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nws1994

Veganismo e emagrecimento

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Olá! Sou vegana e gostaria de ajuda/opiniões. Se puderem me ajudar, ficarei muito grata.

Pois bem. Em meados de 2014/2015, pedi ajuda aqui no fórum porque estava acima do peso...

Me bati um pouco, mas lá por 2016, devido às minhas tentativas de me alimentar melhor, aliada à correria do dia a dia (na época era estudante de direito e estagiava), minha gastrite nervosa e os 5km de corrida/caminhada diária consegui emagrecer. Foram 17kg.

No segundo semestre de 2016 me tornei ovolactovegetariana e em 2017 finalmente decidi pelo veganismo.

Com a correria dos dias atuais (agora, advogada), e aliada a perda de um irmão, literalmente broxei, e de um ano pra cá não tenho feito NADA, não me exercito de nenhuma forma, deixei o yoga que adorava e me alimento de qualquer coisa que não contenha nada de origem animal, sobretudo junk food, mas tenho consciência de que preciso mudar.

Alguém disposto a me auxiliar de alguma forma? Seja indicando exercícios, alimentação ou exames necessários?

Peço ajuda aqui, pois, lá trás, a despeito de ter recebido ajuda profissional, esta não foi efetiva. E com a ajuda de vocês, que sabem o que funciona e não funciona na prática, tive ótimos resultados, por isso meu retorno.

Agradecida!! 🙏

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Podemos te ajudar sim, porém padronize seu tópico com TODAS as informações exatamente conforme solicitadas ....

(Copie e cole e responda ao lado)

Idade:

Altura:

Peso:

Medicações em uso (Anticoncepcional, etc...):

Problemas de Saúde:

Tempo de treino:

Divisão de treino e horario do mesmo:

Dieta com quantidade de proteina/carboidrato/gordura por dia: Coloque: 1) Nome da refeição 2) Horario da refeição 3) alimentos da refeição e quantidade 5)Apenas coloque as refeições que tem certeza que conseguirá fazer.

Fotos: Poste fotos com roupas de banho (sunga/biquini) ou que preferir (cueca/calcinha/sutiã) (sem mostrar o rosto com padrões frontal, lateral e Posterior).Enriquece, e é determinante para analise de cada caso.  As vezes podem ser abordadas outras indicações de treino/dieta/ciclo para seu caso.

Aguardamos TODAS as respostas para poder começar a te ajudar com alguma direção........


Abaixo modelo de como tirar as fotos.

 

elisfitness.jpg

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    • By Matheus Uba Chupel
      A cafeína é um poderoso agente modulador do desempenho atlético, entretanto, deve-se ficar atento aos achados em alguns estudos científicos.
      A Cafeína
      A cafeína, uma possível exceção à regra geral contra a ingestão de estimulantes, continua sendo uma droga controlada/restringida nas competições atléticas. A cafeína pertence ao grupo de compostos denominados metilxantinas, encontrados naturalmente nos grãos de café, nas folhas de chá, no chocolate, nos grãos de cacau e nas nozes da cola, sendo acrescentada frequentemente às bebidas efervescentes e aos remédios vendidos sem prescrição médica (McArdle & Katch, 2002).
      Dependendo do preparo, uma xícara de café fervido contém entre 60 e 150 mg de cafeína. Como elemento de referência, 2,5 xícaras de café coado contém 250 a 400 mg, ou geralmente entre 3 e 6 mg por kg de massa (peso) corporal.
      A absorção da cafeína pelo intestino delgado se processa rapidamente, alcançando concentrações plasmáticas máximas entre 30 e 120 minutos, após a ingestão, para exercer sua influência sobre os sistemas nervoso, cardiovascular e muscular. A meia-vida metabólica da cafeína, de 3 horas, significa que é eliminada pelo corpo com bastante rapidez, certamente após uma noite de sono (Cohen et al 1996).
      Efeitos da Cafeína no Desempenho Esportivo
      Nem todos os estudos confirmam benefícios ergogênicos da cafeína. Entretanto, já foi demonstrado que a ingestão de 2,5 xícaras de café coado, a 1 hora antes do exercício, amplia muito a capacidade de resistência no exercício moderadamente extenuante. Os indivíduos que haviam bebido cafeína se exercitavam por uma média de 90,2 minutos, em comparação com 75,5 minutos durante 1 sessão de exercícios sem cafeína.
      Apesar de terem sido observados valores semelhantes para freqüência cardíaca e captação de oxigênio durante os dois ensaios, a cafeína fazia com que o trabalho parecesse mais fácil.
      Em concordância com seus efeitos estimulantes (característica dos compostos a que a cafeína faz parte – as metilxantinas), foi comprovado que a cafeína proporciona também um benefício ergogênico durante os desempenhos máximos de natação completados em menos de 35 minutos. Em um estudo experimental duplo-cego, sete homens e quatro mulheres nadadores experientes de longa distância (<25 min para 1.500m), consumiram cafeína 2,5 horas antes de nadarem 1.500m. O tempo total de natação foi em média 1,9% menor com cafeína do que sem cafeína (20min 58 segundos vs 21min 21 segundos).
      Uma concentração plasmática mais baixa de potássio antes do exercício e níveis sanguíneos mais altos de glicose no final do ensaio acompanhavam o desempenho com cafeína. Isso sugeriu que o equilíbrio eletrolítico e a disponibilidade de glicose podem ser fatores-chave no efeito ergogênico da cafeína (McArdle & Katch, 2002).
      A Cafeína e o Metabolismo Energético durante o Exercício
      A cafeína afeta quase todos os sistemas do organismo, sendo que seus efeitos mais óbvios ocorrem no sistema nervoso central (SNC). Quando consumida em baixas dosagens (2mg/kg), a cafeína provoca aumento do estado de vigília, diminuição da sonolência, alívio da fadiga, aumento da respiração e da liberação de catecolaminas, aumento da freqüência cardíaca, aumento no metabolismo e diurese. Em altas dosagens (15mg/kg) causa nervosismo, insônia, tremores e desidratação.
      Segundo Spriet (1995), existem pelo menos três teorias que podem tentar explicar o efeito ergogênico da cafeína durante o exercício físico. A primeira envolve o efeito direto da cafeína em alguma porção do sistema nervoso central, afetando a percepção subjetiva de esforço e/ ou a propagação dos sinais neurais entre o cérebro e a junção neuromuscular.
      A segunda teoria pressupõe o efeito direto da cafeína sobre co-produtos do músculo esquelético. As possibilidades incluem: alteração de íons, particularmente sódio e potássio; inibição da fosfodiesterase (PDE), possibilitando um aumento na concentração de adenosina monofosfato cíclica (AMPc); efeito direto sobre a regulação metabólica de enzimas semelhantes às fosforilases (PHOS); e aumento na mobilização de cálcio através do retículo sarcoplasmático, o qual contribui para o potencialização da contração muscular (Spriet, 1995).
      A terceira teoria diz respeito ao aumento na oxidação das gorduras e redução na oxidação de carboidratos (CHO). Acredita-se que a cafeína gera um aumento na mobilização dos ácidos graxos livres dos tecidos e/ou nos estoques intramusculares, aumentando a oxidação da gordura muscular e reduzindo a oxidação de CHO (Sinclair, et al 2000).
      Muitos estudos sugerem que a cafeína é um poderoso agente modulador do desempenho atlético, que pode ser adaptável aos diferentes tipos de estímulos envolvidos nos mais diversos tipos de exercícios. Atualmente, pesquisadores têm nos demonstrado que a ingestão de 3 a 6 mg de cafeína por kg (massa corporal), melhora a performance em atletas, sem que sejam detectados casos positivos no exame antidoping.
      Pesquisas recentes têm apontado um aumento da força muscular acompanhado de uma maior resistência à instalação do processo de fadiga muscular após a ingestão de cafeína. Ainda não está totalmente esclarecido qual o mecanismo de ação responsável pelo aumento da força muscular; todavia, acredita-se que isso ocorra em maior intensidade muito mais pela ação direta da cafeína no SNC do que pela sua ação em nível periférico (Kalmar & Cafarelli, 1999).
      Isto sugere que a cafeína exerce um efeito ergogênico direto e específico sobre o músculo esquelético durante a estimulação repetitiva de baixa frequência. A cafeína poderia também influenciar a sensibilidade das miofibrilas ao Ca++ (McArdle & Katch, 2002).
      Em relação aos exercícios de intensidades máximas e extenuantes de curta duração, boa parte dos estudos demonstra que a ingestão de cafeína pode melhorar significativamente o desempenho e a performance nas práticas de até 5 minutos.
      O mesmo não se pode dizer com relação a tais exercícios quando precedidos por exercícios submáximos prolongados, quando o desempenho físico parece não sofrer qualquer alteração (Spriet, 1995).
      Nos exercícios físicos prolongados, alguns estudos apontam que o uso da cafeína otimiza funcionamento do metabolismo energético durante o esforço o que, por conseqüência, contribui para a melhora da performance.
      Entretanto, uma explicação precisa para o efeito de aprimoramento do exercício por parte da cafeína continua sendo enganosa. Com toda probabilidade, o efeito ergogênico da cafeína (e de outros componentes correlatos tipo metilxantina) no exercício de endurance de alta intensidade resulta da utilização facilitada da gordura como combustível para o exercício.
      Além disso, o suposto efeito diurético provocado pelo uso dessa substância, acarretando aumento no volume de urina, e portanto uma maior perda hídrica durante o esforço, não tem sido confirmado na prática. Segundo Wemple et al (1994) o comprometimento do estado de hidratação corporal parece estar relacionado somente ao emprego de mega-doses desta substância.
      Concluindo
      Grande parte dos estudos que envolvem a utilização de cafeína, associada ao exercício físico, sugerem resultados que apontam esta substância como um poderoso estimulante para o trabalho físico. Atletas que comumente realizam atividades que envolvem resistência, força e trabalho muscular em intensidades máximas, podem, de alguma forma, se beneficiar da ingestão de cafeína. Contudo, vale a pena citar que alguns fatores, como a dosagem, o estado nutricional, e a sensibilidade do organismo às metilxantinas, podem afetar significativamente os resultados.
      Referencial
      - Cohen , B.S., et al. Effects of caffeine ingestion on endurance racing in heat and humidity. European Journal Appl. Physiology. 73:358, 1996
      - McArdle W. Katch F. Katch V. Fundamentos de Fisiologia do Exercício. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2002
      - Conlee, R.K. Amphetamine, caffeine and cocaine. Em: D.R. Lamb, M.H. Williams. Ergogenics: Enhancement of Performance in Exercise and Sport. New York, Benchmark Press, 1991 p. 285-310
      - Spriet, L.L. Caffeine and performance. International Journal of Sports Nutrition. 5:84-99, 1995
      - Sinclair, C.J.D. & Geiger, J.D. Caffeine use in sport: a pharmacological review. J. Sports Med. Phys. Fitness, 40: 71-79, 2000
      - Kalmar, J.M. & Cafarelli, E. Effects of caffeine on neuromuscular function. J. Appl. Physiol., 87: 801- 808, 1999
      - Wemple, R.D.; Lamb, D.R.; Bronstein, A.C. Caffeine ingested in a fluid replacement beverage during prolonged exercise does not cause diuresis. Medical Science of. Sports Exercise, 26: S204, 1994
    • By dsxsk8
      Quer emagrecer? Controle-se!
      Aqui neste fórum muitas pessoas perguntam o que eu faço para emagrecer? Como eu perco a minha barriga? Porém todos já sabem a resposta!
      O que a maioria das pessoas deseja é uma maneira fácil, sem sacrifícios e sem muito comprometimento para emagrecer, ou seja, uma maneira que não existe! Só através de lipoaspiração e mesmo depois da lipo você tem que cuidar da alimentação, por que pode engordar tudo de novo, como já vi acontecer.
      Então meus amigos, para iniciar este processo doloroso, árduo, difícil, porém recompensador se realizado. Vocês devem controlar algumas variáveis do seu corpo, para que elas nos dêem um direcionamento e um caminho para a realização de nossos objetivos, claro, se tudo for feito com vontade, dedicação e muito comprometimento.
      Primeiro passo. Estime seu metabolismo basal, essa informação será o Eixo, de um programa alimentar bem sucedido.
      Como fazer isso?
      Existem formulas que estimam o metabolismo basal, ta tudo bem, mas o que é metabolismo basal?
      “ TAXA METABÓLICA BASAL (TMB): É um mínimo de energia necessária para manter as funções vitais do organismo em repouso (McARDLE e col., 1992 ). Ela reflete a produção de calor pelo organismo sendo determinada indiretamente medindo-se o consumo de oxigênio sob condições bastante rigorosas. A utilização de T.M.B. estabelece bases energéticas para a construção de um programa válido de controle de peso através da dieta, do exercício ou combinação de ambos.
      Fonte: http://www.cdof.com.br/nutri2.htm#9 “
      Para calcular a TMB vamos utilizar a seguinte formula:
      Segundo Henry & Rees (1991)
      Idade Gênero Feminino Gênero Masculino
      3 a 10 anos [0,063 x P + 2,466] x 239 [0,113 x P + 1,689] x 239
      10 a 18 anos [0,047 x P + 2,951] x 239 [0,084 x P + 2,122] x 239
      18 a 30 anos [0,048 x P + 2,562] x 239 [0,056 x P + 2,800] x 239
      30 a 60 anos [0,048 x P + 2,448] x 239 [0,046 x P + 3,160] x 239
      P = peso corporal em kg
      Esta formula é uma das que mais se aproxima dos valores reais que encontrei. Para aproximá-la ainda mais vamos retirar do resultado 8 %, desta forma, chegará a um valor bem próximo do real (Lembro que cada organismo tem sua individualidade, por isso, este valor é uma estimativa e pode variar quando se realiza um exame para obtenção desta informação).
      Para calcular baixe a planilha abaixo, é só imputar os dados:
      Link:
      Nossa que legal, já tenho uma estimativa da minha TMB e o que eu faço com isso.
      Agora que você já sabe quantas calorias você precisa para manter as funções fisiológicas do seu corpo, você pode montar uma dieta que realmente vai funcionar, explico.
      Meu exemplo. Minha TMB deu 1945 Kcal, se eu quero emagrecer e diminuir o meu % de Gordura Corporal (GC) eu preciso de um balanço energético negativo, ou seja, gastar mais calorias do que eu tenha consumido durante o dia, se eu quiser manter meu peso, vou consumir e gastar a mesma quantidade de calorias e seu você quiser ficar em forma de bola como eu, consuma mais calorias do que você precisa e você vai ficar fofinho, fofinho, hehehehe.
      Como eu estou fazendo um controle alimentar para me livrar deste peso extra, montei uma dieta de 2000 kcal diárias e pratico atividade física, no meu caso, Musculação, Pedalo, Caminho e ando de Skate (Claro que em dias diferentes, hehehehe).
      Hoje por exemplo, pedalei 60 KM de manhã, com uma intensidade média de (deixa eu ver na planilha) 85 % da minha freqüência cardíaca máxima.
      Segundo este link http://www.cdof.com.br/nutri1.htm eu gastei 2466 kcal durante as 02 horas e 18 minutos que eu pedalei, acho que não dá tudo isso, eu uso 1200 kcal na minha planilha. Depois a tarde, como eu estou de férias, fui andar sem destino, olhar as vitrines por ai, caminhei 02 horas e meia, mais 945 calorias.
      Desta forma eu consumi 2000 kcal e gastei [1945 (TMB) + 2466 kcal (Pedalada, vou usar do site para padronizar) + 945 kcal (caminhada)].
      Ou seja, gastei 5356 Kcal e consumi 2000 kcal, nesta data tenho um déficit de 3356 calorias.
      Curiosidade: Vocês sabiam que 1 Kg representa mais ou menos 7700 kcal
      Fonte: http://www.cdof.com.br/nutri3.htm
      Por isso que é tão difícil emagrecer, temos que queimar muitas calorias, meu exemplo de novo eu quero ficar com meu peso entre 90 – 85 quilos, isso representa que terei que perder entre 138600 – 177100 calorias. Vamos utilizar um valor medio de 150.000 kcal. Vamos supor que meu déficit de calorias seja de 500 calorias em média por dia, eu vou levar 300 dias, isso mesmo, quase um ano, para conseguir esse objetivo, isso se eu seguir a dieta e os exercícios a risca, sem nenhum dia de relaxo. Se por exemplo eu resolvi sair um dia da dieta e comi um pote de 2 litros de sorvete (isso pra mim é mole, hehehehe) 2000 kcal, posso acrescentar mais 4 dias para perder tudo isso, matematicamente falando.
      Bem voltando ao assunto:
      Com o gasto energético que tive eu poderia ter ingerido 4000 kcal e mesmo assim não prejudicaria o meu objetivo de emagrecer.
      Então meus amigos, para emagrecer é simples.
      Calcule o seu gasto energético diário: TMB + Atividades diárias (andar até o trabalho, subir escadas, correr atrás do ônibus, essas coisas) + Atividade física.
      Podem usar este link para estimar os valores, na dúvida calcule sempre a menos, por que para nós que queremos emagrecer, menos calorias significa menos quilos.
      Link: http://www.cdof.com.br/nutri1.htm
      Procure um nutricionista para montar uma dieta balanceada. Se isso não for possível utilize uma tabela nutricional, como por exemplo, esta:
      http://noticias.uol.com.br/saude/tabela.jhtm
      Postada aqui mesmo no fórum, segue o tópico:
      Lembre-se que para se montar uma dieta, não basta apenas você escolher os alimentos aleatoriamente para fechar o número de calorias que você quer. Você deve equilibrar a sua dieta com todos os nutrientes necessários para o corpo, Carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas, fibras e sais minerais.
      Segue um texto com informações mais especificas sobre o equilíbrio dos nutrientes. Para praticantes de esportes as proporções podem variar de acordo com os nutrientes necessários a cada modalidade esportiva.
      “Como balancear sua refeição
      O Termo “Dieta Balanceada” envolve princípios específicos do ponto de vista nutricional, uma vez que uma dieta bem balanceada deve, inicialmente, respeitar condições básicas:
      - deve ser adequada a cada indivíduo
      - deve ter harmonia entre os nutrientes
      - deve ser suficiente para suas necessidades
      - deve conter alimentos de boa qualidade
      Para obtermos tal resultado devemos fugir de diversas dietas “ milagrosas” ou “ revolucionárias” que surgem de tempos em tempos na mídia.
      Todos os nutrientes devem estar presentes no cardápio, desde que em quantidades ideais. E o que podemos considerar como quantidades ideais?
      Preste atenção:
      HIDRATOS DE CARBONO > devem representar 50 a 60% do total das calorias do dia (massas, cereais, farinhas, doces, frutas, raízes)
      LIPÍDEOS> devem representar no máximo 25% do total das calorias/dia (azeites, óleos, margarinas, manteigas, gorduras do leite e derivados, gorduras das carnes, frutos oleaginosos)
      PROTEÍNAS> de 15 até 25% do total das cals/dia., alternando entre fontes animais e vegetais, sendo que as fontes animais são as melhores pois possuem proteínas mais completas, sendo também boas fontes de Ferro, Cálcio , Zinco, Vit B12.
      (carnes, peixes, aves, ovos, leite , derivados e grãos)
      VITAMINAS E SAIS MINERAIS> devem complementar todas as refeições e suas necessidades variam em cada faixa etária e entre os sexos. (todos os alimentos in natura e os enriquecidos)
      FIBRAS> de 20 a 40g/dia podem reduzir o risco de doenças coronárias e patologias digestivas. (alimentos crus, cereais integrais, farelos, gomas, grãos, frutas)
      ÁGUA> de 1,5 a 2 litros/dia.
      Não sacrifique nenhum nutriente pelo motivo de querer emagrecer. Equilibre-os e não exagere nas quantidades. O Carboidrato sempre é considerado o vilão das dietas, mas na realidade ele é a principal fonte energética de nosso corpo e o cérebro não trabalha com outro tipo de combustível.
      Uma dieta pobre em carboidratos por longo tempo pode levar até a um quadro de depressão.
      Fonte: Dr. José Luis Azis
      Site Médico
      Fonte: https://www.sitemedico.com.br/como-balancear-sua-refeicao/
      Bem pessoal, se vocês conseguirem montar uma dieta equilibrada, sabendo a quantidade de calorias que vocês gastam por dia e quantas vocês podem consumir não tenham dúvidas que vocês irão emagrecer, nem que vocês não queiram hehehehe.
      Agora, para maximizar e qualificar esse emagrecimento é extremamente recomendável a união de exercícios aeróbios e anaeróbios, você trabalha todas as valências do seu corpo, emagrece alterando a sua composição corporal, ou seja, além de ficar mais magro, seu corpo ficará modelado e mais atlético. Estudos comprovam que a união de atividades aeróbias + anaeróbias são mais eficientes que a pratica de uma ou de outra no emagrecimento.
      Agora é com vocês.
      Se vocês quiserem vocês conseguem é só querer e fazer,
      Um abraço e sucesso a todos.
      Diego.
    • By Madilson Medeiros
      O uso de anabolizantes esteroides e comum
      O mundo da utilização de ergogênicos voltados para o aumento do rendimento esportivo, especialmente no fisiculturismo, é repleto de mitos e mistérios. Hoje é de conhecimento público que (a época da ingenuidade já acabou) estas substâncias são largamente utilizadas como meio de melhora da performance pelos atletas profissionais – prática essa que logo se espalhou pelos praticantes amadores e recreacionais.
      Podemos afirmar com propriedade que este tipo de utilização é lugar-comum na maioria dos esportes, porém muito mais flagrante e evidente nas modalidades onde ocorrem mudanças na composição corporal, como é o caso do nosso Bodybuilding, atletismo e da natação – desculpem, foi inevitável não lembrar da Gusmão (Rebeca) – que, inclusive agora treina powerlifting. Nada mais justo!
      Mitos no uso de esteroides anabolizantes
      De um modo geral, o uso destes recursos reserva conhecimentos apurados em bioquímica, metabolismo e bioenergética – muitas vezes inacessíveis para a maioria da população. Empirismo e método de “tentativa e erro” tem sido empregados pelos que se aventuram nesse campo sem a devida bagagem teórica. Em face desta situação, vários tipos de visões equivocadas costumam surgir. Mitos são criados, falsas idéias e conceitos errôneos aparecem.
      Esteroides para ganhar massa muscular e esteroides para definição?
      Em relação ao uso de anabolizantes esteroides, há uma série destas lendas. Uma delas é a de que existem drogas que são próprias para definição e outras específicas para volume muscular. Você, a esta altura, deve estar pensando: “Mas isso realmente acontece! Ou não?” A resposta é: SIM, isto de fato ocorre, porém o erro reside em dizer que exista um esteroide anabólico exclusivamente formulado para “definir”, enquanto outro foi criado apenas para incrementar a musculatura. Na verdade, as coisas não funcionam assim e é sobre isto que discutiremos a seguir.
      Há algumas semanas atrás, recebi uma mensagem de e-mail no qual um leitor de meu blog, cheio de dúvidas a respeito de sua preparação, me perguntou se poderia chegar a um bom nível de definição muscular sem o uso do AAE Winstrol (Estanozolol). Muito provavelmente, a dúvida deste leitor representa um dos maiores mitos em relação ao estanozolol.
      Este fármaco, notoriamente, tem uma excelente reputação neste quesito, porém há certa confusão em relação aos seus efeitos no que diz respeito à mudança da composição corporal. Muitas pessoas atribuem um físico bem definido e com baixo percentual de gordura ao uso desta substância – “quantas ampolas de Winstrol você tomou para ficar rasgado assim?” – e esta idéia tem sido bastante disseminada pela grande maioria dos usuários deste tipo de recurso.
      Por um lado, é uma meia-verdade, já que o estanozolol realmente produz efeitos muito interessantes em relação à definição, porém isto não quer dizer que ela seja necessariamente produto de sua utilização.
      Todos os esteroides tem a finalidade de aumentar a síntese protéica
      Na realidade, os anabólicos esteroides, de um modo geral, não visam proporcionar máxima definição! TODOS, SEM EXCEÇÃO, foram desenvolvidos para favorecer o anabolismo através do aumento da síntese protéica. Alguns tipos, como a oximetolona, foram desenvolvidos não somente com este propósito, mas também aumentar a produção de hemácias nos quadros de anemia, por exemplo.
      Seu uso terapêutico se destina a vários estados de convalescença, como os observados nos traumas pós-operatórios, nos tratamentos de AIDS, leucemia, caquexias, queimaduras graves e extensas, hipogonadismos, castrações etc. Paralelamente, estas drogas influem também no metabolismo das gorduras, facilitando a lipólise (queima), especialmente pela diminuição da secreção insulínica, aumento da receptividade dos tecidos à glicose e diminuição da expressão de uma enzima denominada Lipoproteína Lipase (LLP).
      Diferença entre os esteroides: maior ou menor aromatização (retenção hídrica e acúmulo de gordura corporal)
      A grande diferença entre esses compostos é que alguns (todos são derivados do hormônio testosterona) tem uma probabilidade menor de conversão em ESTROGÊNIO. Portanto, os mais androgênicos (ésteres de testosterona, metandrostenolona, metandriol etc.) são mais passivos de causar retenção hídrica e aumento de gordura de padrão ginóide, enquanto com outros (conhecidos como anabólicos) não acontece o mesmo. Por quê?
      Ora, eles convertem mais facilmente em estrogênio – hormônio feminino – e este é que causa aumento de água e gordura subcutâneas, prejudicando a definição. Existem diversas enzimas que mediam outros tipos de conversão, porém algumas reações são mais fáceis de acontecer, enquanto outras são mais difíceis e outras até irreversíveis.
      Por exemplo, a conversão que leva testosterona até a formação de 5α ou 5β DHT (metabólito responsável por vários efeitos colaterais adversos), pode levar à formação de 5α ou 5β androstanadiol, que por sua vez, pode formar androsterona ou etiocolanona (duas substâncias muito utilizadas em fórmulas de pró-hormonais).
      Este é uma via enzimática de mão única, ou seja, irreversível. Como a testosterona pode formar DHT ou estradiol (também uma via irreversível), estas reações não se desfazem. É por essa razão que o estanozolol dificilmente levará a conversão em estradiol, pois é derivado do DHT e não apresenta possibilidade de retornar à sua forma original - a testosterona, esta sim, passiva formar estradiol.
      Estrógenos causam aumento de gordura corporal
      Testosterona em si não causa aumento de gordura corporal e retenção hídrica (pelo menos, não diretamente), quem provoca isso são os estrógenos produzidos pelo excesso deste hormônio. Por esta razão é que culturistas utilizam inibidores e bloqueadores de aromatase (enzima responsável pela conversão de testosterona em estradiol).
      Graças a essa confusão, muitos praticantes acham que o estanozolol e outros fármacos semelhantes (drostanolona, metenolona, boldenona, trembolona etc.) irão definir seu físico facilmente. Imaginemos um gordinho que utilize uma destas substâncias e continue com a ingestão calórica alta, comendo à vontade... Certamente se tornará um gordinho com um pouco a mais de músculos, porém ainda gordinho.
      Então, por qual razão é consenso utilizar este tipo de anabólicos em fase de definição muscular? A resposta é muito simples, inclusive é uma repetição do que já mencionamos acima. Estas drogas tendem a reter menos líquido e são propícias para esta fase.
      Mas lembre-se, isso não é regra geral. Existem alguns culturistas que utilizam drogas altamente androgênicas mesmo em períodos de preparação. A diferença é que ter de se lançar mão de mais recursos a fim de evitar retenção hídrica do que em uso de drogas menos androgênicas.
      Ambiente calórico
      Outro ponto importante é o AMBIENTE CALÓRICO em o atleta se encontra. Costumo dizer, nas rodas de conversa com os colegas, que é preferível utilizar substâncias anabólicas em situações de restrição calórica severa, como as que ocorrem em dietas pré-competição. Ocorre que, neste caso, há uma tendência em utilizar músculos como fonte energética – a temida neoglicogênese – e por esta razão o catabolismo é iminente.
      Neste contexto, o anabólico entra com a função de preservar (e na melhor das hipóteses, até aumentar) a massa magra obtida a tão duras penas. Não é por acaso que muitos estudiosos atribuem os ganhos proporcionados pelos AAEs muito mais pela sua capacidade anti-catabólica do que propriamente anabólica.
      Para se chegar a níveis extremos de definição muscular – e ainda assim, preservar massa magra – é fundamental que exista todo um contexto voltado a este propósito: dieta e treinamento específicos, sob adequadas condições metabólicas.
      Drogas para perda de gordura
      Entretanto, uma vez que afirmamos que os AAEs não são estritamente responsáveis pela definição muscular, também é importante ressaltar que existem drogas que são, por outro lado, de uso específico para perda de gordura e aumento da definição. Estas drogas, como os AAEs, não foram criadas para este fim, mas proporcionam um real efeito de queima de gordura e (ou) diminuição do percentual hídrico.
      É o caso de substâncias como os β-agonistas, hormônios tiroidianos, anfetaminas, diuréticos etc. Evidentemente, esta é uma situação de risco-benefício, considerando os perigos quanto à sua utilização.
      De qualquer maneira, a recomendação é que não se faça uso de substâncias ilícitas não simplesmente pelo fato de serem proibidas pela legislação anti-doping. O principal motivo pelo qual é necessário extremo cuidado na manipulação e administração destes recursos consiste na preservação da saúde, já que seu uso é restrito aos portadores de patologias.
      Poucos estudos científicos
      Os estudos conduzidos com estas substâncias são empregados no campo terapêutico e sua administração obedece à conduta condizente de cada caso. A utilização para aumento do rendimento atlético ainda é obscura, embora saibamos que existem, ao redor do mundo, experts que dominam o assunto. Fora deste cenário, pode-se dizer que o conhecimento necessário para lidar com tais recursos é totalmente underground.
      Conclusão
      Embora o uso de AAEs e outras substâncias otimizadoras do desempenho seja arriscado para a saúde, não podemos tapar o sol com uma peneira e simplesmente fingir que tal prática não aconteça. Seria extremamente leviano de nossa parte. Tampouco devemos fazer apologia ao uso destes recursos.
      Todavia, ao nos omitirmos quanto a divulgação de informação séria e verdadeira, teremos alguma responsabilidade quanto aos absurdos que usualmente acontecem. Neste caso, informar é melhor que proibir.
    • By Mai =*.*=
      Boa noite pessoal, estou precisando de uma AJUDA de vocês para montar um ciclo.
      Li muitos tópicos, porém não achei nada específico para o que eu quero, que é diminuir meu percentual de gordura.
      Vou contar um pouco da minha luta para perder gordura, rs.
      Nunca usei anabolizantes, muito menos suplementação, ia malhar pura.
      Porém, no começo deste ano resolvi mudar, dai fui em um NUTRÓLOGO, fiz alguns exames e ele me passou um termogênico manipulado. Tomei durante 4 meses, tive alguns resultados, mas muito insatisfatórios pelo grana que eu investi( que foi muita, pois os remédios manipulado são muito caros).
      Decidi que quero usar algo mais forte, faço dieta, malho e uso um BCAA antes de malhar somente.
      Estou um pouco perdida, quero uma ajuda para dar uma clareada, e escolher o que é melhor pr eu tomar.
      Tenho uma grande concentração de gordura nas minhas coxas, e quadril, e isso me incomoda, pois eu malho e minha gordura não deixa aparecer os meus resultados.
      Por isso quero dar uma SECADA primeiro, para depois crescer!
      Vou colocar aqui minha medidas:

      Braço: 27
      Antebraço: 23
      Coxa Proximal: 66
      Coxa Distal: 56
      Coxa média: 61
      Panturrilha: 39
      Abdome: 73
      Tórax: 82
      Quadril: 107
      Estatura:1 66
      Massa: 66 Kg
      %Gordura: 28%
      Massa livre de gorduras: 47,40 Kg.
      IMC 24
      Dobras: 154

      Bem pessoal é isso, espero que vc's possam me dar uma ajudinha.
      Obrigada
    • By Marcelo T
      E aí amigos, só alegria?? Gostaria de algumas dicas.
      O que me aconselham tomar de suplemento para eu manter um bom nível de queima de gordura??
      Até agora não tomei nada específico para isso. Apenas whey protein, malto e BCAA e cápsulas.
      Minha dieta está bacana. Faço refeições de 3 em 3 horas. Estou controlando bem as calorias, em média 1700 a 1900 calorias por dia. Ingerindo quase 1,5g de proteína por quilo do meu corpo. Mantendo o sódio abaixo de 3g diárias e gorduras boas abaixo de 0,25g por quilo do corpo.
      Bebo quase 5 litros de água por dia.
      Faço diariamente 40 a 50 minutos de aeróbio (esteira) em jejum (6 vezes por semana). Musculação 3 vezes por semana.
      Suplemento duas gramas de BCAA ao acordar. E tomo o whey com malto após a musculação e com iogurte e aveia em algumas refeições durante o dia.
      Quando comecei o processo estava com 120/122 kgs. E era totalmente sedentário. Mas já havia feito musculação por 1 ano, dos 19 aos 20 anos e tinha conseguido um shape maneiro na época. Fotos, abaixo, do gordão.
      Após pouco mais de 50 dias, estou pesando 107kgs. Mas notei que a redução de peso e de gordura está diminuindo. Normal, no começo os resultados são mais intensos devido ao choque de hábito provocado. É justamente nesse parte que preciso de ajuda. O que seria mais legal para tomar? Termogênicos, L-Carnitina, Óleo de Cártamo ou tudo junto??
      Só não estou disposto a usar nada para animais ou AE´s. Então clembuterol e Stano estão fora de cogitação.
      Meu objetivo atual é definição, reduzir o BF, depois vejo se quero crescer.
      Sou zueiro mesmo rachem o bico...huaHUAhuAUHAuAHUAh:
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