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OMBRO bichado depois de exagerar no peso do supino


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iae.. tpo.. eu tava fazendo série 3x12 em todos os d peito.. aí.. um dia eu tava puto ja pq eu queria mudar d série e sempre rolava alguma parada q eu nao ia.. aí eu cheguei e disse.. a vo mandar minha série.. peguei botei uns 30 kg em cada lado no supino ( eu sei q nao eh mto + eu sou novo..) e fiz o maximo q eu conseguia por série.. no maximo entre 3x10 e 3x6.. aí eu fiz isso no supino reto e no declinado.. aí eu fui pro inclinado.. botando + peso tmb.. eu tirei a barra desci pro peito.. qnd tava acabando d fazer a 1ª o braço direito n sei q q aconteceu soh sei q perdi a força do direito e a barra foi decendo estralando tudo.. aí eu nao consegui + forçar o braço... nem levantava.. soh levantava se alguem levantasse ele... aí fui no medico passou anti inflamatorio e fiquei com tipóia dps outro anti inflamatório e gelo.. isso desde MAIO até hj ele nao ta 100% as vezes ta melhor as vezes pior.. nunca tirei ressonancia pq eh caro.. será q eh melhor tirar?? eu acho q eh ligamento.. sei lah da a opinião d vcs ae vlw..

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    • Por Eduardo Ayub Lopes
      Fibromialgia é uma palavra que já caiu no domínio popular. Todos falam, dizem que têm, comentam, já tem até receita caseira.
      Nós aqui da Equipe VIPFISIOPERSONAL seguimos os conceitos do método Total Muscular Stretching, método esse de reeducação postural e treinamento físico. Segundo os conceitos de reeducação postural, (Bricot, 2001), alteração em mais de três captores posturais causam sintomatologia diversa, como: dores em várias regiões, articulações e músculos do corpo.
      As próprias dores disparam alterações no sistema nervoso que desembocam em sintomas depressivos, que só amplificam e pioram o quadro.
      Os captores mais comuns de causarem problemas são: olhos, pés, boca, pele e comprimento dos membros.
      Nossos olhos movimentam-se a partir de músculos que se inserem ao redor do globo ocular e dirigem o olho para cima, para baixo, para um lado e outro. Esses músculos podem sofrer de alterações que diminuem a capacidade de convergência dos olhos. Os déficits de mobilidade ocular causam alterações posturais principalmente na cervical, o profissional posturologista tem capacidade para regular essa alteração oculares, mas também podemos recorrer ao especialista, Ortoptista.
      Os pés são foco de várias alterações, que repercutem em todo o aparelho locomotor de forma ascendente, ou seja, as alterações posturais dos pés se alastram para as outras articulações, por exemplo: um pé “chato”, ou plano, inclina à tíbia “para dentro”, ou medialmente, o que torna o joelho “torto em X”, ou valgo. São aquelas pessoas que não conseguem aproximar os pés, porque os joelhos se encontram bem antes.
      Deve ser observado muito mais do que a postura dos pés a sua rigidez, pois os pés quando são rígidos são piores de serem tratados independentes da alteração.
      As alterações da boca são da alçada dos dentistas, ortopedistas funcionais e ortodontistas, mas o posturologista deve saber avaliar o caso e encaminhar ao profissional competente, pois se não houver a correção da boca as alterações posturais do aparelho locomotor também não serão corrigidas.
      Na boca podemos encontrar alterações como o ranger dos dentes a noite, bruxismo, alterações de mordida, como mordida cruzada, entre tantas outras. E não podemos nos esquecer que essas alterações levam um desalinhamento da articulação têmporo mandibular, e um possível desgaste desta articulação no futuro.
      As alterações na região da boca, normalmente incidem em alterações nos músculos óculo-motores, e repercutem também na região da cervical. Um dos sinais é a cabeça muito para frente em relação ao tronco e os ombros elevados em direção às orelhas.
      A pele é um grande órgão receptor, pois é a partir dela que tomamos contato com tudo que nos cerca, desde sensações agradáveis como um carinho, como sensações ruins como algo que nos fere.
      O circuito das decodificações dessas sensações no cérebro é extremamente complexo, mas enfim, nosso cérebro toma conhecimento de tudo que acontece.
      Quando temos uma cicatriz, ela pode hiper estimular o sistema nervoso, que por conseqüência hiper estimula também músculos do nosso corpo levando às alterações posturais. Nesses casos devem ser tratadas as cicatrizes.
      Não são todas as cicatrizes que causam alterações, são só aquelas que chamamos de patológicas, podemos diminuir a sensibilidade com uma sessão de crioterapia para avaliar melhor.
      Uma das alterações que mais passa despercebida é a das pernas longas e curtas, as alterações causadas por esse desequilíbrio é catastrófico, pois desequilibra todas as articulações, começando na pelve, ou “bacia”, chegando até ao nível da cabeça.
      Já atendi pacientes que não conseguiam rodar a cabeça, pois tinham um bloqueio na cervical causado por uma diferença de comprimento de membros de 3 mm, isso mesmo, milímetros. Há pessoas com diferença de centímetros.
      Nosso organismo é todo equilibrado, por isso que uma diferença mesmo que pequena causa muitos problemas.
      Estive com Bernard Bricot, nesta última sexta, dia 03 de dezembro em uma conferência em São Paulo/SP e pode compartilhar meus conceitos com ele e confirmar o trabalho que estamos fazendo na VIP-Cambuí.
      Concluindo alterações como as citadas acima quando combinadas causam os sintomas que atribuímos à fibromialgia, mas na realidade devemos observar os captores posturais, corrigi-los e se houver necessidade implementar um tratamento das cadeias musculares com o método Total Muscular Stretching?
    • Por Vinicius Idelfonso Tonioli
      Estou cansado de ouvir gente hipócrita e estúpida difamando a nossa classe. Dizendo que somos burros, bombados, que só temos músculos demais e cérebro de menos. Ouço ainda que somos bitolados, fechados em um mundo egoísta, e malucos.
      Desde que iniciei no esporte, minha vida mudou, e garanto que foi pra melhor. O fisiculturismo nos ensina valores que muitas vezes estão escondidos em nossos espíritos . Espíritos que são amontoados por vícios que a sociedade impõe. Comodismo, preguiça, indiferença, são malefícios impostos direta e indiretamente em nossas vidas de forma tão avassaladora que deixamos escondido aquilo que deveria realmente ser ressaltado, ou que pelo menos eu julgo que merecia ser ressaltado.
      O que você aprende com o Fisiculturismo além de técnicas para criar um corpo escultural? O que nos diferencia dos demais?
      Disciplina: Não existe um fisiculturista que não tenha isso como um dos principais valores. A disciplina, a insistência, o foco na missão é o que traz os resultados que a maioria não tem.
      Determinação: Quantas vezes você traça um objetivo e deixa pra lá? Desiste por dificuldades? Seja no que for, um fisiculturista aprende a nunca desistir, a ser determinado e ir até o fim em seus objetivos
      Dor: Todo fisiculturista sofre, passa fome ou então come o que odeia. Sente a dor de cada treino, a dor de cada lesão, a dor dos sacrifícios pelo seu objetivo. Isso só os torna mais fortes.
      Saúde: Enquanto a sociedade impõe que o homem feliz ideal é aquele que bebe cerveja, fuma e se acaba na noite, o atleta preza por sua saúde , alimentação regrada e bons hábitos.
      Poderia ficar horas mais aqui falando sobre os benefícios extra musculares que o fisiculturismo causa na vida das pessoas. Experimente pegar estes valores e aplicar na sua vida fora da academia. Com certeza começará a ser mais bem sucedido em todos os seus projetos.
    • Por Demetrius Brandão
      Introdução
      Sempre escutei essa frase ” No pain, no gain”! Mas será que se aplica a todos os tipos de treinamento em exercícios resistidos?
      Precisa-se compreender a diversidade de objetivos com a prática do treinamento. E dentre estes, separar: exercício de alto rendimento (competição de fisiculturismo), exercício saúde e qualidade de vida(saúde), exercício aplicado ao esporte(auxiliar ao treinamento de modalidades esportivas, exercícios recreativos (quebrar a tensão do dia-dia) e exercícios terapêuticos.1
      A partir da definição dos objetivos, pode-se analisar o tipo, modelo, forma de treinamento e execução dos exercícios, bem como a seleção de quais exercícios deverão ser executados durante a periodização do treinamento.2
      Em musculação nunca irá existir certo ou errado, melhor ou pior, sempre existirá: Quem está fazendo, para quê está fazendo e por que está fazendo. A partir destes questionamentos é que se pode analisar se tal exercício/execução está adequado aos objetivos propostos pelo executante.
      Referencial Teórico
      Em termos de exercício aplicado a saúde, as recomendações são de cargas entre 50% a 80% de 1 RM com repetições que possam variar de 6 a 20, executando-se de 3 a 5 séries por grupamentos, onde estes exercícios devem ser moderados.2
      Quando se fala em exercícios relacionados a saúde e qualidade de vida, tanto faz fazer uma ou 3 séries de exercícios, e realizá-lo três vezes por semana, já satisfaz as recomendações de diversos pesquisadores.3
      Porém, quando se fala de fisiculturismo, as recomendações variam de um grupamento muscular para outro, por exemplo: Recomendações de 12 séries para ombro e 6 para Isquiotibiais, nota-se aqui que está se falando em iniciantes no fisiculturismo.4,5 As cargas podem variar de 50% a 100% de 1RM, e aqui se aplica o No Pain, no Gain!!
      Já quando se fala em atletas as recomendações gerais variam de 4 a 6 séries, com 40% a 60% de 1 RM com repetições rápidas, visando assim a força explosiva, presente na maioria dos esportes.1,4,6 Já se observa a diferença existente entre musculação aplicada ao esporte e musculação aplicado ao fisiculturismo.
      Em termos de exercícios terapêuticos, segundo linhas gerais, as recomendações são bem parecidas com as da aplicada a saúde, só que cada tipo de patologia requer uma diretriz diferente em alguns aspectos, em geral, as recomendações seguem os padrões de séries e repetições aplicados a saúde, porém as precauções recaíram sobre a intensidade e tempo de intervalo maior entre as séries.7
      Considerações Finais
      A máxima “No pain, No gain” deve ser sempre aplicada aos objetivos de treinamento aplicado ao fisiculturismo ou ao ganho de hipertrofia/definição com fins estéticos, quando se trata de esporte de rendimento, aplicação terapêutica/profilática e exercícios e saúde, deve-se esquecer essa máxima. Lembre-se que cada indivíduo é único e nem sempre o que se aplica a um dará certo para outros.
      Sendo assim, antes de citar no pain, no gain, pergunte qual o objetivo do executante com este ou aquele tipo de treinamento.
      Agora, termine a leitura e vá treinar!
      REFERÊNCIAS
      1. CARNAVAL,, Paulo Eduardo Musculação Teoria e Prática-;23ª Edição; editora Sprint,2000.
      2. AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Position Stand: Progression models in
      resistance training for healthy adults. Med. Sci. Sports Exerc. 2002; 34 (2): 364-380.
      3. WILMORE, J.H. e COSTILL, D.L. Fisiologia do Esporte e do Exercício. 2 ed. São Paulo: Manole, 2001.
      4. BOMPA, TUDOR O. & CORNACCHIA, LORENZO J. Treinamento de Força Consciente. São Paulo: Phorte Editora, 2000.
      5. GUIMARÃES NETO, Waldemar Marques .Musculação Anabolismo Total;; Ed. Phorte, 2000.
      6. ZATSIORSKI, Wladimir M Ciência e Prática do Treinamento de Força;.; Ed. Phorte, 2002.
      7. CAMPOS, Maurício de Arruda. Musculação ( Diabético ,Osteoporose ,Crianças ,Obesos).. Editora Sprint ;2 Edição 2001.
    • Por Luan Viana
      Posicionar as mãos na barra na largura dos ombros; Subir o corpo com a coluna reta; Manter os joelhos com uma pequena flexão; Trazer a barra próximo ao queixo, levantando bem os cotovelos e contraindo voluntariamente os ombros e bíceps; Descer a barra alongando a musculatura até embaixo, sem relaxar os ombros, que devem permanecer contraídos.
    • Por Luan Viana
      Deitar sobre um colchonete; Posicionar as mãos ao lado do corpo, mais ou menos na linha média do tórax; Manter a cabeça em posição neutra; Manter o tronco, quadril e pés sempre alinhados; Posicionar os pés na largura do quadril para mais conforto; Fazer a extensão do cotovelo, sem fazer o encaixe articular; Descer tudo, bem próximo ao chão, sem encostar nele.
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