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renatoaugusto

[dietas] Cutting E Hipertrofia

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Post Destacado

Bom pessoal, segue minha dieta pra período cutting e hipertrofia (este é com o menor acúmulo de gordura possível).

Altura: 1,77
Peso: 77kg
Bf: +-18%
Idade: 18
Tempo de treino: 6 meses
Objetivo: Hipertrofia com o menor acúmulo de gordura e depois cutting.


Cut Atual




Cut Futuro




Bulk sem Suplemento




Bulk com Suplemento



Gostaria de sugestões pras dietas, em vista que pretendo as duas bem parecidas pra nao ficarem mt diferentes, difíceis de seguir e com custos muito variados.
Será que ta percisando de um pré treino? O treino é as 15:00
É melhor aveia, all bran ou granola?
Devo inserir chá verde na dieta?
Outra coisa, compensa mais investir em 1kg de albumina por R$ 38 ou 1kg de whey por R$48? Whey glanbia, claro.

Logo estarei postando a dieta com as modificações e o treino.



Abs

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Mas as dietas estão boas?

E os outros itens que eu citei como:

Será que ta percisando de um pré treino? O treino é as 15:00

É melhor aveia, all bran ou granola?

Devo inserir chá verde na dieta?

Outra coisa, compensa mais investir em 1kg de albumina por R$ 38 ou 1kg de whey por R$48? Whey glanbia, claro.

ABS

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puts..estou forçando a visao legal..kkkkkkkkkk

mas achei que ta legal sua dieta

olha..sobre esse oleo de coco aí..eu vi umas reportagens a uns tempos atras dizendo que ele, na verdade é puro mito no auxilio de queima de gordura...e que o efeito é totalmente o contrario, que na verdade vc esta ingerindo em uma ou 2 colheres uma quantidade enorme de calorias

passou isso na record...e eu me lembro muito bem disso

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Então, eu meio que sou contra as reportagens de qualquer tema abrangido pelas emissoras abertas, em vista que todas são manipuladas.

Mas valeu pela intenção, é só uma opinião pessoal minha.

Mas qualquer coisa que puder adicionar, sou todo ouvidos!

ABS

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Então, eu meio que sou contra as reportagens de qualquer tema abrangido pelas emissoras abertas, em vista que todas são manipuladas.

Mas valeu pela intenção, é só uma opinião pessoal minha.

Mas qualquer coisa que puder adicionar, sou todo ouvidos!

ABS

olha aqui

http://piauinoticias...-e-engorda.html

Óleo de coco: para emagrecer, não passa de bobagem

http://dialogospoliticos.wordpress.com/2012/03/05/oleo-de-coco-para-emagrecer-nao-passa-de-bobagem/

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Cara eu gosto do óleo de coco, é muito bom, e ele vai te dar algumas calorias pra aumentar peso com mais qualidade!!!

não pensa que ele vai fazer vc secar mesmo, pq não vai!!! mas tem suas propriedades!!!

pré-treino só se for um muito bom com boas doses de B Alanina e Arginina, fora a creatina, a cafeína, o inositol, a Taurina, complexo B, etc

procura um bem completo!!!

pega um Shotgun ou um Nano Vapor se tiver com grana, se não, eu uso o pré-workout da Solaris, gosto bastante... tem tudo o que citei, claro que em menores quantidades que os dois gringos ai!!!!

mas é uma boa opção!!!

a, e não é obrigatório colocar o pré-treino na dieta!!!

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Cara eu gosto do óleo de coco, é muito bom, e ele vai te dar algumas calorias pra aumentar peso com mais qualidade!!!

não pensa que ele vai fazer vc secar mesmo, pq não vai!!! mas tem suas propriedades!!!

pré-treino só se for um muito bom com boas doses de B Alanina e Arginina, fora a creatina, a cafeína, o inositol, a Taurina, complexo B, etc

procura um bem completo!!!

pega um Shotgun ou um Nano Vapor se tiver com grana, se não, eu uso o pré-workout da Solaris, gosto bastante... tem tudo o que citei, claro que em menores quantidades que os dois gringos ai!!!!

mas é uma boa opção!!!

a, e não é obrigatório colocar o pré-treino na dieta!!!

Quando me referi a pré-treino, quis dizer alimentos e nao suplementos, me desculpe, me expressei mal.

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Mas tanto a dieta pra bulk quanto pra cut estão boas? nada pra adicionar? retirar?

A gema do ovo, devo consumir só em bulk mesmo?

Tava pensando em tirar o pão integral da dieta e adicionar outra coisa, pode ser aveia ou all bran?

Penso isso porque o pão que eu comprava, nao estou mais achando, era o único sem farinha de trigo enriquecida com ferro e ácido fólico, era só farinha integral mesmo.

Que que vocês acham?

Chá verde é uma boa opção ou é melhor um concentrado do composto manipulado?

O pré treino, acho que vou ter que encaixar uma prot + carbo, porque até o fim do treino totaliza 4:30 sem comer, ou seja, no meio do treino começo a catabolisar.

ABS

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Cara, na dieta de cutting e de bulk, o que muda, são as quantidades, podem até serem parecidas, mas o carbo tem que cair e as calorias tmb!!! só!!!

se seu treino dura 4:30, coloca um carbo no meio do treino, joga malto em pequenas doses!!!

ABS

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Então, mas a minha dúvida é se as minhas dietas pra hipertrofia e cutt estão boas.

Se devo consumir a gema só em bulk ou se posso consumir também em cut, quantidades..

Chá verde é uma boa opção ou é melhor um concentrado do composto manipulado?

e o treino dura 1:30 hrs. Só que quando eu chego na academia, ja tem 2:30 que eu almoçei, por isso cogitei mandar uma refeição pré de prot + carbo.

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cara.. isso é um programa que vc usa pra montar essa dieta nao?

pode mandar pra mim o link do programa pra baixar?

gostei dele..

Segue o link da tabela http://www.4shared.com/file/8HmdpSk_/Tabela_Masc.html

cara mando o pré meia hora antes de proteína... só diminui a gema no cutting, deixa uma por refeição no máx!!!

no bulk pode usar mais!!!

chá-verde poide beber, é melhor!!!

Vou adequar a dieta e depois posto aqui.

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    • Por Sangy
      Oi gente!
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      Me passaram a dica do jejum, caso eu saísse da dieta, tentasse fazer um jejum de 8 á 10 horas. O que vocês acham disso?
    • Por susana maria
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      Peso:58 kg
      Altura : 1,68 m
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    • Por Pedro Alvim Neto
      A proteína é um nutriente vital para os seres vivos, pois consiste em uma macromolécula presente em todas as células de organismos vivos. Como os carboidratos e as gorduras, as proteínas contêm átomos de carbono, hidrogênio e oxigênio, diferindo-se pela presença, principalmente, de nitrogênio (16% da molécula), juntamente com enxofre, fósforo e ferro.
      As proteínas são formadas por combinações dos vinte aminoácidos em diversas proporções e cumprem funções estruturais, reguladoras, de defesa e de transporte nos fluídos biológicos.
      Os aminoácidos livres estão em equilíbrio dinâmico na célula e nos fluidos biológicos, o qual é dependente do anabolismo e do catabolismo orgânico, sendo esse processo denominado turnover proteico. Os principais tecidos responsáveis por esse equilíbrio são o muscular e visceral, sendo estas últimas responsáveis pela síntese de proteínas sanguíneas fundamentais na homeostase celular. As melhores fontes proteicas são de origem animal, no entanto, a ingestão de misturas de cereais e leguminosas nos fornecem também as quantidades de aminoácidos necessárias para a síntese proteica.
      As proteínas ocupam uma posição chave na reparação e na formação de tecido muscular depois do exercício. Ao levantar um peso, os músculos são forçados a se alongar quando prefeririam se contrair. Essa ação causa minúsculas rupturas nas fibras musculares, que são a razão da dor muscular sentida 1 ou 2 dias após o exercício intenso. Em resposta, o organismo faz as fibras musculares aumentarem de tamanho e as fortalece para protegê-las de rompimentos futuros.
      O material de construção para esse processo provém principalmente da proteína alimentar, desmembrada em aminoácidos durante a digestão. Como explicado anteriormente, os aminoácidos entram na corrente sanguínea e são transportados para as células musculares para serem sintetizados em proteínas. Há dois tipos principais de proteína muscular: actina e miosina. No desenvolvimento muscular, ocorre o aumento quantitativo de actina e miosina, e este processo faz com que as fibras musculares aumentem em diâmetro e força e se contraiam com mais vigor.
      A digestão das proteínas começa no estômago, com a enzima pepsina secretada no suco gástrico, seguida pela ação das enzimas proteolíticas provenientes do pâncreas e da mucosa do intestino delgado. Essas enzimas não são secretadas na forma ativa, mas como proenzimas ou zimogêneos; posteriormente, pela ação de outros compostos, são ativadas pela perda de uma hidrólise parcial. Assim, por exemplo, ácido clorídrico do estômago desnatura as proteínas e transforma o pepsinogênio em pepsina. Essa enzima começa a clivagem das proteínas dos alimentos, principalmente das ligações envolvendo os aminoácidos aromáticos e a leucina.
      As proenzimas pancreáticas são ativadas pela enteroquinase do suco intestinal, que transforma o tripsinogênio em tripsina por meio do processo de hidrólise, o qual é continuado por uma ativação em cascata das outras proenzimas pancreáticas pela ação da tripsina. A secreção de enzimas proteolíticas parece ser regulada pela presença de proteína da dieta no intestino delgado.
      Os eventos que ocorrem no intestino durante a digestão de proteínas estão bem estabelecidos. As enzimas do suco pancreático mostram uma grande especificidade, especialmente nas ligações adjacentes à lisina ou à arginina (tripsina) ou nos aminoácidos aromáticos (quimio-tripsina) e ainda nos aminoácidos alifáticos neutros (elastase).
      A maior parte da proteína que entra no intestino, quer de origem dietética, quer de origem endógena, é digerida e absorvida na forma de aminoácidos. Para uma ingestão diária média de proteína de 90 a 100g, a contribuição das secreções digestivas endógenas equivale aproximadamente a 60 a 70g, que no intestino são digeridas e absorvidas; proteínas plasmáticas (~2g) e 6 a 12g de proteína aparecem nas fezes.
      Outro fator importante na absorção das proteínas dos alimentos é a sua digestibilidade, que é definida como a relação entre proteína ou nitrogênio absorvido e proteína ou nitrogênio ingerido. Em geral, as proteínas de origem animal têm digestibilidade ao redor de 90 e 95%, como se verifica no leite, na carne e no ovo. As proteínas dos vegetais têm digestibilidade menor.
      Após a absorção intestinal, os aminoácidos são transportados diretamente ao fígado pelo sistema porta. Esse órgão exerce um papel importante como modulador da concentração de aminoácidos plasmáticos. Cerca de 20% dos aminoácidos que entram no fígado são liberados para a circulação sistêmica, cerca de 50% são transformados em uréia e 6% em proteínas plasmáticas. Os aminoácidos liberados na circulação sistêmica, especialmente os de cadeia ramificada (isoleucina, leucina e valina) são depois metabolizados pelo músculo esquelético, pelos rins e por outros tecidos.
      O destino dos aminoácidos em cada tecido varia de acordo com as necessidades de momento daquele tecido, havendo um equilíbrio dinâmico entre as proteínas tissulares, os aminoácidos ingeridos pela dieta e os aminoácidos circulantes.
      Há um contínuo processo dinâmico de síntese e catabolismo proteico, específico em cada tecido, denominado, como já vimos, turnover proteico. A vida média de uma proteína corresponde ao tempo que o organismo leva para renovar a metade da quantidade dela. Certas enzimas intracelulares têm vida média de algumas horas. A hemoglobina tem vida média de 120 dias e o colágeno, cerca de 365 dias.
      Como fonte de energia, as proteínas são equivalentes aos carboidratos, fornecendo 4kcal/g. No entanto elas são consideradas mais “caras” do que os carboidratos, pois demandam maior quantidade de energia para a sua metabolização. Sendo assim, uma condição fundamental para se garantir a adequada utilização pelo organismo da proteína ingerida é que seja satisfeita a necessidade energética, pois a deficiência de energia acarreta em desvio de proteínas a partir de suas funções plásticas e reparadoras em detrimento da produção de energia.
      Entre os 21 aminoácidos naturais, vários devem estar presentes na dieta para satisfazer as necessidades do organismo, enquanto outros não; em consequência, a qualidade nutricional das proteínas pode ser determinada pelo tipo e pela quantidade de seus aminoácidos constituintes.
      Alguns aminoácidos são classificados como essenciais porque sua síntese no organismo é inadequada para satisfazer as necessidades metabólicas e devem ser fornecidos como parte da dieta. Esses aminoácidos são: treonina, triptofano, histidina, lisina, leucina, isoleucina, metionina, valina, fenilanina e possivelmente arginina. Ausência ou inadequada ingestão de alguns desses aminoácidos resulta em balanço nitrogenado negativo, perda de peso, crescimento menor em crianças e pré-escolares e sintomatologia clínica.
      Os aminoácidos não essenciais – alanina, ácido aspártico, asparagina, ácido glutâmico, glicina, prolina e serina – são igualmente importantes na estrutura proteica; no entanto, se houver deficiência na ingestão de um deles, ele pode ser sintetizado em nível celular a partir de aminoácidos essenciais ou de precursores contendo carbono e nitrogênio.
      Pode parecer que quanto mais material de construção (proteína) o organismo recebe, mais músculo ele desenvolve. Pelo menos é esta a linha de pensamento seguida pelos atletas de força há anos. No entanto, não é bem assim que funciona. Comer o dobro de proteína não dobrará o volume dos músculos. Além disso, outro problema de quem come proteína demais é que o excesso pode ser armazenado no organismo em forma de gordura.
      Para criar massa muscular é preciso manter um balanço nitrogenado positivo. Mas isso não significa necessariamente que se deve ingerir mais proteína. As células musculares assimilam a quantidade exata de nutrientes de que necessitam para o crescimento, e o treinamento de força contribui para que elas aproveitem melhor as proteínas disponíveis.
      O exercício de força representa um potente estímulo para a ocorrência de hipertrofia na fibra muscular em humanos. O processo de hipertrofia ocorre quando a taxa de síntese proteica muscular excede a taxa de degradação, acarretando em saldo positivo do balanço proteico muscular. O aumento desse saldo ocorre após uma única sessão de exercício de força, sendo geralmente aceito que o crescimento muscular ocorre após semanas ou meses de treinamento como consequência das elevações crônicas e transitórias na síntese proteica, que supera a degradação proteica durante o período de recuperação entre as sessões consecutivas de treinamento. A síntese proteica muscular pode permanecer elevada por até 48 horas pós- exercício.
      Visando maximizar o ganho de massa muscular, é necessário otimizar os fatores que promovem a síntese proteica e diminuem a degradação proteica. Não obstante, uma miríade de potenciais fatores pode influenciar no metabolismo proteico muscular, incluindo tipo, intensidade, frequência e duração do exercício, fatores hormonais e a extensão do período de recuperação. Além disso, fatores nutricionais podem influenciar no metabolismo proteico, sendo que tais intervenções nutricionais são comumente difundidas entre atletas e praticantes recreacionais de exercício de força, os quais acreditam que a ingestão de determinados suplementos nutricionais, após uma sessão de treinamento ou durante o treinamento habitual, possa aumentar o ganho normal na hipertrofia da fibra muscular.
      Há muitos anos tem-se debatido a questão da quantidade de proteína que um atleta deve consumir. Até o início do século passado, a proteína foi considerada o combustível mais importante para a prática de exercícios físicos. Não obstante, naquela época, começaram a se acumular resultados demonstrando que, na realidade, os principais combustíveis utilizados durante o exercício eram carboidratos e lipídeos. Consequentemente, a opinião científica mudou, passando a acreditar que a prática do exercício físico pouco afetava a necessidade proteica. Entretanto, dados recentes obtidos por meio de novas técnicas experimentais indicam que a prática regular de exercícios pode aumentar a necessidade de proteínas e aminoácidos. Esse aumento da necessidade proteica, causado pelo treinamento, pode ocorrer de forma direta, devido a mudanças no metabolismo de aminoácidos, ou indireta, como resultado do consumo insuficiente de energia.
      Como praticante de treinamento de força ou fisiculturista, o atleta precisa de mais proteína do que uma pessoa menos ativa. Sua necessidade é um pouco maior que os 0,8g diários/kg de peso da DRI, a qual é baseada nas necessidades de quem não pratica exercício.
      Garantir a ingestão adequada de proteína para a síntese proteica é fundamental para se otimizar o ganho e manutenção de massa magra quando se quer secar. As recomendações variam de acordo com a modalidade esportiva:
      modalidades de endurance de 1,0 a 1,6g/kg de peso/dia; modalidades de força e explosão de 1,6 a 2,0g/kg de peso/dia; modalidades intermitentes de 1,4 a 1,7g/kg de peso/dia. É extremamente importante que a proteína seja bem distribuída ao longo do dia em todas as refeições para estimular melhor mTOR e otimizar a síntese proteica.
      A ingestão de carboidratos imediatamente após o exercício de força pode aumentar a subsequente ressíntese de glicogênio quando comparada ao mesmo intervalo de tempo algumas horas posteriormente, mas a ingestão de carboidratos não garante síntese proteica.
      A ingestão de uma mistura de aminoácidos ou de um hidrolisado de proteínas após uma sessão de exercício de força estimula a taxa de síntese proteica no músculo humano e promove balanço proteico muscular positivo. Isso acontece por conta dos aminoácidos de cadeia ramificada (ACR), ou de um único aminoácido, como a leucina. No que concerne, esta aumenta a fosforilação de proteínas envolvidas na regulação da síntese proteica, a leucina estimula a mTOR, que sinaliza a hipertrofia muscular.
      Os ACR podem atuar no balanço proteico muscular também por meio da diminuição da lesão e da degradação proteica muscular induzida pelo exercício físico.
      A proteína é fundamental em todas as fases da vida e em diferentes estados fisiológicos, considerando, nesse caso, também o exercício físico.
      O aumento da massa muscular, que representa um objetivo perseguido por atletas em todos os tempos, desde a antiguidade até os dias atuais, especialmente por fisiculturistas, é conseguido somente com muito treinamento e dedicação, alimentação adequada, orientação de treinador capacitado, médico e nutricionista.
      A quantidade de proteína a ser consumida diariamente por atletas e praticantes de atividade física deve ser preconizada e orientada por profissionais capacitados. Somente dessa forma a proteína exercerá seu papel relevante no processo de síntese proteica no decorrer do treinamento de força, ao mesmo tempo que permitirá a ocorrência de um balanço nitrogenado positivo no adulto.
       
      REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
      ACADEMY OF NUTRITION AND DIETETICS, AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, AND DIETITIANS OF CANADA. Canada, 2016. Disponível em: www.dietitians.ca/sports. Acesso em: 10/09/2016.
      BIESEK, Simone; ALVES, Letícia Azen; GUERRA, Isabela. Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. 2 ed. São Paulo: Editora Manole, 2010.
      KLEINER, Susan M; GREENWOOR-ROBINSON, Maggie. Nutrição para o Treinamento de Força. 3 ed. São Paulo: Editora Manole, 2009.
       
       
    • Por Pedreiro_SC
      Olá pessoal. Sou novo por aqui e possuo algumas dúvidas. Tenho uma rotina bem corrida e que agora a partir do dia 15/02 sofreu grandes mudanças.
      Estudo engenharia civil e entrei num estágio, o que afetou bastante meus horários. Acordo 5:45h da manhã para pegar ônibus e ir ao trabalho. Estou trabalhando de estagiário numa obra, portanto a rotina e puxado, subir e descer escadas e caminhar bastante. Fiz uma medição no meu primeiro dia e subi cerca de 45 andares e caminhei 5,7 km numa jornada de de trabalho. Inicio as 7:45h e finalizo as 11:45 meu turno e após isto sigo para a faculdade aonde fico das 13:30 às 19h de segunda à sexta, sendo que na terça-feiro fico das 13:30 as 22h (não consigo treinar neste dia).
       
      Tenho 21 anos, 1,74m, 80kg e 20% de BF. O que mais me incomoda é o % de gordura, gostaria de chegar próximo dos 12%. Fiz exames em janeiro e consultei um médico e ele me passou um ciclo de Oxandrolona, que é (as quantidades abaixo informadas são ref. a cada dosagem, totalizando 30mg dia de OX):
      Dose 1: 6h | Dose 2: 14h | Dose 3: 22h
      Dosagem Fórmula 01: 1 doses ao dia, ao acordar
      Silimarina  100 mg  + Ácido Alfa Lipóico 100 mg + I3C 200mg 
      Dosagem Fórmula 02: 3 doses ao dia, a cada 8h, iniciando ao acordar
      Pyngeum Africano 50mg + Saw Palmeto 70 mg + Crisina 500 mg + Higenamine 20 mg
      Dosagem Fórmula 03: 3 doses ao dia, a cada 8h, iniciando ao acordar.
      Oxandrolona 10 mg
       
      A dieta que venho seguindo é:
      Jejum das 22 às 12h
       
      Almoço 12:30h
      150g peito frango
      50g aipim
      Salada temperada com azeite de oliva
       
      Lanche tarde às 15h
      1 fatia pão de batata doce + manteiga + 1 fatia de peito de perú
      40g whey isolado + 4 castanhas do pará
       
      Janta às 18:45h
      150g peito de frango
      Salada temperada com azeite de oliva
       
      Treino às 19:30h (ABCDE) Descanso quarta-feira e domingo.
       
      Pós treino às 20:30h (com exceção de terça que não treino)
      40g whey isolado
       
      Ceia 22h
      4 ovos inteiros, mexidos na manteiga + 2 fatias de bacon + Salada
       
      Líquidos diários:
      Cerca 1 litro de café (sem açúcar) 
      Cerca de 1,5 litro d'água (preciso beber mais, porém tenho dificuldade de aumentar o consumo)
       
      Gostaria de saber o que preciso mudar na dieta, estou muito retido, e acredito que com este novo emprego o consumo de água deva passar de 3 litros.
      Gostaria de saber se devo manter o JEJUM junto ao ciclo de OX e também se há alguma necessidade de modificar minha dieta afim de reduzir % BF e se possível aumentar massa.
      Meu % de BF me incomoda pois estou perdendo todas minhas roupas.
      Preciso da ajuda de vocês.
      Abraço.
       
       
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