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  • Conteúdo Similar

    • Por Joaninha
      Olá !! 
      Vamos a mais um relato pra enriquecer esse forum e motivar mais ainda?! 
      Começando pelo começo.. 
      Joaninha
      25 anos
      1.56 
      58-59kgs
      Não tenho problema de saúde nenhum
      Não uso remédio. Mas a testo é sagrada 😂
      Meus treinos eu posso detalhar melhor mais tarde.  6x por semana o que eu chamo de powerbuilding, alternando o foco entre força e hipertrofia. Meus treinos são muito parecidos com os do Batata daqui, copio ele sempre que possível. 
      Todo dia faço algum tipo de aerobico, o que mais gosto são os de baixo impacto porque meu treino acaba comigo. 
       
      Dieta : Ta mais ou menos assim:
      Tentando seguir
      120g cho
      140g prot e 50g fat 
       
       
      PROTOCOLO DE AES:
      12 SEMANAS COM 100mg de BOLDENONA VETERINÁRIA + 15mg de Cipionato de testosterona
      ATUALIZAÇÃO: Pretendo fazer mais cerca de 8 semanas com turinabol  + boldenona. Talvez mantenha a testo em uma dose um pouco mais baixa, ou deixe-a para depois. Começo a relatar isso na página 11.
       

       

    • Por Befit
      Resolvi abrir outro tópico, pois o último estava bem extenso e penso que agora, apos viagem de férias, fica mais organizado resumir o tópico, ser mais objetiva e descrever apenas o necessário. 
      Tive um final de ano puxadissimo no trabalho e faculdade, mas retornando com tudo, agora. Confesso que ficamos um pouco desmotivadas sem usar nada, mas meu objetivo é mudar essa aparência da pele flácida, não entendo eu ter uma quantidade de massa muscular bem legal e mesmo assim apresentar a pele mole, com celulite. Esse abs inferior agora nas férias piorou muito, porque o intestino viajando, já era! Nunca funciona! 
       
      @Apollo Galeno ajuda euzinhaaaa! Falei que eu ia voltar! Voltei! ❤️❤️❤️💪🏽
       
      Idade: 38 
      Altura: 1,68 
      Peso: 60kg 
      Medicações em uso (Anticoncepcional, etc...): Nenhum
      Problemas de Saúde: Nenhum 
      Tempo de treino: 15 anos 
      Ciclos FEITOS com dose e tempo: no momento nenhum, mas já fiz no passado, Deca, GH, testosterona, primobolan. Há pelo menos 4 anos sem ciclar. 
      Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo: queria, mas o @Apollo Galeno me sugeriu esperar.
      Divisão de treino e horario do mesmo: cardio logo ao acordar, musculação às 15h.
      Dieta com quantidade de proteina/carboidrato/gordura por dia: no momento acabei de voltar de viagem de 20 dias na praia.
    • Por Batata...
      A proteína isolada de soja é feita a partir da farinha de soja desengordurada, por meio de um processamento que viabiliza a remoção de outros componentes, tais como carboidratos, fibras e fatores antinutricionais, representando a forma mais refinada e pura da proteína da soja disponível no mercado, sendo praticamente isenta de odor, cor e apresentando sabor neutro. Ela contém no mínimo 88% de proteínas em base seca.
      Composição nutricional em 100 g de proteína isolada de soja:
      Valor energético (kcal) 335,0 Carboidratos (g) 0 Proteínas (g) 88,3 Gorduras totais (g) 3,4 Gorduras saturadas (g) 0,4 Fibras alimentares (g) 0 Cálcio (mg) 178 Sódio (g) 1 Os compostos responsáveis pelo sabor característicos da soja (isoflavonas e compostos voláteis), considerados muitas vezes como uma barreira para o seu consumo, estão presentes no grão. Eles também são formados durante o processo de obtenção da proteína isolada, tanto pela ação do calor, como pela ação de enzimas presentes no grão, principalmente a lipoxigenase, que catalisa a oxidação da gordura presente na soja. No entanto, o aquecimento úmido ou por vapor direto, utilizados no processo de produção da proteína de soja, são eficientes na inativação da lipoxigenase, o que contribui para redução do sabor amargo no produto proteico final. 
      Assim, a remoção da gordura do grão da soja durante o processamento para obtenção da proteína isolada contribui para obtenção de um produto final com sabor mais neutro.
      A proteína isolada de soja é fonte de peptídeos bioativos que contêm em média de 3 a 20 aminoácidos e podem ser obtidos quando as proteínas passam por um ou mais processos, como: 
      ação de enzimas gastrointestinais;  hidrólise das proteínas da soja através da fermentação por micro-organismos proteolíticos;  digestão in vitro através da ação de enzimas proteolíticas. Estes peptídeos bioativos da soja apresentam potencial ação antioxidante, anti-hipertensiva e imunomoduladora Vantagens da proteína isolada de soja:
      Fonte de proteínas de alta qualidade de acordo com o PDCAAS  Sabor neutro em comparação a outros produtos da soja, o que facilita sua adição a alimentos e ingredientes diversos, a fim de aumentar seu valor nutricional Por ser de origem vegetal, não contém lactose e colesterol  O tratamento térmico realizado em seu processamento inativa os fatores antinutricionais, preservando a qualidadeda proteína em sua forma isolada. Compostos bioativos
      Os peptídeos bioativos são fragmentos específicos da proteína da soja, liberados após a digestão e/ou fermentação desta. A Glicina e a ß-conglicinina representam de 65% a 80% das proteínas da soja e são as principais precursoras desses peptídeos. Eles possuem funções no organismo relacionadas à redução do risco de doenças crônicas, como diabetes mellitus tipo 2, doenças cardiovasculares, como a aterosclerose, hipertensão arterial, ganho de peso e obesidade. Tais propriedades estão descritas a seguir:
      Diabetes mellitus tipo 2: Estudos em humanos indicam uma relação inversa entre maior frequência do consumo de alimentos à base de proteína de soja (sem adição de açúcar) e o risco de incidência de diabetes tipo 2, com melhora na sensibilidade à insulina. O mecanismo pelo qual a soja influencia o metabolismo da glicose ainda não está completamente elucidado, sendo sugerido potencial efeito dos peptídeos bioativos da soja no aumento da captação da glicose em células hepáticas, através do transportador GLUT1 e ativação do transportador GLUT4. Doenças cardiovasculares: Esses peptídeos também atuam como antioxidantes, diminuindo a formação de espécies reativas de oxigênio e a oxidação de lipídios, como o LDL-colesterol, principal fator de risco para a aterosclerose. Hipertensão arterial: Os peptídeos derivados da proteína da soja contribuem ainda com a redução da pressão arterial, pois inibem a enzima que converte a angiotensina I em angiotensina II, sendo essa última um potente vasoconstritor. Ganho de peso e obesidade: Esses peptídeos ativam os receptores para colecistoquinina (CCK), hormônio responsável pelo aumento da saciedade, o que reduz o apetite. Além disso, eles diminuem as concentrações sanguíneas de triacilglicerol, de colesterol total e de LDL-colesterol, por reduzirem sua absorção no intestino e a lipogênese no fígado, o que contribui com o controle do peso corporal. Micronutrientes
      A soja apresenta maior quantidade de micronutrientes em relação às demais leguminosas. Apesar da presença de fitatos que podem reduzir a biodisponibilidade desses nutrientes, os fitatos podem ser eliminados através do tratamento térmico para obtenção de produtos proteicos da soja e também pelo processo de fermentação na produção de alimentos à base soja. Além disso, a indústria dispõe de recursos tecnológicos para fortificação desses produtos a fim de compensar uma menor biodisponibilidade de tais nutrientes, especialmente o cálcio, em bebidas à base de soja. 
      Cabe destacar ainda que, por exemplo, a substituição de até 30% da carne por proteína de soja não apresenta impacto negativo relevante na absorção do ferro. Estudos em humanos mostraram que a ingestão de concentrado de soja em quantidade equivalente a 23 gramas de proteína por dia não prejudicou a assimilação do cálcio, magnésio, zinco ou ferro da dieta.
      O consumo de uma porção de 30g de soja pode contribuir com até 11% dos valores diários (VD) recomendados para a ingestão de alguns minerais.
      Fatores antinutricionais da soja
      A soja crua possui fatores antinutricionais em sua composição capazes de provocar efeitos negativos na saúde humana. Dentre eles estão os inibidores de tripsina, que dificultam a digestão das proteínas, as hemaglutininas e as saponinas, que podem estimular processos inflamatórios no organismo; além dos fitatos, que podem interagir com alguns minerais como o ferro, cálcio e zinco e reduzir sua absorção.
      No entanto, os efeitos destes compostos podem ser desativados através do tratamento térmico adequado, feito com a proteína isolada de soja por exemplo, ou mesmo pelo processo de fermentação em alguns subprodutos da soja, melhorando a sua qualidade nutricional.
      Crescimento e desenvolvimento infantil
      As fórmulas infantis de proteína isolada de soja encontradas no mercado não contêm lactose e fornecem 67 kcal/dL. Por serem produzidas a partir da proteína isolada de soja, que sofre processamento térmico para inativação de fatores antinutricionais, mantém a qualidade da proteína no produto final.
      São, ainda, suplementadas com os aminoácidos (L-metionina, L-carnitina e taurina) e com alguns minerais como cálcio, para fornecer os conteúdos proteicos e minerais adequados, determinados por órgãos internacionais para a alimentação de lactentes nascidos a termo.
      Durante o primeiro ano de vida, de crianças nascidas a termo, embora a fórmula de proteína isolada de soja forneça nutrientes adequados para o crescimento e desenvolvimento normais, ela é indicada apenas nas seguintes circunstâncias: 
      grave intolerância persistente à lactose;  galactosemia;  tratamentos de alguns casos de alergia a proteína do leite de vaca;  desordens do metabolismo de carboidratos;  preferência por dieta vegetariana ou ainda por questões religiosas, éticas e fisiológicas que restringem o uso de fórmulas à base de leite de vaca e de outros animais. Para lactentes com alergia a proteína do leite de vaca, é indicada a fórmula com proteína hidrolisada ou com aminoácidos sintéticos caso a hidrolisada não seja tolerada. Devido à possibilidade de reações adversas à proteína de soja em lactentes menores de 6 meses de idade, a fórmula de soja não deve ser utilizada nesse período.
      Se o seu uso terapêutico for considerado para depois dos 6 meses de idade, por causa do seu baixo custo e melhor aceitação, a tolerância à proteína de soja deve primeiro ser estabelecida por provocação clínica.
      A partir de um ano de idade e após, a alimentação com fórmulas infantis à base proteína de soja isolada e suplementada com aminoácidos é capaz de suprir as necessidades de aminoácidos, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento infantil e para a reparação e manutenção proteica de adultos.
      Estudos indicam que, em crianças que receberam fórmulas à base de proteína isolada de soja, a concentração sérica de albumina, um marcador de adequação nutricional, apresenta-se normal, e que a mineralização óssea é equivalente àquela documentada em crianças alimentadas com fórmulas à base de leite de vaca.
      Revisões da literatura e de estudos clínicos comcrianças que receberam fórmulas à base de soja também não apresentam evidências de que o uso de fórmulas contendo proteína de soja possa prejudicar a adequação nutricional, o desenvolvimento sexual, neurológico ou ainda interferir na resposta imune a vacinas.
      Corroborando estes dados, um estudo prospectivo que acompanhou por cinco anos o desenvolvimento de gruposde crianças que receberam diferentes dietas (fórmula infantil à base de soja, ou fórmula infantil à base de leite ou foram alimentadas à base de leite materno) observou que o crescimento se apresentou dentro dos limites normais em todos os grupos avaliados.
      Ao analisar a prevalência de alergia a soja na infância, observa-se que esta é baixa, como elucidado por Katz etal. (2014), que realizaram uma revisão com meta-análise de 40 estudos que avaliaram o índice de sensibilização alérgica a soja em lactentes e indivíduos até os 19 anos de idade. Os resultados indicaram que a prevalência de alergia a soja para a população em geral foi de 0 a 0,5% (0,27), para a população referida foi de 0,4-3,1% (1,9) e para crianças alérgicas de 0 a 12,9% (2,7). A prevalência de sensibilização após a utilização de fórmulas à base de soja foi de 8,7 e 8,8%, respectivamente.
      Há evidências de que a alergia a soja na infância possa ser revertida. Um estudo clínico retrospectivo realizado com 133 pacientes com alergia mediada por IgE, observou que aproximadamente 50% das crianças se tornaram tolerantes a soja por volta dos 7 anos.
      Vale destacar ainda que o Instituto Nacional de Desenvolvimento de Ciências e do Ambiente corrobora o Painel de Experts em Fórmula Infantil de Soja, ao reforçar que a preocupação com os efeitos adversos relacionados ao conteúdo de isoflavonas da soja sobre o desenvolvimento de crianças é mínima. Os especialistas ressaltam ainda que as evidências sobre potenciais efeitos tóxicos da proteína isolada de soja nesta faixa etária são insuficientes para desencorajar seu uso).
      Sistema imune
      As proteínas da soja também desempenham papel importante no sistema imunológico, reduzindo processos inflamatórios e fortalecendo a imunidade. Um trabalho publicado em 2014 identificou que os peptídeos derivados da proteína da soja são capazes de inibir a expressão de citocinas pró-inflamatórias, diminuindo, por conseguinte, os processos inflamatórios crônicos no organismo.
      Outra pesquisa demonstrou que esses peptídeos são capazes de aumentar as defesas do organismo, reduzir o estresse e melhorar a circulação no cérebro. Tais efeitos decorrem da diminuição da produção de adrenalina e do aumento da concentração de dopamina, um neurotransmissor fundamental para a motivação, foco e produtividade. Contudo, ainda são necessários mais estudos para determinar seu mecanismo de ação.
      Saciedade e gerenciamento de peso
      Estudos têm demonstrado que as proteínas da soja contribuem para o gerenciamento de peso, uma vez que reduzem a velocidade de esvaziamento gástrico, o que ajuda no controle do apetite. Além disso, seus peptídeos bioativos aumentam a expressão dos receptores do hormônio colecistoquinina (CCK), responsável pelo aumento da sensação de saciedade, potencializando esse efeito.
      Uma pesquisa de intervenção realizada com 20 indivíduos obesos observou que a proteína da soja foi capaz de aumentar a sensação de saciedade, auxiliando na redução do consumo de alimentos e na perda de peso . Outro trabalho, realizado com 31 adolescentes saudáveis, identificou maior controle do apetite, com o aumento da saciedade e da qualidade da dieta, após o consumo de snacks ricos em proteína de soja, o que, ainda, contribuiu positivamente para a cognição e o humor.
      Síndrome metabólica: perfil lipídico
      Segundo dados do Relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre as doenças não comunicáveis, publicado em 2012, as doenças cardiovasculares foram responsáveis por 46,2% das mortes que ocorreram em todo mundo, sendo, assim, um importante problema de saúde pública. Um dos principais fatores de risco para a ocorrência dessas doenças é a síndrome metabólica, caracterizada pela presença de três ou mais fatores dentre oslistados abaixo:
      Excesso de gordura abdominal em homens, representado por valores de circunferência da cintura com mais de 102 cm e, nas mulheres, maior que 88 cm. Baixa concentração de HDL-colesterol no sangue: em homens, menos que 40mg/dL e, nas mulheres, menos do que 50mg/dL. Níveis sanguíneos de triacilglicerois elevados: 150mg/dL ou superior Pressão sanguínea alta: 135/85 mmHg ou superior Glicose elevada: 110mg/dL ou superior. Diversos estudos têm demonstrado que as proteínas da soja são capazes de reduzir o risco para o desenvolvimento desses fatores), especialmente no que tange aos níveis sanguíneos de colesterol e triglicérides, conforme descrito a seguir.
      Uma pesquisa realizada com 352 adultos constatou que as proteínas da soja diminuem a concentração de colesterol total no sangue e aumentam a concentração de HDL-colesterol em comparação às proteínas do leite. Outro estudo, realizado com mulheres no período pós-menopausa, verificou que o consumo de proteínas da soja contribuiu tanto para o aumento da captação de glicose pelas células quanto para a diminuição da concentração de LDL-colesterol no sangue.
      Estudos de revisão e meta-análise publicados entre 2004 e 2007 concluíram que o consumo de proteína da soja reduz a concentração de LDL-colesterol em torno de 3 a 5%. Em estudo de meta-análise com levantamentos de 1996 a 2008, incluindo ensaios clínicos randomizados e que totalizaram 43 publicações, foi observada associação entre o consumo de proteína da soja e a redução da concentração de LDL-colesterol.
      A redução média observada foi de 5,5% (-0,23mmol/L) em estudos paralelos e de 4.2% (-0.16mmol/L) em ensaios do tipo crossover, em comparação ao basal. Corroborando estes dados, uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados relatou que o consumo médio diário de 25g de soja contribui para redução média de -0,23mmol/L (8,9mg/dL) na concentração de LDL colesterol (p<0.0001).
      Em relação ao colesterol total, a redução média foi de - 0.22mmol/L (8,5mg/dL) (p<0.0001), o equivalente a 3,7% de redução em comparação às concentrações detectadas antes da intervenção.
      A redução da colesterolemia, mesmo que pequena, parece ser eficiente na diminuição dos índices de mortalidade por doenças cardiovasculares, uma vez que a diminuição de 10mg/dL de LDL-colesterol reduz o risco cardiovascular em torno de 10% . Assim, evidências apresentadas suportam o benefício do consumo da proteína da soja como parte de uma alimentação equilibrada para gerenciamento da concentração do colesterol plasmático.
      Atividade física
      A prática de exercícios físicos promove a degradação das proteínas musculares, com a oxidação dos aminoácidos. Pesquisas têm observado que as proteínas da soja contribuem com a síntese das proteínas musculares e reduzem o dano causado às fibras desse tecido, especialmente pela presença de leucina em sua composição.
      Uma pesquisa realizada com homens jovens submetidos a treinos de resistência, três vezes por semana, observou que o consumo de suplementos contendo a proteína de soja foi capaz de aumentar a massa magra após três meses de acompanhamento. Um trabalho realizado com 60 mulheres pós-menopausa e com osteoporose constatou que o consumo da proteína isolada de soja, associado a exercícios físicos, realizados quatro vezes na semana por um período de 12 semanas, propiciou aumento significativo tanto da massa muscular quanto da óssea.
      Diversos estudos demonstraram também que a proteína isolada de soja aumenta a massa muscular da mesma forma que as proteínas do leite. Ademais, a combinação de soja e leite pode melhorar a síntese de proteínas musculares, aumentando a disponibilidade de aminoácidos.
      Envelhecimento
      O processo de envelhecimento pode aumentar o risco para o desenvolvimento de algumas doenças, como a osteoporose e a sarcopenia, caracterizadas pela redução das estruturas óssea e muscular, respectivamente.
      Um estudo observou que o consumo de 40g de proteína de soja, por um período de três meses, reduziu o risco de fraturas em homens saudáveis. Recente revisão concluiu que a suplementação com a proteína de soja é eficiente para reduzir a degradação das proteínas musculares durante o processo de envelhecimento.
      Segurança no consumo da proteína isolada de soja
      A soja é um alimento com alta densidade nutritiva, rico em proteínas de alta qualidade, capaz de suprir as necessidades proteicas em todas as fases da vida. Contudo, seu consumo esbarra em uma série de conceitos imprecisos, que serão elucidados a seguir. 
      Consumo de soja e as funções endócrinas e reprodutivas
      Alguns estudos encontraram fracas evidências sugerindo a relação entre o consumo de fórmulas à base de proteína de soja e o aumento dos níveis urinários de isoflavonas. Entretanto, nenhum dos autores encontrou diferenças significativas entre as concentrações dessas isoflavonas e os níveis de hormônios estrogênicos em crianças. Além disso, uma recente meta-análise relatou que os fitoestrógenos encontrados no sangue dessas crianças estavam na sua forma conjugada, sendo, assim, incapazes de exercerem efeitos hormonais.
      Do mesmo modo, não foram encontradas evidências convincentes que comprovem que o consumo da proteína de soja possa alterar a idade da menarca e/ou a duração do ciclo menstrual, e nem tampouco a função tiroidiana.
      Consumo de soja e efeito feminilizante e infertilidade em homens
      Existe o mito de que, devido ao conteúdo de isoflavonas presente na soja, seu consumo poderia aumentar os níveis de estrogênio e diminuir os níveis de testosterona em homens. Neste contexto, fundamentou-se a teoria de que isso poderia causar ginecomastia, infertilidade e efeito feminilizante.
      A ginecomastia pode ser causada por aumento de estrógeno, que leva a proliferação do tecido mamário, e diminuição de andrógeno, hormônio que, normalmente, inibe esse fenômeno. Há relatos de casos sobre o consumo de soja e ginecomastia, porém deve-se lembrar da limitação deste tipo de pesquisa, pois o efeito foi detectado em apenas um único indivíduo.
      Martinez e Lewi (2008) publicaram um relato de caso de um homem de 60 anos com ginecomastia e níveis de estrogênio drasticamente elevados. A hipótese era a de que a causa seria o consumo de extrato de soja e isoflavona.
      No entanto, o participante consumia 3 litros de extrato de soja por dia, uma quantidade que fornece aproximadamente 360mg de isoflavonas, valor além do consumo habitual e também do encontrado em uma dieta típica japonesa, população que apresenta o maior consumo.
      Messina (2014) discute que até mesmo a ingestão excessiva de outros alimentos muito nutritivos pode produzir efeitos indesejáveis. Assim, se um indivíduo consumisse uma quantidade similar de leite de vaca no lugar do extrato de soja, a ingestão de cálcio teria excedido o limite de segurança superior em cerca de 50%, o que poderia ter levado a efeitos adversos graves, como a hipercalcemia.
      Em relação ao potencial efeito de infertilidade em homens causados pelo consumo de soja, há evidências sólidas que contrapõem este mito.
      Uma meta-análise de 32 estudos com população de homens adultos teve como objetivo determinar se as isoflavonas exercem efeitos similares aos do estrogênio em homens, diminuindo a testosterona biodisponível, a globulina de ligação do hormônio sexual (SHBG), a testosterona livre e o índice de andrógeno livre (FAI). No entanto, o estudo não observou efeitos significativos no perfil hormonal tanto para níveis de testosterona quanto para SHBG.
      A média de consumo de isoflavonas nos estudos variou entre 20 e 900mg/dia e a média de proteína de soja foi de 0 a 17g/dia. Embora os estudos avaliados tenham sido de duração inferior a 6 meses, a ingestão de proteína de soja e isoflavona excedeu muito a da dieta típica japonesa, que é de 6 a 11g e de 25 a 50mg, respectivamente.
      Estes dados demonstram que o consumo de soja ou suplementos de isoflavona não tem efeitos adversos associados aos níveis mais baixos de testosterona. Os resultados desta meta-análise sugerem que nem os alimentos de soja e nem os suplementos de isoflavonas alteraram as concentrações de testosterona, sendo seu consumo seguro para homens.
      Considerações finais
      O Brasil é o segundo maior produtor mundial de soja e o segundo maior exportador do grão, do óleo e do farelo da soja, atrás somente dos Estados Unidos. É um produto versátil que pode ser consumido tanto na sua forma in natura quanto na processada, como a proteína isolada de soja.
      A proteína isolada de soja é a forma mais refinada e pura da proteína da soja, contendo cerca de 90% de proteínas em base seca. Ela é feita a partir de grãos desengordurados, com a remoção de outros componentes, como os carboidratos, e seu processamento térmico permite a inativação dos fatores antinutricionais.
      A proteína isolada de soja é fonte de proteínas de alta digestibilidade/disponibilidade e, por ser de origem vegetal, não possui lactose e nem colesterol. Por apresentar sabor neutro, é uma opção para ser adicionada em alimentos e ingredientes diversos a fim de aumentar o valor nutricional da preparação e/ou refeição.
      Estudos demonstraram que tanto a proteína da soja como seus compostos bioativos apresentam efeitos benéficos para a saúde, atuando no crescimento e desenvolvimento infantil a partir de um ano de idade, na saciedade e no gerenciamento do peso, na síndrome metabólica e no aumento das massas muscular e óssea.
      Seu consumo não é indicado entre zero e 6 meses de vida, sendo potencialmente indicado dos 6 aos 12 meses de vida, com o uso de fórmulas infantis à base de proteína isolada de soja. Mostra-se seguro a partir dos 6 meses de vida e é recomendado especialmente para indivíduos com alergia a proteína do leite de vaca ou intolerância à lactose.
      O consumo de 25 g de proteína de soja por dia, associado a uma alimentação equilibrada e a hábitos de vida saudáveis, contribui para ajudar a redução do colesterol.
      Proteina-Isolada-Soja.pdf
      Referências:
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      Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução - CNNPA nº 12, de 1978a [acesso em 15 fev 2016]. 
      Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/aditivos-alimentares-e-coadjuvantes
      Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução - CNNPA nº 14, de 1978b. [acesso em 23 fev 2016]
      Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/aditivos-alimentares-e-coadjuvantes
      Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução RDC nº 268, de 22 de setembro de 2005 aprovao “Regulamento técnico para produtos proteicos de origem vegetal”, 2005 [acesso em 15 fev 2016]. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/registros-e-autorizacoes/medicamentos/produtos
      Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Brasil). Alimentos com alegações de propriedades funcionais e ou de saúde, novos alimentos/ingredientes, substâncias bioativas e probióticos, 2008. IX - Lista de alegações de propriedade funcional aprovadas [acesso em 15 fev 2016]. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/alimentos/alegacoes
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    • Por Extasy
      IDADE: 20 anos
      ALTURA: 1,77 m
      PESO: 75 kg
      MUSCULAÇÃO: 3 anos (desde 17 anos).
      CICLO: 1~4 dsdn Testogar (1 ml)
      OBJETIVO: Ganho de Massa Muscular Magra com pouca Retenção de Liquidos.

      Bom dia galera,

      Daqui a aproximadamente 1 semana, iniciarei um ciclo leve somente de Testogar (não irei complementar com nenhum outro AE). Não quero usar nada mais forte do que isso.
      Meu propósito era malhar a vida toda, somente com alimentaçao, disciplina e descanso. Porém, ao longo desses 3 anos, cada vez mais fica dificil de crescer. Entao busco nesse "ciclozinho", dá uma estigada à mais no meu corpo.

      Ciclarei 14 ml de Testogar, durante 4 semanas, aplicando dia sim - dia não (dsdn).

      Durante o ciclo vou suplementar com Whey + Dextrose + Creatina, e após o ciclo vou botar um NO2 no lugar da Creatina.

      Sinceramente, ainda não sei se vou fazer TPC pra um ciclo desse. Vou me proteger bebendo bastante água, e acredito que com um tempo sem tomar nada, meu corpo se recupere e meu eixo HTPA desiniba.

      Enfim, o que vocês acham desse ciclo?

      E outra coisa: como a aplicação é dia sim - dia não, acho que aplicar no deltoide vai ser complicado, porque, pesquisando, vi que aplicações constantes no ombro é perigoso. O que vocês acham disso? Tem perigo ou não?

      Valeu galera, forte abração.

      KEEP CALM and BORA HIPERTROFIAR

    • Por Locemar
      Salve a todos. 
      Em meados de Julho de 2019 eu tive um rompimento completo do tendão do tríceps. Era uma tendinite que havia começado há uns 10 anos e foi se agravando. Fiz fisioterapia, ressonância, osteopatia, mas aos poucos o treinamento com pesos foi minando a resistência do tendão até que num belo dia, durante um treino de defesa pessoal, num esforço que eu fiz (sem torção nem chave de braço) meu tendão se rompeu e foi dali para o hospital com o braço quase paralisado. 
      Até procurar um ortopedista, marcar a ressonância, esperar o resultado sair, levar pro médico avaliar e marcar a cirurgia deu pouco mais de 1 mês. Então dia 28 de Agosto eu estava na mesa de cirurgia pra darem um remendo no meu braço. 
      Recuperação tranquila e em 3 meses eu estava com o braço totalmente pronto para atividades normais (dirigir, carregar sacola de mercado, trabalhar, arrumar a casa, etc) mas mantive a fisioterapia até final de dezembro. 
      Em janeiro deste ano, fui liberado para retornar aos treinos, obviamente de forma leve, respeitando o corpo e o tempo parado, e o pior, totalmente zerado de hormônios.
      Durante 4 meses de recuperação em mantive apenas 40mg/dia de tamoxifeno. Em janeiro de 2020 fiz mais de 50 exames laboratoriais para avaliar como estaria meu organismo após 15 anos de esteroides e depois quase 6 meses sem esteroides. 
      Como obviamente minha testo estava baixa (dentro do que se considera normal, mas baixa) e eu não entraria com nenhuma droga até me readaptar ao treino, resolvi fazer uma experiência. Discute-se muito a respeito da eficácia do tribulus e maca peruana para ajudar no aumento de testosterona. Alguns estudos apontam total inutilidade enquanto outros dizem ajudar em indivíduos que tem deficiência na produção. Pois bem, importei no site iHerb Tribulus da AllMax 750g com 90% de saponina, Maca Peruana Raw da NOW  750mg e Vitamina D 5000ui da NOW. 

      Minha intenção era refazer todos os exames após usar estes potes e ver se mudaria algo. Mantive então:
      - Tribulus 1500mg/dia
      - Maca Peruana 1500mg/dia
      - Vitamina D 10.000ui/dia
      Durante este período, fui aos poucos recuperando meu fôlego (que estava péssimo) e ganhando força além de perder um pouco de gordura. Todo o braço esquerdo ainda está muito atrofiado. A perda de força do tríceps foi absurda e o bíceps esquerdo ainda está sofrendo para se igualar ao direito. Ainda sim, tive progresso principalmente nos treinos de pernas e costas. Pernas eu ainda fazia alguns movimentos de agachamento na academia de um amigo, mas não eram treinos com uma rotina fixa e tinha semana que eu nem ia.
      Sendo assim, irei postar agora os 2 exames comparativos de 6 de Janeiro e 6 de Março, bem como as minhas fotos atuais com 1 mês e meio de treino. E para dar o bom exemplo...
       
      Idade: Faço 40 anos agora em setembro
      Altura: 1,90m
      Peso: 109~110kg (o mesmo peso que eu tinha com uso de aes). Iniciei com 70kg (sim, era só o pó da rabiola).
      Medicações em uso (Anticoncepcional, antidepressivo,anti hipertensivo, etc...): Atualmente sem nada. Em 2016 precisei fazer uso de alguns antidepressivos durante pouco mais de 1 ano, mas já estou totalmente sem.
      Problemas de Saúde e história de cirurgias: Enxaqueca controlada e um tríceps remendado. Tenho os dois LCAs de ambos os joelhos rompidos ☺️ Já operei as duas mamas por ginecomastia.
      Exames de sangue hormonais recentes: Colocarei tudo logo abaixo.
      Ciclos FEITOS com dose e tempo: Então...vou fazer 22 anos de treino e 15 ciclando. Nunca usei trembo (e nem pretendo); masteron só usei 1 vez; stano injetável só usei na época do winstrol em ampola e basicamente meus ciclos são variando testo, deca, dianabol (que me dou muito bem) e as vezes boldenona. Já experimentei hemogenin poucas vezes. Evito ao máximo esteroides orais e meus ciclos geralmente ficam na casa de 200 a 600mg por semana. Masteron me fez perder muito cabelo embora eu ja tenha notado uma gradativa queda ao longo do tempo, provavelmente pela manutenção da testosterona. Neste período parado o cabelo cresceu consideravelmente com uma ajudinha de Minoxidil + propilenoglicol + 17 alfa estradiol
      Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo: Vou iniciar com propionato de testo com aplicações diárias subcutâneas de 35ui (mais ou menos 35mg/dia ou 245mg/sem)
      Divisão de treino e horário do mesmo: Atualmente estou com ABC de segunda a sábado. Retornarei ao boxe esta semana para ter um aeróbico pois estava sem nada até então. Sou péssimo pra ficar na esteira ou bicicleta. Mês que vem retorno à defesa pessoal. 
      Dieta com quantidade de proteína/carboidrato/gordura por dia: Com o eixo hormonal desfavorável, a perda de gordura tá difícil mas também não estou muito regrado na dieta. Procuro bater 2g de proteína por dia e tento reduzir o carbo. Vale lembrar que nunca fui de me manter em dieta restrita calculando milimetricamente gordura e carbo. Meu gasto calórico com musculação, boxe e defesa pessoal era alto então mesmo escapando numa hamburgueria final de semana ou uma pizza, ainda mantinha qualidade razoável.
      Segue agora as fotos comparativas. Abaixo, um parâmetro de como eu era (desculpe as fotos fora de posição, nunca fui de tirar foto posando e nunca fiz qualquer relato neste fórum).

      Abaixo...minha situação lastimável durante os meses parado em recuperação...

      E abaixo...as fotos tirada nesta segunda 10/03/2020. Notem na foto de costas a diferença absurda de um tríceps para o outro. (o tríceps operado foi o esquerdo mas na foto está invertido)


      O tríceps esquerdo aparentemente ficará mais encurtado que o outro. Percebo que a cabeça longa é a que mais sofreu na história então vou ter que lutar pra meter volume aí novamente. 

      E agora....os exames. Na esquerda, feitos em 06/01 e na direita, 06/03.









       
         Aqui eu queria entender por que raios essa ferritina está alterada assim.  

       



      Aqui, pelo resultado, eu tenho algumas considerações. 
      Não sabemos ao certo o que fez os valores mudarem, se foi apenas a Vit.D, o combinado dos suplementos ou o fato deu ter retornado aos treinos consistentes. Ou até mesmo a junção de tudo. A testo total se manteve, mas variou um pouco a livre e a biodisponível. Nada expressivo também o que dá pra concluir alguma coisa sobre a eficiência destes produtos no aumento da testosterona.



      Por fim, vale lembrar que não estou desesperado pra me recuperar. Não pretendo competir, não pretendo entrar em dieta super restritiva e meu relato é apenas para avaliar exames laboratoriais após 15 anos quase ininterruptos de esteroides, bem como o impacto dos tais suplementos na produção de testosterona que tanto falam por aí. 
      Sobre a libido, naturalmente neste período senti ela diminuir, mas não ficou zerada. Na verdade me senti até melhor assim do que quando a testo tava alta e as vezes dificultava para me concentrar por ficar pensando besteirinhas.
      O psicológico não senti qualquer alteração. Me mantive bem o tempo todo, sem desânimo, sonolência ou preguiça. 
      Pretendo fazer novos exames dentro de 1 mês para avaliar como a testo ta batendo aqui. Tenho um bujão de 30ml de prop da Gold Labs e ficarei com ele até o final. Tenho também 3 ou 4 potinhos de dianabol da Gold e 20ml de deca. Não sei quando vou usa-los e nem se irei usa-los. No momento quero reduzir meu percentual de gordura melhorando a taxa hormonal e retornando aos aeróbicos.
      Ainda manterei a Vit.D diariamente em 5000ui e esqueci de mencionar que entrei com creatina 10g há 2 semanas. Na dieta, complemento com whey concentrado quando não consigo atingir os macros do dia. 
      Fiquem a vontade pra sugerir qualquer coisa, fazer qualquer comentário, fazer qualquer pergunta, tirar um sarro ou apenas me desejar boa sorte.
       

       
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