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<rss version="2.0"><channel><title>Mat&#xE9;rias: Mat&#xE9;rias - Anabolizantes Esteroides</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/esteroides/page/4/?d=1</link><description>Mat&#xE9;rias: Mat&#xE9;rias - Anabolizantes Esteroides</description><language>pt</language><item><title>A verdade sobre os anabolizantes: a diferen&#xE7;a entre o iso e o abuso</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/esteroides/a-verdade-sobre-os-anabolizantes-a-diferen%C3%A7a-entre-o-iso-e-o-abuso-r32/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_08/55dd2a0d89893_monthly_2015_0855dd1e5718061_monthly_2015_082f2fce5ab09ba57649f00ac55a604f76.jpg.4ade2d31a97992c461144de8e6ab9db8.jpg.bca51ebb5154f38bf9a2d7d768eee8a7.jpg.77d584a9dac32b9cf1b79f75819a58ee.jpg" /></p>
<p>
	O site Bodybuilding.com é referência sobre fisiculturismo na internet. Nele foi publicado um artigo escrito por <strong>Wayne Mercer</strong>, onde o autor diz que o problema dos anabolizantes esteróides não é o seu uso, mas o seu abuso.
</p>

<p>
	Para o autor, o uso cuidadoso e responsável de anabolizantes esteróides traria mais benefícios que malefícios.
</p>

<p>
	O tema é polêmico, e o artigo tem que ser lido com ressalvas. Ele revela a opinião do seu autor, contrária às opiniões que costumam se apresentar na imprensa de um modo geral.
</p>

<p>
	Como qualquer droga, os esteróides causam efeitos colaterais, portanto, os efeitos negativos existem efetivamente.
</p>

<p>
	É sempre bom lembrar que no Brasil o uso de anabolizantes esteróides somente pode ser <strong>prescrito por médicos</strong> para fins de tratamento de saúde, e sua venda somente pode se dar em farmácias, com a apresentação da respectiva prescrição.
</p>

<p>
	Wayne Mercer, escritor do artigo, diz que, quando começou a levantar pesos, só ouvia falar mal acerca de suplementação, musculação, dietas e, principalmente, esteróides.
</p>

<p>
	Existe uma gama de informações sobre os efeitos dos anabolizantes no organismo. O primeiro ele pôde constatar pessoalmente no passado quando jogava futebol na faculdade: fez um ciclo (oito semanas) de uma droga bastante leve e parou no tempo certo para não ser pego no antidopping da NCAA. A sua opinião é que se você não tiver um objetivo específico, como seguir uma carreira esportiva ou ser um fisiculturista, então, você provavelmente não precisa ingerí-los.
</p>

<p>
	Antes de Mercer começar o ciclo, ele fez suas próprias pesquisas para saber tudo o que podia a respeito tanto dos perigos quanto das benéfices dos esteróides. A realidade é que aprendeu ao longo dos anos. Por meio da internet, soube que a maioria das informações estão em alemão, mas, de início, leu uma matéria escrita por Dan Duchaine – o guru e um dos maiores conhecedores do assunto – na revista Muscle Media.
</p>

<p>
	Os textos redigidos por médicos trazem reiteradamente a mesma palavra: abuso. O que é preciso entender é a diferença entre o uso e o abuso de esteróides. A grande quantidade deles, como de qualquer outra substância, é prejudicial à saúde.
</p>

<p>
	Assim, se você decidir realizar um ciclo, deve fazê-lo com inteligência. Wayne aconselha a, primeiramente, ir ao médico, fazer um exame de sangue, especialmente para checar se o fígado encontra-se em condições normais. Depois disso é que se deve esclarecer ao doutor quais os seus planos para que ele lhe dê conselhos adicionais.
</p>

<p>
	Após quatro semanas do ciclo, é bom que se faça outro exame de sangue. Daí, sim, você decidirá o que fazer e por quanto tempo. É o melhor modo de se determinar o que é uso, abuso e, até mesmo, estabilidade.
</p>

<p>
	Quanto aos efeitos colaterais, geralmente, associam-se os esteróides-anabolizantes a um comportamento agressivo (“roid rage”), o que pode variar de pessoa para pessoa.
</p>

<p>
	O autor descreve que, em sua experiência pessoal, sentiu-se pouquíssimo nervoso, porém, se naturalmente você for uma pessoa agitada, a sua ingestão faz com que se acirre o nervosismo. Há outros, por quais ele não passou, tais como queda de cabelo, encolhimento dos testículos, ginomastia, ocorridos, principalmente, com quem faz muitos ciclos seguidos.
</p>

<p>
	O corpo acusa um nível elevado de testosterona e pára a sua produção. Isso acontece porque, por vezes, quem vende “bomba” não oferece HCG, Andro, DHEA ou tribulus, os quais estimulam o corpo a produzir testosterona naturalmente. A ginomastia ou “tetas” podem ser prevenidas pelo uso do chrisin, espécie de tratamento terapêutico, uma vez que evita a transformação de testosterona em estrogênio.
</p>

<p>
	O autor diz que a sua motivação foi estética e que faria tudo de novo, pois os efeitos positivos superam os negativos se o ciclo de esteróides for realizado com cuidado e responsabilidade.
</p>

<p>
	<strong>Autor do texto em inglês:</strong> Wayne Mercer (CMERCER@hot.rr.com)
</p>

<p>
	<strong>Interpretação do texto em inglês realizada por:</strong> Oksana Maria
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;"><strong>FONTE do artigo:  bodybuilding.com/fun/mercer6.htm</strong></span>
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">32</guid><pubDate>Tue, 15 Sep 2009 14:10:00 +0000</pubDate></item><item><title>Horm&#xF4;nio do Crescimento - GH</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/esteroides/horm%C3%B4nio-do-crescimento-gh-r21/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_10/gh.jpg.9074c252cfa34ca2a1ada54e3e586a67.jpg" /></p>
<p>
	<span style="font-size:16px;"><strong>Hormônio do Crescimento - GH</strong></span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:16px;"><strong>Introdução</strong></span>
</p>

<p>
	O hormônio do crescimento (GH) é um polipeptídio produzido e secretado por células especializadas localizadas na hipófise anterior, e cuja principal função é a promoção do crescimento e desenvolvimento corporal (1). A secreção do GH é mediada por dois fatores: hormônio de liberação do hormônio do crescimento (GHRH) e o hormônio do crescimento (Somatostatina). Os estímulos para a produção de GH são a diminuição da glicose ou dos ácidos graxos livres, aumento da arginina e jejum, IV estágio do sono, exercício físico, estresse, entre outros. A principal ação do GH sobre o crescimento pode ser considerada indireta, sendo que o hormônio do crescimento age diretamente sobre as células do fígado, aonde se liga ao seu receptor e induz uma série de eventos que acabam por resultar, entre outros, na produção do fator de crescimento semelhante à insulina IGF-1 (ou somatomedina C). IGFs são fatores de crescimento com estrutura molecular homóloga à da insulina, encontrados na forma de IGF-1 e IGF-2, sendo sintetizados pelo fígado e pela maioria das células orgânicas , em resposta à ativação promovida pelo GH ou de forma GH-independente. Os IGFs influenciam no crescimento, diferenciação e metabolismo celulares e encontram-se ligados a proteínas carreadoras denominadas IGFBPs (IGFBPs 1,2,3,4,5 e 6). (2)
</p>

<p>
	O GH pode aumentar a oxidação de ácidos graxos perante uma restrição calórica, acelera a lipólise, promove uma conservação de nitrogênio e alterações da composição corporal. Adultos com deficiência de GH podem apresentar aumento da gordura corporal e uma redução de massa magra, em relação a adultos normais, podendo ter importantes conseqüências metabólicas no metabolismo lipídico, levando a um aumento do risco de doença cardiovascular (3).
</p>

<p>
	Atualmente existem no mercado brasileiro duas formas de se administrar o hormônio de crescimento: frascos para diluição e posterior aplicação através de seringas e canetas com a medicação em solução pronta para aplicação. No Sistema Único de Saúde (SUS), o produto atualmente adquirido deve ser aplicado através de seringas. A não utilização de canetas, pelo SUS, é atribuída ao maior custo da medicação. Estudos indicam que a administração de GH através de caneta é mais conveniente, melhor aceita pelos pacientes e resulta em menor desperdício quando comparada com o tratamento por seringa (4).
</p>

<p>
	<span style="font-size:16px;"><strong>Administração do GH em pacientes com deficiência</strong></span>
</p>

<p>
	Geralmente o GH é utilizado em idosos, indivíduos com HIV-positivo, idosos e jovens. O tratamento com GH para pacientes com deficiência do mesmo foi realizado inicialmente com a administração de GH obtido a partir da hipófise de cadáveres humanos. Porém esta forma de tratamento foi suspensa em 1985 por estar relacionada à ocorrência da doença de Creutzfeldt-Jakob (encefalopatia). Nesse mesmo período tornou-se disponível a somatropina humana recombinante, forma biossintética que substituiu o tratamento anterior (1).
</p>

<p>
	É recomendado para quem têm deficiência de GH a utilização de Somatropina 0,025–0,035mg/kg/dia administrados via subcutânea à noite 6–7 vezes/semana. As apresentações comerciais disponíveis no Programa de Medicamentos Excepcionais são de 4 e 12UI por frasco ampola. A fórmula de conversão é 3UI equivalem a 1mg. Existem apresentações comerciais com volumes de diluente diferentes para a mesma dose de hormônio, o que deverá ser observado quando da prescrição e orientação ao paciente (1).
</p>

<p>
	<span style="font-size:16px;"><strong>Riscos do uso indiscriminado do GH</strong></span>
</p>

<p>
	A terapia com GH em doses elevadas pode acarretar, de forma dose-dependente, resistência à insulina e pode desencadear também diabetes mellitus tipo 2 em pacientes predispostos, além de Acromegalia e aparecimento de traços acromegalóides (5). Acromegalia pode ser definida como um crescimento desproporcional em diversas vísceras, tecidos moles, órgãos internos e alguns ossos membranosos como os das mãos, pés, nariz e mandíbula.
</p>

<p>
	Além disso, em alguns indivíduos o GH diminui os níveis do hormônio T3 (ativo) enquanto aumenta a Tireóide inativa T4. Quando os valores de T3 são baixos o ritmo da síntese protéica pode diminuir, o que conseqüentemente pode diminuir também o anabolismo muscular. Nesse sentido, é importante manter alto a atividade da glândula tireóide. Para evitar este efeito indesejável do GH alguns atletas usam também o CYTOMEL (triyodotironina de sódio fabricado sinteticamente que se assemelhar ao tricodide-thyronine do hormônio tiróide natural (L-T3). E também administrado com esteróides anabólicos altamente androgênicos, como Hemogenin, Halotestin, Deposteron e outros.
</p>

<p>
	<span style="font-size:16px;"><strong>Aplicações práticas</strong></span>
</p>

<p>
	Em forma liofilizada, o GH deve ser mantido constantemente a uma temperatura entre 2 - 8 graus centígrados, e, a partir do momento em que for dissolvido, devem ser consumidos no máximo em 7 dias, sob o risco de perder o seu valor biológico.
</p>

<p>
	O GH é utilizado tanto para ganho de massa muscular tanto para queima de gordura, mesmo com certa “desconfiança” por parte do meio científico quanto a sua eficácia. Alguns atletas que praticam treinamentos intensos, com algum risco para suas articulações também utilizam esta droga, tendo em vista a fama que esta droga têm na sobre o tecido conjuntivo, tendões, etc.
</p>

<p>
	O efeito do GH sobre a diminuição da massa gorda corporal parece demorar em média 4 semanas, enquanto que os efeitos sobre o ganho de massa muscular parecem demorar mais ainda. É comum atletas utilizarem outras drogas associadas ao GH, para maximizar o ganho de massa muscular. Mais do que isso o GH parece fazer efeito no ganho de massa muscular apenas com a associação com outras drogas. Uma droga muito associada com o GH é a insulina, como exemplo temos a insulina Humulin- R (esta é uma insulina relativamente rápida, com meia-vida de 4-6 horas).
</p>

<p>
	Um aspecto que deve ser levada em consideração é o efeito que o GH exerce sobre a mobilização de gorduras, conhecida como lipólise. O GH aumenta a lipólise, então ao administrar o GH antes de uma atividade física intensa ou de longa duração o processo de lipólise estará mais acelerado ainda, tendo em vista que este processo já está acontecendo no organismo (6). Então não é recomendado que se utilize o GH antes de praticar uma atividade física exaustiva, pois aumentaria a acidose muscular diminuindo o rendimento além dos riscos a saúde. Cuidado quanto a isto!!!
</p>

<p>
	<span style="font-size:16px;"><strong>Ciclos utilizados</strong></span>
</p>

<p>
	A administração pode ser crescente de 5-8ui/dia durante 3 meses e meio.
</p>

<p>
	Ou 2UI de GH de manha e 2 UI a noite, depois de treinar. Muitos atletas utilizam estas dosagens por meses, chegando em alguns relatos a ciclos de 1 ano sem pausas!
</p>

<p>
	Já outros com doses menores, 2UI/dia mais também com longos prazos, entre 2 à 6 meses.
</p>

<p>
	Normalmente alguns atletas utilizam juntamente com as doses de GH, 6 UI de Humulin- R (esta é uma insulina relativamente rápida, com meia-vida de 4-6 horas) às seis da manha e 4 UI oito horas mais tarde ou depois do treinamento.
</p>

<p>
	Estes atletas se asseguram de ingerirem 60 g de carboidratos no café da manha e 40g com a segunda injeção de insulina. Eles alegam que isto parece resolver o problema de resistência a insulina e, portanto de permitir a iniciar o anabolismo. Prevendo qualquer problema a respeito da glicemia, estes atletas costumam carregar sempre algumas ampolas de glucagon (hormônio contrario a insulina) de modo que se verificam algum problema, possam manter a glicemia sobre controle antes de acontecer o pior.
</p>

<p>
	Estudos recentes indicam que 3,5% dos atletas americanos usaram hormônio de crescimento em doses elevadas de 3 a 8 mg diariamente por várias semanas, meses antes de eventos esportivos internacionais. Outras informações nos levam a acreditar que atletas que usaram substâncias anabólicas (geralmente hormônios tipo masculino ou androgênicos) também usaram, concomitantemente, 10 mg intramuscular de GH diariamente, o que é uma superdose de GH (7).
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;"><strong>Referências</strong></span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">1 – Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas deficiência de hormônio do crescimento – hipopituitarismo somatropina. Ministério da saúde secretaria de ciência, tecnologia e insumos estratégicos departamento de assistência farmacêutica. Portaria SCTIE nº 67 de 06 de novembro de 2006.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">2 - Gomes, J.R.; Caetano, F. H.; Hermini, H. A.; Rogatto, G. P.; Luciano, E. Efeitos do treinamento físico sobre o hormônio do crescimento (GH) e fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-1) em ratos diabéticos. R. bras. Ci. e Mov. 11(3): 57-62, 2003.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">3 - Halpern, Alfredo ; Mancini, Marcio Corrêa ; Cercato, Cíntia ; Villares, Sandra Mara F. ; Costa, Ana Paula A.C. . Efeito do hormônio de crescimento sobre parâmetros antropométricos e metabólicos na obesidade andróide. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia &amp; Metabologia, v. 50, p. 68-73, 2006</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">4 - Marchisotti, F. G. ; Carvalho, L. R. S. ; Berger, K. ; Arnhold, I. J. P. ; Mendonça, B. B. . Tratamento da deficiência do hormônio de crescimento (GH) em crianças: Comparação entre o uso de canetas versus frascos/seringas. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia &amp; Metabologia, v. 51, p. 1093-1096, 2007.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">5 - Cutfield WS, Wilton P, Bennmarker H, Albertsson-Wikland K, Chatelain P, Ranke MB, et al. Incidence of diabetes mellitus and impaired glucose tolerance in children and adolescents receiving growth-hormone treatment. Lancet; 355:610-3, 2000.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">6 - Peres, RAN. ; Guimarães Neto, WM. Guerra metabólica manual de sobrevivência. 2° edição. Midiograf. Londrina, 2005.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">7 - Phillips WN. Anabolic reference guide, 10° Ed, 2005.</span>
</p>

<p>
	<em><span style="font-size:12px;">Matéria de Gustavo Barquilha Joel e Luis Gustavo da Silva Rodrigues.</span></em>
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">21</guid><pubDate>Sat, 15 Aug 2009 12:02:00 +0000</pubDate></item><item><title>Ester&#xF3;ides e a Lei</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/esteroides/ester%C3%B3ides-e-a-lei-r15/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_08/55dd2a0d78a98_monthly_2015_0855dd1e57079aa_monthly_2015_08d5ee1adad70947efb52b8a06a0423fb3.jpg.3b98fcabc1385da7fa9c23f7eec81481.jpg.cddb5d4caa0beb68ae2356ec12b553cf.jpg.9cf9c63549a8eeba6ead6db2d8c56ae6.jpg" /></p>
<p>
	O advogado Marcelo Cintra publicou artigo no site do escritório Bueno &amp; Constanze Advogados onde conclui que a venda ilegal de anabolizantes não configura crime de tráfico de drogas.
</p>

<p>
	Somente no caso de substâncias proibidas de entrar no Brasil é que poderia se configurar o crime de contrabando.
</p>

<p>
	Leia o artigo do jurista:
</p>

<p>
	<em>"Prática muito corriqueira em academias e por esportistas de alto desempenho, e a utilização de substâncias químicas (esteróides), para aumentar seus rendimentos físicos.</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Esteróides são lipídeos (gorduras) que são encontrados em plantas e animais. São incluídos neste grupo de substâncias o colesterol, numerosos hormônios, precursores de vitaminas, ácidos biliares, alcoóis (esteróis) e venenos. Neste contexto esportivo, esteróides são sinônimos de esteróides anabolizantes ou simplesmente anabolizantes, que são substâncias dopantes utilizadas por atletas para melhorar seu desempenho físico.</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Os esteróides anabolizantes são hormônios naturais ou sintéticos que tem como função, promover o crescimento e a divisão celular, gerando um grande aumento da massa muscular. A testosterona é o esteróide anabolizante natural mais conhecido e utilizado por atletas.</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Apesar desta substância promover o crescimento físico rapidamente, o abuso de esteróides anabolizantes causa inúmeras reações adversas, tais como: elevação dos níveis pressóricos e do colesterol sangüíneo, irritabilidade e agressividade, depressão, acne intensa, calvície precoce, impotência sexual e atrofia testicular. Em homens, pode ocorrer ginecomastia. Em mulheres, masculinização.</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Tais risco foram inclusive reconhecidos internacionalmente e pela legislação brasileira, que definiu as substâncias que necessitam controle especial e os procedimentos para sua prescrição e dispensação.</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Apesar de nossa legislação definir expressamente as substâncias que podem circular, e a forma de sua circulação, não e difícil encontrarmos tais substâncias circulando livremente em academias, podendo ser adquiridas sem qualquer prescrição médica ou qualquer controle.</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Ai se pergunta, quais as penalidades para quem comercializa tais substancias sem as devidas receitas médicas ou ainda clandestinamente?</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Do ponto de vista técnico, os anabolizantes não se enquadram no conceito de substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica, como descrito no parágrafo único do artigo 1º, da Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006, in verbis, tão pouco se encontra relacionada em listas atualizadas periódicamente pelo Poder Executivo da União como substância que cause dependência física.</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Art. 1°. Esta Lei institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas - Sisnad; prescreve medidas para prevenção do uso indevido, atenção e reinserção social de usuários e dependentes de drogas; estabelece normas para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas e define crimes.</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Parágrafo único. Para fins desta Lei, consideram-se como drogas as substâncias ou os produtos capazes de causar dependência, assim especificados em lei ou relacionados em listas atualizadas periódicamente pelo Poder Executivo da União.</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Assim, o comércio ilegal de substâncias anabolizantes não poderia ser reprimido pela citada lei, tampouco pelo artigo 243, in verbis, da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), por força do princípio da legalidade penal.</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Art. 243. Vender, fornecer ainda que gratuitamente, ministrar ou entregar, de qualquer forma, a criança ou adolescente, sem justa causa, produtos cujos componentes possam causar dependência física ou psíquica, ainda que por utilização indevida:</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Pena - detenção de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa, se o fato não constitui crime mais grave. (Redação dada pela Lei n° 10.764, de 12.11.2003).</em>
</p>

<p>
	<em>Poderíamos também discutir o enquadramento da venda irregular de anabolizantes à luz do artigo 278 do Código Penal, uma vez que a expressão substância nociva à saúde, contida em seu verbo, tem gerado divergências entre a jurisprudência e/ou a doutrina.</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Outras substâncias nocivas à saúde pública</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Art. 278 - Fabricar, vender, expor à venda, ter em depósito para vender ou, de qualquer forma, entregar a consumo coisa ou substância nociva à saúde, ainda que não destinada à alimentação ou a fim medicinal:</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Contudo, devemos nos atentar principalmente em até que ponto um medicamento pode ser considerado uma substância nociva à saúde? É possível para o farmacêutico controlar a destinação final do produto? O que podemos te certeza, é que a venda de medicamento em desconformidade com a receita médica é punida nos termos do artigo 280 do Código Penal:</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Medicamento em desacordo com receita médica</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Art. 280. Fornecer substância medicinal em desacordo com receita médica:</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Pena - detenção, de um a três anos, ou multa.</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Modalidade culposa</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Parágrafo único. Se o crime é culposo:</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Pena - detenção, de dois meses a um ano.</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Contudo, a venda de um medicamento sem a devida receita médica não constituiria crime, uma vez que o tipo penal acima transcrito e taxativo, falando apenas em fornecer substância medicinal em desacordo com a receita médica.</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<a class="ipsAttachLink ipsAttachLink_image" href="//cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_06_2013/ccs-69938-0-30452500-1370362717.jpg" rel="" data-fileid="2848" data-fileext="jpg"><img alt="ccs-69938-0-30452500-1370362717.jpg" data-fileid="2848" style="height: auto;" width="300" src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_06_2013/ccs-69938-0-30452500-1370362717.jpg" loading="lazy" height="276"></a>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>É necessário destacar, ainda, que muitos anabolizantes não têm o seu devido registro na Agencia Nacional de Saúde, entrando no mercado brasileiro ilegalmente, por meio do contrabando. Assim, o acesso aos anabolizantes por parte de atletas, especialmente nas academias de ginástica, indica, antes, problemas com a comercialização ilegal do produto, além do mais, pode-se verificar, que as vendas irregulares dessas substâncias ocorrem ainda, em casas agropecuárias e pela internet.</em>
</p>

<p>
	 
</p>

<p>
	<em>Enxergando referido problema, foi proposto perante o senado projeto de Lei, PLS nº 124, de 2005, que pretende a criminalização específica da venda irregular de esteróides ou peptídeos anabolizantes, o que certamente contribuirá para o combate a essa prática."</em>
</p>

<p>
	Dados do Artigo
</p>

<p>
	Autor: Bueno e Costanze Advogados
</p>

<p>
	Contato: franmarta@terra.com.br
</p>

<p>
	Informações Bibliográficas:
</p>

<p>
	Conforme a NBR 6023:2002 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), este texto científico publicado em periódico eletrônico deve ser citado da seguinte forma:
</p>

<p>
	Costanze, Bueno Advogados. (ESTERÓIDES E A LEI). Bueno e Costanze Advogados, Guarulhos, 12.02.2009. Disponível em:
</p>

<p>
	<strong>FONTE:</strong> Escritório Bueno &amp; Constanze Advogados - <a href="http://buenoecostanze.adv.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=4506&amp;Itemid=81" rel="external nofollow">http://buenoecostanze.adv.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=4506&amp;Itemid=81</a>
</p>

<p>
	<strong>Atenção:</strong> Apesar de a venda ilegal de anabolizantes não configurar tráfico de drogas, não deixa de ser uma atividade ilícita. No Brasil, esteróides anabolizantes somente podem ser vendidos em farmácia e com a apresentação de prescrição médica.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">15</guid><pubDate>Wed, 15 Jul 2009 11:25:00 +0000</pubDate></item><item><title>Bigger Stronger Faster - Cr&#xED;tica aos Her&#xF3;is Norte-Americanos e Preconceito no uso de Esteroides Anabolizantes</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/esteroides/bigger-stronger-faster-cr%C3%ADtica-aos-her%C3%B3is-norte-americanos-e-preconceito-no-uso-de-esteroides-anabolizantes-r13/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_11/bigger-stronger-faster.jpg.e789267e9806783b5cc75f8cecbf4116.jpg" /></p>
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	O documentário <em><strong>Bigger Stronger Faster - Is it still cheating if everyone's doing it?</strong></em> (em tradução livre: <strong>Maior Mais Forte Mais Rápido - deixa de ser trapaça quando todo mundo trapaceia?</strong>) é uma crítica acirrada à cultura norte-americana, onde a população se apresenta contrária ao uso de anabolizantes esteróides nos esportes e para fins estéticos, mas ao mesmo tempo venera atletas que fazem uso de substâncias ilegais.
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	Dentre os famosos que são venerados pelos norte-americanos, e que fazem ou que fizeram uso de anabolizantes esteróides, o filme apresenta Hulk Hogan, Sylvester Stallone, e Arnold Schwarzenegger.
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	Segundo o documentário essas personalidades influenciam crianças, jovens e adultos apresentando físicos extremamente musculosos, mas escondem a verdade por trás das montanhas de músculos: anabolizantes esteróides.
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	O filme apresenta uma realidade obscura dos esportes de elite, que não incomoda apenas o fisiculturismo de alto rendimento, mas praticamente todas as modalidades esportivas que dependem de músculos fortes e rápidos: o doping.
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	Para o documentário, o atleta de elite é compelido a usar anabolizantes para atingir o topo nos esportes, sem os quais nunca seria um campeão, certo que todos os competidores fazem uso de alguma substância proibida.
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	São apresentados no vídeo os casos dos velocistas Ben Johnson e Carl Lewis, do ciclita Floyd Landis e dos jogedores de baseball José Canseco, Barry Bonds e Mark McGwire.
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	No filme são entrevistados médicos, advogados, parlmentares, atletas profissionais e ratos de academia.
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	O autor do documentário critica o pânico que a mídia levanta em torno dos anabolizantes, sem base científica ou prática para tratá-los como drogas homicidas.
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	Apresenta 450.000 como o número de mortes causadas por cigarro a cada ano; 75.000 por álcool; e apenas 3 por anabolizantes esteróides.
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	Nos números de emergência de hospital, o documentário apresenta como primeiro colocado no lista o álcool, como segundo colocado a cocaína, terceiro a maconha, e somente na centésima quadragésima segunda posição os anabolizantes esteróides.
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	Há no documentário depoimento do médico Norm Fost, segundo o qual não haveria dúvida de que os esteróides anabolizantes esteróides causam sérios efeitos colaterais, mas que eles não teriam sido devidamente demonstrados ainda.
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	Também há depoimento do médico Gary Wadler, que é contra os anabolizantes e representa a entidade Antidoping, e que diz que os efeitos colaterais dos esteróides não podem ser demonstrados porque seria antiético.
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	No filme são apresentados os efeitos colaterais da Vitamina C, pelo médico Carlon Colker, e que são muito semelhantes àqueles imputados aos anabolizantes esteróides. Segundo o médico, até amendoim é perigoso, pessoas alérgicas podem morrer por causa dele. Mas não é por isso que o amendoim é proibido para consumo.
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	Um dos irmãos do produtor do documentário, que é usuário de esteróides, diz que sentiu como efeitos colaterais: acne e crescimento de pelos no peito e nas costas. O outro irmão, que também é usuário da droga, afirma que ao usar esteróides tem reduzidas as "bolas do saco".
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	<img alt="bigger_stronger_faster_02-213x300.jpg" data-loading="true" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/bigger_stronger_faster_02-213x300.jpg" loading="lazy">
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	Uma atleta profissional diz que o efeito colateral é o som grosso da voz e o crescimento de pelos.
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	De acordo com o documentário, não haveria alteração de personalidade pelo uso de esteróides, ou ataques de raiva, como é divulgado na mídia.
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	Segundo o documentário, os esteróides anabolizantes têm sim efeitos colaterais, como qualquer outro medicamento, mas eles seriam reversíveis com o fim do uso da droga. São mencionados os seguintes efeitos colaterais: acne, crescimento de pelos, aumento do colesterol, diminuição dos testículos e diminuição dos espermas (até mesmo esterilidade). Todos esses efeitos seriam reversíveis.
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	Para o produtor do documentário, os esteróides não causam calvície (mas podem adiantá-la se for um traço genético).
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	Os esteróides também causam ginecomastia nos homens, e nas mulheres, além de acne e crescimento de pelos, causam engrossamento da voz, problemas menstruais e podem aumentar o clitóris. Alguns desses efeitos não seriam reversíveis.
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	Nas crianças, os esteróides poderiam prejudicar o crescimento dos ossos, mas isso não foi provado.
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	Também não foi provado que os esteróides causam câncer ou problema nos rins. Problemas no fígado seriam causados apenas por esteróides de administração oral.
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	Quanto aos problemas de coração, diz o documentário que não há prova que os esteróides os causem, mas afirma que baixa testosterona também traz problemas de coração.
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	No que toca à agressividade, o documentário afirma que apenas 5% da população apresenta esse efeito colateral.
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	Sobre efeitos colaterais a longo prazo, não se pode dizer nada, porque não há nenhum estudo.
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	Em entrevista, o advogado Rick Collins afirma que a sociedade norte-americana aceita que as pessoas se exponham a inúmeros riscos desnecessários, tais como cirurgias plásticas, lipoaspirações, bungee jump, saltos de pára-quedas, esquiar na neve e assim por diante. Os riscos dessas atividades são tremendos, sem qualquer necessidade. Se todos esses riscos são permitidos, por que não permitir o uso de anabolizantes esteróides para fins estéticos?
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	De acordo com o advogado, os usuários de esteróides são em sua grande maioria (85%) ratos de academia, e não atletas, o que não justificaria a proibição dos esteróides por razões de trapaça nos esportes.
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	No vídeo é apresentada uma entrevista com o médico Wade Exum, diretor do comitê olímpico norte-americano de controle de doping, o qual revelou que mais de 2.000 atletas falharam no antidoping, mas que os resultados foram escondidos.
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	O documentário ainda aborda o caso nebuloso de um adolescente que se suicidou e cujos pais e a mídia culparam os esteróides, o que deu origem a uma lei dura contra os anabolizantes no Congresso norte-americano. No entanto, o adolescente tinha outros problemas completamente alheios aos anabolizantes.
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	Por fim, o filme critica a indústria de suplementos alimentares, a falta de controle sobre os produtos e as propagandas enganosas em torno dela.
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	Em resumo, o documentário é uma forte crítica a alguns valores sociais. Permite-se que o cidadão assuma inúmeros riscos sem necessidade, para fins estéticos ou de prazer, mas não se permite que use esteróides.
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	Cigarro e álcool são drogas que matam milhares de vezes mais do que esteróides, mas são permitidos. Não há demonstração científica de que os esteróides causem mortes, mas eles são os primeiros a serem apontados como causa de morte quando algum de seus usuários falece.
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	E os grandes heróis norte-americanos, produtos de filmes como Rocky, Rambo, Exterminador do Futuro e outros, foram estrelados por pessoas que usam ou usavam esteróides, mas são veneradas pelos mesmos que condenam o uso das drogas.
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	<strong>Assista ao filme no YouTube:</strong>
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	<div>
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	</div>
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	Obs.: <strong>Atenção:</strong> Apesar de o documentário criticar a proibição do uso de anabolizantes para fins estéticos, cumpre lembrar que no Brasil a sua venda também é proibida para esse fim. Somente podem ser adquiridos por razões de saúde e com prescrição médica. Não se esqueça que todos os medicamentos têm efeitos colaterais, e o mau uso de anabolizantes pode causar severos efeitos colaterais.
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	Você acha que os anabolizantes esteróides deveriam ser permitidos para fins estéticos?
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	Ninguém duvida que os esteróides anabolizantes proporcinam impressionantes ganhos de força e massa muscular, mas o seu usuário se sujeita a riscos por conta de efeitos colaterais já comprovados, bem como por outros ainda não demonstrados.
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	Se a sociedade aceita o consumo de drogas como o álcool e o cigarro (que comprovadamente causam severos danos à saúde), e de intervenções cirúrgicas de risco para fins estéticos (desnecessárias), deveria também aceitar o uso de anabolizantes por adultos para melhora da massa muscular e aparência geral do corpo?
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	A proibição ou a liberação do uso depende de lei, e a lei, em teoria, decorre da vontade do povo.
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	Criamos em nosso fórum um tópico para que os usuários discutam sobre o uso de anabolizantes esteróides para fins estéticos. Se você é contrário ou a favor, não deixe de expressar a sua opinião.
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<p>
	<strong>Para participar da discussão, clique no link abaixo:</strong>
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