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WHEY PROTEIN


Nas últimas décadas, várias pesquisas vêm demonstrando as qualidades nutricionais das proteínas solúveis do soro do leite, conhecidas como whey protein 1. Essas proteínas apresentam excelente composição em aminoácidos essenciais, alta digestibilidade e biodisponibilidade. Além disso, possuem peptídeos bioativos, que atuam como agentes antimicrobianos, anti-hipertensivos, reguladores da função imune e fatores de crescimento (Lönnerdal, 2003; Salzano, 1996). Devido a esses fatores Whey Protein é considerada de elevado valor nutritivo. (Sgarbieri, 1996; Zinsly et al, 2001)

Exercício Físico
Por suas caracteristicas whey protein tem sido utilizada como matéria prima em diversos suplementos nutricionais. No meio esportivo alguns estudos relacionam o seu consumo com a otimização do treinamento e do desempenho físico, uma vez que esta proteína é capaz de favorecer a hipertrofia muscular e o ganho de força por diferentes vias (Aargaard, 2004, Wolfe, 2000).
É certo que praticantes de atividade física necessitam de um maior aporte protéico para que haja uma resposta anabólica efetiva (Maughan).Estudos mostram que a síntese protéica é elevada quando aminoácidos são ingeridos (Biolo 1997, Bennet 1989, Smith 1998) e que esta síntese é fortemente influenciada pelo conteúdo de aminoácidos essenciais da proteína (Phillips et all, 2005).
A Whey Protein possui o perfil de aminoácidos muito similar ao das proteínas do músculo esquelético (Ha & Zamel). Além disso, possuem quase todos os aminoácidos essenciais em excesso às recomendações, apresentando elevada concentração de aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA), principalmente leucina. (Marshall 2004 e Sgarbieri 2004).
A leucina é um importante fator para o crescimento e reparação de tecidos. Estudos sugerem que ela participa no processo de iniciação da ativação da síntese de proteínas (Anthony et al 2001) sendo assim, classificada como o aminoácido mais importante para sinalização da síntese proteica (Marshall 2004).
Outra característica igualmente importante da Whey Protein é que ela é altamente digerível e rapidamente absorvível (“fast protein”) (Sgarbieri 2004). Essa rápida absorção faz com que as concentrações plasmáticas dos aminoácidos, inclusive a leucina, atinjam altos valores logo após a sua ingestão (Dangin, 2001), o que estimula de forma significativa a síntese protéica, principalmente se forem ingeridas logo após a sessão de exercício físico.
Além de aumentar as concentrações plasmáticas de aminoácidos, a ingestão de proteína do soro do leite aumenta, significativamente, a concentração de insulina plasmática (Calbet & MacLean, 2002), favorecendo a captação de aminoácidos para o interior da célula muscular, o que otimiza a síntese e reduz o catabolismo protéico.

Controle de Peso
O excesso de gordura corporal é um fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas. Assim a perda e a manutenção do peso saudável são essenciais para a melhora da qualidade de vida. Várias estratégias podem ser utilizadas para a redução da gordura corporal, entre elas a seleção de alimentos capazes de aumentar a saciedade e fornecer nutrientes que contribuam para a saúde.
Sabe-se que a proteína é o macronutriente com maior poder sacietogênico (Paddon-Jones, 2002). Diferentes fontes protéicas, porém, podem influenciar de maneira distinta esse mecanismo (Alfenas, 2010).
A Whey Protein tem um maior efeito na regulação do apetite do que proteínas como caseína, albumina e proteína da soja (Anderson et al, 2004). Peptídeos bioativos derivados dessa fonte proteica exercem ações potenciais na ingestão alimentar através da regulação da secreção de hormônios sacietogênicos (Luhovyy, 2007; Paddon-Jones, 2002).
Além disso, Whey Protein apresenta elevado teor de cálcio, nutriente que está relacionado à regulação do metabolismo lipídico nos adipócitos e o estoque de triglicerídeos. Estudos demonstram, no entanto, um maior efeito na melhora da composição corporal quando utilizados produtos derivados do leite em comparação a produtos enriquecidos com cálcio, mas não derivados do leite. Isso indica um possível sinergismo entre seus peptídeos bioativos e o cálcio, o que resulta em atenuação da lipogênese e aceleração da lipólise (Zemel, 2003).



Imunidade
Os peptídeos derivados do soro do leite exercem efeitos imunomodulatórios através de diferentes mecanismos como atividade antioxidante, antimicrobiana e antiviral e estimulação da síntese de glutationa (Pacheco et al, 2008).
A glutationa é um importante agente antioxidante, sendo sua síntese dependente da concentração intracelular de aminoácidos sulfurados, particularmente a cisteína. O alto teor de deste aminoácido das proteínas do soro do leite contribui para o aumento nas concentrações de glutationa no organismo (Haraguchi,, 2006) e desta forma o uso de whey protein tem sido associado à melhora da imunidade.
A lactoferrina é uma fração protéica do whey protein que também se relaciona á imunidade, pois estudos mostram que tem habilidade em ativar células Natural Killers e neutrófilos e aumentar a citotoxicidade dos macrófagos. Também parece ter ação antiviral, antifúngica e propriedades antibacterianas, sendo este efeito mais evidente em organismos que requerem ferro para replicação, uma vez que a lactoferrina tem a capacidade de quelar este ferro (Nishiya, 1982; Shah, 2000).

Outras Aplicações
O consumo de Whey Protein também traz benefícios para as outras situações clínicas, tais como:

Hipertensão: algumas frações protéicas da Whey Protein são precursoras de peptídeos inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA). Esta enzima converte a angiotensina I em angiotensina II, responsável pela vasoconstrição. Assim, o consumo de whey protein pode atuar como adjuvante no controle da pressão arterial (Hartmann, 2007).

Osteoporose: Alguns estudos demonstram que as proteínas do soro do leite promovem a formação dos ossos em humanos, estimulando a proliferação e a diferenciação dos osteoblastos, aumentando a densidade mineral óssea e inibindo a reabsorção de cálcio (Toba et al, 2001). Por estes mecanismos o consumo do Whey Protein pode contribuir para o fortalecimento dos ossos, auxiliando na melhora da osteoporose.

Estresse e Humor : A serotonina, formada a partir do triptofano, é um neurotransmissor diretamente relacionado às alterações de humor e estresse (Haraguchi, 2006). Pelo seu elevado teor de triptofano, a whey protein tem o poder de elevar este aminoácido no sangue e dessa forma a concentração de seretonina. Com isso, alguns autores atribuem efeitos comportamentais da ingestão dessa proteína no humor, percepção da dor, e o ciclo de dormir e acordar, além de reduzir de forma significativa os sintomas da depressão (Markus et al, 2000; Yogman 1982)


A proteína do soro do leite pode ser obtida por diferentes métodos. Dependendo do método utilizado é possível obter Whey Protein Concentrado, Isolado e Hidrolisado.

A matéria prima obtida do Whey Protein Concentrado possui de 30 a 90% de proteínas, sendo o restante constituído de carboidratos e lipídios. Já o Isolado possui uma concentração protéica em sua matéria prima maior que 90% e o restante também constituído por carboidratos e lipídios. O início da absorção das proteínas desses produtos ocorre em aproximadamente 25 minutos. Por possuir maior teor protéico o Whey Protein Isolado apresenta maior valor biológico quando comparado ao Whey Protein Concentrado.O Hidrolisado por sua vez, é obtido pela hidrólise de proteínas do concentrado ou isolado, resultando em proteínas de cadeia menor, peptídeos e aminoácidos livres. Por esta razão este produto apresenta uma maior velocidade de absorção (em torno de 15 minutos).



Referências

1. Haraguchi, F.K., Abreu, W.C., De Paula, H. Proteínas do soro do leite: composição, propriedades nutricionais, aplicações no esporte e benefícios para a saúde humana. Rev. Nutr., Campinas, 19 (4):479-488, jul./ago., 2006.


Anderson, G.H, Moore, S.E. Protein source, quantity and time of comsuption determine the effect of proteins on short-term food intake in young men. J.Nutr., 134:3011-3015, 2004.

Wolfe, R.R. Protein supplements and exercise. Am J Clin Nutr.; 72(2):551s-7s, 2000.

Yogman, M.W, Zeisel, S.H, Roberts, C. Assessing effects of serotonin precursors on newborn behaviour. J. Psychiatric Res, 17:123-133, 1982

Hartmann, R, Meisel, H. Food-derived peptides with biological activity: from research to food applications. Curr.Opin.Biotechnol., 18:163-167, 2007.

Alfenas, R.C.G, Bressan, J, Paiva, A.C. Effects of protein quality on appetite and energy metabolism in normal weight subjects. Arq Bras Endocrinol Metab.;54/1, 2010.

Paddon-Jones, D, Westman, E, Mattes, R.D, Wolfe, R.R, Astrup, A, Westerterp-Plantenga. Protein, weight management, and satiety. Am.J.Clin.Nutr.87(5):1558S-1561S, 2008.

Calbet, J.A.L, MacLean, D.A. Plasma glucagon and insulin responses depend on the rate of appearance of amino acids after ingestion of different protein solutions in humans. J Nutr.; 132(icon_cool.gif:2174-82, 2002.

Dangin, M, Boirie, Y, Garcia-Rodenas, C, Gachon, P, Fauquant, J, Callier, P, et al. The digestion rate of protein is an independent regulating factor of postprandial protein retention. Am J Physiol End Met.; 280(2):E340-E8, 2001 .

Ha, E, Zemel, M.B. Functional properties of whey, whey components, and essential amino acids: mechanisms underlying health benefits for active people. J Nutr Biochem.; 14(5):251-58, 2003.


Markus, C.R, Oliver, B, Panhuysen, G.E.M, der Gusten, J.V, Alles, M.S, Tuiten, A, et al. The bovine protein alfa lactalbumin increases the plasma ratio of tryptophan to the other large neutral amino acids, and in vulnerable subjects raises brain serotonin activity, reduces cortisol concentration, and improves mood under stress. Am. J. Clin. Nutr.; 71(6):1536-44, 2000.

Salzano, Jr. I. Nutritional supplements: practical applications in sports, human performance and life extension. Symposium series 007; São Paulo; 1996-2002. p.75-202.

Lönnerdal, B. Nutritional and physiologic significance of human milk proteins. Am J Clin Nutr.; 77(6):1537-43, 2003.

Sgarbieri, V.C. Proteínas em alimentos proteicos: propriedades degradações, modificações. São Paulo: Editora – Livraria Varela, 1996. 517p., p.139-157.

Zinsly, P.F.; Sgarbieri, V.C; Dias, N.F.G.P., Jacobucci, H.B.; Pacheco, M.T.B.; Baldini, V.L.S. Produção piloto de concentrados de proteinas de leite bovino: composição e valor nutritivo. Braz. J. Food. Technol., Campinas, 4:1-8, 2001.

Zemel, M.B. Mechanisms of dairy modulation of adiposity. J.Nutr., 133:252-256, 2003.

Toba, Y, Takada, Y, Matsuoka, Y, Morita, Y, Motouri, M, Iría, T, et al. Milk basic protein promotes bone formation and suppresses bone resorption in health adult men. Biosci. Biotechnol. Biochem.; 65(4):1353-57, 2001.

Nishiya, K, Horwitz, D.A. Contrasting effects of lactoferrin on human lymphocyte and monocyte natural killer activity and antibody. J. Immunol. 139:2519-2523, 1991.

Shah, N.P. Effects of milk-derived bioactives: an overview. Br J Nutr , 84:S3-S10, 2000.

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Luhovyy, B.L, Akhavan, T, Anderson, G.H. Whey proteins in the regulation of food intake and satiety. J Am Coll Nutr.;26(6):704S-12S, 2007.

Aargaard, P. Making muscles "stronger": Exercise, nutrition, drugs. J Musculoskel Neuron Interact; 4(2): 165-174, 2004.

Biolo G, Tipton KD, Klein S, Wolfe RR. An abundant supply of amino acids enhances the metabolic effect of exercise on muscle protein. Am J Physiol, 273:E122-E129, 1997.

Bennet WM, Connacher AA, Scrimgeour CM, Smith K, Rennie MJ. Increase in anterior tibialis muscle protein synthesis in healthy man during mixed amino acid infusion: studies of incorporation of [1-13C] leucine. Clin Sci (Lond) 76:447-454, 1989.

Smith K, Reynolds N, Downie S, Patel A, Rennie MJ. Effects of flooding amino acids on incorporation of labeled amino acids into human muscle protein. Am J Physiol, 275:E73-E78, 1998;

Haraguchi, F.K, Abreu, W.C, Paula, H. Proteínas do soro do leite: composição, propriedades nutricionais, aplicações no esporte e benefícios para a saúde humana. Revista de Nutrição

Phillips S.M., Hartman, J.W., Wilkinson, S.B. Dietary Protein to Support Anabolism with Resistence Exercise in Young Men. Journal of the American College of Nutrition, vol 24, n.02, 134S-139S, 2005.

Marshall, K. Therapeutic Applications of Whey Protein. Alternative Medicine Review, vol.9, n, 02, 2004.

Sgarbieri, V.C. Propriedades fisiológicas-funcionais das proteínas do soro do leite. Rev. Nutr., Campinas, 17(4):379-409, out./dez., 2004.

Anthony, J.C, Anthony T.G, Kimball, S.R, Jefferson, L.S. Signaling pathways involved in translation control of protein synthesis in skeletal muscle by leucine. J. Nutr., 131(3):856-860, 2001.

Ha, E, Zemel, M.B. Functional properties of whey, whey components and essential amino acids: mechanisms underlying health benefits for active people. J. Nutr. Biochem., 14(5):251-258, 2003.

Salzano Jr I. Nutritional supplements: practical applications in sports, human performance and life extension. Symposium series 007; São Paulo; 1996-2002. p.75-202.

Lönnerdal B. Nutritional and physiologic significance of human milk proteins. Am J Clin Nutr. 2003; 77(6):1537-43.

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Essa rápida absorção faz com que as concentrações plasmáticas dos aminoácidos, inclusive a leucina, atinjam altos valores logo após a sua ingestão (Dangin, 2001), o que estimula de forma significativa a síntese protéica, principalmente se forem ingeridas logo após a sessão de exercício físico.

Markus, lendo o seu texto (muito bem explicado, por sinal), me lembrei de outro que li que contradiz a sua afirmação.

O que você acha das informações abaixo?

https://fisiculturismo.com.br/forum/topic/85569-10-maiores-mitos-da-nutricao-pos-treino/

4. Existe uma janela de oportunidade de uma hora para síntese protéica após o treino

Você pode estar se perguntando: isso é um mito porque a janela real é de meia hora? Duas ou três horas? Ou talvez 6 horas? Infelizmente, nas últimas duas semanas eu li diferentes artigos, todos sugerindo que essa janela tem um tempo bastante dilatado.

Não é de se surpreender que com esse tipo de inconsistência esse seja provavelmente o mais impregnante mito do fisiculturismo atual! Pior ainda, ele origina-se da própria pesquisa científica. As mais frequentemente citadas pesquisas sobre a janela de oportunidade de síntese protéica pós-treino usam indivíduos idosos (Esmark et al., 2001) e descobertas sobre exercício aeróbio (Levenhagen et al., 2001) para fazerem suas profecias. Enquanto essa é uma prática completamente aceita quando esses são os únicos dados que temos para seguir adiante, há alguns problemas dignos de atenção.

Indivíduos idosos digerem e absorvem proteínas de uma forma diferente do que adultos saudáveis. Na verdade, eles digerem e absorvem whey protein de uma forma parecida com que digerem e absorvem a caseína (Dangin et al., 2003); em outras palavras eles tem uma lenta digestão e absorção para whey. Idosos também se beneficiam em ingerir 80% das proteínas diárias em uma única refeição (Arnal et al., 1999), contrastando com os benefícios das nossas múltiplas refeições.

E mais, o tradicionalmente baseado estudo de Esmark et al. (2001) mostrou que ingerir uma refeição pós-treino apenas 2 horas depois do treino na verdade evitou quaisquer melhorias induzidas pelo treinamento. Quem desvendar esta ganha um troféu.

Segundo, com relação ao aeróbio... bem, digamos apenas que existe uma óbvia diferença entre as formas que nosso músculos respondem aos dois tipos de exercícios. Tenha em mente que, com relação ao metabolismo de carboidrato no pós-treino, talvez não haja muita diferença – nós simplesmente não sabemos, mas certamente a longo prazo as diferenças no metabolismo protéico podem ser observadas.

Então, em que deveríamos basear nossa nutrição? Consideremos o mais subestimado artigo científico dos últimos 5 anos. Tipton e seus colegas (2003) investigaram a síntese protéica um dia após o treino, e descobriram que houve um período de 24h com níveis elevados de síntese protéica. Isso mesmo, um dia inteiro. Isso significa que tomar um shake pela manhã terá o mesmo impacto na síntese protéica muscular que um shake ingerido no pós-treino.

Esses resultados não deveriam ser tão surpreendentes pois já sabemos há mais de uma década que a síntese protéica pós-treino fica elevada por esse tempo todo (MacDougall et al., 1995), mas se você está descobrindo isso pela primeira vez, então é muito empolgante!

Uma pesquisa sugere que até mesmo 48 horas depois do treino nosso nível de síntese protéica pode estar elevado em 33% (Phillips et al., 1997), dando-nos um período ainda maior durante o qual podemos maximizar o crescimento muscular com shakes protéicos.

1x0 contra a janela de oportunidade de uma hora.

5. Tomar o shake imediatamente depois do treino irá produzir a maior síntese protéica

Um estudo comparativo que usou shakes ingeridos imediatamente após o treino (Tipton et al., 2001), versus shakes ingeridos uma hora após o treino (Rasmussen et al., 2000) teve resultados surpreendentes: parece que o shake tomado imediatamente no pós-treino resultou em uma síntese protéica 30% menor do que naquelas pessoas que esperaram uma hora. Visto isso, vamos simplesmente aprender, nos adaptar, e seguir em frente.

2x0 contra a janela de oportunidade de uma hora.

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Obrigado, Mohammed!

bem o texto que escrevi não aborda apenas o uso do shake proteico após o treino.

Pra saber sobre o teu texto deveria ler o artigo completo do Tipton e do Rasmussen...pois o q vejo aqui é um parágrafo de uma metanálise (q vc sugeriu)...assim avaliaria a metodologia e os parâmetros adotados (grupo populacional, perfil, teste duplo cego, atividades resistidas propostas, enfim...tem uma séria de particularidades a serem avalidadas). Uma coisa é muito importante...onde foram publicados os trabalhos, pois só assim nos atentaremos ao peso e seriedade do mesmo...afinal, nem todo artigo, mesmo publicado, é digno da verdade ou franqueza absoluta. Concorda?

abs

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ahh, mas pra dar uma posição minha. Eu uso e recomendo o uso de shakes na proporcão 4 carbo : 1 proteina logo após o treino sim (até 1 hora) a janela de oportunidade existe e consigo restabelecer meus atletas (inclusive eu mesmo) com essa dinâmica. O uso de antioxidantes para altletas de alto desempenho (maratonas e triatletas) é um pouco questionável...nos demais eu prescrevo polivitamínicos/minerais + quercetina

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Benefícios do Whey Protein a Saúde
 
 
Há muitos benefícios associados com o consumo de Whey Protein, e os pesquisadores estão constantemente a encontrar novas propriedades terapêuticas possíveis.
 
Os possíveis benefícios para a saúde do consumo de Whey Protein incluem:
 
Perder peso - de acordo com um estudo, publicado no Nutrition & Metabolism, as pessoas que tomaram Whey Protein (ProLibra ™, rica em leucina, peptídeos bioativos e leite de cálcio ) " perderam significativamente mais gordura corporal e mostraram uma maior preservação da massa muscular magra. "
 
Propriedades anti-câncer - Resultados promissores foram publicados na revista Research anticâncer para o uso de Whey Protein e modulação glutationa no tratamento do câncer.
 
O colesterol alto - de acordo com um estudo publicado no British Journal of Nutrition ", houve uma diminuição significativa nos níveis de colesterol total e colesterol LDL na 12 ª semana no grupo soro em comparação com a caseína (grupo) ".
 
Asma - Whey Protein pode melhorar a resposta imune em crianças com asma.Um estudo, publicado no International Journal of Food Science and Nutrition, constatou que crianças com asma que foram suplementadas com soro durante um mês teve uma melhor resposta de citocinas.
 
Redução da pressão arterial e reduzir o risco de doença cardiovascular - pesquisa publicada no International Journal Dairy descobriram que bebidas que foram suplementados com Whey Protein reduziu significativamente a pressão arterial elevada , e reduziu o risco de acidente vascular cerebral e doença cardíaca .
 

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