sua saúde.
      A vitamina C (ácido ascórbico), além de auxiliar no processo de detoxificação, também atua reduzindo a ação do hormônio catabólico cortisol, que normalmente encontra-se elevado após o término de um ciclo. A silimarina além de seu efeito protetor já mencionado, também possui ação detoxificante.
      Vale ressaltar novamente que o melhor para a saúde de qualquer fígado é manter-se longe de qualquer tipo de droga anabólica, ainda mais quando observa-se que os objetivos estéticos alvejados pela maioria de seus usuários, poderiam ser atingidos por meio de treinamento rigoroso e dieta adequada. Mais informações sobre o assunto podem ser obtidas no livro Guerra Metabólica – Manual de Sobrevivência.
    • By rtotora
      Sou novo no fórum , porem não sou novo no mundo da musculação. Já treino à um bom tempo e meu corpo responde bem aos treinos e dietas...pra fazer cutting tenho facilidade , porem pra crescer seco ou seja , um bulking limpo,meu corpo não responde muito bem e sempre acabo acumulando um pouco mais de gordura que o desejado,e por isso decidi usar AE's
      Ficha :
      Idade:23 anos
      Altura:1,75
      Peso:70 kg
      bf:10%
      Estava em cutting ,com uma dieta low carb ,onde diminui bastante meu bf.. pretendo manter esta dieta durante o mes de fevereiro inteiro e começar meu ciclo dia 1 de março.
      PROTOCOLO CICLO:
      1-8 600 mg de Enantato de testosterona (duopharma) por semana dividido em 2 aplicações 
      4-8 60 mg Oxandrolona manipulada tsd dividida em 3 vezes ao dia
      Duvida: Sera que é valido colocar o Propionato de Dostanolona ( DuoMast da Duopharma) no ciclo ? Me falaram que pra ter bons resultados seria bom uma quantidade de 100 mg dsdn durante todo o ciclo 1-8.
      TPC e prevenção:
      2-8 0,5 mg anastrozol dsdn
      9-10 0,5 mg anastrozol ds2dn
      11-12 0,25 mg anastrozol ds2dn
       
      Após 15 dias da ultima aplicação de Enantato:
      1-14 40 mg Tamoxifeno tsd
      15-45 20 mg Tamoxifeno tsd
       
      1-30 Vitamina E
       
      Dieta durante o Ciclo:
      Não ajustei ainda , mas tava pensando em montar alguma coisa em torno de 2300~2500 kcal,divido em mais ou menos umas 250 g de Proteina , umas 200g de carbo e umas 50g de gordura, mas nada definido ainda.
      Aguardo comentários, dicas e sugestões sobre o ciclo, quanto mais informação , melhor.
      Obrigado pela atenção . 
      OBS: Esta foto é do meio de Dezembro de 2016, depois disso meu bf abaixou mais um pouco e essa barriguinha debaixo do umbigo sumiu, pretendo continuar em cutting ate o começo do ciclo(1 de Março)
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