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Pílula anticoncepcional pode prejudicar o ganho muscular das mulheres


Alisson Kalel Cotta
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As mulheres que fazem exercícios de resistência e tomam anticoncepcional oral parecem ganhar menos massa muscular magra do que as mulheres que fazem musculação, mas não tomam anticoncepcional, dizem pesquisadores da Texas A & M University em College Station.

Chang-Woock Lee, um dos pesquisadores, disse em uma entrevista à Reuters que os fatores que explicam as diferenças na magnitude das respostas ao treinamento de resistência entre pessoas são geralmente desconhecidos. “O estudo é significativo na medida em que identificamos um potencial novo fator que pode estar associado com as características e variabilidade das respostas musculares para um programa de treinamento de exercício resistido controlado”, acrescentou.

O consumo de chá verde leva a mudanças epigenéticas em mulheres

O estudo envolveu 73 mulheres com idade entre 18 e 31 anos – todas saudáveis. Todos participaram de um programa de exercícios resistidos para todo o corpo que durou dez semanas e envolveu três sessões por semana. 34 delas tomaram anticoncepcional oral, enquanto o restante (39) não o fizeram. Eles foram convidados a certificar-se de que consumiram a quantidade certa de proteína para estimular o crescimento muscular.

Os cientistas descobriram diferenças significativas entre os dois grupos em relação ao crescimento da massa muscular magra. A massa muscular magra cresceu 3,5% entre as mulheres que não usaram anticoncepcional oral, em comparação com 2,1% entre as mulheres que fizeram.

Os pesquisadores disseram que ficaram surpresos com o resultado das diferenças, com uma média de 60%. Suas descobertas foram apresentadas no American Physiological Society Meeting, em Nova Orleans.

Os cientistas salientaram que a diferença só foi encontrada no ganho de massa muscular magra, enquanto os ganhos de força e as alterações nas circunferências de braço / perna foram bastante semelhantes entre os grupos.

As mulheres que tomaram contraceptivos orais também apresentaram níveis mais baixos de três hormônios anabólicos no sangue, em comparação com as outras mulheres. Os níveis sanguíneos de cortisol foram significativamente maiores entre as mulheres que tomam contraceptivos orais, acrescentaram os pesquisadores. Hormônios anabólicos são hormônios de construção muscular, enquanto o cortisol tem o efeito oposto nos músculos.

Anticoncepcional e DHEA

Três mulheres que tomaram anticoncepcional oral tinham níveis mais baixos de hormônio DHEA no final do período de treinamento, em comparação com seus níveis no início. Entre todas as mulheres que não tomaram anticoncepcional oral, os níveis de DHEA não mudaram.

É possível que os níveis variáveis de hormônios de construção muscular e de quebra de músculo tenham contribuído muito para os diferentes resultados de ganho de massa muscular magra, dizem os cientistas.
Mais estudos necessários.

Embora o estudo tenha observado efeitos negativos do uso de anticoncepcional oralno ganho de massa muscular no contexto do treinamento de resistência, os pesquisadores disseram que “estudos futuros são necessários para ajudar a explicar as razões por trás dos resultados”.

Fonte: American Physiological Society

https://nutrindoideias.com/saude-feminina/pilula-anticoncepcional-pode-prejudicar-o-ganho-muscular-das-mulheres

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  • 2 meses depois...
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23 horas atrás, Dpavier disse:

Ressuscitando o tópico pra perguntar se alguém tem algum relato sobre, se existem "marcas" de anticoncepcionais que prejudicam menos nos ganhos, alguém? 

Todos os contraceptivos orais prejudicam ganhos, geram celulites e dificultam a perda de gorduras. Fazer academia querendo ter um corpo legal e usando contraceptivos orais é como nadar contra a maré com 30kg amarrados na cintura. Existem diversos outros métodos contraceptivos muito mais saudáveis e seguros. Contraceptivos orais vão zerar a sua testosterona, lhe tirando a disposição para trabalho, estudo, esportes e sexo.

Basta fazer uma analogia: a testosterona nos homens jovens fazem eles investirem mais, serem mais ousados no volante quererem viver mais emoções; ao passo que velhos sem testosterona só querem ficar em casa, digerem devagar, são mais emotivos e menos corajosos nos investimentos e ... na vida.

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    • Por Demetrius Brandão
      INTRODUÇÃO
      A Jovem adolescente ao chegar a sua primeira menarca escuta de sua mãe: Filha, não podes mais brincar com os meninos, sair correndo de saia e nem subir em árvores, há, e tem mais, enquanto estiver assim nada de manga com leite, limão e etc. Cresce então a mulher com diversos tabus culturais sobre o período menstrual, a grande maioria, nada tem haver com o que cientificamente tem-se demonstrado sobre esse lindo período feminino. Como já dizia o poeta Pernambucano Valdo Tenório: “ A menstruação é um choro desesperado de um ovário abandonado. Menstruação é sinal de saúde!! E não ao contrário!!!
      O preconceito em relação à participação da mulher em atividades esportivas remonta à Grécia Antiga, quando ela era proibida até mesmo de assistir aos Jogos Olímpicos. Durante muito tempo ela foi poupada da prática de esportes pela crença de que o exercício poderia ser prejudicial à sua saúde. Posteriormente, foi permitido o seu ingresso em algumas modalidades de exercícios leves, que não trouxessem “risco” de complicações a um grupo que ainda era considerado frágil e provavelmente não resistiria a esforços mais intensos. Apenas em 1972 as mulheres foram admitidas a participar de competições oficiais de maratonas e outros eventos de mais longa duração, LEITÃO ET.al.1
      O objetivo desse artigo é elucidar algumas questões do paradigma sobre treinamento de força e período menstrual.
      REVISÃO
      O ciclo menstrual (CM) consiste de muitas alterações que ocorrem no útero, vagina, ovários, mamas e na secreção de hormônios gonadotrópicos pela adeno-hipófise. A duração de um ciclo regular é em média de 28 dias. Ele pode ser mais longo de até 45 dias, ou curto, de apenas 20 dias.2,3
      A duração do ciclo varia de uma mulher para outra e até numa mesma mulher. O CM é dividido em 3 fases distintas: fase menstrual, fase proliferativa ou folicular e fase lútea ou secretória. Outros autores, Vander et al.3, consideram apenas a fase folicular e lútea, inserindo a fase ovulatória como uma etapa tardia dentro da fase proliferativa.
      A fase menstrual inicia-se no 1º dia da menstruação até o 5º dia. Caracteriza-se por uma redução súbita nos níveis de progesterona e estrógeno. A fase proliferativa dura do 6º até o 13º dia após a menstruação. Nesta fase aumenta a secreção de estrógeno até o seu nível mais elevado. Seguindo a fase proliferativa nas mulheres que apresentam um ciclo sexual normal de 28 dias; ocorre a ovulação no 14º dia2,3.
      Segundo Guyton et al.2, aproximadamente dois dias antes da ovulação, por motivos ainda não inteiramente esclarecidos, a secreção de LH pela hipófise anterior aumenta acentuadamente elevando-se entre seis e 10 vezes, atingindo seu nível máximo cerca de 16 horas antes da ovulação. Em seguida, vem a fase lútea ou secretória que vai do 15º ao 28º dia após a menstruação. É quando são secretadas grandes quantidades de progesterona e estrógeno, mas principalmente progesterona2,3. Nos últimos dias do CM, o corpo lúteo degenera-se e os níveis progesterona e estrógeno caem, provocando o início do fluxo menstrual e um novo ciclo se repete.3
      Há muito que o treino de força vem conquistando grande número de mulheres, sendo importante componente do programa para promoção da aptidão física e saúde. Existem diversos protocolos de treinamento de força para melhorar diferentes aspectos do sistema neuromuscular4; entretanto, a maioria destes métodos se originou da observação empírica, sem comprovação científica.5
      A diferença entre esses protocolos de treinamento é a forma como as variáveis agudas (intensidade, o volume, o período de descanso entre as séries e a ordem dos exercícios) são dispostas 5,6. Apesar de muita controvérsia sobre a superioridade de um método sobre o outro, os estudos que avaliaram a eficiência e as adaptações provocadas por estes sistemas de treinamento a longo prazo são escassos.7
      Estudos de Dias, Simão e Novaes8 evidenciaram não haver diferença em relação a força nas diferentes fase do ciclo menstrual em testes de força de 10 RM.
      Estudos de Simão ET.al.9 concluiu que o desempenho no exercício LP aumentou nas fases intermediárias (2ª e 3ª) em relação à primeira fase. Na quarta fase, por outro lado, a carga mobilizada tendeu a diminuir. Assim, pelo menos na amostra estudada, pode-se sugerir a influência do CM sobre a capacidade de produzir força em membros inferiores. Já para membros superiores, praticamente não houve alterações de carga em nenhuma das fases avaliadas.
      Chaves, Simão e Araújo10 estudou a flexibilidade e sua relação com o ciclo menstrual em 15 mulheres e o estudo concluiu que as alterações das capacidades físicas apresentadas durante as diferentes fases do CM estão sujeitas a considerável variação individual. Algumas mulheres não apresentam nenhuma alteração perceptível na sua capacidade de desempenho em qualquer período do seu CM, enquanto outras, no entanto, exibem desempenhos variáveis ao longo do ciclo.
      CONSIDERAÇÕES FINAIS
      Nenhum estudo evidenciado nesse artigo apontou aspectos negativos sobre o treinamento nas diferentes fases do ciclo menstrual, desta forma, podemos dizer para as meninas: Podem treinar a vontade!!
      REFERÊNCIAS
      1. LEITÃO,Marcelo Bichels, LAZZOLI,José Kawazoe ,OLIVEIRA, Marcos Aurélio Brazão de , NÓBREGA, Antonio Claudio Lucas da, SILVEIRA,Geraldo Gomes da, CARVALHO,Tales de ,FERNANDES, Eney Oliveira, LEITE, Neiva ,AYUB, Alice Volpe,MICHELS, Glaycon, DRUMMOND, Félix Albuquerque; MAGNI, João Ricardo Turrai, MACEDO, Clayton;DE ROSE, Eduardo Henrique. Posicionamento Oficial da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte: Atividade Física e Saúde na Mulher. Rev Bras Med Esporte _ Vol. 6, Nº 6 – Nov/Dez, 2000.
       
      2. Guyton AC, Hall JE. Fisiologia humana e mecanismo das doenças. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
      3. Vander A, Sherman J, Luciano D. Human physiology. The Mechanisms of body function. 8 th ed.New York: Mc Graw-Hill, 2001.
      4. Smilios I, Pilianidis T, Karamouzis M, Tokmakidis S. Hormonal responses after various resistance exercise protocols. Med Sci Sports Exerc 2003;35:644-54.
      5. Fleck SJ, Kraemer WJ. Resistance training systems. In: Fleck SJ, Kraemer WJ,editors. Designing resistance training programs. 2nd ed. Champaing: Human Kinetics,1997;117-32.
      6. Kraemer WJ. A series of studies: the physiological basis for strength training inAmerican football: fact over philosophy. J Strength Cond Res 1997;11:131-42.
      7. Marx JO, Ratamess NA, Nindl BC, Gotshalk LA, Volek JS, Dohi K, et al. Low volume circuit versus high volume periodized resistance training in women. Med Sci Sports Exerc 2001;33:635-43.
      8. Simão, R.; Maior, A. S.; Nunes, A. P. L.; Monteiro, L.; Chaves , C. P. G. Variações naForça Muscular de Membros Superior e Inferior nas Diferentes Fases do Ciclo Menstrual. R.bras. Ci e Mov. 2007; 15(3): 47-52.
      9. Simão, R.; Maior, A. S.; Nunes, A. P. L.; Monteiro, L.; Chaves , C. P. G. Variações na Força Muscular de Membros Superior e Inferior nas Diferentes Fases do Ciclo Menstrual. R. bras. Ci e Mov. 2007; 15(3): 47-52.
      10. CHAVES, Christianne Pereira Giesbrecht ,SIMÃO, Roberto;ARAÚJO, Claudio Gil Soares de. Ausência de variação da flexibilidade durante o ciclo menstrual em universitárias. Rev Bras Med Esporte _ Vol. 8, Nº 6 – Nov/Dez, 2002
    • Por Renato França
      Mulheres e dificuldade de ganhar massa
      Muitas mulheres se queixam de dificuldade para ganhar massa muscular (mesmo com treino regular e dieta), flacidez, celulite, retenção hídrica e facilidade para engordar ou dificuldade de perder gordura. Não é novidade para ninguém que alimentação desequilibrada e sedentarismo contribuem para tudo isso. Mas hoje vou trazer algumas informações sobre outro fator, os anticoncepcionais, que pode ter relação com essas queixas e que está presente na vida de boa parte das mulheres em idade reprodutiva.
      Efeitos dos anticoncepcionais
      O uso de anticoncepcionais é muito difundido hoje em dia e é prescrito para diversas finalidades, não só inibir a ovulação e agir como contraceptivo propriamente dito. Mas também, em alguns casos, para controle da oleosidade da pele e acne, síndrome dos ovários policísticos, irregularidades do fluxo menstrual, hirsutismo (produção excessiva de pêlos nas mulheres). O problema é que muitas vezes para controlar um desses aspectos, ocorre a desregulação de todo eixo dos hormônios sexuais e outros sintomas surgem, ou seja, “tampa de um lado e descobre de outro”. 
      Vários desses sintomas e queixas são gerados e/ou piorados por maus hábitos de vida, resistência à insulina, dieta com alta carga inflamatória, deficiências nutricionais, má gestão do stress, etc. Então, se melhorar a dieta e atuar na correção desses desequilíbrios, não haveria necessidade do uso dos anticoncepcionais para fins secundários. Já para o fim primário, a contracepção, há métodos não hormonais que podem ser usados e isso tem de ser conversado e acordado com o ginecologista de acordo com o caso de cada paciente.
      A maior parte dos contraceptivos, seja por via oral (pílula), transdérmico (adesivo) ou anel vaginal, são contraceptivos combinados, compostos de um tipo de estrogênio associado a uma progestina. Ambos são hormônios sintéticos e, portanto, são interpretados de forma diferente do estrogênio e progesterona produzidos pelo corpo, o que leva a uma cascata de alterações hormonais. Vou falar de algumas delas que podem levar a uma maior resistência na obtenção de resultados de hipertrofia muscular e redução do percentual de gordura com a dieta e treino.
      Mulheres produzem testosterona
      Os hormônios sexuais, como a testosterona, circulam no sangue com uma parte ligada a albumina, parte ligada a globulina ligadora dos hormônios sexuais (SBGH) e uma parte livre (fração ativa do hormônio). É bom salientar que a testosterona é produzida em maior quantidade por homens, mas as mulheres também produzem testosterona (10 a 25 vezes menos) e ela tem funções fisiológicas importantes também no corpo feminino.
      Efeitos dos anticoncepcionais sobre a testosterona 
      Quando uma mulher toma um anticoncepcional composto por hormônios sintéticos, eles se ligam muito mais a albumina sérica do que a globulina ligadora dos hormônios sexuais (SBGH) e ocorre uma resposta exacerbada na produção de SHBG. Com uma quantidade de SHBG muito maior do que o necessário para transportar os hormônios sexuais produzidos pelo corpo, praticamente toda a testosterona fica ligada a SHBG e sobra uma fração ínfima de testosterona livre (fração ativa da testosterona). Essa baixa testosterona livre, mesmo que o valor de testosterona total esteja normal, pode levar a sintomas de deficiência de testosterona como: maior dificuldade para ganho de massa muscular, maior tendência ao ganho de gordura e retenção hídrica, baixa libido, maior sensação de fadiga e cansaço físico e mental.
      Essa alterações hormonais são confirmadas nos exames de sangue que solicito e analiso das minhas pacientes em uso de anticoncepcionais. Algumas delas demonstram maior dificuldade em evoluir em resposta a dieta e treino. Vamos a alguns dados da literatura:
      Um estudo feito por Piltonen e colaboradores (2012), no Departamento de Ginecologia e Obstetrícia de Oulu na Finlândia, verificou que o uso de anticoncepcionais combinados tanto por via oral, transdérmica e vaginal, em mulheres jovens e com peso normal, levou ao aumento de marcadores de inflamação crônica (proteína C reativa), piora da sensibilidade à insulina, aumento da SHBG e consequentemente redução da testosterona livre. Ou seja, independente da via de administração as alterações metabólicas são as mesmas. Lee e colaboradores (2009) analisaram a resposta em mulheres jovens (18 a 31 anos) a 10 semanas de treino resistido e verificaram um ganho muscular 40% menor em mulheres que faziam uso de contraceptivos orais em comparação às mulheres que não faziam uso. Os autores concluíram que esse resultado negativo no grupo que tomava anticoncepcional se deveu aos menores níveis de DHEA e S-DHEA (importantes para síntese de testosterona), IGF-1 (fator de crescimento semelhante à insulina – importante para a construção muscular) e maior nível de cortisol (hormônio do stress, que tem ação catabólica). Além disso, os autores comentaram que outro fator que limitou o ganho muscular foi que as progestinas que compõe o anticoncepcional se ligam competitivamente aos receptores de testosterona, impedindo a ligação da própria testosterona ao seu receptor e assim reduzindo seus efeitos.
      Outros riscos dos anticoncepcionais
      Não comentei sobre o risco de trombose venosa, pois não era o foco do texto. Mas, basta uma lida rápida na bula de um anticoncepcional que você verá o tanto de ressalvas e alertas quanto ao aumento do risco de eventos tromboembólicos. 
      Conclusão
      A minha dica é, pense 2 vezes em tomar ou continuar tomando anticoncepcionais hormonais e converse com um médico ATUALIZADO e com visão global da sua saúde. Também não se engane pensando que os que são de baixa dosagem são inofensivos, pois essas alterações são observadas inclusive nesses casos (vejo isso na prática nos resultados dos exames de pacientes). Se quiser tirar a dúvida, minha dica é que faça regularmente exames de sangue completos para monitorar todas essas variáveis e não colocar sua saúde em risco, nem limitar seus resultados da dieta e treino.
      Por fim, não quero dizer que mulheres que tomam anticoncepcionais não podem conseguir alcançar bons resultados estéticos, porque tenho pacientes que mesmo tomando chegam a excelentes resultados. No entanto, provavelmente se não tomassem chegariam um pouco mais longe.
      Por Nutricionista Renato França
      Sócio-proprietário da Clínica de Nutrição Esportiva e Funcional Renato França em Brasília - DF Diplomado pelo The Institute for Functional Medicine (EUA) Especialista em musculação e treinamento de força pela UnB Instagram: https://www.instagram.com/nutricionistarenatofranca/ Fanpage: https://www.facebook.com/renato.franca1
    • Por Ca2020
      Fiz meu primeiro ciclo de oxandrolona por 6 semanas 30mg/dia. Tive bons ganhos de massa muscular e minha gordura diminuiu bastante. Usar tribulus terrestris  ajudaria a manter os ganhos pos ciclo? Tenho dúvida também em relação ao anticoncepcional, quanto tempo preciso esperar pra voltar a tomar pode atrapalhar muito os ganhos?
      Uma outra dúvida para as meninas quanto tempo apos os ciclo vcs voltaram a menstruar?
    • Por luna1123
      Boa noite, quero começar o uso de oxandrolona, mas faço o uso de anticoncepcional. Estava vendo relatos de ciclos e li que o uso do anticoncepcional não é bom para que esta ciclando. É necessário parar o uso do anticoncepcional? Se sim, quanto tempo antes de ciclar?
    • Por Jaque123
      Por favor, alguém encontre o erro, não consigo baixar meu BF!
      Treino 5x por semana + aeróbico 4x por semana, (em jejum ou em pós treino) sigo dieta, e estou totalmente estagnada no peso, não consigo diminuir nada! Não sei o que posso estar fazendo de errado..
      Tenho 1.70 -  Peso: 75 kg -
      Ja fiz uso do clembuterol e muitos outros termos, antes me ajudou um pouco, dessa vez estou usando o clemb novamente ( conforme todas orientações de como usá-lo, a primeira vez de usei tive resultados excelentes!) dessa vez não tenho visto resultados. Não uso suplementação, só alimentação, a unica coisa que utilizo é o Whey no pós-treino. Tenho certa facilidade em ganho de massa, porém muita dificuldade em perder gordura, então fico sempre no limite... não vou nem pra frente, nem pra trás.. 
      Estava pensando em recorrer ao oxandrolona, pra me dar um UP.. estou desanimada com a situação... Agradeço muito se alguém puder ajudar!
      Prévia da dieta:
      Manha 07:00
      2 col. sopa tapioca + 3 claras - 1 gema c/ recheio, geléia sem acucar, ou banana.. afins.
      1 xicara de café com leite ( pouco leite);
      meio da manha 10:00
      Mix de castanhas ( varia entre castanhas(4) ou castanho de caju) ameixa, ou damasco.) OU 1 fruta.
      2 claras - 1 gema
      meio dia 12:00
      Salada á vontade ( evitando beterraba, cenoura por conta do açucar);
      1 Salada crua e 1 refogada
      Carne ou frango grelhado;
      tarde 15:00
      iorgut 0% gordura + 2 col. sopa granola c/ chia;
      2 claras;
      TREINO - 
      pré treino 18:30
      - 1 Porção pequena de carboidrato ( batata doce ou arroz integral);
      Porção de carna ou frango magros;
      21:00 Whey -
       21:40 pós treino - 40minutos depois refeição
      1 Proteina 
      As vezes + 1 fruta + gelatina sem acuçar;
      OBS: BEBO MUITAAAAAAAAAA AGUA! 
      GENTE O QUE MAIS DEVO FAZER? 
       
       
       
       
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