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Jack3d foi proibido pela FDA (ANVISA dos EUA)

Um dos suplementos de maior sucesso da indústria da suplementação foi proibido por conter DMAA

fisiculturismo
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No dia 18/5/2012 percebemos que o suplemento alimentar mais controverso de todos os tempos não estava mais à venda numa das maiores lojas do mundo de suplementos alimentares, a famosa Bodybuilding.com. Se você não sabe por que o Jack3d é tão controverso, leia esta matéria: Jack3d é Acusado de Causar Dependência.

Assim que verificamos a situação entramos em contato com o site Bodybuilding. Até o momento não obtivemos resposta. No site da USP labs, fabricante do Jack3d, não encontramos nada a respeito.

Resolvemos aprofundar nossas pesquisas e achamos a resposta: A FDA - U.S. Food and Drug Administration (agência reguladora norte-americana semelhante à nossa ANVISA), encaminhou a todas as fabricantes de produtos com 1,3-dimethylamylamine (ou methylhexanamine ou geranium extract ou DMAA) uma carta de alerta por falta de evidências em torno da segurança da substância estimulante.

A princípio, as cartas de alerta enviadas pela FDA não proibem as vendas dos suplementos alimentares atingidos pelo alerta, mas o contéudo das cartas é rígido. Nelas a FDA avisa que antes de vender produtos ao consumidor, o fabricante tem o dever de apresentar estudos que demostrem a segurança das substâncias, e nenhuma evidência nesse sentido teria sido apresentada pelas marcas de suplementos notificadas. Isso quer dizer, em outras palavras, que a venda não seria permitida.

Segundo a FDA, a substância DMAA estreita as veias e artérias do organismo, provocando aumento da pressão arterial e colocando em risco o sistema cardiovascular, aumentando as chances de falta de ar, angina e ataque cardíaco.

Ademais, a FDA alertou os fabricantes que a DMAA sintética não pode ser enquadrada como "dietary ingredient" (ingredientes de suplementos alimentares devem ser: vitaminas, minerais, aminoácidos, ervas ou outras plantas, substâncias para complementar uma dieta alimentar humana, ou uma variação dessas substâncias alimentares).

A agência de vigilância sanitária norte-americana deu 15 dias para que as fabricantes de suplementos alimentares se manifestem sobre os alertas.

É bom anotar que no mês passado nós publicamos uma matéria (Jack3d é Seguro!) que tratava de um estudo patrocinado pela USP labs a fim de desmentir os boatos de que o Jack3d causava mal à saúde.

Agora resta saber se a FDA vai achar que os estudos contratados pela USP labs são suficientes para demonstrar que o uso do estimulante DMAA não oferece riscos à saúde. Além disso, não poderão ser incluídas nos suplementos substâncias sintéticas, a DMAA terá que ser obtida da planta flor-de-gerânio.

Será que os suplementos alimentares com DMAA vão vingar? Será que a substância estimulante DMAA é realmente segura como capitaneou a USP labs? Enquanto não temos resposta, permanece proibida nos EUA a venda dos suplementos alimentares com DMAA, por serem considerados impróprios para consumo, em razão da falta de evidências de segurança.

Nos próximos meses saberemos se a novela do Jack3d chegará ao fim ou se trará alguma reviravolta surpreendente. Por ora, bye bye Jack3d!

ATUALIZAÇÃO: Sem Jack3d, e agora? Assault é o pré-treino sem doping!

ATUALIZAÇÃO: Jack3d Voltou!

Edited by fisiculturismo

Álbum de Imagens (1)

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Para quem é marombeiro das antigas e usou o Jack3d, cuidado com as novas versões que usam o nome do suplemento que ficou famoso por volta do ano de 2010 e que foi proibido em 2012. A nova versão não guarda qualquer semelhança com a fórmula antiga. Não deixe o nome idêntico enganar...

jack3d-cha.jpg

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5 minutos atrás, fisiculturismo disse:

Para quem é marombeiro das antigas e usou o Jack3d, cuidado com as novas versões que usam o nome do suplemento que ficou famoso por volta do ano de 2010 e que foi proibido em 2012. A nova versão não guarda qualquer semelhança com a fórmula antiga. Não deixe o nome idêntico enganar...

jack3d-cha.jpg

Usei muito do original, garanto que nunca vi mais forte, porém, tinha seus colaterais, acredito que tivesse algumas anfetaminas escondidas por trás dos nomes estranhos.

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na minha academia ainda vende Jack3D ...mas o cara(vendedor) cisma em dizer pra mim que é da fórmula antiga. kkkkkkkkkkkkkkk

esse aí era O pré treino...depois que a FDA capou ele infelizmente já era...uma pena

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2 horas atrás, Micael Silva disse:

Usei muito do original, garanto que nunca vi mais forte, porém, tinha seus colaterais, acredito que tivesse algumas anfetaminas escondidas por trás dos nomes estranhos.

Era de se desconfiar mesmo.... a princípio acreditava-se que era apenas a DMAA...

1 hora atrás, Heraldo Costa disse:

na minha academia ainda vende Jack3D ...mas o cara(vendedor) cisma em dizer pra mim que é da fórmula antiga. kkkkkkkkkkkkkkk

esse aí era O pré treino...depois que a FDA capou ele infelizmente já era...uma pena

Tira uma foto desse Jack3d com a fórmula original e posta aqui... ?

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5 horas atrás, fisiculturismo disse:

Era de se desconfiar mesmo.... a princípio acreditava-se que era apenas a DMAA...

Tira uma foto desse Jack3d com a fórmula original e posta aqui... ?

"Formula original", cafeína, arginina, creatina, zinco, magnésio, clight de morango...

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    • By Bruna Bosco
      O que são alimentos termogênicos?
      Os alimentos termogênicos são aqueles que potencializam a termogênese processo que é regulado pelo sistema nervoso que leva à transformação da glicose e da gordura em energia.
      Simplificando, são alimentos que apresentam um maior nível de dificuldade em serem digeridos pelo organismo, acelerando o metabolismo e aumentando o gasto calórico em processos que, naturalmente, já realizam essa queima.
      Existem dois tipos de termogênicos: os naturais e os industrializados.
      Naturais: São aqueles que se apresentam da mesma forma como são encontrados na natureza, como é o caso do efeito termogênico que obtemos comendo pimenta vermelha. Industrializados: São cápsulas, conhecidas como suplementos, que contém em sua fórmula o princípio ativo do alimento termogênico. Alimentos termogênicos naturais
      Seguem os alimentos termogênicos de maior relevância. Estudos indicam que a quantidade de cada alimento é individual e deve ser feita sob orientação de um profissional.
      O exagero no consumo desses alimentos pode levar ao surgimento de sintomas como dor de cabeça, tontura, insônia e problemas gastrointestinais. Hipertensos e indivíduos com problemas cardíacos devem ter uma atenção maior, pois esses alimentos podem aumentar o bati alimentos fazem os batimentos cardíacos aumentarem.
      Gestantes e crianças também devem limitar o consumo de alimentos termogênicos.
      Pimenta vermelha: As pimentas são estimulantes do apetite e auxiliares da digestão. O seu componente ativo é a capsaicina. O consumo desse aditivo aumenta a salivação, estimula a secreção gástrica e a motilidade gastrointestinal, proporcionando uma sensação de bem-estar. Chá verde: É proveniente Camellia sinensis e não sofre fermentação. O chá verde é rico em polifenóis, sendo a maioria deles os flavanóis, e dentre estes ainda, predominam as catequinas. Gengibre: evita a flatulência e favorece a digestão. Suas propriedades estão mais ativas na raiz fresca e não em formas de balas. Mostarda: previne a formação de radicais livres no nosso organismo (antioxidante) além da sua ação termogênica. Café/guaraná/chocolate amargo: O componente ativo desses dois alimentos é a cafeína. Possui ação digestiva e diurética, combate a formação de gases e estimula o sistema nervoso central. A cafeína atinge níveis máximos de 15 a 45 minutos após a ingestão e permanece ativa no organismo de três a sete horas. Linhaça: é rica em fibras insolúveis, promove a saciedade, acelera a queima calórica, regulariza o intestino e combate o envelhecimento precoce. Canela: Sua ação termogênica garante a contribuição para o emagrecimento. Atua com efeito antioxidante e anti-inflamatório. Suplementos termogênicos industrializados
      Os componentes principais dos alimentos termogênicos naturais são isolados e suplementos são criados a partir destes produtos. A composição desses suplementos termogênicos se alterou ao longo dos anos por conta da frequente atualização da lista de substâncias proibidas pela ANVISA. Substâncias que possuem grande atividade estimuladora do metabolismo, como a efedrina e a dimethylamylamine (DMAA), presentes em algumas marcas de termogênicos, foram proibidas no Brasil, devido ao seu elevado risco de complicações cardiovasculares.
      Atualmente, os termogênicos mais utilizados são a cafeína e a sinefrina (Citrus auranthium) como substâncias termogênicas principais.
      Cafeína – A cafeína é uma substância muito utilizada como recurso ergogênico na prática esportiva com o objetivo de retardar a fadiga, ter efeito estimulante, aumento da performance em exercício de força e aeóbicos, além de aumentar a oxidação de gorduras. Estudos mostram eficácia na utilização de 3 a 6 mg de cafeína\kg de peso corporal. O pico de ação da cafeína ocorre 20 minutos após a sua ingestão.
      Alguns produtos termogênicos chegam a fornecer mais de 800 mg de cafeína por dia, o que é mais do que o dobro da dose considerada segura. Doses muito elevadas aumentam o risco de arritmias e isquemia cardíaca.
      A cafeína nos termogênicos é geralmente obtida através de pó de café, guaraná ou chá verde.
      Efeitos adversos: tremor, insônia, nervosismo, ansiedade, irritabilidade, elevação da pressão, náuseas, desconforto gastrointestinal e problemas estomacais.
      Sinefrina – A sinefrina é obtida através da Citrus auranthium, também conhecida como laranja-azeda ou laranja-amarga. A sinefrina tem sido frequentemente utilizada por pessoas que não querem fazer o uso da cafeína. Essa substancia além do efeito termogênico, também controla o apetite. A Anvisa recomenda dose máxima de 30mg por dia, mas vários suplementos comercializados apresentam uma concentração maior na composição.
      Efeitos adversos: aumento da pressão arterial, taquicardia e danos ao fígado.
      Outras substâncias: chitosan, cromo, ginseng, glucomanano (Amorphophallus Konjac), L-carnitina, psyllium, erva de São João, taurina e ácido linoleico são substâncias que também são usadas na composição de alguns termogênicos, muitas vezes associadas com cafeína e/ou sinefrina. Porém estas substâncias não apresentam evidências concretas de que sejam efetivas para perda de peso ou aumento da performance atlética, e ainda podem causar efeitos colaterais, por isso é sempre importante estar atento ao rótulo.
      Cuidado com o consumo de termogênicos!
      Nenhum suplemento termogênico deve ser consumido sem apoio de um profissional nutricionista.  Até mesmo os produtos autorizados pela ANVISA podem causar efeitos colaterais graves se forem utilizados por indivíduos com fatores de risco para doenças cardiovasculares ou se as substâncias estimulantes estiverem em concentrações muito elevadas.
    • By fisiculturismo
      Já havíamos publicado uma matéria informando que o Assault da MusclePharm havia superado o Jack3d da USP labs em vendas no site Bodybuilding.com (Assault da MusclePharm supera o Jack3d da USPlabs em Vendas). Com a derrocada do Jack3d por ação da FDA (Jack3d Foi Proibido pela FDA - ANVISA dos EUA), o Assault ficou com o caminho livre para conquistar definitivamente a liderança na suplementação alimentar pré-treino.
      Este suplemento não contém a substância 1,3-dimethylamylamine (ou methylhexanamine ou geranium extract ou DMAA), que é objeto de controvérsia por não existir, segundo a FDA, estudos que evidenciem que o consumo da substância seja seguro. Muito pelo contrário, a agência de vigilância norte-americana alega que a DMAA provoca riscos de ataque cardíaco, em função de suas propriedades vaso-constritoras.
      Cumpre lembrar que a DMAA é uma substância proibida pela Agência Mundial Antidoping (WADA), e os atletas que faziam uso de suplementos alimentares com DMAA (tais como o Jack3d) eram reprovados por doping.
      Antes mesmo da polêmica envolvendo produtos com DMAA, a MusclePharm já ressaltava no rótulo do Assault que o produto estava livre da substância estimulante proibida aos atletas e cuja segurança passou a ser questionada pela FDA.
      No 1,3-dimethylamine: segundo a MusclePharm a DMAA daria um pico estimulante para, em seguida, levar à depressão. O que importaria seriam nutrientes, e não estimulantes do sistema nervoso central. A opção da MusclePharm pela elaboração de um produto sem DMAA talvez seja justificada pelo patrocínio dado ao UFC e às exigências de conformidade com as regras da WADA, a fim de evitar constatação de doping nos atletas.
      Aliás, acreditamos que foi o patrocínio ao UFC que levou a MusclePharm a emplacar o Assault na primeira posição em vendas na categoria pré-treino, seguindo o rastro de sucesso do MMA no mundo inteiro.
      Um suplemento alimentar de sucesso não vive só de propaganda. E o Assault apresenta em sua formulação as substâncias mais modernas da atualialidade à disposição da indústria de suplementação alimentar: Beta-Alanine, Citrulline Malate, Creatina Con-Cret, três tipos de L-Arginina, L-Glutamina, dentre outras.
      Vale a pena destacar que dos 9 gramas de carboidratos presentes numa dose de 23 gramas não há um grama sequer de açucar. Há basicamente duas dosagens sugeridas pela MP. Para treinamento intenso, deve-se tomar um medidor cheio (46g) em 450 ml (12-16oz) de água. Treinos de intensidade moderada demandam meio medidor (23g) em 300 ml (8-12oz) de água. Ambas dosagens devem ser ingeridas de 20 a 30 minutos antes do treino.
      Experimentamos a dosagem para treino intenso. Ela parece excessiva, pesa no estômago e pode atrapalhar o treino. Meio medidor é suficiente e permite que o produto dure um mês inteiro. O sabor green apple (maçã verde) que testamos é bem artificial e está longe de ser gostoso. Dê preferência ao tradicional sabor laranja.
      Por fim, é curiosa a orientação da MP para que o produto seja agitado todos os dias ao menos uma vez, e também antes do consumo, sob a justificativa de que contém grande quantidade de ingrentientes ativos, a fim de garantir a correta mistura e efetifidade de cada dose.
      Para infelicidade dos brasileiros, o Assault ainda não está disponível em terras tupiniquins, ao menos por importador oficial. Você pode adquiri-lo em lojas virtuais norte-americanas ou implorar para que algum amigo ou familiar traga na bagagem dos EUA.
    • By fisiculturismo
      O suplemento alimentar pré-treino Jack3d da USPlabs é um sucesso de vendas. Assim como Gillette está para lâmina de barbear, Jack3d está para suplemento alimentar pré-treino (ou estimulante, ou óxido nítrico, ou no2, ou vasodilatador, ou energético, ou como queiram chamar).
      Trata-se de um produto polêmico, cujo sucesso já rendeu reportagem televisiva. O Jack3d foi acusado de causar dependência por conta de substância estimulante presente em sua fórmula. Saiba mais em:
      O nome do produto se pronuncia nos EUA como Jacked (que quer dizer "elétrico" ou "pilhado" em tradução livre, isto é, muito estimulado).
      No entanto, no Brasil, prevalece a pronúncia Jack 3d. Vamos chamar o Jack3d de Jack 3d nesta matéria, seguindo a sabedoria popular.
      Aproveitando-se da onda de sucesso do Jack 3d da USPlabs, a Arnold Nutrition lançou o suplemento alimentar pré-treino Arnold 3d, ou Arnold 3.D, ou Arnold3d.
      Qualquer semelhança entre o novo suplemento alimentar da Arnold Nutrition chamado "Arnold 3d" e o "Jack 3d", da USPlabs não é mera coincidência.
      Enquanto um é o Jack 3d, o outro é o Arnold 3d. Ambos são "tridimensionais" no nome.
      Até a BLACK BOX WARNING (aviso que a FDA - órgão sanitário dos EUA - exige que seja estampado nos medicamentos para alertar o consumidor sobre questões de segurança, tais como efeitos colaterais e riscos inerentes ao uso do medicamento) do Arnold 3d é igual ao do Jack 3d.

      Assim está estampada a BLACK BOX WARNING do Arnold 3d e do Jack 3d:
      This product may produce an intense sensation of focus, energy & awareness. In addition, its key ingredients may allow for workout domination in conjunction with proper training and diet. Therefore, extreme caution must be exercised & should not be used by novice athletes. Use with caution under strict dosing protocols.

      Em tradução literal, o alerta quer dizer:
      Este produto pode causar uma intensa sensação de concentração, energia & alerta. Ademais, seus ingredientes podem resultar em treinos poderosos se seguida uma dieta e plano de treinamento. Por isso, este suplemento deve ser usado com extrema cautela, não sendo recomendado para iniciantes. Siga estritamente as doses recomendadas.
      Assutado? Pois é. O Jack 3d contém uma substância estimulante chamada 1,3-Dimethylamylamine, a qual é considerada como doping de atletas pela WADA - World Anti-Doping Agency (Agência Mundial Antidoping).
      E o Arnold 3d? Tem a tão poderosa substância estimulante?
      O rótulo do Arnold 3d vendido no Brasil, que mescla inglês com português, diz que o Arnold 3d tem como substância ativa a cafeína, na quantidade de 420 mg por dose.
      Por outro lado, no rótulo do Jack 3d, são indicadas as seguintes substâncias: Arginine Alpha-Ketoglutarate, Creatine Monohydrate, Beta Alanine, Caffeine, 1,3-Dimethylamylamine (Geranium [stem], Shizandrol A.
      E agora? Parece que a única substância presente no Jack 3d e que também está no Arnold 3d é a cafeína. Certo?
      Ao acessar o site da Arnold nos EUA, na página do Arnold 3d, temos mais uma surpresa!
      A fórmula apresentada para o Arnold 3d é muito parecida com a do Jack 3d, contendo, inclusive, a substância estimulante 1,3-Dimethylamylamine.
      Veja a fórmula do Arnold 3d apresentada pelo site do fabricante nos EUA: Arginine Alpha-Ketoglutarate, Creatine Monohydrate, Beta Alanine, 1,3-Dimethylamylamine (Geranium [stem], Shizandrol A), Beta-Alanine, L-Taurine, N-Acetyl L-Tirosine, Caffeine Anhydrous, Niacin, Vitamin C, Red Wine Extract.

      Que tal? É a mesma fórmula do Jack 3d com acréscimo de algumas outras substâncias. Considerando que a dose recomendada dos produtos nos rótulos do Jack 3d e do Arnold 3d é de 5 g, o Jack 3d seria um pouquinho mais concentrado que o Arnold 3d. Certo?
      Não dá pra saber, porque nos rótulos não se informa a quantidade de cada uma das substâncias de modo discriminado, vai tudo junto no bolo.
      Afinal, nosso Arnold 3d, que é importado, é uma formulação especial para o Brasil que só tem cafeína com maltodextrina ou tem todas as substâncias indicadas no site da Arnold Nutrition?
      O Arnold 3d vendido no Brasil só quer ser Jack 3d ou é mesmo Jack 3d?
      Dê a sua opinião em nossos fóruns ou pelo Facebook.
    • By fisiculturismo
      O suplemento alimentar pré-treino Napalm Mini-Gun da Muscle Warfare foi lançado no Brasil há pouco tempo com enorme atenção publicitária das lojas de suplementos alimentares. Não era para menos, o Napalm Mini-Gun era um dos maiores concorrentes do antigo Jack3d, com DMAA [saiba mais sobre o DMAA nesta matéria: Jack3d Foi Proibido pela FDA (ANVISA dos EUA)].
      No entanto, o produto que avaliamos, com rótulo parcialmente em português, traz uma informação nutricional nada poderosa. Como ingredientes constam no rótulo: taurina (2.000 mg), maltedextrina e cafeína (400 mg).

      Essa é uma fórmula já usada em outros suplementos alimentares pré-treino que não gozam de tanto prestígio entre os praticantes de musculação.
      Contudo, como se trata de um produto importado, fabricado no EUA, e cujo rótulo remete ao antigo Napalm Mini-Gun (nos EUA já foi lançado um Napalm mais novo, com novo rótulo, para se adequar à proibição da DMAA), fica aquela velha pulga atrás da orelha: será que foi produzido um suplemento Napalm Mini-Gun apenas para o mercado brasileiro com uma fórmula diferenciada?

      O antigo Napalm Mini-Gun vendido nos EUA, que tem o mesmo rótulo do produto que acaba de chegar ao Brasil, contém a tão controversa substância DMAA, que era apontada como doping e que fez a alegria de milhares de musculadores por muito tempo.

      Note-se que não estamos afirmando que o Napalm Mini-Gun que está sendo vendido no Brasil com o rótulo antigo e parcialmente em português tem a fórmula antiga com DMAA. Teoricamente, ele contém as substâncias indicadas no rótulo, o que normalmente se espera de qualquer produto. Todavia, na prática, fica a dúvida colocada acima: será que foi produzido um produto só para as terras tupiniquins?
      Infelizmente, ainda não temos condições de bancar laudos técnicos de análise laboratorial, por isso, fica aí a dúvida. Por isso, quem resolver experimentar o Napalm Mini-Gun, deve tomar o devido cuidado para não exceder a dose diária recomendada.
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