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duduhaluch

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  1. Bom galera, nesse artigo rápido vou apenas tentar esclarecer algo que é motivo de confusão e controvérsia, ao meu ver desnecessária. Não importa muito o éster de testosterona que você vai usar durante um ciclo, em relação aos efeitos anabólicos e colaterais. Qualquer testosterona vai possuir praticamente os mesmos efeitos quando usada em doses equivalentes. O ganho de massa muscular, a queima de gordura e a retenção serão semelhantes, e o que vai diferenciar isso basicamente é o seu planejamento de dieta. Você vai ficar retido em bulk usando cipionato ou propionato, o tempo de ação da droga va
  2. Blz galera, voltando a escrever sobre ciclos aqui p vcs, p coclocar algumas ideias novas, já q parei de escrever pq estavam denunciando meu perfil. Vamos lá, esse texto serve principalmente p galera que cicla e faz TPC. O erro da galera está em achar que um ciclo como deca e testosterona (principalmente as de meia-vida longa) é um bom ciclo pq gera ganhos de ~8-12kg, mas a verdade é que esses ganhos são a maior parte ilusórios, pq são ganhos mto rápidos e de qualidade bem duvidosa (mta água em geral). E isso é feita às custas de uma grande supressão do eixo HPT, e tb com o risco de colater
  3. Maravilhosa época, em que a simetria e a estética eram mais valorizadas no bodybuilding, época em que a trembolona (finaject, parabolan), boldenona e o GH entraram no mercado e foram difundidas rapidamente entre a elite do fisiculturismo. O padrão estético dos anos 80 parecia ser aquele instituído por Frank Zane, físicos com muita qualidade estética e cintura fina, como Lee Labrada, Rich Gaspari, Mohamed Makkawy, Bob Paris, Albert Beckels, Sammir Bannout, Chris Dickerson, entre tantos outros. O GH revolucionou o Bodybuilding nos anos 80, principal responsável pela melhora e
  4. O protocolo básico de suplementação pós-treino defendido pela maioria dos nutricionistas e treinadores é o shake com carboidratos (em geral de alto IG como maltodextrina e dextrose, ou absorção rápida e baixo IG como waxy maize) com uma proteína, em geral de absorção rápida (whey concentrado, isolado ou hidrolisado) [1]. A princípi...o não vejo nenhum problema com esse protocolo, mas a minha ideia aqui é abordar o assunto de uma forma mais ampla, considerando o metabolismo pós exercício físico e principalmente o objetivo do praticante de atividade física, ganho de massa muscular (bulk) ou defi
  5. O fator de crescimento 1 semelhante à insulina (IGF-1, somatomedina C) é um hormônio peptídeo anabólico de 70 aminoácidos que é estimulado pelo hormônio do crescimento (GH) após o nascimento e tem pronunciada atividade estimulante do crescimento [1]. Dada a baixa afinidade do GH com as proteínas plasmáticas, ele é rapidamente eliminado do sangue, com uma meia-vida de aproximadamente 20 minutos. Já o IGF-1 é sintetizado 90% no fígado pelo estímulo do GH, é liberado lentamente e se une a seis proteínas de ligação do IGF diferentes (IGFBPs), sendo a proteína 3 de ligação do IGF (IGFBP-3) responsá
  6. O presente artigo não tem objetivo primordial de comparar o aeróbico em jejum com outras formas de aeróbico com objetivo de queimar gordura, mas esclarecer porque esse método é tão eficiente para queima de gordura e porque você não precisa se preocupar com o catabolismo. Embora os carboidratos sejam o combustível primordial que o organismo utiliza durante a atividade física, quando as reservas de carboidrato são depletadas o corpo precisa depender intensamente da oxidação da gordura para a produção de energia. No estado alimentado¸ a fonte predominante de energia é a reserv
  7. O controle de dopagem compulsório nos Jogos Olímpicos começou efetivamente em 1968. A caracterização da dopagem tem por base a identificação de uma substância considerada doping e/ou seus metabólitos em amostras biológicas (urina, sangue) fornecidas pelos atletas em competição ou durante a fase de treinamento visando a uma competição [1]. Nesse artigo pretendo discutir brevemente algumas das técnicas e métodos mais usados entre atletas para escapar de exames antidoping. A ênfase será em drogas mais populares nos esportes de força, como esteroides androgênicos e peptídeos, mas também em drogas
  8. Recentemente se tornou comum o uso de suplementos intra-treino por fisiculturistas e adeptos da musculação, como carboidratos (maltodextrina, dextrose), com a finalidade de repor energia, e aminoácidos como BCAAS e glutamina, que prometem efeito anti-catabólico [1]. Essa ideia equivocada tem como pressuposto o fato de durante o exercício físico o corpo aumentar a liberação de hormônios catabólicos, como o cortisol e também as catecolaminas (adrenalina e noradrenalina). O equívoco está em desprezar os efeitos benéficos da atividade desses hormônios, olhando ingenuamente apenas pelo lado do cata
  9. Já é bem conhecido entre os usuários de esteroides o estado de hipogonadismo hipogonadotrófico induzido pelo uso de esteroides androgênicos, que têm como consequências baixos níveis de testosterona, hormônio luteinizante (LH) e hormônio folículo estimulante (FSH). Essa supressão do eixo HPT (hipotálamo-pituitária-testicular) pode provocar queda na libido, depressão, disfunção erétil, perda de massa muscular, ganho de gordura, e principalmente infertilidade pela baixa produção (oligospermia) ou ausência da produção de espermatozoides (azoospermia). Estudos têm indicado que em geral esse quadro
  10. A ginecomastia, caracterizada por um excessivo crescimento da glândula mamária masculina, é um dos colaterais mais comuns dos esteroides anabolizantes. O aumento do tecido glandular deve ser distinguido do acúmulo excessivo de tecido adiposo (lipomastia); tecido glandular é firme e contém cordões do tipo fibroso [1]. Ginecomastia induzida pelo uso de esteroides androgênicos acontece basicamente pelo grande desequilíbrio hormonal causado por essas drogas. Alguns esteroides podem sofrer aromatização (testosterona, nandrolona, dianabol, boldenona), que é a conversão de testosterona em estradiol a
  11. Não faz sentido certas comparações que vejo por aí, principalmente sobre stanozolol e masteron. São drogas com a mesma finalidade, drogas estéticas, ambas deixam o físico com muita qualidade, ambos são derivados do DHT. No entanto, stanozolol é mais anabólico que masteron, e também age por vias diferentes, não mediadas pelo receptor androgênico (classe 2), além de ser poderoso em reduzir os níveis de shbg (aumentando a potência do ciclo). Já masteron, mesmo sendo menos anabólico, em boas doses é uma droga que dá uma qualidade superior ao shape, pelo possível efeito anti-estrogênico e tamb
  12. Está claro para a grande maioria das pessoas que gostam e acompanham o Bodybuilding a importância dos hormônios no esporte. Uma análise das categorias femininas do Fisiculturismo deixa isso ainda mais claro. A ideia desse artigo é mostrar como o shape de uma atleta é moldado pelo uso de hormônios e também a importância do treinamento e da genética no desenvolvimento do shape da atleta. Treinamento e esteroides devem sempre ser planejados em conjunto, principalmente para as mulheres, porque o fator genético conta muito na forma do corpo de uma pessoa, e as mulheres são muito mais sensíveis
  13. Muitos usuários de esteroides novatos, e até mesmo alguns experientes, estão sempre a depositar toda fé nas drogas (hormônios, thermogênicos, diuréticos, etc), e acreditam que o simples fato de usarem drogas que não aromatizam ou esteroides com efeitos anti-estrogênicos (masteron, primobolan) irão ter ganhos sem nenhuma retenção independente da dieta (bulk, cutting). Pior é aqueles que atribuem toda retenção ao sódio da dieta, aí fazem dieta restringindo sódio ao extremo e/ou mesmo fazendo a bobagem de usar diuréticos constantemente. Nosso corpo é uma máquina inteligente, que funciona melhor d
  14. Metiltestosterona é basicamente uma testosterona na forma oral, e portanto tem os mesmos efeitos das testosteronas injetáveis, embora não a mesma eficácia. Por ter uma ação rápida, com meia-vida de ~6-8 horas, muitos atletas gostam de usar essa droga antes dos treinos ou competições, visando aumento da agressividade e força, já que não é tão poderosa em ganhos anabólicos como as testosteronas injetáveis. Assim como as testosteronas injetáveis metiltestosterona também sofre ação das enzimas aromatase e 5-alfa-redutase e portanto se converte em estrogênio e DHT, podendo provocar colaterais como
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