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Palma da mão amarelada Dianabol


NaBala
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Galera to fazendo um ciclo de enantato e Dianabol, estou no 5°dia usando Diana 10mg a cada 8h. Ontem  chegando do treino comi e fui tomar banho, enquanto eu tomava banho vi uma surpresa, as palmas das mãos começaram a ficar bem amareladas perto das pontas dos dedos, como se tivesse suja de ferrugem, olhei no espelho e tem umas manchinhas bem leve amareladas nos meus olhos. Suspenso o uso desde então , e isso permaneceu durante um tempo e agora pela manhã  a cor da palma da mão já está práticamente normal. Será que já deu ruim no meu fígado com apenas 5 dias de uso de Diana??  Tô pensando seriamente em suspender o uso, alguém que já usou 17aa já passou por isso, é um sintoma normal ou devo parar? Quando isso aconteceu ainda não tinha aplicado o enantato.

Editado por NaBala
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4 horas atrás, Locemar disse:

Ia falar o mesmo. Isso pode ser fígado, e por dianabol ser hepatotóxico, provavelmente ele agravou uma situação que você já tinha antes. Interrompa o uso e procure um médico.

Concordo. 

Mesmo pq dose não está abusiva e 17aa não causa isso no curto prazo. 

Já deveria estar com quadro agravado. 

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Pessoal suspendi o uso do dianabol no mesmo dia q aconteceu esses efeitos, tomei chá de boldo e bastante abacaxi e  no dia seguinte já não estava mais amarelado, engraçado é que os exames que tinha feito antes do ciclo de tgo e tgp estavam normais, porque sera que isso aconteceu? Estou ainda utilizando o enantato de testo, só o enantato pode causar grandes riscos ao figado como o dbol? Vou fazer os exames e ir no medico  no pós vlw glr  

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    • Por Thiago Carneiro
      Dianabol® é o nome comercial mais conhecido do medicamento metandrostenolona, também conhecido como metandienona em muitos países. A metandrostenolona é um derivado da testosterona, modificada para que as propriedades androgênicas (masculinização) do hormônio sejam reduzidas e suas propriedades anabólicas (construção de tecido) preservadas.
      A metandrostenolona foi descrita pela primeira vez em 1955. Foi lançada no mercado de medicamentos prescritos nos Estados Unidos em 1958, com o nome Dianabol®, pelo laboratório Ciba Pharmaceuticals. A Ciba desenvolveu a metandrostenolona como medicamento com a ajuda do Dr. John Ziegler, que foi o médico da equipe de várias equipes olímpicas dos EUA, incluindo a equipe de levantamento de peso.
      Em 1965, o Dianabol® já estava começando a cair sob o escrutínio da Food and Drug Administration (FDA) dos EUA. Naquele ano, o FDA solicitou que a Ciba esclarecesse os usos médicos do Dianabol®. O laboratório afirmou que a finalidade da droga era no sentido de ajudar pacientes em estados debilitados (pouca massa muscular) e aqueles com ossos enfraquecidos.
      Em 1970, o FDA anotou que o Dianabol® era “provavelmente eficaz” no tratamento da osteoporose pós-menopausa e do nanismo hipofisário.
      Essas mudanças se refletiram nas recomendações de prescrição do medicamento durante a década de 1970. A Ciba foi autorizada a continuar vendendo o Dinabol® e estudando o agente ativo da droga.
      A Ciba patente do Dinabol® expirou e empresas como a Parr, a Barr, e Bolar e a Rugby passaram a fabricar e distribuir a sua própria versão genérica do medicamento.
      No início dos anos 80, o FDA retirou a qualificação de "provavelmente eficaz" sobre o nanismo hipofisário e continuou a pressionar a Ciba por mais dados científicos.
      Como nunca foram apresentados os esclarecimentos do modo exigido pela FDA, em 1983, a Ciba retirou oficialmente o Dianabol® do mercado dos EUA.
      É provável que o desinteresse financeiro (patente já expirada) tenha contribuído para o abandono do interesse em pesquisas e na manutenção da droga como medicamento aprovado nos EUA.
      O FDA proibiu todas as formas genéricas de metandrostenolona nos EUA em 1985.
      Nessa época, a maioria dos países ocidentais também proibia a droga, na medida em que muito utilizada para o doping esportivo.
      A metandrostenolona ainda é produzida, normalmente em países com regulamentações vagas para medicamentos controlados, e por empresas que atendem ao mercado atlético underground. Está amplamente disponível nos mercados de medicamentos humanos e veterinários.
      A composição e dosagem podem variar de acordo com o país e o fabricante.
      Como a metandrostenolona foi desenvolvida como um esteroide anabolizante oral, contendo 2,5 mg ou 5 mg de esteroide por comprimido (Dianabol®), geralmente os laboratórios das marcas modernas fabricam comprimidos com 5 mg ou 10 mg.
      A metandrostenolona também pode ser encontrada em preparações veterinárias injetáveis, soluções tipicamente à base de óleo e que normalmente contêm 25 mg/ml de esteroide.
    • Por Bravo Costa
      Boa tarde Marombas e Marombas
      Saudade de fazer relato de ciclo... mas o que vou relatar não é bem um ciclo kkkk Após longos estudos e conhecendo mais sobre meu corpo, hormônios e fisiologia,  cheguei a convicção que não me vale a pena realizar CICLOS em Blast com alta ingestão calórica. Então o que venho fazendo é um Cruise mantendo um nível hormonal adequado à manutenção e ganho de MM e leve superavit calórico. 
      Nesse Cruise, como tinha alguns AEs para vencer, coloquei no protocolo... 
      18-... Testosterona 210mg/semana
      18-... Masteron 49mg/semana
      18-... Deca 98mg/semana
      18-... Trembolona 98mg/semana
      Dieta 3500 KCal (em ciclo de carboidrato Isocalórico) e repondo as calorias dos aeróbicos.
      Das semanas 26 a 28 farei a adição de 30mg/dia Dianabol... Isso mesmo kkkk Dianabol... Alguns podem perguntar: "Dianabol em cutting? vai reter, inchar?" Sim... e daí kkkk Vamos lá... o que define a perda de massa gorda é déficit calórico. Dianabol vai aumentar a hidratação intramuscular pelo aumento da nitrogenacao e ainda proporcionar o aumento de força.
      Assim, a dieta ficará em 2500 KCal + aeróbicos 4 a 5x na semana por 2 semanas e 3000 KCal na 3a semana. Ainda usarei Clebuterol ate 3ml por 1a e 2a semanas e iombina até 20mg nas 2a e 3a semanas.
      Dados atuais:
      Idade 42 anos
      Peso: 93,6 Kg
      BF atual 11,8%
      BF pretendido 10%
      Dúvidas, pode postar para explicar melhor kkkk
      Fotos... só 2 semanas após o final do processo... Pq? Pq ao terminar devo ficar uns 4Kg mais leve pela falta de glicogênio muscular e baixa definição (não significa alto BF) por conta do Dianabol... então após 2 semanas do final do mini cutting devo estar com uns 92,5 Kg... Será??? Kkkk Veremos...
    • Por Leena Fabrini
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      O aumento de gordura no fígado leva à inflamação e ao deficiente processamento metabólico de gorduras, carboidratos e proteínas.
      Um diagnóstico inicial da esteatose hepática é feita a partir do elevado número de enzimas hepáticas. Uma revisão da literatura por pesquisadores da University School of Medicine, em Whashington, St. Louis, concluiu que o baixo teor de carboidratos da dieta cetogênica pode causar DHGNA.
      No entanto, os efeitos dessas dietas são mínimos sobre a função do fígado se feitas a curto prazo.
      Fontes: Current Opinion Clinical Nutrition & Metabolic Care, 15: 374-380, 2012 e Revista Muscular Development, janeiro/2013, pg. 76.
    • Por Rodolfo Peres
      Esteroides e o fígado
      Uma das maiores preocupações dos usuários mais cautelosos de esteroides anabólicos, sempre é a saúde de seu fígado. Lógico que existem muitos que não estão nem aí tanto para o estado do seu fígado quanto para outros órgãos do corpo, principalmente o cérebro. São esses imbecis que normalmente acabam desenvolvendo diversos efeitos colaterais provenientes do uso incorreto de drogas anabólicas, e quando não há mais nada a fazer, culpam as drogas por sua infelicidade, quando na verdade deveriam culpar sua própria ignorância.
      Este artigo expõe algumas estratégias para minimizar o nível de lesão a este órgão durante um ciclo, assim como promover uma regeneração mais rápida e eficaz após o término da administração das drogas. Esta última consideração é extremamente importante principalmente para aqueles que insistem em fazer ciclos subseqüentes, mantendo muitas vezes, pequenos intervalos entre os mesmos.
      Funções do fígado
      O fígado é o maior órgão do corpo humano. Pesa cerca de 1,5 kg localizando-se ao lado direito, no quadrante superior da cavidade abdominal, protegido pelas costelas. Esse órgão executa mais de 500 funções importantes em nosso organismo, sendo que as principais são as seguintes:
      Integração entre os vários mecanismos energéticos do organismo; Armazenar e metabolizar vitaminas; Fazer síntese de proteínas plasmáticas; Detoxificação de toxinas químicas produzidas pelo organismo; Detoxificação de toxinas químicas externas ao organismo; Filtragem mecânica de bactérias; Controle do equilíbrio hidro-salínico; Síntese de gorduras e secreção do suco biliar. Esteroides e lesões no fígado
      Quase todos os esteróides causam lesão no fígado, sendo que os 17 alpha-alquelados são os mais tóxicos pela dificuldade de processamento. Observa-se maior toxicidade por parte de drogas como a oximetolona, stanozolol, methandrostenolona, metiltestosterona e em menor grau, pela oxandrolona. Vale mencionar que vários medicamentos largamente utilizados pela população, tais como os “inocentes” ácido acetil salicílico (aspirina) e o paracetamol (tylenol), podem ser tanto ou até mesmo mais tóxicos ao fígado do que os “temíveis” esteróides anabólicos.
      O tipo de lesão hepática clássica encontrado em usuários de esteróides anabólicos denomina-se colestática. As alterações na estrutura dos hepatócitos acontecem provavelmente por ação oxidante na membrana, por meio do aumento de LDH plasmático e pela diminuição da glutationa peroxidase (enzima antioxidante). Retenção de bile nos canalículos biliares ocorre principalmente com o uso da oximetolona.
      A maior parte das lesões promovidas no fígado são reversíveis tão logo o uso do medicamento seja interrompido, devido a grande capacidade de regeneração desse órgão. Existem relatos de fígados que se regeneraram após terem cerca de 80% de seus hepatócitos comprometidos. Porém, efeitos mais sérios como icterícia somatizada pelo amarelamento da pele, das unhas e branco dos olhos é um sinal para imediata interrupção do medicamento e procura de orientação médica para monitoramento das funções hepáticas.
      Cuidados durante o ciclo
      Para os que ainda insistem em fazer uso dessas drogas hepatotóxicas, o primeiro passo, após um exame cerebral para verificar o grau de sanidade, seria realizar uma bateria de exames laboratoriais a fim de verificar a saúde de seu fígado. Os exames mais comuns denominam-se aminotransferases.
      Estas são enzimas amplamente distribuídas nos tecidos humanos, porém atividades mais elevadas são encontradas no miocárdio, fígado, músculo esquelético, com pequenas quantidades nos rins, pâncreas, baço, cérebro, pulmões e eritrócitos. Os níveis séricos das aminotransferases são importantes na verificação da função hepática.
      As aminotransferases mais úteis a fim de diagnóstico são: transaminases glutâmico-oxaloacética e transaminases glutâmico pirúvica. Além de logicamente evitar superdosagens dessas drogas, o segundo passo seria a adoção de algumas medidas profiláticas, dentre elas, a inclusão de protetores hepáticos, evitar alguns medicamentos e ervas específicas, manter uma boa alimentação, etc.
      Protetores hepáticos
      Com relação aos protetores hepáticos, o mais conhecido e utilizado é o silybum marianum ou silimarina. Diversos estudos científicos realizados na Alemanha confirmam os efeitos benéficos da silimarina. Extraída das sementes do cardo marianum e formada por flavonolignanos, a silimarina apresenta grande capacidade regeneradora dos hepatócitos, provavelmente por estimular a síntese de proteínas. Estudos comprovaram seu poder na diminuição dos níveis de bilirrubinas, redução da esteatose hepática e dos níveis de transaminases.
      Entre outros protetores hepáticos estão: a cynara scolymus - a conhecida alcachofra, que aparentemente também apresenta uma ação regeneradora, mas necessita de mais estudos para confirmar tal efeito; os ácidos graxos ômega 3 e o óleo de prímula da noite que possuem ação anti-inflamatória e ajudam na diminuição das transaminases; os aminoácidos metionina, cisteína e glutamina que auxiliam na eliminação das toxinas hepáticas; a vitamina E, o mineral selênio e o ácido alpha-lipóico, que atuam na síntese do complexo antioxidante glutationa peroxidase.
      Protegendo o fígado pela dieta
      Quanto à dieta, deve-se evitar uma ingestão excessiva de ferro (carne vermelha), vitamina A (acima de 10.000 UI/dia), frituras, alimentos gordurosos e condimentados, minimizar o álcool, incentivar a ingestão de proteínas vegetais (soja), peixes, frutas, cereais, verduras e legumes.
      Ainda quanto à alimentação, o uso do alecrim é uma boa escolha por sua ação antioxidante, protetora e regeneradora hepática; já a alfafa auxilia no processo digestivo; o abacate é um grande protetor hepático, pois estudos realizados no Japão demonstraram uma diminuição do dano ao fígado em pessoas que comiam abacate todos os dias; o abacaxi, através da bromelina, auxilia a digestão; o boldo, na forma de chá, ajuda a diminuir as transaminases e auxilia no processo digestivo; e o chá verde, devido sua ação antioxidante e digestiva.
      Ervas e medicamentos que devem ser evitados
      Deve-se ainda evitar ervas hepatotóxicas, tais como a equinácea e a valeriana, e ter cautela com alguns medicamentos, como os anti-inflamatórios hormonais, a maioria dos antibióticos, fenitoína, bupropiona, anti-depressivos tricíclicos, acetaminofem, paracetamol, ácido acetil salicílico, dentre outros. Uma boa medida é sempre verificar a bula dos medicamentos, a fim de constatar se existe algum risco de toxicidade hepática.
      Cuidados ao terminar o ciclo: dieta detoxificante
      Ao se terminar um ciclo com drogas anabólicas hepatotóxicas, é comum que o fígado tenha sofrido lesões em algum grau. Devido a grande capacidade de regeneração deste órgão, como já mencionado, a tendência é que o órgão recupere toda sua estrutura em um determinado período. Porém, existem medidas que podem otimizar este processo, sendo estas fundamentais para aqueles ainda mais teimosos que insistem em realizar ciclos pesados com maior freqüência e com curto período de intervalo entre os mesmos.
      Após um ciclo, o sistema de detoxificação do fígado é sobrecarregado, sendo que os metabólitos tóxicos se acumulam e a sensibilidade a outros químicos torna-se progressivamente maior. A implementação da dieta detoxificante deve ser feita de maneira progressiva e dura, em média, de três a quatro semanas. É importante a conscientização do indivíduo para que a dieta detoxificante faça parte da rotina diária, mantendo os resultados benéficos a longo prazo.
      Quando o objetivo da terapêutica nutricional é detoxificar ou melhorar a reserva orgânica hepática, alguns aspectos também devem ser considerados. Alguns alimentos e bebidas que contêm toxinas e alergenos alimentares deveriam ser excluídos da dieta, como leite de vaca, açúcar e glúten.
      A hidratação adequada é importante para eliminar os produtos biotransformados, possibilitando a excreção mais eficiente dos compostos tóxicos. É importante ressaltar que de nada adianta ingerir grande quantidade de água em um determinado período. A melhor forma de hidratar-se é administrar pequenas quantidades de líquidos, constantemente, durante todo o dia. Uma das principais vias de eliminação de toxinas modificadas é a bile. Entretanto, quando a excreção de bile é inibida, as toxinas ficam no fígado por mais tempo.
      Alimentos como o chá verde ou preto, alecrim, alho e cebola, frutas cítricas, frutas vermelhas, oleaginosas, cereais integrais e leguminosas, soja, peixes e alimentos orgânicos possuem propriedades benéficas ao processo de detoxificação de acordo com sua composição.
      Agentes como a colina, betaína, metionina, vitamina B6, ácido fólico e vitamina B12, são úteis para promover a fluidez da bile para fora do fígado. Já as vitaminas do complexo B são importantes para evitar o dano celular e ajudar no mecanismo de detoxificação.
      Os alimentos funcionais são auxiliares no processo de detoxificação, entre eles destacam-se os vegetais brássicos (agrião, brócolis, couve-chinesa, couve-de-bruxelas, couve-folha, mostarda, nabo, rabanete e repolho).
      Elementos probióticos, tais como os lactobacillus e os bifidobactériuns, também atuam na metabolização de medicamentos. Eles podem ser definidos como preparações ou produtos contendo microorganismos determinados que, quando viáveis e em número suficiente, alteram a microbiota intestinal do indivíduo, exercendo efeitos benéficos à sua saúde.
      A vitamina C (ácido ascórbico), além de auxiliar no processo de detoxificação, também atua reduzindo a ação do hormônio catabólico cortisol, que normalmente encontra-se elevado após o término de um ciclo. A silimarina além de seu efeito protetor já mencionado, também possui ação detoxificante.
      Vale ressaltar novamente que o melhor para a saúde de qualquer fígado é manter-se longe de qualquer tipo de droga anabólica, ainda mais quando observa-se que os objetivos estéticos alvejados pela maioria de seus usuários, poderiam ser atingidos por meio de treinamento rigoroso e dieta adequada. Mais informações sobre o assunto podem ser obtidas no livro Guerra Metabólica – Manual de Sobrevivência.
    • Por Micael Silva
      O uso da droga, popularmente conhecida como dianabol, sempre foi extremamente difundido entre entusiastas da musculação e de esportes que envolvem força e explosão. Droga essa usada desde meados do século XX.

      O antiquado conceito de que a droga viriliza em mulheres, aos poucos vai sendo quebrado. Todas drogas derivadas de testosterona, tem potencial de virilizar.
      Testes e experimentos provam que o dianabol não viriliza mais que a oxandrolona, porém, tem muito mais efetividade pra ganho de massa magra.
      Também a questão da retenção de líquidos, que é um mito, droga que retém, simplesmente pode ser controlada na dieta.

      Enfim, hoje as mulheres vêm percebendo outra opção à famosa combinação de oxandrolona com estanozolol. Que essa sim, acarreta problemas que podem ser graves.

      Como o intuito é somente demonstrativo, informativo, e, explicativo, não irei expor dosagens recomendadas para mulheres, mas fica o alerta simples, de que, passando de 30mg/dia, podem vir efeitos indesejáveis. O abuso de drogas não é recomendado.
      O uso de anabolizantes geralmente é feito por atletas com vasta experiência e anos de treinamento intenso. 

      Falando especificamente para mulheres, quebrando o mito de que é uma "droga muito pesada", na verdade, todas as drogas são muito pesadas, mas o que define o resultado e os colaterais é o abuso.

      Usualmente ela é tomada em cápsulas de 10mg, sendo ou não divididas em doses menores no decorrer do dia, porém, não necessária a divisão, devido à concentração plasmática (não entrarei em termos científicos).
      O melhor horário pra ganho de força e disposição, é sempre horas antes do treino. Voltando à questão da concentração plasmática, depois de um tempo de uso, ela vai inevitavelmente causar o efeito do ganho de força e de massa.

      Dessa droga pode se esperar ganhos sólidos e contínuos, fixos. Não estimulamos o uso de drogas, apenas informamos para que não seja feito de modo errado e abusivo.
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