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NaBala

Palma da mão amarelada Dianabol

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Galera to fazendo um ciclo de enantato e Dianabol, estou no 5°dia usando Diana 10mg a cada 8h. Ontem  chegando do treino comi e fui tomar banho, enquanto eu tomava banho vi uma surpresa, as palmas das mãos começaram a ficar bem amareladas perto das pontas dos dedos, como se tivesse suja de ferrugem, olhei no espelho e tem umas manchinhas bem leve amareladas nos meus olhos. Suspenso o uso desde então , e isso permaneceu durante um tempo e agora pela manhã  a cor da palma da mão já está práticamente normal. Será que já deu ruim no meu fígado com apenas 5 dias de uso de Diana??  Tô pensando seriamente em suspender o uso, alguém que já usou 17aa já passou por isso, é um sintoma normal ou devo parar? Quando isso aconteceu ainda não tinha aplicado o enantato.

Edited by NaBala
Erros

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Agora, davidevh disse:

Fígado...

vc esta se hidratando bem ? qtos litros de agua ? qual sua altura e peso ?

Estou tomando cerca de 3l, e 174 e 77 kg BF cerca de 14

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Ia falar o mesmo. Isso pode ser fígado, e por dianabol ser hepatotóxico, provavelmente ele agravou uma situação que você já tinha antes. Interrompa o uso e procure um médico.

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4 horas atrás, Locemar disse:

Ia falar o mesmo. Isso pode ser fígado, e por dianabol ser hepatotóxico, provavelmente ele agravou uma situação que você já tinha antes. Interrompa o uso e procure um médico.

Concordo. 

Mesmo pq dose não está abusiva e 17aa não causa isso no curto prazo. 

Já deveria estar com quadro agravado. 

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Pessoal suspendi o uso do dianabol no mesmo dia q aconteceu esses efeitos, tomei chá de boldo e bastante abacaxi e  no dia seguinte já não estava mais amarelado, engraçado é que os exames que tinha feito antes do ciclo de tgo e tgp estavam normais, porque sera que isso aconteceu? Estou ainda utilizando o enantato de testo, só o enantato pode causar grandes riscos ao figado como o dbol? Vou fazer os exames e ir no medico  no pós vlw glr  

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    • By marcos_silveira98
      Opa galera, venho pedir ajuda novamente aqui para saber o por quê de após o ciclo, meu peso não ter aumentado. Por que dos 2x ciclo-6 que eu mandei nesse segundo ciclo (dezembro 2012 a março 2013) não me causarem dor pós aplicação) e o ciclo-6 do primeiro ciclo (agosto 2012 a novembro 2012) ter me causado muita dor pós aplicação)

      Esse primeiro ciclo foi:
      1-10 300 mg enan (ciclo-6)
      1-4 40 mg de diana tds
      6-12 70 mg de stano tds
      ganho: de cerca de 80 kg para pouco mais de 86 kg ao final do ciclo

      O segundo ciclo foi:
      1-10 600 mg enan (ciclo-6)
      1-4 40 mg de diana tds
      6-12 80 mg de stano tds
      ganho: de cerca de 80 kg e me pesei ontem e deu 80.9 kg
      detalhe que me pesei somente após o uso de diana e deu em torno de 86 kg, daí parei com a diana, e entrei com stano, e 2-3 dias após acabar o ciclo completamente, me aparece esse 80.9 kg ai...

      alimentação foi 6-7 refeições por dia (muito parecida com a alimentação que fiz durante o primeiro ciclo), quase todas com frango (comia frango pelo menos 5x vezes ao dia), mandei muito leite desnatado (em torno de 1 litro por dia), ovos, aveia, granola light, arroz integral, pão integral light, whey, feijão, macarrão integral, castanha do pará, azeite bom e por ai vai... é a alimentação que eu sempre levo praticamente, no ciclo, comia mais quantidade. Sem muito controle de carbo (mas quase sempre carbo bom), não comi fritura, bebida alcoólica nenhuma, até fumar eu parei durante o ciclo.

      Apesar do ganho pífio de peso, eu ACHO (não tirei medidas) que ganhei volume nos braços, ombros e costas principalmente (gente que eu convivo falou isso). Também senti aumento de força, menor fadiga e disposição para malhar. Subi os pesos em quase todos exercícios que fazia...

      sei que é difícil de apontar, com certeza, uma causa para esse aumento de peso pífio (ainda mais que no primeiro ciclo mandando as mesmas drogas mas em menor quantidade, eu ganhei quase 7 kg). Fica minha dúvida, qual o "lance" para esse aumento pífio de peso pós ciclo?

      outra dúvida, antes de terminar o ciclo, comprei mais um ciclo-6 com o vendedor para mandar durante e TPC e tentar segurar os ganhos... mas como, pelo menos, ganho de peso não houve, mando esse ciclo-6 que comprei para usar no pós-ciclo ou guardo ele?

      abraço
      vários fotos do ciclo-6 e da diana, o stano, coloco mais tarde
      ciclo-6:
      (as marcações no canto foram feitas por mim, para controlar o nível do óleo) (exatamente do mesmo jeito que veio raspado, ele já veio assim, raspado igualzinho tá nessa imagem, ao jogar o código no site do fabricante, deu original e válido)
      (as inscrições feitas no bujão não aparecem, mas me perguntaram uma vez e já adianto, se isso for ajudar, passando a unha em cima os escritos, mal-mal se senti o escrito, acho que nem se sente na verdade, como se o escrito tivesse sido feito no interior ou dentro mesmo, não aparenta ter sido gravado pelo lado de fora)






      diana:





    • By vacalouca
      Olá, 
      Já tenho uma certa experiencia com os AE's e gostaria de tentar um protocolo um pouco diferente. 
      Gostaria do parecer dos mais experientes por gentileza.
      Protocolo de 10 semanas pra bulk, dependendo da resposta, seguindo de um outro protocolo cutting por mais 6 ~ 8  semanas.
      Drogas:
      Bulk
      Testo cipionato, 200mg a cada 6 dias durante 10 semanas (Devido a problemas de stress e agressividade preciso manter uma dose menor).
      Hemogenim, primeiro contato, 50mg dia repartido em duas tomadas. Vou mandar ele por 4 semanas.
      Dianabol, 50mg tsd durante 6 semanas, esse é o veneno que eu gosto.
      Cutting
      Testo propionado 100mg dsdn durante 6 ~ 8 semanas
      Estanozolol injetavel 50mg dsdn durante 6 ~ 8 semanas
      Primobolan enantato 100mg a cada 6 dias, prefiro usar ele pra gineco do que os IA's.
      Intra ciclo
      HCG 250ui a cada 4 dias
      Exemestano 25mg dsdn (se necessário) não gosto muito de tomar.
      Silimarina 400mg dia
      Dieta adequada ao objetivo, claro.
      Foto do shape:
       


       
    • By Rodolfo Peres
      Esteroides e o fígado
      Uma das maiores preocupações dos usuários mais cautelosos de esteroides anabólicos, sempre é a saúde de seu fígado. Lógico que existem muitos que não estão nem aí tanto para o estado do seu fígado quanto para outros órgãos do corpo, principalmente o cérebro. São esses imbecis que normalmente acabam desenvolvendo diversos efeitos colaterais provenientes do uso incorreto de drogas anabólicas, e quando não há mais nada a fazer, culpam as drogas por sua infelicidade, quando na verdade deveriam culpar sua própria ignorância.
      Este artigo expõe algumas estratégias para minimizar o nível de lesão a este órgão durante um ciclo, assim como promover uma regeneração mais rápida e eficaz após o término da administração das drogas. Esta última consideração é extremamente importante principalmente para aqueles que insistem em fazer ciclos subseqüentes, mantendo muitas vezes, pequenos intervalos entre os mesmos.
      Funções do fígado
      O fígado é o maior órgão do corpo humano. Pesa cerca de 1,5 kg localizando-se ao lado direito, no quadrante superior da cavidade abdominal, protegido pelas costelas. Esse órgão executa mais de 500 funções importantes em nosso organismo, sendo que as principais são as seguintes:
      Integração entre os vários mecanismos energéticos do organismo; Armazenar e metabolizar vitaminas; Fazer síntese de proteínas plasmáticas; Detoxificação de toxinas químicas produzidas pelo organismo; Detoxificação de toxinas químicas externas ao organismo; Filtragem mecânica de bactérias; Controle do equilíbrio hidro-salínico; Síntese de gorduras e secreção do suco biliar. Esteroides e lesões no fígado
      Quase todos os esteróides causam lesão no fígado, sendo que os 17 alpha-alquelados são os mais tóxicos pela dificuldade de processamento. Observa-se maior toxicidade por parte de drogas como a oximetolona, stanozolol, methandrostenolona, metiltestosterona e em menor grau, pela oxandrolona. Vale mencionar que vários medicamentos largamente utilizados pela população, tais como os “inocentes” ácido acetil salicílico (aspirina) e o paracetamol (tylenol), podem ser tanto ou até mesmo mais tóxicos ao fígado do que os “temíveis” esteróides anabólicos.
      O tipo de lesão hepática clássica encontrado em usuários de esteróides anabólicos denomina-se colestática. As alterações na estrutura dos hepatócitos acontecem provavelmente por ação oxidante na membrana, por meio do aumento de LDH plasmático e pela diminuição da glutationa peroxidase (enzima antioxidante). Retenção de bile nos canalículos biliares ocorre principalmente com o uso da oximetolona.
      A maior parte das lesões promovidas no fígado são reversíveis tão logo o uso do medicamento seja interrompido, devido a grande capacidade de regeneração desse órgão. Existem relatos de fígados que se regeneraram após terem cerca de 80% de seus hepatócitos comprometidos. Porém, efeitos mais sérios como icterícia somatizada pelo amarelamento da pele, das unhas e branco dos olhos é um sinal para imediata interrupção do medicamento e procura de orientação médica para monitoramento das funções hepáticas.
      Cuidados durante o ciclo
      Para os que ainda insistem em fazer uso dessas drogas hepatotóxicas, o primeiro passo, após um exame cerebral para verificar o grau de sanidade, seria realizar uma bateria de exames laboratoriais a fim de verificar a saúde de seu fígado. Os exames mais comuns denominam-se aminotransferases.
      Estas são enzimas amplamente distribuídas nos tecidos humanos, porém atividades mais elevadas são encontradas no miocárdio, fígado, músculo esquelético, com pequenas quantidades nos rins, pâncreas, baço, cérebro, pulmões e eritrócitos. Os níveis séricos das aminotransferases são importantes na verificação da função hepática.
      As aminotransferases mais úteis a fim de diagnóstico são: transaminases glutâmico-oxaloacética e transaminases glutâmico pirúvica. Além de logicamente evitar superdosagens dessas drogas, o segundo passo seria a adoção de algumas medidas profiláticas, dentre elas, a inclusão de protetores hepáticos, evitar alguns medicamentos e ervas específicas, manter uma boa alimentação, etc.
      Protetores hepáticos
      Com relação aos protetores hepáticos, o mais conhecido e utilizado é o silybum marianum ou silimarina. Diversos estudos científicos realizados na Alemanha confirmam os efeitos benéficos da silimarina. Extraída das sementes do cardo marianum e formada por flavonolignanos, a silimarina apresenta grande capacidade regeneradora dos hepatócitos, provavelmente por estimular a síntese de proteínas. Estudos comprovaram seu poder na diminuição dos níveis de bilirrubinas, redução da esteatose hepática e dos níveis de transaminases.
      Entre outros protetores hepáticos estão: a cynara scolymus - a conhecida alcachofra, que aparentemente também apresenta uma ação regeneradora, mas necessita de mais estudos para confirmar tal efeito; os ácidos graxos ômega 3 e o óleo de prímula da noite que possuem ação anti-inflamatória e ajudam na diminuição das transaminases; os aminoácidos metionina, cisteína e glutamina que auxiliam na eliminação das toxinas hepáticas; a vitamina E, o mineral selênio e o ácido alpha-lipóico, que atuam na síntese do complexo antioxidante glutationa peroxidase.
      Protegendo o fígado pela dieta
      Quanto à dieta, deve-se evitar uma ingestão excessiva de ferro (carne vermelha), vitamina A (acima de 10.000 UI/dia), frituras, alimentos gordurosos e condimentados, minimizar o álcool, incentivar a ingestão de proteínas vegetais (soja), peixes, frutas, cereais, verduras e legumes.
      Ainda quanto à alimentação, o uso do alecrim é uma boa escolha por sua ação antioxidante, protetora e regeneradora hepática; já a alfafa auxilia no processo digestivo; o abacate é um grande protetor hepático, pois estudos realizados no Japão demonstraram uma diminuição do dano ao fígado em pessoas que comiam abacate todos os dias; o abacaxi, através da bromelina, auxilia a digestão; o boldo, na forma de chá, ajuda a diminuir as transaminases e auxilia no processo digestivo; e o chá verde, devido sua ação antioxidante e digestiva.
      Ervas e medicamentos que devem ser evitados
      Deve-se ainda evitar ervas hepatotóxicas, tais como a equinácea e a valeriana, e ter cautela com alguns medicamentos, como os anti-inflamatórios hormonais, a maioria dos antibióticos, fenitoína, bupropiona, anti-depressivos tricíclicos, acetaminofem, paracetamol, ácido acetil salicílico, dentre outros. Uma boa medida é sempre verificar a bula dos medicamentos, a fim de constatar se existe algum risco de toxicidade hepática.
      Cuidados ao terminar o ciclo: dieta detoxificante
      Ao se terminar um ciclo com drogas anabólicas hepatotóxicas, é comum que o fígado tenha sofrido lesões em algum grau. Devido a grande capacidade de regeneração deste órgão, como já mencionado, a tendência é que o órgão recupere toda sua estrutura em um determinado período. Porém, existem medidas que podem otimizar este processo, sendo estas fundamentais para aqueles ainda mais teimosos que insistem em realizar ciclos pesados com maior freqüência e com curto período de intervalo entre os mesmos.
      Após um ciclo, o sistema de detoxificação do fígado é sobrecarregado, sendo que os metabólitos tóxicos se acumulam e a sensibilidade a outros químicos torna-se progressivamente maior. A implementação da dieta detoxificante deve ser feita de maneira progressiva e dura, em média, de três a quatro semanas. É importante a conscientização do indivíduo para que a dieta detoxificante faça parte da rotina diária, mantendo os resultados benéficos a longo prazo.
      Quando o objetivo da terapêutica nutricional é detoxificar ou melhorar a reserva orgânica hepática, alguns aspectos também devem ser considerados. Alguns alimentos e bebidas que contêm toxinas e alergenos alimentares deveriam ser excluídos da dieta, como leite de vaca, açúcar e glúten.
      A hidratação adequada é importante para eliminar os produtos biotransformados, possibilitando a excreção mais eficiente dos compostos tóxicos. É importante ressaltar que de nada adianta ingerir grande quantidade de água em um determinado período. A melhor forma de hidratar-se é administrar pequenas quantidades de líquidos, constantemente, durante todo o dia. Uma das principais vias de eliminação de toxinas modificadas é a bile. Entretanto, quando a excreção de bile é inibida, as toxinas ficam no fígado por mais tempo.
      Alimentos como o chá verde ou preto, alecrim, alho e cebola, frutas cítricas, frutas vermelhas, oleaginosas, cereais integrais e leguminosas, soja, peixes e alimentos orgânicos possuem propriedades benéficas ao processo de detoxificação de acordo com sua composição.
      Agentes como a colina, betaína, metionina, vitamina B6, ácido fólico e vitamina B12, são úteis para promover a fluidez da bile para fora do fígado. Já as vitaminas do complexo B são importantes para evitar o dano celular e ajudar no mecanismo de detoxificação.
      Os alimentos funcionais são auxiliares no processo de detoxificação, entre eles destacam-se os vegetais brássicos (agrião, brócolis, couve-chinesa, couve-de-bruxelas, couve-folha, mostarda, nabo, rabanete e repolho).
      Elementos probióticos, tais como os lactobacillus e os bifidobactériuns, também atuam na metabolização de medicamentos. Eles podem ser definidos como preparações ou produtos contendo microorganismos determinados que, quando viáveis e em número suficiente, alteram a microbiota intestinal do indivíduo, exercendo efeitos benéficos à sua saúde.
      A vitamina C (ácido ascórbico), além de auxiliar no processo de detoxificação, também atua reduzindo a ação do hormônio catabólico cortisol, que normalmente encontra-se elevado após o término de um ciclo. A silimarina além de seu efeito protetor já mencionado, também possui ação detoxificante.
      Vale ressaltar novamente que o melhor para a saúde de qualquer fígado é manter-se longe de qualquer tipo de droga anabólica, ainda mais quando observa-se que os objetivos estéticos alvejados pela maioria de seus usuários, poderiam ser atingidos por meio de treinamento rigoroso e dieta adequada. Mais informações sobre o assunto podem ser obtidas no livro Guerra Metabólica – Manual de Sobrevivência.
    • By Vih96
      Estou Iniciando meu primeiro ciclo, vamos por partes;
      20 Anos Tempo de Treino: 3 anos Peso: 80 KG Altura: 180cm BF: 17% Objetivo: 11% BF sem perder qualidade muscular. Meu primeiro Ciclo, Stanozolol Injetavel 50mg/ml + Diana compr 10mg.
      1° Semana: 200 Mg Stan, divididos em Dom e Quart. Diana 20Mg dia (1, 30 min antes do treino e 1 assim que terminar o treino) 2° Semana: 200 Mg Stan, divididos em Dom e Quart. Diana 20Mg dia (1, 30 min antes do treino e 1 assim que terminar o treino) 3° Semana: 300 Mg Stan, divididos em Dom e Quart. Diana 20Mg dia (1, 30 min antes do treino e 1 assim que terminar o treino) 4°  Semana: 300 Mg Stan, divididos em Dom e Quart. Diana 20Mg dia (1, 30 min antes do treino e 1 assim que terminar o treino) 5°  Semana: 300 Mg Stan, divididos em Dom e Quart. Diana 20Mg dia (1, 30 min antes do treino e 1 assim que terminar o treino) 6°  Semana: 300 Mg Stan, divididos em Dom e Quart. Diana 20Mg dia (1, 30 min antes do treino e 1 assim que terminar o treino) Suplementação
      Albumina (Integral) Whey ( Darkness Integral) Vaso Dilatador (Dilatech- Atlethica) Bcaa (Darkness Integral) Gluta ( Performance). PS: Tenho ciencia que diana seria melhor aproveitada desde que usada em conjunto com Testo, primeiro ciclo não quero misturar muitas drogas, gostaria de dicas para TPC, já comprei um multivitaminico que possui 100% do VD de B12, C e E (Utilizadas na preservação do sistema Hepático), encomendei minha tribulus, e estou na duvida da quantidade de Tamoxifeno utilizar no fim do ciclo.
      Galera, oque acham do meu ciclo? ta bom de inicio?
      Aberto a críticas desde que produtivas :D.
      é Noiz Marombada
      Dieta.xlsx
    • By Zserfer
      Galera,

      estou pensando em fazer um ciclo novamente, meu último ciclo foi há dois anos atrás. Ciclei com Dianabol e Deca, os efeitos foram bem satisfatórios, porém, achei que o deca retem água demais.

      Quero ciclar novamente com Dianabol porque comprei um bocado de diana no final do ano passado mesmo sabendo que não ia ciclar tão cedo, acontece que não podia perder a chance de comprar naquele momento por saber que aquelas eram verdadeiras... Quem é fã de Diana sabe o quão difícil é ter CERTEZA da proveniencia desse magnífico AE. Quem já tomou original sabe o quanto diana é bom.

      Bom, eu vou tomar 5 cápsulas de diana por dia... só estou em dúvida sobre a droga que vou usar para substituir o Deca....

      Eu tenho uns umas ampolas de 10ml do veterinário "ex-pois" (Undecilenato de Boldenona)... Seria uma boa opção? (apesar que tenho lá minhas dúvidas sobre a proveniência das ampolas... enfim...).

      A minha segunda opção, a qual eu pessoalmente acho melhor, seria combinar o Diana com Durateston, uma ampola por semana mesmo... O que vocês acham? Estou pensando em ganhar só uns 8 kilos.

      Ah, eu tomaria os dianas por 6 semanas e, caso tome dura, eu o tomaria por 4 semanas e, caso eu tome ex-pois, eu tomaria por 8 semanas.

      Gostaria de dicas de proteções tb... Estou pensando em um comprimido de tamoxifeno por dia durante o ciclo e tomar o clomid 6 cap após 21 dias da última injeção e, após, um por dia até acabar a segunda caixa.

      Grande abraço a todos.
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