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    • Por fisiculturismo
      Existem muitos estudos sobre a ingestão de Whey Protein no pós-treino que indicam que quantidades superiores e 20 gramas não trariam qualquer benefício em termos de síntese protéica.
      No entanto, existem poucos estudos nos mesmos moldes envolvendo a ingestão de carne vermelha. Um estudo envolvendo 35 homens de meia idade foi realizado para analisar a ingestão de 0g, 57g (12g de proteína), 113g (24g de proteína) ou 170g (36g de proteína) de carne vermelha (com 15% de gordura).
      Quando houve a ingestão de 170g de carne a síntese protéica foi mais elevada, resultando em maior anabolismo. Ao contrário dos estudos envolvendo a Whey Protein, onde se encontrou um limite de 20g para efeitos anabólicos, no caso da carne, quanto maior o consumo, maior o efeito anabólico (respeitado o limite do estudo de 36g).
      Acredita-se que a menor quantidade de leucina na carne (1.7g), em comparação com a whey (8g), seja o motivo dos efeitos positivos de doses maiores.
      Fonte:
      Beef Up!. FLEX, pp. 114, maio de 2013.
    • Por fisiculturismo
      Os suplementos alimentares de protéina são os mais vendidos no mercado, e isso não ocorre por acaso: eles funcionam! A dose normalmente recomendada de ingestão de proteínas (para aumento de massa muscular) de 1,2g de proteínas por dia por quilo corporal pode não ser suficiente segundo novos estudos (aproximadamente 96g por dia num indivíduo de 80kg).
      Alguns fisiculturistas acreditam que conseguem suprir toda sua necessidade de proteínas pela dieta, porém, um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition relata que a dieta por si só pode não ser suficiente, havendo necessidade de suplementação.
      Os pesquisadores descobriram que suplementos de proteína podem trazer ganhos superiores de massa muscular de até 38% e ganhos superiores de força de até 33%, em comparação com dietas sem o uso de suplementos de proteína.
      Foram examinados diferentes tipos de suplementos de proteína (whey, caseína, albumina, etc) e eles foram consumidos antes e depois do treino de musculação. Foram fornecidos aproximadamente 50g a mais de proteínas em dias de treinamento, tanto para indivíduos que consumiam suplementos, quantos para aqueles que não os consumiam.
      Os indivíduos que consumiram suplementos de proteína tiveram maior ganho de massa muscular.
      Os pesquisadores concluíram que o consumo de 50g de proteínas provenientes de qualquer tipo de suplemento alimentar do gênero (além das proteína normais da dieta hiperprotéica) parece ser uma medida eficiente para o aumento de massa muscular.
      Fonte:
      Protein Power! FLEX, pp. 128, maio 2013.
    • Por Fábio Moura Veras
      A boa notícia foi veiculada no Nutrition Journal para quem toma suplementos de proteína e tem intolerância a lactose. É sabido que o preço de proteínas de soro de leite tem aumentado nos últimos anos e a tendência é de encarecimento contínuo.
      Felizmente, existem também as proteínas de origem vegetal, tais como a proteína de arroz.
      Neste momento, a proteína do arroz é mais cara do que o soro de leite, mas dentro de cinco anos, será mais barata.
      E se você usar a proteína de arroz da maneira certa, você pode obter os mesmos resultados que você teria com a proteína de soro de leite, como revelaram pesquisadores da University of Tampa numa recente publicação no Nutrition Journal (The effects of 8 weeks of whey or rice protein supplementation on body composition and exercise performance).
      The effects of 8 weeks of whey or rice protein supplementation on body composition and exercise perf.pdf
    • Por Vinicius Idelfonso Tonioli
      Se você se encaixa em um dos 20 itens abaixo, está mais do que na hora de mudar seus conceitos e atitudes dentro e fora da academia e parar de ser um FRANGO para começar a virar um MAROMBA!!
      Diz que está indo MALHAR; Não faz agachamento livre porque acha exercício de bicha; Não faz levantamento terra; Coloca 200 kg no supino e seu parceiro de treino faz mais força que você; Vai pra academia perfumado; Vai pra academia de Polo; Faz 4 ou mais exercícios para o bíceps; Treina peito e bíceps mais de 2 vezes na semana; Vai pra academia no verão e perto do carnaval; Tem tanquinho e menos de 40 de braço; Não treina pernas; Ao avistar um cara grande diz que ele é assim por causa dos esteroides; Faz regime e não DIETA; Passa altas horas na balada e perde uma noite de descanso; Treina sexta-feira com intuito de ir inchado pra baladinha; Toma albumina com sabor; Faz 1000 abdominais por dia com intuito de definir o abdômen; Não quer ficar “muito grande”; Vai pra academia e passa mais tempo conversando e atrapalhando do que treinando; Não acessa o FISIculturismo.com.br diariamente.
    • Por Leena Fabrini
      Num estudo de 2007, verificou-se que o leite hidrata melhor do que água ou do que bebidas esportivas. O leite é rico em nutrientes e funciona melhor como pós-treino (ou como base para um shake protéico) do que a água.
      Colocando-se 2 copos de leite num shake de whey, teremos 24 g de carboidratos e 16 g extras de proteína, dos quais 80% é caseína (cerca de 13 g).
      A pesquisa mostra que, após os treinos, quando se ingere caseína com whey, melhora-se o crescimento muscular, e que se bebendo leite aumenta-se a síntese de proteínas, que é justamente o que faz os músculos crescerem.
      Além disso, o leite aumenta os níveis de insulina no pós-treino, que é exatamente um dos seus objetivos, não é?!
      Então, beba leite após treinar!
      Fonte: BROWN, Jordana. Water Vs. Milk, Revista Flex, março de 2010, pp. 116.
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