MUSTANG27

Experiência com o OxyELITE Pro

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1.696 posts neste tópico

E aew galera, vi o relato do mustang...

Vcs tomam o OXyelite no dia q n malham/dia de lixo ??? Se sim, quantos ???

Alguns falam q tomam apenas 2 capsulas pela manha e outros falam q alem das duas pela manha, tomam mais UMA 1h antes de treinar ???

Oq os experientes no assunto axam ???

Vlw pessoal, e parabéns a turma q conseguiu xegar ao peso ideal.

Eu tomei durante 30 dias sem falta... independente de treino.. dieta... local...

sempre 2 manhã (6:00)... e outra tarde (14:00/15:00)...

Não é uma hora antes de treinar e sim 6~8 horas após a ingestão da dosagem da manhã.

Boa sorte.

abraços

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Bom dia pessoal....

Tenso....sinusite resolveu atacar hoje e nada de treino....mas tá bom....

Vamos a nossa conversa de hoje amiguinhos...rsrsrs...O Ynjm falou tudo e eu vou dar uma de intrometido:

Grande Leo:

Três dias do lixo tá muito parceiro...o ideal é somente um...com certeza isso está atrapalhando seu desenvolvimento, por mais que você treine forte...pensa nisso....

Outra coisa: indicação de alimentação é coisa pra nutricionista, portanto, posto aqui o que eu costumo ou costumava fazer...seria legal você consultar um esportivo...fui e gostei muito...

Vamos lá:

Daqui 2 semanas, vou começar o 2° ciclo rumo ao BF 16% para 13%, esse será meu objetivo, mas estou tendo algumas duvidas que não sei se ja foi respondida.

Bom, vou começar a tomar a dextrose junto com a minha whey da On apos o treino. Não sei como tomar e nem quanto devo colocar, pra falar a verdade não sei nem se é liquido, rsrs.

Outra duvida minha é sobre a alimentação, em relação ao meu aerobico e anaerobico.

Filhão: mande duas colheres de sobremesa junto com a whey no pós-treino...bata tudo junto...fica bom que só....e a dextrose é em pó..como a whey...sem mistérios....

Eu treino anaerobico na parte da manha, quanto a isso a minha alimentação eu não tenho mtas duvidas. a unica duvida é o que seria melhor pra ingerir no lanche da manha, sendo que 30 min antes eu ja terei tomado a whey com a dextrose. O que seria melhor, Carbo de Baixo IG, alto IG, o que vcs me indicam?

Deixa ver se eu entendi: musculação pela manhã - mandou a refeição pós-treino e, 30 minutos depois, lanche da manhã, correto? bom, como é lanche e bem perto da hora do almoço, o ideal são alimentos com baixo índice glicêmico, pois, não haverá picos de insulina e a sensação de saciedade é maior, logo, você não estoca gordura e nem fica com muita fome no almoço. A explicação científica é meio complexa mas no frigir dos ovos, é mais ou menos por aí.

Eu tenho 3 tipos de Aerobicos com seus horarios, se alguem puder me ajudar...

Eu treino o anaerobico (Squash) na parte da tarde 2 x na semana, as 17 hrs, o meu lanche da tarde seria as 16 hrs, o que seria melhor pra ingerir antes e depois, sendo que o depois ja seria a janta eu imagino!!!

Outro treino aerobico (Squash) na parte da manha 1x na semana, as 9 hrs da manha, o pré treino poderia ser um sanduiche com pão integral, peito de peru e queijo minas frescal? e o pos treino, que ja seria o lacnhe da manha, qual a melhor alimentação?

E por ultimo eu jogo futebol, na parte da noite, 2 x na semana, as 19 hrs, nesse momento eu poderia tomar o lanche da tarde as 15:30. o que eu poderia comer antes desse treino e após esse treino?

Vamos lá: você tem que ter em mente que a refeição pós-treino nos dias de aeróbicos tem que ser diferente da musculação, pois, não houve tanto desgaste muscular, logo, deve haver uma preocupação maior com reposição de sais minerais, principalmente, ainda mais se a atividade foi de alta intensidade ou duração.

O meu nutricionista receitou para mim o seguinte nos dias pré-treino aeróbico: um scoop de Purple Wraath + 2 colheres de sopa de malto + um colher de chá de creatina...NO PÓS-TREINO, somente um scoop de whey isolada com água...ou seja, há maior atenção para o fornecimento de energia antes e pouca proteína depois....

Logo, no teu caso, eu mandaria antes dos aeróbicos uma malto e depois , whey....só isso....maaaassss, como estamos falando de alimentação, acho que o sanduba está de bom tamanho para o antes e só uma whey depois.....

Lembrando que isso serviria para todos os dias de treino aeróbico...

Na sexta, onde voce treinaria a noite, após a whey, seria interessante tomá-la e esperar uns 20 minutos antes de comer alguma coisa leve, para auxiliar na melhor absorção da proteína.

Ao parceiro Pedro Paulo:

Valeu pelo comentário

Vamos lá:

Pois bem, eu tenho ainda algumas duvidas...

Vcs tomam o OXyelite no dia q n malham/dia de lixo ??? Se sim, quantos ???

Alguns falam q tomam apenas 2 capsulas pela manha e outros falam q alem das duas pela manha, tomam mais UMA 1h antes de treinar ???

Cara...OEP é pra tomar todos os dias, independente do treino ou não....e quanto à terceira cápsula, logo no início dos posts eu advirto que demorei muito para dormir quando a tomei....o rótulo indicava, na primeira versão, que somente se tomasse a terceira caso fosse necessário...da segunda versão do OEP já indicava tomar sem essa observação...

Eu não tomava e me ajudou muito, mas há relatos de pessoas que também tomavam a terceira e não sentiam problemas de insônia..

Portanto, você terá que fazer uma avaliação bem pessoal se vale a pena tomar a terceira ou não...

No mais..abraços em todos e uma excelente semana.

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Olá Pessoal.

fiz uma atualização do meu relato. postei foto comparando o antes e o depois. Depois passem lá e confiram, coloquem um balde ao lado caso alguem vomite...

viewtopic.php?f=14&t=117879&start=20

Como poderão perceber, a gordura abdominal está mto presente ainda na minha vida.

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Mustang, não podia sair desta página sem parabenizá-lo pela perseverança e disciplina no treino.

Sim, tem bastante gente que postou aqui e que também merece a devida consideração :D

Nem pretendo tomar o remédio por enquanto, tanto porque nem tenho uma rotina de exercícios e pra ser sincera nem sei por onde começar! Sempre fui do tipo que prefere ficar sem comer pra perder uns quilos. Sacomé, né?! rsrs

(não me orgulho nem um pouco disso, mas não consegui me disciplinar, sou a típica que vai à academia um semana, cheia de gás, e desaparece na seguinte)

Enfim, parabéns e garra! Tá bonito na foto. Hi hi!

Sorte peoples :P Tô sempre por aqui, acompanhando vcs e tentando me inspirar!

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Bom dia Marombeiros e marombetes desse vasto território nacional.....

Tensão milhão...a gripe não passa e vou para o terceiro dia sem treino.....punk isso....mas, vou sobreviver....aí vem aquela coisa da nossa cabeça: músculos já murcharam, as células adiposas estão inflando, estamos virando pancinhas de novo....ahhhhhhhhhhhhhh...brincadeirinha....hehehe

Vamos lá:

Elite, parceiro de guerra: postei lá e, em resumo: parabéns pelos resultados...segue firme que tudo dá certo...acredite cara...

Letty Prof: rsrsrs...obrigado pelos comentários.....confesso que também já vivi essa sua realidade, mas, com o passar do tempo passei a não mais viver sem atividade física, tanto que estou pra ficar doido por não treinar há três dias, por causa de uma gripe, ou sinusite, sei lá...

Um dia você vem para o lado claro da força e vai ver o tanto que é bom...

E´isso meu povo...

Abraços em vocês..

PS: Sexta tem reavaliação com o nut, vamos ver no que deu..se bem que esse período de molho me causa uma certa preocupação.

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Galera..

vendo todos os tópicos para perda de peso da galera... senti algo em comum na maioria deles...

TODOS FICANDO DOENTE...

aí andei lendo... vendo a relação dieta + treino + judiar do corpo = doente...

Então fica aqui um conselho...

muita gente quer perder peso... mas não faz um controle ideal do que seria necessário ingerir em sua alimentação...

muita gente confunde cortar calorias com parar de comer... e isso é muito errado...

Galeras mais experientes ainda assim ficando doentes...

Há artigos que frutas atrapalham no processo de emagrecimento / definição... porém essas mesmas frutas são responsáveis por fornecerem vitaminas essênciais entre outros nutrientes não menos importantes...

O processo oxidativo que acontece quando se queima uma célula gordurosa... gera ao corpo uma espécie de "sujeira" que poderá necessitar de anti-corpos para eliminá-las...

aí entra as condições climáticas.. poluição.. hábitos de vida e alimentares.. ou seja...

seu copro é uma máquina perfeita... porém vc precisa fazer a manutenção para que ele funcione a todo vapor...

aí muita gente, para tentar aliviar isso.. se empanturra de multi-vitamínicos... mas aí acaba gerando outro erro... uma espécie de overdose...

por isso ainda sou adepto de obter a maior parte dos nutrientes do seu organismo da sua alimentação natural...

fica aí uma dica...

abraços e bons treinos

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Um dia, caro Mustang...um dia sairei do lado negro da força da preguiça e indisciplina..rsrs

Tipo, eu tenho um cardápio super sem-vergonha que se resume a:

(yes, não tomo café da manhã)almoço: arroz, feijão (2 col de cada) e alguma proteína em pequena quantidade. De vez em quando rola uma salada ou refogado, mas não é regra.

Cafézinho no meio do dia (café preto só)

Caminhada faceira de cerca de quarenta minutos

Jantar (geralmente repito o almoço)

Se eu incluir umas frutas ao longo do dia melhoro um pouco essa vergonha?! rs

Não me apedrejem! Sei que esse depoimento sedentário deve causar arrepios, mas eu tô tentando!

Obrigada gente, e juro que vou entender se vcs preferirem não responder :D

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Buenas tardessssssssssss

Aí Ynjm: tá certíssimo parceiro...no meu caso, minha alimentação tá ok, tanto que meus exames sairam e melhor impossível..mas, aqui na minha cidade nessa época do ano a umidade do ar cai muito, assim como há uma intensa variação de temperatura: pela manhã, frio de matar sapo, a tarde, o suor pinga, e a noite, volta a friaca...não há saúde que resista....hehehe...mas tem gente que corta os alimentos que combatem as doenças mesmo....isso é terrível.

Letty: BAAHHHHHHHHHHHH Guria, vem logo para o lado claro, é mais divertido (mentira. divertido mesmo é manda pizza com coca-cola e mandar uns BigMacs sem culpa, maaaassssss...isso hoje tá fora de questão, rsrsrsrs)

Aí...mandar umas frutas ia ser legal, mas não ia adiantar muito não...rsrsrs...no máximo evitar uma gripe....

Beijos em vocês.

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mestre dos mestres!

Cara peso está travado em 68.9kg... acho que o organismo já acostumou com o OEP. Como ele deve acabar na semana que vem, vou ficar mantendo ele só de teimosia...

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faLA AEEE...

vou mandar uma pergunta muito de iniciante de que ainda não pesquisou sobre isso... mas como esta galera já expert no assunto às vezes pode me orientar um pouco melhor...

Ygin e Mustangao... qual conjunto de suplemento vcs indicariam para aumentar a massa magra depois do cutting com o OEP?

Ou no meu caso específico (vide fotos la no meu relato) é melhor esperar e fazer mais um cutting em agosto? Tenho uns amigos que irão para os EUA no prox fds e gostaria de pedi-los para trazer algo... estou na duvida entre animal stak, no explode, e o jack3d...

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Salve salve sexta feira...

Elite das Elites

Seguinte: eu no seu lugar faria um trabalho misto - dava prioridade para um novo cutting mas já trabalhava uma musculação séria .

LÓGICA: quanto mais massa magra você tiver, mais aumenta o metabolismo. Foi exatamente isso que fiz; priorizei aeróbicos mas mandei ver na musculação também, para alcançar o olimpo dos ex pancinhas....hehehehe..piadinha ridícula....

A primeira coisa a ser considerada: dieta para cutting é diferente de dieta para bulking. A ingestão calórica deve ser suficiente para o treino sem fadiga, mas que não promova estocagem de gordura - não é tão complicado por mais que possa parecer.

Quanto aos suplementos cara, é uma coisa complexa, mesmo porque a pessoa ideal para te ajudar seria um nut esportivo.

Eu, quando iniciei o programa, ficava, além da alimentação balanceada, com a whey + dextrose + bcaa mesmo....mais que isso já seria para bulking, o que estou fazendo somente agora.(dá uma olhada na pg 18 para você ter uma idéia)

Avalia...acho, sinceramente, que pensar em Jack, No, Animal Stack, ShotGun ou qualquer outra coisa agora é precipitado, seria meio que jogar dinheiro fora.

Se bem que você pode aproveitar e pedir para o teu amigo trazer para você usar quando acabar o cutting. Realmente os preços lá fora são tentadores.

Eu usei o Jack3d, e achei bem legal, só que agora há relatos de que ele foi considerado dopping e há relatos de derrame, portanto, pesquise, consulte um profissional.

Agora uso o Purple Wraath, que é um pre-workout, que dá uma vascularização legal, aumento de força e etc..foi meu nut que prescreveu, pesquise a respeito também.

Bom, é isso parceiro.

Excelente sexta feira a todos.

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faLA AEEE...

vou mandar uma pergunta muito de iniciante de que ainda não pesquisou sobre isso... mas como esta galera já expert no assunto às vezes pode me orientar um pouco melhor...

Ygin e Mustangao... qual conjunto de suplemento vcs indicariam para aumentar a massa magra depois do cutting com o OEP?

Ou no meu caso específico (vide fotos la no meu relato) é melhor esperar e fazer mais um cutting em agosto? Tenho uns amigos que irão para os EUA no prox fds e gostaria de pedi-los para trazer algo... estou na duvida entre animal stak, no explode, e o jack3d...

Fala Elite...

bom.. primeiro... antes de qq coisa.. o cutting tem que durar o tempo que vc achar que secou o que queria..

pós isso.. é interessante passar 1 mês limpo.. sem nada... (eu tô desde meu ciclo com oxy limpo... sem nenhum suple complexo.. só mesmo vit. C e óleo de côco e dieta)....

Quanto aos suples... antes de tomar.. rever a dieta e alimentação.. mustang mesmo estava sofrendo.. dei umas dicas de alimentação e o resultado veio...

e aos suples... interessante uma whey boa (ON GOLD)... pré treino Shotgun... jack3d... um amigo tá usando o shot.. e tá gostando muito...

e pós treino...um nitrotech... (mas o pós treino vai mais de vc querer tomar junto ou não com o pré...)...

meu amigo tá fazendo o pré com shot... e só... depois ele vai fazer um outro ciclo com pós treino...

em ambos os casos whey da gold.. antes e depois do treino apenas...

então seria isso... apesar de a Creatina dar muita força... só terá isso enquanto administrar.. depois que parar.. a genética vai fazer td voltar ao que era antes.. então se quiser fazer uso.. para dar um gás... é contigo... claro que moderando as combinações...

tem um outro que lá fora tá bombando é o SciVation Xtend... mas esse não conheço ninguém que usou.. apenas leio depoimentos dos gringos...

abraços

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Olá pessoal

Primeiramente gostaria de dar os meus parabéns ao mustang e ao brad, pelos resultados obtidos por ambos. Acho que a palavra certa para isso é foi ''determinação'', pois sem isso você não vai a lugar nenhum!

Mas vamos ao meu caso:

Gostaria de perder a tal barriguinha tão indesejada hehehe, não sou gordo mas tenho grande parte da gordura mal distribuída, com grande acúmulo na barriga e no peito.

Pois bem, em março tomei vergonha na cara e parti pra academia definitivamente. Indo 4 X por semana e com uma alimentação reduzida na questão de: sem doces, gorduras, e o álcool e outras coisas do tipo. Reduzi e muito as porcarias que comemos no dia a dia, comecei a comer mais frutas e fibras..

Dai comprei o animal cuts e utilizei ele por 1 mês.. gostei muito do resultado, tomava 1 pack por dia e malhava muito bem, com um super gás e sem fadiga.. recomento ele. Ele deu uma definição legal para mim pelo menos.

Pena que a partir da 3 semanas não consegui levar a sério e a risca a questão, suplemento e a academia, pois com trabalho faculdade e questões do dia a dia no geral a correria me fez de vitima

Mas após 1 mês de uso consegui baixar meu percentual de gordura de 18,7% , para 17,3% .. e meu peso antes era 72kg passei para 74,9. detalhe tenho 1,82 e 23 anos.

fiquei um pouco frustrado e também feliz.. por que minhas calças estão caindo, vi que consegui uma definição e por ter ganho massa magra, mas a gordura da barriga tão indesejada ainda esta aqui. rsrsrs

Depois disso, uns 2 semanas comprei o oxyelite, por ter visto muitos relatos e dos ótimos resultados na internet. Começei a tomar 2 capsulas de manha e 1 a tarde, sem resultado.. não senti muita diferença sabe.. apenas a boca seca nada mas, dai faz 1 semana que estou tomando 3 capsulas de manha 30 min antes de comer e ir a academia.

já o oxyelite não tenho sentido muita a ação dele, será que meu organismo se acostumo com a utilização dele? estava pensando em parar uma semana e retormar o uso dele até a acabar.. ou largar mão e partir para o uso do animal cuts novamente.

Meu treino esta bom, pegando forte na corrida em torno de 5 a 6 km e fazendo abominais isso 4 X por semana..

Então pessoal, se puderem me dar uns dicas e discutirmos sobre dia a dia, treinos e suplementos, ficaria grato.

Mas além, quero postar foto de como estou e ir vendo a evolução.

abração a todos!!

NO PAIN NO GAIN, lembrem disso...

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Bom dia rapeize...

Fala Snake...obrigado pelos comentários cara...você disse tudo: DETERMINAÇÃO

Por falar nisso, você noticia o mesmo problema que eu encontro agora: alguma gordura abdominal e no peitoral.

Essas, seguramente, são as maIs complicadas.

Eu mesmo perdi mais de 13 kg e elas ainda continuam ali, perco localizadas nos braços, pernas, costas, mas na pança e no peito, é punk.

Mas vamos lá: parti, sob orientação do Nutricionista, a utilizar o óleo de côco extra-virgem, bom para secar.

Além disso, passei para um estágio de musculação mais sério, digamos assim, porque a idéia é aumentar o músculo e conseguir "colar" na pele.

Aí já entra outra questão: pele !!!!! dás vezes o que impede a definição não é gordura, mas, pele em excesso ou flácida mesmo.

O Ynjm escreveu algo interessante sobre isso nas primeiras páginas do tópico.

Eu no seu lugar tentava continuar com o cutting com o OEP, mesmo porque, é o que sempre falo, às vezes ele demora para apresentar resultados, mas quando começa...se você verificar meus relatos, nas primeiras semanas não perdi muito, mas depois foi acelerado - se bem que cada organismo pode reagir de uma forma - considere isso.

Por fim, dá uma olhada na pg. 18 do tópico, porque lá tem a dieta que segui para secar um pouco mais da pança, espero que te ajude.

No mais é isso campeão.

Bons treinos e excelentes resultados pra ti.

Excelente fim de semana a todos.

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Bom dia galera,

após ler alguns depoimentos (li até a página 9), fiquei bem empolgado para começar meu ciclo com OEP, que chegou na sexta-feira, junto com um jack3d (que por enquanto vou deixar de lado). Não costumo tomar suplementos, a única experiência que tive foi com CLA e um termo da Dymatize, acho que era o Dyma-Burn, que dava um puta up pq tinha Ephedrina. Na época os resultados foram razoáveis pq sou meio determinado tbm (igual alguns aqui =] pelo que pude perceber).

Acho que as dificuldades pra mim vão ser principalmente com relação às refeições, sou daqueles que não tomam café e destroem no almoço e na janta... então vou tentar me disciplinar pra comer de manhã e um pouco durante o dia reguladamente. Cortar as besteiras durante o expediente (trabalho do lado de um Walmart e compro doces direto), além de ser viciado em Coca Zero (ps: coca zero prejudica muito nos resultados será?)

Como alguns aqui (pelo que li), não sou gordo mas quero perder aquela gordura localizada no abdomen inferior e nas laterais (pneuzinhos). Estou um pouco receoso e com medo de ficar mto magro, ontem olhei no espelho e acho que se perder mto eu vou sumir! =]

Parabéns ao Mustang e ao Brad pelos depoimentos detalhados e resultados! Não sei se conseguirei detalhar tanto, mas espero dar um upgrade pelo menos semanalmente e possivelmente mandar foto de antes e depois pra ver a evolução.

Comecei hoje de manhã e a noite posto detalhes se senti algum colateral, imagino que os colaterais são meio auto-sugestionáveis e como sou cético e pouco detalhista imagino q não terei nenhum deles... rsrsrs

Medidas iniciais:

altura: 1,71 m (+-1 cm rsrs... sim sou complexado com altura)

peso: 70 kgs (+- 2 kgs sim, meu peso varia mto de um dia pro outro)

idade: 25 anos

É isso aí...

abraços a todos, e nada melhor q uma segunda feira pra começar!

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Update do primeiro dia:

peso na balança: 68,7 kgs

Malhação na boa, depois spinning na boa e ainda sobrou gas pra pular uma corda no ringue. Durante o dia parece que deu aquela angústia que o pessoal descreveu, mas nada de mais.

Overall, tudo trqlo por enquanto!

abs.

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Buenos dias....

De volta à maromba...sensação muito boa...depois que se acostuma....hehehee

Pedro, seja bem vindo parceiro.....

Dedicação e disciplina sempre...os resultados vem tranquilamente, tá...ás vezes nem tão tranquilamente assim...rsrsrs

Olha só cara: corta o refrigerante...além de caloria vazia, os refrigerantes diet ou light, tem mais sódio do que o normal, daí a chance de retenção hídrica é enorme, o que acaba atrapalhando a avaliação dos resultados.

No mais, me parece que seu peso tá condizente com tua altura; mas o ideal seria medir o BF, ou percentual de gordura...principalmente se você parece estar com o mesmo problema que eu: localizadas....

Dá uma olhada nos posts em que respondo o Snake e o Elite Grega, logo aí "em cima", que tem uns argumentos bom pra ti.

No mais parceiro, treino, disciplina e seriedade, que não vai ter essa de ficar magro não...a musculação compensa isso.

Abraços em todos.

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Olá pessoal,

só para relatar meu BF pós-oxy.

Logo ao fim do oxy eu tava com 13,5% de BF, em fevereiro. Hoje estou com 10,9% e ainda ganhei 1.5kg de massa.

Pelo menos não engordei.

Abraços e bons treinos.

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Segundo dia:

peso: 68,2 kgs (68,5 antes do treino)

Nenhum efeito psicológico aparente, nada de enjôo ou dores de barriga. Parece que não estou tento maiores reações ao OEP, vamos ver amanhã quando começarei a tomar a segunda pílula.

O fôlego aparentemente tá um pouco melhor, ou talvez seja a ausência da fadiga que dê essa impressão de maior fôlego.

Visualmente tudo igual por enquanto, nada de diferente.

Pra medir o BF (body fat?!) tem que ter aquele gordurômetro (adipômetro rsrs) não é... eu não tenho essa medida minha. A que tenho foi da avaliação que fiz meses atrás, nem é mais válida.

Abraços a todos.

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Mustang,

aproveitando que o laboratório te respondeu sobre a formula, sera que vc poderia enviar-me, eu gostaria de saber o que tem exatamente antes de comprar, no frasco diz Mistura Proprietaria e eu gostariad e saber o que é isto...e com relação ao sistema nervoso...não mexeu né...pois eu ja sou meio estressado e se ele mexer com isto não vai da pra mim.

Você aconselharia uma pessoa como eu, estou começando a academia agora, é minha primeira semana, estou bem acima do meu peso, 95k quando deveria pesar 77k no máximo.

Agradeço. rwribeiro@gmail.com

Olá meus dois seguidores...rsrsrs...e olhe lá;

Bom, achei que tinha encerrado os posts sobre o primeiro ciclo do Oxyelite, mas, queria trazer algumas considerações.

Um mês e 13 dias aproximadamente, são quase 8 kg a menos de peso, boa parte de gordura mesmo e parte de massa magra, como podem ver nos posts anteriores.

A queda de peso estacionou, mas, além de ser normal, pois o próprio corpo liga o alerta e aumenta a resistência para perder gordura, dei um upgrade na suplementação e, também, na ingestão de proteína, o que pode estar me ajudando na constituição de mais massa - visualmente acho que estou recuperando o bíceps e peito, além de tríceps mais destacado.

Dei um up tbm nos aeróbicos, considerando que quero queimar mais ainda e definir certinho.

Estou puxando ferro com séries moderadas três vezes por semana, com treino completo de todos os grupos musculares (menos perna)

Aeróbicos: 40 minutos divididos entre corrida a 80% da FCM, caminhada acelerada e 17 andares de escada ...rsrsrsrs...pra compensar o fato de que odeio malhar os inferiores.

Comprei o segundo Oxy e estou meio encanado: a fórmula tá meio diferente - os mesmos ingredientes mas escritos de modo diferente, além da forma de ingestão que mudou bastante.

Ja mandei e-mail pra usplabs pra ver se eles esclarecem ou se comprei produto gato :D .

Bom, terça começo o segundo e último ciclo, com o agravante de que começa o projeto verão parte final. rsrsrs...

Como sempre, vou postar aqui os results.

Abraço a todos.

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Bom dia pessoal.....

Grande Rafa:

Eu respondi seu e-mail, mas, vamos dizer novamente, até mesmo para quem está na mesma situaçao que você.

Seguinte: o OEP é muito bom, como pode ver, me trouxe muitos resultados mais que positivos, alías, para muitas pessoas que conheço também.

Só que isso de indicar é meio complexo: primeiro porque é uma decisão muito pessoal cara, mesmo porque ele é bom sim, mas também tem colaterais que podem ser bem sérios.

Eu até relatei uma euforia, aceleração e ansiedade bem intensos no início do uso. Depois passou, graças a Deus, mas, ao longo dos posts você vais ver que outras pessoas sentiram colaterais mais fortes.

O que eu digo a respeito? pode ser que não se sinta nada demais, mas pode ser que se sinta muita coisa. Resumindo: para tomar o OEP tem que estar com a cabeça tranquila, estado de espírito idem...o Brad, amigão de posts e pessoal tbm, sentiu uma tristeza potencializada com o Oxy, assim como eu em determinado estágio de nossas vidas....passávamos por problemas pessoais e talvez ele tenha contribuído para uma sensação de colaterais mais intensos.

Por isso sempre recomendo que se procure ajuda de profissionais antes de usar o OEP ou qualquer outros termo, porque, ao contrário do que muitos pensam, eles são coisas seriíssimas.

Eu tomaria novamente, sem problemas, mas só porque hoje, graças a Deus, tenho equilíbrio, o que conquistei em grande parte, graças às atividades físicas e mudanças de hábitos de vida.

Quanto á fórmula: na verdade eu não perguntei ao laboratório sobre os ingredientes, mas, sobre uma mudança no rótulo.

As informações sobre os ingredientes você pode achar em sites especializados (por exemplo, suplementos importados.com ou http://www.newshapesuplementos.com.br/p ... 7Qodm3f4Kw)

Pesquise bem a respeito.

No mais, independente de uso do OEP ou não, você alcança sim seus objetivos, desde que se comprometa a ter DEDICAÇÃO E DISCIPLINA...o resto vem com o tempo.

Eu, por exemplo, morria de medo de engordar depois do fim do ciclo com o Oxy, mas hoje, graças a Deus, faço um esforço enorme para ganhar peso, continuando com o treino sério e a alimentação regrada.

É isso aí pareceiro...precisando, corre pra cá....vai ser um prazer imenso ajudar na medida do possível.

Abraços em todos.

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Terminando a primeira semana de treinos com o OEP, ontem e hoje tomando as duas pílulas, não senti nada de anormal.

O peso está estagnado em 68,3 kgs, não estou desesperado, já que espero perdas menores do que as relatadas pelos colegas. To tranquilo seguindo a dietinha, e acho q nem vou abusar no fds pra não retardar os efeitos...

Semana q vem farei uma avaliação física (com 10 dias já de OEP), para ver se ao final vou ter algum avanço com relação às medidas.

Abraço a todos.. e até semana q vem!

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Bom dia Pessoal,

Mustang estou impressionado com seus resultados, me motivou com seus relatos.

Á todos que conseguiram bons e excelentes resultados com o OEP, muito show. :wink:

Irei começar meus relatos com o uso do OEP:

Eu sempre corri mas nunca perdi mais de 2 Km semanal e depois recuperava no final semana ( normal ) média de corrida 6, 8 ou 10 Km em 40/55/70 minutos.

Hoje estou toamando 2 oxy ( igual ao Mustang ) pela manhã antes da corrida 6:30 - todos os dias corro, descanso 1 ou 2 dias semana.

hoje fazem exatos 10 dias - 02/06/2011.

Idade: 35

Peso baleia: 102,00 Kg ( com o uso do Oxy aumentei para 103,5, acredito que ganhei massa mais magra )

Objetivo: 95 Kg pra começar. 7 Kg

Efeitos colaterais: extremidades geladas, boca seca, muito gás na corrida, suor aumentados mesmo neste frio, meu sono melhorou muito, e tenho pressão arteiral pouco alta 13/9 é de família, mas a noite tomo remédio para diminuir.

Diário de refeições basicamente:

Café da manhã:

2 fatias de pão integral;

Salada alface e tomate, cenoura

queijo minas + blanquet

almoço:

salada

gralhado de frango

farofa ( Carbo )

carne vermelha as vezes junto

Jantar:

sopa ou saladas com frango ou peixe na semana,

final de semana gosto muito de cerveja e Whisky - Lixo

Algúem pode fazer uma análise porque ganhei peso ( espero ter sido massa magra conforme relatos anteriores ), é normal na primeira semana? posso continuar? alimentação OK ? será que semana que vem começo a perder peso para me motivar? alguma sugestão?

abraços a todos

PS: apesar de odiar puxar ferro, as vezes faço flexões de braço e levantamento para bíceps, já fiz academia, ganho passa muscular muito rápido, mas acabei mesmo na corrida na praia que acredito ser melhor para queimar ( minha finalidade ).

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Fala galera!

Bom,vou fazer um breve relato aqui do uso do OEP

Um pouco diferente, porque eu usei somente o OEP, SEM MALHAR!

Segui minha dieta a risca durante 1 mês e meio,fiz somente um ciclo,um pote de OEP

Não tenho medidas nem peso de antes e depois kk

Mas teve uma diferença

Segue as fotos:

Antes

http://i146.photobucket.com/albums/r251 ... CT4504.jpg

Depois

http://i146.photobucket.com/albums/r251 ... _A0068.jpg

Ainda tenho uma boa quantidade de gordura a perder

Mas vou começar outro ciclo com o Oxy

Mas dessa vez vou malhar pesado e tomar uma Whey de boa de qualidade ,BCAA e seguir com minha dieta

Mas acho que o resultado foi bom,principalmente porque não malhei durante meu ciclo

Enfim,ir de vestir tamanho 48 pra 40~42 em 1 mês e meio foi surprendente pra mim hehe

Abraço!

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Bom dia a todos os marombeiros e marombetes deste vasto território.....

Primeiro lugar: parabéns ao Vini...excelentes resultados parceiro...excelentes mesmo....acho que até melhores que os meus...agora é continuar com treino sério e dieta regrada...disciplina sempre.....

Ao parceiro Alex: obrigado pelos comentários....sério mesmo....fico feliz sempre que tomo conhecimento que servi de motivação.....

Quanto aos seus questionamentos: primeiro lugar....melhora essa dieta cara...lembre-se que, independente do objetivo, você tem mandar no mínimo 6 refeições diárias...para manter o metabolismo em franco funcionamento e, assim, auxiliar na perda de gordura.

Isso de três refeições acaba por não permitir que você emagreça, simplesmente porque o corpo entra em estado de estocagem de gordura e daí, não há santo que te ajude, nem o santo OEP....hehehehe

Dá uma olhada na página 18 que você vai ter uma idéia de como era a minha alimentação na fase de cutting.

Seria ideal, ainda, um treino regular de musculação também, porque aumentaria a taxa metabólica, tanto porque você estaria com atividades mais intenstes, quanto porque aumentaria a massa magra, pois, quanto mais massa magra no corpo, mais há um aumento de matabolismo também.

Avalia....leia os posts anteriores que serão de grande ajudar pra ti.

Precisando, corre pra cá....

Excelente semana a todos.

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    • Por Gustavo Barquilha Joel
      Existem muitas duvidas e mitos envolvendo a pratica de musculação. Quando um aluno entra em uma academia buscando um programa de exercícios para emagrecer, é comum que os profissionais responsáveis pela sala logo indiquem exercícios aeróbios para a perda de peso. Porém será que apenas os exercícios aeróbios é que promovem essa perda de peso? E a musculação, pode ajudar nesse processo? Qual a importância da dieta no processo de perda de peso?
      Bom, vamos por partes. Primeiro precisamos definir o que é necessário para que ocorra essa perda de peso. O processo de perda de peso ocorre quando se têm um déficit calórico, ou seja, quando você gasta mais calorias do que ingere. Parece fácil? Pois bem, não é tão simples assim, como veremos mais pra frente no artigo. O gasto energético diário é dividido nos seguintes componentes: taxa metabólica de repouso , efeito térmico da dieta e atividade física . A taxa metabólica de repouso é considerada o maior componente do gasto energético diário, com aproximadamente 70% em média.
      O American College of Sports and Medicine e a American Heart Association(1) indicam que o gasto energético(gasto calórico) decorrente da realização de uma modalidade de exercício físico deve ficar entre 1.000 e 2.000kcal/ semana. Nesse sentido é amplamente divulgado que o exercício aeróbio, provavelmente por trabalhar grandes grupamentos musculares de forma contínua, é sempre o mais indicado para que se obtenha um alto gasto calórico, devido ao seu maior gasto calórico, o que conseqüentemente ajudaria na perda de peso (2,3). Sendo assim é inquestionável a colaboração que o exercício aeróbio tem com relação ao gasto energético durante a sua pratica.
      Já com relação à musculação, a história é outra. Alguns estudos demonstraram que a musculação oferece um baixo gasto energético durante a sua prática (4,5). Porém fica muito difícil fazer uma analise precisa dos estudos que envolvem esse tema, principalmente devido as mais diversas variáveis que envolvem a musculação, como o intervalo de descanso entre as séries, a ordem dos exercícios, a intensidade do treino, o volume do treino, entre outros (6). Qualquer afirmação sobre o tema “gasto energético da musculação” ainda me parece precoce, sendo necessários novos estudos com um perfeito controle das mais diversas variáveis da sessão de musculação. Em todo caso, alguns estudos demonstram que o treinamento em circuito na musculação tem um gasto energético maior QUANDO COMPARADO com o treinamento convencional de musculação (7).
      Outro parâmetro muito utilizado para se analisar o gasto energético do exercício é o EPOC, também conhecido como o consumo de oxigênio em excesso após o exercício. A uma grande divergência no que diz respeito a real contribuição da musculação no EPOC, tendo alguns estudos encontrados grandes alterações no EPOC durante horas após a musculação (8), enquanto outros encontraram o retorno do EPOC aos valores de repouso(pré-treino) em pouco mais de 30 minutos, o que contribui pouco para o gasto energético(9).Esse conflito na literatura também existe devido a manipulação das variáveis citadas anteriormente neste artigo. Porém, parece que uma intensidade moderadamente alta com curtos intervalos de recuperação maximiza o processo de gasto energético na musculação através de um maior aumento no EPOC (10).
      Então parece mais sensato afirmar que a musculação pode sim influenciar a perda de peso, porém a magnitude desta perda é que é uma coisa a ser melhor estudada ainda. Porém uma associação de musculação e exercícios aeróbios parece ser uma boa forma de maximizar o processo de perda de peso, pois o aeróbio oferece um consumo de oxigênio maior durante o exercício, enquanto a musculação oferece um maior consumo de oxigênio após o término da sua atividade. Porém ao longo da minha carreira como professor de musculação já escutei muitos mitos como “fazer aeróbio perde massa muscular”, etc.
      Na verdade o processo de perda de peso é um processo catabólico, ou de degradação. A musculação realmente tem a capacidade de preservar a massa muscular maior do que o aeróbio, mas mesmo assim um planejamento errado na hora de montar o seu treino pode sim acarretar na perda de massa muscular. Outra coisa a ser levada em consideração é que a associação dos dois tipos de exercícios pode acarretar em um alto volume de treino (mais de uma hora de treino), e esse alto volume pode acarretar na perda de massa muscular, ou seja, quando for associar os dois exercícios, tem que se levar em consideração que o treino será desgastante e deve-se planejar bem como será feita essa sessão, feito isso a probabilidade de se perder massa muscular será menor.
      Outra intervenção importantíssima no processo de perda de peso é a alimentação, sendo que uma dieta com carboidratos de baixo índice glicêmico (alimentos de alto índice glicêmico estimulam picos de insulina, o que favorece o acumulo de gorduras), o aumento na ingestão de proteínas quando necessário (a proteína aumenta o efeito térmico dos alimentos devido a sua complexidade na digestão) e a ingestão de gorduras de boa qualidade (Gorduras como o Ômega-3 têm uma importante função de melhorar o perfil lipídico do indivíduo) são indispensáveis para uma perda de peso e uma melhora na qualidade de vida, porém esse tópico de nutrição será abordado em um artigo futuro.
      REFERÊNCIAS
      1 - Haskell WL, Lee IM, Pate RR, Powell KE, Blair SN, Franklin BA, et al. Physical activity and public health: updated recommendation for adults from the American College of Sports Medicine and the American Heart Association. Med Sci Sports Exerc. 2007;39 (8):1423-34.
      2 - SBC. Sociedade Brasileira de Cardiologia. IV Diretriz Brasileira Sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arq Bras de Cardiol. 2007, Vol 88, Suplemento I.
      3 - SBEM. Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. I Diretriz Brasileira de diagnóstico e tratamento da síndrome metabólica. Arq Bras Cardiol. 2005;84 (suplemento I).
      4 - Kraemer WJ, Volek JS, Clark KL, Gordon SE, Incledon T, Puhl SM, et al. Physiological adaptations to a weight-loss dietary regimem and exercise programs in women. J Appl Physiol. 1997;83(1):270-9.
      5 - . Poehlman ET, Denino WF, Beckett T, Kinaman KA, Dionne IJ, Dvorak R, et al. Effects of endurance and resistance training on total daily energy expenditure in young women: a controlled randomized trial. J Clin Endocrinol Metab. 2002;87(3):1004-9.
      6 - Kraemer W.j.; Fleck S.J. Otimizando o treinamento de força: programas de periodização não-linear. 1°. ed. Barueri:Manole, 2009. 273 p.
      7 - Pichon C, Hunter GR, Morris M, Bond RL, Metz J. Blood pressure and heart rate response and metabolic cost of circuit versus traditional weight training. J Strength Cond Res 1996;10:153-6.
      8 - Schuenke MD, Mikat RP, McBride JM. Effect of an acute period of resistance exerciseon excess post-exercise oxygen consumption: implications for body mass management. Eur J Appl Physiol. 2002;86(5):411-17.
      9 - Binzen CA, Swan PD, Manore MM. Postexercise oxygen consumption and substrate use after resistance exercise in women. Med Sci Sports Exerc. 2001;33(6):932-8.
      10 - Castinheiras Neto, A. G. ; SILVA, Nádia Lima da ; FARINATTI, P. T. V. . Influência das variáveis do treinamento contra-resistência sobre o consumo de oxigênio em excesso após exercício: uma revisão sistemática. Revista Brasileira de Medicina do Esporte. 2009;15: 70-78.
    • Por Rafael do Carmo Saraiva
      Encontro diariamente pessoas interessadas em iniciar um treinamento de musculação. Após esclarecerem algumas dúvidas em relação à freqüência e ao tempo necessários, demonstram total interesse em iniciar o treinamento resistido, porém finalizam com a frase: “Então primeiro vou emagrecer, para depois começar a treinar”.
      Acreditando neste conceito, as pessoas esforçam-se ao máximo para aumentar seu gasto calórico através de atividades aeróbias prolongadas, aliadas a dietas radicais de baixo valor nutricional. Tanto a caminhada quanto à corrida oferecem muitos benefícios para uma boa saúde.
      O grande risco é realizá-las em intensidades fortes, onde a pressão arterial e a freqüência cardíaca aumentam durante o exercício, correndo o risco de sofrer problemas cardiovasculares.
      Outro fator de risco é o impacto, que a longo prazo pode originar lesões. Com o objetivo de “queimar” gordura, a tendência das pessoas é correr por longos períodos, causando catabolismo muscular (degradação de músculos).
      Vários malefícios estão relacionados com a perda de massa muscular, como perda de força, agilidade e principalmente redução do metabolismo basal (quantidade calórica ou energética que o corpo utiliza durante o repouso para o funcionamento de todos os órgãos), tornando assim, mais difícil o processo de emagrecimento.
      Os exercícios aeróbios reduzem a gordura, mas não aumentam a massa muscular. Os efeitos dependem da continuidade da atividade física.
      A literatura cita hoje a musculação como o primeiro passo para o indivíduo começar o emagrecimento.
      Quer começar a emagrecer, comece ganhando músculos, pois a taxa basal será mais alta, ou seja, mais calorias você gasta quando estiver em repouso.
      Os exercícios resistidos reduzem a gordura e aumentam a massa muscular e os efeitos persistem mais após o término da atividade física.
      Treinamento de musculação de quarenta minutos associado a exercício aeróbio de no máximo trinta minutos após a musculação, praticado de três a quatro vezes por semana, têm mostrado ótimos resultados no processo de emagrecimento.
      Vale lembrar que, para efeito de segurança, a musculação também é a atividade mais indicada, pois todas as variáveis do treinamento são controladas (carga, intensidade, freqüência, posição do corpo e amplitude do movimento), respeitando a individualidade biológica de cada indivíduo.
    • Por Sanderson Cavalcanti
      De início, cumpre lembrarmos que as gorduras corporais podem ser encontradas nos órgãos e nos tecidos, sob a forma de lipoproteínas, adipócitos e celulite. Cumpre ainda lembrarmos que, a gordura do corpo humano é derivada do colesterol proveniente tanto do meio exógeno quanto do meio endógeno, ou seja, é proveniente de alimentos ingeridos ou é proveniente do próprio organismo.
      O colesterol possui uma importante função para a síntese do estrogênio, do androgênio e da progesterona e, para ser transportado através da corrente sanguínea, liga-se a diversos tipos de lipoproteínas. Existem vários tipos de lipoproteínas, e elas são classificadas de acordo com a sua densidade. As duas principais lipoproteínas usadas para diagnóstico dos níveis de colesterol são as lipoproteínas de alta densidade e baixa densidade.
      As lipoproteínas são tipos de gorduras armazenadas no corpo humano revestidas de fosfolipídeos, colesterol e proteínas. O quilomícron é a maior das lipoproteínas encontradas no corpo humano, ou seja, são moléculas de lipídeos de pequeno volume produzidas pelas células intestinais. Os quilomícrons que absorvemos na alimentação entram na corrente circulatória e encontra a enzima lipoproteína lípase, virando quilomícron remanescente.
      De acordo com a proporção existente entre os compostos de lipídicos e de proteína, a densidade de uma lipoproteína pode ser muito baixa (VLDL), pode ser baixa (LDL), e ainda, pode ser muito alta (HDL). O excesso de colesterol de baixa densidade (LDL) no sangue prejudica a captação celular de lipoproteínas, sendo gradativamente depositado nas paredes das artérias, ocasionando o surgimento de uma placa lipídica descrita como placa de ateroma.
      As placas de ateromas formadas nas paredes dos vasos sanguíneos prejudicam o fluxo de oxigênio, e causa uma inflamação descrita como aterosclerose. Em casos mais graves, a placa de ateroma pode endurecer, lesando as artérias e causando um processo degenerativo ainda maior, comumente descrito como arteriosclerose. A síntese do colesterol de baixa densidade (LDL) no fígado vai para o sangue sob a forma de um colesterol de densidade muito baixa (VLDL), ocasionando uma obstrução da artéria coronária que induz o infarto do miocárdio.
      Em contrapartida, o colesterol de alta densidade (HDL), quando entra na corrente sanguínea, capta parte do colesterol de baixa densidade (LDL) e de muito baixa densidade (VLDL) que se encontra em excesso na corrente sanguínea, e o transporta novamente para o fígado.
      As formas de apresentação da gordura corporal podem ser por meio de uma gordura essencial ou por meio de uma gordura de reserva. A gordura essencial é a gordura necessária para o funcionamento fisiológico normal do individuo, é um tipo de gordura encontrada na medula óssea, nos pulmões, no coração, no fígado, nos rins, no baço, nos intestinos, nos músculos e nos tecidos ricos em lipídios que se encontram espalhados por todo o sistema nervoso central. Já a gordura de reserva é um tipo de gordura que se encontra acumulada nos adipócitos.
      Quando ocorre um desequilíbrio na gordura de reserva, ou seja, um acúmulo excessivo, tem-se então a existência de um quadro de obesidade. Os adipócitos são células que armazenam gorduras e que regulam a temperatura corporal, ou seja, são tipos de células que fazem parte do tecido adiposo que acompanha o desenvolvimento do ser humano durante a vida.
      Cada adipócito é capaz de armazenar uma quantidade de gordura, podendo esta quantidade ser até dez vezes o seu tamanho. Quando o limite de armazenamento de um adipócito é ultrapassado, uma nova célula adiposa é criada no tecido adiposo, e o sucessivo descontrole desse processo, ocasiona o incremento da obesidade.
      A obesidade é classifica de acordo com o biótipo de um individuo, sendo ela andróide, ginecóide ou ovóide, e ainda, é classificada de acordo com a origem exógena ou endógena, bem como, com o percentual de gordura corporal. A obesidade andróide é um tipo de acúmulo excessivo de gordura corporal que ocorre nos homens, trata-se de um acúmulo de gordura localizado na região supra-umbilical do abdômen, e essa gordura acumulada na região supra-umbilical do abdômen se dá, devido à ação da testosterona, ocasionando na maioria das vezes, um quadro de diabetes e doenças cardiovasculares.
      A obesidade ginecóide é um tipo de acúmulo excessivo de gordura corporal que o corre nas mulheres, trata-se de um acúmulo de gordura localizado na região do quadril, infra-umbilical do abdômen, glúteos e na parte superior da coxa, e essa gordura acumulada nessas regiões se dá, devido à ação dos estrogênios e da progesterona.
      A obesidade ovóide é um tipo de acúmulo excessivo de gordura corporal que ocorre tanto em homens e em mulheres, e que se localiza por toda a parte do corpo humano.
      A obesidade exógena é causada por fatores externos associados a uma dieta hipercalórica, e ainda, a um baixo gasto calórico induzido pelo sedentarismo, já a obesidade endógena, é causada por fatores internos associados a uma alteração hipotalâmica, a tumores, a enfermidade inflamatória, a alterações endócrinas, a alterações genéticas, e ainda, a ações induzidas por meio de recursos farmacológicos.
      A obesidade hipertrófica trata-se de um tipo de obesidade adipocitária resultante do desenvolvimento excessivo das células adiposas, e a obesidade hiperplásica é num tipo de obesidade adipocitária resultante da proliferação de células adiposas.
      A obesidade hipertófica é um tipo de obesidade reversível, ao passo que a obesidade hiperplásica é um tipo de obesidade irreversível que surge na fase fetal durante o aumento de peso excessivo da mãe no processo de gestação, e ainda, que surge no primeiro ano de vida ou na primeira infância, por meio do consumo precoce e excessivo de alimentos sólidos e aleitamento artificial, e também, que surge na fase pré-escolar por meio de hábitos alimentares inadequados, na puberdade por meio de alterações hormonais, sócio-culturais e sedentarismo.
      As complicações da obesidade resultam em problemas de natureza respiratórios, cardiovasculares, osteoarticulares, metabólicos, cutâneos e hormonais. Os problemas de natureza respiratórios se dão pela ocorrência da dispinéia e da hipóxia, os problemas de natureza cardiovasculares se dão pela ocorrência do aumento do gasto cardíaco, da hipertensão e da arteriosclerose, os problemas de natureza osteoarticulares se dão pela ocorrência da artrose, os problemas de natureza metabólicos se dão pela ocorrência de diabetes mellitus, os problemas de natureza cutâneos se dão pela ocorrência de estrias e celulite, e por fim, os problemas de natureza hormonal se dão, pela ocorrência do aumento do cortisol, da alteração na reprodução e da diminuição do hormônio do crescimento.
      A forma mais segura de identificar o acúmulo excessivo de gordura corporal situado na região supra-umbilical ou infra-umbilical do abdômen é através da mensuração da circunferência abdominal, e o parâmetro estabelecido para homens corresponde no máximo a 90 cm, e para mulheres, no máximo a 84 cm. Sendo que o parâmetro normal do percentual de gordura corporal para homens é de 12 a 15%, e para mulheres é de 20 a 25%, ao passo que o parâmetro excessivo para homens é acima de 20% e para mulheres é acima de 30%.
      Por questões estéticas, para os praticantes de musculação não importa o tipo de gordura corporal, uma vez que ambas incomodam muito. Entretanto, importa destacar que, por questões relacionadas à saúde, é essencial identificá-las. Existem dois tipos de gorduras no corpo humano, a visceral e a localizada, e o acúmulo exagerado de ambas envolvem causas, consequências e tratamentos diferenciados.
      Cabe destacar que o tipo de gordura visceral que se acumula no fígado ocasiona um quadro de esteatose hepática, ao passo que a gordura visceral ou intra-abdominal é a gordura considerada do tipo mais grave, uma vez que ela ocasiona a síndrome metabólica, propiciando o desenvolvimento de doenças como pressão alta, diabetes e colesterol alto.
      Em contrapartida, a gordura localizada ou subcutânea não é vista como uma patologia, uma vez que ela está muito mais relacionada a questões estéticas, e não apresenta um risco direto para a saúde. A distribuição do acúmulo de gordura por todo o corpo humano segue critérios genéticos distintos e individuais, sendo determinada dessa forma de pessoa para pessoa, em razão do sexo e da etnia.
      As partes do corpo humano que estão mais susceptíveis ao acúmulo de gordura, compreendem a região interna do joelho, a parte superior dos braços relativo à área do tríceps, a região infra-umbilical do abdômen, a parte interna das coxas, a região dos culotes, dos glúteos, do flanco e das mamas.
      Do ponto de vista do emagrecimento, é muito importante que se entenda como a gordura é retirada do adipócito, e ainda, como ela é utilizada pelos músculos envolvidos no exercício resistido expresso nas sessões de musculação. A gordura armazenada no adipócito encontra-se na forma de triglicerídeos, e quando realizamos um determinado exercício resistido numa sessão de musculação, vários hormônios, tais como as catecolaminas, o glucagon, a somatotrofina, os corticosteróis, e outros mais, são liberados gradativamente na corrente sangüínea, e quando chegam aos adipócitos, provocam um processo fisiológico descrito como lipólise.
      A lipólise é a quebra dos triglicerídeos, e esse processo de quebra dos triglicerídeos aumenta as concentrações sangüíneas de ácidos graxos livres. Os ácidos graxos livres quando conduzidos aos músculos esqueléticos, são utilizados para a síntese de ATP. A participação da gordura no consumo energético de uma sessão de musculação ocorre em relação ao tempo de execução, e ainda, em relação ao custo calórico expresso pelo exercício resistido.
      Vale destacar que, a produção da energia proveniente da gordura apresenta um rendimento de aproximadamente 40%, sendo que, dados experimentais indicam que até 20 minutos, a energia provém basicamente do glicogênio muscular, da proteína e dos lipídeos intramusculares, ou seja, provém da gordura local e, entre os 20 e 40 minutos, a energia provém de substâncias que existem no sangue, ou seja, provém da gordura circulante e, somente por volta dos 40 minutos, é que a gordura provém dos adipócitos para sustentar o consumo energético.
      Tomando por base esses dados experimentais, observa-se que, elaborar um programa de musculação que vise proporcionar o emagrecimento ou uma redução do percentual de gordura corporal, envolve por estabelecer o aumento do consumo energético a nível global, uma vez que o custo calórico do exercício não é o valor expressivo para de efetuar a perda de peso.
      Observa-se ainda que, o exercício resistido localizado só possui valor prático, quando ele é mantido num tempo mínimo entre 20 a 30 minutos, e mesmo que seu efeito não proporcione o emagrecimento, ele possui importante função de hipertrofiar e tonificar a musculatura do panículo adiposo, proporcionando firmeza aos tecidos.
      Em contrapartida, os exercícios ergométricos incluídos nas sessões de musculação, quando são mantidos num tempo entre 20 e 40 minutos, proporcionam o emagrecimento. Portanto, quando o objetivo for o emagrecimento, é importante que se inclua exercícios ergométricos e exercícios resistidos numa sessão de musculação, uma vez que a redução do percentual de gordura corporal é obtida, mediante a inclusão de atividades físicas generalizadas, e ainda, mediante um planejamento alimentar constituído por uma dieta hipocalórica.
      Referências bibliográficas:
      ACSM. (2000). Manual do ACSM para teste de esforço e prescrição de exercício. 5 ed. Rio de Janeiro: Revinter. Heywadr, Vivian H., Stolarczyk, Lisa M. (2000). Avaliação da composição corporalaplicada. São Paulo: Manole. Nahas, Markus V. (2001). Atividade física, saúde e qualidade de vida. Londrina: Midiograf. Nieman, David C. (1999). Exercício e saúde: como se prevenir de doenças usando o exercício como seu medicamento. São Paulo: Manole. Paffenbarger, R. S. et al. (1986). Physical activity, all cause mortality, and longevity of college alumni. New England Journal of Medicine, 314, 605-613. Pollock, Michael L. & Wilmore, Jack H. (1993). Exercícios na saúde e na doença. 2 ed. Rio de Janeiro: MEDSI. Wilmore Jack H. & Costill, David L. (2001). Fisiologia do esporte e do exercício. 2 ed. São Paulo: Manole.
    • Por amaralpriscylla
      O que li na web é que quando você faz musculação, você desenvolve a musculatura, e com a musculatura desenvolvida seu gasto calórico é maior, fazendo você perder peso. Porém, eu acredito que uma pessoa só desenvolve a musculatura (com musculação) se ela estiver em uma dieta que possibilite o ganho de massa magra.
      No entanto, eu gostaria de saber se uma pessoa que está em uma dieta de contagem de pontos, ou seja, uma dieta pra perder gordura, se a musculação ainda poderia ajudar. Gosto muito de musculação, e não gosto muito de aeróbico. Será que a musculação pra quem está em uma dieta de baixa caloria acaba sobrecarregando o organismo? Substituo a musculação por aeróbico (se sim, porque)?
    • Por batataney
      A ciência da  Educação Física indica alguns princípios para a execução  de qualquer atividade física. Seguir esses princípios é uma condição indispensável para que a participação de qualquer pessoa nas atividades seja uma experiência proveitosa e, se possível, agradável.
      Ao final de um período de execução de qualquer atividade que acompanhe esses princípios, o executante perceberá os benefícios  adquiridos e a provável adoção de um estilo de vida ativo, ou seja, a manutenção desses benefícios.
      Esses princípios devem ser observados por qualquer pessoa que se proponha a realização de um programa de atividades físicas. São cinco princípios existentes:
      1 - Princípio da individualidade biológica:    
      É o princípio que estabelece que não existem duas pessoas iguais. Em termos de condicionamento físico isso significa dizer que o mesmo exercício , na mesma intensidade, na mesma duração e na mesma frequência semanal proporcionará diferentes efeitos de treinamento a depender de fatores como sexo, idade, capacidade máxima, experiência prévia e técnica de execução.
      2 - Princípio da sobrecarga crescente:
      Para adquirir uma boa aptidão física, o organismo precisa ser submetido a esforços cada vez maiores (mais intensos ou por um tempo maior, ou ainda, em uma maior frequência) de maneira tal que possa  provocar no organismo reações de adaptação que levem à aquisição ou melhoria da aptidão.
      A sobrecarga pode ser considerada a quantidade de trabalho que realizamos e a forma mais comum de se quantificar uma atividade física é em termos do total de quilocalorias que ela consome.
      Compreendendo a sobrecarga, podemos pensar no seu complemento - crescente. Crescente significa que a atividade deve ser cada vez maior para que possa servir de estímulo ao organismo e provocar a melhoria da sua aptidão física. Em outras palavras, se fizermos sempre a mesma atividade, da mesma forma e em quantidade igual, a nossa condição física permanecerá sempre no mesmo patamar.
      Para a melhoria da aptidão física é necessário trabalhar com sobrecargas sempre crescentes. Evidentemente, o aumento da sobrecarga de treinamento deve ser feito com bastante cuidado, pois se houver qualquer exagero, a atividade física pode ser bastante perigosa.
      O aumento da sobrecarga pode ser feito através de qualquer um dos fatores a seguir:
      Frequência: Quando aumentamos o número de treinamentos em uma semana - três, quatro, cinco vezes por semana. A utilização do corpo ou de suas partes em diferentes tipos de atividades irá melhorar não só a sua eficiência, mas também a qualidade de execução dos movimentos.
      Isto indica que os treinamento capacita-nos a : gastar menos energia para execução de um movimento; executar o mesmo movimento de forma mais coordenada e ampla; levantar objetos mais pesados e executar um grande número de repetições de um determinado movimento. A musculatura que é utilizada com regularidade irá hipertrofiar (aumentará). Já aquela que é  pouco utilizada irá atrofiar (diminuirá). 
      Os especialistas na área de Educação Física defendem que um programa de atividades físicas que pretenda obter resultados satisfatórios deve ser realizado com uma frequência mínima de três vezes por semana.
      Volume: Aumentando a distância na caminhada, o número de repetições de um exercício de ginástica, o tempo de duração de um passeio de bicicleta, estaremos lidando diretamente com o volume de treinamento.
      Também chamado de duração, é outro aspecto a ser considerado pelos praticantes de atividades física. Pode ser expresso através de tempo, distância ou número de repetições em que a tarefa deverá ser realizada.
      Especialistas na área afirmam que o volume de uma sessão de treinamento deve ser de 15 a 60 minutos contínuos. No entanto, sua duração dependerá diretamente da intensidade da tarefa.
      As atividades desenvolvidas com intensidades mais baixas devem ser realizadas durante um período de tempo mais prolongado.
      No caso de adultos, com baixos níveis de aptidão física e sedentários, recomenda-se programas de atividades físicas com intensidades baixas e moderadas, realizadas por um período de tempo superior a 15 minutos e realizadas de forma continua. As atividades com essas características são as que apresentam melhor efeito sobre a aptidão cardiorrespiratória total.
      Além disso, atividades de longa duração, realizadas em uma intensidade baixa ou moderada diminuem a possibilidade de ocorrência de lesões e melhoram o nível de participação nos programas de atividades físicas.
      A duração dever ser aumentada gradativamente e, qualquer que seja o objetivo pretendido, devemos iniciá-lo com sessões não muito longas. Atividades físicas de curta duração e alta intensidade não são recomendadas no início do programa e sim para indivíduos treinados, com aptidão física acima da média.
      Intensidade: Passando a correr a mesma distância em tempo menor, aumentando a carga de exercícios com pesos ou diminuindo o tempo de descanso entre uma execução e outra estaremos alterando a intensidade de trabalho.
      Podemos classificar a intensidade de uma tarefa em baixa, média, forte e muito forte. Contudo, pode-se dizer que somente há uma melhora na aptidão quando os esforços são de intensidade média à forte, oque trará uma capacidade adaptativa mais eficaz por parte do organismo.
      A melhoria dos níveis de aptidão física somente se verifica quando os programas de atividades físicas são bem planejados e, sobretudo, considerada a relação entre duração, a intensidade do programa e a frequência com que ele é realizado.
      3 - Princípio da especificidade:
      Do ponto de vista do gasto energético é possível estabelecer parâmetros de igualdade entre diferentes atividades físicas. Assim, andar 3 quilômetros em 30 minutos equivale a nadar 20 minutos ou andar de bicicleta 6 quilômetros em 15 minutos. Isto porque todas essas atividades provocam a queima de 150 quilocalorias.
      Embora esta relação possa existir, o princípio da especificidade determina que os corredores devem correr, nadadores devem nadar, etc., devido às adaptações especificas que cada uma dessas atividades ocasiona, criando efeitos paralelos específicos.
      Outro aspecto a ser considerado neste princípio é o tipo de estímulo ao qual o organismo é submetido.
      Embora possamos utilizar os mesmo grupos musculares, a forma como sera considerada a relação entre volume e a intensidade poderá resultar no desenvolvimento de diferentes capacidades. Por exemplo, o desenvolvimento da força dar-se á através de exercícios de alta intensidade e o desenvolvimento da resistência será obtido com estímulos de média intensidade e com durações maiores.
      Ainda sobre as adaptações que ocorrem no organismo, como resultado da prática regular de atividades físicas, alertamos para a existência de diferentes tipos de adaptação: no nível muscular, articular, e ósseo e nos grandes sistemas como o respiratório e o cardíaco. Segundo o tipo de atividade, uma dessas áreas será mais solicitada, desencadeando uma adaptação coerente.
      Para compreendermos bem este conceito podemos esclarecer o seguinte: nos exercícios de força a adaptação é um nível muscular, articular e ósseo e em corridas de longa duração a adaptação se dá nos sistemas respiratório e cardíaco.
      4 - Princípio da continuidade:
      Este princípio rege que a atividade física deve ser realizada continuamente, sem interrupções. É a continuidade que desencadeará as adaptações do organismo aos esforços a que foi submetido pelo treinamento e que seja possível uma melhora na aptidão.
      A interrupção de qualquer tipo de atividade física leva o organismo ao retorno à situação inicial (antes do início do programa), ou seja, será necessária uma retomada dos níveis iniciais de intensidade e volume.
      A retomada e o estabelecimento do novo programa dependerá do nível em que estávamos quando interrompemos e o tempo em que se ficou inativo. de forma geral, quanto maior for o período de interrupção, maiores serão os prejuízos a condição física.
      5 - Princípio da reversibilidade:
      Este princípio complementa o anterior e, provavelmente, possibilitará uma maior compreensão das consequências da ausência de regularidade em um programa de atividades físicas.
      Todos os benefícios adquiridos em vários meses de treinamento podem ser perdidos em poucas semanas de inatividade. Para alguns especialistas, estes benefícios e perdem em três semanas e totalmente em dez.
      O desconhecimento deste princípio faz com que, tantas vezes, ex-praticantes estabeleçam para si metas facilmente alcançáveis no passado mas impossíveis no presente. O fato de algumas pessoas considerarem-se melhores que outras (fisicamente falando) por terem participado há algum tempo, pode ser muito perigoso por ocasião de uma retomada na atividade.
      Alguns métodos de treinamentos 
      Método da pirâmide - (força e hipertrofia) A pirâmide pode ser de dois tipos: crescente e decrescente.
      Pirâmide crescente Atualmente, a pirâmide crescente é usada com repetições máximas ou submáximas – sem a preocupação aparente de não gerar fadiga – com uma progressiva diminuição das repetições e aumento das cargas. Desta forma, a pirâmide crescente consiste em aumentar a carga e diminuir o número de repetições ao longo da série.
      Pirâmide decrescente Na pirâmide decrescente utilizada atualmente, realiza-se um pequeno número de repetições como cargas elevadas, com progressiva redução da carga e aumento do número de repetições. Lembrando que nesta versão atual, as repetições são realizadas até a fadiga ou próximas a ela, na maior parte dos casos.
      Método bi-set - (hipertrofia) Consiste na realização de dois exercícios consecutivos, sem descanso, para o mesmo grupo muscular. O objetivo deste método é gerar um aumento da congestão sangüínea (aumento do fluxo sangüineo) na musculatura, fenômeno relacionado ao aumento da massa muscular.
      Método tri-set - (hipertrofia) Consiste na realização de 3 exercícios consecutivos, sem intervalos entre eles, para o mesmo grupo muscular. Sua base é similar à do bi-set, com um estímulo ainda mais prolongado.
      Método super-set - (hipertrofia) Consiste na realização consecutiva de vários exercícios para o mesmo grupo muscular – (hipertrofia)
      Consiste na realização de mais de 4 exercícios sem intervalo, ou seja, executar os exercícios de forma seguida, um atrás do outro, até completar o total superior a quatro exercícios sem pausa. Após a execução do último exercício, há uma pausa, para então realizar a segunda passagem e depois a terceira.
      Neste método, utiliza-se em média 3 séries, com 10 repetições, dando um intervalo de até 2 minutos após os quatro exercícios diretos.
      Agonista/antagonista - (força e hipertrofia) Este método lembra o bi-set, porém os exercícios executados são direcionados a grupamentos musculares antagônicos (exemplo: realiza-se extensão de joelhos seguida de flexão de joelhos). Ou seja, consiste na realização de dois exercícios sem intervalo, primeiro o agonista, depois o respectivo antagonista. 
      Método do treinamento em circuito - (condicionamento físico e resistência muscular) É, sem dúvida, o método de treinamento de força mais usado com iniciantes. Este método consiste em realizar diversos exercícios com um intervalo controlado mínimo (aproximadamente 15 segundos), ou sem intervalo, entre eles. Este método é um dos únicos em que a carga deve ser moderada. Isso significa trabalhar próximo de 40 a 60% de 1 RM (repetição máxima).
      Método da pré-exaustão - (força e hipertrofia) Consiste em realizar um exercício de isolamento (uniarticular) seguido de um exercício composto, ambos envolvendo um grupo muscular em comum. Apesar de não possuir um embasamento científico definido, este método é comumente usado com a finalidade de enfatizar a musculatura trabalhada de forma isolada no primeiro exercício.
      Método de repetições forçadas (excêntrica) - (força e hipertrofia) Durante as repetições forçadas, executa-se normalmente o movimento até a impossibilidade de mover a carga. Quando for detectada a falha na fase concêntrica, o ajudante (ou o próprio executante, quando possível) deve utilizar a quantidade de força necessária para que o movimento concêntrico prossiga em sua cadência natural. O movimento “forçado” deverá prosseguir até que es atinja a o objetivo desejado (tempo sob tensão, número de repetições, etc.) ou que haja necessidade de excessiva aplicação de força auxiliar.
      Método blitz - (hipertrofia) No método Blitz, diferentemente dos outros, o que se promove é o trabalho sobre apenas um grupo muscular por dia ou sessão de treinamento.
      Método drop-set - (força e hipertrofia) O drop-set, ou série descendente pode é a realização do movimento com técnica perfeita até a falha concêntrica, reduzindo a carga (em aproximadamente 20%) após a falha prosseguindo o exercício com técnica perfeita até nova falha.
      Deve-se repetir o segundo e terceiro passos até se alcançar o objetivo estabelecido para o treino.
      Método de repetições roubadas - (força e hipertrofia) Neste método, o exercício é executado com a técnica correta até a falha concênctrica e, em seguida, altera-se o padrão de movimento com a finalidade de prosseguir por mais algumas repetições. As repetições roubadas só devem ser aplicadas em casos específicos, levando-se em conta a característica do indivíduo e do exercício, do contrário, os resultados serão irrelevantes diante do risco aumentado de lesões.
      Método da fadiga excêntrica - (hipertrofia e força) Este método consiste em levar as repetições forçadas ou roubadas até os limites extremos. Para se treinar com fadiga excêntrica é recomendável utilizar cargas elevadas – que permitam repetições entre 3 e 6 completas – realizando o exercício até a falha concêntrica e, em seguida, utilizar um dos 2 métodos acima para prosseguir com o movimento até que haja impossibilidade de sustentar a fase excêntrica.
      Devido à elevada intensidade da fadiga excêntrica, ela só deve ser usada em uma ou duas séries por treino, com intervalos de 7 a 10 dias, ou com mais freqüência, durante fases intensivas, conhecidas como microciclo de choque.
      Método super lento ou super slow - (resistência muscular e hipertrofia) Este método consiste em realizar repetições de forma extremamente lenta, levando de 15 a 60 segundos para completar um ciclo de movimento. A proposição original de Ken Hutchins, conhecida com superslow, é a realização de repetições com cadências de 5 segundos para fase excêntrica e 10 segundos para fase concêntrica.
      Algumas divisões de treinos
      AB upper / lower ( inferior / superior ) ou push / pull ( empurra / puxa )
      ABC A - peito / ombros / tríceps
      B - costas / trapézio / bíceps
      C - perna completa.
      ABCD A - costas / trapézio
      B - peito / ombro
      C - perna completa
      D - tríceps / bíceps / antebraço 
      ABCDE A - tríceps / bíceps
      B - Ombros / trapézio
      C - Perna completa
      D - Costas
      E - Peitoral
      Abaixo segue para download um controle de treinamento simples para montar e acompanhar os treinos e ganhos:
      Controle_de_Treinamento.xlsx
      Referências :
      MATTOS, M.G. NEIRA, M.G.