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    • By Philippelopes
      Fala galera, tô tentando diminuir meu BF, sou ectomorfo mas do começo do ano pra cá comi lanches fast food quase todos os dias e fui completamente sedentário.
      Desde o começo do mês cortei gordura, frituras, doces e chocolates e tenho treinando e fazendo aeróbicos em dias que não treino.
      dados:
      24 anos
      1.75 cm
      67 kg
      A dúvida é a seguinte, desconsiderando a dieta ao decorrer do dia, focando apenas nisso, um pão com vitamina de abacate pós aeróbico vai diminuir a eficácia do treino que seria com foco na queima de gordura? Valeu 

    • By Philippelopes
      Fala galera, boa tarde. Vou começar falando os meus dados.
      24 anos
      1.75 cm
      66kg
      Sempre fui magro e definido e nunca tive problema com gordura localizada, mas esse último ano dei uma relaxa fudida e fui bem sedentário além de comer só besteiras. Resultado: Tô com una gordura me incomodando pra caralho quando eu sento. Nesse mês de abril resolvi voltar a ativa, cortei frituras e refrigerantes e comecei um treino de calistenia intercalado com 7km de corrida, a dúvida é a seguinte: Devo fazer uma dieta com desfasamento calórico primeiro afim de perder essa gordura e só depois força no ganho de massa/definição?
      Valeu galera 


    • By maurice
      Eu sempre falo, quer melhorar seu físico? ter menos fome? DURMA!!!! Pouco sono = menos GH, menos testosterona, menos serotonina... entenda mais abaixo:
      A má qualidade e privação do sono aumenta o risco de obesidade e outras doenças crônicas não transmissíveis; também tem influência sobre os hábitos alimentares aumentando a vulnerabilidade em comer em excesso com dietas de má qualidade. As alterações do sono estão relacionadas ao aumento de cortisol com aumento de tecido adiposo intra-abdominal, e também com baixos níveis de serotonina que podem levar a um aumento de consumo de carboidratos simples afim de estimular a secreção de serotonina. (CARVALHO, et al, 2016).
      O exercício físico aumenta a liberação de serotonina (MORAES, et al, 2007) e (VALIM, et al, 2013).  Em um estudo com 121 jovens adultos e concluiu que os exercícios intensos agudos aumentam mais serotonina que exercícios de leve ou baixa intensidade (ZIMMER, et al, 2016). A serotonina tem efeitos na homeostase corporal, uma de suas funções é a regulação hidroeletrolítica, modulando a sede e o apetite, digestão alimentar, balanço energético, regulação da emoção e processos do controle comportamental (KLEBER, et al, 2014).
      Com o envelhecimento há uma redução na quantidade de sono de ondas lentas. Como a secreção máxima do hormônio do crescimento (GH) ocorre durante o sono de ondas lentas, uma redução nos níveis de GH é evidente em pessoas mais velhas. Na apneia do sono não tratada(acontece na OBESIDADE), o sono é fragmentado e o sono de ondas lentas é reduzido. Os níveis noturnos de GH na apneia do sono também são reduzidos. Em uma meta-análise de estudos indicou uma associação entre sono de curta duração com prevalência de diabetes, indicando um risco aumentado de 28% com o sono de duração curta sendo este menor que 5 a 6 horas por noite (KRYGER; AVIDAN; BERRY, 2015). A obesidade e a glicose sérica aumentada também são fatores que inibem a secreção de GH (HALL, 2017).
      O GH também conhecido como somatotropina é um hormônio que provoca o crescimento de quase os tecidos do corpo que são capazes de crescer como principalmente os ossos. Ele apresenta também apresenta diversos efeitos metabólicos específicos como aumento de quase todos os aspectos da captação de aminoácidos e da síntese proteica pelas células, e ao mesmo tempo, reduz a destruição de proteínas. Outra função é o aumento da mobilização dos ácidos graxos no sangue e aumento da utilização dos ácidos graxos como fonte de energia e reduzindo a utilização de glicose e proteína pelo organismo, sendo assim, um papel importante no ganho de massa muscular. Um dos fatores que estimulam a secreção do GH são diminuição da glicose no sangue, diminuição dos ácidos graxos livres no sangue, exercícios e o sono profundo (HALL, 2017).
      A restrição do sono também afeta outros eixos endócrinos. Após uma semana de restrição de sono para 5 horas por noite, os níveis de testosterona durante o dia diminuíram em homens jovens saudáveis (KRYGER; AVIDAN; BERRY, 2015).
      A atividade física pode promover uma redução de níveis de ansiedade e ter efeitos antidepressivos contribuindo para a promoção do sono (PEREIRA, et al, 2014).
      Aqui está meu tópico sobre COMO ACONTECE E COMO QUEIMAR GORDURA. FISIOLOGIA
       
    • By maurice
      Se você está gordinho, você não é saudável, independente se seus exames estão bonitinhos. Vou falar bastante sobre esse assunto.
      A obesidade e excesso de gordura corporal é extremamente preocupante e é algo que quero estudar até o resto da minha vida. A sociedade está e é doente, e quando o indivíduo quer mudar, ele busca o caminho mais "fácil" ou mais rápido, causando diversos problemas e desordens metabólicas. Farei vários posts a respeito dos meus novos conhecimentos adquiridos e que estão sendo  adquiridos. Abaixo vai a introdução do meu TCC de educação física.
      Segundo Conde e Borges (2011), no Brasil nos anos de 2008 a 2009, cerca de 10% da população adulta se encontra com obesidade, é estimado também que cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo estão com excesso de peso, e 300 milhões destas são obesas. Estimativas para o ano de 2025 é de que 40% da população dos EUA, 30% na Inglaterra e 20% no Brasil se encontram obesas. A obesidade está associada ao desenvolvimento de doenças crônicas e aumento de mortalidade precoce. É estimado que as doenças crônicas foram responsáveis por 70% das mortes no Brasil no ano de 2000.
      Um terço dos norte-americanos adultos estão acima do peso. Em 1960 o percentual de americanos extremamente obesos era zero, sendo em 2010 6% da população (FRYAR;  CARROLL; OGDEN, 2012). 45% das mulheres e 30% dos homens norte-americanos estão sempre tentando reduzir a massa corporal, e é estimado que a cada ano, 300 mil indivíduos norte americanos morrem de doenças relacionadas com a obesidade (KRAEMER; FLECK; DESCHENES; 2013). Um levantamento telefônico randomizado foi feito com 110 mil adultos norte-americanos e foi constatado que 70% das pessoas se esforçam para perder peso ou apenas para manter o peso corporal, dentre estas, 30% são homens e 40% eram mulheres. Os que tentam perder peso gastam cerca de 40 bilhões de dólares por ano com produtos e serviços destinados a reduzir o peso, sendo a maior parte das vezes utilizando práticas dietéticas e medicamentos potencialmente prejudiciais ao mesmo tempo que ignoram programas sensatos de redução ponderal. Cerca de 2 milhões de norte-americanos gastam mais de 125 milhões de dólares em pílulas dietéticas supressoras de apetite que são obtidas sem receita médica (McARDLE; KATCH; KATCH, 2008).
      A obesidade é um problema de saúde pública no mundo, é a principal causa de morte evitável. Ela é resultante da ação de fatores ambientais como hábitos alimentares, atividade física e condições psicológicas, fazendo-se necessária a mudança de estilo de vida (ROCHA, et al, 2014). O consumo de açúcares pode contribuir consideravelmente para o desenvolvimento e prevalência da obesidade (RICCO, 2016). O sono e sua qualidade, tem influência sobre os hábitos alimentares e pode levar a um aumento de consumo de carboidratos simples (CARVALHO, et al, 2016).
      A obesidade além de ser um fator primário relacionado a diabetes tipo 2, hipertensão, artrite, gota, e anormalidades menstruais, também tem sido relacionada com diversos outros tipos de doenças como aterosclerose, doença cardiovascular, efeitos negativos no perfil lipídico do sangue, apneia do sono, osteoartrite, complicações na gravidez e cirurgia, alguns tipos de câncer e doença da vesícula biliar. A deposição de gordura corporal na área abdominal é mais fortemente relacionada as doenças anteriormente ditas do que a deposição de gordura concentrada na porção periférica (KRAEMER; FLECK; DESCHENES; 2013).
      Estudos apontam que indivíduos obesos metabolicamente normais apresentam maiores riscos de eventos em comparativo com pessoas de peso normal metabolicamente saudáveis. Não existe um nível ou padrão saudável de aumento de peso (KRAMER; ZINMAN; RETNAKARAN, 2013). A mudança desfavorável da composição corporal como redução de massa muscular e aumento do tecido adiposo está associado ao maior risco de morbidade e mortalidade precoce. Em um estudo epidemiológico com 588 369 mulheres e 457 785 homens adultos norte-americanos com idade superior a 30 anos avaliaram a relação entre índice de massa corporal (IMC) e o risco de morte por todas as causas em quatro subgrupos, caracterizados de acordo com tabagismo, raça, histórico de doença e idade. Os resultados deste estudo mostraram que o ponto mais baixo da curva entre índice de massa corporal e mortalidade foi observado no IMC entre 23,5 e 24,9k/m² nos homens e 22 e 23,4kg/m² nas mulheres. Aumento significativo no risco de morte por doença cardiovascular foi observado a partir de 25kg/m² nas mulheres e 26,5kg/m² nos homens (COELHO; BURINI; 2009).
    • By maurice
      Temos a taxa metabólica basal, uma quantidade de energia necessária para manter nossos órgãos em funcionamento. Sem ingestão de comida(energia), não sobrevivemos.
      Você sabia que dietas restritivas fazem com que percamos uma certa quantidade de massa de nossos órgãos? Sim, quando fazemos uma dieta restritiva, não perdemos apenas gordura e massa muscular, perdemos massa de nossos órgãos.
      Artigo: https://www.cambridge.org/core/journals/proceedings-of-the-nutrition-society/article/metabolic-adaptations-during-negative-energy-balance-and-their-potential-impact-on-appetite-and-food-intake/92FC7CC3D00F801FBC1B8F4A164ADECD
      Imagem abaixo sobre custo energético de cada órgão(lado direito da imagem) e dentre outros fatores que afetam nosso gasto e ingestão energética.

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