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A pergunta é mais ou menos assim...
Qual das seguintes opções prejudicaria mais o eixo?

enantato de testo 400 mg/sem por 12 semanas
enantato de testo 700 mg/sem por 8 semanas

Usar low doses por um período mais longo, seria mais benéfico?
Vlww e obrigado.

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17 minutos atrás, Salu Ramos disse:

A pergunta é mais ou menos assim...
Qual das seguintes opções prejudicaria mais o eixo?

enantato de testo 400 mg/sem por 12 semanas
enantato de testo 700 mg/sem por 8 semanas

Usar low doses por um período mais longo, seria mais benéfico?
Vlww e obrigado.

8-12 semanas não difere muito. Se estivessemos falando de 20 semanas ou de Cruise, aí seria o tempo. Com 250mg/sem, na terceira semana o eixo já estará fechado. Ou seja, para fins exclusivos de eixo HPT, eu acho que o tempo é mais prejudicial do que as doses de testosterona.

Não podemos afastar os demais colaterais das altas doses (espinhas, queda de cabelo, irritabilidade, aromatização, etc).

Dosagem depende do teu tamanho e da tua produção natural de testo. Para mim, a testo bateu na 4ª semana, portanto, acho que 8 semanas seria pouco. Tudo o que vem rápido, vai rápido; é preciso tempo para ganhar qualidade (e não apenas quantidade).

Tudo tem um limite. No caso de uma guria aqui do forum que estava usando testo, postando resultados de exames, foi possível ver que 75mg/sem e 100mg/sem não fizeram diferença significativa na testo livre. Aliás, de 50mg/sem para 75mg/sem o aumento da testosterona livre não acompanhou a proporção do aumento da dosagem.

Traduzindo, eu faria 400mg/sem por 10-12 sem.

Agora, se você colocar o tópico nos padrões do fórum (com as informações solicitadas), ficará bem mais fácil de dar pitacos.

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1 hora atrás, Salu Ramos disse:

A pergunta é mais ou menos assim...
Qual das seguintes opções prejudicaria mais o eixo?

enantato de testo 400 mg/sem por 12 semanas
enantato de testo 700 mg/sem por 8 semanas

Usar low doses por um período mais longo, seria mais benéfico?
Vlww e obrigado.

Minha opinião....

O que difere são os colaterais e os resultados!!

Por exemplo;

Se usar 750mg/sem por 8 semanas, as probabilidades de colaterais fortes serão de 120% comparado com 100mg/sem mesmo que por 10 ou 12 semanas! Já os ganhos seria talvez 80% mais com 750mg/sem! (as percentagens, são apenas hipotéticamente falando)!

Em relação à inibição do eixo, na minha perspectiva a única coisa que que poderá variar seria o tempo para inibir o eixo! Com 100mg/sem, talvez apartir da 3/4 semana o eixo esteja já totalmente inibido ou muito perto. Já com as 750mg/sem, penso que a patrir da segunda semana já estará muito perto da inibição completa.

Então, (Minha opinião), tratando-se da inibição do eixo, qualquer dose de testosterona vai inibir! sendo que, quanto maior a dose mais rápido é inibido, quanto mais tempo de uso consequentemente, mais difícil a recuperação.

Ou seja, são dois factores distintos, (tempo/dose) de igual proporção, no que deve ser tido como, extremamente relevante! Contudo, o factor inibição, existe em ambos os outros dois factores, pois seja pelo tempo ou pela dose ambos vão produzir o mesmo efeito, a inibição do eixo! Pois da mesma forma que não há meia dor, também não faz sentido haver meia inibição. Mas isto é só e apenas a minha opinião. (Como sempre😀)

Editado por Arnaldo Santos.

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13 minutos atrás, Arnaldo Santos. disse:

Minha opinião....

O que difere são os colaterais e os resultados!!

Por exemplo;

Se usar 750mg/sem por 8 semanas, as probabilidades de colaterais fortes serão de 120% comparado com 100mg/sem mesmo que por 10 ou 12 semanas! Já os ganhos seria talvez 80% mais com 750mg/sem! (as percentagens, são apenas hipotéticamente falando)!

Em relação à inibição do eixo, na minha perspectiva a única coisa que que poderá variar seria o tempo para inibir o eixo! Com 100mg/sem, talvez apartir da 3/4 semana o eixo esteja já totalmente inibido ou muito perto. Já com as 750mg/sem, penso que a patrir da segunda semana já estará muito perto da inibição completa.

Então, (Minha opinião), tratando-se da inibição do eixo, qualquer dose de testosterona vai inibir! sendo que, quanto maior a dose mais rápido é inibido, quanto mais tempo de uso consequentemente, mais difícil a recuperação.

Ou seja, são dois factores distintos, (tempo/dose) de igual proporção, no que deve ser tido como, extremamente relevante! Contudo, o factor inibição, existe em ambos os outros dois factores, pois seja pelo tempo ou pela dose ambos vão produzir o mesmo efeito, a inibição do eixo! Pois da mesma forma que não há meia dor, também não faz sentido haver meia inibição. Mas isto é só e apenas a minha opinião. (Como sempre😀)

 

1 hora atrás, FitCoupleHim disse:

para fins exclusivos de eixo HPT, eu acho que o tempo é mais prejudicial do que as doses de testosterona.


Acho que entendi.
A real importância seria o tempo inibido.
Pode-se dizer que usar 800 mg/sem por 8 semanas entre 400 mg/sem pelo mesmo tempo, não afetara de forma significativa o eixo?
Com base nisso, eu penso que low doses não seriam vantajosas.
Queria que existisse uma tabela que mostrasse a relação entre aumento de colaterais e doses.
Na minha opinião considero os outros colaterais irrelevantes, controláveis ou que me afetam mas não para sempre.
Sendo assim, na sua opinião, o aumento de doses irá trazer melhor custo benefício?

Minha Lista de preocupações (núm. 0 creio q seja improvável) :
0 - Abcesso (especifico para stano vei. aquoso), hipertrofia da próstata e sobrecarga renal.
1 - Inibição do eixo hpt
2 - Hipertensão e Viscosidade Sanguínea
3 - Hepatite medicamentosa
4 - Perfil lipídico (controlável com dieta)
5 - Ginecomastia (controlável com serm's e IA's)
6 - Efeitos secundários androgênicos (somem após ciclo)
 

1 hora atrás, FitCoupleHim disse:

Traduzindo, eu faria 400mg/sem por 10-12 sem.

Entendi.
No caso de low doses, seguindo o exemplo do enantato, você acha que utilizar low doses de outras drogas vai também resultar em aumento de colaterais sem ganho relevante? como por exemplo: stano oral (ex: 30 mg/dia), diana (ex: 30 mg/dia) ou bold (ex: 300 mg/semana).

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1 hora atrás, Salu Ramos disse:

 


Acho que entendi.
A real importância seria o tempo inibido.
Pode-se dizer que usar 800 mg/sem por 8 semanas entre 400 mg/sem pelo mesmo tempo, não afetara de forma significativa o eixo?
Com base nisso, eu penso que low doses não seriam vantajosas.
Queria que existisse uma tabela que mostrasse a relação entre aumento de colaterais e doses.
Na minha opinião considero os outros colaterais irrelevantes, controláveis ou que me afetam mas não para sempre.
Sendo assim, na sua opinião, o aumento de doses irá trazer melhor custo benefício?

Minha Lista de preocupações (núm. 0 creio q seja improvável) :
0 - Abcesso (especifico para stano vei. aquoso), hipertrofia da próstata e sobrecarga renal.
1 - Inibição do eixo hpt
2 - Hipertensão e Viscosidade Sanguínea
3 - Hepatite medicamentosa
4 - Perfil lipídico (controlável com dieta)
5 - Ginecomastia (controlável com serm's e IA's)
6 - Efeitos secundários androgênicos (somem após ciclo)
 

Entendi.
No caso de low doses, seguindo o exemplo do enantato, você acha que utilizar low doses de outras drogas vai também resultar em aumento de colaterais sem ganho relevante? como por exemplo: stano oral (ex: 30 mg/dia), diana (ex: 30 mg/dia) ou bold (ex: 300 mg/semana).

Low dose = 100~150mg/sem.

Com 250mg/sem (Deposteron de farmácia) e baixo BF, vi pessoas baterem ~2000ng/dl.

Não se controla alteração de perfil lipídico com dieta. Oximetolona (por exemplo) irá alterar o perfil, não importa o que coma.

Algumas sinalizações androgênicas podem permanentes, incluindo queda de cabelo ou aumento de pelos. Isso depende da individualidade do usuário.

Sobrecarga renal.ou hepática = excessos.

800mg/sem podem ter o mesmo efeito que 400mg/sem. Releia o que escrevi acima acerca do caso de uma colega do forum.

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1 hora atrás, FitCoupleHim disse:

Algumas sinalizações androgênicas podem permanentes, incluindo queda de cabelo ou aumento de pelos. Isso depende da individualidade do usuário.

 

Ainda mais para ele, que tem só 18 anos.

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3 horas atrás, Salu Ramos disse:

4 - Perfil lipídico (controlável com dieta)

Esteroides são um fator muito impactante na alteração do perfil lipídico, mesmo dieta e treino adequados são suficientes apenas pra atenuar ligeiramente isso. Vai ocorrer alteração.

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11 horas atrás, Foston disse:

Nunca 400mg/semana é low dose

 

11 horas atrás, FitCoupleHim disse:

Low dose = 100~150mg/sem.

Acho que você está certo em dizer que a dose depende da individualidade da pessoa.
Até onde sei um homem pode produzir entre 17,5 e 77 mg/semana. (fórmula dos gigantes 1)
Sabemos que a cada 100 mg de enantado, apenas 70 mg é testosterona. (http://www.duduhaluch.com.br/testosterona-e-testosterona-dudu/)
Sabemos também que aproximadamente 1 a 2% da testosterona total é livre.
Ou seja, Se a pessoa usar por exemplo apenas 200 mg/semana de enantato, na verdade ela está usando 140 mg/semana de testosterona, isso se a droga não for subdosada.
Nunca parei pra fazer os cálculos, agora concordo que 400 mg/sem não é low dose uahshaus., obrigado.
Exemplificando (sendo 1% testo livre):
Se a pessoa tem a produção de 40 mg/sem de testosterona, ela tem 0,4 mg/semana de testo livre.
Se ela usa 200 mg/sem de enantato e o eixo ja foi inibido, ela tem supostamente 1,4 mg/semana de testo livre.
Digo supostamente pois não é correto dizer que o shbg não vá aumentar com o excesso de estrogênio.

11 horas atrás, FitCoupleHim disse:

Não se controla alteração de perfil lipídico com dieta

 

9 horas atrás, Toxi disse:

mesmo dieta e treino adequados são suficientes apenas pra atenuar ligeiramente isso

Eu falei algo mais da voltado para mim. Mas todos devem saber se tem pré-disposição antes de iniciar.
Não pretendo usar: hemogenin, stano injetavel, trembolona, deca, npp, halotestin.
No geral, eu sei que não é possível manter o perfil lipídico lindo, mas cuidando da dieta pode-se tirar da zona de perigo, considero isso controlável.
Alias não vou me estender mas fiz diversos exames do coração ano passado, incluindo ressonância. E o cardiologista chegou a conclusão de que tenho coração perfeito.

11 horas atrás, FitCoupleHim disse:

incluindo queda de cabelo ou aumento de pelos

pré disposição para queda de cabelo não tenho, novamente algo que eu disse relacionado pra mim.
Aumento de pelos qualquer coisa do um jeito com cera.
O importante é o shape estar bom. ahusasuhashhu

11 horas atrás, FitCoupleHim disse:

Sobrecarga renal.ou hepática = excessos

não pretendo usar qualquer droga 17 aa por mais de 6 semanas. Antes do ciclo vou fazer ultrassonografia do fígado.

11 horas atrás, FitCoupleHim disse:

800mg/sem podem ter o mesmo efeito que 400mg/sem. Releia o que escrevi acima acerca do caso de uma colega do forum.

Eu entendi oque você quis dizer. Porem não da pra comparar 50 para 75 com 400 para 800. Chega um ponto que o shbg não acompanha o aumento dos andrógenos.
Vlww.

Editado por Salu Ramos

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15 minutos atrás, Salu Ramos disse:

Se ela usa 200 mg/sem de enantato e o eixo ja foi inibido, ela tem supostamente 1,4 mg/semana de testo livre.
Digo supostamente pois não é correto dizer que o shbg não vá aumentar com o excesso de estrogênio

Aumento de 3,5 vezes na testosterona livre. porem seria mais vantajoso usar mais andrógenos (acho que 500 mg/semana), na minha opinião, o aumento de testo livre comparado aos colaterais seria melhor.

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14 minutos atrás, Salu Ramos disse:

Eu entendi oque você quis dizer. Porem não da pra comparar 50 para 75 com 400 para 800. Chega um ponto que o shbg não acompanha o aumento dos andrógenos.

Foi de 50 para 75 e, ulterior mente, de 75 para 100 em uma MULHER, que produz, no maximo dos máximos, 10% da testosterona de um homem, ou seja, numa abstração da realidade, teríamos um aumento de 500mg para 750mg e, posteriormente, para 1000mg.

29 minutos atrás, Salu Ramos disse:

Exemplificando (sendo 1% testo livre):
Se a pessoa tem a produção de 40 mg/sem de testosterona, ela tem 0,4 mg/semana de testo livre.
Se ela usa 200 mg/sem de enantato e o eixo ja foi inibido, ela tem supostamente 1,4 mg/semana de testo livre.

Não esqueça que a MV exerce papel fundamental na concentração máxima em estado de equilíbrio. Em outras palavras, as testosteronas exógenas "empilham" (exceto a testosterona base), o que não ocorre com a testo endógena.

 

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2 horas atrás, FitCoupleHim disse:

as testosteronas exógenas "empilham"

mas é possível contornar isso, esquecendo a mv da droga e dividindo a dose total da semana em vários dias. Isso vai estabilizar as concentrações, e partindo dai podemos ter uma base para os cálculos.

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27 minutos atrás, Salu Ramos disse:

mas é possível contornar isso, esquecendo a mv da droga e dividindo a dose total da semana em vários dias. Isso vai estabilizar as concentrações, e partindo dai podemos ter uma base para os cálculos.

Exatamente. Calculando o CssMax poderá chegar à dose semanal, ainda que seja uma aplicação/sem para MV longa.

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    • Por Salu Ramos
      Pretendo fazer meu primeiro ciclo em breve.
      Tenho algumas dúvidas sobre o crash hormonal do estrogênio (como usar o anastrozol e o tamox).
      Apenas testo para não "queimar" a largada.

      Biotipo = Ectormorfo
      Idade = 18 anos
      Peso = 77 kilos (Iniciei com 62 kilos)
      Altura = 185 cm
      Bf = 11~12%
      Tempo de treino = 13 meses de treino, 7 meses sem parar.
      Minha evolução: http://www.hipertrofia.org/forum/topic/224681-evolução-salu-ramos-17-anos/

      Protocolo:
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      Gostaria de saber a opnião de vcs, oque acham da maneira que irei usar o tamoxifeno? anastrozol? e o hcg?
      Vlww minha gente.
    • Por Salu Ramos
      não sei se o tópico está no local correto, já peço desculpas.

      A dúvida é, vale a pena investir em vitamina D3 e vitamina E durante o blast?
      Até onde sei, os efeitos benéficos seriam:
      Vitamina D3 = ação anti-estrogênica e menos SHBG.
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      A minha é dúvida é se estes benefícios são tão pequenos que não fazem a diferença.
      Se souberem de mais funções coloquem ai.
      Vlw minha gente, esse é meu primeiro post no fórum.
    • Por Marcelo Leimann
      Ola, eu estou passando por um momento dificil e gostaria da ajuda de vocês se possivel.. Na verdade é mais um "desespero" pelos seguintes fatos:
      Tenho "18" anos, e decidi fazer um ciclo de Stanozolol, comprimido, só Stano (eu sei fiz besteira, até pq os ganhos somente foram mais de força do que shape) até ai tudo bem, comecei tomando 20mg/dia na segunda semana aumentei pra 30, ciclei por 4 semanas mais ou menos até porque era meu primeiro ciclo, queria conhecer como é tomar anabolizante e não queria degradar meu figado (ate pq o ciclo pegou a semana do carnaval, muita bebida e tal).
      Depois que acabou o ciclo eu logo comprei uma caixa de Clomid com 10 comprimidos de 50 mg, tomei 1 ou 2 a cada dia e 3 dias depois que acabou eu senti os efeitos da falta de testosterona no corpo (no terceiro dia eu cheguei a chorar no trabalho por conta do meu emocional parecer o de uma menininha), eu tava muito abatido, nao conseguia carregar coisas pesadas e a fadiga me matava, literalmente eu tava muito mal. Então eu fui até a farmacia e comprei 2 caixas de Indux, tomei 100mg durante 5 dias e 50 mg durante 10 dias, eu tava bem novamente, mas não tinha aquele tesão de adolescente entende? kkk... Agora fazem uns 4/5 dias que eu parei de tomar o Indux e eu estou sentindo minha libido muito baixa, (não tenho mais aquele hormonio a flor da pele, o meu amigo está totalmente flácido e é dificil de me excitar sozinho agora).
      Enfim, eu estou com medo de que eu piore ao ponto do terceiro dia sem Clomid, e não consiga recuperar todo aquele meu apetite sexual que eu tinha, recorri até aqui só agora pq só achei que fosse recorrer se fosse de extrema necessidade, e não sei mais oque fazer, pensei em pedir um exame pra medir os niveis de testosterona mas eu sei que estão baixos, só vai confirmar oque eu sinto.
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    • Por FitCoupleHim
      O texto abaixo trata-se de fragmento extraido do artigo Diagnóstico e Tratamento do Hipogonadismo Masculino Tardio
      por MartaAlves*,**, Celestino Neves*,**, José Luís Medina*,**        www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0871-34132010000100003
      ----------------------------------
       
      Fisiologia do eixo hipotálamo-hipófise-testicular
      A produção de GnRH (Gonadothropin Releasing Hormone) pelo hipotálamo é regulada por sinais estimulantes ou inibitórios, que têm origem no córtex cerebral e que são mediados por neurotransmissores. A sua libertação leva à produção e libertação de gonadotropinas, a FSH (Follicle-Stimulating Hormone) e a LH (Luteinizing Hormone) (1), verificando-se que a cada pulso de LH corresponde um pulso hipotalâmico de GnRH (2). Estas hormonas, por sua vez, actuam a nível gonádico levando à produção de testosterona (T) e contribuindo, de modo fundamental, para a espermatogénese. A LH estimula as células de Leydig a produzir T a partir do colesterol e a FSH estimula as células de Sertoli a produzir espermatozóides. Para que a espermatogénese seja qualitativa e quantitativamente eficaz é essencial a presença de níveis adequados de T nos túbulos seminíferos (1). A prolactina (PRL) potencia a acção da LH nas células de Leydig.
      A FSH induz ainda a produção, pelas células de Sertoli, da proteína de ligação aos androgénios e da inibina B. Esta última suprime a espermatogénese por efeito parácrino e, indirectamente, pela supressão da FSH (feedback negativo) (1). A T e os seus metabolitos, o 17-beta estradiol (E2) e a di-hidrotestosterona (DHT), suprimem também a produção de gonadotropinas por um mecanismo de feedback negativo sobre o hipotálamo e a hipófise anterior.
      É interessante recordar outras condicionantes da produção de T, nomeadamente o efeito da luz e a existência de um ritmo circadiano e circanual. É bem conhecida a produção de T pelo efeito da luz solar na pele, em particular na pele dos órgãos genitais. Verifica-se ainda que os seus níveis urinários se elevam na primavera e no verão, sendo cerca de um terço mais elevados no fim do mês de Agosto, comparativamente ao mês de Fevereiro (3,4). A produção de T no jovem adulto saudável é também variável ao longo do dia. Este ritmo circadiano caracteriza-se por concentrações máximas de madrugada e concentrações mínimas ao anoitecer. O ritmo circadiano de produção de T desvanece-se com o envelhecimento (5).
       
      Testosterona e órgãos-alvo
      Em circulação, a T existe sob três formas. A T pode encontrar-se ligada à SHBG (sex hormone binding globulin), forma esta que não está imediatamente disponível para os órgãos-alvo, já que a ligação é forte. Pode ainda ser encontrada em ligação com a albumina, uma ligação mais fraca, o que a torna facilmente disponível para os órgãos-alvo. Uma pequena percentagem de T, 1 a 2%, circula livremente (T livre). A T total (100%) resulta da soma das três formas em circulação. A T biodisponível (60%) é a fracção correspondente à soma da T livre com a T ligada à albumina (6).
      Determinados tecidos requerem a configuração da DHT, obtida pela acção da 5a-reductase, de modo que o efeito androgénico seja máximo. A T pode ainda ser aromatizada em E2, que exerce os seus efeitos ligando-se aos receptores estrogénicos (1).
       
      Funções da testosterona
      A T contribui para o aumento da força e volume muscular, influencia a síntese hepática de proteínas séricas, actua no tecido adiposo, reduzindo a massa gorda, acelera o crescimento linear dos ossos e é importante no encerramento das epífises, durante a puberdade, e na manutenção da densidade mineral óssea. Tem ainda um papel a nível cerebral influenciando a líbido, a agressividade e a cognição. É também determinante na distribuição da pilosidade corporal e facial com padrão masculino, no desenvolvimento de calvície e na produção de sebum na pele. Tem efeitos hematológicos, aumentando a hemoglobina e o hematócrito, através da actuação directa na medula óssea, onde estimula as stem cells, ou no rim, estimulando a produção de eritropoietina. Contribui também para o crescimento peniano, a espermatogénese, o crescimento e a função prostática (1).
      ---------------------------------------
       
      Todas as referências estão  disponíveis no texto  original (versão completa)) disponível em http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0871-34132010000100003
       
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