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  1. Andressa Souza

    Andressa Souza

  • Conteúdo similar

    • Por Faell Gomes
      Galera boa Tarde!
       
          A 2 anos resolvi junto com meu médico depois, de alguns exames, queixas e avaliações entrar em TRT. Comecei minha TRT com 32 anos. Atualmente estou com 34. Faço TRT com deposteron ou durateston. Depende muito da droga que tem disponível na farmácia da minha cidade. Atualmente estou usando 100mg de deposteron a cada 5 dias. Quando uso durateston faço 33ui seg e quinta. ( TRT realizada com acompanhamento médico. Exames realizados de 4 em 4 meses ).
         Final do ano passado, operei minha ginecomastia que me acompanhava desde a adolescência. Fiz a cirurgia no mês de Outubro/2020. Fiz uma pequena lipo e retirei as glândulas. Depois da cirurgia iniciei um Bulking mais sem muito sucesso pois, estava sem muita motivação e tal para treinar. Academia abria e fechava. Essa questão toda da pandemia  e tal. 
      Sempre tive uma barriguinha que não consigo definir e nem seca por nada neste mundo, e também não consigo alcançar um corpo mais estético. 
      Agora minha academia voltou ao normal, estou com ajuda de um colega ( personal formado da área ) que faz meus treinos e tal, mas, peco D+ no quesito DIETA, pois, não sei manusear os macros certinhos e tal. Treino de Segunda a Sábado. Treino fica em torno de 1:30 com o cardio.
       
      Queria dar realmente uma secada no geral, deixar esse abs mais estético e melhorar o volume corporal.
       
      Drogas em Uso atualmente:
      100mg de Deposteron de 5 em 5 dias. Na falta da Deposteron Durateston 33ui Seg e Quinta.
      Idade: 34 Anos
      Peso atual: 76 Kilos
      Altura: 1,69
       
       
    • Por Jonata
      Oi!
      Estou planejando o meu ciclo com a trembolona, com o objetivo de ganhar massa muscular e perder gordura, mas ainda não sei o que usar na TPC.
       
      Meu ciclo (produtos da American Plus Pharma):
      - 75 mg de acetato de trembolona (segunda, quarta e sexta, durante 8 semanas).
      - 200 mg de deposteron (a cada duas semanas, durante o uso do acetato de trembolona): para manter os níveis de testosterona.
       
      Pretendo malhar pelo menos 3 (três) vezes por semana, pela manhã, com duração de no mínimo 1h e 30m.
      Idade: 22.
      Altura: 1,71.
      Peso.. 87,00.
      Dieta: 2500 calorias, 170-180g de proteína, 150g de carboidrato no mínimo, 40g de gordura no máximo.
       
      O que posso usar na TPC para conseguir (1) manter meu nível de testosterona normal com os testículos produzindo testosterona normalmente, (2) manter os ganhos obtidos e (3) evitar ginecomastia (já tive ginecomastia antes e fiz cirurgia)? Enfim, como posso montar essa TPC?
    • Por fisiculturismo
      Existem mais de duzentos estudos clínicos sobre o magnésio que documentam a importância desse mineral. Normalmente nossa dieta é deficiente na ingestão de magnésio, razão pela qual muitas pessoas são orientas a suplementar o mineral.
      O magnésio é considerado um mineral antiestresse e um tranquilizante natural. O estresse esgota o magnésio do corpo e pode levar a uma perturbação no sistema nervoso.
      Outro benefício do magnésio está relacionado com a produção de testosterona. Um estudo examinou a relação entre o magnésio, a testosterona e o exercício físico. Os indíviduos foram divididos em dois grupos, um de pessoas sedentárias, e outro de fisicamente ativas.
      Todos ingeriram 10mg de magnésio por kg corporal. Os pesquisadores descobriram que a suplementação com magnésio aumentou a testosterona livre em ambos os grupos. No entanto, no grupo fisicamente ativo a elevação foi maior.
      O uso de suplementos alimentares com magnésio pode ajudar o fisiculturista ou musculador a dormir melhor e a ter um aumento na produção de testosterona.
      Fonte:
      Magnesium, the Key to Recuperation. FLEX, pp. 118, maio de 2013.
    • Por Paulo Cavalcante Muzy
      Vamos falar das misturas de testosterona? Bom, nesta semana me perguntaram por que existem medicações que são sais de testosterona combinados e por que existem sais de testosterona produzidos sozinhos.
      A resposta é razoavelmente simples: testosterona fabricada não foi feita para ampliar resposta esportiva, foi feita para tratamentos de reposição hormonal. Tais tratamentos são realizados em ordem de, em uma pessoa idosa ou que necessite de reposição hormonal por hipogonadismo central ou periférico, possa ter a resposta endócrina induzida o mais parecido com a resposta endócrina normal. Sendo assim, imagine as situações que se seguem:
      Homem entre a 6a e a 7a década de vida, com produção mínima de testosterona, mas ainda funcionante, mas com sintomas clínicos de baixa hormonal, com exames laboratoriais mostrando função de estímulo para produção; Homem entre a 8a e a 9a década de vida, com produção hormonal acentuadamente baixa, praticamente inexistente, com queda no estímulo glandular para produção hormonal, mas sem queixas clinicas, embora apresente sintomas de perda de massa óssea e diminuição da atividade mental e física; Jovem de 17 anos de idade, pós-operatório de cirurgia para remoção dos testículos depois de neoplasia maligna apresentando perda muscular acentuada, perda da libido, baixa atividade mental. Apresenta o agravante de ter tido lesões hepáticas devido ao processo de quimioterapia. Percebe que são situações diferentes e que portanto precisam ser tratadas de forma diferente?
      O que eu gostaria que vocês prestassem atenção é que, embora todas estas condições estejam relacionadas com perda de massa muscular e a testosterona administrada por meio dos seus sais de diferentes tempos de ação e duração possa devolver essa massa muscular, isso é uma situação e não uma regra.
      Lembrem-se: o que torna um sujeito emagrecido por doença num sujeito com a massa muscular normal não necessariamente torna uma pessoa com uma massa muscular normal numa pessoa com uma massa muscular aumentada.
      A grosso modo isto quer dizer que o resultado final depende da adaptação continua , ou seja: ganhar 5kg de massa muscular não é o mesmo para cada estágio do desenvolvimento físico, a medida que o que transforma um magrinho num fortinho não é o mesmo que transforma um fortinho num fortão ou ainda o que transforma um gordão num gordinho, não é o mesmo que faz o gordinho ficar magro, deu para entender?
      Pense bem. Meu conselho médico e de atleta, não transforme seu desempenho em contas aritméticas no mínimo ingênuas.
      Abraço e muita performance com muita saúde!
    • Por Paulo Cavalcante Muzy
      Olha só, uma coisa me preocupa quando vejo atleta fazer exame de sangue e sair todo chateado porque a testosterona está baixa. Preocupa-me porque normalmente o sujeito já fica com aquela história na cabeça de “repor testosterona” que pelo amor de Deus pessoal, ôh historinha fajuta para endossar o uso de esteroide, hein, safadeza.
      Testosterona de atleta de peso em treinamento intenso é baixa. Óbvio. A testosterona fica ligada nos tecidos periféricos diminuindo sua biodisponibilidade, logo, como é que o atleta, que tem uma demanda aumentada da testosterona de produção própria poderia ter níveis altos de testosterona medidos no sangue?
      Para comprovar o que estou dizendo, se você for vir os exames de sangue de atletas que têm uma produção aumentada de testosterona, vai perceber que, se o médico que solicitou os exames foi cuidadoso, solicitou ainda estradiol e estrona, e que para este atleta em questão estes hormônios, que são femininos, também estarão altos.
      Isso acontece também com o sujeito que manda ver na testosterona exógena.
      Olha o exame todo feliz como se o número lá escrito fosse mais importante que a qualidade muscular que ele apresenta, e esquece de avaliar os hormônios femininos que acabam ficando todos estourados de tão altos por ação de uma enzima chamada aromatase.
      Via de regra pessoal, testosterona alta serve para três coisas: aumentar os níveis de DHT periféricos e deixar os homens mais carequinhas, ativar os receptores prostáticos e ir aumentando a sua próstata precocemente e deixar o usuário com uma sensação de bem estar mas meio irritadinho, porque atua sobre o sistema límbico.
      Se você acha que saber ler exames é ver se você está entre os níveis normais dos exames avaliados, cuidado.
      Você está sendo ingênuo e esquecendo que existe toda uma ciência que ajuda na avaliação de quem treina porque os resultados de exames para indivíduos que treinam costumam ter padrões diferentes dos comuns, e isto ainda está escrito no final de cada resultado de exame emitido pelos laboratórios: “Correlacionar o resultado com os dados clínicos”.
      Exercício é um dado clínico que faz toda diferença.
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