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douglas380

MOCOTÓ É MESMO UMA ALIMENTO COM MUITA PROTEÍNA ?

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9 posts neste tópico

PESSOAL MINHA MÃE, MEU TIO, PESSOAS QUE CONHEÇO, E ATÉ EM CONVERSAS QUE OUVI DE OUTRAS PESSOAS, SEMPRE COMENTAM QUE MOCOTÓ DEIXA A PESSOA MUITO FORTE. SERÁ QUE É VERDADE ISSO ?

APESAR DO MOCOTÓ SER UMA PARTE DO BOI ONDE SÓ TEM MÚSCULOS MUITO DESENVOLVIDOS, ISSO INFLUENCIA NA QUALIDADE DO ALIMENTO ?


ALGUÉM JÁ OUVIU FALAR SOBRE ISSO, QUE MOCOTÓ DEIXA FORTE ? EU ATÉ DECIDI COMPRAR PARA FAZER EM CASA, E O PRÓPRIO AÇOUGUEIRO BRINCOU, DISSE QUE TO QUERENDO VIRAR O HULK COMENDO MOCOTÓ - EU SEI QUE FOI UM EXAGERO - MAIS NO FUNDO TODO MUNDO TEM ESSE PENSAMENTO. SERÁ QUE É MESMO UMA ALIMENTO TÃO BOM ASSIM ?

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Não adianta um alimento só, tem toda uma dieta bem equilibrada por trás disso tudo. Pode até ser que ele tenha bastante proteina e tal, mas só isso não te fará forte, procura aqui no forum que você vai aprender a fazer uma dieta com os alimentos certos (podendo até ser o mocotó) abraços.

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sinceramente eu nao conhecia o produto, mais como a coisa mais facil do mundo é PESQUISAR, coloquei no meu amigo google e deu isso...

Item Quantidade por porção VD*

Informação Nutricional

Porção de 20g

Carboidratos 5,6g 2

Proteínas 0,6g 1

Gorduras totais 0g 0

Gorduras saturadas 0g 0

Fibra alimentar 0g 0

Sódio 0mg 0

Valor Energético 26kcal 1

Gorduras Trans 0g **

Vitamina A 18mcg 3

Vitamina C 1,35mg 3

Vitamina B6 0,039mg 3

Ácido fólico 12mcg 5

Vitamina B12 0,072mcg 3

Vitamina B1 0,036mg 3

Ácido pantotênico 0,15mg 3

acho q nao precisa dizer mais nada ne.

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sinceramente eu nao conhecia o produto, mais como a coisa mais facil do mundo é PESQUISAR, coloquei no meu amigo google e deu isso...

Item Quantidade por porção VD*

Informação Nutricional

Porção de 20g

Carboidratos 5,6g 2

Proteínas 0,6g 1

Gorduras totais 0g 0

Gorduras saturadas 0g 0

Fibra alimentar 0g 0

Sódio 0mg 0

Valor Energético 26kcal 1

Gorduras Trans 0g **

Vitamina A 18mcg 3

Vitamina C 1,35mg 3

Vitamina B6 0,039mg 3

Ácido fólico 12mcg 5

Vitamina B12 0,072mcg 3

Vitamina B1 0,036mg 3

Ácido pantotênico 0,15mg 3

acho q nao precisa dizer mais nada ne.

acho que precisa sim. Eu não sei avaliar se é um bom ou ruim alimento - mesmo com essa tabela ae

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acho que precisa sim. Eu não sei avaliar se é um bom ou ruim alimento - mesmo com essa tabela ae

isso aqui é em relação a geleia de mocotó, mais vendo direito vc ta querendo saber da carne? se sim, como qualquer outra carne ela tem uma boa quantidade de proteina, entao acaba ajudando sim.

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Se é o Mocoto que estou pensando, eh o caldo de de Mocoto que eh um prato tradicional do Nordeste, feito do Tutano da pata do Boi. Aqui na minha região se faz muito caldo de Mocoto com o Tutano da pata do Boi.

Dizem os mais antigos que eh um alimento forte, e que dá força, mas isso está mais para lenda do que para realidade.

Não eh um alimento só que irá fazer a diferença, e sim o todo ingerido ao longo de um dia inteiro.

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Se é o Mocoto que estou pensando, eh o caldo de de Mocoto que eh um prato tradicional do Nordeste, feito do Tutano da pata do Boi. Aqui na minha região se faz muito caldo de Mocoto com o Tutano da pata do Boi.

Dizem os mais antigos que eh um alimento forte, e que dá força, mas isso está mais para lenda do que para realidade.

Não eh um alimento só que irá fazer a diferença, e sim o todo ingerido ao longo de um dia inteiro.

EU TENHO CONSCIÊNCIA DE QUE APENAS UM ALIMENTO NÃO FARA DIFERENÇA EM RELAÇÃO A HIPERTROFIA MUSCULAR - MAS INCLUI-LO NAS REFEIÇÕES NÃO É UMA MÁ IDEIA NÉ ?

ULTIMAMENTE ANTES DE DORMI ESTOU COMENDO MUITA PROTEÍNA - COMO FIGADO DE BOI, FILE DE FRANGO, CALDO DE MOCOTÓ, AS VEZES 2 OVOS CRU E DOIS COPOS DE LEITE. ISSO AJUDA A HIPERTROFIAR ? PQ MEU TREINO É PESADO D+ - FORA O DESCANSO.

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EU TENHO CONSCIÊNCIA DE QUE APENAS UM ALIMENTO NÃO FARA DIFERENÇA EM RELAÇÃO A HIPERTROFIA MUSCULAR - MAS INCLUI-LO NAS REFEIÇÕES NÃO É UMA MÁ IDEIA NÉ ?

ULTIMAMENTE ANTES DE DORMI ESTOU COMENDO MUITA PROTEÍNA - COMO FIGADO DE BOI, FILE DE FRANGO, CALDO DE MOCOTÓ, AS VEZES 2 OVOS CRU E DOIS COPOS DE LEITE. ISSO AJUDA A HIPERTROFIAR ? PQ MEU TREINO É PESADO D+ - FORA O DESCANSO.

Eu nunca vi a Tabela Nutricional desses Caldos de Mocotó que são vendidos aqui na minha região, mas tenho a impressão que são alimentos muito gordurosos; mas tbm não posso afirmar pois não sei ao certo quais ingredientes são usados na sua produção, e qual processo culinário eh usado para fazer tais produtos.

Só sei que o sabor eh muito bom na minha opinião, e as vezes eu acabo comendo tbm em restaurantes típicos nordestinos aqui da minha região.

Com relação à dieta para crescimento muscular e Proteína, quando planejamos a dieta diária, ela deve conter a quantidade correta de calorias para aquela pessoa em específico, e tbm ter equilíbrio entre a quantidade de Proteína, Carboidrato e Gordura ingeridas.

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Eu nunca vi a Tabela Nutricional desses Caldos de Mocotó que são vendidos aqui na minha região, mas tenho a impressão que são alimentos muito gordurosos; mas tbm não posso afirmar pois não sei ao certo quais ingredientes são usados na sua produção, e qual processo culinário eh usado para fazer tais produtos.

Só sei que o sabor eh muito bom na minha opinião, e as vezes eu acabo comendo tbm em restaurantes típicos nordestinos aqui da minha região.

Com relação à dieta para crescimento muscular e Proteína, quando planejamos a dieta diária, ela deve conter a quantidade correta de calorias para aquela pessoa em específico, e tbm ter equilíbrio entre a quantidade de Proteína, Carboidrato e Gordura ingeridas.

TALVEZ SEJA MITO, OU FUNCIONE COMO UM PLACEBO, MAS EU ACHO QUE ACEITA-LO COMO UMA ÓTIMA FONTE DE CARBOIDRATOS SIMPLES É UMA BOA IDEIA

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    • Por Pedro Alvim Neto
      A proteína é um nutriente vital para os seres vivos, pois consiste em uma macromolécula presente em todas as células de organismos vivos. Como os carboidratos e as gorduras, as proteínas contêm átomos de carbono, hidrogênio e oxigênio, diferindo-se pela presença, principalmente, de nitrogênio (16% da molécula), juntamente com enxofre, fósforo e ferro.
      As proteínas são formadas por combinações dos vinte aminoácidos em diversas proporções e cumprem funções estruturais, reguladoras, de defesa e de transporte nos fluídos biológicos.
      Os aminoácidos livres estão em equilíbrio dinâmico na célula e nos fluidos biológicos, o qual é dependente do anabolismo e do catabolismo orgânico, sendo esse processo denominado turnover proteico. Os principais tecidos responsáveis por esse equilíbrio são o muscular e visceral, sendo estas últimas responsáveis pela síntese de proteínas sanguíneas fundamentais na homeostase celular. As melhores fontes proteicas são de origem animal, no entanto, a ingestão de misturas de cereais e leguminosas nos fornecem também as quantidades de aminoácidos necessárias para a síntese proteica.
      As proteínas ocupam uma posição chave na reparação e na formação de tecido muscular depois do exercício. Ao levantar um peso, os músculos são forçados a se alongar quando prefeririam se contrair. Essa ação causa minúsculas rupturas nas fibras musculares, que são a razão da dor muscular sentida 1 ou 2 dias após o exercício intenso. Em resposta, o organismo faz as fibras musculares aumentarem de tamanho e as fortalece para protegê-las de rompimentos futuros.
      O material de construção para esse processo provém principalmente da proteína alimentar, desmembrada em aminoácidos durante a digestão. Como explicado anteriormente, os aminoácidos entram na corrente sanguínea e são transportados para as células musculares para serem sintetizados em proteínas. Há dois tipos principais de proteína muscular: actina e miosina. No desenvolvimento muscular, ocorre o aumento quantitativo de actina e miosina, e este processo faz com que as fibras musculares aumentem em diâmetro e força e se contraiam com mais vigor.
      A digestão das proteínas começa no estômago, com a enzima pepsina secretada no suco gástrico, seguida pela ação das enzimas proteolíticas provenientes do pâncreas e da mucosa do intestino delgado. Essas enzimas não são secretadas na forma ativa, mas como proenzimas ou zimogêneos; posteriormente, pela ação de outros compostos, são ativadas pela perda de uma hidrólise parcial. Assim, por exemplo, ácido clorídrico do estômago desnatura as proteínas e transforma o pepsinogênio em pepsina. Essa enzima começa a clivagem das proteínas dos alimentos, principalmente das ligações envolvendo os aminoácidos aromáticos e a leucina.
      As proenzimas pancreáticas são ativadas pela enteroquinase do suco intestinal, que transforma o tripsinogênio em tripsina por meio do processo de hidrólise, o qual é continuado por uma ativação em cascata das outras proenzimas pancreáticas pela ação da tripsina. A secreção de enzimas proteolíticas parece ser regulada pela presença de proteína da dieta no intestino delgado.
      Os eventos que ocorrem no intestino durante a digestão de proteínas estão bem estabelecidos. As enzimas do suco pancreático mostram uma grande especificidade, especialmente nas ligações adjacentes à lisina ou à arginina (tripsina) ou nos aminoácidos aromáticos (quimio-tripsina) e ainda nos aminoácidos alifáticos neutros (elastase).
      A maior parte da proteína que entra no intestino, quer de origem dietética, quer de origem endógena, é digerida e absorvida na forma de aminoácidos. Para uma ingestão diária média de proteína de 90 a 100g, a contribuição das secreções digestivas endógenas equivale aproximadamente a 60 a 70g, que no intestino são digeridas e absorvidas; proteínas plasmáticas (~2g) e 6 a 12g de proteína aparecem nas fezes.
      Outro fator importante na absorção das proteínas dos alimentos é a sua digestibilidade, que é definida como a relação entre proteína ou nitrogênio absorvido e proteína ou nitrogênio ingerido. Em geral, as proteínas de origem animal têm digestibilidade ao redor de 90 e 95%, como se verifica no leite, na carne e no ovo. As proteínas dos vegetais têm digestibilidade menor.
      Após a absorção intestinal, os aminoácidos são transportados diretamente ao fígado pelo sistema porta. Esse órgão exerce um papel importante como modulador da concentração de aminoácidos plasmáticos. Cerca de 20% dos aminoácidos que entram no fígado são liberados para a circulação sistêmica, cerca de 50% são transformados em uréia e 6% em proteínas plasmáticas. Os aminoácidos liberados na circulação sistêmica, especialmente os de cadeia ramificada (isoleucina, leucina e valina) são depois metabolizados pelo músculo esquelético, pelos rins e por outros tecidos.
      O destino dos aminoácidos em cada tecido varia de acordo com as necessidades de momento daquele tecido, havendo um equilíbrio dinâmico entre as proteínas tissulares, os aminoácidos ingeridos pela dieta e os aminoácidos circulantes.
      Há um contínuo processo dinâmico de síntese e catabolismo proteico, específico em cada tecido, denominado, como já vimos, turnover proteico. A vida média de uma proteína corresponde ao tempo que o organismo leva para renovar a metade da quantidade dela. Certas enzimas intracelulares têm vida média de algumas horas. A hemoglobina tem vida média de 120 dias e o colágeno, cerca de 365 dias.
      Como fonte de energia, as proteínas são equivalentes aos carboidratos, fornecendo 4kcal/g. No entanto elas são consideradas mais “caras” do que os carboidratos, pois demandam maior quantidade de energia para a sua metabolização. Sendo assim, uma condição fundamental para se garantir a adequada utilização pelo organismo da proteína ingerida é que seja satisfeita a necessidade energética, pois a deficiência de energia acarreta em desvio de proteínas a partir de suas funções plásticas e reparadoras em detrimento da produção de energia.
      Entre os 21 aminoácidos naturais, vários devem estar presentes na dieta para satisfazer as necessidades do organismo, enquanto outros não; em consequência, a qualidade nutricional das proteínas pode ser determinada pelo tipo e pela quantidade de seus aminoácidos constituintes.
      Alguns aminoácidos são classificados como essenciais porque sua síntese no organismo é inadequada para satisfazer as necessidades metabólicas e devem ser fornecidos como parte da dieta. Esses aminoácidos são: treonina, triptofano, histidina, lisina, leucina, isoleucina, metionina, valina, fenilanina e possivelmente arginina. Ausência ou inadequada ingestão de alguns desses aminoácidos resulta em balanço nitrogenado negativo, perda de peso, crescimento menor em crianças e pré-escolares e sintomatologia clínica.
      Os aminoácidos não essenciais – alanina, ácido aspártico, asparagina, ácido glutâmico, glicina, prolina e serina – são igualmente importantes na estrutura proteica; no entanto, se houver deficiência na ingestão de um deles, ele pode ser sintetizado em nível celular a partir de aminoácidos essenciais ou de precursores contendo carbono e nitrogênio.
      Pode parecer que quanto mais material de construção (proteína) o organismo recebe, mais músculo ele desenvolve. Pelo menos é esta a linha de pensamento seguida pelos atletas de força há anos. No entanto, não é bem assim que funciona. Comer o dobro de proteína não dobrará o volume dos músculos. Além disso, outro problema de quem come proteína demais é que o excesso pode ser armazenado no organismo em forma de gordura.
      Para criar massa muscular é preciso manter um balanço nitrogenado positivo. Mas isso não significa necessariamente que se deve ingerir mais proteína. As células musculares assimilam a quantidade exata de nutrientes de que necessitam para o crescimento, e o treinamento de força contribui para que elas aproveitem melhor as proteínas disponíveis.
      O exercício de força representa um potente estímulo para a ocorrência de hipertrofia na fibra muscular em humanos. O processo de hipertrofia ocorre quando a taxa de síntese proteica muscular excede a taxa de degradação, acarretando em saldo positivo do balanço proteico muscular. O aumento desse saldo ocorre após uma única sessão de exercício de força, sendo geralmente aceito que o crescimento muscular ocorre após semanas ou meses de treinamento como consequência das elevações crônicas e transitórias na síntese proteica, que supera a degradação proteica durante o período de recuperação entre as sessões consecutivas de treinamento. A síntese proteica muscular pode permanecer elevada por até 48 horas pós- exercício.
      Visando maximizar o ganho de massa muscular, é necessário otimizar os fatores que promovem a síntese proteica e diminuem a degradação proteica. Não obstante, uma miríade de potenciais fatores pode influenciar no metabolismo proteico muscular, incluindo tipo, intensidade, frequência e duração do exercício, fatores hormonais e a extensão do período de recuperação. Além disso, fatores nutricionais podem influenciar no metabolismo proteico, sendo que tais intervenções nutricionais são comumente difundidas entre atletas e praticantes recreacionais de exercício de força, os quais acreditam que a ingestão de determinados suplementos nutricionais, após uma sessão de treinamento ou durante o treinamento habitual, possa aumentar o ganho normal na hipertrofia da fibra muscular.
      Há muitos anos tem-se debatido a questão da quantidade de proteína que um atleta deve consumir. Até o início do século passado, a proteína foi considerada o combustível mais importante para a prática de exercícios físicos. Não obstante, naquela época, começaram a se acumular resultados demonstrando que, na realidade, os principais combustíveis utilizados durante o exercício eram carboidratos e lipídeos. Consequentemente, a opinião científica mudou, passando a acreditar que a prática do exercício físico pouco afetava a necessidade proteica. Entretanto, dados recentes obtidos por meio de novas técnicas experimentais indicam que a prática regular de exercícios pode aumentar a necessidade de proteínas e aminoácidos. Esse aumento da necessidade proteica, causado pelo treinamento, pode ocorrer de forma direta, devido a mudanças no metabolismo de aminoácidos, ou indireta, como resultado do consumo insuficiente de energia.
      Como praticante de treinamento de força ou fisiculturista, o atleta precisa de mais proteína do que uma pessoa menos ativa. Sua necessidade é um pouco maior que os 0,8g diários/kg de peso da DRI, a qual é baseada nas necessidades de quem não pratica exercício.
      Garantir a ingestão adequada de proteína para a síntese proteica é fundamental para se otimizar o ganho e manutenção de massa magra quando se quer secar. As recomendações variam de acordo com a modalidade esportiva:
      modalidades de endurance de 1,0 a 1,6g/kg de peso/dia; modalidades de força e explosão de 1,6 a 2,0g/kg de peso/dia; modalidades intermitentes de 1,4 a 1,7g/kg de peso/dia. É extremamente importante que a proteína seja bem distribuída ao longo do dia em todas as refeições para estimular melhor mTOR e otimizar a síntese proteica.
      A ingestão de carboidratos imediatamente após o exercício de força pode aumentar a subsequente ressíntese de glicogênio quando comparada ao mesmo intervalo de tempo algumas horas posteriormente, mas a ingestão de carboidratos não garante síntese proteica.
      A ingestão de uma mistura de aminoácidos ou de um hidrolisado de proteínas após uma sessão de exercício de força estimula a taxa de síntese proteica no músculo humano e promove balanço proteico muscular positivo. Isso acontece por conta dos aminoácidos de cadeia ramificada (ACR), ou de um único aminoácido, como a leucina. No que concerne, esta aumenta a fosforilação de proteínas envolvidas na regulação da síntese proteica, a leucina estimula a mTOR, que sinaliza a hipertrofia muscular.
      Os ACR podem atuar no balanço proteico muscular também por meio da diminuição da lesão e da degradação proteica muscular induzida pelo exercício físico.
      A proteína é fundamental em todas as fases da vida e em diferentes estados fisiológicos, considerando, nesse caso, também o exercício físico.
      O aumento da massa muscular, que representa um objetivo perseguido por atletas em todos os tempos, desde a antiguidade até os dias atuais, especialmente por fisiculturistas, é conseguido somente com muito treinamento e dedicação, alimentação adequada, orientação de treinador capacitado, médico e nutricionista.
      A quantidade de proteína a ser consumida diariamente por atletas e praticantes de atividade física deve ser preconizada e orientada por profissionais capacitados. Somente dessa forma a proteína exercerá seu papel relevante no processo de síntese proteica no decorrer do treinamento de força, ao mesmo tempo que permitirá a ocorrência de um balanço nitrogenado positivo no adulto.
       
      REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
      ACADEMY OF NUTRITION AND DIETETICS, AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, AND DIETITIANS OF CANADA. Canada, 2016. Disponível em: www.dietitians.ca/sports. Acesso em: 10/09/2016.
      BIESEK, Simone; ALVES, Letícia Azen; GUERRA, Isabela. Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. 2 ed. São Paulo: Editora Manole, 2010.
      KLEINER, Susan M; GREENWOOR-ROBINSON, Maggie. Nutrição para o Treinamento de Força. 3 ed. São Paulo: Editora Manole, 2009.
       
       
    • Por Paola & Matheus
      Ai galera, um amigo meu me indicou Muscle Horse Turbo, proteína para cavalo, gostaria de saber se alguém tem algum relato, sabe se presta tomar isso ae?
      Valeu.
    • Por gimmemass
      Gostaria também de saber o que tomar durante o ciclo para o figado, hipertensao etc e para a TPC...
       
      - Idade: 18.
      - Altura: 1,80cm.
      - Peso: 65kg.
      - Tempo de treino: 2 anos.
      - Objetivo: Ganhar massa muscular e peso.
      - Estrutura do ciclo(dosagens, semanas etc):
        Se for Dianabol:
       
      Se for Anadrol:
       
        *Ciclo acompanhado com Creatina e Proteina depois dos treinos, Gainer depois de almoço e jantar, glutamina ao pequeno almoço, almoço e 1 hora antes de ir dormir.
    • Por Sagat Suplementos
      Sagat Suplementos
      Aqui você encontra os melhores suplementos, como Whey Protein, BCAA, Creatina, Massa, Glutamina, Malto, Femini Whey, Termogênicos e etc.
      Em nosso site você tem a disposição marcas como Optimum Nutrition, Max Titanium, Integralmedica, Black Skull, entre outras.
      www.sagatsuplementos.com.br
      Atendemos também por whatsapp: 12982758412
      [email protected]

       
    • Por douglaskoi
      Eu faço uma dieta com um Médico nefrologista, e o mesmo me passou uma dieta contendo essas doses de suplementos:
      Ao acordar: 2 colheres de albumina  Pós Treino: 2 colheres de albumina, 1 scoop whey, 1 colher dexotrse, 1 colher malto Antes de dormir: 2 colheres de albumina, 1 scoop de whey Além que faço minhas refeições normais, baseadas em carnes magras, batata doce, macarrão gran duro, frutas.
      Eu tenho 1,74, e 79kg e 25 anos, buscando a hipertrofia com definição.
      A minha maior dúvida é se estou tomando em excesso proteína, se não seria muito esse tanto de suplementos diariamente. Obrigado