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ninga

Oficial, Oxyelite Proibido No Brasil.

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bah... espero que o meu que esta por ai ja tenho passado pela receita ¬¬

Sorte que o meu chegou sexta passada..

Mas agora que ta proibido se a receita pegar eles nao pedem nem receita médica?

O produto é confiscado na hora?

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Anvisa alerta para risco de consumo de suplemento alimentar

10 de julho de 2012

O consumo de alguns suplementos alimentares, como Jack3D, Oxy Elite Pro, Lipo-6 Black, entre outros, pode causar graves danos à saúde das pessoas. É o que alerta a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em informe, publicado nesta terça-feira (10/7).

De acordo com o alerta da Agência, alguns desses suplementos contêm ingredientes que não são seguros para o consumo como alimentos ou contêm substâncias com propriedades terapêuticas, que não podem ser consumidas sem acompanhamento médico. Os agravos à saúde humana podem englobar efeitos tóxicos, em especial no fígado, disfunções metabólicas, danos cardiovasculares, alterações do sistema nervoso e, em alguns casos, levar até a morte.

“O forte apelo publicitário e a expectativa de resultados mais rápidos contribuem para uso indiscriminado dessas substâncias por pessoas que desconhecem o verdadeiro risco envolvido”, afirma o diretor de Controle e Monitoramento Sanitário da Anvisa, José Agenor Álvares. O alerta da Anvisa ressalta, ainda, que muitos desses suplementos alimentares não estão regularizados junto à Agência e são comercializados irregularmente em nosso país.

Segundo o diretor da Anvisa, são produtos fabricados a partir de ingredientes que não passaram por avaliação de segurança. “Esses suplementos contém substâncias proibidas para uso em alimentos como: estimulantes, hormônios ou outras consideradas como doping pela Agência Mundial Antidoping”, explica Álvares.

DMAA

Recentemente, a Organização Mundial de Saúde, por meio da Rede de Autoridades em Inocuidade de Alimentos, alertou que vários países têm identificado efeitos adversos associados ao consumo da substância dimethylamylamine (DMAA), presente em alguns suplementos alimentares. O DMAA é um estimulante usado, principalmente, no auxílio ao emagrecimento, aumento do rendimento atlético e como droga de abuso.

Essa substância, que tem efeitos estimulantes sobre o sistema nervoso central, pode causar dependência, além de outros efeitos adversos, como insuficiência renal, falência do fígado e alterações cardíacas, e pode levar a morte. Alguns países já proibiram a comercialização de produtos que contém DMAA, como Austrália e Nova Zelândia.

“O DMAA tem sido adicionado indiscriminadamente aos suplementos alimentares, apesar de não existir estudos conclusivos sobre a sua dose segura”, afirma Álvares. No Brasil, o comércio de suplementos alimentares com DMAA também é proibido.

Na última terça-feira (3/7), a Anvisa incluiu o DMAA na lista de substâncias proscritas no país, fato que impede a importação dos suplementos que contenham a substância, mesmo que por pessoa física e para consumo pessoal. Entre os suplementos alimentares que possuem DMAA estão: Jack3D, Oxy Elite Pro, Lipo-6 Black, entre outros.

Importados

A regulamentação sanitária brasileira permite que pessoas físicas importem suplementos alimentares para consumo próprio, mesmo que esses produtos não estejam regularizados na Anvisa. Entretanto, esses suplementos não podem ser importados com finalidade de revenda ou comércio ou conter substâncias sujeitas a controle especial ou proscritas no país, como é o caso do DMAA.

Cada país controla esses produtos de maneira específica e, em muitos casos, não são realizadas avaliações de segurança, qualidade ou eficácia antes da entrada desses suplementos no mercado. “Os consumidores devem estar atentos e checar se esses suplementos foram avaliados por autoridades sanitárias do país de origem e se não foram submetidos ao processo de recolhimento”, orienta o diretor da Anvisa.

Brasil

No Brasil, alimentos apresentados em formatos farmacêuticos (cápsulas, tabletes ou outros formatos destinados a serem ingeridos em dose) só podem ser comercializados depois de avaliados quanto à segurança de uso, quando se considera eventuais efeitos adversos já relatados. Além disso, precisam ser registrados junto à Anvisa antes de serem comercializados.

De acordo com o diretor da Anvisa, produtos conhecidos popularmente como suplementos alimentares não podem alegar propriedades ou indicações terapêuticas. “Propagandas e rótulos que indicam alimentos para prevenção ou tratamento de doenças ou sintomas, emagrecimento, redução de gordura, ganho de massa muscular, aceleração do metabolismo ou melhora do desempenho sexual são ilegais e podem conter substâncias não seguras para o consumo”, alerta Álvares.

Confira aqui o alerta da Anvisa sobre o caso

Dicas para identificar suplementos que não estão regularizados no Brasil

- Promessas milagrosas e de ação rápida, como “Perca 5 kg em 1 semana!”;

- Indicações de propriedades ou benefícios cosméticos, como redução de rugas, de celulite, melhora da pele etc.

- Indicações terapêuticas ou medicamentosas, como cura de doenças, tratamento de diabetes, artrites, emagrecimento, etc.

- Uso de imagens e ou expressões que façam referência a hormônios e outras substâncias farmacológicas;

- Produtos rotulados exclusivamente em língua estrangeira;

- Uso de fotos de pessoas hiper-musculosas ou que façam alusão à perda de peso;

- Uso de panfletos e folderes para divulgar as alegações do produto como estratégia para burlar a fiscalização;

- Comercializados em sites sem identificação da empresa fabricante, distribuidora, endereço, CNPJ ou serviço de atendimento ao consumidor.

Recomendações aos consumidores

Se você usa ou tem intenção de usar “suplementos alimentares”, a Anvisa recomenda:

- Solicite auxílio de seu nutricionista ou médico para a identificação de produtos seguros e regularizados junto à Anvisa;

- Desconfie se o produto for “bom demais para ser verdade”! Ter um corpo definido e emagrecer nem sempre é rápido ou fácil, principalmente de forma saudável;

- Consumidores que adquiriram produtos que contém DMAA na composição devem buscar orientação junto à autoridade sanitária local sobre a destinação adequada dos mesmos;

- Mais informações podem ser obtidas junto à Central de Atendimento da Anvisa: 0800 642 9782

http://portal.anvisa.gov.br/wps/content/anvisa+portal/anvisa/sala+de+imprensa/assunto+de+interesse/noticias/anvisa+alerta+para+risco+de+consumo+de+suplemento+alimentar

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ALERTA AOS CONSUMIDORES:

Fique atento com os “suplementos alimentares”!

“Pílula natural para emagrecimento”, “Quer perder peso agora?”, “Produto

anticatabólico”, “Promove o ganho de massa muscular”, “Combate o envelhecimento da

pele”...

Mensagens como essas são cada vez mais comuns em produtos comercializados como

“suplementos alimentares” e chamam a atenção de consumidores que procuram uma

maneira rápida e fácil para perder peso, ganhar massa muscular, melhorar a aparência

ou mesmo obter outros benefícios à saúde.

No entanto, esses produtos não cumprem com os benefícios anunciados. Pior! Podem

causar danos graves à saúde por conterem ingredientes que não são seguros para serem

consumidos como alimentos ou, ainda, conter substâncias com propriedades

terapêuticas, que não podem ser consumidas sem acompanhamento médico.

“Muitos desses produtos não estão regularizados junto à Anvisa e são comercializados

irregularmente”, afirma Denise Resende, Gerente-Geral de Alimentos da Anvisa. A

comercialização desses produtos como “naturais” e seguros, além do forte apelo

publicitário, contribuem para seu uso indiscriminado por pessoas que desconhecem seus

riscos, principalmente por praticantes de atividade física em academias.

É comum que esses produtos contenham ingredientes que não passaram por avaliação

de segurança de uma autoridade sanitária. Além disso, é crescente a identificação de

produtos adulterados contendo substâncias proibidas e que não estão descritas nos

rótulos, tais como: substâncias estimulantes, hormônios ou outras consideradas como

"doping" pela Agência Mundial Antidoping (WADA).

Recentemente, a Organização Mundial de Saúde, por meio da Rede de Autoridades em

Inocuidade de Alimentos (INFOSAN), alertou que vários países têm identificado efeitos

adversos associados ao consumo da substância dimethylamylamine (DMAA). Alguns

países já proibiram a comercialização de produtos que contém DMAA, como: Austrália

e Nova Zelândia. O DMAA (4-metilhexan-2-amina) é um estimulante usado, principalmente, no auxílio

ao emagrecimento, aumento do rendimento atlético e como droga de abuso. Seu uso

estava se tornando cada vez mais prevalente entre os adultos jovens, especialmente por

aqueles que procuravam uma alternativa legal para o MDMA e a BZP (ambas

relacionadas na Lista das Substâncias Psicotrópicas de Uso Proscrito no Brasil – lista

F2).

Esta substância tem efeitos estimulantes sobre o sistema nervoso central e pode causar

dependência, além de outros efeitos adversos como insuficiência renal, falência do

fígado e alterações cardíacas, podendo levar a morte. O DMAA tem sido adicionada

indiscriminadamente aos suplementos alimentares sem existir estudos conclusivos

sobre a sua dose segura.

No Brasil, o comércio de suplementos alimentares com DMAA também é proibido.

Recentemente substância DMAA passou a constar na Lista F2 – Lista das Substâncias

Psicotrópicas de Uso Proscrito do anexo I da Portaria SVS/MS nº. 344/98, conforme

RDC nº. 37 de 2 de julho de 2012, fato que impede a importação desses suplementos

por pessoas físicas, mesmo que para consumo pessoal.

Desta forma, a importação e o comércio de suplementos alimentares contendo a

substância DMAA podem ter consequências criminais, com penalidades previstas na

Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006, que trata do tráfico ilícito de drogas.

Consumidores que adquiriram produtos que contém DMAA na composição devem

buscar orientação adequada junto à autoridade sanitária local sobre a destinação

adequada dos mesmos.

A agência de controle de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos (FDA)

notificou 10 fabricantes norte-americanos de suplementos alimentares que contêm a

substância DMAA na composição para que apresentem informações de segurança da

mesma.

Para serem comercializados regularmente no Brasil, alimentos apresentados em

formatos farmacêuticos (cápsulas, tabletes ou outros formatos destinados a serem

ingeridos em dose) devem ser previamente avaliados quanto à segurança de uso e

registrados pela Anvisa. Este procedimento é adotado pela Agência com o intuito de proteger a saúde da população em virtude do surgimento de produtos inovadores

contendo substâncias que não possuem comprovação da segurança ou que apresentam

substâncias já consumidas, mas que são utilizadas em quantidades superiores às

atualmente observadas nos alimentos que compõe uma dieta regular.

Da mesma forma, qualquer benefício associado a esses produtos só pode ser declarado

após demonstração científica de sua veracidade e atendimento aos regulamentos

específicos que tratam de alegações de propriedades funcionais e ou de saúde.

“A ação da Anvisa não visa retirar do mercado os produtos mais modernos ou formas

novas para produtos já conhecidos, sua avaliação busca comprovar a segurança dessas

inovações e evitar que o consumidor seja enganado com alegações sem comprovação

científica da eficácia”, declara a Gerente-Geral de Alimentos.

Atenção com os produtos importados!

O fato de um “suplemento alimentar” ser importado não significa que tenha passado por

controles de segurança, qualidade e eficácia mais rigorosos do que um produto nacional.

Portanto, os consumidores devem estar atentos a esses produtos, pois como podem ser

legalmente importados para consumo próprio, é preciso certificar se foram avaliados por

uma autoridade sanitária e mesmo se não foram submetidos a um recolhimento.

Cada país controla esses produtos de maneira específica e, em muitos, não são

realizadas avaliações de segurança, qualidade ou eficácia antes da entrada do produto no

mercado. As ações de controle são geralmente efetuadas depois que os produtos já estão

sendo comercializados e buscam recolhê-los do mercado ao menor sinal de dano à

saúde ou ação fraudulenta.

O problema é que essa retirada do mercado nem sempre se estende aos produtos que

foram importados diretamente ou que estão sendo comercializados clandestinamente.

“A Anvisa está cada vez mais atenta aos alertas produzidos pelos países, mas ainda é

preciso melhorar o intercâmbio de informações”, reforça Denise Resende.

Não caia em fraudes ou consuma produtos sem avaliação de segurança! Fique atento a alguns sinais na rotulagem e publicidade que podem auxiliá-lo a

identificar produtos que não estão regularizados no Brasil:

- Promessas milagrosas e de ação rápida, como: “Perca 5 kg em 1 semana!”;

- Indicações de propriedades ou benefícios cosméticos, como redução de rugas, de

celulite, melhora da pele etc.

- Indicações terapêuticas ou medicamentosas, como cura de doenças, tratamento de

diabetes, artrites, emagrecimento, etc.

- Uso de imagens e ou expressões que façam referências a hormônios e outras

substâncias farmacológicas;

- Produtos rotulados exclusivamente em língua estrangeira;

- Uso de fotos de pessoas hiper-musculosas ou que façam alusão à perda de peso;

- Uso de panfletos e folders para divulgar as alegações do produto, como estratégia para

burlar a fiscalização;

- Comercializados em sites sem identificação da empresa fabricante, distribuidora,

endereço, CNPJ ou serviço de atendimento ao consumidor.

Cuidado! A busca por um corpo perfeito por meio de fórmulas mágicas e caminhos

clandestinos já produziu muitas vítimas.

Recomendação aos consumidores:

Suplementos alimentares que contenham enzimas, extratos vegetais, substâncias

estimulantes, hormônios ou outras consideradas como "doping" pela Agência Mundial

Antidoping não foram avaliados pela Anvisa em relação à segurança e podem causar

danos à saúde. Portanto, não consuma produtos fabricados em outros países que não

possuem rótulo em português ou produtos nacionais que estão em desacordo com as

normas da Anvisa.

Se você usa ou tem intenção de usar “suplementos alimentares”, a Anvisa recomenda: - Solicite auxílio de seu nutricionista ou médico para a identificação de produtos

seguros e regularizados junto à Anvisa;

- Consumidores que adquiriram produtos que contém DMAA na composição devem

buscar orientação junto à autoridade sanitária local sobre a destinação adequada dos

mesmos;

- Desconfie se o produto for “bom demais para ser verdade”! Emagrecer de forma

saudável nem sempre é rápido ou fácil para muitas das pessoas.

“Suplementos Alimentares” e Anvisa

Alimentos não podem ter propriedades ou indicações terapêuticas e ou medicamentosas,

conforme estabelece o artigo 56 do Decreto-Lei n. 986/1969. Portanto, propagandas e

rótulos que indicam produtos para prevenção ou tratamento de doenças ou sintomas,

emagrecimento, redução de gordura, ganho de massa muscular, aceleração do

metabolismo ou melhora do desempenho sexual são ilegais e não são autorizadas para

alimentos.

Além disso, a legislação sanitária brasileira não prevê a categoria “suplemento

alimentar”. Assim, os produtos apresentados em formatos farmacêuticos fabricados no

país ou importados devem ser regularizados como medicamentos ou alimentos de

acordo com sua composição e finalidade de uso. Quando comercializados como

alimentos, esses produtos geralmente têm obrigatoriedade de registro junto à Anvisa,

conforme determina a Resolução-RDC n. 27/2010, e podem ser enquadrados nas

categorias de novos alimentos, alimentos com alegações de propriedade funcional ou

substâncias bioativas isoladas, conforme o caso.

As alegações atualmente permitidas para alimentos podem ser encontradas no site da

Anvisa.

Alimentos em cápsulas e comprimidos também são permitidos para produtos das

categorias de suplementos vitamínicos e ou minerais e alimentos para atletas, as quais

estão, atualmente, isentas da obrigatoriedade de registro junto à Anvisa. A dispensa de registro, todavia, não exime a empresa de cumprir com os requisitos de composição e

qualidade estabelecidos pelos respectivos regulamentos técnicos.

Os suplementos vitamínicos e minerais são produtos compostos exclusivamente desses

nutrientes e visam complementar a alimentação habitual de indivíduos saudáveis. Esses

produtos são regulamentados pela Portaria SVS/MS n. 32/1998.

Os alimentos para atletas são considerados alimentos para fins especiais, destinados a

atender as necessidades nutricionais específicas e auxiliar no desempenho de atletas,

isto é, praticantes de exercício físico com especialização e desempenho máximos com o

objetivo de participação em esporte com esforço muscular intenso. Esses produtos não

podem apresentar substâncias estimulantes, hormônios ou outras consideradas como

"doping" pela Agência Mundial Antidoping (WADA).

Os alimentos para atletas são regulamentados pela Resolução-RDC n. 18/2010 e

classificados como: suplemento hidroeletrolítico para atletas; suplemento energético

para atletas; suplemento protéico para atletas; suplemento para substituição parcial de

refeições de atletas; suplemento de creatina para atletas; suplemento de cafeína para

atletas. Essa denominação deve constar do painel principal da rotulagem e no caso de

produto importado, deve estar traduzida na etiqueta junto às demais informações

obrigatórias.

http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/3091b2804beca59091d0d9bc0f9d5b29/Alerta+aos+Consumidores_Suplementos_pos+Infosan.pdf?MOD=AJPERES

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Pra mim sinceramente não fará falta alguma. Mas a legislação é uma bosta mesmo.. como um produto desse é proibido e a sibutramina liberada? Nosso país ridiculo pra variar..

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pois é Ninga... a Sibutramina enche os bolsos de pessoas grandes... o Oxyelite enche o bolso de quem???

pra mim não vai fazer falta... não proibindo a cafeína nem o Marax e o Franol tá bom!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Tudo devido a substancia DMAA =/

É muita hipocrisia proibir ele e não algumas anfetaminas, pqp!

isso mesmo

pra mim fará falta sim =/

e svinicius ainda tenho esperanças sim... se ja passou pelo controle do anvisa é claro

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Nao entendi, e to com preguica de ler xD, mas ontem vi naquele jornal do boris que tinha sido proibido e tal, mas ja nao era proibido? ou agora nao pode nem mais entrar no brasil?

Eles comentaram da substancia 1,3dmaa e tal, ai falaram, estao proibidos oxyelite, lipo 6 black e jack3d, ai que foto eles mostram do jack3d? daquele POWER JACK 3D

HAHahAHahHAhaHAHahHAhaHAhaHHAahHA.

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Bom... vamos pra parte pratica, como o oozaru falou.

Quais as implicacoes dessa nova regra agora? Usar ou vender suplementos com DMAA eh considerado crime?! Vai preso?! Paga Multa? O produto eh apreendido?!

Abrcs

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no caso de quem ja pediu antes e esta pra chegar acredito que serão apreendidos, não pode existir sanção penal pra atos praticados anteriormente a uma nova lei ou regra etc.

vender e comercializar depois disso terá consequencias mais graves, caso se constate, embora nao sei tb qual seria a sanção, teria que pesquisar.

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Cara, eu ACHO, que quando uma substancia é proibida é não difere de uma droga como a maconha por exemplo, ela é proibida no brasil, não importa que tenha ou não preescrição médica... Ou seja, o oxyelite de você pedisse vindos dos eua a receita poderia barrar e pedir pra você apresentar uma receita médica. No caso o produto teria que ser liberado. Agora como o produto é proibido não tem mais jeito, só clandestinamente.

Agora se isso é contravenção ou crime, sei la, é com o Dr. Taerone isso!!! Mas na pratica vai mudar pouca coisa, a maioria dos oxyelite não tem controle médico algum ...

Não vai demorar nada pra sair uma nova formula pro jacked e oxyelite sem o 1,3dmaa... Agora alegarem que é de um laboratório desconhecido foi demais..

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vejam isto do texto: A regulamentação sanitária brasileira permite que pessoas físicas importem suplementos alimentares para consumo próprio, mesmo que esses produtos não estejam regularizados na Anvisa. Entretanto, esses suplementos não podem ser importados com finalidade de revenda ou comércio ou conter substâncias sujeitas a controle especial ou proscritas no país, como é o caso do DMAA.

Importar pra consumo próprio ok, para comércio não.

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Na última terça-feira (3/7), a Anvisa incluiu o DMAA na lista de substâncias proscritas no país, fato que impede a importação dos suplementos que contenham a substância, mesmo que por pessoa física e para consumo pessoal. Entre os suplementos alimentares que possuem DMAA estão: Jack3D, Oxy Elite Pro, Lipo-6 Black, entre outros.

Fonte: http://portal.anvisa...mento alimentar

Acho que vai ser como o ninga falou, vai ser como se fosse droga mesmo..

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vejam isto do texto: A regulamentação sanitária brasileira permite que pessoas físicas importem suplementos alimentares para consumo próprio, mesmo que esses produtos não estejam regularizados na Anvisa. Entretanto, esses suplementos não podem ser importados com finalidade de revenda ou comércio ou conter substâncias sujeitas a controle especial ou proscritas no país, como é o caso do DMAA.

Importar pra consumo próprio ok, para comércio não.

Cara... vc leu oq vc postou? rs.

"ou conter substâncias sujeitas a controle especial ou proscritas no país, como é o caso do DMAA"

Se contem DMAA, nao pode ser importado de jeito nenhum. Nem pra consumo proprio, nem pra venda, nem pra plantar um peh de oxyelite em casa. rsrsrs.

Li diretamente no site da anvisa a msma coisa q o BOSS postou aqui. Tem uma parte lah q diz q agora DMAA eh considerado nao-sei-oq pscotropico e incluido no rol das substancias da lei contra trafico.

Ter oxyelite e maconha em casa da no msmo agora.

Abrcs

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Verdade, já esta nos fixos.. mas fui mais feliz no titulo do topic, chamou mais atenção!! :smile: :smile: :smile: :smile:

Na real quando o jack3d foi proibido já sabíamos que era questão de tempo.. duvido que vá mudar na prática alguma coisa.

Na real até boto fé em proibir a imensa maioria não sabe fazer uso mesmo. Só olhar em paginas do face o naipe dos comentários a respeito do assunto.. é desanimador a total desinformação do povo... A anvisa precisa lidar com um publico de chimpanzés, fica complicado.

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o foda da Anvisa, é que eles tratam isso como uma droga pesada tipo Crack!!! e não é!!!

mas bebida e cigarro que mata muito mais, é livre utilização!!!

acho a Anvisa muito hipocrita!!!

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    • By Flordocerrado
      Olá!! Vou relatar aqui semanalmente minha evoluçao fazendo uso do "OxyELITE Pro"
      Espero que vcs me auxiliem nessa jornada, pq confesso que nao gosto nenhum um pouco de malhar, porém isso é muito necessário.

      Vamos lá:

      INICIO: 06/02/2012

      idade: 22 anos
      peso: 58.5
      altura: 1,60 cm
      sexo: feminino
      Alimentaçao: de 3 em 3 horas. (frutas, sucos, pao integral, queijo branco, leite desnatado...)

      Treino: segunda - sexta (musculaçao)
      Pretendo fazer paralelo ao treino:
      - seg, quarta e sexta (abdominal e botton)
      - terça e quinta (ginástica localizada e kangoo jump)

      --> Hoje acordei e tomei o OxiELITE Pro 30 min antes do café, só fiz musculaçao, e durante o treino senti fortes dores de cabeça em um momento (pontadas atrás da cabeça) e minha pressão oscilou bastante durante o treino, mas o fiz por inteiro.

      Perguntinha n quer calar: É normal acontecerem as dores de cabeça no inicio? Oq acharam do projeto?

      Desde já obrigada!

      Ps: Gostei bastante do fórum.
    • By Bruna Bosco
      O que são alimentos termogênicos?
      Os alimentos termogênicos são aqueles que potencializam a termogênese processo que é regulado pelo sistema nervoso que leva à transformação da glicose e da gordura em energia.
      Simplificando, são alimentos que apresentam um maior nível de dificuldade em serem digeridos pelo organismo, acelerando o metabolismo e aumentando o gasto calórico em processos que, naturalmente, já realizam essa queima.
      Existem dois tipos de termogênicos: os naturais e os industrializados.
      Naturais: São aqueles que se apresentam da mesma forma como são encontrados na natureza, como é o caso do efeito termogênico que obtemos comendo pimenta vermelha. Industrializados: São cápsulas, conhecidas como suplementos, que contém em sua fórmula o princípio ativo do alimento termogênico. Alimentos termogênicos naturais
      Seguem os alimentos termogênicos de maior relevância. Estudos indicam que a quantidade de cada alimento é individual e deve ser feita sob orientação de um profissional.
      O exagero no consumo desses alimentos pode levar ao surgimento de sintomas como dor de cabeça, tontura, insônia e problemas gastrointestinais. Hipertensos e indivíduos com problemas cardíacos devem ter uma atenção maior, pois esses alimentos podem aumentar o bati alimentos fazem os batimentos cardíacos aumentarem.
      Gestantes e crianças também devem limitar o consumo de alimentos termogênicos.
      Pimenta vermelha: As pimentas são estimulantes do apetite e auxiliares da digestão. O seu componente ativo é a capsaicina. O consumo desse aditivo aumenta a salivação, estimula a secreção gástrica e a motilidade gastrointestinal, proporcionando uma sensação de bem-estar. Chá verde: É proveniente Camellia sinensis e não sofre fermentação. O chá verde é rico em polifenóis, sendo a maioria deles os flavanóis, e dentre estes ainda, predominam as catequinas. Gengibre: evita a flatulência e favorece a digestão. Suas propriedades estão mais ativas na raiz fresca e não em formas de balas. Mostarda: previne a formação de radicais livres no nosso organismo (antioxidante) além da sua ação termogênica. Café/guaraná/chocolate amargo: O componente ativo desses dois alimentos é a cafeína. Possui ação digestiva e diurética, combate a formação de gases e estimula o sistema nervoso central. A cafeína atinge níveis máximos de 15 a 45 minutos após a ingestão e permanece ativa no organismo de três a sete horas. Linhaça: é rica em fibras insolúveis, promove a saciedade, acelera a queima calórica, regulariza o intestino e combate o envelhecimento precoce. Canela: Sua ação termogênica garante a contribuição para o emagrecimento. Atua com efeito antioxidante e anti-inflamatório. Suplementos termogênicos industrializados
      Os componentes principais dos alimentos termogênicos naturais são isolados e suplementos são criados a partir destes produtos. A composição desses suplementos termogênicos se alterou ao longo dos anos por conta da frequente atualização da lista de substâncias proibidas pela ANVISA. Substâncias que possuem grande atividade estimuladora do metabolismo, como a efedrina e a dimethylamylamine (DMAA), presentes em algumas marcas de termogênicos, foram proibidas no Brasil, devido ao seu elevado risco de complicações cardiovasculares.
      Atualmente, os termogênicos mais utilizados são a cafeína e a sinefrina (Citrus auranthium) como substâncias termogênicas principais.
      Cafeína – A cafeína é uma substância muito utilizada como recurso ergogênico na prática esportiva com o objetivo de retardar a fadiga, ter efeito estimulante, aumento da performance em exercício de força e aeóbicos, além de aumentar a oxidação de gorduras. Estudos mostram eficácia na utilização de 3 a 6 mg de cafeína\kg de peso corporal. O pico de ação da cafeína ocorre 20 minutos após a sua ingestão.
      Alguns produtos termogênicos chegam a fornecer mais de 800 mg de cafeína por dia, o que é mais do que o dobro da dose considerada segura. Doses muito elevadas aumentam o risco de arritmias e isquemia cardíaca.
      A cafeína nos termogênicos é geralmente obtida através de pó de café, guaraná ou chá verde.
      Efeitos adversos: tremor, insônia, nervosismo, ansiedade, irritabilidade, elevação da pressão, náuseas, desconforto gastrointestinal e problemas estomacais.
      Sinefrina – A sinefrina é obtida através da Citrus auranthium, também conhecida como laranja-azeda ou laranja-amarga. A sinefrina tem sido frequentemente utilizada por pessoas que não querem fazer o uso da cafeína. Essa substancia além do efeito termogênico, também controla o apetite. A Anvisa recomenda dose máxima de 30mg por dia, mas vários suplementos comercializados apresentam uma concentração maior na composição.
      Efeitos adversos: aumento da pressão arterial, taquicardia e danos ao fígado.
      Outras substâncias: chitosan, cromo, ginseng, glucomanano (Amorphophallus Konjac), L-carnitina, psyllium, erva de São João, taurina e ácido linoleico são substâncias que também são usadas na composição de alguns termogênicos, muitas vezes associadas com cafeína e/ou sinefrina. Porém estas substâncias não apresentam evidências concretas de que sejam efetivas para perda de peso ou aumento da performance atlética, e ainda podem causar efeitos colaterais, por isso é sempre importante estar atento ao rótulo.
      Cuidado com o consumo de termogênicos!
      Nenhum suplemento termogênico deve ser consumido sem apoio de um profissional nutricionista.  Até mesmo os produtos autorizados pela ANVISA podem causar efeitos colaterais graves se forem utilizados por indivíduos com fatores de risco para doenças cardiovasculares ou se as substâncias estimulantes estiverem em concentrações muito elevadas.
    • By fisiculturismo
      O suplemento alimentar pré-treino Napalm Mini-Gun da Muscle Warfare foi lançado no Brasil há pouco tempo com enorme atenção publicitária das lojas de suplementos alimentares. Não era para menos, o Napalm Mini-Gun era um dos maiores concorrentes do antigo Jack3d, com DMAA [saiba mais sobre o DMAA nesta matéria: Jack3d Foi Proibido pela FDA (ANVISA dos EUA)].
      No entanto, o produto que avaliamos, com rótulo parcialmente em português, traz uma informação nutricional nada poderosa. Como ingredientes constam no rótulo: taurina (2.000 mg), maltedextrina e cafeína (400 mg).

      Essa é uma fórmula já usada em outros suplementos alimentares pré-treino que não gozam de tanto prestígio entre os praticantes de musculação.
      Contudo, como se trata de um produto importado, fabricado no EUA, e cujo rótulo remete ao antigo Napalm Mini-Gun (nos EUA já foi lançado um Napalm mais novo, com novo rótulo, para se adequar à proibição da DMAA), fica aquela velha pulga atrás da orelha: será que foi produzido um suplemento Napalm Mini-Gun apenas para o mercado brasileiro com uma fórmula diferenciada?

      O antigo Napalm Mini-Gun vendido nos EUA, que tem o mesmo rótulo do produto que acaba de chegar ao Brasil, contém a tão controversa substância DMAA, que era apontada como doping e que fez a alegria de milhares de musculadores por muito tempo.

      Note-se que não estamos afirmando que o Napalm Mini-Gun que está sendo vendido no Brasil com o rótulo antigo e parcialmente em português tem a fórmula antiga com DMAA. Teoricamente, ele contém as substâncias indicadas no rótulo, o que normalmente se espera de qualquer produto. Todavia, na prática, fica a dúvida colocada acima: será que foi produzido um produto só para as terras tupiniquins?
      Infelizmente, ainda não temos condições de bancar laudos técnicos de análise laboratorial, por isso, fica aí a dúvida. Por isso, quem resolver experimentar o Napalm Mini-Gun, deve tomar o devido cuidado para não exceder a dose diária recomendada.
    • By fisiculturismo
      No dia 18/5/2012 percebemos que o suplemento alimentar mais controverso de todos os tempos não estava mais à venda numa das maiores lojas do mundo de suplementos alimentares, a famosa Bodybuilding.com. Se você não sabe por que o Jack3d é tão controverso, leia esta matéria: Jack3d é Acusado de Causar Dependência.
      Assim que verificamos a situação entramos em contato com o site Bodybuilding. Até o momento não obtivemos resposta. No site da USP labs, fabricante do Jack3d, não encontramos nada a respeito.
      Resolvemos aprofundar nossas pesquisas e achamos a resposta: A FDA - U.S. Food and Drug Administration (agência reguladora norte-americana semelhante à nossa ANVISA), encaminhou a todas as fabricantes de produtos com 1,3-dimethylamylamine (ou methylhexanamine ou geranium extract ou DMAA) uma carta de alerta por falta de evidências em torno da segurança da substância estimulante.
      A princípio, as cartas de alerta enviadas pela FDA não proibem as vendas dos suplementos alimentares atingidos pelo alerta, mas o contéudo das cartas é rígido. Nelas a FDA avisa que antes de vender produtos ao consumidor, o fabricante tem o dever de apresentar estudos que demostrem a segurança das substâncias, e nenhuma evidência nesse sentido teria sido apresentada pelas marcas de suplementos notificadas. Isso quer dizer, em outras palavras, que a venda não seria permitida.
      Segundo a FDA, a substância DMAA estreita as veias e artérias do organismo, provocando aumento da pressão arterial e colocando em risco o sistema cardiovascular, aumentando as chances de falta de ar, angina e ataque cardíaco.
      Ademais, a FDA alertou os fabricantes que a DMAA sintética não pode ser enquadrada como "dietary ingredient" (ingredientes de suplementos alimentares devem ser: vitaminas, minerais, aminoácidos, ervas ou outras plantas, substâncias para complementar uma dieta alimentar humana, ou uma variação dessas substâncias alimentares).
      A agência de vigilância sanitária norte-americana deu 15 dias para que as fabricantes de suplementos alimentares se manifestem sobre os alertas.
      É bom anotar que no mês passado nós publicamos uma matéria (Jack3d é Seguro!) que tratava de um estudo patrocinado pela USP labs a fim de desmentir os boatos de que o Jack3d causava mal à saúde.
      Agora resta saber se a FDA vai achar que os estudos contratados pela USP labs são suficientes para demonstrar que o uso do estimulante DMAA não oferece riscos à saúde. Além disso, não poderão ser incluídas nos suplementos substâncias sintéticas, a DMAA terá que ser obtida da planta flor-de-gerânio.
      Será que os suplementos alimentares com DMAA vão vingar? Será que a substância estimulante DMAA é realmente segura como capitaneou a USP labs? Enquanto não temos resposta, permanece proibida nos EUA a venda dos suplementos alimentares com DMAA, por serem considerados impróprios para consumo, em razão da falta de evidências de segurança.
      Nos próximos meses saberemos se a novela do Jack3d chegará ao fim ou se trará alguma reviravolta surpreendente. Por ora, bye bye Jack3d!
      ATUALIZAÇÃO: Sem Jack3d, e agora? Assault é o pré-treino sem doping!
      ATUALIZAÇÃO: Jack3d Voltou!
    • By fisiculturismo
      Há pouco tempo publicamos uma matéria sobre a proibição das vendas do suplemento alimentar pré-treino Jack3d [Jack3d Foi Proibido pela FDA (ANVISA dos EUA)]. Para a infelicidade dos milhares de amantes do suplemento alimentar que dava um fôlego e ânimo extra na hora do treino, o Jack3d acabou banido do mercado por conta da substância DMAA (1,3-dimethylamylamine ou methylhexanamine ou geranium extract), que é considerada como doping pela WADA (Agência Mundial Antidoping).
      E agora, em primeira mão, revelamos uma novidade bombástica: o Jack3d voltou! Mas tenha calma, não se afobe. O suplemento alimentar Jack3d não é mais o mesmo. A USPLabs mudou a fórmula. Para evitar confusões, o novo produto se chama Jack3d Micro. E o que é esse tal Jack3d Micro?
      Ainda sabemos muito pouco sobre o novo suplemento alimentar, cujas vendas não foram iniciadas. Alguns sites nos EUA estão promovendo pré-vendas. Por enquanto, só podemos adiantar o conteúdo a que tivemos acesso por anúncios publicitários realizados pela USPLabs para criar uma enorme expectativa em torno do Jack3d Micro.
      No apelo publicitário, a USPLabs afirma que o Jack3d Micro é ultrapotente, é dotado de tecnologia micro, tem fórmula de alta performance, libera energia de forma limpa, suave e duradoura, contém substâncias únicas, patenteadas e protegidas por marca, não tem aditivos artificiais, e, pasmem, NÃO tem creatina e beta-alanina (que são os componentes básicos de qualquer suplemento alimentar pré-treino na atualidade), o que evitaria formigamento.
      Afinal, o que é esse novo Jack3d Micro? Ainda não podemos responder. Mas como a notícia é dada pela USPLabs, deve ser um suplemento alimentar pré-treino de revolucionar o mercado, assim como foi a versão original do Jack3d.
      Fiquem ligados, assim que nós tivermos mais informações sobre o Jack3d Micro vamos informar os nossos membros. Quem souber inglês pode acompanhar as últimas novidades sobre o Jack3d Micro na página da USPLabs, onde são recrutados musculadores para testar o produto, que está em fase de pré-lançamento.
      Gostaria de ser um beta-tester (cobaia de testes do produto em desenvolvimento)? Visite Jack3d Micro Beta-Tester.
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