Ir para conteúdo

Avalie este tópico:

Post Destacado

16 horas atrás, Joaninha disse:

Naoooo kkkk já tem muito aqui nas costas, só q isso vc não viu ainda.  Não quero achar a gordura que vc vai perder não 😂

🙄 "mimimimi" kk

16 horas atrás, Joaninha disse:

Nao viaja jovem kkkk. Já falei pra não se subestimar. Vc é fora do normal 

Só pode gostar muito de mim a ponto de ficar cego hahahaha

Não estou, só mantendo a humildade em dia! kkkk 😅

Sou míope, mas só analiso as fotos com oculos, não tem erro!! Para de drama.

16 horas atrás, Joaninha disse:

Acho q eu me cobro de mais. Mas vc entende... 😂

🙄

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Jojooooo

minha querida, sei que seu niver foi ontem, mas lhe desejo tudo de bom! Que Papai do céu te abençoe! Que vc tenha muita saúde, paz, amor, felicidade, que vc continue sendo essa mulher, simpática, sincera, que sempre Incentiva e apoia. Super super beijo!!!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

ATUALIZAÇÃO DA SEXTA SEMANA
Hello amigos!!

 

6 semanas fechadas com 30mg de nandrolona, e 6mg de cipionato . Até então tudo bem.  Acho que a grande novidade é que eu estou mais animada com a reabertura da minha academia ( tinha arrumado uma clandestina pequenininha pra ir 2x mas nao e a mesma coisa), essa semana fui 5x na minha  e me senti bem cansada, bem exausta, incrível como o corpo desacostuma.. Não perdi muita força, ainda dou conta de levantar o @Mullm de boa (deu pra fazer terra e agacho  com 100kgs), mas perdi condicionamento. Minha comida tava sempre alta, e isso me ajudou.

Vou deixar aqui registrado que até então, nada que já usei me deu tanta força e recuperação quanto a nandrolona, e eu tive certeza desse efeito quando comparo o que sentia antes de usa-la e agora. É dificílimo eu sentir alguma dor tardia, posso sair do treino sem sentir as pernas, esgotada, mas no máximo 2 dias depois eu to zerada.

Estava quase bem das costas, ai no domingo inventei de ficar brincando com umas crianças e aí a costa ficou dolorida de novo.  Não me dei conta de que estou ficando velha. Estou repousando total nesse fds pra semana que vem treinar costas e outros grupos  com cargas melhores.

 

PESO INICIAL/ PESO ATUAL= 65 kgs / 65 .5 kgs geralmente marca isso na balança, porém ontem sem jejum meu peso chegou a 67.5 kgs!! eu quase cai pra tras quando vi isso , fui correndo pro espelho ver se nao estava explodindo, porque nao era possivel 😂
FORÇA/RESISTÊNCIA/CARGAS= Ta voltando a ficar assustadora, aos poucos.

TREINOS: melhoraram!! Ah, estou fazendo mais cardio e me mexendo mais durante o dia, to andando bastante, minha rotina voltou um pouco mais ao normal, e me sinto melhor assim, mais ativa.


CABELO/PELOS= pelos nascem mais rápido
 
ACNE= rosto mais oleoso. Controlando com sabonete, sem chuva de espinhas , por enquanto sob controle.
 
LÍBIDO= Descarada, depravada, imoral 😵


CLÍTORIS= inchaço bom
 
VOZ= Perdeu potencia, mas não muito.. se eu usar muito a voz fico rouca, entao me poupo bastante.
 
OUTROS= Retençao/inchaço, rostinho de bolacha , as vezes bate saudade da secura, maaaas, ainda quero ganhar mais. E agora consigo, com mais facilidade. 

 

 
0 a 100% A DIETA=  90% 

No domingo depois do meu aniversário me empurraram umas comidas esquisitas ai eu tive que comer um pouco né, mas bem pouco. A consciencia pesa e eu volto pro meu frango , arroz, feijão e frutas de sempre.

Tambem passei a semana retrasada sem dextrose e whey, mas ja repus  e voltei a usar @Apollo Galeno! faz diferenca!! continuo assim pra ver se enche mais ainda com a volta dos treinos mais intensos?

Dia de carbo baixo (dias off) me da muita vontade de comer mais carbo, mas fico me segurando .

 

Sobre as fotos: Não se prendam apenas as fotos, minha observação me diz o seguinte : Minhas pernas desenvolveram mais um pouco , minhas pernas ficam tocando uma na outra e eu vivo com assadura kkkk, minhas roupas , até calcinhas estao extremamente apertadas, blusas, tops, vestidos, estao todos me deixando sufocada, tá tudo entrando e saindo com dificuldade.. To larga.

Pessoalmente, meus ombros estao melhorando , minha perna tbm ta mais legal, mesmo que nao tenha contraído o bastante na foto, acreditem em mim, elas estao com cortes mais legais, e minhas costas doem muito pra tirar foto, entao vou ficar devendo fotos melhores dela.

Comparativos de 15 dias : (antes e depois)

 

Slide7.JPG

Slide5.JPG

Mais alguns detalhes da jojo fofinha:

 

Slide2.JPG

Slide1.JPG

Ainda preciso de mais ombros, eu sei, porem aguardem, eles virão

Ah, Apenas para servir como guia :

image.png

Por enquanto, é só isso !! Me atrasei hoje, NAO sigam meu mau exemplo.

Beijo e amo voces!!😘

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
11 horas atrás, Joaninha disse:

LÍBIDO= Descarada, depravada, imoral 😵

Kkkkkkkk desculpa citar isso mas não passou batido não hein

só chamou menos atenção que teu tamanho giga 👏  tuas roupas servem ainda ? Tá usando 48 nesse gluteo né?! 😳

 

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
11 horas atrás, Joaninha disse:

mais animada com a reabertura da minha academia ( tinha arrumado uma clandestina pequenininha pra ir 2x mas nao e a mesma coisa), essa semana fui 5x na minha  e me senti bem cansada, bem exausta, incrível como o corpo desacostuma.. Não perdi muita força, ainda dou conta de levantar o @Mullm de boa (deu pra fazer terra e agacho  com 100kgs), mas perdi condicionamento. Minha comida tava sempre alta, e isso me ajudou.

🤩 ALELUIAAA ACADEMIA REABRIU AI, Vai ser o jeito msm.... vou ter q me mudar para SL , aqui nao reabrirá tão cedo... 

Mas é uma B*sta msm o corpo humano... leva mil anos para se adaptar, e perde a adaptação mil vezes mais rapido 🤷‍♀️ Ms o que importa é q vc foi as 5x e logo logo vai estar bem de novo com seu condicionamento físico! Isso é BATATA! Levantar o MU... hmmmmmmmmmmmmm NEM FALO  NADA...

Sexy Look GIF  

11 horas atrás, Joaninha disse:

Estava quase bem das costas, ai no domingo inventei de ficar brincando com umas crianças e aí a costa ficou dolorida de novo.  Não me dei conta de que estou ficando velha. Estou repousando total nesse fds pra semana que vem treinar costas e outros grupos  com cargas melhores.

vOU AI te bater.... 😑 É... a idade faz essas coisas c a gnt msm kkkkkkkkk

Sua boba! Apenas se concentre em se recuperar 100%! Não vacile para nao piorar!

11 horas atrás, Joaninha disse:

67.5 kgs

vou deixar esse comentário por conta do nosso querido @Mullm 👀

kkkkkkkkkkkkkkkkk

OGRA!!

11 horas atrás, Joaninha disse:

Não se prendam apenas as fotos, minha observação me diz o seguinte : Minhas pernas desenvolveram mais um pouco , minhas pernas ficam tocando uma na outra e eu vivo com assadura kkkk, minhas roupas , até calcinhas estao extremamente apertadas, blusas, tops, vestidos, estao todos me deixando sufocada, tá tudo entrando e saindo com dificuldade.. To larga.

Pessoalmente, meus ombros estao melhorando , minha perna tbm ta mais legal, mesmo que nao tenha contraído o bastante na foto, acreditem em mim, elas estao com cortes mais legais, e minhas costas doem muito pra tirar foto, entao vou ficar devendo fotos melhores dela.

Comparativos de 15 dias : (antes e depois)

Claro que sue shape é topissimo, mas por mim mesma eu percebo qe as fotos nao são capazes de capturar mta coisa qe só pessoalmente vemos! Se vc está dizendo para n se prender Às suas fotos... imagine eu qe teenho um shape anos-luz atras do seu!?

Joana, toda vez qe venho Às suas atualizações, SEMPRE, SEMPREEE vejo um shape mais seco e MAIOR!! Que raio de diacho quié isso?!?! Olhaaa essa POPAAAAA ABSURDO.... aS CLACINHAS JA ESTÃO DIZENDO POR SI SÓ! KKKKKKKKKK

big butt GIF

Cortes do abs, quadriceps, deltoides e dorsais mais visíveis... ou seja... evolução 100% ne? Vc é admirável, sua disciplina sao cabulosas, eu admiro mto! 🏆

Vc sempre me inspira mto, jojo... eu e mtos outros que aqui estão! Sempre conto os dias para ver suas atualizações! 

MEUS PARABÉNS!!!

season 1 applause GIF by America's Got Talent

23 minutos atrás, ResilientSoul disse:
12 horas atrás, Joaninha disse:

LÍBIDO= Descarada, depravada, imoral 😵

Kkkkkkkk desculpa citar isso mas não passou batido não hein

só chamou menos atenção que teu tamanho giga 👏  tuas roupas servem ainda ? Tá usando 48 nesse gluteo né?! 😳

 

NOSSA, PARA MIM PASSOU BATIDO.. KKKKKKKKKKKKKKK COMO N LI ISSO!? 

True Stories Omg GIF

EEEêE danaaada! 

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Em 28/06/2020 em 13:54, ResilientSoul disse:

kkkkkkk desculpa citar isso mas não passou batido não hein

kkkkkkkkkkkk

sua taradinha!!

dessa vez eu realcei , porque voltou a bombar,do ponto de vista fisiologico e psicologico tudo muito bom

Em 28/06/2020 em 13:54, ResilientSoul disse:

ó chamou menos atenção que teu tamanho giga 👏  tuas roupas servem ainda ? Tá usando 48 nesse gluteo né?! 😳

a gente nunca se acha grande hahaha, mas ta indo...  minhas roupas estao parecendo roupas infantis kkkkk , passo raiva.  48? kkkkkkk traz aqui, deixa eu ver se fica bom 😂

 

Em 28/06/2020 em 14:12, Marcella30 disse:

ALELUIAAA ACADEMIA REABRIU AI, Vai ser o jeito msm.... vou ter q me mudar para SL , aqui nao reabrirá tão cedo... 

hahahahah se tu vier eu nao te deixo nunca mais ❤️

dou casa , comida, roupa lavada, mas te mato nos treinos todos os dias

Em 28/06/2020 em 14:12, Marcella30 disse:

Mas é uma B*sta msm o corpo humano... leva mil anos para se adaptar, e perde a adaptação mil vezes mais rapido 🤷‍♀️ Ms o que importa é q vc foi as 5x e logo logo vai estar bem de novo com seu condicionamento físico! Isso é BATATA! Levantar o MU... hmmmmmmmmmmmmm NEM FALO  NADA...

kkkkkk

to voltando com calma, eu so quero estar 0 dores mesmo, daí  o resto vem .

Em 28/06/2020 em 14:12, Marcella30 disse:

OGRA!!

hahahaha ai vc lembra que eu tenho 1,56 e sou so um toquinho 🐞

Em 28/06/2020 em 14:12, Marcella30 disse:

Claro que sue shape é topissimo, mas por mim mesma eu percebo qe as fotos nao são capazes de capturar mta coisa qe só pessoalmente vemos! Se vc está dizendo para n se prender Às suas fotos... imagine eu qe teenho um shape anos-luz atras do seu!?

Joana, toda vez qe venho Às suas atualizações, SEMPRE, SEMPREEE vejo um shape mais seco e MAIOR!! Que raio de diacho quié isso?!?! Olhaaa essa POPAAAAA ABSURDO.... aS CLACINHAS JA ESTÃO DIZENDO POR SI SÓ! KKKKKKKKKK

hahahahahahha

que gif horroroso hahahahahahahaha, eu passei uma meia hora rindo

so podia ser coisa tua!!

vc so pode me amar muito mesmo , obrigada pelos exageros de sempre, eu fico nas nuvens kkkkkkkkkkk calcinhas , tops, shorts, apenas G

Em 28/06/2020 em 14:12, Marcella30 disse:

Cortes do abs, quadriceps, deltoides e dorsais mais visíveis... ou seja... evolução 100% ne? Vc é admirável, sua disciplina sao cabulosas, eu admiro mto! 🏆

Vc sempre me inspira mto, jojo... eu e mtos outros que aqui estão! Sempre conto os dias para ver suas atualizações! 

MEUS PARABÉNS!!!

obrigada por fazer disso tudo junto comigo!! vc sabe o quanto é importante né? Vc tambem me inspira, e a gente sempre faz trocas maravilhosas.

Lembre-se de que tudo o que vc ve de bom em mim, há em você ❤️

Em 28/06/2020 em 14:12, Marcella30 disse:

NOSSA, PARA MIM PASSOU BATIDO.. KKKKKKKKKKKKKKK COMO N LI ISSO!? 

kkkkkkkkkkk vc não é a unicaaaa

quero te ver com testo como fica

Em 28/06/2020 em 15:06, ResilientSoul disse:

Eu sempre procuro essa parte nos relatos pra ver se só eu sou problemática

😅😅😅😅😅😅😅

hahahahah

mas vc é assim naturalmente, ou os aes fizeram alguma diferença?

Problema não é né.. a gente se descobre ,é muito bom!!

No começo é bem dificil de lidar, mas com o tempo vc se "acostuma".

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
12 horas atrás, Joaninha disse:

sua taradinha!!

For Me GIF by Liz HuettKkkkkkkkk

Eu sem libido não sirvo pra nada. 😬

12 horas atrás, Joaninha disse:

traz aqui, deixa eu ver se fica bom 😂

Hahahahahah tanajura!

12 horas atrás, Joaninha disse:

vc é assim naturalmente, ou os aes fizeram alguma diferença?

Analisando minha genética, vejo que todo ser que de lá nasce já tem uma propensão à vida carnal.... Os AES Afloraram ainda mais, coisa que me irritou de certa forma porque tirou meu foco, parecia um gurizinho na adolescência.......:

fora isso, é ótimo sim! Tenho que certeza que uma mulher com uma boa libido é mais resolvida e feliz. Tem gente que diz, que os pilares são treinar, comer e descansar... mas sem dúvidas falta uma coisa aí no meio 😅

 

bom dia! Hahahaha🔥🔥🔥🔥🔥

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Em 28/06/2020 em 02:15, Joaninha disse:

Não perdi muita força, ainda dou conta de levantar o @Mullm de boa (deu pra fazer terra e agacho  com 100kgs), mas perdi condicionamento. Minha comida tava sempre alta, e isso me ajudou.

:huh: :huh: :huh: :huh:  Serei obrigado a ir para 110kg, n tem cabimento isso...

Em 28/06/2020 em 02:15, Joaninha disse:

67.5 kgs!!

Pônei rinoceronte pterodátilo voador, ta comendo chumbo com mingau de aveia.

Em 28/06/2020 em 02:15, Joaninha disse:

No domingo depois do meu aniversário me empurraram umas comidas esquisitas

Essa comidas esquesitas foram tudo para os membros inferiores.. rsrs😵
 

Em 28/06/2020 em 02:15, Joaninha disse:

Ainda preciso de mais ombros, eu sei, porem aguardem, eles virão

Ah, Apenas para servir como guia :

image.png

Por enquanto, é só isso !! Me atrasei hoje, NAO sigam meu mau exemplo.

No geral acho q só teve evolução, até nos ombros, na foto 3 ele parece estar mais fibrado, mas é fato que seus membros inferiores roubaram a cena, pernas no geral, gluteos. E todo esse "mimimi" e o abs n ganhou uma grama, pqp! Ta uma linda monstrinha! kk Rumo aos 80kg!

20 horas atrás, Marcella30 disse:

vou deixar esse comentário por conta do nosso querido @Mullm 👀

kkkkkkkkkkkkkkkkk

OGRA!!

Ses Gostam de provacar minha criatividade mesmo! 🤣🤣🤣

 

20 horas atrás, Marcella30 disse:

big butt GIF

ahahahaahahhaahhahahaah pqp

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

@Joaninha concordo plenamente com o Foston, glúteos maiores. Vc sentiu diferença de tonicidade ao voltar com cipionato?

Estou embabacada com esse glúteo, eles parecem estar muito maiores! 
Parabéns Jojo, essa fase que vc conseguiu vencer, sem duvidas trouxe muito mais ensinamento. E vamos Voltar pra rotina que já estávamos com saudades 

Hj eu me escangalhei de rir com vcs! Sério, vcs se superaram! Hahahahaha

20 horas atrás, ResilientSoul disse:

Eu sempre procuro essa parte nos relatos pra ver se só eu sou problemática

😅😅😅😅😅😅😅

hahahaha

Ninguém havia observado! Hahahaha

17 horas atrás, Joaninha disse:

dou casa , comida, roupa lavada, mas te mato nos treinos todos os dias

Tbm quero! Quero morrer todos os dias no treino! Que saudades dessa sensação! 

 

17 horas atrás, Joaninha disse:

obrigada por fazer disso tudo junto comigo!! vc sabe o quanto é importante né? Vc tambem me inspira, e a gente sempre faz trocas maravilhosas.

Lembre-se de que tudo o que vc ve de bom em mim, há em você ❤️

Não vou nem comentar em?! Me senti largada! Rss

#ciumes rs

4 horas atrás, ResilientSoul disse:

Tenho que certeza que uma mulher com uma boa libido é mais resolvida e feliz.

Concordo 10000% rss

 

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma conta em nossa comunidade! É rápido, fácil e grátis!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar agora

  • Conteúdo Similar

    • Por Loirinho
      Boa noite galera!
      Gostaria da ajuda de vcs para poder iniciar uma possível reposição
      Idade: 34
      Altura: 1,78
      Peso: 85
      Medicações em uso (Anticoncepcional, antidepressivo,anti hipertensivo, etc...): Não
      Problemas de Saúde e história de cirurgias: hernia umbilical e iguinal 2 anos atrás e lesão do tendão de Aquíles do pé esquerdo isso a 18 anos atrás.
      Exames de sangue hormonais recentes OU que tiver recente= POSTE FOTOS
      Tempo de treino: 10 anos
      Ciclos FEITOS com dose e tempo: enantato e masteron 8 semanas   1ml de masteron 1 2/1 ml de enantato DS  DN. Isso a mais ou menos seis memes atrás.
      Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo: SIM (vou aguardar avaliação para saber oq fazer)
      Divisão de treino e horário do mesmo: Peito e Biceps/ Costa e Triceps/ perna e ombro...  não tenho um horário fixo devido a escala de serviço.
      Dieta com quantidade de proteina/carboidrato/gordura por dia: 5 refeicoes ao dia 200g de carbo e 100g de proteinas e salada (couve,brócolis etc...)
      Fotos: Poste fotos com roupas de banho (sunga/biquini) ou que preferir (cueca/calcinha/sutiã) (sem mostrar o rosto com padrões frontal, lateral e Posterior).Enriquece, e é determinante para analise de cada caso.  As vezes podem ser abordadas outras indicações de treino/dieta/ciclo para seu caso.
      Aguardamos TODAS as respostas para poder começar a te ajudar com alguma direção.



      Ultimo exames realizados:
      Antes do ciclo:



       
      Durante o ultimo ciclo:




       

    • Por fisiculturismo
      Em vídeo super sincero publicado em seu canal no YouTube, a atleta Dora Rodrigues revelou todas as drogas esteroides anabolizantes que usa para ficar com o shape incrível para os campeonatos de fisiculturismo.
      Essas foram as substâncias anabolizantes que a atleta confessou usar:
      Testosterona em gel bioidêntica; Masteron; GH; Oxandrolona; Turinabol; Clenbuterol; Anastrozol. Outras drogas:
      Finasterida. Efeitos colaterais relatados:
      Queda de cabelo (testosterona); Espinhas (oxandrolona); Retenção (turinabol).  
      O que você acha das substâncias utilizadas pela atleta?

    • Por fisiculturismo
      Quem nunca ouviu uma velha receita de rato de academia com claras de ovos? E a gema? Costuma ser desperdiçada, ao argumento de que contém muita gordura. Já a clara é praticamente 100% proteína, sem carboidratos e sem gordura. 
      Mas e a gema? Por que se criou o mito de que não seria boa para a dieta do fisiculturista? As gemas são ricas em vitaminas A, D, E e K. Também são ricas em gorduras saudáveis. E contém o elemento mais importante para o fisiculturista: o colesterol necessário para a produção da testosterona.
      Não é só isso. As gemas também são ricas em proteínas, contém a mesma quantidade de proteínas das claras. Veja uma comparação entre 8 claras de ovos e 4 ovos inteiros:
        8 Claras de Ovos 4 Ovos Inteiros Proteínas: 28 g 28 g Carboidratos: 2 g 2 g Gorduras: 0 g 21 g Calorias: 137 kcal 312 kcal Mesmo que você esteja numa dieta restritiva low carb (pouco carboidrato), é muito mais vantajoso em termos nutricionais a ingestão dos ovos inteiros (clara e gema) do que somente as claras. A quantidade de calorias dos ovos inteiros ainda é baixa, e a gordura presente na gema permite que as proteínas sejam absorvidas de forma gradual, por mais tempo. Ademais, o perfil de aminoácidos do ovo inteiro é melhor do que o perfil das claras.
      Todavia, se você precisar de uma absorção rápida de proteínas, as claras ainda são preferíveis frente aos ovos inteiros. E quanto ao mau colesterol (LDL), já está demonstrado que o consumo de gemas não piora os seus níveis. Portanto, opte por consumir ovos inteiros! Você não desperdiça as gemas, consegue a mesma quantidade de proteínas com a metade de ovos (economia), ganha vitaminas e substrato para a produção de hormônios, como a testosterona.
      Fontes:
      Whole Eggs vs. Egg Whites Which is better for your bodybuilding goals? Are chicken eggs good or bad for my cholesterol?
    • Por Batata...
      A proteína isolada de soja é feita a partir da farinha de soja desengordurada, por meio de um processamento que viabiliza a remoção de outros componentes, tais como carboidratos, fibras e fatores antinutricionais, representando a forma mais refinada e pura da proteína da soja disponível no mercado, sendo praticamente isenta de odor, cor e apresentando sabor neutro. Ela contém no mínimo 88% de proteínas em base seca.
      Composição nutricional em 100 g de proteína isolada de soja:
      Valor energético (kcal) 335,0 Carboidratos (g) 0 Proteínas (g) 88,3 Gorduras totais (g) 3,4 Gorduras saturadas (g) 0,4 Fibras alimentares (g) 0 Cálcio (mg) 178 Sódio (g) 1 Os compostos responsáveis pelo sabor característicos da soja (isoflavonas e compostos voláteis), considerados muitas vezes como uma barreira para o seu consumo, estão presentes no grão. Eles também são formados durante o processo de obtenção da proteína isolada, tanto pela ação do calor, como pela ação de enzimas presentes no grão, principalmente a lipoxigenase, que catalisa a oxidação da gordura presente na soja. No entanto, o aquecimento úmido ou por vapor direto, utilizados no processo de produção da proteína de soja, são eficientes na inativação da lipoxigenase, o que contribui para redução do sabor amargo no produto proteico final. 
      Assim, a remoção da gordura do grão da soja durante o processamento para obtenção da proteína isolada contribui para obtenção de um produto final com sabor mais neutro.
      A proteína isolada de soja é fonte de peptídeos bioativos que contêm em média de 3 a 20 aminoácidos e podem ser obtidos quando as proteínas passam por um ou mais processos, como: 
      ação de enzimas gastrointestinais;  hidrólise das proteínas da soja através da fermentação por micro-organismos proteolíticos;  digestão in vitro através da ação de enzimas proteolíticas. Estes peptídeos bioativos da soja apresentam potencial ação antioxidante, anti-hipertensiva e imunomoduladora Vantagens da proteína isolada de soja:
      Fonte de proteínas de alta qualidade de acordo com o PDCAAS  Sabor neutro em comparação a outros produtos da soja, o que facilita sua adição a alimentos e ingredientes diversos, a fim de aumentar seu valor nutricional Por ser de origem vegetal, não contém lactose e colesterol  O tratamento térmico realizado em seu processamento inativa os fatores antinutricionais, preservando a qualidadeda proteína em sua forma isolada. Compostos bioativos
      Os peptídeos bioativos são fragmentos específicos da proteína da soja, liberados após a digestão e/ou fermentação desta. A Glicina e a ß-conglicinina representam de 65% a 80% das proteínas da soja e são as principais precursoras desses peptídeos. Eles possuem funções no organismo relacionadas à redução do risco de doenças crônicas, como diabetes mellitus tipo 2, doenças cardiovasculares, como a aterosclerose, hipertensão arterial, ganho de peso e obesidade. Tais propriedades estão descritas a seguir:
      Diabetes mellitus tipo 2: Estudos em humanos indicam uma relação inversa entre maior frequência do consumo de alimentos à base de proteína de soja (sem adição de açúcar) e o risco de incidência de diabetes tipo 2, com melhora na sensibilidade à insulina. O mecanismo pelo qual a soja influencia o metabolismo da glicose ainda não está completamente elucidado, sendo sugerido potencial efeito dos peptídeos bioativos da soja no aumento da captação da glicose em células hepáticas, através do transportador GLUT1 e ativação do transportador GLUT4. Doenças cardiovasculares: Esses peptídeos também atuam como antioxidantes, diminuindo a formação de espécies reativas de oxigênio e a oxidação de lipídios, como o LDL-colesterol, principal fator de risco para a aterosclerose. Hipertensão arterial: Os peptídeos derivados da proteína da soja contribuem ainda com a redução da pressão arterial, pois inibem a enzima que converte a angiotensina I em angiotensina II, sendo essa última um potente vasoconstritor. Ganho de peso e obesidade: Esses peptídeos ativam os receptores para colecistoquinina (CCK), hormônio responsável pelo aumento da saciedade, o que reduz o apetite. Além disso, eles diminuem as concentrações sanguíneas de triacilglicerol, de colesterol total e de LDL-colesterol, por reduzirem sua absorção no intestino e a lipogênese no fígado, o que contribui com o controle do peso corporal. Micronutrientes
      A soja apresenta maior quantidade de micronutrientes em relação às demais leguminosas. Apesar da presença de fitatos que podem reduzir a biodisponibilidade desses nutrientes, os fitatos podem ser eliminados através do tratamento térmico para obtenção de produtos proteicos da soja e também pelo processo de fermentação na produção de alimentos à base soja. Além disso, a indústria dispõe de recursos tecnológicos para fortificação desses produtos a fim de compensar uma menor biodisponibilidade de tais nutrientes, especialmente o cálcio, em bebidas à base de soja. 
      Cabe destacar ainda que, por exemplo, a substituição de até 30% da carne por proteína de soja não apresenta impacto negativo relevante na absorção do ferro. Estudos em humanos mostraram que a ingestão de concentrado de soja em quantidade equivalente a 23 gramas de proteína por dia não prejudicou a assimilação do cálcio, magnésio, zinco ou ferro da dieta.
      O consumo de uma porção de 30g de soja pode contribuir com até 11% dos valores diários (VD) recomendados para a ingestão de alguns minerais.
      Fatores antinutricionais da soja
      A soja crua possui fatores antinutricionais em sua composição capazes de provocar efeitos negativos na saúde humana. Dentre eles estão os inibidores de tripsina, que dificultam a digestão das proteínas, as hemaglutininas e as saponinas, que podem estimular processos inflamatórios no organismo; além dos fitatos, que podem interagir com alguns minerais como o ferro, cálcio e zinco e reduzir sua absorção.
      No entanto, os efeitos destes compostos podem ser desativados através do tratamento térmico adequado, feito com a proteína isolada de soja por exemplo, ou mesmo pelo processo de fermentação em alguns subprodutos da soja, melhorando a sua qualidade nutricional.
      Crescimento e desenvolvimento infantil
      As fórmulas infantis de proteína isolada de soja encontradas no mercado não contêm lactose e fornecem 67 kcal/dL. Por serem produzidas a partir da proteína isolada de soja, que sofre processamento térmico para inativação de fatores antinutricionais, mantém a qualidade da proteína no produto final.
      São, ainda, suplementadas com os aminoácidos (L-metionina, L-carnitina e taurina) e com alguns minerais como cálcio, para fornecer os conteúdos proteicos e minerais adequados, determinados por órgãos internacionais para a alimentação de lactentes nascidos a termo.
      Durante o primeiro ano de vida, de crianças nascidas a termo, embora a fórmula de proteína isolada de soja forneça nutrientes adequados para o crescimento e desenvolvimento normais, ela é indicada apenas nas seguintes circunstâncias: 
      grave intolerância persistente à lactose;  galactosemia;  tratamentos de alguns casos de alergia a proteína do leite de vaca;  desordens do metabolismo de carboidratos;  preferência por dieta vegetariana ou ainda por questões religiosas, éticas e fisiológicas que restringem o uso de fórmulas à base de leite de vaca e de outros animais. Para lactentes com alergia a proteína do leite de vaca, é indicada a fórmula com proteína hidrolisada ou com aminoácidos sintéticos caso a hidrolisada não seja tolerada. Devido à possibilidade de reações adversas à proteína de soja em lactentes menores de 6 meses de idade, a fórmula de soja não deve ser utilizada nesse período.
      Se o seu uso terapêutico for considerado para depois dos 6 meses de idade, por causa do seu baixo custo e melhor aceitação, a tolerância à proteína de soja deve primeiro ser estabelecida por provocação clínica.
      A partir de um ano de idade e após, a alimentação com fórmulas infantis à base proteína de soja isolada e suplementada com aminoácidos é capaz de suprir as necessidades de aminoácidos, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento infantil e para a reparação e manutenção proteica de adultos.
      Estudos indicam que, em crianças que receberam fórmulas à base de proteína isolada de soja, a concentração sérica de albumina, um marcador de adequação nutricional, apresenta-se normal, e que a mineralização óssea é equivalente àquela documentada em crianças alimentadas com fórmulas à base de leite de vaca.
      Revisões da literatura e de estudos clínicos comcrianças que receberam fórmulas à base de soja também não apresentam evidências de que o uso de fórmulas contendo proteína de soja possa prejudicar a adequação nutricional, o desenvolvimento sexual, neurológico ou ainda interferir na resposta imune a vacinas.
      Corroborando estes dados, um estudo prospectivo que acompanhou por cinco anos o desenvolvimento de gruposde crianças que receberam diferentes dietas (fórmula infantil à base de soja, ou fórmula infantil à base de leite ou foram alimentadas à base de leite materno) observou que o crescimento se apresentou dentro dos limites normais em todos os grupos avaliados.
      Ao analisar a prevalência de alergia a soja na infância, observa-se que esta é baixa, como elucidado por Katz etal. (2014), que realizaram uma revisão com meta-análise de 40 estudos que avaliaram o índice de sensibilização alérgica a soja em lactentes e indivíduos até os 19 anos de idade. Os resultados indicaram que a prevalência de alergia a soja para a população em geral foi de 0 a 0,5% (0,27), para a população referida foi de 0,4-3,1% (1,9) e para crianças alérgicas de 0 a 12,9% (2,7). A prevalência de sensibilização após a utilização de fórmulas à base de soja foi de 8,7 e 8,8%, respectivamente.
      Há evidências de que a alergia a soja na infância possa ser revertida. Um estudo clínico retrospectivo realizado com 133 pacientes com alergia mediada por IgE, observou que aproximadamente 50% das crianças se tornaram tolerantes a soja por volta dos 7 anos.
      Vale destacar ainda que o Instituto Nacional de Desenvolvimento de Ciências e do Ambiente corrobora o Painel de Experts em Fórmula Infantil de Soja, ao reforçar que a preocupação com os efeitos adversos relacionados ao conteúdo de isoflavonas da soja sobre o desenvolvimento de crianças é mínima. Os especialistas ressaltam ainda que as evidências sobre potenciais efeitos tóxicos da proteína isolada de soja nesta faixa etária são insuficientes para desencorajar seu uso).
      Sistema imune
      As proteínas da soja também desempenham papel importante no sistema imunológico, reduzindo processos inflamatórios e fortalecendo a imunidade. Um trabalho publicado em 2014 identificou que os peptídeos derivados da proteína da soja são capazes de inibir a expressão de citocinas pró-inflamatórias, diminuindo, por conseguinte, os processos inflamatórios crônicos no organismo.
      Outra pesquisa demonstrou que esses peptídeos são capazes de aumentar as defesas do organismo, reduzir o estresse e melhorar a circulação no cérebro. Tais efeitos decorrem da diminuição da produção de adrenalina e do aumento da concentração de dopamina, um neurotransmissor fundamental para a motivação, foco e produtividade. Contudo, ainda são necessários mais estudos para determinar seu mecanismo de ação.
      Saciedade e gerenciamento de peso
      Estudos têm demonstrado que as proteínas da soja contribuem para o gerenciamento de peso, uma vez que reduzem a velocidade de esvaziamento gástrico, o que ajuda no controle do apetite. Além disso, seus peptídeos bioativos aumentam a expressão dos receptores do hormônio colecistoquinina (CCK), responsável pelo aumento da sensação de saciedade, potencializando esse efeito.
      Uma pesquisa de intervenção realizada com 20 indivíduos obesos observou que a proteína da soja foi capaz de aumentar a sensação de saciedade, auxiliando na redução do consumo de alimentos e na perda de peso . Outro trabalho, realizado com 31 adolescentes saudáveis, identificou maior controle do apetite, com o aumento da saciedade e da qualidade da dieta, após o consumo de snacks ricos em proteína de soja, o que, ainda, contribuiu positivamente para a cognição e o humor.
      Síndrome metabólica: perfil lipídico
      Segundo dados do Relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre as doenças não comunicáveis, publicado em 2012, as doenças cardiovasculares foram responsáveis por 46,2% das mortes que ocorreram em todo mundo, sendo, assim, um importante problema de saúde pública. Um dos principais fatores de risco para a ocorrência dessas doenças é a síndrome metabólica, caracterizada pela presença de três ou mais fatores dentre oslistados abaixo:
      Excesso de gordura abdominal em homens, representado por valores de circunferência da cintura com mais de 102 cm e, nas mulheres, maior que 88 cm. Baixa concentração de HDL-colesterol no sangue: em homens, menos que 40mg/dL e, nas mulheres, menos do que 50mg/dL. Níveis sanguíneos de triacilglicerois elevados: 150mg/dL ou superior Pressão sanguínea alta: 135/85 mmHg ou superior Glicose elevada: 110mg/dL ou superior. Diversos estudos têm demonstrado que as proteínas da soja são capazes de reduzir o risco para o desenvolvimento desses fatores), especialmente no que tange aos níveis sanguíneos de colesterol e triglicérides, conforme descrito a seguir.
      Uma pesquisa realizada com 352 adultos constatou que as proteínas da soja diminuem a concentração de colesterol total no sangue e aumentam a concentração de HDL-colesterol em comparação às proteínas do leite. Outro estudo, realizado com mulheres no período pós-menopausa, verificou que o consumo de proteínas da soja contribuiu tanto para o aumento da captação de glicose pelas células quanto para a diminuição da concentração de LDL-colesterol no sangue.
      Estudos de revisão e meta-análise publicados entre 2004 e 2007 concluíram que o consumo de proteína da soja reduz a concentração de LDL-colesterol em torno de 3 a 5%. Em estudo de meta-análise com levantamentos de 1996 a 2008, incluindo ensaios clínicos randomizados e que totalizaram 43 publicações, foi observada associação entre o consumo de proteína da soja e a redução da concentração de LDL-colesterol.
      A redução média observada foi de 5,5% (-0,23mmol/L) em estudos paralelos e de 4.2% (-0.16mmol/L) em ensaios do tipo crossover, em comparação ao basal. Corroborando estes dados, uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados relatou que o consumo médio diário de 25g de soja contribui para redução média de -0,23mmol/L (8,9mg/dL) na concentração de LDL colesterol (p<0.0001).
      Em relação ao colesterol total, a redução média foi de - 0.22mmol/L (8,5mg/dL) (p<0.0001), o equivalente a 3,7% de redução em comparação às concentrações detectadas antes da intervenção.
      A redução da colesterolemia, mesmo que pequena, parece ser eficiente na diminuição dos índices de mortalidade por doenças cardiovasculares, uma vez que a diminuição de 10mg/dL de LDL-colesterol reduz o risco cardiovascular em torno de 10% . Assim, evidências apresentadas suportam o benefício do consumo da proteína da soja como parte de uma alimentação equilibrada para gerenciamento da concentração do colesterol plasmático.
      Atividade física
      A prática de exercícios físicos promove a degradação das proteínas musculares, com a oxidação dos aminoácidos. Pesquisas têm observado que as proteínas da soja contribuem com a síntese das proteínas musculares e reduzem o dano causado às fibras desse tecido, especialmente pela presença de leucina em sua composição.
      Uma pesquisa realizada com homens jovens submetidos a treinos de resistência, três vezes por semana, observou que o consumo de suplementos contendo a proteína de soja foi capaz de aumentar a massa magra após três meses de acompanhamento. Um trabalho realizado com 60 mulheres pós-menopausa e com osteoporose constatou que o consumo da proteína isolada de soja, associado a exercícios físicos, realizados quatro vezes na semana por um período de 12 semanas, propiciou aumento significativo tanto da massa muscular quanto da óssea.
      Diversos estudos demonstraram também que a proteína isolada de soja aumenta a massa muscular da mesma forma que as proteínas do leite. Ademais, a combinação de soja e leite pode melhorar a síntese de proteínas musculares, aumentando a disponibilidade de aminoácidos.
      Envelhecimento
      O processo de envelhecimento pode aumentar o risco para o desenvolvimento de algumas doenças, como a osteoporose e a sarcopenia, caracterizadas pela redução das estruturas óssea e muscular, respectivamente.
      Um estudo observou que o consumo de 40g de proteína de soja, por um período de três meses, reduziu o risco de fraturas em homens saudáveis. Recente revisão concluiu que a suplementação com a proteína de soja é eficiente para reduzir a degradação das proteínas musculares durante o processo de envelhecimento.
      Segurança no consumo da proteína isolada de soja
      A soja é um alimento com alta densidade nutritiva, rico em proteínas de alta qualidade, capaz de suprir as necessidades proteicas em todas as fases da vida. Contudo, seu consumo esbarra em uma série de conceitos imprecisos, que serão elucidados a seguir. 
      Consumo de soja e as funções endócrinas e reprodutivas
      Alguns estudos encontraram fracas evidências sugerindo a relação entre o consumo de fórmulas à base de proteína de soja e o aumento dos níveis urinários de isoflavonas. Entretanto, nenhum dos autores encontrou diferenças significativas entre as concentrações dessas isoflavonas e os níveis de hormônios estrogênicos em crianças. Além disso, uma recente meta-análise relatou que os fitoestrógenos encontrados no sangue dessas crianças estavam na sua forma conjugada, sendo, assim, incapazes de exercerem efeitos hormonais.
      Do mesmo modo, não foram encontradas evidências convincentes que comprovem que o consumo da proteína de soja possa alterar a idade da menarca e/ou a duração do ciclo menstrual, e nem tampouco a função tiroidiana.
      Consumo de soja e efeito feminilizante e infertilidade em homens
      Existe o mito de que, devido ao conteúdo de isoflavonas presente na soja, seu consumo poderia aumentar os níveis de estrogênio e diminuir os níveis de testosterona em homens. Neste contexto, fundamentou-se a teoria de que isso poderia causar ginecomastia, infertilidade e efeito feminilizante.
      A ginecomastia pode ser causada por aumento de estrógeno, que leva a proliferação do tecido mamário, e diminuição de andrógeno, hormônio que, normalmente, inibe esse fenômeno. Há relatos de casos sobre o consumo de soja e ginecomastia, porém deve-se lembrar da limitação deste tipo de pesquisa, pois o efeito foi detectado em apenas um único indivíduo.
      Martinez e Lewi (2008) publicaram um relato de caso de um homem de 60 anos com ginecomastia e níveis de estrogênio drasticamente elevados. A hipótese era a de que a causa seria o consumo de extrato de soja e isoflavona.
      No entanto, o participante consumia 3 litros de extrato de soja por dia, uma quantidade que fornece aproximadamente 360mg de isoflavonas, valor além do consumo habitual e também do encontrado em uma dieta típica japonesa, população que apresenta o maior consumo.
      Messina (2014) discute que até mesmo a ingestão excessiva de outros alimentos muito nutritivos pode produzir efeitos indesejáveis. Assim, se um indivíduo consumisse uma quantidade similar de leite de vaca no lugar do extrato de soja, a ingestão de cálcio teria excedido o limite de segurança superior em cerca de 50%, o que poderia ter levado a efeitos adversos graves, como a hipercalcemia.
      Em relação ao potencial efeito de infertilidade em homens causados pelo consumo de soja, há evidências sólidas que contrapõem este mito.
      Uma meta-análise de 32 estudos com população de homens adultos teve como objetivo determinar se as isoflavonas exercem efeitos similares aos do estrogênio em homens, diminuindo a testosterona biodisponível, a globulina de ligação do hormônio sexual (SHBG), a testosterona livre e o índice de andrógeno livre (FAI). No entanto, o estudo não observou efeitos significativos no perfil hormonal tanto para níveis de testosterona quanto para SHBG.
      A média de consumo de isoflavonas nos estudos variou entre 20 e 900mg/dia e a média de proteína de soja foi de 0 a 17g/dia. Embora os estudos avaliados tenham sido de duração inferior a 6 meses, a ingestão de proteína de soja e isoflavona excedeu muito a da dieta típica japonesa, que é de 6 a 11g e de 25 a 50mg, respectivamente.
      Estes dados demonstram que o consumo de soja ou suplementos de isoflavona não tem efeitos adversos associados aos níveis mais baixos de testosterona. Os resultados desta meta-análise sugerem que nem os alimentos de soja e nem os suplementos de isoflavonas alteraram as concentrações de testosterona, sendo seu consumo seguro para homens.
      Considerações finais
      O Brasil é o segundo maior produtor mundial de soja e o segundo maior exportador do grão, do óleo e do farelo da soja, atrás somente dos Estados Unidos. É um produto versátil que pode ser consumido tanto na sua forma in natura quanto na processada, como a proteína isolada de soja.
      A proteína isolada de soja é a forma mais refinada e pura da proteína da soja, contendo cerca de 90% de proteínas em base seca. Ela é feita a partir de grãos desengordurados, com a remoção de outros componentes, como os carboidratos, e seu processamento térmico permite a inativação dos fatores antinutricionais.
      A proteína isolada de soja é fonte de proteínas de alta digestibilidade/disponibilidade e, por ser de origem vegetal, não possui lactose e nem colesterol. Por apresentar sabor neutro, é uma opção para ser adicionada em alimentos e ingredientes diversos a fim de aumentar o valor nutricional da preparação e/ou refeição.
      Estudos demonstraram que tanto a proteína da soja como seus compostos bioativos apresentam efeitos benéficos para a saúde, atuando no crescimento e desenvolvimento infantil a partir de um ano de idade, na saciedade e no gerenciamento do peso, na síndrome metabólica e no aumento das massas muscular e óssea.
      Seu consumo não é indicado entre zero e 6 meses de vida, sendo potencialmente indicado dos 6 aos 12 meses de vida, com o uso de fórmulas infantis à base de proteína isolada de soja. Mostra-se seguro a partir dos 6 meses de vida e é recomendado especialmente para indivíduos com alergia a proteína do leite de vaca ou intolerância à lactose.
      O consumo de 25 g de proteína de soja por dia, associado a uma alimentação equilibrada e a hábitos de vida saudáveis, contribui para ajudar a redução do colesterol.
      Proteina-Isolada-Soja.pdf
      Referências:
      AAP – American Academy of Pediatrics. Bathia j, Greer F, Committee on nutrition. Use of soy protein-based formulas in infant feeding. Pediatrics. 2008; 121:1062-8.
      Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução - CNNPA nº 12, de 1978a [acesso em 15 fev 2016]. 
      Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução - CNNPA nº 14, de 1978b. [acesso em 23 fev 2016]
      Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução RDC nº 268, de 22 de setembro de 2005 aprovao “Regulamento técnico para produtos proteicos de origem vegetal”, 2005 [acesso em 15 fev 2016].
      Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Brasil). Alimentos com alegações de propriedades funcionais e ou de saúde, novos alimentos/ingredientes, substâncias bioativas e probióticos, 2008. IX - Lista de alegações de propriedade funcional aprovadas [acesso em 15 fev 2016].
      Agyei D. Bioactive proteins and peptides from soybeans. Recent Pat Food Nutr Agric. 2015; 7(2): 100-7.
      Agyei D, Danquah MK. Industrial-scale manufacturing of pharmaceutical-grade bioactive peptides. Biotechnol Adv.2011; 29 (3): 272-7.
      Akhavan NS, Pourafshar S, Navaei N, Arjmandi BH. Soy protein supplementation may play a role in decreasing the risk of bone fracture through affecting hematopoietic factors in young and old men. The FASEB Journal. 2013; 27(1):lb344.
      Allen UD, McLeod K, Wang EE. Cow’s milk versus soy-based formula in mild and moderate diarrhea: a randomized, controlled trial. ActaPaediatr. 1994;83(2):183–187.
      Andrade IT, Junior AHL, Ferraz PLC. Efeito da suplementação de proteína isolada do leite ou da soja na prevenção da perda de massa muscular em idosos saudáveis: uma revisão. Nutrire. 2015; 40(1):90-103.
      Andres A, Casey PH, Cleves MA, Badger TM. Body fat and bone mineral content of infants fed breast milk, cow’s milk formula, or soy formula during the first year of life. J Pediatr. 2013; 163(1):49-54.
      Andres A, Cleves M, Bellando JB et al. Developmental status of 1-year-old infants fed breast milk, cow’s milk formula, or soy formula. Pediatrics. 2012; 129:1134-40.
      Applewhite TH. World Conferece on oilseed Techonology and utilization. Proceedings of the world conference on oilseeds technology and utilization. 1992: Budapest, Hungary.
      Araújo JMA, Carlos JCS, Sedyama CS. Isoflavonas em grãos de soja: importância da atividade de ß-glicosidase na formação do sabor amargo e adstringente. Ciência e Tecnologia de Alimentos. 1997; 17(2):137-141.
      Badger TM, Gilchrist JM, Pivik RT, Andres A, Shankar K, Chen JR, Andres A, Ronis MJJ. The health implications of soy infant formula. Am J ClinNutr. 2009;89:1-5.
      Bajpai S, Aparna Sharma A, Gupta MN. Removal and recovery of antinutritional factors from soybean flour. Food Chemistry 89 (2005) 497–501.
      Wijesinha-Bettoni R, Burlingame B. Protein quality evaluation twenty years after the introduction of the protein digestibility corrected amino acid score method. 2012; 108(2): S183-S211.
      Burris RL, Ng HP, Nagarajan S. Soy protein inhibits inflammation-induced VCAM-1 and inflammatory cytokine induction by inhibiting the NF-?B and AKT signaling pathway in apolipoprotein E-deficient mice. Eur J Nutr. 2014; 53(1):135-48.
      Cai TD, Chang CK. Characteristics of production-scale tofu as affected by soymilk coagulation method: propeller blade size, mixing time and coagulant concentration. Food Res Int. 1998; 31(4): 289-95.
      Chaudhary J, Patil GB, Sonah H, Deshmukh RK, Vuong TD, Valliyodan B, Nguyen HT. expanding omics resources for improvement of soybean seed composition traits. Frontiers in plant science. 2015; 6:1021.
      Anderson JW, Bush HM. Soy protein effects on serum lipoproteins: a quality assessment and meta-analysis of randomized, controlled studies. J Am Coll Nutr. 2011;30(2):79-91.
      Choct M, Dersjant-Li Y, McLeish J, M Peisker M. Soy oligosaccharides and soluble non-starch polysaccharides: a review of digestion, nutritive and anti-nutritive effects in pigs and poultry. Asian-Australas J Anim Sci. 2010; 23 (10): 1386 – 98.
      DESER- Departamento de Estudos Socio-Economicos Rurais. Produção e consumo de óleos vegetais no Brasil. 2007. Boletim eletrônico 59 [acesso em 20 mar 2016]. Disponível em: http://www.deser.org.br/documentos/doc/Produção e consumo de óleos vegetais.pdf
      Embrapa Soja. 2016a. História da soja [acesso em 20 abr 2016]. Disponível em: https://www.embrapa.br/soja/cultivos/soja1/historia
      Embrapa Soja, 2016b. Soja em números (safra 2014/2015) [acesso em 20 abr 2016] Disponível em: https://www.embrapa.br/soja/cultivos/soja1/dados-economicos
      Embrapa Soja, 2016c. [acesso em 20 abr 2016]. Disponível em: https://www.embrapa.br/soja/alimentacao
      Endres JG. Soy protein products characteristics, nutritional aspects, and utilization. Champaing: AOCS Press; 2001.
      ESPGHAN – European Society for Pediatris Gastroenterology, Hepatology and Nutrition. Soy protein infant formula and follow-on formulae: A commentary by the ESPGHAN Committee on Nutrition. J PediatrGastroenterolNutr. 2006; 42(4):352-61.
      FAO/WHO/UNU- Food and Agricultural Organization/World Health Organization/ United Nations University. Protein Quality Evaluation. Report of a joint. FAO/WHO/UNU Expert Consultation. FAO: Rome, 1991.
      FAO-Food and Agricultural Organization. Technology of production of edible flours and protein products from
      soybeans, 1992. FAO Agricultural services bulletin número 97. Disponível em: http://www.fao.org/docrep/t0532e/t0532e00.HTM .
      FAO/WHO/UNU - Food and Agricultural Organization/World Health Organization/United Nations University. Joint expert consultation (FAO/OMS/UNU). Protein and amino acid requirements in human nutrition. WHO: Geneva, 2002.
      FDA- Food and Drug Administration. Evidence-based review system for the scientific evaluation of health claims, 2007 [acesso em 19 jan 2016]. Disponível em: https://www.fda.gov/regulatory-information/search-fda-guidance-documents/guidance-industry-evidence-based-review-system-scientific-evaluation-health-claims
      Ferreira ES, Silva MA, Demonte A, Neves VA. Conglycinin (7S) and glycinin(11S) exert a hypocholesterolemic effect comparable to that of fenofibrate in rats fed a high-cholesterol diet. J Funct Foods. 2010; 2:175–283.
      Fomon SJ, Ziegler EE. Soy protein isolates in infant feeding. In: Wilcke HL, Hopkins DT, Waggle DH, eds. Soy Protein and Human Nutrition. New York, NY: Academic Press Inc; 1979: 79–99.
      Granato D, Branco GF, Nazzaro F, Cruz AG, Faria JAF. Functional foods and nondairy probiotic food development: trends, concepts, and products. Compr Rev Food Sci Food Saf. 2010; 9(3):292–302.
      Gu Y, Wu J. LC-MS/MS coupled with QSAR modeling in characterising of angiotensin I-converting enzyme inhibitory peptides from soybean proteins. Food Chem. 2013; 141:2682–90.
      Harland J, Haffner TA. Systematic review, meta-analysis and regression of randomised controlled trials reporting an association between an intake of circa 25 g soya protein per day and blood cholesterol. Atherosclerosis. 2008;200(1):13-27.
      Haffejee IE. Cow’s milk-based formula, human milk, and soya feeds in acute infantile diarrhea: a therapeutic trial. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 1990;10(2):193–198.
      International Diabetes Federation. The IDF Consensus worldwide definition of metabolic syndrome. Belgium. 2006.
      Hamilton-Reeves JM, Vazquez G, Duval SJ, Phipps WR, Kurzer MS, Messina MJ. Clinical studies show no effects of soy protein or isoflavones on reproductive hormones in men: results of a meta-analysis. Fertil Steril. 2010; 94(3):997-1007.
      Hughes GJ, Ryan DJ, Mukherjea R, Schasteen CS. Protein digestibility-corrected amino acid scores (PDCAAS) for soy protein isolates and concentrate: criteria for evaluation. J. Agric. Food Chem. 2011, 59, 12707–12712
      Jao CL, Huang SL, Hsu KC. Angiotensin I-converting enzyme inhibitory peptides: inhibition mode, bioavailability, and antihypertensive effects. Biomedicine. 2012; 2:130–6.
      Katz Y, Gutierrez-Castrellon P, Gonzalez MG, Rivas R, Lee BW, Alarcon P. A Comprehensive Review of sensitization and allergy to Soy-Based products. Clinic Rev Allerg Immunol. 2014; 46:272–281.
      Kim S-K, Wijesekara I. Development and biological activities of marine-derived bioactive peptides: A review. J Funct Foods. 2010; 2(1): 1-9.
      Kitamura K. Breeding trails for improving the food - processing quality of soybean. Trends Food Sci Technol. 1993;4(3): 64-7.
      Klemola T, Vanto T, Backman K et al. Allergy to soy formula and to extremely hydrolysed whey formula in infants with cow’s milk allergy: a prospective, randomized study with a follow-up to the age of 2 years. J Pediatr. 2002;140:219-24.
      Kobayashi M, Hirahata R, Egusa S, Fukuda M. Hypocholesterolemic effects of lactic acid-fermented soymilk on rats fed a high cholesterol diet. Nutrients. 2012; 4:1304–16.
      Kowk KC, Niranjan K. Review: effect of thermal processing on soymilk. Int J Food Sci Technol. 1995; 30(3): 263-95.
      Kulkarni PB, Hall RT, Rhodes PG, et al. Rickets in very-low birth-weight infants. J Pediatr. 1980;96(2):249–252.
      Lammi C, ZanoniC ,Arnoldi A. Three peptides from soy glycinin modulate glucose. Metabolism in human hepatic hepG2 cells. Int J Mol Sci. 2015; 16 (11): 27362–70.
      Lomer MC, Parkes GC, Sanderson JD. Review article: lactose intolerance in clinical practice--myths and realities. Aliment PharmacolTher. 2008; 27(2):93-103.
      Leidy HJ, Todd CB, Zino AZ, Immel JE, Mukherjea R, Shafer RS, Ortinau LC, Braun M. Consuming High-Protein Soy
      Snacks Affects Appetite Control, Satiety, and Diet Quality in Young People and Influences Select Aspects of Mood and Cognition. J Nutr. 2015; 145(7):1614-22.
      Levy RB, Claro RM, Mondini L, Sichieri R, Monteiro CA. Distribuição regional e socioeconômica da disponibilidade domiciliar de alimentos no Brasil em 2008-2009. Rev Saude Publica. 2012; 46(1): 6-15.
      Li J, Qiao Z, Tatsumi E, Saito M, Cheng Y, Yin L. A novel approach to improving the quality of bittern-solidified tofu by w/o controlled-release coagulant. 2: Using the Improved Coagulant in Tofu Processing and Product Evaluation. Food Bioproc Tech. 2013; 6:1801–8
      Maheshwari P, Ooi ET, Nikolov ZL. Off-flavor removal from soy-protein isolate by using liquid and supercritical carbon-dioxide. J Am Oil Chem Soc. 1995; 72(10):1107-15.
      Martinez J, Lewi JE. An unusual case of gynecomastia associated with soy product consumption. EndocrPract. 2008;14:415–8.
      Mateos-Aparicio I, Cuenca AR, Villanueva-Suárez ML, Zapata-Revilla MA. Soybean, a promising health source. Nutr Hosp. 2008; 23(4):305-12.
      Merritt RJ, Jenks BH. Safety of soy-based infant formulas containing isoflavones: the clinical evidence. J Nutr. 2004;134(5):1220S–1224S.
      Messina M. Soy foods, isoflavones, and the health of postmenopausal women. Am J ClinNutr. 2014; 100: 423-30
      Montanarini, M. Soja: nutrição e gastronomia. São Paulo: Editora Senac; 2009.
      Moore DR, Camera DM, Areta JL, Hawley JA. Beyond muscle hypertrophy: why dietary protein is important for endurance athletes. Appl Physiol Nutr Metab. 2014; 39(9):987-97.
      Mueller NT, Odegaard AO, Gross MD, Koh WP, Yu MC, Yuan JM, Pereira MA. Soy intake and risk of type 2 diabetes mellitus in Chinese. Singaporeans. Eur J Nutr. 2012: 51(8): 1033–40.
      Nanri A, Mizoue T, Takahashi Y, Kirii K, Inoue M, Noda M, Tsugane S. Soy product and isoflavone intakes are associated with a lower risk of type 2 diabetes in overweight japanese women. J Nutr. 2010; 140(3):580-6.
      Narula HS, Carlson HE. Gynecomastia. Endocrinol Metab Clin North Am. 2007; 36:497–519.
      Neacsu M, Fyfe C, Horgan G, Johnstone AM. Appetite control and biomarkers of satiety with vegetarian (soy) and meat-based high-protein diets for weight loss in obese men: a randomized crossover trial. Am J ClinNutr. 2014;100(2):548-58.
      NTP- National Toxicology Program. NTP-CERHR monograph on soy infant formula. NTP CERHR MON. 2010; 750p.
      Osman MA, Reid PM, Weber CW. Thermal inactivation of tepary bean (Phaseolus acutifolius), soybean and lima bean protease inhibitors: effect of acidic and basic pH. Food Chemistry. 2002; 78(4):419-423.
      O’Toole DK. Characteristics and Use of Okara, the Soybean Residue from Soy Milk Productions: A Review. J Agric Food Chem. 1999; 47(2): 363-71.
      Puchalska P, Marina M, García C. Isolation and identification of antioxidant peptides from commercial soybeanbased
      infant formulas. Food Chem. 2014; 148:147–54.
      Qing-guoH , Min Z, Mujumdar AS , Wei-hua D, Jin-cai S. Effects of different drying methods on the quality changes of granular edamame. Drying Technology. 2006; 24(8): 1025-32.
      Rackis JJ, Sessa DJ, Honing DH. Flavor problems of vegetable food proteins. J Am Oil Chem Soc. 1979; 56 (3):262- 271.
      Rahilly-Tierney CR, Lawler EV, Scranton RE, Gaziano JM. Low-density lipoprotein reduction and magnitude of cardiovascular risk reduction. PrevCardiol. 2009;12(2):80-7. doi: 10.1111/j.1751-7141.2008.00018.x.
      Reidy P, Borack M, Markofski M, Dickinson J, Deer R, Husaini S, Jennings K. The effect of soy-dairy protein blend supplementation during resistance exercise training. The FASEB Journal. 2015; 29(1):129-5.
      Reidy PT, Walker DK, Dickinson JM, Gundermann DM, Drummond MJ, Timmerman KL, Fry CS, Borack MS, Cope MB, Mukherjea R, Jennings K, Volpi E, Rasmussen BB. Protein blend ingestion following resistance exercise promotes human muscle protein synthesis. J Nutr. 2013; 143(4):410-6.
      Ridner E. Soja, propriedades nutricionales y su impacto em la salud. Buenos Aires: Grupo Q S.A. Sociedad Argentina de Nutrición, 2006.
      Sacks FM, Linchtenstein A, Van Horn L, Kris-Etherton P, Winston M, American Heart Association Nutrition Comittee. Soy protein, isoflavones, and cardiovascular health: an American Heart Association Science Advisory for professionals from Nutrition Committee. 2006; 113(7):1034-44.
      Savage JH, Kaeding AJ, Matsui EC, Wood RA. The Natural history of soy allergy. J Allergy ClinImmunol. 2010 Mar;125(3):683-6.
      SBRT, 2006. Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas - SBRT – Dossiê Técnico- Produtos de Soja. 2006 [acesso em 22 jan 2016]. Disponível em: <http://www.sbrt.ibict.br/dossie-tecnico/downloadsDT/Mjg=>.
      Segovia-Siapco G, Pribis P, Messina M, Oda K, Sabaté J. Is soy intake related to age at onset of menarche? A crosssectional study among adolescents with a wide range of soy food consumption. Nutr J. 2014; 13(54):1-9
      Shenoy S, Bedi R, Sandhu JS. Effect of soy isolate protein and resistance exercises on muscle performance and bone health of osteopenic/osteoporotic post-menopausal women. J Women Aging. 2013; 25(2):183-98.
      Simonne AH, Smith M, Weaver DB, Vail T, Barnes S, Wei CI. Retention and changes of soy isoflavones and carotenoids in immature soybean seeds (Edamame) during processing. J Agric Food Chem. 2000; 48(12):6061-9.
      Singh BP, Vij S, Hati S. Functional significance of bioactive peptides derived from soybean. Peptides. 2014; 54:171-9.
      Singh P, Kumar R, Sabapathy SN, Bawa AS. Functional and edible uses of soy protein products. Compr Rev Food Sci Food Saf. 2008; 7(1): 14-28.
      Straum V, Rudrum M. Effects of consumption of processed soy proteins on minerals and digestion in man. J Am Oil Chem Soc. 1979. 56(3): 130-4.
      Sufian MKNB, Hira T, Nakamori T, Furuta H, Asano K, Hara H. Soybean beta conglycin inbromelain hydrolysate stimulates cholecystokinin secreted by enteroendocrine STC-1 cells to suppress the appetite of rats under mealfeeding conditions. Biosci Biotechnol Biochem. 2011; 75(5):848–53.
      Swamylingappa B, Srinivas H. Preparation and properties of protein isolate from hexane acetic-acid treated commercial soybean-meal. J Agri Food Chem. 1994; 42(12):2907-11.
      TACO. Tabela brasileira de composição de alimentos / NEPA – UNICAMP. 4. ed. Campinas: NEPA- UNICAMP, 2011.
      Taku K, Umegaki K, Sato Y, Taki Y, Endoh K, Watanabe S. Soy isoflavones lower serum total and LDL cholesterol in humans: a meta-analysis of 11 randomized controlled trials. Am J Clin Nutr. 2007; 85(4):1148-56.
      Trucom C. Soja: nutrição e saúde: com receitas práticas e saborosas. São Paulo: Alaúde Editorial; 2005.
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Soybeans,mature seeds, raw. 2011a [acesso em 19 mar 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4845?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16108
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference.Miso. 2011b [acesso em 19 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4849?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16112
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Soy sauce made fromsoy and wheat (shoyu). 2011c [acesso em 20 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4860?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16123
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference.Tempeh. 2011d [acesso em 19 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4851?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16114
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Oil, soybean,salad or cooking. 2011e [acesso em 22 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/658?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=04044
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Soy flour,full-fat, raw. 2011f [acesso em 19 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4852?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16115
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Soy flour, fullfat,roasted. 2011g [acesso em 20 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4853?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16116
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Soy flour,defatted. 2011h [acesso em 22 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4854?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16117
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Soy protein concentrate,produced by alcohol extraction. 2011i [acesso em 19 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4858?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16121
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference,. Soy proteinisolate. 2011j [acesso em 19 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4859?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16122
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Soymilk, originaland vanilla, unfortified. 2011l [acesso em 20 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4857?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16120
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Soybeans, mature cooked,boiled, without salt. 2011m [acesso em 19 fev 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4846?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16109
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference. Beans, pinto, mature seeds,cooked, boiled, without salt. 2011n [acesso em 21 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4782?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16043
      USDA-US Department of Agriculture. National nutrient database for standard reference.Chickpeas (garbanzo beans, bengal gram), mature seeds, cooked, boiled, without salt.2011o [acesso em 21 jan 2016]. Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4796?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16057
      van Nielen M, Feskens EJ, Rietman A, Siebelink E, Mensink M. Partly replacing meat protein with soy protein altersinsulin resistance and blood lipids in postmenopausal women with abdominal obesity. J Nutr. 2014; 144(9):1423-9.
      Vandenplas Y, Castrellon PG, Rivas R, Gutiérrez CJ, Garcia LD, Jimenez JE, Anzo A, Hegar B, Alarcon P. Safety of soyabased infant formulas in children. Br J Nutr. 2014; 111(8):1340-60.
      Villegas R, Gao YT, Yang G, Li HL, Elasy TA, Zheng W, Shu XO. Legume and soy food intake and the incidence of type 2 diabetes in the Shanghai Women’s Health Study. Am J ClinNutr. 2008; 87(1): 162–7.
      Vlahakis C, Hazebroek J. Phytosterol Accumulation in Canola, Sunflower, and Soybean Oils: Effects of Genetics, Planting Location, and Temperature. JAOCS. 2000; 77(1): 49-53.
      Zhang XM, Zhang YB, Chi MH. Soy protein supplementation reduces clinical indices in type 2 diabetes and metabolic syndrome. 2016; 57(3):681-9.
      Wang HL. Tofu e tempeh as potential protein sources in the western diet. J Am Oil Chem Soc. 1984; 61(3): 528-34.
      Wofford MR, Rebholz CM, Reynolds K, Chen J, Chen CS, Myers L, Xu J, Jones DW, Whelton PK, He J. Effect of soy and milk protein supplementation on serum lipid levels: a randomized controlled trial. Eur J Clin Nutr. 2012; 66(4):419-25.
      WHO-World Health Organization. Global status report on non-communicable diseases 2014. WHO: Geneva, 2014.
      Yang A, James AT. Effects of soybean protein composition and processing conditions on silken tofu properties. J Sci Food Agric. 2013; 93:3065–71.
      Yimit D, Hoxur P, Amat N, Uchikawa K, Yamaguchi N. Effects of soybean peptide on immune function, brain function, and neurochemistry in healthy volunteers. Nutrition. 2012; 28(2):154-9.
      Yoshikawa Y, Chen P, Zhang B, Scaboo A, Orazaly M. Evaluation of seed chemical quality traits and sensory properties of natto soybean. Food Chem. 2014; 153:186–92.
      Zhan S, Ho SC. Meta-analysis of the effects of soy protein containing isoflavones on lipid profile. Am J Clin Nutr. 2005; 81(2):397-408.
×
×
  • Criar novo...