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Whey Protein x Acne (Espinhas)

Dr. Clayton Neves Camargos
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Um questionamento corriqueiro que me deparo na prática clínica é se a proteína isolada do soro do leite (Whey Protein) repercute no aparecimento de acne. Pois bem: o consumo isolado dessa proteína, per si, não é um produtor desse tipo de lesão dérmica.

Entretanto, sabe-se que as atividades de força e hipertrofia potencializam a secreção do hormônio testosterona, e um dos primeiros efeitos colaterais do aumento de sua produção é a acne. Esse hormônio leva à hipertrofia das glândulas sebáceas com aumento de sua liberação e proliferação de bactérias causadoras da afecção da pele.

Por sua vez, a proteína do soro do leite pode agravar esse efeito colateral dos hormônios masculinos, pois é portadora de um importante efeito estimulante do hormônio insulina e um efeito sinérgico à testosterona, provocando acne. E, muitas vezes, além de associar a Whey Protein ao treino de hipertrofia, ocorre ainda a combinação com dietas hiperprotéicas: certamente a chance de aparecimento de lesões acnéicas poderá ser aumentada.

De toda sorte, como já dito anteriormente, não ocorrem estudos que validem cientificamente o consumo isolado da Whey Protein à caracterização de acne. No entanto, cada organismo se comporta de uma maneira, e é importante que o consumo dessas substâncias seja feito sob supervisão profissional.

E caso o prescritor (nutricionista ou nutrólogo) observe o aparecimento dessas lesões poderá tomar condutas corretivas, que poderão incluir: realização de exames laboratoriais correspondentes, correção da posologia, suspensão do suplemento e encaminhamento para avaliação de um profissional dermatologista.


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    • Por Samuel Moura Rosa
      Como soubemos, a insatisfação com os resultados alcançados, a busca pela perfeição e a crescente ambição em alcançarmos níveis superiores de hipertrofia muscular/definição muscular/redução de percentual de gordura, leva a indústria de suplementação a uma crescente procura pelas fórmulas ideais para satisfazer seus compradores.
      Neste ciclo ambicioso, onde o resultado extremo é mais relacionado com os esteróides anabolizantes do que com o treinamento e a alimentação, nasceu uma outra linha de suplementação promissora: os Pré-Hormônios, geralmente importados, e os Estimulantes de Produção/Liberação Hormonal. Baseados na ação dos esteróides anabólicos, esta espécie de suplemento promete uma maior produção e/ou liberação hormonal de Testosterona e de Hormônio do Crescimento, e seria uma escolha intermediária entre a suplementação básica e a “bomba”. O grande atrativo para o público geral é que estes tratam-se de produtos considerados legais, vendido liberadamente (no caso dos vendidos aqui no Brasil), com o julgamento pessoal de não estarmos cometendo um ato moralmente antiético, e ainda, sem os possíveis efeitos colaterais dos esteróides, mas com ação semelhante a estes.
      Os suplementos conhecidos no Brasil como Pré-Hormônios são classificados como compensadores protéicos, multivitamínicos e minerais, pois em sua composição nutricional só apresentam estes macro e micronutrientes. O chamado estimulante para a liberação de testosterona (ZMA - aspartato de monometionina de zinco), tem sua base nutricional no Zinco, Magnésio e Vitamina B6. Já o estimulante de produção do Hormônio do Crescimento (GH ou HGH), apresenta certa proporção de proteínas, Vitamina C, B6, Cromo e Colina.
      Estes suplementos são apresentados com nomenclaturas atrativas ao consumidor, como estimulantes do Potencial Genético, ou ainda em conjunto, como Combo Genético. Então na verdade não são Pré-Hormônios, mas no máximo possíveis estimulantes de produção hormonal. E deles não podemos esperar as mesmas modificações corporais esperadas dos hormônios ou pré-hormônios, pois os resultados vendidos pelas empresas desta linha de suplementos são baseados em pesquisas envolvendo a Testosterona e o hormônio do Crescimento, e não o Zinco, o Magnésio, o Cromo, e as Vitaminas B6 e C.
      Portanto, cria-se apenas a relação, entre o que podemos esperar dos verdadeiros hormônios (incluidos em pesquisas), e da composição química do produto nacional. Considero um pouco injusto cobrarmos do Zinco, do Magnésio e das Vitaminas o crescimento muscular, a redução de massa gorda e a definição muscular que os hormônios realizam. Que a Testosterona e o Hormônio do Crescimento são dois hormônios primários no crescimento muscular e no gasto lipídico, não resta dúvida alguma. Mas ainda existe uma distância imensa entre o que estes hormônios promovem e o que estes “anabolizantes naturais” são capazes de alcançar.
      Os verdadeiros Pré-Hormônios são substancias que ocorrem naturalmente no organismo, assim como são os hormônios. No caso da Testosterona, são os precursores deste hormônio principal, produzidos na glândula adrenal. Entre eles estão o Colesterol, seguido em cadeia pela Pregnenolona, a Dehidroepiandrosterona (DHEA), a Androstenediona, para ai sim ser convertida em Testosterona.
      Mas veja bem, esta linha de suplementação é mais promissora que à anterior, mas não pelos resultados obtidos em pesquisas experimentais, e sim por tratar-se de produtos importados, não produzidos e sem liberação para venda aqui no Brasil. Sendo assim, existem duas possíveis relações que garantem o interesse do público leigo na aquisição dos pré-hormônios importados: a crença que tudo que é importado, preferencialmente dos EUA, apresenta melhor qualidade que os produtos nacionais.
      Qualquer porcaria importada, tratando-se de suplementos, tem credibilidade no Brasil. Mas poucos sabem que somente os pré-hormônios (quando declarados no rótulo) e a efedrina têm venda proibida por lá, e que lá pode-se lançar e vender qualquer suplemento, desde que declare-se uma meia dúzia de vitaminas que ali estão, ocultando a real composição.
      E o segundo motivo que atrai o interesse de alguns menos informados, diz respeito à associação entre a proibição da venda de um produto e sua real potencialidade. Ou seja, tudo que é proibido é que dá resultado! Se os Anabolizantes são tão potentes e tem sua venda proibida, então os suplementos proibidos são os que mais se assemelham a ação dos anabolizantes. Tratando-se de pré-hormônios, e importados então! Sujeitos assim, que desejam um produto não indicado para ingerir, deveriam experimentar um ciclo de Creolina com Soda Cáustica!
      Segundo autores mais renomados na área do treinamento de alta intensidade (não apenas cientistas teóricos), existe um consenso que os PHs, referindo-se tão somente aos verdadeiros pré-hormonais, tendem a apresentar à longo prazo efeitos indesejados semelhantes aos próprios hormônios, de maneira mais pronunciada que os efeitos anabólicos esperados.
      Além de apresentarem um valor de venda altíssimo, os PHs podem apresentar efeitos androgênicos notáveis, semelhantes aos envolvidos com drogas mais efetivas, além de possível hepatotoxidade por tratar-se de comprimidos ingeridos via oral, sendo processados inevitavelmente pelo fígado. Em relação aos efeitos anabólicos, as modificações são muito pequenas, se relacionarmos ao custo financeiro que apresentam.
      Podem sim apresentar modificações satisfatórias em sujeitos com deficiência de produção natural de testosterona, tendo portanto ação repositora, não construtora. Agora para atletas que já fizeram uso de alguma droga verdadeiramente anabólica, a ação destes pré-hormônios poderá deixar a desejar.
      Agora tratando-se desta linha de suplementação vendida liberadamente no Brasil, todo e qualquer comentário favorável (como ação anabolizante primária) parece ser informação de má fé, ou simplesmente desinformação. Analisando a tabela nutricional podemos constatar que estes não passam de suplementos compensadores de baixo nível.
      Nem ação repositora hormonal eles apresentam. Ação hormonal verdadeira e considerável só poderá ser notada com a administração de hormônios ou seus respectivos pré-hormônios, de GH ou Testosterona. Se realizarmos uma simples comparação de composição química/nutricional entre os suplementos “chamados Pré-Hormônios produzidos no Brasil” (ou até mesmo aqueles importados e com venda liberada aqui), e os produzidos nos EUA (com venda proibida no Brasil), poderemos fortalecer ainda mais nossas convicções de que ainda está por vir (se é que uma dia existirá) um produto considerado natural e com mesmo efeito anabólico dos conhecidos esteróides anabolizantes.
      Estudos vão e virão, e o Treinamento Intenso, a Dieta, a Suplementação básica Construtora e o Descanso continuam à ser as estratégias mais eficazes, para quem tem paciência e consciência.
    • Por Eduardo95
      Tava a fazer um ciclo de primobolan com masteron mas pelas pesquisas que fiz vi que não é aconselhável fazer um ciclo com apenas estas drogas devido aos niveis de estradiol que ficam demasiado baixos, então antes que desse cagada decidi parar. E estou pensando continuar o ciclo mas juntando uma testosterona para que os niveis de estradiol não diminuam em demasia.
      o que aconselham pessoal? qual a melhor testosterona para usar com primobolan e masteron? 
      Qual a melhor forma de tomar estas drogas?
      Obrigado pessoal, preciso mesmo de algúem entendido nesta matéria que me ajude a tirar estas dúvidas.
      abraço
    • Por profake
      Em primeiro lugar peço desculpas se estou postando no tópico em lugar errado; ^^
       
      Ola, bom dia, boa tarde, boa noite a todos.
       
      Gostaria de tirar algumas duvidas referente as drogas.
      Primobolan 100mg dsdn fica legal?
      junto com o primobolan qual a droga que se encaixaria melhor? enantato ou propionato?
      obs: testo também seria dsdn
      Qual desses labs vocês me indicam mais
      Muscle ou PHgold
      eu gostaria de jogar HCG junto durante o ciclo, no caso seria na segunda semana do ciclo ou posso jogar somente mais pra frente?
       
      Ciclo seria de 10 semanas ou se encaixaria melhor em 12?
       
      Seria meu segundo ciclo...
       
      Muito obrigado a todos...
    • Por fisiculturismo
      Há pouco tempo a resposta para a pergunta "onde comprar whey protein ou outros suplementos mais barato?" seria muito simples de ser respondida: importar de uma loja norte-americana online, claro. Mas os tempos mudaram. E muito.
      No Brasil tudo é caro, muito caro. É o velho e maldito custo Brasil que nunca é equacionado por nenhum governo (tributos elevadíssimos, infraestrutura precária, legislação trabalhista antiquada, educação deficitária, e assim por diante). Os brasileiros costumam fazer a festa nas lojas de Miami nos EUA e da Ciudad del Este no Paraguai.
      Com os suplementos alimentares a regra é a mesma. E a internet permitiu a importação direta de suplementos alimentares. Durante anos os brasileiros compraram muitos suplementos no exterior a preços muito mais baixos do que no Brasil. Lojas como a Health Designs, BodyBuilding.com, iHerb, VitaCost, dentre outras, fizeram a alegria dos brazucas.
      Mas e agora? O dólar está batendo a casa dos R$ 4,00 (quatro reais). O governo desequilibrou completamente as contas públicas para vencer as eleições e deixou a fatura para a população pagar. A crise da China piora ainda mais a situação da moeda brasileira. E para completar, a Receita Federal está tributando praticamente todas as encomendas de suplementos vindas do exterior (antigamente era o contrário, dificilmente eram tributadas).
      Será que ainda vale a pena importar suplementos, tais como a whey protein? Fizemos uma simulação com um dos suplementos alimentares mais procurados no Brasil, a 100% Whey Gold Standard da Optimum Nutrition. Escolhemos, no Brasil, a loja Corpo Perfeito e, nos EUA, a loja Health Designs, para fins de comparação. Os preços comparados se referem à data da publicação desta matéria (31/8/2015). Os valores em dólar foram convertidos para Real usando o valor do câmbio da data da publicação (US$ 1 = R$ 3,90).
      Quadro Comparativo:
        Brasil
      EUA
      Valor do produto:
      R$ 179,10
      * selecionado o pagamento via boleto bancário
      R$ 97,33
      * computado o desconto de R$ 19,47
      Frete:
      Grátis
      * compra acima de R$ 100,00
      R$ 65,55
      * escolhida a opção mais barata (IPA Interational Priority Airmail) e incluídos os R$ 12,00 que os Correios passaram a cobrar em 2/6/2014.
      Tributos:
      * embutidos no preço inicial
      R$ 90,52
      * 60% de Imposto de Importação que incidem no valor do produto somado ao valor do frete
      Valor Total:
      R$ 179,10
      R$ 253,40
      Diferença:
      - R$ 74,30
      + R$ 74,30
      Print da Tela de Simulação de Compra no Brasil:
      Print da Tela de Simulação de Compra nos EUA:
      Observando-se o quadro comparativo, chega-se à conclusão de que, no dia de hoje, não mais compensa a importação de whey protein ou de outros suplementos alimentares (talvez ainda compense a importação de suplementos mais leves, tais como vitamina C, multivitamínicos, etc). O valor final da whey protein importada é muito superior ao valor da mesma whey protein vendida no Brasil. Quem diria, outros tempos.
      Não bastasse isso, há notícia de que as encomendas internacionais estão demorando muito mais tempo para serem liberadas pela Receita Federal. Numa importação direta que fizemos no ínicio do ano, os suplementos demoraram mais de 3 (três) meses para chegar.
      É bom anotar que a maioria dos suplementos alimentares vendidos no Brasil são importados (grande parte das whey protein), e que a renovação do estoque com a nova realidade cambial pode implicar em alteração da tabela comparativa. Pode ser que os preços no Brasil fiquem ainda mais caros e novamente superem os preços dos EUA. Só o tempo irá dizer.
      E os produtos nacionais? Ficarão mais competitivos? No caso específico da whey protein, como se trata de matéria-prima importada, dificilmente os fabricantes não irão repassar os reflexos do câmbio no valor do produto final.
      Fique atento, sempre faça as contas antes de decidir pela importação ou não de suplementos alimentares. Hoje não há mais uma resposta pronta e rápida. Pode ser que, para determinados produtos, a compra no Brasil seja a melhor opção.
      100% Whey Gold Standard no Brasil
      100% Whey Gold Standard nos EUA
    • Por fisiculturismo
      Qual é o suplemento alimentar mais importante no mercado hoje e mais recomendado pelos nutricionistas esportivos? Para essa pergunta todo mundo tem a resposta na ponta da língua: whey protein. Como nós, brasileiros, preferimos tudo o que é importado, chamamos a proteína do soro do leite de whey protein. Qualquer pessoa que pratica musculação tem ideia do que seja a whey.
      E se a whey é o suplemento mais vendido e mais recomendado, dentre as wheys disponíveis no mercado, qual seria a mais vendida? O site Bodybuilding.com, a maior loja online do ramo no mundo, assegura que o suplemento alimentar mais vendido é a 100% Whey Gold Standard da Optimum Nutrition.
      E o que levou os consumidores do mundo inteiro a preferirem a 100% Whey Gold Standard sobre as centenas de outras opções de whey disponíveis no mercado? Seria uma boa campanha de marketing? Seria alguma característica especial ou superior da 100% Whey Gold Standard? Talvez custo-benefício? Preço muito em conta?
      A 100% Whey Gold Standard não é uma whey barata. Ela custa um pouco mais do que suas concorrentes diretas. Mas o produto esbanja qualidade. Logo no primeiro contato, já se verifica o cuidado da Optimum Nutrition com a originalidade do produto (como é o mais vendido, certamente é o suplemento mais visado pelos falsificadores). Na tampa, há um lacre de autenticidade que apresenta o logo na marca em cores variadas, a depender da posição de incidência da luz.
      O pote grande, de 5 libras, tem na tampa um adesivo onde se anuncia que há um mínimo de 71 doses recomendadas de whey ali dentro, e whey de qualidade, que vale o valor que por ela se paga. Cada dose recomendada é de aproximadamente de 30 gramas, havendo um medidor (scoop) dentro do pote para auxiliar no consumo da whey.
      Cada dose recomendada fornece 24 gramas de proteína, 1 grama de gordura e 3 gramas de carboidratos, sendo apenas 1 grama de açúcar. São 5,5 gramas de BCAAs e 4 gramas de glutamina por dose. Para misturar a 100% Whey Gold Standard em líquido não há necessidade de shaker, basta colocar o pó e misturar facilmente com uma colher.
      O melhor da 100% Whey Gold Standard sobre as demais concorrentes que se dizem 100% Whey está na composição da proteína. Enquanto a maioria das wheys mais baratas é baseada em proteína concentrada do soro do leite, a 100% Whey Gold Standard tem como principal componente a proteína isolada do soro do leite (que só é encontrada nas wheys mais caras). Saiba mais sobre o tema na matéria Tipos de Whey Protein.
      Portanto, não é à toa que a 100% Whey Gold Standard é a preferida da maioria dos consumidores de whey. Além da qualidade do produto, e do custo-benefício, os sabores da 100% Whey Gold Standard costumam ser muito elogiados. Experimentamos o sabor Double Rich Chocolate (algo como chocolate extra em tradução livre), mas não achamos nada excepcional. Em nossa opinião, a 100% Whey Gold Standard perde em sabor para a Whey Gourmet da Dymatize.
      Os brasileiros costumam não ter à disposição, no Brasil, os melhores suplementos alimentares do mundo, por conta das severas restrições impostas pela ANVISA. Não é o caso da 100% Whey Gold Standard, que pode ser adquirida no Brasil, mas por preços bem superiores que os praticados nos EUA, óbvio. A seguir listamos os sites onde você pode comprar este produto campeão de vendas:
      100% Whey Gold Standard no Corpo Perfeito 100% Whey Gold Standard no Bodybuilding.com 100% Whey Gold Standard na Health Designs 100% Whey Gold Standard no iHerb