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Conselhos e opiniões de Dieta


Marcella30
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@Joaninha e @Apollo Galeno , talvez minha palavras soaram diferente daquilo qe eu realmente gostaria de passar para vcs.

Bem... posso dizer que já fui muito mais afobada e apressada! Não digo qe já consertei isso de vez, mas hj me considero com a mente muito mais evoluída do qe há um tempo atrás... e que na vdd essa evolução é constante. Cada dia que se passa compreendo mais e mais que a evolução do shape  leva tempo e nunca acabará, pois a transformação de um shape nunca para!

jojo, sobre vc mencionar que eu penso qe devo “fazer algo revolucionário pra ter resultados”, não vdd não é bem assim. Sem querer comparar shape com shape/evolução com evolução, porém  várias pessoas que conheço vivem na constância dos AEs (n estou falando de doses Altas ou exageradas). E tb há inúmeros exemplos aqui msm do fórum que  fazem o uso constante e vemos o quanto seus shapes têm evoluído! 

Confesso que penso que SIM, acho que já poderia ter feito o uso de algum AEs para dar  um UP no shape. 
Basicamente é isso, longe de mim estar batendo de frente com vossas palavras! Apenas não quero passar má impressão ou que me entendam diferente daquilo que eu quis dizer.

Tanto é vdd que estou seguindo Td conforme cada conselho e recomendações dos que aqui se dispõem a me ajudar. Bem assim não estou utilizando nenhum AEs sem antes ter a orientação de alguém. 😊

Em 11/07/2020 em 13:57, Marcella30 disse:

Não pretendo parar de evolui o shape, porém sei q as mudanças e melhoras levam tempo e que  é preciso paciência! 

Conforme eu havia dito, não estou com pressa, n estou desesperada, até pq nesses 5 anos de transformação vi que nada acontece do dia para a noite. Nada, absolutamente.

Há mais de um ano atrás, qdo eu estava c o shape bem mais b*sta eu já tinha vontade de competir, mas nunca meti os pés pelas mãos. Nunca fiz uso de AEs sem orientação ou ao menos Sem conversar com alguém qe pudesse me aconselhar. Tb nunca Me afobei para correr atrás de tal vontade/sonho. E hj não seria diferente, até pq além de mais  velha, sou até mais consciente de td esse contexto.

Talvez por eu ter citado minha vontade de competir aqui para o Foston, vcs entenderam que eu houvesse me afobado, mas n foi nd disso. 

É isso, n quero que me entendam como uma recém iniciada na musculação que está agindo como alguém qê está empolgada, agindo como se fosse coisa de momento. Quem está nessa caminhada sabe o quanto leva tempo todo progresso e qe  a maior evolução  é a mental e não a estética. 😊

20 horas atrás, Foston disse:

Então preste atenção no shape das grandes atletas e veja a tendência. Estou observando que as wellness pro estão diminuindo os treinos de perna, especialmente quadríceps. A intenção parece ser um corpo da categoria biquíni como os glúteos bem destacados.

Uma vez assisti a um treino de Angela Borges, e ela mesm mencionou sobre isso. Sobre quase não treinar quadríceps, até por ter uma tendência de ter tríceps mto grande. Tenho notado uma proporcionalidade de algumas atletas wellness nesse ponto que vc citou. 
Vejo que estão dando mta ênfase para treinos de posteriores e glúteos. 
 

mto obgda por cada dica , Foston! Vou me atentar a acompanhar algumas atletas para notar esses detalhes!  

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  • Moderador
Em 10/07/2020 em 22:23, Marcella30 disse:

Já realizei treinos semelhantes a todos esses, gosto muito de cada um desses exercicios, porém ainda quebro a cabeça quanto à pegada no primeiro video (o da puxada) e no último (do crucifixo inverso inclinado), eles estão c pegada neutra. Vc acha que influencia mto a pegada pronada da neutra nos dois exercícios mencionado? Ou é basicamente uma variável indiferente/questão de preferência?

A pegada tem mais influência para o ombro do que para dorsal. 

Faça um teste: se posicione como se estivesse realizando a puxada frontal na metade do movimento (cotovelos a 90º e braço perpendicular ao solo). Se fixe nesse posição. Faça a pegada neutra. Depois gire o punho e faça a pegada pronada.

Entenda que o músculo que mais sofre com esta mudança é o bíceps por conta da rotação do punho. A grande dorsal não sofre nenhuma alteração por conta da pegada. Se o úmero (osso do braço onde a grande dorsal se fixa) permanece inalterado, a pegada neutra ou pronada não vai influenciar no trabalho de dorsal a não ser pelo fato que com a pegada neutra possa fazer você puxar mais carga do que com a pronada. 

Já para o crucifixo a pegada vai influenciar mais, porque como o braço vira uma alavanca única, rodar o punho pra dentro ou pra fora faz com que o úmero também rotacione, e aí sim teremos mudança da porção do ombro que será trabalhada. No vídeo, com a pegada neutra naquele exercício a porção posterior está sendo mais usada. Se ele girasse o punho pra fora recrutaria mais os feixes laterais. 

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11 horas atrás, Locemar disse:

A pegada tem mais influência para o ombro do que para dorsal. 

Faça um teste: se posicione como se estivesse realizando a puxada frontal na metade do movimento (cotovelos a 90º e braço perpendicular ao solo). Se fixe nesse posição. Faça a pegada neutra. Depois gire o punho e faça a pegada pronada.

Entenda que o músculo que mais sofre com esta mudança é o bíceps por conta da rotação do punho. A grande dorsal não sofre nenhuma alteração por conta da pegada. Se o úmero (osso do braço onde a grande dorsal se fixa) permanece inalterado, a pegada neutra ou pronada não vai influenciar no trabalho de dorsal a não ser pelo fato que com a pegada neutra possa fazer você puxar mais carga do que com a pronada. 

Já para o crucifixo a pegada vai influenciar mais, porque como o braço vira uma alavanca única, rodar o punho pra dentro ou pra fora faz com que o úmero também rotacione, e aí sim teremos mudança da porção do ombro que será trabalhada. No vídeo, com a pegada neutra naquele exercício a porção posterior está sendo mais usada. Se ele girasse o punho pra fora recrutaria mais os feixes laterais. 

Fiz o teste do posicionamento dos braços com a rotacao de punho da pegada neutra para a peonada, o bíceps se move totalmente. É a mesma diferença que temos qdo realizamos a rosca e o martelo.
Agora o melhor exemplo que posso mencionar a vc sobre essa questão da pegada, é na barra fixa! Faço com muita facilidade de 8 a 10 repetições na barra fixa com o triângulo (que faz a pegada neutra) e tb na pegada supinada. Vejo um recrutamento enorme do bíceps com a pegada Pronada E tenho imensa dificuldades, mas ainda assim realizo umas 6 reps.  É curioso pq acabo sentindo mto mais o trabalho  de bíceps do qe do latissimo do dorso.

sobre a diferença de recrutamento muscular na pegada para crucifixo, eu não sabia! Obrigada  pelos esclarecimentos, Locemar!! 
🙏🏻😊😁

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  • Moderador
12 horas atrás, Marcella30 disse:

Fiz o teste do posicionamento dos braços com a rotacao de punho da pegada neutra para a peonada, o bíceps se move totalmente. É a mesma diferença que temos qdo realizamos a rosca e o martelo.
Agora o melhor exemplo que posso mencionar a vc sobre essa questão da pegada, é na barra fixa! Faço com muita facilidade de 8 a 10 repetições na barra fixa com o triângulo (que faz a pegada neutra) e tb na pegada supinada. Vejo um recrutamento enorme do bíceps com a pegada Pronada E tenho imensa dificuldades, mas ainda assim realizo umas 6 reps.  É curioso pq acabo sentindo mto mais o trabalho  de bíceps do qe do latissimo do dorso.

Exatamente. A pegada supinada utiliza totalmente o bíceps, por isso que a rosca bíceps na barra reta é o exercício que mais recruta este músculo. Ao inverter para a pegada pronada você tira parte da ação do bíceps e ativa o braquiorradial e braquial, geralmente mais fracos. Aí quem não tem o braço fortalecido acaba prejudicando o trabalho da dorsal.

Uma técnica pra evitar esse problema é utilizar um exercício de isolamento (pullover na polia alta) seguido da puxada. É uma técnica de pré-exaustão que exaure primeiro o músculo principal (dorsal) sem a ajuda dos auxiliadores (bíceps). O mesmo serve para outros grupamentos como crucifixo reto >> supino; cadeira extensora >> agachamento; elevação lateral >> desenvolvimento; mesa flexora >> stiff e por aí vai. 

12 horas atrás, Marcella30 disse:

sobre a diferença de recrutamento muscular na pegada para crucifixo, eu não sabia! Obrigada  pelos esclarecimentos, Locemar!! 

Também dá pra fazer um teste. 

Fique em pé com os braços abertos e palma da mão para baixo. Agora gire seu punho colocando as palmas para cima e olhe como o ombro vai mexer. Agora gire novamente pra dentro até a palma virar para trás. 

Perceberá como o deltoide se modifica por causa da rotação do úmero dentro da cavidade glenoidal (onde a cabeça do úmero se encaixa no ombro).

Ou seja, dependendo do exercício, faz diferença a posição das mãos e consequentemente dos braços para ativação das porções do deltoide. 

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Em 12/07/2020 em 20:26, Marcella30 disse:

até por ter uma tendência de ter tríceps mto grande.

Sim, havia esquecido isso.

 

Mas o quadríceps dela era enorme, mesmo. Veja este campeonato de 2015, com as wellness "raiz". Acho bem legal essa fase das wellness: mais "alcançável" do que a atual fase das wellness trembolizadas (nada contra):

 

 

Detalhe: a Tábata Couri estava linda neste campeonato: uma menina, mesmo após 02 filhos.

Tem uma ali que nitidamente tem implante nos glúteos.

Editado por Foston
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Em 14/07/2020 em 10:23, Locemar disse:

Exatamente. A pegada supinada utiliza totalmente o bíceps, por isso que a rosca bíceps na barra reta é o exercício que mais recruta este músculo. Ao inverter para a pegada pronada você tira parte da ação do bíceps e ativa o braquiorradial e braquial, geralmente mais fracos. Aí quem não tem o braço fortalecido acaba prejudicando o trabalho da dorsal.

Uma técnica pra evitar esse problema é utilizar um exercício de isolamento (pullover na polia alta) seguido da puxada. É uma técnica de pré-exaustão que exaure primeiro o músculo principal (dorsal) sem a ajuda dos auxiliadores (bíceps). O mesmo serve para outros grupamentos como crucifixo reto >> supino; cadeira extensora >> agachamento; elevação lateral >> desenvolvimento; mesa flexora >> stiff e por aí vai. 

Olha, hj treinei superiores agora há pouco. Eu notei ambas as situações mencionadas por vc.

A primeira, em relação ao trabalho da dorsal que fica prejudicada em razão da falta de força no radial e braquiorradial, exemplo: hj na remada sentada, sim, eu sentia a dorsal, porém  a partir de certa repetição já começava a sentir mto o recrutamento do bíceps também, o que tornou meio que "secundária" a ênfase do músculo alvo.

Sim! O pullover na polia alta e os demais exercícios que vc mencionou realmente trabalham primeiramente os músculos alvos. 

Em 14/07/2020 em 10:23, Locemar disse:

Também dá pra fazer um teste. 

Fique em pé com os braços abertos e palma da mão para baixo. Agora gire seu punho colocando as palmas para cima e olhe como o ombro vai mexer. Agora gire novamente pra dentro até a palma virar para trás. 

Perceberá como o deltoide se modifica por causa da rotação do úmero dentro da cavidade glenoidal (onde a cabeça do úmero se encaixa no ombro).

Ou seja, dependendo do exercício, faz diferença a posição das mãos e consequentemente dos braços para ativação das porções do deltoide. 

E nessa outra hipótese, quando estava realizando elevação frontal, fiz a rotação do punho da pegada neutra para a pronada, e visivelmente com movimentação puder notar o deltoide lateral aparecer! Logo comecei a compreender aquele outro comentário anterior que vc havia feito!

Sempre bom poder se atentar para esses detalhes, pq às vezes com essa pequenas variações conseguimos dar mais enfoque a um determinado ponto fraco!

Vlw demais Locemar, estou aqui sempre para receber suas dicas  e poder aprender mais! 🤩

 

Em 14/07/2020 em 22:49, Foston disse:

Sim, havia esquecido isso.

 

Mas o quadríceps dela era enorme, mesmo. Veja este campeonato de 2015, com as wellness "raiz". Acho bem legal essa fase das wellness: mais "alcançável" do que a atual fase das wellness trembolizadas (nada contra):

Olha Foston, não tem como mesmo, Angela nasceu oara subir nos palcos! Embora o shape fosse menos riscado ela ja estava, nessa época do vídeo, nivel mto acima da demais atletas!!

Vc tem toda razão, os shapes eram mto menos hormonizados e alcançáveis! Nessa época muito capaz os atletas não tinham qe se acabar de treinar às vésperas de campeonato nem nos cardios! Hoje vemos facilmente atletas chegando a fazer até 2 treinos e 3 cardios por! A tendência é ficar cada vez mais sinistro mesmo! E sem contar como judia o corpo, no caso das mulheres, perdem a feminilidade ante tanta definição e ação dos hormônios! Nesse video ai mesm, achei uma competição bem "feminina" digamos assim.

Ângela se mantem o ano inteiro enorme msm em off longe dos palcos 

Já Tábata mantem toda a feminilidade e um volume bem razoável nas mesmas condições

NÃO CONSIGO NÃO ME ARREPIAR AO OLHAR PARA ESSA FOTO DE ÂNGELA,,,

 

Em 14/07/2020 em 22:49, Foston disse:

Tem uma ali que nitidamente tem implante nos glúteos.

EU NÃO HAVIA RECONHECIDO ELA, MEU DEUS!! É A ROBERTA ZUNIGA! Nossa, com todo respeito, esse glúteo estava um terror nessa época! Ela é um clássico exemplo de um corpo extremamente VISIVELMENTE hormonizado! Depois de ter dado à luz ela se tornou mto mais até eu creio! Porém eu a admiro, ela pagou um preço alto para voltar a forma física! Fez cardios bem intensos, reconheco a disicplina, ainda que tenha feito/faça o uso de AEs, sabemos que sem disciplina não é possivel melhorar o shape!

Segue um post dela Logo após dar à Luz e sua evolução

 

Editado por Marcella30
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  • Moderador

Uma curiosidade visto que tem um tempo que não vejo campeonatos. 

Essa mulheres que colocam silicone nos glúteos competem? Tipo, a Zuniga ainda pensa em subir? Ou é algo que não estão aceitando nos campeonatos? 

Fico em dúvida porque do mesmo modo que vemos atletas se entupindo de óleo local ganharem campeonatos, talvez o implante nos glúteos também seja e assim entraremos numa era de corpos montados fora da academia.

2 horas atrás, Marcella30 disse:

Vlw demais Locemar, estou aqui sempre para receber suas dicas  e poder aprender mais! 🤩

é noix ✌️

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6 horas atrás, Locemar disse:

 

Essa mulheres que colocam silicone nos glúteos competem? Tipo, a Zuniga ainda pensa em subir? Ou é algo que não estão aceitando nos campeonatos? 

Ela competiu há cerca de 01 ano, mas é um campeonato (bem) diferente, lá dos Estados Unidos, o Divas da WBFF (vídeo abaixo). Não creio que ela tenha coragem de disputar os daqui, por conta dos implantes. Ev a procedeu da mesma forma. O triste disso tudo é que nenhuma das duas precisava disso! O mesmo ocorre com a tal da harmonização facial: RIDÍCULO! fica tudo pior ! E as amigas falam: "está linda".... aí a inocente vai no instagram exibir os lábios, parecendo que levou um soco na boca e achando aquilo maravilhoso ...

 

Ev a An dressa

https://pt.tubefollow.com/eva-andressa/2074070567375783258/

Zuni ga

 

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9 horas atrás, Marcella30 disse:

EU NÃO HAVIA RECONHECIDO ELA, MEU DEUS!! É A ROBERTA ZUNIGA! Nossa, com todo respeito, esse glúteo estava um terror nessa época! Ela é um clássico exemplo de um corpo extremamente VISIVELMENTE hormonizado! Depois de ter dado à luz ela se tornou mto mais até eu creio!

Detalhe é que ela não precisava.

318810.jpg

9 horas atrás, Marcella30 disse:

OLHAR PARA ESSA FOTO DE ÂNGELA,,,

Fantástica, mesmo. Ela sobe com 60 - 62kg.

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7 horas atrás, Locemar disse:

Uma curiosidade visto que tem um tempo que não vejo campeonatos. 

Essa mulheres que colocam silicone nos glúteos competem? Tipo, a Zuniga ainda pensa em subir? Ou é algo que não estão aceitando nos campeonatos? 

Fico em dúvida porque do mesmo modo que vemos atletas se entupindo de óleo local ganharem campeonatos, talvez o implante nos glúteos também seja e assim entraremos numa era de corpos montados fora da academia.

Então, confesso que quebrei feio a cara após ver o vídeo que Foston mandou do campeonato de 2015! Já ouvi dizer que mulheres com implantes nos glúteos não podem subir!

1 hora atrás, Foston disse:

Ela competiu há cerca de 01 ano, mas é um campeonato (bem) diferente, lá dos Estados Unidos, o Divas da WBFF (vídeo abaixo). Não creio que ela tenha coragem de disputar os daqui,

Mas foi exatamente isso que imaginei msm... que por ser época diferente e local diferente daqui.

1 hora atrás, Foston disse:

Ev a procedeu da mesma forma.

Apesar de ter um volume sensacional, acho mto desproporcional o glúteo, assim como Gra Barbosa tb... 

1 hora atrás, Foston disse:

mesmo ocorre com a tal da harmonização facial: RIDÍCULO! fica tudo pior ! E as amigas falam: "está linda".... aí a inocente vai no instagram exibir os lábios, parecendo que levou um soco na boca e achando aquilo maravilhoso ...

Assim, não julgo quem faz HF, porém há limites... ontem vi um storie de ANgela que fiquei bem chocada com os lábios... juro, fique tentando digerir aquilo, porém não consegui! Está um exagero, bem feios msm os labios dela! Dps deem uma olhada nos stories dela. Está um terror!

48 minutos atrás, Foston disse:

Detalhe é que ela não precisava.

318810.jpg

Nossa.. NÃO MESMO!

 

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    • Por Thiago Carneiro
      Winstrol® é o nome comercial mais conhecido da droga estanozolol. O estanozolol é um derivado da diidrotestosterona. Ela foi alterado quimicamente para que as propriedades anabólicas (construção de tecidos) do hormônio sejam majoradas e sua atividade androgênica minimizada.
      O estanozolol é classificado como um esteroide anabólico e possui forte efeito anabólico e fraco efeito androgênico, numa das melhores proporções entre os agentes comercialmente disponíveis. Ele não pode ser aromatizado em estrogênios. É notável a sua capacidade em promover o crescimento muscular sem retenção de água, o que o torna altamente desejado por fisiculturistas em cutting e por atletas de competição.
      O estanozolol foi descrito pela primeira vez em 1959. Foi desenvolvido como medicamento pelo laboratório Winthrop, na Grã-Bretanha. Foi oficialmente lançado no mercado de medicamentos prescritos nos EUA em 1962, sob a marca Winstrol®.
      Era prescrito para uma variedade de finalidades médicas, incluindo a indução do apetite e ganho de tecido magro, em casos de perda de peso associada a muitas doenças malignas e não malignas. Também era prescrito para preservação da massa óssea em razão de osteoporose, para crianças com insuficiência de crescimento, e como anticatabólico durante a corticoterapia prolongada, ou para pacientes em pós-operatórios e em pós-traumáticos (queimaduras, fraturas), e até mesmo para tratar debilidade em idosos.
       O controle do FDA sobre o mercado de medicamentos prescritos ficou mais restrito em meados da década de 1970, e os usos indicados para o Winstrol® logo diminuíram.
      Durante esse tempo, o FDA considerava o Winstrol® como “provavelmente eficaz” como terapia adjuvante para o tratamento da osteoporose e para o tratamento do nanismo com deficiência hipofisária.
      O Winstrol® como agente terapêutico permaneceu sendo legalmente vendido nos EUA durante as décadas de 1980 e 1990, época em que muitos outros esteroides anabolizantes estavam desaparecendo do mercado.
      O estanozolol também foi promissor durante esse período para melhorar as concentrações de glóbulos vermelhos, combater o câncer de mama e (mais recentemente) tratar o angioedema, um distúrbio caracterizado pelo inchaço dos tecidos subdérmicos, muitas vezes com causas hereditárias.
      A Winthrop passou por uma série de mudanças corporativas durante a década de 1990, incluindo uma fusão em 1991 com a Elf Sanofi, para formar a Sanofi Winthrop.
      A Sanofi Winthrop continuou a vender Winstrol® nos EUA por aproximadamente mais 10 anos, até o momento em que a droga foi descontinuada por "problemas de fabricação".
      Em 2003, os direitos do Winstrol® foram oficialmente transferidos para a Ovation Pharmaceuticals. O Winstrol® continua sendo um medicamento aprovado no mercado farmacêutico dos EUA, embora não esteja sob produção ativa pela Ovation.
      Todas as formas de Winstrol® estão atualmente indisponíveis nos EUA, embora a marca Winstrol® permaneça disponível na Espanha. Inúmeras outras marcas e formas genéricas do medicamento são produzidas em outros países, tanto no mercado de medicamentos para uso humano, quanto veterinário.
      A composição e dosagem podem variar de acordo com o país e o fabricante.
      O estanozolol foi originalmente desenvolvido como um esteroide anabolizante oral, contendo 2 mg de medicamento por comprimido (Winstrol®). Outras marcas geralmente contêm 5 mg ou 10 mg por comprimido. O estanozolol também pode ser encontrado em preparações injetáveis (Winstrol® Depot). Estas são mais comumente suspensões à base de água contendo 50 mg/ml de esteroide.
      O estanozolol é uma forma modificada de dihidrotestosterona, com as seguintes diferenças:
      adição de um grupo metil no carbono 17-alfa para proteger o hormônio durante a administração oral; ligação de um grupo pirazol ao anel A, substituindo o grupo 3-ceto normal (isso dá ao estanozolol a classificação química de um esteroide heterocíclico). Quando visto à luz da 17-alfa metildi-hidrotestosterona, a modificação do anel A no estanozolol parece aumentar consideravelmente sua força anabólica, enquanto reduz a sua androgenicidade relativa.
      O estanozolol tem uma afinidade de ligação relativa muito mais fraca para o receptor de andrógeno do que a testosterona ou a diidrotestosterona.
      Ao mesmo tempo, ele exibe uma meia-vida muito mais longa e menor afinidade para proteínas de ligação do soro em comparação. Essas características (entre outras) permitem que o estanozolol seja um esteroide anabolizante muito potente, apesar de sua afinidade mais fraca para a ligação ao receptor.
      Estudos recentes também confirmaram que seu modo primário de ação envolve a interação com o receptor de andrógeno celular. Embora não totalmente elucidado, o estanozolol pode ter propriedades adicionais (algumas potencialmente únicas) em relação ao antagonismo do receptor de progesterona, local de ligação de glicocorticóide de baixa afinidade interação e atividades independentes AR / PR / GR (receptor androgênico / receptor progestínico / receptor gonadotrófico).
      Em doses terapêuticas, o estanozolol não tem atividade progestacional significativa. O estanozolol é conhecido por suprimir fortemente os níveis de SHBG (globulina ligada ao hormônio sexual). Este traço é característico de todos os esteróides anabólicos e androgênicos, embora sua potência e forma de administração tornem o Winstrol® oral particularmente eficaz nesse aspecto.
      As proteínas de ligação ao plasma, como SHBG, agem para restringir temporariamente os hormônios esteroides de exercerem atividade no corpo e reduzem a porcentagem disponível de esteroide livre (ativo).
      O estanozolol oral pode ser útil para fornecer uma maior porcentagem de esteroides não ligados no corpo, especialmente quando tomado em combinação com um hormônio que é mais avidamente ligado por SHBG, como a testosterona.
    • Por Thiago Carneiro
      O princípio ativo do estanozolol oral (em comprimidos ou tabletes) é a mesma do estanozolol em forma injetável. Inclusive, a forma injetável do estanozolol também pode ser administrada por via oral.
      Para mais informações, consulte estanozolol injetável.
    • Por AleDFC
      Pessoal, sou nova por aqui. Tenho 45 anos e treino há 8. Sempre fui bem gorda e em 1993 cheguei no auge com mais de 120kg. 
      Ano passado, após ver que, mesmo treinando corretamente, os ganhos aparentes tinham estagnado, optei por procurar um médico e iniciar o uso de anabols.
      Comecei em janeiro com 50mg de testo 1x por semana (tomo até hoje) e 10mg por dia de oxadrolona. Fiz isso por dois meses e meio. Após esse período parei a oxan e passei para 10mg de Stano junto com a testo. 

      Segunda tenho nova consulta. Bom, o resultado no corpo foi visível, como podem ver nas fotos abaixo, porém minha voz engrossou bastante após o stano, assim como o crescimento de pelos e espinhas no queixo. Nada muito absurdo (os pelos e as espinhas), mas já perto do limite. 

      Minha dúvida é: Acredito que ele pare com o Stano (essa é a minha vontade). Pela experiência de vcs, essa será a hora de dar uma pausa no ciclo ou entrar com outra droga? Meu nutri me falou da Deca, porém realmente tenho medo de virilizar demais.

      Hoje o maior incômodo são os membros inferiores, onde ainda tenho bastante flacidez. Continuo treinando muito e com uma dieta digamos que 80%.



    • Por Yoka
      Olá pessoal, boa tarde 😊
      sempre leio muito sobre a ajuda de vocês c dietas, e gostaria que me ajudassem.
      Tenho 25 anos, 1,62 de altura, peso 61, treino há alguns anos, pedalo de bike todos os dias, sábado mais intenso, e domingo corrida de 8km, faço academia todos os dias.
      Perco massa muito fácil.
      Comprei a stano em comprimido de 10mg. Estou tomando 10mg a cada 12 horas.
      Não fiz nenhum exame.
      Podem me ajudar c a dieta?



    • Por Gustavo Barquilha Joel
      O stanozolol, também conhecido como winstrol, e um esteróide que pode ser encontrado tanto na versão injetável quanto oral. Esta droga é uma das mais difundidas entre os praticantes de musculação (3), existindo alguns mitos sobre ela, como o que Stanozolol “seca”.
      Na verdade esta droga possui características pouco androgênicas (características masculinas) e moderadamente anabólicas (crescimento muscular). Algumas mulheres utilizam esta droga por esta possuir características pouco androgênicas, porém uma pequena virilização pode ser vistas em algumas mulheres (1).
      Assim como nas outras drogas, sua eficiência depende da afinidade da droga com seus receptores. Em todo caso, talvez seja este o motivo pelo qual esta droga é tão controvérsia pelos praticantes de musculação, tendo alguns encontrados bons resultados com seu uso enquanto outros não.
      O stanozolol é utilizado principalmente com a finalidade de aumento de massa muscular com um menor risco de retenção hídrica, sendo daí que vem o mito de que esta droga seca. Na verdade, ela pode ser mais bem aproveitada no período de definição, pois ela não vai reter tanta água, diferentemente de algumas drogas com efeitos mais androgênicos e que possuem características mais androgênicas (1).
      Vale ressaltar que esta droga é considerada doping para atletas. Um dos casos mais conhecidos de dopping esportivo da história foi o do corredor canadense Ben Johnson, medalha de ouro nos 100m rasos nas Olimpíadas de Seul, em 1988, cujo exame detectou a presença dos metabólitos do anabolizante stanozolol (2).
      Outra característica negativa do stanozolol é sua falsificação, sendo de longe esta uma das drogas mais falsificadas do mercado. Esta droga tem como características um aumento do apetite e do peso corporal com notável recuperação das condições gerais ao melhorar a utilização das proteínas pelo organismo, aumentando a síntese de proteínas. É utilizada como tratamento para estados de depreciação física, debilidades de diversas origens, anorexia rebelde, convalescência, doenças crônicas e debilitantes, entre outras.
      A dosagem utilizada geralmente para homens variam de 16 a 30 mg/dia na forma oral e de 150mg a 350mg por semana divididas na forma injetável, enquanto que para mulheres, a administração é dosada entre 4mg a 8mg por dia na forma oral e de 50mg a 100mg por semana em tomadas divididas na forma injetável.
      Alguns atletas aplicam o Stanozolol injetável nos músculos mais deficientes, numa tentativa de aumentar o volume dos mesmos, porém não existem comprovações científicas para o mesmo (1).
      Alguns dos efeitos colaterais que podem ser encontradas com o uso desta droga é acne, ginecomastia, hipertensão, agressividade, queda na libido após o uso de esteróides, queda de cabelo, aumento excessivo de pelos no corpo, entre outros efeitos colaterais (4).
      Referências
      1 - Peres, RAN. ; Guimarães Neto, WM. Guerra metabólica manual de sobrevivência. 2° edição. Midiograf. Londrina, 2005.
      2 - ILVA, Paulo Rodrigo Pedroso da ; CZEPIELEWSKI, M. A. . O Uso de Esteróides Anabolizantes no Esporte. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, Rio de Janeiro, v. 8, n. 6, p. 235-243, 2002.
      3 - SILVA, Paulo Rodrigo Pedroso da MACHADO JR, Leonel Carrillo ; FIGUEIREDO, Vandré C ; CIOFFI, Alex P ; PRESTES, Marcius C ; CZEPIELEWSKI, M. A. Prevalência do uso de esteróides anabólicos em praticantes de musculação de Porto Alegre. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, v. 51, p. 104-110, 2007.
      4 - BARQUILHA, G. Uma analise da incidência de efeitos colaterais em usuários de anabolizantes da cidade de Bauru. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, v. 03, p. 146-153, 2009.
      Matéria de Gustavo Barquilha Joel e Luis Gustavo da Silva Rodrigues sobre o winstrol.
      Nota importante:
      Ola amigos,
      A intenção desta coluna não é estimular ninguém a utilizar qualquer tipo de substância ilícita, muito pelo contrário, o objetivo é demonstrar os vários efeitos colaterais que elas trazem com seu uso. Tentamos também na coluna associar as informações cientificas disponíveis na literatura com as informações praticas de atletas e/ou praticantes de musculação do mundo underground das academias.
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