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fisiculturismo

Treinamento Aeróbico pela Manhã e Com Pesos à Noite

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Uma dúvida que costuma pairar sobre a minha cabeça é sobre a execução de treinamento aeróbico pela manhã e treinamento com pesos à noite.

Normalmente esta divisão do treinamento é feita ao argumento de que a sessão de treinamento não pode ultrapassar o tempo médio de 40 minutos, quando o cortisol passa a se elevar no organismo.

Minha pergunta é: a divisão do treinamento em dois períodos no decorrer do dia (manhã e tarde) realmente é eficiente para obtenção de maior hipertrofia? Como tem sido a sua experiência com seus atletas?

Essa prática não pode resultar em overtraining?

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Olá Fisiculturismo,

O treinamento dividido é e sempre foi muito questionado e testado, por técnicos e atletas.

Vamos pensar da seguinte forma, o atleta terá um gasto calórico dobrado, primeiro passo a alimentação deve estar de acordo com este gasto.

A utilização de suplementos pode influenciar de forma positiva os resultados, porem os gastos $ vão aumentar.

Esta relação que existe com relação ao tempo(duração) de treino também é muito discutida nos dias de hoje, mesmo levando-se em consideração que existem suplementos que amenizam estes problemas relacionados ao cortisol e amônia.

Os atletas que tem acompanhamento fisiológico ou metabólico e nutricional, na sua maioria divide desta forma seu programa de treinamento, fazendo mudanças somente no periódo pré competição.

Mas existe uma linha de fisiologista e atletas que preferem realizar o aeróbico imediatamente após o anaeróbico, onde se esgotou a reserva de glicogênio e entraria na queima de gordura de forma mais significativa. Mas para tal se faz necessária uma divisão em ABCDE para que o treino não se torne longo.

A experiência que temos com nossos atletas acompanhados nutricionalmente e suplementados nos levar a trabalhar de forma cada vez mais individualizada, podem até ser parceiros de treino, mas comem diferente e suplementam diferente.

Cada metabolismo reage diferente ao estimulo dado.

Existe a possibilidade de Overtraining? Sim. Por isto a necessidade deste acompanhamento, adequado a cada fase do atleta.

Espero ter esclarecido suas duvidas.

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Boa tarde,

Pela experiência que temos com nossos atletas verificamos que sim, é melhor. Mas existe a condição alimentar que pode influenciar, fazer um atividade em jejum na teoria não teria problemas, mas vai depender muito da sua ultima refeição na noite anterior, se for rica em carbo não corre risco de uma hipoglicemia, porém você teria que realiza-la por mais tempo, outra vantagem é que se faz atividade duas vezes ao dia seu gasto calórico total no dia é maior.

Já imediatamente a pós o anaeróbico 20 a30 min seriam o sulficiente.

Na verdade as duas opções de aeróbico são validas, vai depender de como seu organismo vai reagir.

Continuando com duvidas mantenha contato.

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Entendi Dr. Sem poluir o topico, mas como seria a suplementação pos treino ? No caso, shake de proteina. Faço o treino com peso, depois 20-30 minutos de aeróbico e tomo o shake pós treino, ou tomo assim que terminar o treinamento com peso. No caso, seria para evitar o catabolismo.

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Olá Victor,

Me desculpe a demora para te responder.

É o seguinte o mais interessante é que vc faça o "pós" exatamente ao terminar as atividades daquele momento (pesos e aeróbico), onde as chamadas janelas de absorção estão abertas e seu organismo esta carente de nutrientes (esta catabolizando) e isto não pode acontecer por muito tempo.

Dicas sobre o que usar nos atletas que treinamos usamos o seguinte:

Whey - dose de acordo com seu peso*.

Creatina - 5 a 10g*

BCAA - de 2 a 4g*

Glutamina - 5 a 10g*

Carbo - (Destrose ou Waxy maize(amido de milho))

Os resultados são bons.

Qqr duvida mantenha o contato.

Foco nos treinos sempre.

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Uma duvida que eu ja vi varias vezes mas nao fixei mto...o ideal no aerobico após o treino pra melhorar o uso da gordura como energia é o intervalado? ou seja, aqueles métodos como HIIT, guerilla cardio realmente sao mais eficientes do que ficar 30-40min trotando numa velocidade média?

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interessante esse topico

eu faço a divisao (aeróbico em jejum de dia..por volta das 6:30 a 7:00 da manha) e treino a tarde (às 14:00) (geralmente entre 6 a 7horas após o aej

vejo os resultados mais significativos do que aeróbico sebarado de manha(sem esta em jejum) ou ate mesmo treino e depois aeróbico

mas o que eu achei mais valido, como experincia propria é lógico é

aej uma hora e treino depois de 6 a 8horas após o aeróbico em jejum

treino com ferros e depois aeróbico

________________________________

agora:

tomar cafe da manhã depois aeróbico e treinar com ferros a tarde ou a noite..nao tenho visto muitos resultados em mim

e nem aeróbico antes do treino...esse daqui eu tive pouquissimo rendimento no treino a um tempo atras...sempre joguei depois do treino o aeróbico

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Olá Masterm,

Como foi dito anteriormente e confirmado por outros usuarios aqui do tópico.

A questão do aeróbico é muito relativa tem colegas que trabalham com as duas formas com atletas de competição, a diferença é a fase do treinamento, volume ou definição, ganho de força, um dieta mais hipercalórica, uma de definição.

O importante é você conseguir identificar como seu corpo vai reagir.

Boa sorte.

Bons treinos.

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Olá Victor,

Me desculpe a demora para te responder.

É o seguinte o mais interessante é que vc faça o "pós" exatamente ao terminar as atividades daquele momento (pesos e aeróbico), onde as chamadas janelas de absorção estão abertas e seu organismo esta carente de nutrientes (esta catabolizando) e isto não pode acontecer por muito tempo.

Dicas sobre o que usar nos atletas que treinamos usamos o seguinte:

Whey - dose de acordo com seu peso*.

Creatina - 5 a 10g*

BCAA - de 2 a 4g*

Glutamina - 5 a 10g*

Carbo - (Destrose ou Waxy maize(amido de milho))

Os resultados são bons.

Qqr duvida mantenha o contato.

Foco nos treinos sempre.

Obrigado Dr.

abs

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Olá Victor,

Me desculpe a demora para te responder.

É o seguinte o mais interessante é que vc faça o "pós" exatamente ao terminar as atividades daquele momento (pesos e aeróbico), onde as chamadas janelas de absorção estão abertas e seu organismo esta carente de nutrientes (esta catabolizando) e isto não pode acontecer por muito tempo.

Dicas sobre o que usar nos atletas que treinamos usamos o seguinte:

Whey - dose de acordo com seu peso*.

Creatina - 5 a 10g*

BCAA - de 2 a 4g*

Glutamina - 5 a 10g*

Carbo - (Destrose ou Waxy maize(amido de milho))

Os resultados são bons.

Qqr duvida mantenha o contato.

Foco nos treinos sempre.

Dr. aproveitando o ensejo, qdo o sr. escreve dose de acordo com peso, poderia explicar melhor.

Desculpem por poluir o tópico, mas achei pertinente ter essa precisão.

Meu pós-treino vai ficar show!

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    • By BreakeR
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    • By DocStroher
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      Desde já agradeço , fórum top 
    • By Pedro Alvim Neto
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      Entretanto, ocorrem diversas adaptações fisiológicas durante a atividade física, sendo necessários ajustes cardiovasculares e respiratórios para compensar e manter o esforço realizado.
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      Além disso, o aumento da síntese de ácido láctico, catecolaminas e o processo inflamatório elevado após exercícios anaeróbios com intensidades supra-máximas também contribuem significativamente para a produção de EROs.
      Antioxidantes são substâncias capazes, mesmo em concentrações relativamente baixas, de retardar ou inibir a oxidação do substrato, através de sua capacidade de doar elétrons para o radical livre.
      Alternativas nutricionais para estimular defesas antioxidantes têm sido estudadas, para reduzir os efeitos oxidantes promovidos pelo exercício extenuante, dentre elas a suplementação com vitamina A, C e E, B- caroteno, selênio, zinco, creatina, glutamina e ômega-3.
      Há evidências de que a suplementação de vitaminas possa prejudicar processos adaptativos do exercício, podendo resultar na redução do processo de biogênese mitocondrial, a suplementação deve ser evitada na proximidade do treino, já os alimentos que possuem vitaminas antioxidantes podem ser ingeridos nas proximidades dos treinos, esses não vão interferir na biogênese mitocondrial, pois, apenas vão modular o estresse oxidativo e não vão interferir nas adaptações fisiológicas da atividade física.
      Diferentemente dos estudos com vitaminas, a suplementação de flavonoides parece ser uma estratégia interessante, pois além do possível aumento da biogênese mitocondrial, também apresenta proteção antioxidante. Os compostos fitoquímicos geralmente são manipulados e devem ser prescritos por nutricionistas para que o organismo possa absorvê-los de forma mais eficiente e que sejam utilizadas estratégias corretas na suplementação destes nutrientes. Esses nutrientes são encontrados em alimentos como: abacate, suco de uva integral, suco de cereja e tomate.
      Os polifenóis representam grande variedade de compostos, divididos em diversas classes, tais como, ácidos hidroxibenzóicos, ácidos hidroxicinâmicos, antocianinas, flavonóis, flavonas, flavonoides, flavononas, isoflavonas, estilbenos e lignanas. São moléculas abundantes na dieta, e há crescente interesse sobre suas ações na prevenção de doenças degenerativas, por apresentarem função antioxidante, anti-inflamatória, atividades cardioprotetoras e anticancerígenas.
      As antocianinas são pigmentos amplamente distribuídos na natureza, solúveis em água e de cor intensa, responsáveis pela coloração azul, vermelha, violeta e púrpura de muitas espécies do reino vegetal.
      As fontes de antocianinas comercialmente utilizadas são as cascas de uva e repolho roxo, há inúmeros outros frutos e flores que são estudadas como fonte deste pigmento; jabuticaba, açaí, berinjela, batata- doce roxa e alguns frutos não convencionais como camu- camu.
      É importante incluir na alimentação de praticantes de atividades físicas, alimentos ricos em vitaminas antioxidantes e polifenóis para fazer a modulação do estresse oxidativo sem inibir as adaptações da atividade física ocorrendo assim a biogênese mitocondrial. A suplementação de vitaminas antioxidantes deve ser feita em horários distantes dos treinos, e caso seja necessário. Importante ter um acompanhamento de nutricionista esportivo para que exames periódicos de micronutrientes sejam feitos para saber se realmente há necessidade de se usar uma suplementação.
       
      Referências Bibliográficas:
      GONÇALVES, Lívia de Souza. Efeitos da suplementação da quercetina sobre o rendimento físico em esteira ergométrica e indicadores metabólicos do exercício exaustivo em atletas de futebol. 2014. 64f. Dissertação (Mestrado) - Pós-graduação em Patologia da Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista, São Paulo, 2014.
      PEREIRA, Milena Biazi Prado. O papel dos antioxidantes no combate ao estresse oxidativo observado no exercício físico de musculação. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva, São Paulo, v. 7, n. 40, p. 233- 245, jul/ago. 2013.
      ROCHA, Juliana de Cássia Gomes. Adição dos corantes naturais antocianinas e luteína em bebidas formuladas com proteínas de soro de leite. 2013. 128f. Dissertação (Mestrado) - Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos, Universidade Federal de Viçosa, Minas Gerais, 2013.
       
    • By Paulo Cavalcante Muzy
      A seguir, quatro razões para não inibir o cortisol:
      Porque ele e um indicador importante do quanto a sua rotina, incluindo seu treino, está demandando do seu físico e isso é fundamental porque fisiculturistas, não importando o tamanho, quando entram em overtraining perdem a resposta ao treino, depois começam a perder a capacidade de treinar intenso e volumoso e depois se lesam. Sempre. Ler o seu cortisol ao longo prazo ajuda a determinar a hora de pisar no freio ou acelerar na rotina ou no treino; Ele ainda serve como parâmetro para saber como se está a adaptação ao treino: se o treino ou a rotina não mudaram, é natural que o cortisol abaixe conforme o praticante ganhe aptidão física, logo, este dado nos diz se o praticante se adaptou ou não ao treino, e isso é importante para o treinador para usar como um dos critérios para se mudar o estímulo; Para mim essa mudança do cortisol ainda pode ser aproveitada para avaliar a plasticidade metabólica do individuo, em ordem justamente de poder estimar os resultados dum próximo período de acompanhamento, estabelecendo metas mais reais e oferecendo maior precisão ao processo, porque afinal de contas, alem do resultado, quem treina quer saber em quanto tempo este vai aparecer; 4. O cortisol ativa o nosso sistema imunológico, nos protegendo de doenças, principalmente infecções, mas se cairmos na área da imunologia, perceberemos que até câncer ele nos serve de escudo. Por hoje chega. Dependendo da repercussão, falaremos mais desse assunto, que ao meu ver, faz parte indissolúvel das palestras de modulação hormonal que damos por aí.
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