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Curso on-line: desmistificando o mundo dos esteroides anabólicos


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O médico do esporte Dr. Luiz Tintori elaborou um curso sobre esteroides anabolizantes que é destinado para praticantes de musculação e também para médicos, com linguagem simples e completa para se compreender a composição química dos esteroides e os principais protocolos de uso. São 8 módulos com os seguintes temas:

  • Módulo 01 – História e Estrutura Química dos Esteroides: você vai conhecer a história e entender a estrutura química base fundamental para você compreender a ação destes hormônios no organismo.
  • Módulo 02 – Fisiologia Hormonal: você vai compreender como os hormônios interagem no organismo a nível celular, aprender sobre o eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, como a testosterona é convertida em outros hormônios.
  • Módulo 03 – Esteroides e suas características: você vai conhecer as superfamílias dos esteroides anabólicos, suas características e dosagens praticadas.
  • Módulo 04 – Esteroides em Mulheres: você entenderá o principal mecanismo de ação dos esteróides em mulheres e aprenderá que há peculiaridades no uso destas substâncias pelo público feminino.
  • Módulo 05 - Passo a Passo para cuidar da saúde em hormonizados: vou lhe ensinar como atender um paciente sob uso de hormônios, quais exames pedir e como interpretá-los, como avaliar o protocolo de esteróides em uso e quais os efeitos colaterais causados pelos hormônios.
  • Módulo 06 - Efeitos Adversos e Manejo Clínico: vou lhe ensinar como manejar os colaterais mais comuns, com protocolos usados por mim na prática clínica.
  • Módulo 07 - Protocolo de Terapia Pós Ciclo: você vai aprender como montar a terapia pós ciclo, parte fundamental que garantirá menos chances de abusos e uso crônico dos hormônios.
  • Módulo 08 - Erros mais comuns no uso de esteroides: exemplifico quais os erros mais comuns e porque não cometê-los.

Acompanhe o resumo do curso em 5 minutos:

Caso você não goste do curso, terá direito ao reembolso do valor investido dentro de 7 dias.

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  • Conteúdo similar

    • Por fisiculturismo
      Assista aos vídeos da National Geographic Channel sobre os anabolizantes esteroides:
       
       
       
       
       
       
       
       
    • Por Paulo Cavalcante Muzy
      Eu vou lhes oferecer a minha visão sobre anabolizantes esteroides daqui para diante e espero que sirva de contrapeso para que conheçam um pouco mais criticamente sobre os materiais que pretensamente são os salvadores da situação.
      Primeiramente, não sou contra nem a favor de aspirinas, diclofenacos, dipironas, portanto não posso ser contra ou a favor de esteróides. Medicações são medicações e não medidas políticas. Existe mal uso, óbvio, e vou escrever daqui para diante os mal usos mais comuns, isso porque vejo em uma centena de fóruns que costumo visitar pseudo-especialistas dando opiniões de leitores de bula com segundo grau completo (ainda que algumas vezes não), e falando os maiores absurdos.
      Nessa oportunidade, vou lhes deixar somente a seguinte frase para pensarem: sem os esteroides, os campeões seriam os mesmos, talvez sem marcas tão impressionantes, mas seriam os mesmos, porque ser um campeão depende de uma dezena de situações.
      Ter sucesso no seu planejamento de treinamento e dieta também segue a mesma trilha, logo, não adianta pensar que estaria livre de treinar ou fazer dieta de verdade pelo uso destas substâncias, porque este e um pensamento enganoso e perigoso.
      Logo iremos falar sobre tipos de treinamento, riscos, prevenção de lesão, etc. Tem muita coisa interessante para ser estudada além do incha-murcha-vira-mortadela que os esteroides mal indicados provocam.
      Estou à disposição de vocês, na próxima edição falaremos sobre uso de esteroides em patologias, para vocês começarem a entender de onde as drogas vieram e porque. Historia é muito importante.
    • Por Paulo Cavalcante Muzy
      Vamos combinar de somente falar a verdade? Então está bom, porque eu vou falar para vocês sobre o dia a dia que encontro nas academias nas quais eu treino e visito.
      É evidente que não vou escrever para vocês para orientar o uso ou endossar o abuso dessas substâncias, mas me vejo na obrigação de desmistificar certos mitos sobre medicamentos, porque são de fato um risco para a saúde, mas mais freqüente que isso, são um risco para quem gosta do esporte e fica se orientando.
      Caso testosterona fosse o segredo do negócio, o bíceps era proporcional à quantidade de ampolas e caras como Hany Rambod, Charles Glass ou Milos Sarcev, ou até mesmo John Weider, Mike Mentzer ou Arnold Schwarzenegger nunca teriam espaço para propagar suas idéias ou metodologias.
      Sendo assim o que gostaria que vocês ponderassem é sobre todos os efeitos da testosterona sobre o físico do atleta e dessa forma percebessem duas coisas:
      o uso não é inócuo ainda que muita gente use e não apresente efeitos colaterais; físico com qualidade depende de metodologia de ganhos e o uso de determinada substância pode estragar um preparo bem feito de meses, às vezes até anos... Lembrem-se do fator sarcoplasmático: ter hipertrofia às custas de retenção de glicogênio por uso de testosterona, além de fazer aquele visual bolo-fofo, diminui a separação muscular e em alguns casos pode até engrossar a pele porque mesmo não sendo um corticite, ela por ter relação com todos os ésteres de colesterol, guarda alguns efeitos glicocorticóides.
      Outra coisa importante: os músculos tem densidades de receptores para testosterona de gama variada.
      Os que mais tem receptores para ela são o trapézio e o tríceps, logo, se vocês estão procurando adequação de proporções, cuidado.
      Músculos mais desenvolvidos que outros podem, ao trabalharem juntos em exercícios básicos, causar um efeito treinamento cujo resultado fique difícil de ser previsto e cuja correção pode ser de extrema dificuldade.
      Lembrem-se também da hipertrofia visceral que acontece não só com hGH.  De que adianta virar uma parede de músculos se a sua linha se parece com a de uma geladeira tri-véia?
      Sabe por que fisiculturista cumprimenta batendo na lombar? Porque aquela região maldita terra-de-ninguém dos flancos é onde guardamos líquido extra. São nossas corcovas de camelo. Lá é onde ficamos com a maior retenção, logo, o sujeito que lança mão de testosterona em largueza, por mais seco que esteja, vai ficar com um pneuzinho ali: tá pego!
      Por último: cuidado com as alterações que são anatômicas e que não saem com treino ou com dieta. Você pode conquistar um problema muito mais complicado tentando resolver um muito simples. E claro, JAMAIS apóie um treino porcaria com uma dieta de lixo no uso de esteroides.
      Você estará sendo bobo, apenas mais uma diversão para quem gosta de rir da ignorância alheia. Pense bem. Meu conselho médico e de atleta.
      Abraço e muita performance com muita saúde! Muzy
    • Por fisiculturismo
      O documentário Bigger Stronger Faster - Is it still cheating if everyone's doing it? (em tradução livre: Maior Mais Forte Mais Rápido - deixa de ser trapaça quando todo mundo trapaceia?) é uma crítica acirrada à cultura norte-americana, onde a população se apresenta contrária ao uso de anabolizantes esteróides nos esportes e para fins estéticos, mas ao mesmo tempo venera atletas que fazem uso de substâncias ilegais.
      Dentre os famosos que são venerados pelos norte-americanos, e que fazem ou que fizeram uso de anabolizantes esteróides, o filme apresenta Hulk Hogan, Sylvester Stallone, e Arnold Schwarzenegger.
      Segundo o documentário essas personalidades influenciam crianças, jovens e adultos apresentando físicos extremamente musculosos, mas escondem a verdade por trás das montanhas de músculos: anabolizantes esteróides.
      O filme apresenta uma realidade obscura dos esportes de elite, que não incomoda apenas o fisiculturismo de alto rendimento, mas praticamente todas as modalidades esportivas que dependem de músculos fortes e rápidos: o doping.
      Para o documentário, o atleta de elite é compelido a usar anabolizantes para atingir o topo nos esportes, sem os quais nunca seria um campeão, certo que todos os competidores fazem uso de alguma substância proibida.
      São apresentados no vídeo os casos dos velocistas Ben Johnson e Carl Lewis, do ciclita Floyd Landis e dos jogedores de baseball José Canseco, Barry Bonds e Mark McGwire.
      No filme são entrevistados médicos, advogados, parlmentares, atletas profissionais e ratos de academia.
      O autor do documentário critica o pânico que a mídia levanta em torno dos anabolizantes, sem base científica ou prática para tratá-los como drogas homicidas.
      Apresenta 450.000 como o número de mortes causadas por cigarro a cada ano; 75.000 por álcool; e apenas 3 por anabolizantes esteróides.
      Nos números de emergência de hospital, o documentário apresenta como primeiro colocado no lista o álcool, como segundo colocado a cocaína, terceiro a maconha, e somente na centésima quadragésima segunda posição os anabolizantes esteróides.
      Há no documentário depoimento do médico Norm Fost, segundo o qual não haveria dúvida de que os esteróides anabolizantes esteróides causam sérios efeitos colaterais, mas que eles não teriam sido devidamente demonstrados ainda.
      Também há depoimento do médico Gary Wadler, que é contra os anabolizantes e representa a entidade Antidoping, e que diz que os efeitos colaterais dos esteróides não podem ser demonstrados porque seria antiético.
      No filme são apresentados os efeitos colaterais da Vitamina C, pelo médico Carlon Colker, e que são muito semelhantes àqueles imputados aos anabolizantes esteróides. Segundo o médico, até amendoim é perigoso, pessoas alérgicas podem morrer por causa dele. Mas não é por isso que o amendoim é proibido para consumo.
      Um dos irmãos do produtor do documentário, que é usuário de esteróides, diz que sentiu como efeitos colaterais: acne e crescimento de pelos no peito e nas costas. O outro irmão, que também é usuário da droga, afirma que ao usar esteróides tem reduzidas as "bolas do saco".

      Uma atleta profissional diz que o efeito colateral é o som grosso da voz e o crescimento de pelos.
      De acordo com o documentário, não haveria alteração de personalidade pelo uso de esteróides, ou ataques de raiva, como é divulgado na mídia.
      Segundo o documentário, os esteróides anabolizantes têm sim efeitos colaterais, como qualquer outro medicamento, mas eles seriam reversíveis com o fim do uso da droga. São mencionados os seguintes efeitos colaterais: acne, crescimento de pelos, aumento do colesterol, diminuição dos testículos e diminuição dos espermas (até mesmo esterilidade). Todos esses efeitos seriam reversíveis.
      Para o produtor do documentário, os esteróides não causam calvície (mas podem adiantá-la se for um traço genético).
      Os esteróides também causam ginecomastia nos homens, e nas mulheres, além de acne e crescimento de pelos, causam engrossamento da voz, problemas menstruais e podem aumentar o clitóris. Alguns desses efeitos não seriam reversíveis.
      Nas crianças, os esteróides poderiam prejudicar o crescimento dos ossos, mas isso não foi provado.
      Também não foi provado que os esteróides causam câncer ou problema nos rins. Problemas no fígado seriam causados apenas por esteróides de administração oral.
      Quanto aos problemas de coração, diz o documentário que não há prova que os esteróides os causem, mas afirma que baixa testosterona também traz problemas de coração.
      No que toca à agressividade, o documentário afirma que apenas 5% da população apresenta esse efeito colateral.
      Sobre efeitos colaterais a longo prazo, não se pode dizer nada, porque não há nenhum estudo.
      Em entrevista, o advogado Rick Collins afirma que a sociedade norte-americana aceita que as pessoas se exponham a inúmeros riscos desnecessários, tais como cirurgias plásticas, lipoaspirações, bungee jump, saltos de pára-quedas, esquiar na neve e assim por diante. Os riscos dessas atividades são tremendos, sem qualquer necessidade. Se todos esses riscos são permitidos, por que não permitir o uso de anabolizantes esteróides para fins estéticos?
      De acordo com o advogado, os usuários de esteróides são em sua grande maioria (85%) ratos de academia, e não atletas, o que não justificaria a proibição dos esteróides por razões de trapaça nos esportes.
      No vídeo é apresentada uma entrevista com o médico Wade Exum, diretor do comitê olímpico norte-americano de controle de doping, o qual revelou que mais de 2.000 atletas falharam no antidoping, mas que os resultados foram escondidos.
      O documentário ainda aborda o caso nebuloso de um adolescente que se suicidou e cujos pais e a mídia culparam os esteróides, o que deu origem a uma lei dura contra os anabolizantes no Congresso norte-americano. No entanto, o adolescente tinha outros problemas completamente alheios aos anabolizantes.
      Por fim, o filme critica a indústria de suplementos alimentares, a falta de controle sobre os produtos e as propagandas enganosas em torno dela.
      Em resumo, o documentário é uma forte crítica a alguns valores sociais. Permite-se que o cidadão assuma inúmeros riscos sem necessidade, para fins estéticos ou de prazer, mas não se permite que use esteróides.
      Cigarro e álcool são drogas que matam milhares de vezes mais do que esteróides, mas são permitidos. Não há demonstração científica de que os esteróides causem mortes, mas eles são os primeiros a serem apontados como causa de morte quando algum de seus usuários falece.
      E os grandes heróis norte-americanos, produtos de filmes como Rocky, Rambo, Exterminador do Futuro e outros, foram estrelados por pessoas que usam ou usavam esteróides, mas são veneradas pelos mesmos que condenam o uso das drogas.
      Assista ao filme no YouTube:
      Obs.: Atenção: Apesar de o documentário criticar a proibição do uso de anabolizantes para fins estéticos, cumpre lembrar que no Brasil a sua venda também é proibida para esse fim. Somente podem ser adquiridos por razões de saúde e com prescrição médica. Não se esqueça que todos os medicamentos têm efeitos colaterais, e o mau uso de anabolizantes pode causar severos efeitos colaterais.
      Você acha que os anabolizantes esteróides deveriam ser permitidos para fins estéticos?
      Ninguém duvida que os esteróides anabolizantes proporcinam impressionantes ganhos de força e massa muscular, mas o seu usuário se sujeita a riscos por conta de efeitos colaterais já comprovados, bem como por outros ainda não demonstrados.
      Se a sociedade aceita o consumo de drogas como o álcool e o cigarro (que comprovadamente causam severos danos à saúde), e de intervenções cirúrgicas de risco para fins estéticos (desnecessárias), deveria também aceitar o uso de anabolizantes por adultos para melhora da massa muscular e aparência geral do corpo?
      A proibição ou a liberação do uso depende de lei, e a lei, em teoria, decorre da vontade do povo.
      Criamos em nosso fórum um tópico para que os usuários discutam sobre o uso de anabolizantes esteróides para fins estéticos. Se você é contrário ou a favor, não deixe de expressar a sua opinião.
      Para participar da discussão, clique no link abaixo:
    • Por fisiculturismo
      O site Bodybuilding.com é referência sobre fisiculturismo na internet. Nele foi publicado um artigo escrito por Wayne Mercer, onde o autor diz que o problema dos anabolizantes esteróides não é o seu uso, mas o seu abuso.
      Para o autor, o uso cuidadoso e responsável de anabolizantes esteróides traria mais benefícios que malefícios.
      O tema é polêmico, e o artigo tem que ser lido com ressalvas. Ele revela a opinião do seu autor, contrária às opiniões que costumam se apresentar na imprensa de um modo geral.
      Como qualquer droga, os esteróides causam efeitos colaterais, portanto, os efeitos negativos existem efetivamente.
      É sempre bom lembrar que no Brasil o uso de anabolizantes esteróides somente pode ser prescrito por médicos para fins de tratamento de saúde, e sua venda somente pode se dar em farmácias, com a apresentação da respectiva prescrição.
      Wayne Mercer, escritor do artigo, diz que, quando começou a levantar pesos, só ouvia falar mal acerca de suplementação, musculação, dietas e, principalmente, esteróides.
      Existe uma gama de informações sobre os efeitos dos anabolizantes no organismo. O primeiro ele pôde constatar pessoalmente no passado quando jogava futebol na faculdade: fez um ciclo (oito semanas) de uma droga bastante leve e parou no tempo certo para não ser pego no antidopping da NCAA. A sua opinião é que se você não tiver um objetivo específico, como seguir uma carreira esportiva ou ser um fisiculturista, então, você provavelmente não precisa ingerí-los.
      Antes de Mercer começar o ciclo, ele fez suas próprias pesquisas para saber tudo o que podia a respeito tanto dos perigos quanto das benéfices dos esteróides. A realidade é que aprendeu ao longo dos anos. Por meio da internet, soube que a maioria das informações estão em alemão, mas, de início, leu uma matéria escrita por Dan Duchaine – o guru e um dos maiores conhecedores do assunto – na revista Muscle Media.
      Os textos redigidos por médicos trazem reiteradamente a mesma palavra: abuso. O que é preciso entender é a diferença entre o uso e o abuso de esteróides. A grande quantidade deles, como de qualquer outra substância, é prejudicial à saúde.
      Assim, se você decidir realizar um ciclo, deve fazê-lo com inteligência. Wayne aconselha a, primeiramente, ir ao médico, fazer um exame de sangue, especialmente para checar se o fígado encontra-se em condições normais. Depois disso é que se deve esclarecer ao doutor quais os seus planos para que ele lhe dê conselhos adicionais.
      Após quatro semanas do ciclo, é bom que se faça outro exame de sangue. Daí, sim, você decidirá o que fazer e por quanto tempo. É o melhor modo de se determinar o que é uso, abuso e, até mesmo, estabilidade.
      Quanto aos efeitos colaterais, geralmente, associam-se os esteróides-anabolizantes a um comportamento agressivo (“roid rage”), o que pode variar de pessoa para pessoa.
      O autor descreve que, em sua experiência pessoal, sentiu-se pouquíssimo nervoso, porém, se naturalmente você for uma pessoa agitada, a sua ingestão faz com que se acirre o nervosismo. Há outros, por quais ele não passou, tais como queda de cabelo, encolhimento dos testículos, ginomastia, ocorridos, principalmente, com quem faz muitos ciclos seguidos.
      O corpo acusa um nível elevado de testosterona e pára a sua produção. Isso acontece porque, por vezes, quem vende “bomba” não oferece HCG, Andro, DHEA ou tribulus, os quais estimulam o corpo a produzir testosterona naturalmente. A ginomastia ou “tetas” podem ser prevenidas pelo uso do chrisin, espécie de tratamento terapêutico, uma vez que evita a transformação de testosterona em estrogênio.
      O autor diz que a sua motivação foi estética e que faria tudo de novo, pois os efeitos positivos superam os negativos se o ciclo de esteróides for realizado com cuidado e responsabilidade.
      Autor do texto em inglês: Wayne Mercer (CMERCER@hot.rr.com)
      Interpretação do texto em inglês realizada por: Oksana Maria
      FONTE do artigo:  bodybuilding.com/fun/mercer6.htm
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