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    • Por ccmc22
      Olá pessoal!!!
      Tenho quase 23 anos e pretendo chegar neles (em junho) com o corpo que sonho desde os meus 18, quando veio epoca de vestibular e engordei cerca de 5 quilos..
      Nao é muito, eu como estudante de nutricao, sei bem que com uma boa dieta e exercicios as esses 6 quilos seriam eliminados em pouco tempo..
      Acontece que vim morar na Inglaterra em janeiro e desde entao ja engordei mais 2.. Somando tudo tenho 7 a mais nesse corpo.
      Minha meta é chegar aos meus antigos 48 quilos (tenho 1,54).. hoje estou pesando 55!
      O engracado é que a 5 anos atras nem me imaginava passando de 50! hahaha
      O que mais estou encanada é que me matriculei em uma academia daqui, e lá tem a balanca de bioimpedancia..
      Meu IMC esta dentro do normal, mas estou com 29% de gordura.. é demais pra mim, estou no limite pra obesidade 1 segundo a tabela do personal da academia (AQUI É UM LUXO, pago a mixaria de 25 pounds - 75 reais pela academia e acompanhamento do profissional, por mes.. )
      Pedi informacoes para esse personal da academia e ele me recomendou esse produto..Aproveitando que aqui em Londres o OxyElite é legalizado,comprei quarta pelo Amazon e ja chegou hoje!
      Vamos ao que interessa..
      Peso - 55 kg
      Altura - 1,54
      Idade - 22
      BF- 29% ou seja tenho 15,95 kg de massa gorda
      Quero perder aproximadamente 5 quilos de massa gorda.. é um objetivo real!! E assim perderia 10% chegando a 19 que para mim é razoavel..
      Medidas:
      Peito:90 cm
      cintura: 69cm
      abdomen: 78 cm
      Quadril:98cm
      Coxa direita 48cm
      Coxa esquerda 49 cm
      braco direito 27cm
      braco esquerdo 26 cm
      pescoco: 31cm
      Medidas feitas dia 13/04
      Tenho fotos minhas de ontem, mas nao sei como colocar, alguem poderia me ajudar?
      Estou fazendo meu relato mais para ter apoio do pessoal daqui, vi outros relatos, achei o maximo o pessoal dando forca! Portanto, se entrar no link, deixe pelo menos um oi.. hahaahah
      Pode criticar o shape tbm, da mais motivacao!
      Hoje de manha comecei com uma capsula 20 min antes de tomar meu cafe-almoco (acordei tarde)
      Comi dois ovos cozidos, duas fatias de pao integral e salada de alface americano com meio tomate
    • Por jsousa21
      Olá pessoal, boa tarde


      Tenho 27 anos, 1,59 e no momento pesando 70kg, mas já cheguei a pesar 77kg.
      Estou fazendo dieta há alguns meses (dando umas derrapadas de vez em qdo) mas estacionei nesses 70kg há mais de um mês e não consigo baixar mais que isso

      Acabei de comprar o Oxyelite Pro pra dar uma acelerada, quero chegar nos 62kg pelo menos, fiz musculação mas no momento estou fazendo somente treino de Muay Thai 3x por semana (há um mês), cheguei a tomar o Lipo Cut X Hers mas não senti muito efeito nele...

      Estou com um pouquinho de medo de tomar, e ainda tenho algumas dúvidas por isso estou escrevendo aqui e gostaria de saber se poderiam me ajudar.

      Minha dieta esta na base de 1500kcal - 1600kcal diários, sendo que nos finais de semana costumo abusar um pouco mais


      1 - A cápsula tem que ser tomada em jejum?! Se não for, não terá o mesmo efeito? Pois meu estomago é um pouco sensível..
      2 - Tenho que tomar todos os dias ou somente nos dias de treino? (2ª / 4ª / 6ª)
      3 - Como meu treino é a noite ( das 21hs as 22hs) qual seria o melhor horário para se tomar a 2ª cápsula a partir da 2ª semana?
      4 - Tenho que tomar algum cuidado com minha alimentação? Tipo, se faltar algum nutriente como carboidrato ou proteína por exemplo, o Oxyelite pode fazer algum mal?
      5 - Pra mim, a dúvida mais importante, quem tomou e depois parou teve aumento de peso novamente? Como o organismo se comportou?


      Obrigada!
    • Por Matheus Rainery
      Tenho dúvida se devo tomar o Stimerex-ES ou o Lipo-6 Black. A diferença de preço é muito baixa! Um está R$ 135,00 o outro tá 169,90 em média nos sites que eu olhei!
    • Por Matheus Uba Chupel
      A cafeína é um poderoso agente modulador do desempenho atlético, entretanto, deve-se ficar atento aos achados em alguns estudos científicos.
      A Cafeína
      A cafeína, uma possível exceção à regra geral contra a ingestão de estimulantes, continua sendo uma droga controlada/restringida nas competições atléticas. A cafeína pertence ao grupo de compostos denominados metilxantinas, encontrados naturalmente nos grãos de café, nas folhas de chá, no chocolate, nos grãos de cacau e nas nozes da cola, sendo acrescentada frequentemente às bebidas efervescentes e aos remédios vendidos sem prescrição médica (McArdle & Katch, 2002).
      Dependendo do preparo, uma xícara de café fervido contém entre 60 e 150 mg de cafeína. Como elemento de referência, 2,5 xícaras de café coado contém 250 a 400 mg, ou geralmente entre 3 e 6 mg por kg de massa (peso) corporal.
      A absorção da cafeína pelo intestino delgado se processa rapidamente, alcançando concentrações plasmáticas máximas entre 30 e 120 minutos, após a ingestão, para exercer sua influência sobre os sistemas nervoso, cardiovascular e muscular. A meia-vida metabólica da cafeína, de 3 horas, significa que é eliminada pelo corpo com bastante rapidez, certamente após uma noite de sono (Cohen et al 1996).
      Efeitos da Cafeína no Desempenho Esportivo
      Nem todos os estudos confirmam benefícios ergogênicos da cafeína. Entretanto, já foi demonstrado que a ingestão de 2,5 xícaras de café coado, a 1 hora antes do exercício, amplia muito a capacidade de resistência no exercício moderadamente extenuante. Os indivíduos que haviam bebido cafeína se exercitavam por uma média de 90,2 minutos, em comparação com 75,5 minutos durante 1 sessão de exercícios sem cafeína.
      Apesar de terem sido observados valores semelhantes para freqüência cardíaca e captação de oxigênio durante os dois ensaios, a cafeína fazia com que o trabalho parecesse mais fácil.
      Em concordância com seus efeitos estimulantes (característica dos compostos a que a cafeína faz parte – as metilxantinas), foi comprovado que a cafeína proporciona também um benefício ergogênico durante os desempenhos máximos de natação completados em menos de 35 minutos. Em um estudo experimental duplo-cego, sete homens e quatro mulheres nadadores experientes de longa distância (<25 min para 1.500m), consumiram cafeína 2,5 horas antes de nadarem 1.500m. O tempo total de natação foi em média 1,9% menor com cafeína do que sem cafeína (20min 58 segundos vs 21min 21 segundos).
      Uma concentração plasmática mais baixa de potássio antes do exercício e níveis sanguíneos mais altos de glicose no final do ensaio acompanhavam o desempenho com cafeína. Isso sugeriu que o equilíbrio eletrolítico e a disponibilidade de glicose podem ser fatores-chave no efeito ergogênico da cafeína (McArdle & Katch, 2002).
      A Cafeína e o Metabolismo Energético durante o Exercício
      A cafeína afeta quase todos os sistemas do organismo, sendo que seus efeitos mais óbvios ocorrem no sistema nervoso central (SNC). Quando consumida em baixas dosagens (2mg/kg), a cafeína provoca aumento do estado de vigília, diminuição da sonolência, alívio da fadiga, aumento da respiração e da liberação de catecolaminas, aumento da freqüência cardíaca, aumento no metabolismo e diurese. Em altas dosagens (15mg/kg) causa nervosismo, insônia, tremores e desidratação.
      Segundo Spriet (1995), existem pelo menos três teorias que podem tentar explicar o efeito ergogênico da cafeína durante o exercício físico. A primeira envolve o efeito direto da cafeína em alguma porção do sistema nervoso central, afetando a percepção subjetiva de esforço e/ ou a propagação dos sinais neurais entre o cérebro e a junção neuromuscular.
      A segunda teoria pressupõe o efeito direto da cafeína sobre co-produtos do músculo esquelético. As possibilidades incluem: alteração de íons, particularmente sódio e potássio; inibição da fosfodiesterase (PDE), possibilitando um aumento na concentração de adenosina monofosfato cíclica (AMPc); efeito direto sobre a regulação metabólica de enzimas semelhantes às fosforilases (PHOS); e aumento na mobilização de cálcio através do retículo sarcoplasmático, o qual contribui para o potencialização da contração muscular (Spriet, 1995).
      A terceira teoria diz respeito ao aumento na oxidação das gorduras e redução na oxidação de carboidratos (CHO). Acredita-se que a cafeína gera um aumento na mobilização dos ácidos graxos livres dos tecidos e/ou nos estoques intramusculares, aumentando a oxidação da gordura muscular e reduzindo a oxidação de CHO (Sinclair, et al 2000).
      Muitos estudos sugerem que a cafeína é um poderoso agente modulador do desempenho atlético, que pode ser adaptável aos diferentes tipos de estímulos envolvidos nos mais diversos tipos de exercícios. Atualmente, pesquisadores têm nos demonstrado que a ingestão de 3 a 6 mg de cafeína por kg (massa corporal), melhora a performance em atletas, sem que sejam detectados casos positivos no exame antidoping.
      Pesquisas recentes têm apontado um aumento da força muscular acompanhado de uma maior resistência à instalação do processo de fadiga muscular após a ingestão de cafeína. Ainda não está totalmente esclarecido qual o mecanismo de ação responsável pelo aumento da força muscular; todavia, acredita-se que isso ocorra em maior intensidade muito mais pela ação direta da cafeína no SNC do que pela sua ação em nível periférico (Kalmar & Cafarelli, 1999).
      Isto sugere que a cafeína exerce um efeito ergogênico direto e específico sobre o músculo esquelético durante a estimulação repetitiva de baixa frequência. A cafeína poderia também influenciar a sensibilidade das miofibrilas ao Ca++ (McArdle & Katch, 2002).
      Em relação aos exercícios de intensidades máximas e extenuantes de curta duração, boa parte dos estudos demonstra que a ingestão de cafeína pode melhorar significativamente o desempenho e a performance nas práticas de até 5 minutos.
      O mesmo não se pode dizer com relação a tais exercícios quando precedidos por exercícios submáximos prolongados, quando o desempenho físico parece não sofrer qualquer alteração (Spriet, 1995).
      Nos exercícios físicos prolongados, alguns estudos apontam que o uso da cafeína otimiza funcionamento do metabolismo energético durante o esforço o que, por conseqüência, contribui para a melhora da performance.
      Entretanto, uma explicação precisa para o efeito de aprimoramento do exercício por parte da cafeína continua sendo enganosa. Com toda probabilidade, o efeito ergogênico da cafeína (e de outros componentes correlatos tipo metilxantina) no exercício de endurance de alta intensidade resulta da utilização facilitada da gordura como combustível para o exercício.
      Além disso, o suposto efeito diurético provocado pelo uso dessa substância, acarretando aumento no volume de urina, e portanto uma maior perda hídrica durante o esforço, não tem sido confirmado na prática. Segundo Wemple et al (1994) o comprometimento do estado de hidratação corporal parece estar relacionado somente ao emprego de mega-doses desta substância.
      Concluindo
      Grande parte dos estudos que envolvem a utilização de cafeína, associada ao exercício físico, sugerem resultados que apontam esta substância como um poderoso estimulante para o trabalho físico. Atletas que comumente realizam atividades que envolvem resistência, força e trabalho muscular em intensidades máximas, podem, de alguma forma, se beneficiar da ingestão de cafeína. Contudo, vale a pena citar que alguns fatores, como a dosagem, o estado nutricional, e a sensibilidade do organismo às metilxantinas, podem afetar significativamente os resultados.
      Referencial
      - Cohen , B.S., et al. Effects of caffeine ingestion on endurance racing in heat and humidity. European Journal Appl. Physiology. 73:358, 1996
      - McArdle W. Katch F. Katch V. Fundamentos de Fisiologia do Exercício. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2002
      - Conlee, R.K. Amphetamine, caffeine and cocaine. Em: D.R. Lamb, M.H. Williams. Ergogenics: Enhancement of Performance in Exercise and Sport. New York, Benchmark Press, 1991 p. 285-310
      - Spriet, L.L. Caffeine and performance. International Journal of Sports Nutrition. 5:84-99, 1995
      - Sinclair, C.J.D. & Geiger, J.D. Caffeine use in sport: a pharmacological review. J. Sports Med. Phys. Fitness, 40: 71-79, 2000
      - Kalmar, J.M. & Cafarelli, E. Effects of caffeine on neuromuscular function. J. Appl. Physiol., 87: 801- 808, 1999
      - Wemple, R.D.; Lamb, D.R.; Bronstein, A.C. Caffeine ingested in a fluid replacement beverage during prolonged exercise does not cause diuresis. Medical Science of. Sports Exercise, 26: S204, 1994
    • Por Luis Meirelles
      Mercado consumidor de suplementos alimentares gira em trilhões de dólares 
      No mundo inteiro, existem milhares de produtos do mercado, o que totaliza aproximadamente um total de um trilhão de dólares. Somente nos EUA existem 200.000.000 de utilizadores potenciaIs desses suplementos. Acredito que se as pessoas aprendessem a se alimentar corretamente esses suplementos não seriam tão largamente consumidos, pois, esses suplementos são estrategicamente consumidos como um apelo emergencial para a perda de peso rápido.
      Como funcionam os suplementos queimadores de gordura ou termogênicos
      Os queimadores de gordura (termogênicos) atuam no processo de lipólise, que é processo de degradação de triglicérides em ácidos graxos. Esse processo é dependente da enzima Lipase Hormônio Sensível (HS).
      Após o consumo dos termogênicos ou Fat Burners, ocorre no metabolismo uma sequência de reações metabólicas que aumentam a termogênese, que é induzida e comandada na fase 1 pela liberação de noradrenalina, que atua como primeira mensageira, seguida pela ativação da AMPc, que atua como segunda mensageira para a cascata de reações químicas que comandam a termogênese. Estes eventos vão ativar a Termogenina (dos genes UCP1).
      O tecido adiposo, mais especificamente a gordura branca, apresenta várias funções como fornecimento de energia. É a maior reserva energética do corpo. Um jovem adulto possui em média de 10 a 15 kg dessa reserva armazenada no corpo, que totaliza um potencial de reserva energética de 140.000 calorias.
      As células de gordura branca regulam o balanço energético do organismo como um todo, ao estocar excesso de calorias ingeridas como Triacilgliceróis (triglicérides) e liberando-as na forma de energia quando esta demanda energética for necessária.
      A termogênese é basicamente um processo de geração de calor.
      As celulas de gordura marrom fazem com que o organismo elimine calorias em excesso através da produção de calor, isso explica o porquê em certas pessoas o excesso de calorias aumentam as reservas de gordura branca e em outras não, sendo que isso é determinado pela genética.
      Logo, enquanto as células de gordura branca estocam triglicerides, as células de gordura marrom (tecido especializado em gerar termogênese) responsável pela fosforilação oxidativa, mobilizam gorduras.
      O potencial termogênico da gordura marrom depende da quantidade de hiperplasia dessas células e da concentração de termogenina gerada por essas células. Essa células são ativadas também pelo grau de estímulo do sistema nervoso simpático.
      A termogenese é classificada em obrigatória (é aquela ativada pela ação específica da ingesta dos nutrientes), e a adaptativa (que é comandada por hiperfagia, genótipo e temperatura ambiente).
      Um mecanismo termogênico defeituoso contribui com a dificuldade de manter o peso desejado e também está correlacionado com todos o modelos de obesidade.
      Origem dos termogênicos
      O uso de estimuladores de lipólise por termogênicos não é de hoje. Nas décadas de 1920, já se conheciam os efeitos do potente Dinitrofenol (DNP) e na décadas de 50 ja se usavam largamente alguns hormônios da tireóide.
      Hoje, alguns desses estimuladores de lipólise que atuam por termogêneses incluem:
      chá verde; citrus aurantium;  guaraná; noz de cola; mahuang; fucoxantina; capsiato. A fucoxantina como termogênico
      A fucoxantina é um dos termogênicos mais recentes e que é é um carotenóide extraído de algas nas profundezas do mar. A fucoxantina age estimulando o fígado a produzir DHA, fazendo com que o Gene UPC-1 ativa a mitocondria dos adipócitos, o resultado disso é um metabolismo basal mais acelerado.
      Capsiato: termogênico da pimenta vermelha
      Outro substância sendo atualmente explorada por suas ações termogênicas é o Capsiato que é um análago da Capsaicina. Esse são encontrados na família de frutas do Capsicum (pimentas vermelhas) que são utilizados a séculos como condimentos para dar estímulos gustativos. Estudos tem demonstrado que essa substância (Capsaicina ) apresenta notórios efeitos estimulante do metabolismo por ação termogênica, agindo por estímulo na liberação de catecolaminas, eleva a temperatura corporal promovendo aumento do gasto energetico em repouso, sendo assim o metabolismo suprime o acúmulo de gordura branca abdominal e visceral.
      Foi comprovado que esses ativos provenientes das famílias das pimentas vermelhas tem ações específicas no metabolismo termoregulador e lipolítico, fazendo com que haja elevação nos níveis de UPC-1, e ativando esses genes na mitocôndria dos tecidos gordurosos. Alguns estudos também apontaram com o uso de substâncias uma Hiperplasia as células de gordura marrom, fazendo que que o ocorra elavação da temperatura corporal e aumento do consumo de oxigênio.
      Porém, alguns estudos também demonstraram que essas substância têm potente ação neurológica se usadas em quantidades altas e com frequência, logo, sua admnistração deve ser em dosagens limitadas e por curtos períodos de tempo.
      Referências:
      Kobata K, Todo T, Yazawa S, Iwai K, and Watanabe T. Novel capsaicinoid-like substances, capsiate and dihydrocapsiate, from the fruits of a nonpungent cultivar, CH-19 Sweet, of pepper (Capsicum annuum L.). J Agric Food Chem 46: 1695-1697, 1998.
      Ohnuki K, Niwa S, Maeda S, Inoue N, Yazawa S, and Fushiki T. CH-19 Sweet, a nonpungent cultivar of red pepper, increased body temperature and oxygen consumption in humans. Biosci Biotechnol Biochem 65: 2033-2036, 2001.
       
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