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wey protein da midway? bom»?

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13 posts neste tópico

to pensando em comprar wey protein da marca midwey conhecem? é bom? porqu euma vez comprei creatina da neo nutri e vou dizer.. é um lixo

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cara, se você achou um lixo a marca Neo Nutri, então nem chega perto da MidWay, porque te garanto que é mil vezes pior! Uma marca nacional boa de Whey é a Probiótica.

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Esqueça Midway cara,se eu naum me engano cada dose de whey deles tem 17 g de proteina,enqto a whey da atlhetica q eu to tomando tem 30g por dose de 40g do produto...valewww

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cara whey protein é whey protein, nao importa a marca

olhe no rotulo do produto, a quantidade de materia prima, no caso proteina por/dose e compare ai vc pode ver se é boa ou nao

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O da midway é uma me... mesmo, compre da optimum ou probiótica.

Os produtos da DNA acho que são bons, estou tomando a creatina DNA e estou gostando do resultado.

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Em 2002-09-07 01:09, Malhador escreveu:

cara whey protein é whey protein, nao importa a marca

olhe no rotulo do produto, a quantidade de materia prima, no caso proteina por/dose e compare ai vc pode ver se é boa ou nao

naum é bem assim naum !!! Vc tem que ver a cadeia de aminoacido...materia prima importada e tc ?!? E a da Midway msmo sem olhar te afirmo que é fraco !!

_________________

concerteza para isso existe o rotulo e a tabela nutricional...

que é o que importa

[ Esta Mensagem foi editada por: Malhador em 2002-09-07 17:56 ]

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Olá.

Existem alguns factores importantes quando estamos a escolher um suplemento alimentar. Os rótulos são muito importantes para avaliar se um determinado suplemento alimentar é bom ou não. O rótulo deverá ter o nome dos nutrientes, a quantidade e a forma usada. Além disso, deverá ter o número de tabletes ou doses individuais que permite a embalagem.

Antes de começar a escolher uma marca de suplementos nutricionais, é importante conhecer como funcionam os nutrientes que compramos.

Veja as informações do whey protein midway

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cara, compra nos sites ai, Whey Galmbia, ou Whey Hilmar velhor!

o custo x benefício é 899 vezes melhor do que todos esses que te falaram!!!!!!!!

e nao esquece de tomar uma malto junto!

Abraços de AÇo!

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cara, compra nos sites ai, Whey Galmbia, ou Whey Hilmar velhor!

o custo x benefício é 899 vezes melhor do que todos esses que te falaram!!!!!!!!

e nao esquece de tomar uma malto junto!

Abraços de AÇo!

E após NOVE anos.. eis que...

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      A suplementação com BCAAs tem sido utilizada com sucesso por indivíduos em períodos de restrição calórica, como em dietas de definição muscular, por exemplo. Observa-se menor perda de tecido magro quando se suplementa a dieta com esse produto. Uma ótima dica é utilizar BCAAS logo antes da aerobiose em jejum (prática muito comum em bodybuilders de alto nível), visando evitar o catabolismo.
      Os BCAAs podem ser considerados como um suplemento relativamente seguro, contudo, seu excesso pode inibir a absorção de outros aminoácidos pelo organismo. Além disso, doses excessivas podem causar uma maior retenção líquida levando a um mal estar gastrintestinal. É importante ressaltar que a relação adequada entre os aminoácidos é de: 40% de Leucina; 30% de Isoleucina e 30% de Valina.
      Carboidratos
      A suplementação com glicose ou outras formas de carboidratos, antes, durante e após o exercício, pode melhorar o desempenho. Milhares de estudos sobre esse assunto têm sido realizados, desde que os carboidratos foram identificados como a fonte energética mais eficiente, há mais de 70 anos.
      Dentre os mais usados, podemos citar a maltodextrina, que é um carboidrato complexo de rápida absorção pelo organismo, e a dextrose que é um carboidrato simples de elevado índice glicêmico. O uso desses produtos normalmente é restrito aos horários do treinamento de musculação e/ou aerobiose, mas pode-se complementar alguma refeição com maltodextrina, se necessário.
      Já a utilização de dextrose antes do treinamento tem causado hipoglicemia, como ação rebote em um número considerável de pessoas, sendo que outras, não apresentam essa reação. A experiência individual é importante nesse caso. Imediatamente após o treinamento, em conjunto com uma solução de proteínas de rápida absorção, o uso de dextrose tem apresentado ótimos resultados, pois ela causa um pico na liberação do hormônio anabólico insulina, otimizando a síntese protéica e ressíntese de glicogênio.
      Pode-se também acrescentar um pouco de maltodextrina na fórmula. A dosagem de carboidratos recomendada para se atingir um pico na liberação de insulina fica entre 70 e 90 gramas de carboidratos simples, mas isto novamente varia de acordo com o peso corporal e outros fatores individuais.
      Existem ainda produtos que combinam vários tipos de carboidratos e eletrólitos, tais como sódio, potássio e magnésio. Esses suplementos são indicados para atividades de alta intensidade, porém com uma duração superior à uma hora, sendo que em uma sessão de alta intensidade de musculação, com duração menor do que uma hora não se faz necessária sua utilização, ainda mais em clima ameno.
      Creatina
      Este é sem dúvida um dos suplementos alimentares mais estudados pela comunidade científica nos últimos anos. A coitada já foi investigada milhões de vezes. É verdade que muitos desses estudos foram mal formulados e apenas fazem volume nas prateleiras da biblioteca de algumas Universidades.
      Muito se especula sobre os possíveis efeitos colaterais da suplementação de creatina, principalmente no que se refere à saúde renal. Ocorre que para indivíduos com função renal prejudicada, ela pode oferecer algum risco, mas até o presente momento, constatou-se que os rins sadios são perfeitamente capazes de eliminar o excesso de creatinina (metabólito proveniente da decomposição da creatina) em uma suplementação apropriada, desde que a hidratação diária seja eficiente.
      Sugere-se ainda que a creatina tenha diversas aplicações terapêuticas, tais como em populações idosas, atrofias musculares, mal de Parkinson, miopatias e algumas doenças cerebrais.
      Glutamina
      A glutamina é o aminoácido mais abundante do nosso plasma sangüíneo. É um aminoácido não essencial (produzido pelo próprio organismo), sendo sintetizado por meio da desaminação e transaminação de outros aminoácidos, especialmente os de cadeia ramificada (BCAAs).
      A glutamina é essencial para o crescimento e diferenciação celular. Está envolvida tanto em funções anabólicas quanto catabólicas em diversos tecidos do corpo, ou seja, nosso organismo é altamente dependente desse aminoácido.
      Observa-se que com o treinamento intenso e/ou prolongado, os níveis de glutamina plasmática reduzem drasticamente, podendo ficar até 50% menores, aumentando a susceptibilidade a lesões e processos inflamatórios, um pesadelo para quem objetiva ganhos musculares.
      Além disso, com esse decréscimo na glutamina plasmática, a susceptibilidade a infecções do trato respiratório é muito maior, principalmente em atletas com overtraining, pois o sistema imunológico é altamente dependente desse aminoácido.
      Tem sido demonstrado que a concentração intramuscular de glutamina é importante para o processo de síntese protéica e de glicogênio, ocasionando uma maior disponibilidade energética para os processos anabólicos. Ocorre um aumento da hidratação celular promovida pela entrada da glutamina na célula, servindo como um estímulo para a síntese e/ou inibição da degradação protéica e do glicogênio muscular, criando as condições ideais para o crescimento muscular.
      A suplementação com glutamina tem sido utilizada para reduzir o intenso catabolismo muscular. Este ocorre quando elevados níveis de glutamina deixam o músculo, desidratando as células. A suplementação poupa o tecido muscular que seria catabolizado para prover glutamina para outras células do corpo, permitindo assim que o tecido muscular use glutamina para sintetizar tecido muscular novo, resultando em maior hipertrofia.
      A glutamina também estimula a síntese de hormônio do crescimento, além de reduzir a ação catabólica do hormônio cortisol. Em períodos de restrição calórica, a suplementação com esse aminoácido é muito interessante, porque pode auxiliar na manutenção da massa magra.
      HMB (hydroxy beta-methylbutyrate)
      O HMB é um metabólito da leucina, produzido endogenamente em animais, sendo que nosso organismo produz cerca de 0,2 a 0,4g de HMB por dia. O HMB é metabolizado a HMG-CoA, que é utilizado para a síntese de colesterol. Ao contrário do que muitos pensam, o colesterol não é todo um mal, desde que seus níveis encontrem-se dentro dos padrões saudáveis. Esse é um tipo de lipídio fundamental para o bom funcionamento de inúmeras funções orgânicas, tais como: estruturação celular e síntese hormonal.
      A teoria usada para explicar a ação do HMB é que a célula muscular estressada ou danificada pode não estar apta para produzir HMG-CoA suficientemente para suportar a adequada síntese de colesterol para a função celular, incluindo o próprio funcionamento da membrana celular. Portanto, supõe-se que a suplementação com HMB auxilie no aumento da massa muscular magra. Sugere-se que esses efeitos são alcançados por meio da inibição da degradação do tecido muscular durante o exercício intenso.
      A dosagem efetiva, normalmente fica entre 3 – 6 gramas por dia. Sugere-se principalmente o uso de HMB para períodos específicos, tais como em dietas hipocalóricas. O suplemento pode reduzir o catabolismo, minimizando a perda de tecido magro. Mulheres tendem a apresentar um ótimo resultado com este suplemento.
      Mix Protéicos
      Essa classe de suplementos combina vários tipos de proteínas com diferentes tempos de absorção pelo organismo, garantindo uma adequação na ingestão protéica na dieta, com baixos teores de gordura e colesterol. Estes produtos são ideais para serem consumidos em horários nos quais é necessária uma ingestão de proteínas, mas, por falta de tempo ou disponibilidade, não é possível efetuar uma refeição sólida.
      O maior problema envolvendo os alimentos ricos em proteínas de alto valor biológico é a dificuldade de transporte e armazenamento. Não é nada fácil ficar carregando claras de ovos, frango e peixes para cima e para baixo!
      Já os alimentos fonte de carboidratos não necessitam de cuidados específicos no armazenamento, sendo mais fáceis de serem transportados. Uma dica nesses casos é utilizar frutas, aveia, barra de cereais ou batata-doce, como fonte de carboidratos e complementar o teor de proteínas da refeição com o mix protéico.
      Óxido Nítrico (NO2)
      Esse é o suplemento da moda. Há vários anos, a promessa eram os “massas três milhões” e, poucos anos atrás, a promessa era a creatina. No entanto, a suplementação com arginina, componente ativo do NO2, já é conhecida há muito tempo. Na década de 80, comercializava-se esse aminoácido com a promessa de estimular a liberação de hormônio do crescimento no organismo.
      Porém, a arginina, que é um aminoácido classificado como condicionalmente essencial, era comercializada anteriormente em sua forma simples. Atualmente, utiliza-se a arginina-alpha-keto-glutarato, pois essa combinação possui uma biodisponibilidade muito maior do que a versão original.
      O principal motivo do uso do NO2 é estimular a liberação de uma substância conhecida como óxido nítrico pelo organismo. O óxido nítrico estimula a vasodilatação, proporcionando uma maior absorção de nutrientes, devido ao aumento no fluxo sangüíneo. Observa-se ainda um significativo ganho de força em alguns indivíduos quando se administra o NO2. Portanto, esse suplemento pode ser interessante tanto nos períodos de ganho de massa magra quanto nos períodos em que se objetiva definição muscular.
      Refeições Líquidas
      Considero essa classe de suplementos como uma das mais importantes nos dias atuais. Esses produtos proporcionam rapidez e praticidade na hora de se realizar uma refeição. Poucos são aqueles privilegiados que têm ao seu lado uma super-mãe ou uma super-namorada para preparar todas as várias refeições nutritivas a serem realizadas durante o dia. E ainda, hoje, mais do que nunca, a carga horária despendida com o trabalho, impossibilita a maioria de nós a realizar várias refeições bem elaboradas.
      Além desses fatores, convenhamos que algumas dessas refeições possuem sabor agradável e, devido a grande variedade de produtos existentes no mercado, podemos utilizar a refeição líquida adequada para cada indivíduo no horário que for necessário.
      Vitaminas e Sais Minerais
      As vitaminas possuem várias funções no corpo humano, influenciando um grande número de processos fisiológicos importantes para o exercício e para a performance. Por exemplo, muitas vitaminas do complexo B estão envolvidas no metabolismo energético, uma importante consideração durante o exercício.
      Algumas das vitaminas do complexo B também são fundamentais para a formação da hemoglobina, proteína fundamental para manter uma performance adequada. Já os sais minerais são essenciais para vários processos orgânicos, tais como: contração muscular, equilíbrio ácido-básico sangüíneo, condução de impulsos nervosos, transporte de oxigênio, fosforilação oxidativa, ativação enzimática, função imunológica, ação antioxidante e saúde óssea.
      Toda a população poderia obter as quantidades necessárias de vitaminas e sais minerais apenas por meio da dieta, porém, infelizmente, não são todos os que conseguem manter uma ótima ingestão de legumes, verduras e frutas. E ainda, no caso de atletas ou indivíduos fisicamente ativos, a suplementação com alguns desses micronutrientes pode ser necessária em alguns períodos específicos.
      Estudos ainda demonstram que o trabalho muscular intenso gera maiores quantidades de radicais livres de oxigênio, os quais, se não forem devidamente neutralizados, podem iniciar um processo deletério nas células e tecidos, chamado estresse oxidativo. Este pode levar à destruição de lipídios, proteínas e ácidos nucléicos, causando diminuição da performance física, fadiga muscular, estresse muscular e overtraining.
      Para prevenir o estresse oxidativo, o organismo apresenta um grande número de antioxidantes enzimáticos e não enzimáticos, que previnem a formação de espécies ativas de oxigênio ou até mesmo as elimina.
      Radicais livres são moléculas que possuem um ou mais elétrons desemparelhados em seu orbital mais externo. Essa peculiaridade química forma a base de sua toxicidade. A formação de radicais livres é absolutamente normal em indivíduos sadios, pois é inerente ao próprio consumo de oxigênio, que aproveita o potencial destrutivo dessas espécies reativas para proteger-se contra bactérias e outros microorganismos. No entanto, quando a produção de radicais livres supera os mecanismos antioxidantes, ocorre o estresse oxidativo.
      Antioxidantes são substâncias capazes, mesmo em concentrações relativamente baixas, de retardar ou inibir a oxidação do substrato. Podem agir bloqueando a formação de radicais livres ou interagindo com eles, tornando-os inativos. Podem também ser definidos como qualquer substância capaz de doar elétrons para o radical livre, tornando-o um composto eletricamente estável.
      A administração de antioxidantes, como as vitaminas C e E, podem reduzir a lesão oxidativa causada pelo exercício. Como já foi descrito, o exercício intenso aumenta o consumo de vários antioxidantes. Conseqüentemente, a suplementação dietética de antioxidantes específicos é desejável e benéfica aos atletas e indivíduos com atividade física intensa.
      Whey Protein
      Este é sem dúvida um dos suplementos mais utilizados em todo o Brasil. Raramente entramos em uma academia sem nos depararmos com indivíduos chacoalhando seus potes com whey protein após uma sessão de treinamento. A whey protein, além de auxiliar no processo de recuperação muscular, é considerada a proteína de melhor absorção a ser utilizada após o treinamento, período conhecido por promover um maior aproveitamento de nutrientes.
      Acontece que muitos acabam usando a whey protein em vão. Observamos, por exemplo, que indivíduos a utilizam em vários horários do dia. Só que esse tipo de proteína possui uma rápida absorção, ou seja, seus aminoácidos permanecem por períodos pequenos no plasma sangüíneo.
      Por isso, aconselha-se basicamente o uso de whey protein imediatamente antes e após o treinamento, ou pela manhã (horários em que nosso organismo necessita de proteínas rapidamente; e nos demais horários, usar proteínas com uma absorção mais gradual, como um mix de proteínas. Vale ressaltar que o uso da whey protein logo após o treinamento deve preferencialmente ser acompanhado de carboidratos, evitando com isso a utilização da proteína como fonte de energia.
      E os queimadores de gordura?
      Temos hoje vários tipos de produtos que prometem “fritar” gorduras no mercado, dentre eles podemos mencionar:
      CLA; a L-carnitina; produtos a base de cafeína; quitosana; garcinia; faseolamina; picolinato de cromo; chá verde; chá branco, etc. Realmente, todos eles apresentam um pequeno auxílio na utilização da gordura corporal como fonte energética, mas posso garantir que ainda não existe nada melhor para queimar gordura corporal do que uma dieta bem formulada associada a musculação e a correta aerobiose.
      Portanto, não crie muitas expectativas quanto a estes produtos! Vale ressaltar que eles podem realmente auxiliar o processo, mas somente se acompanhados de uma dieta e treinamento adequados. Não esperem milagres!
    • Por Fabiana Ribeiro
      Junte todos os ingredientes e bata no liqüidificador, mixer ou shaker de sua preferência.
    • Por Peter Jazz
      Olá pessoal. Acabei de me cadastrar neste site, achei muito interessante o conteúdo desta comunidade. Gostaria que me ajudassem em uma dúvida que estou tendo sobre suplementação.
      Faço academia todo dia na parte da manhã das 7:00 às 8:00. Antes do treino tomo um copo de leite com achocolatado e um pão francês com pate de atum e 1 Caps. de BCAA.
      E todo dia após o término do treino eu pedalo por 50 minutos a 1 hora fazendo 25 km de casa ao trabalho. E as 18:00 volto pelo mesmo caminho.
      Ultimamente tenho tomado duas vezes ao dia após os treinos de manhã e de noite, Whey (1 scoop= 30g) + 1 BCAA + uma colher de chá de glutamina. 
      Ai vem minha dúvida é: Como faço musculação e depois ciclismo, estou com medo de deixar durante os 50 minutos de aeróbico meus músculos do treino de musculação sem proteínas. Estou fazendo certo em tomar o suplemento após todo o treino? E esta certo eu tomar duas vezes ao dia suplementação?
       
       
    • Por Dra. Shalimar Diniz
      Atualmente a maioria das pessoas já sabe a grande importância de praticar exercícios físicos para ter uma saúde em dia e um físico de dar inveja. Uma boa parte dessas pessoas opta por se matricular em uma academia, praticando exercícios aeróbios e/ou musculação. Porém, o que ocorre muita das vezes, é que mesmo tendo um treino excelente, se a alimentação estiver inadequada, não haverá os melhores resultados ou até mesmo quase nenhum resultado. É por isso que o binômio treino+alimentação adequada é fundamental.
      Algumas pessoas tentam se alimentar por conta própria ao invés de procurar ajuda profissional e aí não chegam aonde poderiam estar. É muita informação sobre dieta, o que pode ficar meio confuso. Chegando à academia, com o objetivo de hipertrofia, emagrecimento, ou "secar" = reduzir o percentual de gordura - muitos vão ouvir a indicação de que deverá tomar suplemento proteico e que o mais indicado seria o Whey Protein. Mas será que todos podem e devem tomar? Qual a sua dose? E o principal: O que é o Whey Protein e quais os tipos existentes?
      Primeiramente podemos saber o que é um suplemento. Segundo a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Alimentar- suplementos alimentares são alimentos especialmente formulados e elaborados para praticantes de atividade física. Eles contêm as mesmas substâncias nutricionais dos alimentos, mas em doses concentradas. Algumas pessoas confundem suplemento com anabolizante. Não tem nada a ver um com outro. Os anabolizantes são substâncias sintéticas, que tem os hormônios como base e geralmente testosterona e o de crescimento (GH). Costumam ser prescritos por um médico em caso de necessidade.
      A Whey Protein é uma proteína que provém do soro do leite (considerado melhor fonte de proteínas), possui alto valor biológico (contêm todos os aminoácidos essenciais para construção muscular), altas concentrações de BCAA e de glutamina. É usada numa tentativa de impulsionar os níveis de força, acentuar ganhos no tamanho do músculo e reparar/prevenir danos no tecido muscular que ocorrem após a prática de exercícios intensos.
      Quando treinamos causamos micro-lesões no tecido muscular e como defesa o corpo dá um estímulo de recuperação desse tecido. Porém, para que isso aconteça da melhor forma possível, o corpo deverá ter disponível: proteínas, carboidrato e outros nutrientes essenciais. Caso contrário, após cada treino, ocorrerá perda de massa muscular.
      A Whey Protein além de ser matéria-prima para construção muscular, ajuda na manutenção da imunidade, já que contêm muitas imunoglobulinas e lactoferrinas. Promove também mais saciedade, além de ser rica em cisteína um aminoácido necessário para produção de glutationa no fígado, auxiliando assim no processo de desintoxicação.
      O Whey Protein é um suplemento muito utilizado, pois é uma maneira fácil de aumentarmos a proteína da dieta sem que aumentemos lipídeos (gordura), afinal, a maioria dos tipos de proteínas da nossa alimentação estão aliados a gordura.
      O que muitos não sabem é que o Whey Protein pode ser encaixado em uma dieta em diversos horários e formas e ele ser usado em uma dieta tanto para ganho de massa, como para emagrecimento, redução de percentual de gordura... Tudo dependerá do conjunto do cardápio e de como ele será encaixado.
      Importante: O Whey Protein só funcionará da forma que deseja, caso a dieta como um todo esteja adequada! Isto é, se o indivíduo quer ganhar massa e toma Whey Protein com esse propósito, mas se alimenta com menos proteína do que deveria ou não sabe como tomar, o Whey Protein terá papel de complemento ou função energética e não de suplemento.
      Quais são os tipos de Whey Protein existentes?
      Concentrada: Pode fornecer aproximadamente 29 a 89% de proteína, dependendo do tipo de produto. Quanto menor o nível de proteína concentrada, maiores são os níveis de gordura e lactose, podendo conter grandes quantidades de imunoglobulinas e lactoferrinas. Ou seja, mantêm carboidratos e gorduras do leite em pequena quantidade e em maior proporção a proteína. É a forma mais barata de Whey Protein, rica em aminoácidos essenciais e de cadeia ramificada, que permitem a liberação de componentes bioativos responsáveis pela aceleração do anabolismo e recuperação muscular. Não é indicado para quem tem intolerância à lactose. Isolada: É a forma de Whey Protein mais pura, contendo cerca de 90% ou mais de proteína em sua composição. Além disso, a maioria das Wheys Isoladas são isentas de gordura e com menos de 1% de lactose, sendo o mais indicado para os portadores de intolerância à lactose. Possui todas as vitaminas e mineras do leite, além de todos aminoácidos essenciais, não essenciais e condicionalmente essenciais. Sua digestão é considerada ótima. Hidrolisada: Este tipo de Whey Protein possui as cadeias de proteínas quebradas em menores segmentos, os peptídeos, tornando-o mais fácil e rápido de ser digerido. É um tipo de proteína que tem menores possibilidades de causar reações alérgicas. No mercado há Whey Protein parcialmente hidrolisado e 100% hidrolisado. Tipos de Apresentação do Whey Protein:
      Pó: é o mais conhecido, todas as marcas disponibilizam essa forma. Diversos tamanhos de frascos com 900g, 1400g, 2000g e 3500g, fracionada em saches de 50 a 60 gramas e até mesmo pacotes (saco). Whey líquido: suplemento rico em Whey já pronto para consumo na forma líquida. Prático. Whey em Gel: Suplemento prático de whey Protein também já pronto para consumo com a facilidade de transporte por estar em saches. Barras Proteicas: Barras ricas em Whey Protein que são bem práticas. Em geral possuem além da protein, um pouco de carboidrato, gordura, vitaminas e minerais. Algumas dicas sobre o Whey Protein:
      Lembre-se sempre de tampá-lo muito bem após o uso. Guarde em local fresco e arejado. Escolha os que têm menos quantidade de gordura por dose. Pode optar por um Whey Protein que já tenha glutamina. Não se esqueça de ver qual sabor está comprando. A forma como irá tomar: puro, com leite, com suco, com outros suplementos, etc, vai depender de diversos fatores como o horário. Cuidado com a quantidade de proteína da sua dieta! Um excesso de proteína pode ser muito prejudicial para sua saúde, forçando rins e fígado demais. Tomar muita quantidade de proteína de uma vez só não faz com que ganhe mais massa, não será tudo absorvido, apenas forçando seu corpo a metabolizar tanta proteína junto. Algumas pessoas conseguem se alimentar de forma excelente, além de não ter um treino tão intenso, o que não torna obrigatório o uso do Whey Protein. O horário onde deve tomá-lo, as quantidades e como deve tomá-lo, irão depender de uma série de fatores como: objetivo, avaliação física, objetivo, horários das refeições e treinos, gasto calórico, necessidades de proteína, etc.
      Por isso, para saber exatamente se deve usar essa proteína, quando e como, é importante fazer uma consulta com um profissional nutricionista, que avaliará todos os pontos necessários, e respeitando as individualidades, indicará o melhor e ideal para um. Lembre-se: o tipo, forma, quantidade e horário de suplemento e dieta que seu amigo tem, pode não ser o ideal para você.