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    • Por Larissa
      Pré-aqueça o forno em temperatura média  (180ºC); Unte uma forma de furo central média (20 cm); Na tigela da batedeira, coloque a manteiga e o açúcar (xilitol) e bata até formar um creme claro. Junte os ovos e bata até formar uma mistura um pouco clara; Acrescente a banana amassada e misture até que fique homogêneo; Em uma tigela, peneire a farinha de trigo, a maizena, e o fermento.  Adicione, aos poucos, a mistura da batedeira e o leite, de forma alternada, mexendo até obter uma massa cremosa e uniforme; Disponha a massa na forma reservada; Leve ao forno por 35 minutos (ou até que um palito espetado saia limpo da massa); Acrescente, com a ajuda de um garfo, as bananas cortadas; Retire do forno, espere amornar, e desenforme.; Sirva a seguir.
    • Por bronze.com@yahoo.com
      Bata as claras em neve e reserve; Misture o leite de coco com o limão e reserve por 10 minutos; No liquidificador coloque as gemas, o óleo de coco, o eritritol, (a mistura do leite de coco com o limão - 2º passo), a banana madura, as uvas passas e bata até ficar homogêneo; Numa tijela misture o creme do 3º passo e vai acrescentando aos poucos a farinha de amêndoa, a farinha de coco e o cacau em pó;  Quando estiver bem misturado, acrescente as claras em neve (1º passo) e misture delicadamente;  Quando estiver bem misturado, acrescente o fermento em pó e se quiser coloque mais uvas passas; Unte uma forma com óleo de coco e leve ao forno já pré-aquecido 180° por 30 minutos. PS: coloque a ponta da faca no centro, se ainda sair molhada acrescente mais 10 minutos; Desenfome e se delicie! Fica sensacional!
    • Por bronze.com@yahoo.com
      Panqueca:
      Numa tigela bate levemente o ovo; Acrescente a banana amassada, a aveia, a canela, o eritritol e reserve. Base:
      Forre a frigideira com o queijo ralado e leve ao fogo baixo; Quando começar a dourar, despeje a mistura da panqueca e feche com a tampa até que a mistura esteja no ponto de virar (se quiser pode salpicar mais queijo e canela); Vire e deixe por mais aproximadamente 1 minuto; Dobre ao meio e se delicie com essa maravilha em forma de panqueca.
    • Por Vanessa Dantas
      O que é cafeína?
      A cafeína (1,3,7-trimetilxantina) é uma substância psicoativa popularmente conhecida e que tem sido utilizada por esportistas em âmbito mundial em razão de seu potencial ergogênico, caracterizado pelo aperfeiçoamento do desempenho físico.
      Fontes de cafeína
      Além de esta substância fazer parte da composição de um grande número de suplementos alimentares, ela está presente, sob diversas formas, na composição de várias bebidas e alimentos comumente utilizados no padrão alimentar humano, como cafés, guaranás, chás, refrigerantes, chocolates, guloseimas, e até mesmo em medicamentos analgésicos.
      Benefícios da suplementação com cafeína
      A cafeína pode ser utilizada por meio de suplementação por proporcionar, em tese, a maximização do desempenho de atletas. Isso se dá por meio da mobilização de ácidos graxos livres do tecido adiposo, aumentando o suprimento de gordura ao músculo, suprimindo a utilização do glicogênio muscular e melhorando a função neuromuscular, prolongando o tempo de exercício e retardando a fadiga. 
      Além disso, a cafeína atua na melhora da contratilidade dos músculos esqueléticos e cardíacos.
      Também atua como um estimulante do SNC (sistema nervoso central), o que é benéfico em atividades que requerem concentração.
      Outro efeito da cafeína consiste no cruzamento da barreira hematoencefálica e antagonização dos efeitos da adenosina, resultando em altas concentrações de neurotransmissores estimulatórios e, dessa maneira, aumentando o estado de vigília e melhora o humor.
      Os benefícios do uso da cafeína não se limitam ao desempenho esportivo. Seu consumo está associado à prevenção de inúmeras doenças crônicas, como alguns tipos de câncer, diabetes mellitus tipo 2, doenças renais, cardiovasculares, neurológicas, hepáticas e distúrbios endócrinos.
      Doses recomendadas
      A suplementação de cafeína em um estado anidro exerce um efeito ergogênico maior em relação ao café. A ciência tem demonstrado também que a cafeína é eficaz como recurso ergogênico quando administrada em doses baixas a moderadas (3-6 mg/kg/dia - para um indivíduo de 70kg: 210-420 mg) sem resultar em aprimoramento adicional no desempenho quando consumido em doses mais elevadas (≥ 9 mg/kg/dia - para um indivíduo de 70kg: 630 mg).
      A individualidade biológica (peso, idade, sexo, fatores genéticos, e etc.) deve ser levada em conta ao se considerar a metabolização da cafeína no organismo. 
      Um teto de menos que 500 mg de cafeína é considerado como uma dose segura a ser consumida diariamente.
      Para pacientes com doenças cardíacas ou hepáticas, a dose deve ser mais baixa, ou não deve ser prescrita a cafeína. 
      Não parece existir clara evidência na ciência de que o consumo exagerado da cafeína resulte em certo risco relevante para a saúde em pessoas saudáveis. Porém, devido à variabilidade biológica, uma mesma dose de cafeína pode ser tolerada por um indivíduo e levar a reações adversas em outro.
      Efeitos adversos (colaterais) da cafeína
      Dentre os efeitos adversos mais frequentes da ingestão de cafeína podem ser citados: 
      insônia; irritabilidade; ansiedade; dependência; sensibilidade; taquicardia; sensação de zumbido no ouvido; distúrbios visuais; cefaleia; cansaço; prejuízo na concentração e na memória (por interrupção repentina do uso); tensão muscular crônica (tremores e palpitações); náuseas; desconforto gastrointestinal (podendo ser agravado em pacientes com tendência a úlcera ou gastrite). Esses efeitos adversos relacionados à utilização da cafeína são mais frequentes em indivíduos que utilizam a substância de maneira excessiva (dose maior do que a recomendada no tópico anterior) ou nos que possuem maior sensibilidade à substância.
      A cafeína pode ainda estar relacionada com o aumento da temperatura corporal, o que sugere um aumento na produção de calor em repouso devido ao seu potencial termogênico, podendo, dessa forma, prejudicar o desempenho de esportistas em exercícios sobre altas temperaturas. 
      Por inibir o hormônio antidiurético (ADH), a cafeína pode levar ao aumento da diurese e potencializar a excreção de cálcio e magnésio pela urina. Como consequência, pode prejudicar o desempenho de atletas levando a uma possível desidratação durante a competição. 
      Entretanto, a ciência mostra um efeito diurético sutil, sem grande impacto na desidratação em massa de atletas.
      Conclusão
      O efeito ergogênico dessa substância vem sendo comprovado por inúmeros estudos e parece estar envolvido com mecanismos de ação relacionados com o sistema nervoso central, além de alterações metabólicas e fisiológicas que melhoram o desempenho atlético.
      Em relação aos possíveis efeitos colaterais enumerados no texto, não parece existirem evidências na ciência de que o consumo exagerado resulte em riscos relevantes para a saúde de pessoas saudáveis. 
      As alegações dos efeitos adversos da cafeína sobre o sistema cardiovascular ainda são inconclusivos. O que deve ser levado em conta é a individualidade biológica dos indivíduo, atentando-se para a sensibilidade à substância que alguns indivíduos podem apresentar.
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