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  1. Alice Oliveira S.

    Alice Oliveira S.

  2. fisiculturismo

    fisiculturismo

  • Conteúdo similar

    • Por Mrwolf
      Então pessoal, irei fazer meu primeiro ciclo nesse mês com cipionato, tô em off season e tô planejando meter um shape bom no final desse ano, tô pensando em fazer a seguinte estratégia, usar 400mg de cipionato por 10 semanas, depois fazer um cruise de 8 semanas com 150mg usando silimarina pra proteger o figado e depois, vou começar um cutting com 400mg de trembo enantato e oxandrolona (dose indefinida) por 8 semanas, depois desse ciclo, pretendo fazer uma TPC, o que vocês acham?
    • Por Jonata
      Oi!
      Estou planejando o meu ciclo com a trembolona, com o objetivo de ganhar massa muscular e perder gordura, mas ainda não sei o que usar na TPC.
       
      Meu ciclo (produtos da American Plus Pharma):
      - 75 mg de acetato de trembolona (segunda, quarta e sexta, durante 8 semanas).
      - 200 mg de deposteron (a cada duas semanas, durante o uso do acetato de trembolona): para manter os níveis de testosterona.
       
      Pretendo malhar pelo menos 3 (três) vezes por semana, pela manhã, com duração de no mínimo 1h e 30m.
      Idade: 22.
      Altura: 1,71.
      Peso.. 87,00.
      Dieta: 2500 calorias, 170-180g de proteína, 150g de carboidrato no mínimo, 40g de gordura no máximo.
       
      O que posso usar na TPC para conseguir (1) manter meu nível de testosterona normal com os testículos produzindo testosterona normalmente, (2) manter os ganhos obtidos e (3) evitar ginecomastia (já tive ginecomastia antes e fiz cirurgia)? Enfim, como posso montar essa TPC?
    • Por Thiago Carneiro
      O norte-americano Dallas McCarver foi o terceiro homem do mundo a conseguir se tornar profissional IFBB (International Federation of Bodybuilding and Fitness) aos 21 anos.
      Em 2015, havia competido no maior e mais importante campeonato de fisiculturismo do mundo, o Mister Olympia. Era uma grande promessa do esporte, com seus impressionantes 150 (cento e cinquenta) quilos distribuídos em 183 cm (cento e oitenta e três centímetros) de altura.
      O fisiculturista já havia apresentado um problema de saúde durante uma competição no Arnold Classic da Austrália, em março de 2017, tendo desmaiado no palco e tendo sido carregado para o hospital.
      O corpo de Dallas McCarver foi encontrado no dia 22 de agosto de 2017, em seu apartamento na Flórida, por sua namorada.
      Ele faleceu aos 26 anos, em decorrência de ataque cardíaco, enquanto se alimentava. Sua autópsia atestou cardiomegalia (peso de 820g) e hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo, arteriosclerose, rins hipertrofiados, fígado com 4 vezes o tamanho normal e câncer de tireoide.
      Na autópsia, constou como causa mortis o ataque cardíaco por uso crônico de esteroides exógenos. Laudo toxicológico apresentou resultado positivo para trembolona e cannabis.
      A trembolona tem relação direta com o aumento cardíaco. Em razão da cardiomegalia, também é possível que o atleta tenha feito uso de GH em altas doses.
      Dallas McCarver, uma grande promessa, se foi. Esse foi mais um caso de abuso no esporte, onde vence o corpo que suporta mais drogas. Evite abusos e sempre busque orientação profissional.
    • Por Gustavo Barquilha Joel
      Leia a matéria de Gustavo Barquilha Joel e Luis Gustavo da Silva Rodrigues sobre o Decaonato de Nandrolona (Deca Durabolin).

      Por Gustavo Barquilha Joel (gustavo_barquilha@hotmail.com)
      Preparador Físico do Bauru in Line Hockey
      Prof. Mestrando do Programa de Pós-Graduação
      em Ciências do Movimento Humano - Instituto de
      Ciências da Atividade Física e Esporte - Icafe/Unicsul

      Por Luis Gustavo da Silva Rodrigues (luis.gustavo.ef@hotmail.com)
      Preparador Físico formado pela UNIP
      Atleta de Fisiculturismo
      Nota importante:
      Ola amigos,
      A intenção desta coluna não é estimular ninguém a utilizar qualquer tipo de substância ilícita, muito pelo contrário, o objetivo é demonstrar os vários efeitos colaterais que elas trazem com seu uso. Tentamos também na coluna associar as informações cientificas disponíveis na literatura com as informações praticas de atletas e/ou praticantes de musculação do mundo underground das academias.
      DECAONATO DE NANDROLONA
      A pratica de exercícios físicos, em especial a musculação, vêm sendo amplamente realizada por pessoas que buscam uma melhor qualidade de vida.
      Porém, a musculação também é utilizada por atletas e pessoas que buscam um melhor rendimento físico ou estético, sendo muitas vezes a uso de drogas para maximizar seus resultados.
      Nesse sentido uma das drogas mais utilizadas por freqüentadores de academias é a Nandrolona (Barquilha, 2009).
      A nandrolona (também conhecida como deca-durabolin) é um andrógeno sintético, tendo ação anabolizante prolongada de até três semanas (Kutscher et al., 2002), podendo estimular o crescimento e a resistência celular.
      Sua estrutura é parecida com a testosterona, porém não possui o carbono da posição 19, daí o nome 19Nor-testosterona, essa pequena mudança é faz com que ela não seja convertida em DHT (dihidrotestosterona) pela enzima 5-alfa-reductase (5AR) como normalmente acontece com a testosterona, conferindo então menores efeitos androgênios se comparado a testosterona.
      Essa droga é utilizada na regeneração de diversos tecidos, como o sangüíneo, córneo e outros. Ela é classificada como um andrógeno não aromatizavel decorrente da baixa conversão a estrógeno, minimizando efeitos femininos em grandes doses desse hormônio (Kuhn, 2002; Cunha et al., 2006), e nas mulheres essa droga apresenta menor virilização quando comparada a testosterona, porém ainda assim pode causar tal efeito.
      A via de administração da nandrolona é intramuscular ou oral. Ele é encontrado na urina como 19-nortestosterona e seus metabólitos; 19 norandrosterona e 19-noretiocholanolona, que podem ser detectados por um longo período de tempo na urina, sendo geralmente a norandrosterona presente em maior concentração (Guimarães e Alves).
      Um dos principais benefícios com a prática de exercícios físicos é a cardioproteção, sendo que o uso da nandrolona parece anular esse efeito positivo decorrente do exercício, o que corrobora com o fato de serem encontradas lesões freqüentemente nos corações de indivíduos que fazem uso de altas doses de anabolizante (Chaves et al, 2007).
      Além disso, outros possíveis efeitos colaterais podem ser encontrados com o uso, como acnes, calvície, libido, possível ruptura de tendão decorrente do aumento exorbitante de massa muscular, aumento do colesterol LDL, infarto agudo do miocárdio, morte súbita por hipertrofia ventricular esquerda.
      Quando utilizados na puberdade, causam o fechamento das epífises ósseas, acarretando déficit final do crescimento em conseqüência do amadurecimento ósseo precoce, atrofia do tecido testicular, infertilidade, impotência, dificuldade ou dor para urinar e hipertrofia prostática, tumores hepáticos e de próstata.
      Na mulher, pode ocorrer a masculinização, evidenciada pelo engrossamento de voz e crescimento de pêlos no corpo no padrão de distribuição masculino; irregularidade menstrual e aumento do clitóris. (Fineschi et al., 2001). Fatores psicológicos também são alterados, como irritabilidade.
      A sua utilização fica geralmente entre 200 à 800mg por semana em homens, sendo que sua meia vida é geralmente de 6 dias.
      Geralmente essa droga á associada com alguma testosterona de ação média ou longa, como por exemplo a oximetolona (fabricado com o nome comercial de Hemogenin) e a metandrostenolona (conhecida como Dianabol).
      Sua dosagem então vai variar do período da forma como estiver usando e sua pré-disposição a ter ou não demasiada retenção hídrica com a mesma.
      A Deca-Durabolin é produzida no Brasil pela empresa farmacêutica Organon, em ampolas de um mililitro com a concentração de 25 ou 50 miligramas/ampola.
      REFERÊNCIAS
      LARSSON, C.E. et al. Terapêutica tópica e sistêmica: pele, ouvido e olho. In: ANDRADE, S.F. Manual de terapêutica veterinária. 2.ed. São Paulo : Roca, 2002. p.116-178.
      BARQUILHA, G. Uma analise da incidência de efeitos colaterais em usuários de anabolizante da cidade de Bauru. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, v. 03, p. 146-153, 2009.
      CHAVES, E. A.; PEREIRA-JUNIOR, P. P.; FORTUNATO, R. S.; CARVALHO, D. P.; NASCIMENTO, J. H. M.; OLIVEIRA, M. F. Cardioproteção induzida pelo exercício é prejudicada pelo tratamento com o anabolizante decanoato de nandrolona. Brazilian Journal of Biomotricity. v. 1, n. 3, p. 46-55, 2007
      CUNHA TS, TANNO A.N, MARCONDES, F.K.; PEREZ, S.E.A., SELISTRE-ARAUJO, H.S. A administração de nandrolona não promove hipertrofia do músculo sóleo em ratos. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia. 2006; 50(3): 532-540.
      FINESCHI V, BAROLDI G, MONCIOTTI F, PAGLICCI REATTELLI L, TURILLAZZI E. Anabolic steroid abuse and cardiac sudden death: a pathologic study. Arch Pathol Lab Med. 2001; 125(2): 253-255.
      GUIMARÃES WAM, ALVES SCC. Efeitos Crônicos do Treinamento de Forca Associado ao uso do Decanoato de Nandrolona sobre as Reservas de Glicogênio Muscular e Hepatico em Ratos. http://www.unimep.br/phpg/mostraacademica/anais/4mostra/pdfs/255.pdf
      KUTSCHER EC, LUND BC, PERRY PJ. Anabolic steroids: a review for the clinician. Sports Med. 2002; 32(5): 285-96.
      KUHN, CM. Anabolic steroids. Recent Prog Horm Res. 2002; 57: 411-434.
      1. Pharmacokinetic parameters of nandrolone (19-nortestosterone) after intramuscular administration of nandrolone decanoate (Deca-Durabolin) to healthy volunteers;
      2. Impact of Nandrolone Decanoate on Gene Expression in Endocrine Systems Related to the Adverse Effects of Anabolic Androgenic Steroids;
      3. Anabolic androgenic steroids differentially affect social behaviors in adolescent and adult male Syrian hamsters – Salas-Ramirez KY, Montalto PR, Sisk CL;
      Atenção:
      Anabolizantes esteróides são medicamentos e somente podem ser adquiridos em farmácias sob prescrição médica.
    • Por Madilson Medeiros
      Este é ainda um dos assuntos mais discutidos na comunidade dos fisiculturistas e, por esta razão óbvia, tem sido abordado tantas e tantas vezes, sempre no sentido de se estabelecer uma pronta recuperação dos níveis normais de testosterona/estrógeno após um ciclo de esteróides. De qualquer maneira, se já está esclarecido ou não, sempre vale a pena fazer uma nova abordagem a fim de se dissiparem dúvidas que ainda possam persistir.
      Em relação à utilização de recursos ergogênicos para aumento da performance, os EAAs ainda são a classe mais utilizada. Como sabemos, estes compostos são, de um modo geral, originados da molécula de testosterona e desempenham em nosso organismo grandes influências no quadro metabólico geral. Destas influências, notadamente importante é aquela que culmina na conseqüente diminuição da própria produção do hormônio, a denominada produção endógena.
      Vamos começar pela regulação tida como “normal” – que aqui prefiro chamar de fisiológica – dos níveis de testosterona e estrógenos. Observe que estamos nos referindo aos casos de hipogonadismo referentes à administração exógena de testosterona em sujeitos do sexo masculino, provocada por administração indevida de EAAs, cuja supressão se reflete muito mais prejudicial que os desequilíbrios hormonais observados nos indivíduos do sexo feminino. Este assunto abordaremos em uma outra ocasião.
      A regulação da produção de testosterona no organismo masculino se dá por mecanismo de retroalimentação (feedback) negativo, ou seja, qualquer aumento nos níveis basais de testosterona é captado pelos receptores de andrógenos no Hipotálamo que, por sua vez, inibe a secreção do Hormônio Liberador de Gonadotrofina (GnRh). O GnRh exerce a função de estimular a produção dos hormônios luteinizante (LH) e folículo estimulante (FSH) na hipófise. Estes hormônios, por sua vez, estimulam as células de Leydig e de Sertoli (respectivamente) à produção de testosterona e à espermatogênese.
      Uma vez que se estabelece o feedback negativo, a adeno-hipófise passa a não liberar LH e FSH como deveria, e a conseqüência disto se reflete na diminuição dos níveis de testosterona. Ao contrário do que alguns podem pensar, a diminuição da testosterona endógena ocorre não somente no final do assim chamado “ciclo” de EAAs, mas já nos primeiros dias da administração exógena.
      Ocorre que, quando há um aumento expressivo na quantidade circulante de testosterona, o excesso não somente causa o feedback negativo, bem como é também responsável pela conversão enzimática da testosterona em outros metabólitos como a dihidrotestosterona (DHT) e estradiol. DHT, infelizmente possui mais efeitos virilizantes que anabólicos, devendo portanto, ser evitada, especialmente por sua afinidade com o tecido prostático. Já o estradiol, por ser um estrógeno, causa a formação e deposição de ginecomastia, gordura de padrão ginóide e retenção hídrica.
      Evidentemente, alguns sujeitos tem uma tendência em apresentar maior probabilidade de conversão de metabólitos, seja para DHT ou estradiol, dependendo de sua carga enzimática. As enzimas responsáveis pela conversão são, respectivamente, 5 alfa redutase e Aromatase.
      Curiosamente, a conversão mediada pela Aromatase tende a formar estrógenos que irão se afinar pelos receptores de estrógeno (REs) presentes no Hipotálamo – na verdade, o esta glândula possui mais Receptores de estrógenos que de andrógenos, sendo então o estrógeno mais influente que a testosterona nesta mediação – o que provoca, a exemplo do que ocorre com a testosterona, supressão de LH e FSH. Estudos demonstram que o estrogênio também pode resultar em dessensibilização nos receptores presentes na adeno-hipófise.
      Na tentativa de minimizar os efeitos resultantes da produção de estrógenos durante a utilização de EAAs, usuários lançam mão de drogas Anti-estrogênicas e Moduladoras Seletivas do Receptor de Estrógeno como Clomifeno (Clomid, Indux) e Tamoxifeno (Nolvadex). Mas o que estas drogas fazem? Como são estrógenos fracos, se afinam com o RE e ocupam o sítio que deveria ser ocupado pelo estradiol.
      Desta forma, é enviada ao hipotálamo a falsa informação de que há níveis diminuídos de estrógenos na corrente sanguínea. Como a produção de estrógenos no organismo masculino se dá principalmente pela conversão via Aromatase, ocorre então, de forma indireta, aumento na produção da testosterona endógena.
      Porém, o mais curioso é que, quando há a ligação do MSRE ou AE com o RE, a produção de estrógenos continua a acontecer, uma vez que a enzima responsável pela conversão (Aromatase) continua a exercer sua função, especialmente porque na corrente sanguínea continuam elevados os níveis de estrógenos, estes porém, apenas não estão mais se afinando com o RE. Em adição, o aumento de testosterona obtido com a utilização do MSRE também pode ser substrato para conversão em estrógenos, conforme a Aromatase continua a cumprir sua função de conversão.
      Nessa perspectiva, muitos tentam induzir a inibição da própria enzima, que seria feita através da ação de uma outra droga, desta vez não um antagonista como os MSREs, mas um composto da classe dos inibidores enzimáticos como o Exemestano (Aromasin) ou Letrozol (Femara).
      Estas substâncias inibem quase que completamente a biossíntese de estrógenos, levando também a um estado de feedback negativo. Neste caso, esta situação tende a ser prejudicial, levando em conta as funções benéficas provenientes dos níveis normais de estrógenos.
      Denominada de Terapia Pós-ciclo, a intervenção adotada para se restaurar a produção endógena de testosterona é, muitas vezes, uma “receita de bolo” onde se seguem orientações comuns a quase todos, desprezando assim, a situação metabólica individual de cada um. O ideal, nesta situação, seria traçar um perfil bioquímico – através de dosagens colhidas antes, durante e após a utilização – a fim de se adotar a intervenção adequada.
      Isto, infelizmente, não é o que se vê na prática. A maioria dos usuários não tem acesso ao monitoramento adequado, o que leva a condutas inapropriadas.
      Entretanto, em se tratando do uso de recursos como EAAs, deveriam ser consideradas terapias pré-ciclo, durante e pós. Um exemplo de confusão em relação à TPC é utilizar drogas como a Gonadotrofina Coriônica Humana (HCG) após a utilização de esteróides. Esta substância mimetiza a ação do LH, porém nesta situação isto não é interessante, uma vez que a maior preocupação seria estimular o próprio LH endógeno. Desta forma, a utilização de HCG poderia, em tese, aumentar a secreção de testosterona, mas não seria a solução definitiva, sendo HCG passiva de causar dessensibilização das células de Leydig. Somente seria admissível utilizar uma droga como esta em situações de severo hipogonadismo e, ainda assim, como coadjuvante para restabelecer o HPTA durante ciclos pesados, não descartando a utilização “pós” de Clomifeno ou Tamoxifeno.
      O que de fato ocorre, é que se cria uma espécie de “cultura” alternativa onde muitos usuários, inconsequentemente, acabam por confiar em informações contidas em fóruns de internet, muitas vezes apenas relatos de outros usuários. Tais informações, na maioria das vezes, não tem embasamento cientifico e levam a equívocos que podem ser bastante arriscados para a saúde. Vale a pena lembrar Dan Duchaine, Steroid Guru da década de 80 que influenciou vários pessoas quanto a automanipulação de substâncias proibidas.
      Se você observou com atenção os fenômenos descritos até aqui, perceberá o quanto o organismo se empenha em manter o estado de homeostase. Nesse sentido, o aumento nos níveis de uma substância no organismo sempre provoca uma reação em cadeia, promovendo sucessivos desequilíbrios metabólicos. Significa dizer que, em maior ou menor grau, sempre ocorrerão alterações que exigirão uma intervenção adequada para se restaurar o equilíbrio.
      Entendendo que até mesmo uma pequena elevação nos níveis hormonais pode gerar desequilíbrio, é interessante especular como proporcionar aumentos que sejam condizentes com a demanda metabólica, resultando numa maneira de estimular naturalmente a produção destes hormônios e, desta forma, manter a maior situação de homeostase possível. No mês que vem abordaremos substâncias e alimentos funcionais que supostamente cumprem este papel.
      BONS TREINOS E ATÉ A PRÓXIMA!
      Referências:
      1. GUYTON & HALL, Tratado de Fisiologia Médica, ed. 10., Guanabara Koogan, pags. 865-866
      2. Tan RS, Vasudevan D. Use of clomiphene citrate to reverse premature andropause secondary to steroid abuse. Fertil Steril 2003;79:203–5.
      3. Adashi EY, Hsueh AJ, Bambino TH, Yen SS. Disparate effect of clomiphene and tamoxifen on pituitary gonadotropin release in vitro. Am J Physiol. 1981;240:E125-E130.
      4. Gill GV. Anabolic steroid induced hypogonadism treated with human chorionic gonadotropin. Postgrad Med J 1998; 74: 45-6
      5. Goodman & Gilman. las bases farmacologicas de la terapéutica. Interamericana, 1996. 2 v. 28 cm. Edición ; 8. ed pags. 1456-1465
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