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Creatina engorda? Aumentam as gorduras da barriga?

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Vejamos o uso da creatina sem relação com a dieta.. eu começei a tomar o xpand e ganhei alguns bons cm's mas parece q as gorduras q eu tinha na barriga aumentaram tb! principalmente as laterais.. creatina vai para o tecido adiposo tb? auehuae pior q meu amigo ta tomando creatina (sem ser o xpand) e falo a mesma coisa! oq pode ser isso?

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Ela aumenta a retenção de agua nas celulas. E isso aumenta o peso do corpo... mas gordura mesmo, tecido adiposo creio que nao.

Estou tomando Da Universal tem quase um mes e realmente aumentou meu peso. E a barriga continua sendo o meu maior problema.

4x 60 pelo menos 4 dias na semana e nada de melhoras. Talvez ate piorou pq estou fazendo uma dieta hipercalorica. Comendo mais do que consumo.

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Bom,pelo que eu saiba a Creatina aumenta a retenção de água nas células musculares,ja li bastante sobre Creatina e nunca vi nada relacionado a influencias diretas sobre o tecido adiposo.

Tbm nunca ouvi relatos de pessoas que tomaram Creatina e aumentaram o % de gordura.

Eu mesmo ja usei e ganhei 2 kg em 1,5 mês,e foram 2 kg apenas de massa muscular,nada de gordura.

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Visitante Cembranel

Boa tarde galera, sou novo aqui no fórum.

A respeito dos boatos de que creatina causa pedra nos rins entre outros efeitos colaterais, alguém poderia me informar sobre isso? Até onde eu sei a creatina foi proibida de ser vendida no Brasil...

Alguem pode me dizer ou me redirecionar para alguns tópico que fale a respeito? Sou novato (malho há um ano) e gostaria de saber mais sobre a creatina.

Obrigado

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Ou sempre quando vejo isso me da uma raiva pq esse povo enche a cara de creatina de qualquer jeito come qualquer coisa engorda e a culpa é sempre da droga nunca foi ele que cumeu de mais -.-

O que é CREATINA ?

Imagine uma substância natural que faça você ganhar de 4 a 7 kg de massa muscular dentro de 1 a 2 semanas de uso regular e que não cause efeitos colaterais. Você tomaria ?

Na verdade toda a comunidade atlética mundial está tomando ou já tomou algum tipo de creatina. A Creatina tornou-se o suplemento esportivo mais amplamente utilizado e o mais cientificamente testado de todos os tempos. A Creatina é, sem dúvida, a "superestrela" de todos os suplementos atualmente existentes.

A prova real e concreta das experiências que têm sido feitas com creatina demonstraram que este influente suplemento veio para ficar. Creatina é um composto produzido naturalmente pelo nosso organismo para fornecer a energia necessária aos nossos músculos. Creatina é produzida pelo fígado e em seguida é levada pelo sangue para as células dos músculos, onde é convertida em fosfato de creatina.

Vale ressaltar que esta substância natural não é proibida pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) e nem pela FIFA (Federação Internacional de Futebol), dessa forma, vem sendo amplamente utilizada por várias equipes de profissionais em todo o mundo, sendo recomendada para o aumento de massa muscular, maior explosão muscular, diminuir o tempo de recuperação e aumentar a velocidade em esportes.

Nada na suplementação esportiva mundial chega perto desse tipo de sucesso. Sinceramente, não sei explicar o motivo da creatina não poder ser comercializada no Brasil, pois, atualmente, os brasileiros compõem a única população do mundo que não tem o direito de consumir este suplemento legalmente.

Rogério Numeriano, 42 anos, Diretor e Gestor de Pesquisa e Marketing da Vitabrasilnet

Recentemente também mostrou ter efeitos positivos no aumento da energia cerebral e que a substância pode melhorar a capacidade mental. Neste caso, a suplementação de creatina pode ser usada para quem precisa melhorar a capacidade cerebral a curto prazo, como estudantes universitários.

Nosso corpo geralmente produz cerca de 2 gramas de creatina por dia. A creatina é um nutriente formado por três aminoácidos específicos e que também é achado em vários alimentos, como a carne vermelha, peixe, entre outros. A creatina e um precursor essencial na produção de energia do músculo e pode ser armazenada em abundância no tecido muscular. Aumentando as concentrações de creatina no músculo, atletas podem se recuperar mais depressa entre exercícios intensos, como treinamento de peso.

Mais de 95% da creatina do corpo está armazenado dentro das células musculares. Os principais estudiosos acreditam que a maioria dos atletas podem armazenar mais creatina do que normalmente é obtida pela dieta. A suplementação deste produto ajuda a “saturar” seus músculos com creatina. Quando o músculo armazena doses extras de creatina, há mais combustível reservado para exercícios intensos que podem resultar em aumentos significativos de energia. Muitos usuários de creatina relataram aumentos significativos de força depois de usá-la por apenas uma semana!

É sabido também, que quanto mais creatina uma célula do músculo levar, também eleva-se a quantidade de água em seu interior, isto é, promove um fenômeno chamado volumização das células ou hidratação intracelular. Quando você toma creatina, a célula muscular é hidratada e ela aumenta de tamanho. Quando a água entra no músculo, ela cria um ambiente muito mais propício para o crescimento de novos músculos, pois a água leva também para dentro do músculo muitos nutrientes importantes, como as proteínas, vitaminas, aminoácidos, minerais, entre outros.

VOLUMIZAÇÃO CELULAR não promove a retenção de água nas células (o qual produz um aspecto inchado), ela promove hidratação intracelular.

Pense em suas células musculares como balões de água individuais (músculos são compostos por 70% de água). Se você puder colocar mais água dentro deles, eles se tornam maiores e mais firmes - se você retirar a água, eles se tornam menores e mais flexíveis. Quando os músculos começam a "inchar" com creatina e água, e se você treinar com pesos, eles ficam bem mais "bombeados".

Os primeiros cinco a sete dias de uso da creatina é a “fase de saturação” (ou carregamento). Isso significa que você precisa tomar quantias extras de creatina para saturar seu tecido muscular.

Por que usaria CREATINA ?

Como é o objetivo de muitos suplementos que hoje estão no auge, incluindo L-glutamina e HMB, a creatina é usada na tentativa de impulsionar os níveis de força, acentuar ganhos no tamanho e na força do músculo, prevenir avaria no tecido muscular, que pode ocorrer após exercícios intensos. Durante a suplementação com creatina, um atleta pode aumentar seus níveis de creatina no músculo e assim produzir mais energia durante rápidas e intensas “explosões” de força, como treinamento com peso e corrida de velocidade. Este é o principal motivo da popularidade da creatina nos últimos anos. Os atletas estão descobrindo que eles podem correr mais rápidos, levantar mais pesos e pular mais alto usando creatina. É verdadeiramente o suplemento dos esportes de hoje. Além de fornecer aos atletas mais força por curtas durações de tempo, a creatina também atua como um volumizador da célula, semelhantemente à Glutamina. O aumento celular é o processo pelo qual moléculas de água são puxadas para dentro da célula do músculo, ajudando-a a mostrar-se “cheio” ou mais “bombeado” e, desse modo, a célula muscular fica mais hidratada e cria todas as condições favoráveis para o crescimento do músculo.

Quais pesquisas foram feitas sobre CREATINA ?

A quantidade de estudos feitos sobre creatina é numerosa para ser citada aqui. Basta dizer que a creatina é um dos suplementos esportivos mais extensivamente estudado e testado. A maioria dos estudos feitos mostrou a mesma coisa: a suplementação com creatina leva ao aumento muscular, da força e do desempenho. O mais impressionante de tudo é que todos aqueles atletas que usam creatina tendem a ganhar grande quantidade de massa magra no corpo, algumas vezes de 10 a 15 libras (4 a 7 Kg), dentro de uma a duas semanas de uso regular. Este é um suplemento verdadeiramente milagroso e seguro. Também, pesquisa recente mostrou que combinando Creatina com carboidrato de alto índice glicêmico, pode aumentar os efeitos da creatina e ajudar a obter mais creatina dentro do músculo, onde é mais bem utilizada.

Que dose de CREATINA deve ser tomada ?

Até o momento não existe um roteiro definitivo sobre como e que quantidade de creatina deve ser tomada. A maioria dos especialistas concorda que grandes quantidades devem ser tomadas como a “fase de saturação”, para a primeira semana da suplementação, quando o corpo está mais propício. Isto cria ganhos fenomenais no tamanho, na força e no desempenho do músculo em menos de uma semana. Para esta fase de saturação 5 gramas tomadas 4 a 6 vezes ao dia, devem ser suficientes - esta dosagem de creatina pode ser ajustada de acordo com o peso corporal do atleta, sendo recomendado 0.3g/Kg/dia - Então, logo que os músculos estejam saturados com creatina, a dose de manutenção pode ser iniciada. Esta deverá variar de 5 a 10 gramas ao dia.

Quais os efeitos colaterais da CREATINA ?

Até o momento nenhum efeito colateral foi atribuído ao uso de Creatina. Algumas pessoas afirmaram que creatina causa cãibras musculares. Isto NÃO foi confirmado por nenhum estudo científico até esta data. Creatina é um nutriente natural produzido por nossos corpos e é acreditado ser seguro.

A creatina é provavelmente o suplemento alimentar mais pesquisado e conhecido da história, existem milhares de experimentos comprovando seus efeitos positivos sem que sejam verificados efeitos colaterais.

Deverei “ciclar” (alternar) CREATINA ?

Não há nenhuma prova sugerindo que “ciclando” a creatina pode ser vantajoso. Entretanto, alguns atletas experimentaram várias maneiras de usá-la, para obter a maioria dos benefícios da suplementação de creatina. Estas incluem um período prolongado usando uma dose de manutenção, isto é 4 a 6 semanas, seguida por outra “fase de saturação” e um (outro ciclo) de 4 a 6 semanas com a dosagem padrão reduzida, seguida por outra fase de carregamento. Como é o caso com toda suplementação, a melhor decisão é a chave do sucesso. Conhecer seu corpo e seus limites é tão decisiva para a própria suplementação como é para o próprio treinamento.

COMO USAR CREATINA

Modo de Usar: Nos primeiros 5 dias de uso, faça uma saturação, com 20 gramas por dia. Tome 1 colher de chá cheia (5 gramas) 4 vezes ao dia, de manhã, ao meio dia, à tarde e à noite. Misture com 250 ml de água ou suco e mexa até dissolver. A partir de sexto dia de uso, faça a manutenção, da seguinte forma, quando treinar tome 1 (uma) medida (colher de chá) antes do treino e outra após o treino; quando não treinar tome apenas uma medida ao dia. A creatina pode ser usado junto com outros suplementos, como aminoácidos, bcaa, proteína do soro do leite e outros. A saturação é uma fase muito importante nos resultados finais da creatina, portanto, dê uma atenção bem especial a esta fase. Resumindo: 20 gramas por dia, nos primeiros 5 dias; depois 10 gramas por dia, quando treinar e 5 gramas por dia, quanto não treinar.

Resultados: Dentro de 10 dias de uso regular os usuários já sentem os resultados. Depois de 30 dias, você pode esperar resultados significativos.

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O que é CREATINA ?

Imagine uma substância natural que faça você ganhar de 4 a 7 kg de massa muscular dentro de 1 a 2 semanas de uso regular e que não cause efeitos colaterais. Você tomaria ?

Na verdade toda a comunidade atlética mundial está tomando ou já tomou algum tipo de creatina. A Creatina tornou-se o suplemento esportivo mais amplamente utilizado e o mais cientificamente testado de todos os tempos. A Creatina é, sem dúvida, a "superestrela" de todos os suplementos atualmente existentes.

A prova real e concreta das experiências que têm sido feitas com creatina demonstraram que este influente suplemento veio para ficar. Creatina é um composto produzido naturalmente pelo nosso organismo para fornecer a energia necessária aos nossos músculos. Creatina é produzida pelo fígado e em seguida é levada pelo sangue para as células dos músculos, onde é convertida em fosfato de creatina.

Vale ressaltar que esta substância natural não é proibida pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) e nem pela FIFA (Federação Internacional de Futebol), dessa forma, vem sendo amplamente utilizada por várias equipes de profissionais em todo o mundo, sendo recomendada para o aumento de massa muscular, maior explosão muscular, diminuir o tempo de recuperação e aumentar a velocidade em esportes.

Nada na suplementação esportiva mundial chega perto desse tipo de sucesso. Sinceramente, não sei explicar o motivo da creatina não poder ser comercializada no Brasil, pois, atualmente, os brasileiros compõem a única população do mundo que não tem o direito de consumir este suplemento legalmente.

Rogério Numeriano, 42 anos, Diretor e Gestor de Pesquisa e Marketing da Vitabrasilnet

Recentemente também mostrou ter efeitos positivos no aumento da energia cerebral e que a substância pode melhorar a capacidade mental. Neste caso, a suplementação de creatina pode ser usada para quem precisa melhorar a capacidade cerebral a curto prazo, como estudantes universitários.

Nosso corpo geralmente produz cerca de 2 gramas de creatina por dia. A creatina é um nutriente formado por três aminoácidos específicos e que também é achado em vários alimentos, como a carne vermelha, peixe, entre outros. A creatina e um precursor essencial na produção de energia do músculo e pode ser armazenada em abundância no tecido muscular. Aumentando as concentrações de creatina no músculo, atletas podem se recuperar mais depressa entre exercícios intensos, como treinamento de peso.

Mais de 95% da creatina do corpo está armazenado dentro das células musculares. Os principais estudiosos acreditam que a maioria dos atletas podem armazenar mais creatina do que normalmente é obtida pela dieta. A suplementação deste produto ajuda a “saturar” seus músculos com creatina. Quando o músculo armazena doses extras de creatina, há mais combustível reservado para exercícios intensos que podem resultar em aumentos significativos de energia. Muitos usuários de creatina relataram aumentos significativos de força depois de usá-la por apenas uma semana!

É sabido também, que quanto mais creatina uma célula do músculo levar, também eleva-se a quantidade de água em seu interior, isto é, promove um fenômeno chamado volumização das células ou hidratação intracelular. Quando você toma creatina, a célula muscular é hidratada e ela aumenta de tamanho. Quando a água entra no músculo, ela cria um ambiente muito mais propício para o crescimento de novos músculos, pois a água leva também para dentro do músculo muitos nutrientes importantes, como as proteínas, vitaminas, aminoácidos, minerais, entre outros.

VOLUMIZAÇÃO CELULAR não promove a retenção de água nas células (o qual produz um aspecto inchado), ela promove hidratação intracelular.

Pense em suas células musculares como balões de água individuais (músculos são compostos por 70% de água). Se você puder colocar mais água dentro deles, eles se tornam maiores e mais firmes - se você retirar a água, eles se tornam menores e mais flexíveis. Quando os músculos começam a "inchar" com creatina e água, e se você treinar com pesos, eles ficam bem mais "bombeados".

Os primeiros cinco a sete dias de uso da creatina é a “fase de saturação” (ou carregamento). Isso significa que você precisa tomar quantias extras de creatina para saturar seu tecido muscular.

Por que usaria CREATINA ?

Como é o objetivo de muitos suplementos que hoje estão no auge, incluindo L-glutamina e HMB, a creatina é usada na tentativa de impulsionar os níveis de força, acentuar ganhos no tamanho e na força do músculo, prevenir avaria no tecido muscular, que pode ocorrer após exercícios intensos. Durante a suplementação com creatina, um atleta pode aumentar seus níveis de creatina no músculo e assim produzir mais energia durante rápidas e intensas “explosões” de força, como treinamento com peso e corrida de velocidade. Este é o principal motivo da popularidade da creatina nos últimos anos. Os atletas estão descobrindo que eles podem correr mais rápidos, levantar mais pesos e pular mais alto usando creatina. É verdadeiramente o suplemento dos esportes de hoje. Além de fornecer aos atletas mais força por curtas durações de tempo, a creatina também atua como um volumizador da célula, semelhantemente à Glutamina. O aumento celular é o processo pelo qual moléculas de água são puxadas para dentro da célula do músculo, ajudando-a a mostrar-se “cheio” ou mais “bombeado” e, desse modo, a célula muscular fica mais hidratada e cria todas as condições favoráveis para o crescimento do músculo.

Quais pesquisas foram feitas sobre CREATINA ?

A quantidade de estudos feitos sobre creatina é numerosa para ser citada aqui. Basta dizer que a creatina é um dos suplementos esportivos mais extensivamente estudado e testado. A maioria dos estudos feitos mostrou a mesma coisa: a suplementação com creatina leva ao aumento muscular, da força e do desempenho. O mais impressionante de tudo é que todos aqueles atletas que usam creatina tendem a ganhar grande quantidade de massa magra no corpo, algumas vezes de 10 a 15 libras (4 a 7 Kg), dentro de uma a duas semanas de uso regular. Este é um suplemento verdadeiramente milagroso e seguro. Também, pesquisa recente mostrou que combinando Creatina com carboidrato de alto índice glicêmico, pode aumentar os efeitos da creatina e ajudar a obter mais creatina dentro do músculo, onde é mais bem utilizada.

Que dose de CREATINA deve ser tomada ?

Até o momento não existe um roteiro definitivo sobre como e que quantidade de creatina deve ser tomada. A maioria dos especialistas concorda que grandes quantidades devem ser tomadas como a “fase de saturação”, para a primeira semana da suplementação, quando o corpo está mais propício. Isto cria ganhos fenomenais no tamanho, na força e no desempenho do músculo em menos de uma semana. Para esta fase de saturação 5 gramas tomadas 4 a 6 vezes ao dia, devem ser suficientes - esta dosagem de creatina pode ser ajustada de acordo com o peso corporal do atleta, sendo recomendado 0.3g/Kg/dia - Então, logo que os músculos estejam saturados com creatina, a dose de manutenção pode ser iniciada. Esta deverá variar de 5 a 10 gramas ao dia.

Quais os efeitos colaterais da CREATINA ?

Até o momento nenhum efeito colateral foi atribuído ao uso de Creatina. Algumas pessoas afirmaram que creatina causa cãibras musculares. Isto NÃO foi confirmado por nenhum estudo científico até esta data. Creatina é um nutriente natural produzido por nossos corpos e é acreditado ser seguro.

A creatina é provavelmente o suplemento alimentar mais pesquisado e conhecido da história, existem milhares de experimentos comprovando seus efeitos positivos sem que sejam verificados efeitos colaterais.

Deverei “ciclar” (alternar) CREATINA ?

Não há nenhuma prova sugerindo que “ciclando” a creatina pode ser vantajoso. Entretanto, alguns atletas experimentaram várias maneiras de usá-la, para obter a maioria dos benefícios da suplementação de creatina. Estas incluem um período prolongado usando uma dose de manutenção, isto é 4 a 6 semanas, seguida por outra “fase de saturação” e um (outro ciclo) de 4 a 6 semanas com a dosagem padrão reduzida, seguida por outra fase de carregamento. Como é o caso com toda suplementação, a melhor decisão é a chave do sucesso. Conhecer seu corpo e seus limites é tão decisiva para a própria suplementação como é para o próprio treinamento.

COMO USAR CREATINA

Modo de Usar: Nos primeiros 5 dias de uso, faça uma saturação, com 20 gramas por dia. Tome 1 colher de chá cheia (5 gramas) 4 vezes ao dia, de manhã, ao meio dia, à tarde e à noite. Misture com 250 ml de água ou suco e mexa até dissolver. A partir de sexto dia de uso, faça a manutenção, da seguinte forma, quando treinar tome 1 (uma) medida (colher de chá) antes do treino e outra após o treino; quando não treinar tome apenas uma medida ao dia. A creatina pode ser usado junto com outros suplementos, como aminoácidos, bcaa, proteína do soro do leite e outros. A saturação é uma fase muito importante nos resultados finais da creatina, portanto, dê uma atenção bem especial a esta fase. Resumindo: 20 gramas por dia, nos primeiros 5 dias; depois 10 gramas por dia, quando treinar e 5 gramas por dia, quanto não treinar.

Resultados: Dentro de 10 dias de uso regular os usuários já sentem os resultados. Depois de 30 dias, você pode esperar resultados significativos.

Ola caro amigo, seja bem vindo aqui no forum. :wink:

Entendo sua indignação, eu as vezes tbm fico indignado com coisas que vejo no mundo do Fisiculturismo.

Porisso percebo e compreendo sua indignação quando viu o topico perguntando se Creatina engorda. E neste ponto que vc colocou sobre a Creatina engordar; CONCORDO COM VC.

Mas o texto que vc colocou, eh um texto de Marketing, e feito para vender o produto.

Texto esse que foi copiado e colado do site abaixo:

http://www.creatina.com.br/

Esse eh o texto que a antiga VitaBrasilNet, que voltou agora após ser fechada pela ANVISA, coloca no ar para vender seu produto.(já conheço a VitaBrasilNet desde 2001).

Existem coisas boas e verdades ditas nesse texto, mas existe tbm um tal sensasionalismo no texto em algumas partes, e em se tratando de um texto de Marketing, algumas coisas ai podem ser tendenciosas.

Não estou disfazendo de seu comentário e de sua indignação, só gostaria de respeitosamente dizer que não gosto muito de textos de Marketing falando de suplementos, pois eles podem se tornar tendenciosos, deixando de lado a parte cientifica da coisa. Pois a ideia desse tipo de texto eh vender seu produto.

Eu gostaria de lhe pedir licença no assunto, e com minhas proprias palavras, falar alguma coisa sobre a Creatina.

Todos sabemos que existe Creatina no corpo de todos os seres humanos, e uma parte dessa Creatina eh convertida em Creatinina ao longo das 24 horas do dia.

Para quem não sabe, a Creatinina eh um sub-produto inoquo da Creatina, Creatinina essa que não possue função Fisiologica no corpo, pois ela eh apenas um dejeto da Creatina que nossos musculos usam ao longo das 24 horas do dia.

A Creatinina, serve portanto, para medir a funcionalidade dos RINS no exame de sangue. Pois como a Creatinina não pode vir de outra fonte se não como sub-produto inoquo da Creatina usada pelos nossos musculos no trabalho normal do dia-a-dia de todos nós, ela serve então de indicador de medida para a funcionalidade Renal.

Portanto altas doses de Creatinina no sangue, indicam uma provavel disfunção renal. Pois a excreção da Creatinina pelos Rins se dá durante às 24 horas do dia.

Oque aconteceria então, se a esse ciclo já definido de excreção de Creatinina diária que conhecemos, fossem adicionadas as altas doses que usamos do suplemento CREATINA????? Como o corpo reagiria a isso??

- Esta ai uma boa pergunta.

Pergunta essa que eu ainda não ví respondida pela Comunidade Medica da área de Nefrologia de maneira satisfatoria. E confesso que gostaria muito de ver isso bem respondido por uma pessoa que trabalhe na area de nefrologia.

Se vc, ou outra pessoa tiver mais dados concretos vindo de fontes fora da area de Marketing, eu ficaria feliz de discutir o assunto. Pois me interesso muito porisso.

Seria legal a opinião de alguma pessoa da area de Nefrologia, e não apenas de um texto de Marketing da VitaBrasilNet.

Eu só quiz dar uma "apimentada" no assunto, pois as vezes de discussões como essa que podemos ter aqui de forma saudável, acabam saindo bons topicos, e quem ganha com isso somos nos mesmos que aprendemos coisas novas, os usuários e o forum que fica mais rico em detalhes.

Se quiser discutir o assunto, será um grande prazer, pois não tenho ainda ideia fixa e formada sobre isso, e ficaria bem feliz de saber mais detalhes sobre o assunto. :wink:

Agradecendo sua participação no forum,

um grande abraço,

Marcelo. :wink:

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Mestre aproveitando o assunto sobre a creatina, gostaria de falar um pouco sobre a Creatina Ethyl Ester (CEE) que é a grande novidade no mercado internacional de suplementos.

A Creatina Ethyl Ester é uma creatina modificada por um processo conhecido como esterificação, que previne que a creatina se transforme na indesejada creatinina no ambiente ácido do estômago, as creatinas monohidrato são rapidamente metabolizadas em creatinina.

Ela resiste ao processo de degradação que ocorre com a creatina monohidrato no estômago, ela é resistente a quebra digestiva, logo tendo uma melhor absorção, consegue-se melhores resultados, com menos quantidades de creatina.

Resumindo grotescamente a cee atravesa a membrama lipidica do intestino de maneira mais facil e eficiente chegando com poucas perdas na corrente sanguinea.

A creatina monohidrata não consegue atravessar a membrana do intestino com facilidade, acaba causando desconforto e grande parte dela se perde no intestino mesmo, quando atravessa essa membrana ela pode se instalar fora da celula muscular, o que causa aquela aparencia de retenção líquida que muitos confundem como aumento de gordura coporal, oque não é oque acontece.

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Vc ja usou a CEE Guilsilva?

Eu acho que ainda falta mais feedback sobre a CEE e um maior consenso. Em todo caso espero que consiga comprar umas 500g pra mim em maio, qual marca tu recomenda? ( vo comprar na BB.com )

Já usei suplementos que contém CEE como o No Shotgun da VPX, porém em forma isolada em pó ainda não.

Um amigo está trazendo pra mim dos Estados Unidos um pote de CEE da Primaforce, espero experimentar em breve, pedi pra ele comprar de 500g, mas o mesmo comprou de 250g, mas melhor que nada hehehe.

Eu compraria da Primaforce, se bem que não sei se existe diferença entre as marcas.

Abraços

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Mestre aproveitando o assunto sobre a creatina, gostaria de falar um pouco sobre a Creatina Ethyl Ester (CEE) que é a grande novidade no mercado internacional de suplementos.

A Creatina Ethyl Ester é uma creatina modificada por um processo conhecido como esterificação, que previne que a creatina se transforme na indesejada creatinina no ambiente ácido do estômago, as creatinas monohidrato são rapidamente metabolizadas em creatinina.

Ela resiste ao processo de degradação que ocorre com a creatina monohidrato no estômago, ela é resistente a quebra digestiva, logo tendo uma melhor absorção, consegue-se melhores resultados, com menos quantidades de creatina.

Resumindo grotescamente a cee atravesa a membrama lipidica do intestino de maneira mais facil e eficiente chegando com poucas perdas na corrente sanguinea.

A creatina monohidrata não consegue atravessar a membrana do intestino com facilidade, acaba causando desconforto e grande parte dela se perde no intestino mesmo, quando atravessa essa membrana ela pode se instalar fora da celula muscular, o que causa aquela aparencia de retenção líquida que muitos confundem como aumento de gordura coporal, oque não é oque acontece.

Interessante isso Gui, eu não sabia desses detalhes que vc citou.

Valeu mano. :wink:

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Já usei suplementos que contém CEE como o No Shotgun da VPX, porém em forma isolada em pó ainda não.

Um amigo está trazendo pra mim dos Estados Unidos um pote de CEE da Primaforce, espero experimentar em breve, pedi pra ele comprar de 500g, mas o mesmo comprou de 250g, mas melhor que nada hehehe.

Eu compraria da Primaforce, se bem que não sei se existe diferença entre as marcas.

Abraços

É justamente estou em dúvidas entre NO Shotgun , ou um cellmass ou pegar bastante creatina CEE que dure por um tempo maior. Tem alguma sugestão?

Eu ouvi falar mto bem do NO Shotgun ( e similares SizeON acho q era) mas da CEE mto poucos relatos.

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É justamente estou em dúvidas entre NO Shotgun , ou um cellmass ou pegar bastante creatina CEE que dure por um tempo maior. Tem alguma sugestão?

Eu ouvi falar mto bem do NO Shotgun ( e similares SizeON acho q era) mas da CEE mto poucos relatos.

Sem dúvidas a CEE de forma isolada em pó tem um custo benefício muito melhor, custa bem menos e dura muito mais, mas vale lembrar que esses NO como o No Shotgun, Superpump250, Xpand e tals não contém somente CEE, tem outros aminoácidos, vitaminas e minerais em sua composição.

Dizem muito bem do CellMass também pois é uma mistura de CEE + Glutamina, mas acaba sendo mais vantajoso financeiramente comprar um pote de CEE isolado e um pote de glutamina.

A CEE tem poucos relatos pois é difícil encontrá-la no Brasil, em breve pretendo experimentar quando meu amigo trazer, os gringos gostam bastante.

Abraços

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Sem dúvidas a CEE de forma isolada em pó tem um custo benefício muito melhor, custa bem menos e dura muito mais, mas vale lembrar que esses NO como o No Shotgun, Superpump250, Xpand e tals não contém somente CEE, tem outros aminoácidos, vitaminas e minerais em sua composição.

Dizem muito bem do CellMass também pois é uma mistura de CEE + Glutamina, mas acaba sendo mais vantajoso financeiramente comprar um pote de CEE isolado e um pote de glutamina.

A CEE tem poucos relatos pois é difícil encontrá-la no Brasil, em breve pretendo experimentar quando meu amigo trazer, os gringos gostam bastante.

Abraços

E ai Gui?!!??

Usou a CEE?

Um amigo ta trazendo um pote de 500gr pra mim.. chege esse fds...

Queria saber dos teus resultados...

Como vc ta tomando? Fez saturacao??

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E ai Gui?!!??

Usou a CEE?

Um amigo ta trazendo um pote de 500gr pra mim.. chege esse fds...

Queria saber dos teus resultados...

Como vc ta tomando? Fez saturacao??

Opa, tou usando sim velho.

Excelente creatina, dá um pump legal.

Tou tomando em dias de treino 2g 30 minutos antes do treino + 2g no pós treino e em dias que não treino tomo somente 2g.

CEE não precisa fazer saturação.

Abraços

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Me fala uma coisa... retem mt??

vai tomar direto por qto tempo?

Nem sei se retém muito, tou bem inchado sim, sinto que meu rosto tá meio redondo mas durante o treino ainda vejo uma boa vascularização.

Sem falar que no momento estou em bulking, onde há o ganho de um pouco de gordura.

Vou tomar direto sim até acabar o pote de 250grs.

Abraços

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Gui,

Eu to com um pote aqui de 500gr...

Mando td direto ou dou um intervalo?

Abs

Frank

O estudo abaixo analisou o efeito do uso prolongado de creatina em atletas universitários de futebol americano, nos dois grupos de controle não foram encontradas alteração renais nem de outros orgãos vitais:

Effects of long-term creatine supplementation on liver and kidney functions in American college football players.

Mayhew DL, Mayhew JL, Ware JS.

Exercise Science Program, Truman State University, Kirksville, MO 63501, USA.

The purpose of this study was to determine the effect of long-term Cr supplementation on blood parameters reflecting liver and kidney function. Twenty-three members of an NCAA Division II American football team (ages = 19-24 years) with at least 2 years of strength training experience were divided into a Cr monohydrate group (CrM, n = 10) in which they voluntarily and spontaneously ingested creatine, and a control group (n = 13) in which they took no supplements. Individuals in the CrM group averaged regular daily consumption of 5 to 20 g (mean SD = 13.9 5.8 g) for 0.25 to 5.6 years (2.9 1.8 years). Venous blood analysis for serum albumin, alkaline phosphatase, alanine aminotransferase, aspartate aminotransferase, bilirubin, urea, and creatinine produced no significant differences between groups. Creatinine clearance was estimated from serum creatinine and was not significantly different between groups. Within the CrM group, correlations between all blood parameters and either daily dosage or duration of supplementation were nonsignificant. Therefore, it appears that oral supplementation with CrM has no long-term detrimental effects on kidney or liver functions in highly trained college athletes in the absence of other nutritional supplements.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1250 ... t=Abstract

Outro estudo analisou os impactos renais da creatina em animais com pré existência de problemas renais e a conclusão do estudo foi que o uso de 4 semanas na concentração de 0,2g por kg corporal não resultou em alterações renais:

Creatine supplementation does not affect kidney function in an animal model with pre-existing renal failure.

Taes YE, Delanghe JR, Wuyts B, van de Voorde J, Lameire NH.

Laboratory of Clinical Chemistry, Department of Internal Medicine, University Hospital Ghent, De Pintelaan 185, B-9000 Ghent, Belgium.

BACKGROUND: Creatine is widely used as an ergogenic substance among athletes. Safety of prolonged creatine intake has been questioned, based upon case reports and animal data. We investigated the effect of prolonged creatine ingestion on renal function in animals with normal kidney function or pre-existing kidney failure, respectively. METHODS: Male Wistar rats were randomly allocated to four experimental groups: (i) sham-operated, control diet; (ii) sham-operated, creatine-supplemented diet (2% w/w (0.9+/-0.2 g creatine/kg body weight/day)); (iii) two-thirds nephrectomized, control diet; and (iv) two-thirds nephrectomized, creatine supplemented diet. Glomerular filtration rate was determined using inulin and creatinine clearance, together with albumin excretion, urea clearance, muscle and serum creatine and serum cystatin C concentrations. RESULTS: In contrast to previous reports, no detrimental effects of creatine supplementation on the renal function indices were observed in two-thirds nephrectomized or sham-operated animals. No differences were observed in inulin (0.28+/-0.08 vs 0.25+/-0.08 ml/min/100 g; P=NS) or creatinine clearance rates. Serum cystatin C concentration, urinary protein excretion, and albumin and urea clearance were comparable between creatine-supplemented and control-diet fed animals in both sham-operated and two-thirds nephrectomized animals. Serum creatine and intramuscular total creatine concentrations were higher in creatine-supplemented groups (P<0.05). CONCLUSIONS:Creatine supplementation at a dosage of 2% w/w for 4 weeks does not impair kidney function in animals with pre-existing renal failure or in control animals.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1254 ... t=Abstract

Abraços

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Com o uso de creatina.. o músculo retém líquido?

Com a suspensão de seu uso, o músculo murcha?

Vejo o pessoal dizer que ganha mais força, que fica mais 'bombadinho'.

Mas... o músculo não cresce realmente, só incha.

Qual a real vantagem do uso de creatina, a longo prazo?

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GUILSILVA disse:
Mestre aproveitando o assunto sobre a creatina, gostaria de falar um pouco sobre a Creatina Ethyl Ester (CEE) que é a grande novidade no mercado internacional de suplementos.

A Creatina Ethyl Ester é uma creatina modificada por um processo conhecido como esterificação, que previne que a creatina se transforme na indesejada creatinina no ambiente ácido do estômago, as creatinas monohidrato são rapidamente metabolizadas em creatinina.

Ela resiste ao processo de degradação que ocorre com a creatina monohidrato no estômago, ela é resistente a quebra digestiva, logo tendo uma melhor absorção, consegue-se melhores resultados, com menos quantidades de creatina.

Resumindo grotescamente a cee atravesa a membrama lipidica do intestino de maneira mais facil e eficiente chegando com poucas perdas na corrente sanguinea.

A creatina monohidrata não consegue atravessar a membrana do intestino com facilidade, acaba causando desconforto e grande parte dela se perde no intestino mesmo, quando atravessa essa membrana ela pode se instalar fora da celula muscular, o que causa aquela aparencia de retenção líquida que muitos confundem como aumento de gordura coporal, oque não é oque acontece.

Saudações, GUISILVA!

Existem pesquisas que contariam essas afirmações usuais que você referiu sobre a CEE.

No frigir dos ovos, eu não sei se esse hype todo que vem sendo feito em cima da CEE se trata ou não de puro marketing...

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    • Por AGO
      Bem eu recentemente resolvi pesquisar muito sobre creatina, já li muitos e muitos tópicos daqui e de outros foruns, explicando sobre o funcionamento da creatina, sobre sua ação no corpo humano e como administrá-la para obter melhores ganhos, existem muitas opiniões divergentes, mas num geral todos os caminhos levam a algumas conclusões:
      - saturação não é necessária - ciclo máximo 3 meses (existem divergências) - tempo até próximo ciclo 2 meses (existem divergências) - dose diária 5g - administração pós exercícios junto com shake protéticos+ carbs Mas hoje visitando um site (centralfitness), que já conheço a algum tempo e sempre que posso passo para ver as novidades, vi uma matéria que me tinha escapado.
      A matéria fala sobre uma nova forma de se tomar creatina e ela sugere um ciclo de 3 dias on e 3 dias off, só que o que me chamou mais a atenção foi a dose recomendada 25g para individuos com mais de 80kg(meu caso) e o modo de administrar essa crea 5g pré treino, 5 pós treino e o restante antes de dormir ou 1 hora apos a dose pós treino.
      Gostaria de saber se alguem aqui ja tinha visto algum relato ou comentário sobre esse método e abrir a discussão sobre o artigo.
      Outra coisa interessante no artigo é o fato de o autor citar a CEE como apenas marketing sem comprovação científica.
      Abraços!
      efeitos-creatina.pdf
    • Por fisiculturismo
      Com a proibição do Jack3d, o mercado de suplementação pré-treino ficou com um enorme espaço para novidades de todas as marcas. Aproveitando a oportunidade, a MHP lançou um novo suplemento alimentar pré-treino chamado X Fit Trainer.
      O rótulo do produto tem como atrativos as seguintes qualidades dadas ao produto: energia, força e resistência. O que mais um musculador poderia desejar num suplemento pré-treino?
      Segundo a MHP, o X Fit Trainer contém dose clínica especialmente formulada para ajudar o atleta a conquistar treinamentos de alta intensidade e deles tirar o máximo proveito. Diz a fabricante que a energia do atleta pode ser aumentada em 79% com o uso do produto, que não contém nenhuma substância estimulante ilegal.
      A quantidade de beta-alanina de dose do produto (3,2g) poderia retardar em até 35% a liberação de ácido lático, resultando num treinamento mais pesado e mais rápido. A dose dobrada de creatina seria capaz de aumentar o ganho de força em até 45%.
      Além disso, o X Fit Trainer seria dotado do CortiFit, um extrato vegetal patenteado capaz de reduzir a ação do cortisol em até 24%, resultando em maior ganho de massa magra. O produto também contém uma mistura termogênica que aumentaria a queima de gordura após o treinamento, num percentual de até 12% em até 4 horas após os exercícios.
      No rótulo lemos que o produto contém creatina monohidratada, beta-alanina, extrato de chá verde, cafeína natural, cetona de framboesa e a fórmula proprietária CortiFit (Withania Somnifera).
    • Por Madilson Medeiros
      De todos os recursos empregados para o aumento do desempenho atlético, certamente a creatina merece uma posição de destaque entre os demais, não somente por ter sido alvo de inúmeros estudos científicos, mas por passar ilesa pelo crivo dos rigorosos e criteriosos métodos adotados pelos pesquisadores. Muitos autores se empenharam em estudar o mecanismo da suplementação desta substância no esporte, com o intuito de validar ou até mesmo de desmistificar sua eficácia.
      A despeito do que normalmente ocorre com alguns lançamentos da indústria da suplementação esportiva – cuja eficácia não chega a ser cientificamente comprovada – a suplementação de creatina se revelou como uma das alternativas mais eficientes para o incremento da performance, popularizando-se não somente entre os atletas de elite, mas entre praticantes amadores no mundo inteiro.
      Histórico da creatina
      Há cerca de apenas duas décadas a creatina tem sido utilizada como um meio de se aprimorar o rendimento atlético em várias modalidades esportivas, especialmente naquelas onde são preconizadas a potência e explosão musculares. Embora tenha sido descoberta em 1832, por um cientista francês chamado Michel Eugene Chevreul, seu uso nos esportes só despontou oficialmente nos Jogos Olímpicos de Barcelona, em 1992, quando atletas ingleses declararam que utilizaram o recurso para melhorar seu rendimento. Linford Christie, então vencedor dos 100 metros rasos, atribuiu sua vitória à sua suplementação. A partir daí, seu uso se popularizou e a indústria da suplementação esportiva passou a produzi-la em larga escala, inicialmente na forma de monohidrato de creatina.
      Biossíntese e mecanismo de ação da creatina
      A creatina é uma amina derivada de três aminoácidos: glicina, arginina e L-metionina. Sua síntese endógena se dá em duas etapas: 1) pela transaminação da arginina e da glicina, mediada pela enzima AGAT (arginina-glicina aminotransferase) para formar o ácido guanido-acético ou glicociamina, etapa renal da biossíntese; 2) pela posterior metilação mediada pela enzima guanidoacetato-metiltransferase para finalmente formar o ácido metil-guanido-acético (creatina), no fígado.
      Embora alguns estudos apontem que a creatina possa ser sintetizada em outros tecidos, como o pâncreas, esta síntese é ínfima e não atende a demanda do organismo. De um modo geral, podemos afirmar que sua produção se dá principalmente pelo metabolismo renal e hepático. A síntese diária em um indivíduo saudável é da ordem de 1g/dia, sendo complementada pela ingestão de aproximadamente 1g/dia advinda da alimentação. Ocorre predominantemente na carne vermelha e em alguns peixes, como salmão e arenque.
      O tecido muscular apresenta a maior concentração desta substância (cerca de 150 a 160mmol/kg), apresentando-se maior nas fibras de contração rápida (tipo II). Como é incapaz de sintetizá-la, sua captação é feita através da absorção pela membrana celular. Tal processo se dá através de um sistema de transporte Na (sódio) dependente. Uma vez no interior da célula muscular, a creatina é fosforilada pela enzima creatina quinase, cuja função é mantê-la estável através da doação de um fosfato inorgânico para formar a molécula de creatina fosfato.
      Nas requisições iniciais de energia (cerca de 8 a 10 segundos de duração), ocorre a quebra de ATP (trifosfato de adenosina), gerando ADP (difosfato de adenosina). Este processo é conhecido como Sistema Energético dos fosfagênios e atende aos primeiros momentos de contração muscular, reduzindo drasticamente os estoques de ATP para ADP. Na mesma velocidade de degradação do ATP, a creatina cede o fosfato para o ADP, regenerando a molécula e possibilitando desta forma, perdurar um pouco mais a geração de energia. A acidose produzida durante as contrações musculares vigorosas é em parte neutralizada pela regeneração da creatina, o que possibilita em conjunto com o aumento da regeneração do ATP, mais tempo útil de contração muscular. O metabólito resultante é a creatinina, posteriormente excretada pelos rins.
      Suplementação da creatina
      Inicialmente, as indústrias de suplementação esportiva passaram a oferecer a creatina na apresentação que hoje ainda continua sendo a mais popular, a monohidratada. Muitos puristas defendiam que o consumo da creatina deveria ser feito naturalmente através da alimentação, porém para obter 5 g de creatina, seria necessário comer cerca de 1 kg de carne fresca.
      Os protocolos de utilização sugeriam que esta fosse utilizada durante cerca de cinco dias com aproximadamente 15 a 20g/dia. Esta fase ficou conhecida como fase de saturação (loading) e ganhou a preferência dos usuários por apresentar rápidos ganhos de peso. Algum tempo depois, foram feitos estudos que indicavam que os ganhos produzidos neste intervalo de tempo eram resultado da grande hidratação celular que ocorria durante a saturação de creatina nos depósitos intramusculares. Segundo muitos autores, os mesmos efeitos poderiam ser vivenciados em um intervalo mais longo, cerca de um mês de utilização a doses mais baixas (cerca de 5 g/dia).
      Mujika e Padilla (1997) reportaram uma considerável diminuição no volume urinário de usuários durante a fase de saturação, levando a hipótese de que a creatina estivesse relacionada com dano na função renal. Este é ainda um tema não completamente elucidado, embora muitas pesquisas recentes apontem para segurança na ingestão de 5g/dia para indivíduos sem histórico de doença renal.
      Com o avançar das pesquisas, novas apresentações foram desenvolvidas no intuito de maximizar os ganhos e diminuir a retenção hídrica usualmente comum com a forma monohidratada. Como a captação de creatina se apresenta muito maior pela ação da insulina, foram adicionadas substâncias que facilitassem sua absorção, como solução de carboidratos de alto índice glicêmico, ácido alfa-lipóico, coenzima Q-10 etc.
      Em outro momento, na tentativa de melhorar a solubilidade da creatina no meio líquido, foi lançada a forma micronizada, onde as partículas foram diminuídas para incrementar a absorção e ao mesmo tempo diminuir o desconforto gástrico que algumas pessoas relatavam ao ingerir a versão regular.
      Logo depois, a creatina passou a fazer parte de vários suplementos denominados cell volumizers, onde se adicionavam aminoácidos como a glutamina, taurina e carboidratos simples como dextrose e ribose.
      Algumas companhias sugeriram que a administração de glicociamina em conjunto com moléculas doadoras de metil, como a betaína (trimetilglicina), Vitamina B15 (dimetilglicina) e SAMs (s-adenosil L-metionina) supostamente induziriam a biossíntese de creatina pelo organismo e lançaram produtos contendo estes compostos, apelidados de “otimizadores de creatina”, mas em contrapartida, pesquisas demonstraram que não houve alterações significativas. Estudos demonstram que as taxas sanguíneas de glicociamina diminuíram ao ser administrada a creatina, o que evidencia o processo de retroalimentação, ou seja, a ingestão de creatina exógena promove a diminuição da produção endógena. Porém, diferentemente da regulação relacionada com a glicociamina, as reservas finais de creatina no compartimento intracelular independem da sua concentração plasmática.
      Conforme alguns estudos apontassem para intoxicação por creatinina (resultante da instabilidade da molécula de creatina no meio ácido do estômago), algumas companhias resolveram produzir uma versão alcalinizada, alegando que tal processo a protegeria da ação gástrica e evitaria a formação de produtos tóxicos. Poortmans et al (2005) conduziram um estudo acerca do tema das citotoxinas provenientes do metabolismo da creatina, mas sem relação com a idéia de alcalinização como meio de evitar tal conversão (vide abaixo, em creatina e doença renal).
      Atualmente, uma das formas mais procuradas é a esterificada, que supostamente garantiria uma maior absorção sem o inconveniente da retenção hídrica observada com a forma monohidratada.
      Creatina e doença renal
      Este é ainda um tema não completamente elucidado, embora muitas pesquisas recentes apontem para segurança na ingestão de 5g/dia para indivíduos sem histórico de doença renal, alguns autores sustentam que há relação entre a ingestão de creatina e dano à função renal. Kuehl et al (1998) conduziram um estudo nesse sentido.
      Os autores que rebatem esta tese se apoiam no fato de que muitos estudos são conduzidos com indivíduos sem histórico clínico apropriado, apresentando na maioria das vezes indicadores de predisposição à doença renal, como ocorre nos casos de diabetes insulino-dependente e independente, hipertensos, idosos etc. Poortmans et al (1999) relataram, após um estudo envolvendo homens saudáveis que ingeriram creatina num prazo de 10 a 60 meses, que não houve nenhuma anormalidades em sua função renal. Em 2005, Poortmans et al realizaram novo estudo para evidenciar a relação de ingestão de creatina com formação de produtos citotóxicos e a possível influência na função renal, concluindo que não houve alterações significativas nesse aspecto. Gualano et al (2008) também fizeram revisão bibliográfica sobre o assunto, procurando validar a segurança na utilização de creatina. Segundo os autores, é preciso sistematizar as pesquisas para se obter resultados mais condizentes com a realidade.
      Embora existam estudos que relacionem a incidência de nefrite intersticial com o consumo de creatina, ainda não há dados concretos que sustentem a veracidade da associação.
      Creatina e metabolismo da glicose
      Recentemente, têm sido feitas pesquisas no intuito de se entender a influência da ingestão de creatina no metabolismo da glicose. Estudos realizados em 2006 com modelo animal por Einjde et al demonstraram que existe um aumento expressivo na sensibilidade à insulina, o que corrobora com a idéia de que a Creatina pode melhorar a captação de glicose através do aumento da expressão de um importante transportador de glicose, o GLUT-4. Este estudo se contrapõe ao que afirmaram Van Loon et al, que concluíram que a creatina influencia apenas a síntese de glicogênio, não exercendo ação nas proteínas transportadoras de glicose.
      A ação dos compostos guanidínicos (a creatina faz parte deste grupo) no metabolismo da glicose já foi bastante explorada pela literatura. A própria metformina (dimetilbiguanida), droga de primeira escolha para o tratamento do diabetes tipo II, é também um composto desta classe.
      Possivelmente, há uma relação real entre a formação de glicogênio e melhora na captação da glicose com o uso da creatina, melhorando também o perfil lipídico.
      Creatina, células-satélite e sistema neurológico
      Embora a administração de creatina ofereça como principal vantagem o aumento da força muscular e a capacidade de prolongar o sistema dos fosfagênios (ATP/CP), há uma notável contribuição deste composto na proliferação de um determinado grupo de células especializadas no reparo e regeneração do tecido muscular, as células-satélite. Este tipo de célula permanece ao longo da periferia (entre a lâmina basal e o sarcolema) das células musculares – daí a expressão “satélite” – em estado quiescente. Na presença de trauma, estas células doam o material genético para reparar possíveis danos na estrutura da fibra muscular.
      Olsen et al (2006) comprovaram em um estudo, conduzido com 32 indivíduos engajados em um treinamento de força de semanas de duração, que as concentrações de células-satélite havia aumentado significativamente nos grupos onde fora feita a suplementação com creatina. Concluiu-se então que, ao mesmo tempo que a creatina aumenta a aptidão para o atividade, promove também um notável aumento na capacidade de regeneração muscular.
      Embora a utilização da creatina esteja intimamente relacionada com o desempenho atlético, há evidências que esta exerce papel importante na recuperação de traumas neuromusculares e distúrbios de ordem neurológica, como no mal de Parkinson e doença de Huntington. Dos 5% da quantidade total de creatina no organismo, boa parte encontra-se no cérebro. Tarnopolsky et al (2001) sugeriram a existência de uma ação terapêutica da creatina em casos de degeneração neuronal. Já em outro estudo, conduzido por Zhu et al (2004), foi demonstrada em modelo animal a capacidade da creatina em aumentar os estoques de ATP no tecido cerebral nos quadros de isquemia. Em 2008, Bender et al estudaram a função renal de pacientes idosos com Parkinson a fim de se estabelecer segurança na utilização terapêutica da creatina enquanto coadjuvante da terapia para a doença. Como os benefícios para a sistema neurológica se dão a longo prazo, o estudo demonstrou que tal suplementação não afetou a função renal nestes pacientes, mostrando-se uma alternativa segura e viável.
      Apresentações de creatina disponíveis
      PRODUTO VANTAGEM DESVANTAGEM Creatina Monohidratada Preço, facilidade de aquisição Pode gerar desconforto gástrico Creatina Micronizada Mais solúvel que a monohidratada Preço, cristaliza facilmente Creatina Citrato Excelente solubilidade Sabor desagradável, preço Creatina Fosfato Pode reduzir lactato Não comprovada a eficácia Creatina Malato Melhor produção de ATP Não comprovada a eficácia Creatina Tartarato Bastante estável Pouca disponibilidade Creatina Magnésio Maior geração de energia Preço Creatina Anidra Maior quantidade de creatina por grama Menos estável que as demais Creatina Serum Absorção imediata Preço, pouco estável Creatina Etyl Ester Mais absorção, dose menor, menos água Preço, sabor desagradável em pó Creatina Piruvato Maior força, menos fadiga Preço
      CREATINA MONOHIDRATADA – É a forma mais comum que se pode encontrar. Adiciona-se a molécula de água para manter a creatina estável. Devido a sua baixa solubilidade, pode causar desconforto gástrico e (ou) diarréia em indivíduos sensíveis. Sua absorção é otimizada através da ação da insulina, por esta razão recomenda-se utilizá-la com bebidas contendo carboidratos de alto glicêmico, como dextrose. Existe também na forma micronizada. CREATINA CITRATO – uma das primeiras variações após a forma monohidratada. É resultante da união da molécula de creatina com uma molécula de ácido cítrico, um dos intermediários do ciclo de Krebs. Possui apenas cerca de 40% de creatina em sua totalidade, mas apresenta excelente solubilidade. Sua eficácia não foi comprovada pela comunidade científica. CREATINA FOSFATO – este tipo de suplemento de creatina gerou especulação em seu lançamento, pelo fato da creatina intramuscular ser a creatina fosfato. Porém, a presença de um grupo fosfato atado à creatina fora do meio intracelular não melhora sua captação, muito pelo contrário, torna-a mais difícil. O grupo fosfato não atravessa facilmente a membrana, portanto a fosforilação da creatina se constitui como um meio de aprisioná-la no interior da célula, não em seu exterior. Essa creatina não se popularizou, por motivos óbvios. CREATINA MALATO – A idéia foi semelhante a da creatina citrato, desta vez atando-se à molécula o ácido málico, outro intermediário do ciclo de Krebs. Não foram feitos muitos estudos científicos acerca desta forma de creatina, mas acredita-se que suas propriedades não são maiores que a forma monohidratada. A vantagem é a solubilidade, muito maior. CREATINA TARTARATO – apresentação contendo cerca de 70% de creatina e 30% de acido tartárico. Essa união permite a creatina seja produzida em base sólida, como em cápsulas, barras, tabletes efervescentes e comprimidos mastigáveis. CREATINA MAGNÉSIO – neste caso, quela-se a cretina com magnésio para, em tese, proteger a creatina do meio ácido do estômago. Como o magnésio participa da transferência de fosfatos no sistema CP-ATP, supostamente este mineral favoreceria a produção de energia. Recentemente, foi feito um estudo onde foi demonstrado que este complexo magnésio/creatina produziu ganhos reais em força muscular. CREATINA ANIDRA – esta forma de creatina é obtida através da remoção da molécula de água da creatina, resultando em pura creatina na forma cristalizada. Este processo proporciona aproximadamente 6% a mais de creatina, mas não oferece grandes vantagens em relação às outras formas. CREATINA SERUM – esta apresentação promete absorção imediata sub-lingual, ou seja disponibilidade da creatina sem necessidade de digestão. Por ser uma forma não estável de creatina, deve ser ingerida imediatamente antes da atividade física. Sua eficácia não foi ainda comprovada por estudos científicos. CREATINA ÉSTER – como a creatina não tem grande afinidade com a membrana, por ser mais hidrofílica, supôs-se que se fosse adicionado à sua molécula um éster, suas características lipofílicas lhe confeririam maior absorção. A grande vantagem que os idealizadores da creatina etil éster defendem se deve a hipótese que a creatina monohidratada, por não conseguir atravessar facilmente a barreira fosfolipídica da membrana, armazenaria-se em parte fora da célula, causando retenção hídrica. Segundo os criadores desta nova forma, é necessária uma dose muito menor de CEE, pois sua absorção é praticamente total. Por ser muito recente, ainda não existem muitos estudos conclusivos sobre a eficácia desta creatina. Entretanto, em um trabalho recente foi demonstrado que a CEE não apresenta grandes vantagens em relação à CM (Spillane et al, 2009). CREATINA PIRUVATO – aqui é feita a adição de ácido pirúvico (cerca de 60%) à molécula de creatina (cerca de 40%). O piruvato está envolvido principalmente na geração de energia lática, mas também participa em diversas outras reações metabólicas. Jäger et al (2007) concluíram que a forma piruvato de creatina se mostrou superior a citrato, promovendo aumento de força e diminuição de fadiga. Conclusões
      Qual será então, a melhor escolha de um suplemento de creatina? Esta é uma pergunta difícil de ser respondida, uma vez que existem variações na resposta individual da administração desta substância. Enquanto a maioria dos autores concorda que os efeitos ergogênicos da creatina estão realmente comprovados e documentados, também assumem que estes efeitos podem variar de pessoa para pessoa.
      Sujeitos que têm uma alimentação escassa em carnes normalmente apresentam uma melhor resposta a creatina. Em um estudo conduzido com ratos, as respostas obtidas foram diferentes daquelas colhidas com camundongos, o que reforça a especulação que o mesmo vale para o modelo humano.
      Uma das coisas que você certamente deve levar em consideração é que a maioria dos estudos atesta a eficácia e a segurança da creatina (desde que sejam respeitadas as doses adequadas). Procure a apresentação que melhor se adapte às suas necessidades e lembre-se: bom senso nunca é demais!
      REFERÊNCIAS
      1. Guyton, A. C.; Hall, J. Tratado de fisiologia médica. 9. ed. São Paulo: Guanabara Koogan,1997.
      2. McGuire, D.M.; Gross, M. D.; Pildum, J. K.; Towle, H. C. Repression of rat kidney L-arginine: glicine amidinotransferase synthesis by creatina at a pretranslational level. J Biol Chem, Bethesda, no. 259, p. 1984.
      3. Guimbal, C.; Kilimann, M. W. A Na+-dependent Creatine Transporter in Rabbit Brain, Muscle, Heart and Kidney. The Jounal of Biological Chemistry, Bethesda, no. 268, p. 8418-8421, 1993.
      4. Mujika, I.; Padilla, S. Creatine supplementation as an ergogenic aid for sports performance in highly trained athletes: a critical review. Int J Sports Med, Stuttgart, no.18, p. 491-496, 1997.
      5. Harris RC, Soderlund K and Hultman E. Elevation of creatine in resting and exercised muscle of normal subjects by creatine supplementation. Clin Sci (Lond) 1992; 83: 367-74.
      6. Kuehl K, Goldberg L and Elliot D. Renal insufficiency after creatine supplementation in a college football athlete. Medicine and Science in Sports and Exercise 1998; 30: S235.
      7. Poortmans JR, Auquier H, Renaut V, Durussel A, Saugy M and Brisson GR. Effect of short-term creatine supplementation on renal responses in men. Eur J Appl Physiol Occup Physiol 1997; 76: 566-7.
      8. Poortmans JR and Francaux M. Long-term oral creatine supplementation does not impair renal function in healthy athletes. Med Sci Sports Exerc 1999; 31: 1108-10.
      9. Poortmans, JR., Kumps, A., Duez, P., Fofonka, A., Carpentier, A., Francaux, M. Effect of oral supplementation on urinary methylamine, formaldehyde and formate. Med sci Sports Exerc, v. 37, n. 10, Oct, p. 1717-20, 2005
      10. Van Loon LJ, Murphy R, Oosterlaar AM, Cameron-Smith D, Hargreaves M, Wagenmakers AJ, et al. Creatine supplementation increases glycogen storage but not GLUT-4 expression in human skeletal muscle. Clin Sci (Lond) 2004;106:99-106.
      11. Olsen S, et al. Creatine supplementation augments the increase in satellite cell and myonuclei number in human skeletal muscle induced by strength training. J Physiol. 2006; 573: 525-534.
      12. Eijnde, B., Jijakli, H., Hespel, p., Malaisse, W.J. Creatine supplementation increases soleus muscle creatine content and lowers the insulinogenic index in an animal model of inherited type 2 diabetes. Int J Mol Med, v 17, n.6, p. 1077-84, 2006
      13. Tarnopolsky, M. A. & Beal, M. F. Potential for creatine and other therapies targeting cellular energy dysfunction in neurological disorders. Ann. Neurol. 49, 561–574 (2001).
      14. Zhu, S.; Li, M.; Figueroa, B.E.; Liu, A.; Stavrovskaya, I.G.; Pasinelli, P.; Beal, M.F.; Brown, R.H.; Jr.; Kristal, B.S.; Ferrante, R.J.; Friedlander, R.M. Prophylactic creatine administration mediates neuroprotection in cerebral ischemia in mice. J. Neurosci., 2004, 24, 5909-5912.
      15. Gualano B, Ugrinowitsch C, Seguro AC, Lancha Junior AH. A suplementação de creatina prejudica a função renal? Rev Bras Med Esporte 2008; 14:68-73.
      16. Bender, A.; Samtleben, W.; Elstner, M.; Klopstock, T. Long-term creatine supplementation is safe in aged patients with Parkinson disease. Nutr. Res., 2008, 28, 172-178.
      17. Selsby, JT., RA DiSilvestro, and S.T. Devor. Mg2+-creatine chelate and a low-dose creatine supplementation regimen improve exercise performance. J. Strength Cond. Res, 2004, 18,2, 311-315
      18. Jäger R, Harris RC, Purpura M, Francaux M: Comparison of new forms of creatine in raising plasma creatine levels. Int J Soc Sports Nutr 2007, 4:17.
      19. Spillane M, Schoch R, Cooke M et al. The effects of creatine ethyl ester supplementation combined with heavy resistance training on body composition, muscle performance, and serum and muscle creatine levels. J Int Soc Sports Nutr 2009; 6: 6.
    • Por renan93
      e aí galera .. pow comprei essa creatina aí ... e queria saber se ela é boa ... se dar um gaz legal .. se dar massa muscula .. etc .. pow tava sem grana tive comprar ela msmo ... oq vcs me diz dela .. valew galera .. abraços
    • Por frankslader
      Eae galerinha, blz ?
      Seguinte, já tomei creatina Universal mas na época que ainda era proíbido no Brasil e lembro que naquele tempo a galera comentava muito da tal CEE, que era melhor e tudo mais.
      Como to bem desatualizado sobre os suplementos e pensando em comprar creatina novamente, fui pesquisar quais as melhores do mercado e acabei lembrando da tal CEE. Mas nessa pesquisa, acabei encontrando:
      https://blog.nutritienda.com/pt/creatina-etil-ester/
      Apesar dos links terem uma fonte de 2009, um deles (Zona Cinzenta) tem a fonte atualizada confirmando o que já haviam dito sobre a CEE e falando também dessa tal de "Buffered Creatine Kre-Alkalyn" (que eu nem sabia que tinha surgido nesse período que fiquei desatualizado).
      O Artigo atualizado diz que tanto a CEE quanto essa Kre-Alkalyn, não são superiores a boa e velha Mono.
      Pois bem, gostaria de saber de vocês o que vocês acham, se são fatos mais que comprovados mesmo, se são fontes confiáveis e tal.
      E também quais Creatinas vocês recomendam como as "melhores" do mercado hoje. Vou comprar de site gringo e, como os preços são melhores, queria algo de qualidade.
      Abraço e valeu
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