<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0"><channel><title>Mat&#xE9;rias: Mat&#xE9;rias - Nutri&#xE7;&#xE3;o Esportiva</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/page/5/?d=1</link><description>Mat&#xE9;rias: Mat&#xE9;rias - Nutri&#xE7;&#xE3;o Esportiva</description><language>pt</language><item><title>Uma droga chamada a&#xE7;&#xFA;car</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/uma-droga-chamada-a%C3%A7%C3%BAcar-r321/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2019_11/acucar.jpg.57fffdd30de69cecb7a5e87b86cee7d4.jpg" /></p>
<h2>
	Cana-de-açúcar não é açúcar
</h2>

<p>
	Um certo dia, andando pela mata, uma pessoa descobriu a cana-de-açúcar - "<em>Nossa, que delícia!!!</em>” - e levou para sua casa.
</p>

<p>
	Esta pessoa consegui chupar 3 paus de cana em meia hora e ficou com a boca cansada. Ele devia ter ingerido aproximadamente 350 ml de um líquido contendo: água, sacarose, sais minerais, vitaminas, fibras, etc. Tudo bem, ele conseguiu digerir numa boa. Seu pâncreas nem reclamou.
</p>

<h2>
	Esprema a cana e tenha a garapa
</h2>

<p>
	E agora, todo mundo "chupa cana?” Passado algum tempo, eis que: "Pô pessoa, chupar cana num é mole não...num dá pra espremer o bagaço?"  E conseguiram. Inventaram a garapa. QUE MARAVILHA! Opa! Espera aí... era tarde, a pessoa começou a tomar garapa que como se fosse água - 500 ml a 1 litro em 10 minutos.
</p>

<p>
	Aí o Sr. Pâncreas começou a reclamar porque estava fazendo horas extras todos os dias e insulina na pessoa!
</p>

<h2>
	Ferva a garapa e tenha o melado de cana
</h2>

<p>
	Um certo dia, alguém resolveu ferver a garapa, e saiu o melado de cana, muito mais concentrado: 10 litros de garapa viraram um copo de melado. "Que delicia! Vamos fazer um bolo? Que nada, vai puro mesmo!” E aí a pessoa virou o copo pra dentro.
</p>

<p>
	Imaginando a proporção: 10 litros de garapa dentro de um copo ingeridos em 10 minutos. É gente, o pâncreas que se cuide!
</p>

<h2>
	Veio a rapadura e o açúcar refinado
</h2>

<p>
	Para agravar a situação, os Persas bolaram a rapadura, ainda mais concentrada, e logo após as benditas refinações.  Aí "ferrou" tudo…
</p>

<p>
	Fugindo desse pouco de descontração, vamos falar sobre o açúcar, que é falar de um assunto sério.
</p>

<h2>
	Açúcar tem muita caloria e não tem valor nutricional
</h2>

<p>
	O açúcar é um alimento calórico e sem nenhum valor nutricional.
</p>

<p>
	Os malefícios do açúcar são amplamente conhecidos, entretanto o consumo exorbitante desse veneno em forma de alimento segue devastando a saúde e semeando doenças. O melhor é não usar nenhum tipo de açúcar, mas, no caso de se usar, deve-se dar preferência aos tipos mascavo e demerara.
</p>

<p>
	O açúcar é uma coisa tão refinada que vai direto para o sangue e causa uma série de alterações físicas e mentais no consumidor.
</p>

<h2>
	Açúcar é droga do prazer
</h2>

<p>
	O açúcar dá uma certa bobeira mental, cientificamente explicada pelo encontro da insulina com um aminoácido chamado triptofano que é rapidamente convertido no cérebro em serotonina, um tranqüilizante natural. 
</p>

<h2>
	Doenças causadas pelo açúcar
</h2>

<p>
	Alem disso, é considerado como um produto antibiológico, ou "antivida", ele está diretamente ligado à causa para o surgimento de várias doenças, como:
</p>

<ul>
	<li>
		arteriosclerose;
	</li>
	<li>
		 câncer;
	</li>
	<li>
		 leucemias;
	</li>
	<li>
		 diabetes;
	</li>
	<li>
		 enxaquecas;
	</li>
	<li>
		 insônia;
	</li>
	<li>
		 asma;
	</li>
	<li>
		 bronquite;
	</li>
	<li>
		 infecções;
	</li>
	<li>
		 pressão alta;
	</li>
	<li>
		 diarréias crônicas;
	</li>
	<li>
		 perturbações e doenças visuais;
	</li>
	<li>
		 problemas de pele;
	</li>
	<li>
		 distúrbios glandulares;
	</li>
	<li>
		 cáries;
	</li>
	<li>
		 problemas de crescimento;
	</li>
	<li>
		 osteoporose.
	</li>
</ul>

<h2>
	Açúcar comercial é um ácido cristalizado
</h2>

<p>
	O açúcar comercial nada mais é do que um ácido cristalizado. No passado, com seu alto preço só uma minoria nobre podia utilizá-lo, contudo, agora o seu altíssimo consumo está causando a degeneração nos seres humanos e até em animais.
</p>

<h2>
	Diabetes
</h2>

<p>
	Inicia-se a era das novas doenças, "a degeneração da raça humana" causada pelo mau uso do açúcar, que causa um STRESS absurdo no organismo e o pâncreas para de produzir insulina. Surge a DIABETES MELLITUS, uma doença que  faz as pessoas eliminarem açúcar pela urina. Hoje existem 6,5 milhões de diabéticos no Brasil. Morrem 300.000 por ano nos EUA.
</p>

<p>
	Não bastando ainda, causa defeitos genéticos. Por exemplo: hoje, a cada 5 crianças que nascem uma será diabética.
</p>

<h2>
	Não importa se o açúcar é "saudável"
</h2>

<p>
	Portanto não importa se é açúcar orgânico, mascavo ou mel, o problema é a super concentração de açúcar, que quando ingerida, vai depressa demais para a corrente sanguínea, queimando todas as etapas da digestão, fazendo subir o nível da glicose no sangue.
</p>

<p>
	O mecanismo é muito simples: ao consumirmos açúcar em demasia, o organismo, através das células beta das ilhotas de Langherhans do pâncreas, produz muita insulina, que é o hormônio responsável pela “queima” da glicose do sangue.
</p>

<p>
	Ora, quanto mais açúcar é consumido, mais insulina é produzida. Com o tempo, e com o consumo continuado, o pâncreas produz mais insulina do que o necessário, pois a sua liberação depende da avaliação da intensidade de estímulos gástricos e da dosagem de glicose proveniente do sistema porta e hepático.
</p>

<p>
	Um pouco mais de insulina determina queima a mais de glicose, gerando falta causando assim a HIPOGLICEMIA. Entre jovens e adultos, três a cada cinco tem a doença - estágio pré-diabético.
</p>

<h2>
	Será você o próximo?
</h2>

<p>
	Hoje muitas doenças modernas são provocadas pela poluição alimentar, devido a uma nutrição desequilibrada, colaborando também para o surgimento de diversas doenças. Precisamos de clareza no cérebro e não de serotonina. Não se deixe levar por este gostoso veneno.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">321</guid><pubDate>Sun, 17 Jul 2011 21:45:00 +0000</pubDate></item><item><title>Qual o Melhor Hor&#xE1;rio para Ingerir Prote&#xED;nas?</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/qual-o-melhor-hor%C3%A1rio-para-ingerir-prote%C3%ADnas-r315/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="caseina-dimatize-199x300.jpg" data-loading="true" height="300" title="caseina-dimatize" width="199" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/caseina-dimatize-199x300.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Uma dúvida comum nos praticantes de Musculação, é em relação sobre o melhor horário para ingerir proteínas.
</p>

<p>
	O exercício de força estimula a renovação de proteínas musculares, seja através da síntese ou pela degradação. Quando existe ausência da ingestam deste nutriente, o equilíbrio protéico permanece negativo nas fases iniciais da recuperação pós-treino. Além disso, a degradação de proteínas miofibrilares permanece elevada até 48 horas após exercícios de força intensos. Assim, durante a recuperação pós-exercício, os eventos catabólicos predominam. Este desequilíbrio entre a síntese e a degradação de proteínas parece ser causado pela relação antagonística entre a insulina e o cortisol (Bacurau, 2007).
</p>

<p>
	Por exemplo, Volek (2003) cita que caso os aminoácidos essenciais não estejam imediatamente disponíveis após o exercício, a síntese de proteínas e a recuperação entre as sessões de exercícios serão comprometidas. Há evidências de que o tempo da ingestão de suplementos protéicos, em relação ao exercício de força, influencie o equilíbrio protéico, e conseqüentemente a hipertrofia resultante do exercício.
</p>

<p>
	A atividade física aumenta as necessidades protéicas do corpo. A ingestão de alimentos pode estimular a síntese protética, estimulando a produção de insulina e reduzindo a quebra de proteínas (Wolfe, 2000). Portanto, é necessária a ingestão de alimentos para causar um equilíbrio protéico positivo (Wolfe, 2000).
</p>

<p>
	Com o exercício, a síntese de proteína do músculo e de todo o corpo diminuem, e a degradação de aminoácidos aumenta. Diversas pesquisas avaliaram o equilíbrio de nitrogênio em pessoas ativas. Nestes estudos, o gasto energético aumenta as necessidades de proteína do corpo, não importando o tipo de exercício realizado. A falta de equilíbrio no metabolismo de proteínas resulta no catabolismo, ou seja, ocorre um equilíbrio negativo de nitrogênio (Colker e colaboradores, 2000). Se o grande aumento da degradação de proteínas é a principal resposta do músculo estriado ao treino de resistência, durante as fases iniciais da recuperação a atenuação dos causadores do catabolismo torna-se essencial para favorecer a hipertrofia muscular. A importância desta contenção deve-se ao fato de que a degradação de proteínas é um evento que pode inibir o crescimento muscular, ao invés de ser um componente do processo de hipertrofia. Portanto, a redução na liberação do cortisol e outros hormônios que causam a degradação de proteínas é uma forma de estimular a hipertrofia e inibir o catabolismo (Bird, Tarpenning e Marino, 2006).
</p>

<p>
	Qual a Melhor Fonte Protéica?
</p>

<p>
	As proteínas solúveis do soro do leite, também conhecidas como whey protein são extraídas da porção aquosa do leite, gerada durante o processo de fabricação do queijo. Durante décadas, essa parte do leite era dispensada pela indústria de alimentos. Somente a partir da década de 70, os cientistas passaram a estudar as propriedades dessas proteínas (Phillips, 2004).
</p>

<p>
	O tipo de proteína consumida pode influenciar os resultados de um treino de força, devido à variação da velocidade na absorção, no perfil de aminoácidos, na resposta hormonal, e nos efeitos antioxidantes (Campbell, 2007). O whey protein é uma proteína que contém grande concentração de aminoácidos em relação a outras fontes, e é rapidamente absorvido. Sua suplementação resulta em uma maior síntese de aminoácidos e proteínas, em comparação com a caseína, por exemplo, (Brouns, 2002).
</p>

<p>
	As proteínas do soro de leite são altamente digeríveis e rapidamente absorvidas pelo organismo, estimulando a síntese de proteínas sangüíneas e teciduais a tal ponto que alguns pesquisadores classificaram essas proteínas como proteínas de metabolização rápida, muito adequadas para situações de estresses metabólicos em que a reposição de proteínas no organismo se torna emergencial (Sgarbieri, 2004).
</p>

<p>
	A ingestão de soluções contendo as proteínas do soro aumenta, significativamente, a concentração de insulina plasmática, o que favorece a captação de aminoácidos para o interior da célula muscular, otimizando a síntese e reduzindo o catabolismo protéico (Haraguchi, Abreu e Paula, 2006).
</p>

<p>
	A ingestão de proteína ou aminoácidos, após exercícios físicos, favorece a recuperação e a síntese protéica muscular. Além disso, quanto menor o intervalo entre o término do exercício e a ingestão protéica, melhor será a resposta anabólica ao exercício (Haraguchi, Abreu, Paula, 2006). São necessários, 0,89-1g/kg de proteína para manter o balanço nitrogenado positivo em indivíduos sedentários, porém, para atletas de resistência aeróbia e indivíduos que praticam exercícios com peso, esse balanço positivo ocorre com a ingestão de 1,2- 1,5g/kg, respectivamente (Oliveira e colaboradores, 2006).
</p>

<p>
	EXERCÍCIO FÍSICO E TEMPO DE INGESTA DE PROTEÍNA.
</p>

<p>
	Em relação ao tempo, Rasmussen e colaboradores, (2000) demonstram que a resposta da suplementação de uma solução de aminoácidos essenciais e carboidratos, utilizada 1 hora após o treino é equivalente à da suplementação utilizada 3 horas após o treino aumentando a síntese de proteína. No entanto, ao utilizar esta solução antes do exercício, a resposta anabólica foi maior. A explicação para este fenômeno é que a ingestão antes do exercício aumenta o fluxo de aminoácidos ao músculo (Tipton e colaboradores, 2001).
</p>

<p>
	Já Esmarck e colaboradores, (2001) investigaram a importância do tempo de ingestão de suplementos protéicos após o treino de força. Foram avaliados dois grupos de 13 homens, que completaram 12 semanas de treino, recebendo a mesma suplementação de whey protein (10 gramas de proteína, 7 de carboidrato e 3 de gordura) imediatamente após e 2 horas após o treino. O grupo que recebeu suplementação logo após o treino teve um acréscimo de 7% a 22% nas medidas do quadríceps, enquanto que no grupo que recebeu suplementação 2 horas após o treino, não foram detectadas alterações significativas. Isso mostra a importância do momento no qual a ingestão de proteínas deve ser realizada, em relação à atividade física.
</p>

<p>
	Outro estudo indicou que o efeito da suplementação no anabolismo muscular é ainda maior se aminoácidos (6g de aminoácidos essenciais mais 35 g de carboidratos) são ingeridos antes do treino (Tipton e colaboradores, 2001).
</p>

<p>
	Finalmente, Hulmi e colaboradores (2008) avaliaram três grupos de homens, o grupo W recebeu 15 g de whey protein antes e após o exercício, o grupo P recebeu placebo, e o grupo C foi utilizado como controle (não ingeriu nenhum suplemento). Todos realizaram 21 semanas de exercícios de força intensos. Concluíram que a ingestão de proteínas parece prevenir a redução da expressão de miostatina e miogenina, em pelo menos 1h após o treino, sugerindo que a ingestão de proteínas, em um período próximo ao treino traz vantagens para a hipertrofia muscular.
</p>

<p>
	CUIDADO COM EXCESSOS
</p>

<p>
	Deve haver um limite de otimização da proteína ingerida e que, provavelmente quando esse limite é extrapolado, não há benefícios para o ganho de força e massa muscular (Oliveira e colaboradores, 2006). A alta concentração de proteína (4g/kg) pode provocar um desequilíbrio no ciclo de Krebs, para produção energética pela falta do substrato carboidrato, aumentando as concentrações de corpos cetônicos, aumento nas concentrações do cortisol, comprometendo a síntese protéica (Oliveira e colaboradores, 2006).
</p>

<p>
	IMPORTANTE:
</p>

<p>
	Devemos ter em mente que o melhor profissional a ser consultado, quando o assunto é suplementação alimentar, é um nutricionista com especialização em Nutrição Esportiva. Outra questão importante é que não existem milagres, por isso é fundamental seguir as orientações do Profissional de Educação Física.
</p>

<p>
	Dados extraídos dos artigos:
</p>

<p>
	A INFLUÊNCIA DO TEMPO DE INGESTÃO DA SUPLEMENTAÇÃO DE WHEY PROTEIN EM
</p>

<p>
	RELAÇÃO À ATIVIDADE FÍSICA
</p>

<p>
	Simone Cristina Fischborn
</p>

<p>
	SUPLEMENTAÇÃO DE AMINOÁCIDOS DE CADEIA RAMIFICADA (AACR) E SEU EFEITO SOBRE O BALANÇO PROTÉICO MUSCULAR E A FADIGA CENTRAL EM EXERCÍCIOS DE ENDURANCE.
</p>

<p>
	Camila Luana Wloch e colaboradores
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">315</guid><pubDate>Thu, 14 Jul 2011 01:45:00 +0000</pubDate></item><item><title>Ingerir ou n&#xE3;o a gema do ovo?</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/ingerir-ou-n%C3%A3o-a-gema-do-ovo-r314/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2017_03/ovo.jpg.88947f21e1f3905b169b0c773a95c011.jpg" /></p>
<p>
	Quem lê as pesquisas recentes sobre este alimento já percebeu que ele foi totalmente desmistificado. Aquela velha história do colesterol alto não é a maior das verdades. Hoje um amigo me perguntou sobre isso, questionando quais benefícios e prejuízos a gema do ovo poderia oferecer, o que me inspirou a escrever um pouco sobre esta fonte rica de ferro, ácido fólico e vitaminas do complexo B, um coquetel “anti-anemia” que cuida também do sistema nervoso e da memória.
</p>

<p>
	A saber, a cor “amarelo vivo” da gema é dada pelo corante natural alaranjado conhecido como carotenóide, um precursor da vitamina A, tão conhecida pelas suas funções na saúde dos olhos, pele e cabelos.
</p>

<p>
	Como se não bastasse a riqueza nutricional da gema, ela também contém colina, um composto presente nas membranas que “encapam” nossas células, e contido no neurotransmissor acetilcolina, um mensageiro químico responsável pela transmissão do impulso nervoso nas células musculares.
</p>

<p>
	Ou seja, a perfeição do movimento muscular depende desta substância formada no organismo humano! Além disto, a ingestão de colina é essencial na gravidez, quando atua na boa formação do cérebro do bebê.
</p>

<p>
	Mas e a história do colesterol, onde fica? É fato que a gema é rica nesta substância. Nosso organismo, porém, está apto a regular perfeitamente nossos níveis colesterolêmicos. Quando a sua ingestão é muito baixa, produzimos, consequentemente, uma quantidade maior de colesterol, e vice-versa.
</p>

<p>
	Fatores como hereditariedade, estresse e obesidade oferecem muito mais risco à saúde do coração do que o colesterol vindo da dieta. O temido “colesterol alto”, desta forma, pode ser evitado com a ingestão de alimentos ricos em fibra, como a aveia, e gorduras insaturadas presentes nos óleos vegetais e sementes oleaginosas.
</p>

<p>
	Além disto, este esteroide também tem sua função no organismo. <strong>Ele é necessário para fabricar hormônios como a testosterona</strong>, “produzir” a vitamina D (que também é produzida por nós durante a exposição à luz solar) e construir as paredes das células. <strong>Sabendo disto, você deixaria de ingerir alimentos ricos em colesterol, um participante essencial da regulação dos níveis da testosterona?</strong>
</p>

<p>
	Também é importante considerar que outra substância contida na gema do ovo, a lecitina, é capaz de ligar-se ao colesterol eficientemente, impedindo que ele seja totalmente absorvido pelo organismo. No nosso corpo, a lecitina está contida na medula óssea, no cérebro, no fígado e no coração e é inevitável para o bom funcionamento do sistema nervoso.
</p>

<p>
	Além de auxiliar a concentração, ela é um agente anti-colesterolêmico, sendo, portanto, conhecida como uma importante protetora do coração.
</p>

<p>
	Depois desta leitura, é possível, então, reavaliar o perfil da gema do ovo e constatar que ela saiu da lista de alimentos inimigos do coração e alcançou um dos lugares mais importantes no grupo de alimentos com propriedades protetoras.
</p>

<p>
	Quer manter a memória em dia e prolongar sua saúde mental? Coma um ovo inteiro pelo menos três vezes por semana! Atletas, em especial, podem e devem seguir à risca esta dica.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">314</guid><pubDate>Thu, 14 Jul 2011 01:20:00 +0000</pubDate></item><item><title>Comer ou N&#xE3;o Comer Antes de Dormir: Eis a Quest&#xE3;o!</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/comer-ou-n%C3%A3o-comer-antes-de-dormir-eis-a-quest%C3%A3o-r312/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_08/55dd556a2433b_monthly_2015_0855dd39c223331_monthly_2015_083a7a8d8b57724c53af9b90bf20e7b081.jpg.cdfed206443b2bd1e30b3ad0239332b6.jpg.8f53fda9293d0907e138d9d5e1d3bfeb.jpg.fb44a370d81d8d0343d143cb3523bbf0.jpg" /></p>
<p>
	Um mito master é a questão de comer ou não comer antes de dormir, eis a questão...<br>
	<br>
	Analisando essa questão , quando dormimos estamos sob o efeito de um jejum prolongado e se dormimos de 7 a 9 horas, que é o ideal para atletas, estaremos esse tempo todo sem alimento.<br>
	<br>
	Se estivessemos acordados com certeza não ficaríamos tanto tempo sem comer, pois isso impossiblitaria o ganho de massa muscular.<br>
	<br>
	Ao ficar várias horas sem comer, os níveis de glicose no sangue ficam baixos, e como o cerebro só consegue funcionar consumimdo glicose, seu corpo reage através da decomposiçao da massa muscular, convertendo aminoácidos em glicose para o cerebro usar. Em outras palavras, o seu corpo esta literalmente comendo sua preciosa massa muscular para alimentar seu cérebro.<br>
	<br>
	A solução para que isso não ocorra é que você deve SIM comer antes de dormir!<br>
	<br>
	Primeiramente escolha uma proteína de digestão lenta para esse momento. Como por exemplo um delicioso shake de proteínas contendo caseína, especilamente a caseína micelar é uma boa opção porque ela fornecerá um suprimento lento e constante de aminoácidos por até sete horas. Isso significa que a caseína ira fornecer aminoácidos que se convertem em glicose para o seu cérebro, poupando a sua massa muscular.<br>
	<br>
	O ideal seria tomar uma dose de 40 gramas antes de dormir, isso tambem fará com que se previna as lesões musculares durante o processo de recuperacão noturna que ocorre durante o sono, oferecendo uma concentração otimizada de de amimoácidos que seram usados no processo de restauração e regeneracao muscular por intermédio do GH (hormônio do crescimento). Além disso, os aminoácidos extras serão usados para estimular o crescimento muscular enquanto dormimos.<br>
	<br>
	Também consideremos que uma outra alternativa bastante interessante e viável seria a ingestão de gorduras saudáveis, como por exemplo duas colheres de sopa de óleo de linhaça ou duas colheres de sopa de manteiga de amendoim sem açúcar ou um punhando de nozes ou oleaginosas.<br>
	<br>
	As gorduras saudáveis antes de dormir contribuem para retardar a digestão das caseínas, ajudando ainda mais no processo anti catabólico e também ajudam a manter a sensibilidade a insulina.<br>
	<br>
	Além disso consideremos ingerir um pouco de carboidratos de indice glicemico baixo e de digestão lenta na quantidade de aproximadamente de 10 gramas, para que estes sejam associados a caseína e as gorduras no sistema digestivo. Estes carboidratos irão fornecer um suprimento constante de glicose para o cérebro nas primeiras horas de sono, retardando ainda mais o processo catabólico, e isso faz com que seu organismo evite ainda mais a degradação de proteína muscular durante a noite.<br>
	<br>
	Certifique-se que estará ingerindo a quantidade de 10 gramas de carbos de IG baixo e lenta absorção, sendo assim não haverá liberação de insulina, logo não haverá formaçao de gordura corporal.<br>
	<br>
	Agora que já desvandamos o Mito da questão, cabe a você decidir se quer dormir corretamente nutrido para acordar disposto e cheio de energia ou quer dormir faminto e acordar desnutrido e catabolizado.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">312</guid><pubDate>Wed, 15 Jun 2011 22:27:00 +0000</pubDate></item><item><title>Por que a Mesma Dieta N&#xE3;o Funciona para Todos?</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/por-que-a-mesma-dieta-n%C3%A3o-funciona-para-todos-r310/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="frango-cenoura-brocolis-300x219.jpg" data-loading="true" height="219" width="300" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/frango-cenoura-brocolis-300x219.jpg" loading="lazy"></a>Por que a mesma dieta não funciona para todos?
</p>

<p>
	Não é incomum ver pessoas nas academias se queixando de estarem seguindo um plano alimentar dito como adequado e não estarem satisfeitos com o resultado. E ficam desapontados pois seu amigo ou conhecido que está seguindo o mesmo plano alimentar, tomando os mesmos suplementos e fazendo o mesmo treino, está tendo resultados excelentes no ganho de força, hipertrofia muscular ou emagrecimento. Aí vem o velho pensamento, deve ser minha genética que não é boa. É sobre isso que vou falar um pouco agora.
</p>

<p>
	Na verdade a explicação vai um pouco além disso, pois o potencial genético são as características que estão nos genes de cada um de nós e que foram herdadas dos nossos ascendentes na árvore genealógica, nossos pais, avós, etc. Mas esse potencial genético só será realmente expresso, ou seja, a característica a qual nascemos predispostos a apresentar só será desenvolvida, de acordo com nossos hábitos de vida.
</p>

<p>
	Ao longo da vida, de acordo com o stress a que somos submetidos, qualidade de sono, alimentação e prática de exercícios, podemos ativar ou silenciar determinados genes no nosso DNA e isso irá dizer se iremos desenvolver ou não determinadas características e doenças.
</p>

<p>
	É aí que entra o conceito de individualidade bioquímica, que é seu estado metabólico atual resultante da interação do seu potencial genético com os fatores ambientais. Esse estado metabólico engloba concentração de hormônios, enzimas e neurotransmissores que irão resultar em efeitos na disposição no dia-a-dia, na qualidade do sono, no seu gasto energético diário, na saciedade, etc. Tudo isso em última instância resultará também em repercussões estéticas e na composição corporal, favorecendo ou não hipertrofia muscular e perda de gordura.
</p>

<p>
	Seu estado metabólico pode variar ao longos dos anos influenciado por idade, stress, alimentação inadequada. Então para planejar o que será melhor para o seu objetivo deve-se ter na cabeça que o papel do nutricionista não é apenas avaliar seu gasto energético e montar uma plano alimentar adequado em termos calóricos e em relação a proteínas, carboidratos e gorduras.
</p>

<p>
	Muitas pessoas alegam que não tem condição financeira de pagar um bom nutricionista pois cobram 200, 300, 400 reais por consulta. Porém dificilmente gastam menos do que 500 reais mensais em suplementação, em grande parte das vezes desnecessariamente e não têm os resultados esperados.
</p>

<p>
	Um nutricionista competente não é aquele que passa a maior quantidade de suplementos ou os mais caros e sim o que embasa melhor a prescrição da dieta para aquele paciente específico de acordo com a realidade, inclusive financeira do paciente. Para isso deve ser feita uma entrevista detalhada com os sinais e sintomas apresentados pelo paciente, avaliação da composição corporal e muitas vezes se faz necessária a solicitação de exames de sague para dosar hormônios e outros parâmetros que irão caracterizar como está o metabolismo do paciente. Por isso, na maioria das vezes seguir dietas e tomar suplementos alimentares sem orientação de um nutricionista, além poder trazer riscos à saúde, não levam a resultados satisfatórios.
</p>

<p>
	Era essa a mensagem que gostaria de passar a vocês leitores do Fisiculturismo, que sei que com grande frequência tomam suplementos ou testam dietas que viram na internet ou ouviram de amigos nas academias.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">310</guid><pubDate>Wed, 15 Jun 2011 22:17:00 +0000</pubDate></item><item><title>C&#xE1;lcio e Biodisponibilidade</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/c%C3%A1lcio-e-biodisponibilidade-r307/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="calcitabs-calcio-vitamina-d-237x300.jpg" data-loading="true" height="300" width="237" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/calcitabs-calcio-vitamina-d-237x300.jpg" loading="lazy"></a>Cálcio e Biodisponibilidade
</p>

<p>
	É com carinho que inicio o texto de um assunto que merece destaque na dieta do atleta: o cálcio. Este mineral é conhecidíssimo por sua importância na saúde dos ossos e dentes, mas muitas curiosidades sobre ele ainda são desconhecidas pela maioria das pessoas.
</p>

<p>
	No organismo, o cálcio atua no sistema nervoso, regula a imunidade e a pressão arterial, promove a contração muscular (no processo que chamamos de sinalização celular) e participa da coagulação sanguínea. Tomando algumas medidas simples aplicadas aos hábitos diários é possível garantir que o organismo absorva melhor e mantenha níveis estáveis deste mineral, o que contribui, em longo prazo, para a saúde do organismo todo, e não só dos ossos, como muitos pensam!
</p>

<p>
	Em princípio, cabe ressaltar que o cálcio é o mineral mais abundante no corpo humano. Uma pessoa de 70kg chega a ter 1kg dele distribuído no próprio organismo, do qual 90% encontra-se nos ossos na forma de uma reserva que sofre variação constante numa troca com o sangue e com os tecidos. A ingestão deste macromineral em níveis adequados durante a vida toda assegura que os ossos estejam adequadamente densos até a velhice, quando a perda de massa óssea se inicia e pode comprometer a firmeza do esqueleto, causando dor e, em casos mais graves, osteoporose. É recomendado que até os 24 anos de idade estejamos atentos a fatores que propiciem a melhor absorção e fixação do cálcio nos ossos. Desta forma, garante-se que, durante toda a vida e, inclusive após a velhice, nossa estrutura óssea esteja bem formada e resistente a complicações fisiológicas. A atividade física de impacto, por exemplo, em associação com a boa alimentação, é uma medida eficiente para a boa fixação do cálcio. Portanto, corra e caminhe com freqüência. Seus ossos agradecem!
</p>

<p>
	A respeito da recomendação diária de consumo de cálcio, sabe-se que ela varia conforme o sexo, a faixa etária e o nível de atividade física do indivíduo. Este valor, portanto, não é fixo durante toda a vida, mas consideravelmente variável conforme a fase que se está vivendo. A faixa de recomendação para adultos varia de 800 a 1200mg diários, o que equivale, por exemplo, a 4 a 6 copos de leite ou iogurte. Lactantes, gestantes e atletas requerem valores mais altos. Dois dos sintomas clássicos da deficiência de cálcio são a câimbra muscular e a gengivite, esta última principalmente comum em mulheres grávidas que ingerem quantidades muito baixas deste mineral.
</p>

<p>
	É comum encontrar vegetarianos com deficiência de cálcio no organismo. Isto não ocorre apenas pela ingestão limitada de laticínios, uma vez que estes podem ser substituídos por alimentos de origem vegetal (brócolis, couve-flor, soja e amêndoas, por exemplo) com sucesso. O interessante é que, apesar de conterem bem menos cálcio que os produtos de leite, os vegetais oferecem a vantagem de ter aproximadamente 50% deste mineral aproveitado pelo corpo humano, comparados a apenas 30% de aproveitamento do cálcio vindo dos laticínios. O que ocorre é que a ingestão acentuada de grãos integrais e feijões aumenta consideravelmente os níveis do mineral fósforo no organismo. Sabe-se que cálcio e fósforo oscilam de forma inversa: quando o nível de um deles sobe demais, o nível do outro obrigatoriamente abaixa.
</p>

<p>
	É dever do nutricionista, com isto, orientar o paciente para que o consumo do cálcio seja associado a hábitos que permitam que ele seja absorvido pelo organismo de forma eficiente. Sabe-se, por exemplo, que a ingestão de alimentos ricos em zinco e ferro reduz a eficácia do aproveitamento do cálcio, pois estes dois minerais têm mecanismos fisiológicos de assimilação semelhantes no organismo humano. Dizemos então que cálcio e zinco são “antagonistas”. Eles competem pela absorção e comprometem a disponibilidade um do outro. O mesmo ocorre com o ácido oxálico presente em vegetais de cor verde-escura: esta substância contida no espinafre, na couve, no agrião e na taioba, por exemplo, tem altíssima afinidade com o cálcio e, se ligando a ele, forma sais de oxalato de cálcio posteriormente expelidos pela urina. As famosas pedras nos rins nada mais são que acúmulos de oxalato de cálcio. Alimentos como morango e chocolate, por sua vez, comumente combinados ao leite (aliás, maravilhosa combinação!), infelizmente também
</p>

<p>
	são ricos nesta substância. Evite, portanto, combiná-los com frequência.
</p>

<p>
	Outros fatores antagonistas à boa absorção de cálcio são os excessos de cafeína (a famosa combinação “café com leite” é uma péssima pedida na prevenção da osteoporose), de proteína – a proteína em excesso acidifica o pH da urina e induz o cálcio a tentar neutralizá-lo – e de sódio – a eliminação do sódio pela urina carrega quantidades razoáveis de cálcio, levando, praticamente, ao seu desperdício.
</p>

<p>
	Repare que apenas o fator “consumo” não é suficiente para garantir a boa manutenção da massa óssea. Muitos pacientes com osteoporose alegam ter consumido leite e derivados em altas quantidades pela vida toda e se questionam porque, mesmo assim, desenvolvem a doença. Esteja atento, portanto, às combinações dos alimentos no seu dia-a-dia. É importante destacar que níveis regulares das vitaminas D e K são essenciais na retenção do mineral.
</p>

<p>
	Você pode também consumir sua fonte de cálcio antes de dormir. Durante o sono, liberamos um hormônio chamado calcitonina, regulador do nível sanguíneo deste mineral. A absorção óssea, com isto, fica mais eficiente. Adicionar um suplemento de cálcio associado à vitamina D na última refeição do dia é uma medida nutricional simples e inteligente!
</p>

<p>
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</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">307</guid><pubDate>Wed, 15 Jun 2011 21:33:00 +0000</pubDate></item><item><title>Efeitos do &#xE1;lcool no metabolismo energ&#xE9;tico</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/efeitos-do-%C3%A1lcool-no-metabolismo-energ%C3%A9tico-r294/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2016_07/Marz-Vodka-18-resized.jpg.8d82ab836f46a2aa90086a7ac31f59d3.jpg" /></p>
<p>
	O álcool, ou mais especificamente o álcool etílico ou etanol (uma forma de carboidrato), classifica-se como uma <strong>droga depressora</strong>. Alguns atletas utilizam álcool para aprimorar o desempenho atlético, em virtude de hipotéticos efeitos psicológicos positivos. Todavia, as estatísticas continuam sendo imprecisas e os resultados práticos são depressores do bom desempenho físico.<br>
	<br>
	<span style="font-size:16px;"><strong>O álcool</strong></span><br>
	<br>
	O álcool é uma forma de <strong>carboidrato</strong> que proporciona cerca de 7 kcal de energia por grama (ml) de substância pura. Uma bebida alcoólica contém 28,4 g ou 28,4 ml de álcool teor 100 (50%). Isso equivale a 340 ml de cerveja regular (cerca de 4% de álcool por volume). O estômago absorve entre 15 a 25% do álcool ingerido. O intestino delgado capta rapidamente o restante para distribuí-lo através de todos os compartimentos hídricos do corpo (particularmente os tecidos ricos em água do sistema nervoso central).
</p>

<p>
	A ausência de alimento no trato digestivo facilita a absorção de álcool, o remove com um ritmo de aproximadamente 10g por hora, o que equivale ao conteúdo em álcool de uma bebida.<br>
	<br>
	O consumo de duas bebidas alcoólicas em 1 hora produz uma concentração alcoólica no sangue entre 0,04 a 0,05 g/dl. Os fatores como idade, peso corporal, conteúdo corporal de gordura e sexo, influenciam o nível de álcool no sangue. Uma concentração sanguínea de álcool acima de 0,40 (19 bebidas ou mais em 2 horas), pode resultar em coma, depressão respiratória e eventual morte.<br>
	<br>
	<span style="font-size:16px;"><strong>Os efeitos no exercício físico</strong></span><br>
	<br>
	Alguns atletas utilizam o álcool para aprimorar o desempenho em virtude de seus hipotéticos efeitos psicológicos e fisiológicos. Na esfera psicológica, alguns argumentaram que o álcool antes da competição reduz a tensão e a ansiedade (efeito ansiolítico), realça a autoconfiança e promove a agressividade.
</p>

<p>
	Facilita também a “desinibição” neurológica em virtude de seu efeito estimulante inicial que, no entanto, é transitório. Assim sendo, o atleta pode acreditar que o álcool facilita o desempenho físico ao nível ou próximo de sua capacidade fisiológica, particularmente para as atividades de força e potência máximas (McArdle &amp; Katch, 2002).<br>
	<br>
	Todavia, as pesquisas não consubstanciam qualquer efeito ergogênico do álcool sobre a força muscular, a potência anaeróbica máxima a curto prazo ou o desempenho mais prolongado nos exercícios aeróbicos.<br>
	<br>
	Apesar de atuar inicialmente como estimulante, o álcool acaba deprimindo a função neurológica (deterioração da memória, da percepção visual, da fala, da coordenação motora) em relação direta com sua concentração sanguínea.<br>
	<br>
	Alguns desportistas utilizam o álcool para amortecer a função psicomotora, diminuindo o tremor das mãos. Assim sendo, o uso de álcool tem sido prevalente em provas de tiro de precisão, arco e flecha, e tiro com rifle. Contudo, apesar do potencial teórico específico para a melhora do desempenho, a maior parte das pesquisas indicam que o álcool, na melhor das hipóteses, na proporciona qualquer benefício ergogênico. Na pior das hipóteses, pode desencadear efeitos colaterais perigosos que deterioram muito o desempenho (efeito ergolítico) (McArdle &amp; Katch, 2002).<br>
	<br>
	Na corrente sanguínea, o álcool exerce uma ação curiosa sobre a hemoglobina. Por um mecanismo diferenciado, torna a combinação da hemoglobina com o oxigênio muito mais estável do que a normal. Isto resulta como conseqüência que a hemoglobina não é reduzida nos tecidos tão depressa como convém. A sua combustão não é, portanto, perfeita.
</p>

<p>
	Dessa forma, em falta de oxigênio dentro da célula, a molécula de gordura não é metabolizada (quebrada) normalmente, pois para que os ácidos graxos possam ser catabolizados é necessária a presença de oxigênio. Como este não foi reduzido aos tecidos como deveria, em função da ligação estável na hemoglobina causada pelo álcool, isto torna um dos fatores pelos quais <strong>as pessoas que ingerem muito álcool tem dificuldade em quebrar a gordura corporal e emagracer</strong>.<br>
	<br>
	Esta afirmação pode confirmar-se ainda pelo fato de que, o organismo tendo preferência pelos compostos carboidratos para a geração de energia, acaba utilizando o álcool como preferencial pela facilidade de penetração deste dentro da célula. A gordura, dessa forma, fica preservada (Uba Chupel, 2009).<br>
	<br>
	Apesar destes efeitos (negativos) poderem variar entre os indivíduos, eles se tornam evidentes em uma relação dose-resposta com níveis sanguíneos do álcool superiores a 0,05 g/dl.<br>
	<br>
	Na perspectiva fisiológica, <strong>o álcool prejudica a função cardíaca</strong>. Em um estudo, a ingestão de 1g de álcool por kg de peso corporal durante 1 hora elevava seu nível sanguíneo para mais de 0,10 g/dl. Esse nível, observado frequentemente entre os que “bebem socialmente” deprimia agudamente a contratilidade miocárdica.
</p>

<p>
	Para o metabolismo, além da alteração na forma da hemoglobina, <strong>o álcool deprime a capacidade do fígado</strong> para a síntese de glicose a partir de fontes diferentes dos carboidratos através da gliconeogênese. Esses efeitos poderiam deteriorar profundamente o desempenho nas atividades aeróbicas de alta intensidade que dependem maciçamente da capacidade cardiovascular e da energia proveniente do catabolismo dos carboidratos (McArdle &amp; Katch, 2002).<br>
	<br>
	<span style="font-size:16px;"><strong>Concluindo</strong></span><br>
	<br>
	Além de danos aos sistemas psicológicos e fisiológicos aos indivíduos ditos como “normais”, <strong>o álcool prejudica drasticamente o desempenho em exercícios físicos, deprimindo inúmeras funções metabólicas do organismo</strong>. O álcool exagera o efeito desidratante do exercício físico em ambientes quentes, por atuar como um poderoso diurético deprimindo a liberação do hormônio anti-diurético. Por causa da ação do álcool como vasodilatador periférico, não deveria ser consumido durante a exposição ao frio extremo nem para facilitar a recuperação após uma hipotermia.<br>
	<br>
	A conclusão de uma declaração de princípios do Colégio Americano de Medicina Desportiva sobre o uso de álcool nos desportos é tão válida atualmente como ao ser publicado em 1982:
</p>

<p>
	<strong>- o álcool não aprimora e pode até reduzir a força, a potência, a velocidade, a endurance (resistência) muscular local e a endurance cardiovascular.</strong><br>
	<br>
	<span style="font-size:12px;"><em>Referencial<br>
	- McArdle W. Katch F. Katch V. Fundamentos de Fisiologia do Exercício. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2002<br>
	- Tesouros da Juventude – Volume nº 3, pg 1373.<br>
	- Uba Chupel, M. Efeitos do Álcool no Metabolismo Energético. Projeto de Pesquisa da Secretaria Municipal de Educação, Saúde, Cultura e Esporte – Três Barras – 2009.</em></span>
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">294</guid><pubDate>Sun, 15 May 2011 22:42:00 +0000</pubDate></item><item><title>&#xC1;lcool: inimigo da dieta e da muscula&#xE7;&#xE3;o</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/%C3%A1lcool-inimigo-da-dieta-e-da-muscula%C3%A7%C3%A3o-r293/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2017_03/alcool.jpg.e712b95cfbc332726c85c2beddab5f1e.jpg" /></p>
<p>
	Apesar de o álcool possuir grande aceitação social e seu consumo ser estimulado pela sociedade, este é uma droga psicotrópica que atua no sistema nervoso central, podendo causar sérios danos a saúde. Doenças do fígado, sistema digestivo e coração, assim como perda de apetite e deficiências vitamínicas, são alguns dos problemas causados diretamente pelo álcool.<br>
	<br>
	É comum beber em festas, noitadas, encontros com amigos, etc. Isso se tornou algo básico, seja diariamente ou somente nos finais de semana. Há pessoas que não conseguem se divertir caso não tenha bebidas nas “curtições e encontros”.<br>
	<br>
	São comuns comentários do tipo: “festa sem álcool não tem graça. Não consigo curtir sem álcool. Com isso, acaba ocorrendo a introdução da bebida alcoólica na rotina de vida, gerando muitas vezes abusos e, em determinados casos, levando até a dependência.<br>
	<br>
	É muito comum ver pessoas que passam a semana toda seguindo “dieta”, seja com objetivo de ganho de massa muscular, emagrecimento ou definição. Mas quando chega ao final de semana acha sagrado beber.<br>
	<br>
	Beber apenas no final de semana já atrapalha o processo de qualquer objetivo.<br>
	<br>
	"O processo de absorção do álcool é relativamente rápido (90% em uma hora). Porém o mesmo não ocorre com a eliminação, que demora de 6 (seis) a 8 (oito) horas e é feita através do fígado (90%), da respiração (8%) e da transpiração (2%)."<br>
	<br>
	Muitas pessoas passam a noite toda bebendo, sem dormir, sem comer direito e, para piorar, no dia seguinte ficam ainda mais horas sem comer, isso quando não passam muito mal e/ou tem ressaca, o que detona ainda mais o organismo, em todos os sentidos.<br>
	<br>
	As bebidas alcoólicas contem muitas calorias perdendo apenas para a gordura.<br>
	<br>
	Um grama de álcool contem sete calorias e o que e pior, calorias vazia. Mesmo em pequenas quantidades, o álcool já se torna devastador para aniquilar qualquer sucesso em termos de resultados de emagrecimento e/ou definição.<br>
	<br>
	Não pense que se seu objetivo é ganho de massa muscular este quadro muda.<br>
	<br>
	Entenda onde o álcool entra nisso observando os efeitos da bebida alcoólica dentro do organismo. O álcool:
</p>

<ul>
	<li>
		Atrapalha a capacidade do organismo em absorver os nutrientes;
	</li>
	<li>
		Causa desidratação do organismo;
	</li>
	<li>
		Diminui a taxa de açúcar no sangue;
	</li>
	<li>
		Eleva os níveis de cortisol (hormônio do catabolismo);
	</li>
	<li>
		Diminui os níveis de testosterona;
	</li>
	<li>
		Causa deficiência de vitaminas B1, B2, B6, B12 e C. Vitaminas de extrema importância para aqueles que procuram aumento de massa muscular.
	</li>
</ul>

<p>
	<br>
	Além disso, o álcool é hiper-estrogenico, ou seja, nas mulheres, faz seu fígado produzir muito hormônio feminino (estradiol/ estrona), e nos homens, esse efeito silencioso é refletido na inibição dos receptores da testosterona no tecido muscular e hipotálamo. Neste último, os danos são ainda mais graves. Eles malham e a fibra somente fica “inchada”, a força não vem, a fadiga e a agressividade aumentam, libido e ereção diminuem cada vez mais.<br>
	<br>
	No organismo, o álcool não consegue absorver bem os componentes dos alimentos, através do intestino delgado — principalmente as vitaminas B1, B6, B3 e o ácido fólico alem da queda acentuada de potássio, magnésio, cálcio, zinco e fósforo.<br>
	<br>
	No entanto, evitar a ingestão de bebida alcoólica é a primeira observação feita para pessoas que visam ganhar massa ou perder gordura, pois o álcool atrapalha em ambos objetivos. Mas se por acaso você for beber, tente evitar ao máximo os exageros. Não fique horas sem comer e nem beba com o estômago vazio.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">293</guid><pubDate>Sun, 15 May 2011 22:12:00 +0000</pubDate></item><item><title>Zero Carbo n&#xE3;o &#xE9; Dieta! Quer inibir a Produ&#xE7;&#xE3;o Natural de Testosterona?</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/zero-carbo-n%C3%A3o-%C3%A9-dieta-quer-inibir-a-produ%C3%A7%C3%A3o-natural-de-testosterona-r292/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2016_05/o-LOW-CARB-DIET-facebook.jpg.25f4c8303db25983f3a8e82c64700bc9.jpg" /></p>
<p>
	São incontáveis as vezes que eu e o Rodolfo Peres atendemos a pacientes que afirmam que estão de dieta porque cortaram o carboidrato. Pessoal, zerar o carbo não é fazer dieta (principalmente porque tem uma galera que acha que se zerar o carbo pode mandar bala em churrascaria e fontes proteicas em geral como se estivesse fazendo dieta de Atkins ou de South Beach...)
</p>

<p>
	NÃO CONFUDAM AS COISAS! Fazer uma dieta extremada como estas duas citadas e deixar de ser obeso é algo completamente diferente de perder gordura em uma situação que você não é mais do que eutrófico, tem uma massa muscular desenvolvida e necessidades metabolicas determinadas pelo exercício...
</p>

<p>
	Como você pode querer ficar com um físico bonito se faz uma rotina que serve para tirar pessoas da obesidade morbida para colocá-las em um sobrepeso - chamando isso de sucesso? É como querer escovar os dentes com uma britadeira porque se a britadeira quebra as pedras duras do pavimento vai fazer da mesma forma pelo tártaro dos seus dentes...
</p>

<p>
	Do mesmo jeito que nessa situação a britadeira vai moer seus dentes, na dieta você vai moer seus músculos...
</p>

<p>
	Vou explicar o porquê:
</p>

<p>
	Já ouviu falar em prolactina? É um hormônio que serve principalmente serve para induzir a produção de leite.
</p>

<p>
	Não é só isso: ele inibe a liberação de testosterona. Sabe quem estimula a liberação de prolactina? Consumo de proteína...
</p>

<p>
	Entendeu porque essas coisas tem de ser medidas e porque dieta é foda? Inclusive o controle da secreção da sua testosterona pode ser determinado pela sua alimentação...
</p>

<p>
	Pois bem, o que acontece é o seguinte: zerando o carboidrato ou aumentando a quantidade proteíca ingerida como um monstro sem programação nenhuma você acaba por estimular a produçao de prolactina e inibir a sua testosterona...
</p>

<p>
	Essa é uma das razões principais de monitorar nossos pacientes por exames laboratoriais no consultório: muitos querem "melhorar" seus programas consumindo algumas coisas demais e outras de menos e isso acaba com nosso trabalho e a possibilidade do pessoal chega onde quer.
</p>

<p>
	Logo, nossa função, é trabalhar para a pessoa entender como as coisas funcionam para ela, em ordem de não cometer enganos bobos, mesmo que na intensão de superar espectativas, próprias e minhas e do Rodolfo (afinal gostamos do que fazemos e nos estimulamos com bons resultados).
</p>

<p>
	Para nossos pacientes: lembrem-se sempre dos exames de rotina!
</p>

<p>
	Para nossos leitores: leiam cada vez mais! Não se deixem enganar por dicas rápidas de academia - por mais que carreguem boas intenções, se não estiverem adequadas a você provavelmente vão lhe dar dor de cabeça para consertar o efeito.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">292</guid><pubDate>Sun, 15 May 2011 22:06:00 +0000</pubDate></item><item><title>O que Saber sobre as Bebidas Energ&#xE9;ticas - Informa&#xE7;&#xF5;es B&#xE1;sicas</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/o-que-saber-sobre-as-bebidas-energ%C3%A9ticas-informa%C3%A7%C3%B5es-b%C3%A1sicas-r289/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="red-bull-179x300.jpg" data-loading="true" height="300" width="179" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/red-bull-179x300.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	1. Quais os ingredientes dessa bebida e que reações cada um deles provoca no organismo?
</p>

<p>
	De maneira geral consistem em uma mistura de carboidratos (aproximadamente 11g/dl), taurina (aproximadamente 400mg/dl), cafeína (aproximadamente 32mg/dl), glucoronolactona (aproximadamente 240mg/dl) e vitaminas do Complexo B (100% da ingestão diária recomendada).
</p>

<p>
	Os carboidratos: um mix de associação que pode conter frutose, maltodextrina e sacarose, por exemplo. Podem oferecer energia para o organismo, e conseqüentemente tornam-se aliados potentes contra quadros de hipoglicemia. Por outro lado, essas bebidas portam concentrações razoáveis de açúcares simples, o que inclusive pode trazer prejuízos para portadores de sobrepeso, obesidade, diabetes tipo I e II ou mesmo àqueles que estão em tratamento de dietas em restrições calóricas.
</p>

<p>
	A taurina: no sistema nervoso está associada à osmorregulação, antioxidação, detoxificação e estímulo da glicólise e glicogênese. No fígado, a taurina conjuga-se com ampla variedade de produtos tóxicos como metabólitos de medicamentos e xenobióticos, permitindo que estas toxinas sejam rapidamente excretadas pelo organismo, ou seja, um efeito desintoxicante.
</p>

<p>
	A cafeína: prolonga e intensifica o estado ativo das fibras musculares, aumentando sua força e freqüência de contração, resultando aumento do rendimento cardíaco.
</p>

<p>
	A glucoronalactona: essencial para a desintoxicação metabólica, por meio da associação hepática, que são excretados na urina.
</p>

<p>
	As vitaminas do Complexo B: ocorre a associação de cinco vitaminas, são elas: niacina, piridoxina, cianocobalamina, riboflavina e ácido pantotênico. Auxiliam à oferta de micronutrientes frente à ingestão diária recomendada.
</p>

<p>
	2. Que tipo de benefícios ela pode trazer?
</p>

<p>
	Em estudos científicos com essas substâncias observou-se efeito positivo na resposta hormonal, e conseqüente melhoria no desempenho e tempo de exercício. Além disso, tanto os batimentos cardíacos e as concentrações de hormônios catabólicos foram mais baixos, sendo estes efeitos os prováveis responsáveis pela resistência prolongada, sobretudo em atletas praticantes de modalidades esportivas de endurance.
</p>

<p>
	3. O consumo em excesso pode resultar em conseqüências negativas? Por quê?
</p>

<p>
	Sim, por conta da sobrecarga renal e hepática, bem como elevação da pressão arterial, e em situações mais graves picos hipertensivos, desidratação, arritimias cardíacas e até mesmo infarto agudo do miocárdio e acidentes vasculares cerebrais.
</p>

<p>
	4. A combinação de energéticos com álcool é nociva? Pode vir a provocar dependência de álcool?
</p>

<p>
	Claro, pois apesar da recomendação dos fabricantes de não se associar álcool às bebidas energéticas é muito comum observar essa prática por muitos jovens. E com o aumento dos níveis de álcool no sangue dispara-se o efeito depressor do sistema nervoso central e o processo de intoxicação alcoólica. Em doses muito elevadas a intoxicação é grave podendo ocorrer anestesia, coma, diminuição de reflexos, paralisia respiratória e inclusive a morte. Por sua vez, o aumento dos efeitos estimulantes produzidos pelas bebidas energéticas pode fazer com que o indivíduo superestime a sua capacidade de desenvolver atividades, como dirigir, por exemplo, e assim aumentar o risco de se envolver em acidentes.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">289</guid><pubDate>Sun, 15 May 2011 21:46:00 +0000</pubDate></item><item><title>A Dieta Antiestrog&#xEA;nica</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/a-dieta-antiestrog%C3%AAnica-r274/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="brocolis.jpg" data-loading="true" height="220" width="297" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/brocolis.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	A Dieta Antiestrogênica
</p>

<p>
	Há alguns anos pesquisas vêm sendo feitas com a intenção de desenvolver uma dieta que reduza os níveis de estrogênio no organismo humano e evite seus excessos. Em ambos os sexos, quantidades excessivas deste hormônio levam ao acúmulo de gordura corporal, o que causa prejuízo estético principalmente para praticantes de musculação que visam ao ganho de massa muscular com qualidade. Além disto, a tão temida ginecomastia, caracterizada pelo aumento do tecido mamário, é uma das conseqüências do aumento de estrogênios no homem, processo muitas vezes causado pela utilização de hormônios sintéticos facilmente convertidos em estrógeno pela enzima aromatase.
</p>

<p>
	Alguns dos alimentos naturalmente ricos no chamado “hormônio vegetal feminino” têm efeitos semelhantes aos causados pelo estrógeno do nosso organismo. Eles contêm em sua estrutura moléculas com formato e atividade similar ao estrogênio, conhecidas por fitoestrógenos. Alguns desses compostos são a isoflavona da soja e a lignina da linhaça em grão, presente em maior concentração na linhaça dourada.
</p>

<p>
	Na agricultura, a existência de estrógenos vegetais foi detectada em 1920 e desde então mais de 2 mil tipos têm sido encontrados, dentre os quais alguns apresentam potente atividade estrogênica. Verificou-se que o uso de estrogênios sintéticos em plantas promove floração e inibe o crescimento da raiz, enquanto a utilização de derivados sintéticos de testosterona favorece a elongação radicular, polinização e germinação.
</p>

<p>
	O grande problema desde então é o desequilíbrio entre a quantidade destes dois compostos na nossa alimentação, que pende para um consumo exagerado de substâncias artificiais estrogênicas. Os animais que comemos têm sido amplamente feminilizados pelas plantas que consomem – e que, por sua vez, também são consumidas por nós – lotadas de adubos e agentes químicos predominantemente femininos.
</p>

<p>
	Além disto, verifica-se que a poluição, alguns cosméticos e produtos de limpeza trazem consigo o chamado estrogênio ambiental. “Estamos expostos a 15 vezes mais estrogênio do que estávamos há cem anos. Isso dificulta a perda de peso”, diz o americano Ori Hofmekler, autor do livro “A Dieta Antiestrogênica”.
</p>

<p>
	Diante disto, como combater ou amenizar tais efeitos em nosso organismo?
</p>

<p>
	Pesquisas em laboratório analisaram diferentes tipos de alimentos e descobriram suas propriedades específicas, elaborando então a famosa dieta antiestrogênica, aplicada principalmente a pacientes com alto percentual de gordura.
</p>

<p>
	Certos alimentos têm mostrado grande eficácia no aumento de testosterona, força e vitalidade. Evidentemente, os fitoandrógenos, hormônios vegetais masculinos presentes nestas plantas, atingem concentrações máximas durante a polinização e caem rapidamente em seguida.
</p>

<p>
	Além disso, o germe de cereais é uma grande fonte de vitamina E e cofatores nutricionais que ocorrem naturalmente no seu componente de gordura, importantes para a manutenção da saúde do aparelho reprodutor.
</p>

<p>
	Algumas substâncias têm demonstrado a capacidade de equilibrar estrogênio no organismo por inibir sua formação ou pela modulação do metabolismo. Estas se encontram em brócolis, couves, óleos ricos em ômega-3, nozes e sementes (a gordura insaturada presente em altas concentrações nas oleaginosas auxilia na formação de progesterona, que por sua vez neutraliza o estrógeno), açafrão (pela presença do composto curcumina), alho e cebola (ricos nos compostos alicina e quercetina), laranja, salsão, ginseng, pólen de abelha, frutas vermelhas e todos os verdes.
</p>

<p>
	Outras substâncias, por sua vez, demonstraram inibir o estrógeno por meio do bloqueio da enzima aromatase. Estas incluem flavonóides do maracujá, apigenina e crisina da camomila e indóis do repolho.
</p>

<p>
	Existe também uma co-relação positiva entre a saúde dos rins e do fígado e a atividade do hormônio sexual masculino. Torna-se evidentemente claro que os níveis de testosterona livre caem quando o fígado está carregado com toxinas. Estas, por sua vez, promovem um processo que desativa a testosterona livre por meio da sua ligação com as chamadas globulinas ligantes do hormônio sexual (SHBG).
</p>

<p>
	Além disto, a toxicidade aumenta os nossos níveis de estrogênio e cortisol, o que também acelera o envelhecimento e o estresse.
</p>

<p>
	Alimentos tais como couve, agrião, couve-de-bruxelas, repolho, couve-flor, nabo e brócolis, todos conhecidos como vegetais crucíferos, têm a capacidade de promover uma limpeza hepática, “varrendo”, com isto, certas toxinas do nosso organismo. Tudo isto graças à presença de enxofre e glicosinolatos. Estes últimos, por sua vez, previnem também o câncer de próstata, segundo estudos feitos pelo pesquisador Richard B. Hayes, do Instituto Nacional do Câncer nos EUA. O consumo destes vegetais, com isto, é uma estratégia eficiente para manter sua saúde hepática em dia.
</p>

<p>
	Mais uma vez os alimentos assumem papel medicinal, colaborando para a prevenção de diversas patologias e para o equilíbrio hormonal. A dieta antiestrogênica, portanto, constitui um exemplo de como, diante de tantos estudos na área da nutriterapia, hoje temos a opção de moldar nosso cardápio conforme nossas necessidades específicas de saúde e bem-estar.
</p>

<p>
	Bibliografia consultada:
</p>

<p>
	A Dieta Antiestrogênica - Ori Hofmekler
</p>

<p>
	REMOVER: <a href="https://fisiculturismo.com.br/newsletters/materias/dieta-antiestrogenica.php" rel="">https://fisiculturismo.com.br/newsletters/materias/dieta-antiestrogenica.php</a>
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">274</guid><pubDate>Fri, 15 Apr 2011 12:36:00 +0000</pubDate></item><item><title>Alimenta&#xE7;&#xE3;o x Muscula&#xE7;&#xE3;o</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/alimenta%C3%A7%C3%A3o-x-muscula%C3%A7%C3%A3o-r264/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2016_04/campeonato-brasiliense-fisiculturismo-2011-P1020167-300x266.jpg.20b4c906c62c323413a6714e5c91f871.jpg" /></p>
<p>
	A alimentação é uma preocupação constante na rotina das pessoas. Seja para obter um estilo de vida saudável, seja para perder peso, melhorar a saúde ou, simplesmente, satisfazer uma necessidade fisiológica, comer é sempre bom. Contudo, uma nutrição adequada se preocupa com algumas questões importantes: o que, quando, quanto e como consumir os alimentos.
</p>

<p>
	Muitas pessoas treinam adequadamente, mas sua disciplina termina ao sair da academia. Noitadas, álcool e alimentação inapropriada. Musculação, considerando como um esporte é muito diferente dos outros. Musculação começa quando você acorda e termina quando você dorme. Das 18 horas que você está acordado, você apenas passa 1 a 2 horas na academia. Nessas horas restantes é quando seu corpo realmente colhe os frutos do seu treino.
</p>

<p>
	E como a nutrição é a base de um trabalho de performance e/ou estética, seguem algumas dicas para aperfeiçoar seus resultados:
</p>

<ul>
	<li>
		Trace metas. Qual seu objetivo com o treino? Hipertrofia ou definição muscular? Crescer seco? Emagrecer? Condicionamento físico?
	</li>
	<li>
		Coma de 3 em 3 horas. Muita gente acha dificílimo comer de três em três. Não pela dificuldade de adequar os horários, mas sim de ter que preparar algo antes de sair de casa.
	</li>
</ul>

<p>
	Se você está seguindo um plano alimentar que as colações não são nutry, esteja pronto para comer um sanduíche no meio da manhã, ou atum no meio da tarde, por exemplo. Muita gente tem vergonha de levar algo mais elaborado para o trabalho ou escola, com medo de ser motivo de chacota. Se você leva um sanduíche de frango para o lanche, é estranho, mas um pacote de biscoito é normal.
</p>

<p>
	Mas seja razoável, levar de lanche ovo cozido com batata doce e comer dentro de um fórum, também não é adequando. É difícil de comer onde você trabalha ou estuda, suplementação em forma de shakes ou barras hipercalóricas/hiperproteicas sempre são bem bem-vindas, alem de não possuírem a inconveniência do preparo.
</p>

<p>
	Suplementos alimentares são muito potencializados quando associados a uma boa dieta e a um programa de exercícios profissional (musculação e aeróbico). A suplementação na musculação depende dos objetivos, o mais comum é: whey protein, albumina, hipercalóricos, creatina, HMB, maltodextrina, barras de proteína, barras de carboidrato, nitro, BCAA, pró-hormonais, packs, amino liquido, etc.
</p>

<p>
	Para cada tipo de pessoa existem os alimentos e suplementos que melhor se enquadre ao seu tipo físico e quantidades apropriadas que lhe dará um melhor resultado, consulte seu nutricionista.
</p>

<ul>
	<li>
		Esteja pronto para emergências. Sempre tente planejar onde estará e o que você poderá comer neste lugar. Às vezes saímos de casa e demoramos mais do que esperávamos. Ou vamos para um local onde achamos que terá uma opção saudável para comer e não tem. Assim sempre leve algo consigo ou deixe no carro, armazenado de forma apropriada.
	</li>
	<li>
		Cada um é cada um. Não tente dietas prontas, de revistas ou web sites. Elas são válidas para ter uma noção de opções e sugestões. Mas lembre-se que o metabolismo e as necessidades de cada um são diferentes. Exagerar tanto para cima como para baixo em relação às calorias, carboidratos, gorduras e proteínas, principalmente, pode lhe trazer mais problemas do que benefícios. Isso é o apenas o básico para iniciar um trabalho de nutrição levado a sério. Lembre-se que seus resultados nunca ultrapassarão seus limites.
	</li>
</ul>
]]></description><guid isPermaLink="false">264</guid><pubDate>Tue, 15 Mar 2011 18:16:00 +0000</pubDate></item><item><title>Dez Erros Comuns que Podem Comprometer seu Ganho de Massa Muscular</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/dez-erros-comuns-que-podem-comprometer-seu-ganho-de-massa-muscular-r263/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_11/erros-dieta.jpg.3781e6dd56fd2ae3d9ee746f78dfc0ae.jpg" /></p>
<p>
	Quando se objetiva o ganho de massa muscular, além de um treinamento apropriado, faz-se necessária uma nutrição específica. No dia a dia, atendendo inúmeras pessoas com esse objetivo em comum, observamos alguns erros clássicos, que acabam comprometendo toda a busca pelo resultado esperado. A ideia desse artigo é apresentar alguns desses equívocos com uma breve discussão.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">1. Aumentar desesperadamente a ingestão calórica, sem se preocupar com a qualidade das calorias ingeridas</span></strong>
</p>

<p>
	O princípio básico para se aumentar a massa muscular realmente seria ingerir mais calorias do que se gasta. No entanto, a qualidade dessas calorias é igualmente importante, visando principalmente a obtenção de massa muscular sem o indesejado acúmulo de gordura corporal.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">2. Pular/omitir refeições</span></strong>
</p>

<p>
	A distribuição das calorias e dos nutrientes deve ser fracionada ao longo do dia. Fazer uma refeição a cada 3 horas é regra básica tanto para aumentar a massa muscular quanto para eliminar gordura corporal.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">3. Não dedicar atenção especial para as refeições pré, durante e pós treino</span></strong>
</p>

<p>
	Antes do treinamento, a nutrição deve garantir um adequado fornecimento de energia para a execução do treinamento. Em alguns momentos, uma nutrição durante o treino (na forma de suplementos) também apresenta grande validade visando retardar a fadiga. Após o treinamento, deve-se aproveitar a “janela de oportunidades” que se abre, proporcionando ao organismo o fornecimento adequado de nutrientes que garanta um ótimo processo recuperativo e otimize a síntese protéica.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">4. Evitar todo e qualquer tipo de ingestão de gordura</span></strong>
</p>

<p>
	Dentre inúmeras funções, a ingestão de gordura é fundamental para uma adequada síntese do hormônio testosterona. Recomenda-se cerca de 25 a 30% da ingestão calórica total proveniente de gorduras, sendo que destas, 2/3 deveriam provir de fontes insaturadas e apenas 1/3 de fontes saturadas.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">5. Confiar em propagandas “milagrosas” de suplementos alimentares</span></strong>
</p>

<p>
	Com o avanço da indústria da suplementação alimentar, podemos arriscar a dizer que praticamente todos os dias alguma empresa em alguma parte do planeta lança um novo produto. As propagandas, muitas vezes tentadoras, levam algumas pessoas a acreditarem que naquela pílula está a solução dos seus problemas estéticos. Pode parecer óbvio, mas é sempre bom relembrar: o suplemento alimentar apenas irá auxiliar na obtenção de resultados. É impossível alguém atingir seus objetivos confiando apenas no suplemento e negligenciando a alimentação e o treinamento. A suplementação deve complementar sua dieta de acordo com suas reais necessidades. Suplemente sim, mas com inteligência!
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">6. Restringir totalmente a ingestão de sódio</span></strong>
</p>

<p>
	Realmente uma ingestão descomedida de sódio promove, entre outros malefícios, uma retenção hídrica indesejada. No entanto, algumas pessoas com receio desse nutriente, acabam o eliminando totalmente da dieta, o que é um grande erro. Necessitamos de sódio para diversas funções vitais, dentre elas a contração muscular. O bom senso em se utilizar quantidades adequadas fará a diferença.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">7. Não comer alimentos fonte de fibras, vitaminas e sais minerais</span></strong>
</p>

<p>
	Observamos pessoas se preocuparem excessivamente com a qualidade da proteína ingerida ou com a quantidade exata de carboidrato na dieta, mas acabam se esquecendo dos cofatores do metabolismo – vitaminas e sais minerais. Sem uma ingestão adequada desses micronutrientes, o metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas acaba sendo prejudicado. Não preciso nem dizer que a referida ausência atrapalharia todo o processo de ganho de massa muscular. Já as fibras, quando presentes na dieta entre 20 e 30 gramas ao dia, exercem vários benefícios, sendo importantes para a manutenção de uma boa saúde.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">8. Acreditar que apenas o peito de frango é uma ótima fonte protéica</span></strong>
</p>

<p>
	O peito de frango é uma ótima fonte protéica com baixo teor de gordura. Isso faz com que algumas pessoas o utilizem praticamente como única fonte de proteínas da dieta. Alguns cortes bovinos como patinho, coxão mole, alcatra, lagarto, dentre outros, também possuem uma ótima relação de proteína/gordura, podendo ser igualmente utilizados. Peixes e ovos também possuem proteínas de grande qualidade, proporcionando maior variedade para o cardápio e facilitando a adesão a longo prazo.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">9. Não manter uma ingestão protéica adequada</span></strong>
</p>

<p>
	Grande parte dos indivíduos engajados em um programa de ganho de massa muscular, já tem consciência da importância da ingestão de proteínas para obtenção de grandes resultados. Mas uma minoria se preocupa em garantir uma boa ingestão protéica em todas as refeições. De nada adianta utilizar um ótimo tipo de proteína no momento pós-treino com a melhor whey protein do mercado, e esquecer dos demais horários. Lembrando que todas as refeições do dia deverão conter quantidades adequadas de proteína de qualidade.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">10. Negligenciar a hidratação</span></strong>
</p>

<p>
	Já me deparei com pessoas que investem verdadeiras fortunas nos maiores lançamentos de suplementos alimentares ao redor do mundo e que acabam fracassando na busca por seus objetivos pela ausência de uma substância gratuita em sua dieta: água. Tanto para obter aumento de massa muscular quanto para reduzir a gordura corporal, necessitamos estar bem hidratados. Ingira entre 100 e 200 ml de água por hora do seu dia, aumentando essa quantidade para cerca de 500 a 1000 ml de água/hora durante o treinamento.
</p>

<p>
	Esses são apenas 10 erros comuns observados em pessoas que desejam aumentar a massa muscular. Qualquer um desses erros pode impedir a obtenção dos resultados pretendidos. Para evitar equívocos como esses, procure sempre buscar informações sobre o assunto e, claro, a orientação individualizada de um nutricionista.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">263</guid><pubDate>Tue, 15 Mar 2011 18:13:00 +0000</pubDate></item><item><title>A Revolu&#xE7;&#xE3;o da Super-Vitamina D</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/a-revolu%C3%A7%C3%A3o-da-super-vitamina-d-r257/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_08/55dd516e88429_monthly_2015_0855dd35c5dc982_monthly_2015_08c5f0aaa46f83b36c796e4e6910988379.gif.70a3e7d543b9fc7eb00b60827560e2f1.gif.bc38171e25c2425d92d01698d85fedb8.gif.afabf2ab7a80cde18e3db985b87b7471.gif" /></p>
<p>
	No ano de 2010 a vitamina D ganhou status de celebridade no mundo dos suplementos alimentares. Todos sabemos a importância de se ingerir todas as vitaminas e minerais, porém, a ciência vem comprovando cada vez mais que existe um ponto crucial a ser discutido entre quanto é “ótimo” e a questão da toxicidade.
</p>

<p>
	Nutricionistas e médicos estão atolados em uma cultura que olha para as necessidades de vitamina apenas em termos do que é necessário para prevenir doenças de deficiência. A "dose diária recomendada", para a vitamina C é a quantidade necessária para prevenir o escorbuto, a dose diária recomendada de vitamina B1 (tiamina) é a quantidade que você precisa para prevenir o beribéri. Eu chamo isso de "salário mínimo alimentação" e considero o mesmo uma péssima referência para os interessados em ótima saúde e bem-estar.
</p>

<p>
	Se você tem o suficiente de vitamina D em seu sistema, tendo mais não necessariamente vai torná-lo mais rápido ou mais forte, ou dar-lhe a energia para correr uma maratona. O problema é que muitas pessoas estão muito longe de ter "o bastante". E quando você não tem o suficiente, ele pode lhe custar muito caro em termos de energia, saúde e desempenho físico.
</p>

<p>
	O mundo começou a perceber a ligação entre a vitamina D e o desempenho físico, quando um par de estudos, publicado no Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism e outro pela Sociedade Gerontológica da América, ambos sobre a relação entre a vitamina D, o desempenho físico e incapacidade em pessoas idosas.
</p>

<p>
	Em um terceiro estudo, os pesquisadores da sociedade americana para pesquisa Mineral e Óssea também revelaram que baixos níveis de vitamina D estão associados com baixa capacidade física. Em seu estudo, 1.238 homens e mulheres idosos com níveis séricos baixos de vitamina D tiveram um desempenho significativamente pior que dos controles em testes básicos de equilíbrio e força, como um teste de caminhada de base, ter que se levantar de uma posição sentada em uma cadeira, ou ter que ficar equilibrado com um pé na frente do outro.
</p>

<p>
	Escores para os três testes apresentaram melhora significativa com o aumento dos níveis de vitamina D. "Pessoas com baixos níveis séricos de vitamina D apresentaram um risco maior para a baixa capacidade física e os efeitos mais fortes foram encontradas em pessoas com uma deficiência grave".
</p>

<p>
	A deficiência pode ser mais comum do que se pensava. Um par de anos depois, em 2007, pesquisadores da Wake Forest Universtiy de Medicina constataram que, em uma amostra de 976 adultos de 65 anos de idade ou mais, 75% enorme de mulheres e 51% dos homens tinham níveis insuficientes de vitamina D. E os participantes em testes de desempenho físico por meio de medidas como a força de pressão manual, eles confirmaram mais uma vez que aqueles com níveis mais baixos de vitamina D foram muito pior do que aqueles que não eram deficientes.
</p>

<p>
	O Especialista em vitamina D William Grant, PhD, coloca desta forma:
</p>

<p>
	"Os benefícios da vitamina D estendem-se para pelo menos 100 tipos de doenças, com a evidência mais forte para muitos tipos de câncer (mama, cólon, ovário, próstata, pâncreas e reto), doença cardiovascular, diabetes tipos 1 e 2, doenças respiratórias infecções como a gripe do tipo A e pneumonia, outras infecções como sepse e doenças auto-imunes como a esclerose múltipla.”
</p>

<p>
	Há uma enorme quantidade de pesquisas que mostram que os baixos níveis de vitamina D aumentam o risco para cada doença mencionada pelo Dr. Grant (acima). Além do mais, quando as pessoas estão baixas nos níveis de vitamina D afeta-se o humor, a capacidade de perder peso, o desempenho físico, a função do sistema imunológico e até mesmo suas chances de morrer. Um estudo de 2008 revelou que baixos níveis de vitamina D aumenta o risco de morte por qualquer causa, chamado de risco de mortalidade por uma gritante 26% em comparação com aqueles que tinham "ótimo" nível em seu sangue.
</p>

<p>
	A literatura sobre a vitamina D é enorme, e os estudos acima são apenas a ponta do iceberg. Mais três exemplos referem-se ao sistema imunológico, alterações cognitivas e perda de peso.
</p>

<p>
	De acordo com pesquisadores da Universidade Estadual do Oregon, a vitamina D induz a expressão de um gene que é realmente antimicrobial. O gene é chamado cathelicidin, e os pesquisadores acreditam que pode ser responsável pela capacidade da vitamina D de funcionar como um mecanismo de resposta imune primária. Eles denominaram cathelicidin "antibiótico natural" e acreditam que no futuro, poderá servir de base para novas terapias baseadas na imunidade. A vitamina D "ativa" este gene.
</p>

<p>
	Uma vez que cerca de 70% dos americanos têm bem menos que os níveis ideais de vitamina D, e quase um bilhão de pessoas no mundo são deficientes em vitamina D, os pesquisadores do Estado de Oregon alertam para um problema iminente à saúde pública, tanto em nações desenvolvidas e em desenvolvimento.
</p>

<p>
	O segundo exemplo tem a ver com o declínio cognitivo. Recentemente, um estudo na revista Archives of Internal Medicine descobriu que adultos com níveis mais baixos de vitamina D apresentavam maior probabilidade de ter níveis mais elevados de declínio cognitivo com a idade. Será que isso significa a suplementação de vitamina D irá protegê-lo da perda de memória ? Não sabemos ao certo, mas sabemos que não ter o suficiente aumenta o risco de apenas tais problemas.
</p>

<p>
	O terceiro exemplo conecta os níveis de vitamina D ótima com maior sucesso em um programa de emagrecimento. Os investigadores mediram os níveis circulantes do sangue da vitamina D em mulheres com sobrepeso e homens, tanto antes como depois de terem seguido um plano de dieta de 11 semanas consistindo de redução calórica extrema (750 calorias por dia!) Você esperaria que todos perdessem com um número tão restritivo de calorias, e assim foi. Mas os pesquisadores descobriram que os pré-níveis da "dieta" de vitamina D previu o sucesso da perda de peso. Para cada aumento de 1 ng / mL (uma pequena quantidade) dos níveis sanguíneos de vitamina D, as pessoas acabaram perdendo mais quase uma meia libra em sua dieta de restrição calórica. Além disso, os valores basais mais elevados de vitamina D no sangue previram uma maior perda de gordura abdominal!
</p>

<p>
	Então, qual é o nível ideal de vitamina D, afinal? Bem, não surpreendentemente, há alguma controvérsia sobre o assunto. O perito acima citado, o Dr. William Grant, diz que deve ser "pelo menos 40-60 ng / mL". De acordo com a pesquisa do Dr. Grant um aumento da vitamina em níveis séricos de 25 a 40 ng / ml poderia reduzir as taxas de mortalidade de 15% nos Estados Unidos, correspondendo a um aumento de 2 anos na expectativa de vida!!!
</p>

<p>
	É impossível chegar perto desse número, sem suplementos. E não há praticamente nenhuma chance de alcançá-lo com o reles 600 IU por dia recomendados pela FNB.
</p>

<p>
	A Food and Nutrition Board admite que 97% dos americanos têm um nível de vitamina D que cai dentro da faixa de 20 ng / ml e 30 ng / ml. Um suplemento de 600 UI por dia vai aumentar os níveis de vitamina D no sangue em apenas 6 ng / ml. Alguém com um nível de vitamina D de 25 ng / ml teria que ter pelo menos 2000 UI por dia para trazê-lo até 45 ng / ml.
</p>

<p>
	Segundo a especialista em vitamina D Zoltan Roma, MD, MSc, autor de "A vitamina D: a vitamina do sol", "A pesquisa indica agora que o valor correto para a necessidade mínima diária é de 4.000 UI", acrescentando que "provavelmente levará mais uma década antes de o governo e autoridades nutricionais reconheçam esse fato e recomendem um maior consumo de vitamina D para a população ".
</p>

<p>
	O que nos leva à questão da toxicidade.
</p>

<p>
	A FNB também relataram que a toxicidade da vitamina D pode ocorrer a um consumo de 10.000 UI / dia (250 microgramas / dia), embora não possam produzir nenhuma evidência reprodutível que 10.000 UI / dia já causou toxicidade em seres humanos e apenas um mal conduzido estudo indicando 20.000 UI / dia pode causar discretas elevações do cálcio sérico, mas não toxicidade clínica.
</p>

<p>
	Em uma excelente revisão de toda a literatura sobre a vitamina D, Reinhold Vieth, PhD, professor dos Departamentos de Ciências da Nutrição, Medicina Laboratorial e Pahtobiology da Universidade de Toronto, tinha que dizer isto:
</p>

<p>
	"Durante minha preparação desta revisão, fiquei espantado com a falta de provas declarações sobre a toxicidade de doses moderadas de vitamina D."
</p>

<p>
	Rona diz que "toxicidade real começa em 40.000 UI por dia depois de muitas semanas de uso". Vamos lembrar que o próprio organismo vai facilmente fazer 10.000 UI por dia, em poucas horas no sol. Como um cínico comentando sobre o novo relatório disse, "Eu acho que eles pensam que Deus não sabe o que está fazendo".
</p>

<p>
	É muito triste que este relatório, que foi horrivelmente relatado pela mídia, com manchetes como "a vitamina D pode ser perigosa" provavelmente irá assustar muitas pessoas que se beneficiariam enormemente de tomar suplementos desse nutriente importante.
</p>

<p>
	* Lembre-se que existem duas maneiras de medir a vitamina D no sangue, não confunda as medições. Nos EUA usa-se ng / ml, mas a medida internacional é nmol / mL. Então, se alguém lhe disser o seu nível é "50" não se esqueça de perguntar qual medida eles estão usando. (A medição de 50 ng / ml é igual a 124,8 nmol / L).
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">257</guid><pubDate>Tue, 15 Mar 2011 17:55:00 +0000</pubDate></item><item><title>Encha a cara de &#xE1;lcool e jogue no lixo 10 dias de treino</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/encha-a-cara-de-%C3%A1lcool-e-jogue-no-lixo-10-dias-de-treino-r250/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2016_07/alcool.jpg.d6530d237e18b77a02d0a60becb90cff.jpg" /></p>
<p>
	Olha só, usar álcool é como apedrejar seu sistema endócrino: ele eleva a sua insulina fazendo com que o excesso ocupe os receptores de somatomedina C (o que ferra o seu metabolismo de GH) e a partir daí nada mais “conversa” direito em você.<br>
	<br>
	Álcool ainda tem um agravante: funciona como tóxico do sistema nervoso central (através do aldeído produzido no processo de metabolização, que é responsável pela dor de cabeça, irritação, gosto de pau de guarda-chuva na boca do dia seguinte) e como relaxante muscular central à copia de seus primos benzodiazepínicos, o que vai com certeza deixar alguns treinos subseqüentes bem podrinhos....<br>
	<br>
	Mas como estamos nessa seção para falar de hormônios, vamos fazer uma conta do ponto de vista hormonal, ok?! Se 20min. de treino resistido fazem com que seu corpo tenha estímulo para modificar determinado segmento por 10 dias, significa que ao você encher a cara solenemente você jogou fora o treino de pelo menos 10 dias antes da fatídica bebedeira.<br>
	<br>
	Outra conta ruim: cada pessoa tem um tempo para retornar aos padrões iniciais insulinêmicos, ficando oscilando como um pêndulo por algum tempo. Neste tempo nada de ganho, nada de melhora. Pense e faça a sua escolha de maneira acertada.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">250</guid><pubDate>Tue, 15 Mar 2011 13:55:00 +0000</pubDate></item><item><title>Fa&#xE7;a Valer o seu Suor</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/fa%C3%A7a-valer-o-seu-suor-r243/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="suor-300x225.jpg" data-loading="true" height="225" width="300" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/suor-300x225.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Faça Valer o seu Suor
</p>

<p>
	Com bastante freqüência ao questionar amigos e pacientes sobre o motivo de estarem sedentários, ouço comentários como: desisti de praticar esportes porque nunca evoluo mesmo, ou então não “tenho genética boa” para isso. Esse pensamento soa para mim como certo conformismo, mas muitas vezes é resultado de experiências passadas que não resultaram em êxito, tanto em melhora da condição física como na melhora da composição corporal (redução da gordura e/ou aumento da massa magra).
</p>

<p>
	O que eu quero ressaltar é a importância da alimentação para quem está praticando exercícios físicos. Hoje em dia se sabe que o treino é responsável por 20 a 30% do resultado, o restante é mérito de dieta e descanso adequados. Então, eu me pergunto por que muitas pessoas continuam insistindo em perder seu tempo e seu suor apenas iniciando uma rotina de treinos sem alterar minimamente seus hábitos alimentares.
</p>

<p>
	Vamos aqui dar uma abordagem geral de alguns pontos relevantes e fundamentais para um bom resultado. Costumo dizer que são 4 os momentos-chaves para um bom resultado: café da manhã, refeições pré e pós-treino e a última refeição do dia (ceia).
</p>

<p>
	Café da manhã: é a refeição responsável por quebrar o jejum noturno. Ele serve para estimular seu metabolismo a iniciar as atividades diárias. Quem não faz um bom café da manhã tem menos disposição, mais sonolência e menor saciedade ao longo do dia, apresentando tendência a comer mais e pior nas refeições seguintes, principalmente no final do dia, momento no qual o metabolismo está mais lento. Alguns alimentos importantes no café da manhã: cereais integrais, frutas e alimentos protéicos (ovos, queijos, leite, produtos cárneos).
</p>

<p>
	Refeição pré-treino: tem o papel de fornecer energia direta para a execução do treino. Deve reabastecer os estoques de glicogênio muscular (reserva de carboidrato no músculo e fígado) e elevar moderadamente a glicemia. Deve prioritariamente fornecer carboidratos se for próxima ao treino (Ex.: maltodextrina), mas se for feita com antecedência de 1 a 2 horas pode combinar também proteínas, fibras e gorduras boas (Ex.: Sanduíche com peito de frango, salada e azeite).
</p>

<p>
	Refeição pós-treino: serve para cessar o catabolismo (“queima”) muscular que ocorria durante o treino e iniciar o processo reparo ao dano muscular e reabastecimento das reservas energéticas que foram depletadas no treino. Para isso, ela deve fornecer carboidratos e proteína de rápida absorção, e de preferência ser baixa ou isenta em gorduras e fibras que retardam a digestão da refeição. Um exemplo é um mix de maltodextrina ou dextrose com whey protein.
</p>

<p>
	Ceia: essa refeição costuma não receber atenção e muitas pessoas tem medo de comer em horário próximo a ir dormir, achando que vão engordar. Mas o principal papel dessa refeição é manter ótima a concentração de aminoácidos no sangue durante o sono. Esses aminoácidos servirão de substrato para o reparo ao dano gerado ao músculo durante o treino e promoverão a hipertrofia muscular durante o sono. Nessa refeição deve-se garantir a ingestão de proteína, de preferência as de digestão mais lenta como carnes, clara de ovo, iogurte light ou suplementos específicos como caseína micelar.
</p>

<p>
	Essas são algumas dicas de refeições que devem ter total atenção na dieta de qualquer indivíduo que esteja praticando exercícios físicos, para que não se repitam os insucessos de tentativas anteriores em iniciar a prática de exercícios e não ter bons resultados. Para uma orientação não só qualitativa, mas também quantitativa recomendo procurar um bom nutricionista para adequar suas necessidades a um plano alimentar individualizado. Obtendo bons resultados você terá maior estímulo a continuar a ter um estilo de vida mais saudável.
</p>

<p>
	Coma melhor e viva com mais saúde e performance!
</p>

<p>
	Dr. Renato França CRN/1 5340
</p>

<p>
	Nutricionista Funcional e Esportivo
</p>

<p>
	Clínica Renato França - Setor Terminal Norte, bloco N, sala 117 - Edifício Jaime Leal
</p>

<p>
	Contato: (61) 3349-1101 (61) 8152-6767 renatonutricao@gmail.com
</p>

<p>
	 
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">243</guid><pubDate>Tue, 15 Feb 2011 14:52:00 +0000</pubDate></item><item><title>Como Comemorar o Final do Ano sem Peso na Consci&#xEA;ncia</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/como-comemorar-o-final-do-ano-sem-peso-na-consci%C3%AAncia-r226/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="peru-natal-300x225.jpg" data-loading="true" height="225" width="300" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/peru-natal-300x225.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Como comemorar o final do ano sem peso na consciência
</p>

<p>
	O final do ano é repleto de eventos e confraternizações de amigos, trabalho, família, natal, reveillon, e como toda boa comemoração, sempre acompanhada de fartura em comidas e bebidas. Mas o que fazer para não descuidar da saúde e do corpo nessas situações? Seria possível mesmo para quem está seguindo uma dieta para controle do peso corporal, poder compartilhar dos momentos comemorativos de final de ano sem peso na consciência?
</p>

<p>
	Sim, o que devemos pensar é que não será uma refeição a responsável por nos engordar ou emagrecer. E sim, o conjunto delas, o somatório do que comemos ao longo do dia, semanas, ou seja, o nosso hábito alimentar. E mais ainda, não devemos levar em consideração apenas o que comemos, mas como o fazemos, em que quantidade e quais combinações escolhemos.
</p>

<p>
	Vamos a alguns exemplos práticos:
</p>

<p>
	Festas e confraternizações
</p>

<p>
	Quando tiver uma festa a noite onde você sabe que irá comer um pouco a mais, se policie para comer bem no restante do dia. Tome um café da manhã saudável, coma frutas nos lanches da manhã e da tarde, faça um almoço saudável acompanhado de salada crua. Não vá com fome para o evento, pois a tendência será que você coma uma quantidade maior.
</p>

<p>
	Para os mais disciplinados, uma boa opção é comer um prato de salada ou maçã antes de ir para a festa, porque eles contêm fibras que aumentam sua saciedade, e assim fazem com que você sinta menos fome e coma menos.
</p>

<p>
	Lembre sempre de beber água nos intervalos das refeições. Devido à proximidade entre o centro controlador da fome e o da sede no hipotálamo (parte do sistema nervoso central), muitas vezes essas sensações são confundidas, nos levando a sentir fome quando na verdade é a ingestão de água que não está sendo adequada.
</p>

<p>
	Comidas Natalinas
</p>

<p>
	Inclua alimentos típicos natalinas no seu dia-a-dia durante essa época, ao invés de deixar para matar a vontade de comê-los apenas no dia de natal. Por exemplo, se gostar de panetone, o consuma em substituição ao pão ou torrada do café da manha ou lanches. As castanhas e nozes podem fazer parte dos lanches da tarde; inclusive deveriam ser consumidas com freqüência e não só no natal, pois são excelentes fontes de gorduras saudáveis, mono e poliinsaturadas e ajudam a regular a saciedade.
</p>

<p>
	Não concentrar na ceia a ingestão de todos os produtos alimentícios característicos do natal como panetone, rabanada, tender, peru, castanhas, farofa, etc. Quando consumimos uma grande quantidade de alimentos em uma mesma refeição, maior do que o suficiente para fornecer energia para desempenho de suas atividades naquele momento, o excesso é estocado, principalmente na forma de gordura. Então devemos tratar a ceia natalina como um jantar convencional, fazendo as devidas substituições para os itens tradicionais que a compõe.
</p>

<p>
	Então é só mantendo essa idéia, a ceia natalina deve ser composta de entrada, prato principal, acompanhamento, guarnição, sobremesa e bebida. Por mais que as opções sejam muito variadas, escolha uma opção de entrada (de preferência salada), uma de prato principal (tender, peru, chester, bacalhau, etc.), uma de acompanhamento (Ex.: arroz, lentilhas), uma de guarnição (Ex.: farofa, salpicão) e uma de sobremesa (Ex.: frutas frescas ou cristalizadas, panetone, rabanada).
</p>

<p>
	Outra dica importante é comer com calma, mastigar bem os alimentos para que seu cérebro tenha tempo de processar a mensagem de que você está se alimentando e te avisar quando você já tiver comido o suficiente, quando você não sentirá mais fome. Quando estiver saciado, pare de comer. Agindo assim você poderá se deliciar com os pratos típicos natalinos de sua preferência, confraternizar com familiares e amigos sem acarretar prejuízos para sua saúde e consequentemente estéticos.
</p>

<p>
	Dr. Renato França CRN/1 5340
</p>

<p>
	Nutricionista Funcional e Esportivo
</p>

<p>
	Clínica Renato França - Setor Terminal Norte, Centro Clínico Santa Helena - Edifício Jaime Leal, sala 117. Asa norte, Brasília – DF.
</p>

<p>
	Contato: (61) 3349-1101 (61) 8152-6767 renatonutricao@gmail.com
</p>

<p>
	 
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">226</guid><pubDate>Sat, 15 Jan 2011 17:26:00 +0000</pubDate></item><item><title>Efeitos da Administra&#xE7;&#xE3;o de Antioxidantes no Exerc&#xED;cio F&#xED;sico - Mecanismos de Repress&#xE3;o no Processo de Peroxida&#xE7;&#xE3;o Lip&#xED;dica</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/efeitos-da-administra%C3%A7%C3%A3o-de-antioxidantes-no-exerc%C3%ADcio-f%C3%ADsico-mecanismos-de-repress%C3%A3o-no-processo-de-peroxida%C3%A7%C3%A3o-lip%C3%ADdica-r201/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="peroxidacao-lipidica-300x209.jpg" data-loading="true" height="209" width="300" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/peroxidacao-lipidica-300x209.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	EFEITOS DA ADMINISTRAÇÃO DE ANTIOXIDANTES NO EXERCÍCIO FÍSICO – MECANISMOS DE REPRESSÃO NO PROCESSO DE PEROXIDAÇÃO LIPÍDICA
</p>

<p>
	Matheus Uba Chupel
</p>

<p>
	Radicais Livres e Exercício
</p>

<p>
	A maior taxa metabólica de um indivíduo, assim como o aumento na captação de oxigênio, são fatores que levam à maior produção de radicais livres. O exercício produz oxigênio reativo ou radicais livres pelo menos de duas maneiras. A primeira é observada através de um vazamento de elétrons nas mitocôndrias, provavelmente ao nível do citocromo, que produz radicais superóxido. A segunda ocorre durante as alterações no fluxo sanguíneo e no suprimento de oxigênio - perfusão insuficiente durante o exercício intenso seguida por reperfusão na recuperação, que acarreta a geração excessiva de radicais livres.
</p>

<p>
	O metabolismo de pessoas que são ativas (mas não são classificadas como atletas) tende a ter sua taxa metabólica em níveis estáveis, e suas defesas antioxidantes no organismo são suficientes para deter a peroxidação lipídica tecidual. Porém, será que os agentes protetores com propriedades antioxidantes são necessários em maiores quantidades nas dietas dos indivíduos mais ativos (atletas)?
</p>

<p>
	O que são Alimentos Antioxidantes?
</p>

<p>
	Esta questão deve ser respondida com uma pequena discussão: já é de conhecimento da medicina que existem alimentos antioxidantes, que ajudam no processo de combate ao estresse oxidativo, entretanto, ainda é muito discutível a dosagem e se a administração de “suplementos vitamínicos” traz vantagens reais neste processo de defesa do organismo.
</p>

<p>
	Atualmente, a vitamina E pode ser classificado como o antioxidante mais poderoso relacionado ao exercício.
</p>

<p>
	Alguma evidência nos seres humanos sugere um possível benefício de suplementação com vitamina E (e possivelmente com vitamina C). O gráfico 01 mostra os efeitos sobre a eliminação de pentano (um marcador primário da produção de radicais livres) com 3 semanas de suplementos diários de 200mg de vitamina E em homens antes e após uma sessão de exercício máximo de 20 minutos. A produção de radicais livres após o exercício diminuía drasticamente nos ensaios com suplementos de vitamina E. Para os seres humanos alimentados com uma mistura vitamínica antioxidante diária de β-caroteno, ácido ascórbico e vitamina E, os marcadores séricos e respiratórios (hálito) de peroxidação lipídica continuavam sendo mais baixo em repouso e após o exercício que nos indivíduos que não haviam recebido suplementos. Cinco meses de suplementação com vitamina E em ciclistas competitivos exerciam um efeito protetor sobre os marcadores do estresse oxidativo induzido pelo exercício extremo de endurance.
</p>

<p>
	A vitamina E lipossolúvel desempenha um papel de pivô nessa defesa, pela inserção nas membranas, e por quebrar a reação química em cadeia da lipoperoxidação se torna um radical estável. A vitamina E é uma molécula com uma cabeça trimetildroquinona e uma cadeia lateral de diterpenóide. A cadeia lateral parece estar associada com a habilidade da vitamina em inserir na porção hidrofóbica da membrana. Embora essa cadeia lateral seja essencial à função da vitamina E in vivo, é de fato a cabeça que é responsável pela atividade antioxidante. Enquanto a varredura de radicais das membranas parece ser a função principal da vitamina E, acredita-se que desempenha um papel em outros mecanismos também. Por exemplo, uma vitamina E análoga foi mostrado restaurar radicais de aminoácidos de volta à forma original de aminoácido. O betacaroteno também funciona como um antioxidante rompedor de cadeia, embora, não com a eficácia da vitamina E.
</p>

<p>
	Os AO interagem entre si formando um intricado sistema cooperativo de defesa para minimizar as consequências do estresse oxidativo. Como por exemplo, o radical tocoferil, resultante da interação de alfatocofenol com radicais peroxil, durante a peroxidação lipídica, pode ser reconvertido em alfatocofenol reagindo com a vitamina C. Realmente, foi demonstrado que a vitamina C reativa a vitamina E até a depleção completa da reserva de vitamina C. Sinergismo adicional também foi evidenciado enter o betacaroteno e vitamina E, por causa da inibição da peroxidação lipídica in vitro, que é igual ou significativamente maior que inibição individual.
</p>

<p>
	Minerais e Aminoácidos – Sua atuação no sistema de defesa Antioxidante
</p>

<p>
	Os minerais têm uma participação muito importante não só por sua atividade antioxidante, como na formação das enzimas AO. Entre eles, destacam-se o magnésio que participa de mais de 60% das reações químicas do nosso organismo, o selênio na glutationa peroxidase e o manganês, zinco e cobre na superóxido desmutase.
</p>

<p>
	Os aminoácidos (AA) têm uma participação extraordinária e diversificada, pois conferem às proteínas funções e propriedades tão diferentes que suas degradações pelos radicais livres podem levar a danos irreversíveis. A administração de AA individualizada de acordo com a necessidade, bem como das vitaminas e minerais, é importante para prevenir ou mesmo ajudar o organismo a se reestruturar de acordo com o sistema afetado.
</p>

<p>
	São proteínas formadas por grupos de aminoácidos importantes as enzimas:
</p>

<p>
	- SOD (superóxido dismutase);
</p>

<p>
	- catalase;
</p>

<p>
	- peroxidase.
</p>

<p>
	Estas proteínas possuem valor biológico importantíssimo, pois removem antioxidantes enzimaticamente e, juntamente com as proteínas estruturais, auxiliam no processo de reestruturação de tecidos.
</p>

<p>
	Concluindo
</p>

<p>
	Tendo por base que a atividade física intensa promove a formação de compostos nocivos ao organismo (radicais livres) e que, mesmo existindo um sistema antioxidante natural, deve-se ter plena consciência de que a administração de antioxidantes na alimentação de atletas e praticantes de exercícios físicos extenuantes é extremamente necessária. Dentre os antioxidantes mais potentes existem as vitaminas A e C, que atuam como varredores, assim como a vitamina E, capaz de quelar metais e ser pivô de um eficiente sistema de defesa. Julgando estes dados, pode-se dizer que os radicais livres e a oxidação na atividade física exigem sua neutralização por meio de uma estratégia antioxidante que pode resultar beneficamente a curto e a longo prazo.
</p>

<p>
	Referencial
</p>

<p>
	- Abud RL, Liberato AJ. Radicais livres e oxidação na atividade física. Em Atividade Física, Exercício e Coração (Nabil Ghorayeb). Editora Manole, 1997.
</p>

<p>
	- Packer L. Oxidants, antioxidant nutrient and the athlete. Journal of Sports Sciences, 1997.
</p>

<p>
	- McArdle W. Katch F. Katch V. Fundamentos de Fisiologia do Exercício. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2002.
</p>

<p>
	- Sen CK. Oxidants and antioxidants in exercise. Journal Applied Physiol, 1995.
</p>

<p>
	- Schneider, C. de Oliveira, A. Radicais livres de oxigênio e exercício: mecanismos de adaptação ao treinamento físico. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 2004.
</p>

<p>
	- Schneider CD. Avaliação do estresse oxidativo em indivíduos submetidos a diferentes intensidades de exercício em esteira rolante [Dissertação apresentada para obtenção do título de mestre em ciências do movimento humano]. Porto Alegre: Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2002.
</p>

<p>
	- Tiidus PM, Houston ME. Vitamin E status and response to exercise training. Sports Medicine 20:12-23, 1995.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">201</guid><pubDate>Wed, 15 Dec 2010 15:12:00 +0000</pubDate></item><item><title>Quando Comer &#xE9; t&#xE3;o Importante quanto o que Comer</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/quando-comer-%C3%A9-t%C3%A3o-importante-quanto-o-que-comer-r200/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="food-clock.jpg" data-loading="true" height="225" width="225" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/food-clock.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Quando comer é tão importante quanto o que comer
</p>

<p>
	No ciclo de crescimento muscular durante as 24 horas do dia, há períodos onde o músculo está envolvido em produção de energia, reconstrução ou reparo muscular, e crescimento muscular. Para cada fase desse ciclo se desenvolver adequadamente é necessário o consumo de nutrientes específicos.
</p>

<p>
	A partir daí surge o conceito de nutrient timing, ou seja, o momento ideal para se ingerir determinado nutriente. Caso sejam fornecidas essas exigências feitas pelos músculos em quantidade, qualidade e horário certo, o resultado será uma melhor recuperação muscular em resposta aos treinos e melhora no crescimento e força musculares.
</p>

<p>
	Muitas vezes o foco da alimentação é sobre os tipos de nutrientes que são melhores para atletas de força. E rapidamente vem à cabeça o conceito de que atletas de força necessitam de maior ingestão de proteína em relação aos sedentários. Mas isso pode levar a uma linha de raciocínio errônea: “Se proteína é bom para hipertrofia muscular, então quanto mais proteína melhor”. Por maior que seja a quantidade de proteína ingerida, se seus músculos não estiverem metabolicamente preparados para recebê-la naquele momento, a maior parte dela será perdida.
</p>

<p>
	O que muitos estudos mostram e o que tenho observado em meu consultório, é que dificilmente atletas de força profissionais ou recreativos não consumem suficientemente proteína ao longo do dia. Porém, frequentemente esse consumo não está distribuído da forma correta ao longo do dia e, principalmente, não está sendo consumida corretamente nos momentos chaves. Estes podem ser divididos em 3 fases:
</p>

<p>
	1. Fase energética:
</p>

<p>
	Compreende o fornecimento de energia, pré-treino ou durante o treino, adequado necessário à contração muscular para execução do treino. O consumo de carboidratos pré-treino é indispensável e tem a função de prevenir a depleção exacerbada dos estoques de glicogênio, o que auxilia na manutenção dos níveis séricos de glicose adequados e retarda a fadiga.
</p>

<p>
	A associação de aminoácidos e/ou proteínas e antioxidantes ao carboidrato da refeição pré-treino promove um menor aumento do hormônio cortisol durante o treino (o que reduz o dano muscular), e uma melhor adaptação enzimática no músculo o que resulta em uma recuperação ao exercício mais rápida. Dependendo do tipo de treino e do objetivo, pode ser feita a suplementação de carboidratos associados ou não a aminoácidos também durante o treino.
</p>

<p>
	Recursos que podem ser utilizados: carboidratos de alto índice glicêmico (Ex.: 20-30 de maltodextrina), whey protein (5g), Leucina (1g), AKG (3g), creatina (2-5g), vitaminas C (30-120mg) e E (20-60UI).
</p>

<p>
	2. Fase anabólica:
</p>

<p>
	Esse período compreende a transição entre consumo de proteína muscular e glicogênio (que ocorria durante o treino), e o início do processo de reparo ao dano muscular e ressíntese dos estoques de glicogênio. Imediatamente após o exercício ocorre uma janela metabólica em reposta às adaptações fisiológicas ao exercício.
</p>

<p>
	Em resumo, essa janela metabólica ocorre, pois imediatamente após o exercício as células musculares estão muito sensíveis aos efeitos anabólicos da insulina; com o passar do tempo elas vão se tornando resistente à insulina, e nessa situação, mesmo que haja o consumo adequado de nutrientes, não haverá uma boa utilização dos mesmos pelo músculo.
</p>

<p>
	Para um melhor aproveitamento dessa janela metabólica, devem ser consumidos carboidratos e proteínas e/ou aminoácidos nos primeiros 45 minutos, ou mais precisamente de 15 a 30 minutos após o término do treino. O consumo de antioxidantes, como vitamina C e E, podem acelerar a reconstrução muscular por combaterem os efeitos deletérios dos radicais livres (produzidos durante o treino) aos músculos.
</p>

<p>
	Recursos que podem ser utilizados: carboidratos de alto índice glicêmico (Ex.: 40-50g de maltodextrina ou dextrose), leucina (1-2g), whey protein (15g), glutamina peptídeo (1-2g), creatina (3-5g), vitaminas C (60-120mg) e E (80-400UI).
</p>

<p>
	3. Fase de crescimento muscular: Essa fase compreende desde o final da fase anabólica até o início do treino seguinte. Nesse momento as enzimas musculares estão envolvidas no aumento do número de proteínas contráteis e aumento do volume de fibras musculares, e concomitantemente restabelecimento dos estoques de glicogênio muscular.
</p>

<p>
	3.1. Primeiro momento - 4 primeiras horas após o treino: É importante manter a sensibilidade muscular à insulina para manutenção do estado anabólico. Pode ser utilizado um shake de carboidrato e proteína 2 horas após a refeição pós-treino, ou uma refeição composta por carboidrato de alto índice glicemico e uma fonte de proteína de alto valor biológico.
</p>

<p>
	3.2. Segundo momento - 16 a 18 horas após o treino: O foco deve ser a manutenção do balanço nitrogenado positivo (ingestão de nitrogênio proveniente das proteínas maior que sua excreção). Nessa fase é importante garantir o fornecimento de carboidratos, proteínas e lipídeos em todas as refeições. Deve ser priorizado o consumo de refeições compostas por carboidratos complexos, de médio a baixo índice glicêmico, associados a proteínas de alto valor biológico e gorduras mono e poliinsaturadas (azeite de oliva, castanhas, amêndoas, nozes). Essas refeições devem ocorrer a cada 3 horas.
</p>

<p>
	Essas são algumas dicas para alertá-los sobre a importância de quando consumir os nutrientes chaves visando o objetivo de hipertrofia muscular, e mostrar que quando se come e tão importante quanto o que se come. Logicamente que essa artigo não é suficiente para organização de um plano alimentar adequado e individualizado. O melhor a fazer sempre é procurar um bom nutricionista esportivo que irá levar esses e outros fatores para embasar a prescrição de sua dieta. Esse é o caminho mais seguro para sua saúde e também o mais rápido para alcançar seus objetivos.
</p>

<p>
	Renato França CRN/1 5340
</p>

<p>
	Nutricionista Funcional e Esportivo
</p>

<p>
	Clínica Renato França - Setor Terminal Norte, bloco N, sala 117 - Edifício Jaime Leal
</p>

<p>
	Contato: (61) 3349-1101 (61) 8152-6767 renatonutricao@gmail.com
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">200</guid><pubDate>Wed, 15 Dec 2010 15:06:00 +0000</pubDate></item><item><title>Plasticidade e Elasticidade Metab&#xF3;lica</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/plasticidade-e-elasticidade-metab%C3%B3lica-r198/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="plasticidade-metabolica-197x300.jpg" data-loading="true" height="300" width="197" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/plasticidade-metabolica-197x300.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Plasticidade e Elasticidade Metabólica...
</p>

<p>
	Tudo o que fazemos é trabalhar as pessoas com condutas de alimentação, suplementação e treinamento em ordem de vencer a elasticidade alcançando se possível o limite da nossa plasticidade metabólica.
</p>

<p>
	Elasticidade então é a resistência que nosso corpo tem em sofrer mudanças: da mesma forma que você não vai engordar se um dia do seu mês comer uma feijoada (pelo menos na maioria dos casos), também não vai ficar musculoso com apenas um dia de treinamento intenso e bem dosado enquanto os outros 29 voce se limita a empurrar seu corpo e o peso da academia... Assim, cabe ao profissional que o assiste determinar os limites mínimos que você precisa atingir para poder observar algum resultado.
</p>

<p>
	Plasticidade por sua vez é a sua capacidade de absorver um estímulo dado (seja pela alimentação ou pelo treinamento e de preferencia pelos dois) e transformá-lo em resultados mensuráveis e observáveis. O profissional que o assiste então, de posse dos seus índices iniciais e atuais observa o quanto você mudou e programa novas alterações segundo uma estimativa que ele obtem pelo confronto entre os dados de condutas e resultados subsequentes. O interessante é que com o passar do tempo, as estimativas e precisões começam a ficar cada vez mais precisas, oferecendo ao paciente dados que o estimulem a seguir adiante devido a fidelidade das previsões realizadas.
</p>

<p>
	Você já pensou em levar o seu projeto mais a sério? Está aí a oportunidade...
</p>

<p>
	Abraço e muita performance com muita saúde!
</p>

<p>
	Muzy
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">198</guid><pubDate>Wed, 15 Dec 2010 14:49:00 +0000</pubDate></item><item><title>Salve sua Dieta nas Ceias de Natal e Reveillon</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/salve-sua-dieta-nas-ceias-de-natal-e-reveillon-r197/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="ceia-natal-300x199.jpg" data-loading="true" height="199" width="300" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/ceia-natal-300x199.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Salve sua dieta nas ceias de Natal e Reveillon
</p>

<p>
	Estamos às vésperas das festas de fim de ano, e isso significa se esbaldar em mesa farta de calorias.
</p>

<p>
	Mas você pode aproveitar as festas, saborear a ceia, e salvar sua dieta, pois é possível ter uma mesa com uma aparência muito agradável, composta de alimentos saudáveis e saborosos.
</p>

<p>
	Apesar de vivermos em um país tropical, com grande diversidade de frutas, legumes e verduras, os brasileiros não consomem esses alimentos como deveriam.
</p>

<p>
	As frutas, legumes e verduras são ricos em fibra alimentar, minerais e diferentes tipos de vitaminas, como os carotenóides, precursores da vitamina A.
</p>

<p>
	Estudos científicos comprovam que uma alimentação rica em frutas, legumes e verduras estão associados ao menor risco de desenvolvimento de doenças crônicas não-transmissíveis (hipertensão, acidente vascular cerebral, câncer) e à manutenção do peso adequado.
</p>

<p>
	Esses alimentos também são protetores do organismo contra as doenças pulmonares crônicas e obstrutivas, incluindo a asma e a bronquite.
</p>

<p>
	A trilogia "frutas, legumes e verduras" é utilizada para enfatizar a importância da variedade alimentar e porque esses alimentos devem ser considerados parte importante das refeições e não somente lanches ocasionais.
</p>

<p>
	Seguem aqui, diversas dicas da Nutricionista Vanessa Vichi:
</p>

<p>
	• Diminua a quantidade de alimento a ser ingerido, e na medida do possível combine pratos mais calóricos e elaborados com saladas variadas (utilizar vários vegetais folhosos como, por exemplo: alface americana, rúcula, agrião, repolho, etc), pois promovem a sensação de saciedade.
</p>

<p>
	• Nas preparações dos alimentos substitua os produtos convencionais por lights (por exemplo: maionese, creme de leite, margarina, etc).
</p>

<p>
	• Dê preferência às preparações no vapor, assadas, cozidas ou grelhadas. São mais nutritivas, menos gordurosas e muito mais saudáveis. Evite frituras.
</p>

<p>
	• Comece o seu prato servindo-se dos alimentos mais saudáveis. Desta maneira sobrará menos espaço no prato para as comidas gordurosas.
</p>

<p>
	• Mantenha distância de alimentos que não necessitem de talheres. Desta forma, você elimina os salgadinhos, biscoitos, bolos, pães de queijo, pizzas, etc., que são gordurosos e bastante calóricos.
</p>

<p>
	• Lembre-se que o mais importante nesta época é estar com pessoas, é a confraternização. O foco será automaticamente desviado da comida.
</p>

<p>
	• Priorize suas escolhas.
</p>

<p>
	• Antes das festas faça um lanche saudável utilizando frutas, cereais integrais e queijo light. Esta é uma dica muito importante para não exceder na quantidade ingerida durante os eventos.
</p>

<p>
	• É importante também mastigar bem os alimentos. Quem come muito rápido, além de ter uma digestão mais demorada, deixa de saborear o alimento e acaba comendo uma quantidade maior.
</p>

<p>
	• E quando chegar à hora da sobremesa coma uma porção pequena ou escolha uma fruta. Frutas são excelentes sobremesas e ótimas para refrescar o nosso Natal, que é bem tropical.
</p>

<p>
	• Agora se você deixou de seguir as dicas acima e exagerou na ceia de Natal e Reveillon temos mais uma dica, que vai te ajudar na digestão do exagero: consuma enzimas digestivas, consumindo 1 sache após as principais refeições, o produto irá contribuir com a digestão dos alimentos
</p>

<p>
	• A alimentação é uma preocupação constante na rotina das pessoas. Seja para obter um estilo de vida saudável, seja para perder peso, melhorar a saúde ou, simplesmente, satisfazer uma necessidade fisiológica, comer é sempre bom.
</p>

<p>
	Dra. Vanessa Vichi Girotto Corrêa
</p>

<p>
	Nutricionista VITAFOR
</p>

<p>
	vanessa@vitafor.com.br
</p>

<p>
	Tel. (15) 3321-4235
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">197</guid><pubDate>Wed, 15 Dec 2010 14:47:00 +0000</pubDate></item><item><title>Risco do Consumo Excessivo de Prote&#xED;nas</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/risco-do-consumo-excessivo-de-prote%C3%ADnas-r186/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="consumo-excessivo-proteinas-300x190.jpg" data-loading="true" height="190" title="consumo-excessivo-proteinas" width="300" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/consumo-excessivo-proteinas-300x190.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Risco do consumo excessivo de proteínas
</p>

<p>
	As proteínas são essenciais para o corpo humano, formando mais de 50000 compostos protéicos, dos quais 65% estão concentrados no tecido muscular. Dentre as proteínas corporais estão: hormônios, enzimas, anticorpos, proteínas de transporte (Ex.: hemoglobina, albumina, globulina), proteínas estruturais formadoras de pele, unhas, cabelos, tendões, ligamentos, músculos, órgãos e ossos. Além disso, depois de sua degradação ela pode ser desaminada e convertida em glicose e servir como fonte de energia para o corpo.
</p>

<p>
	Carboidratos, proteínas e lipídeos compõem o grupo dos macronutrientes. Carboidratos e gorduras são compostos apenas de carbono e hidrogênio, enquanto as proteínas se diferenciam por possuírem também nitrogênio em sua composição. Em termos energéticos, as proteínas fornecem o mesmo que carboidratos, 4 kcal por grama, e os lipídeos 9 kcal por grama.
</p>

<p>
	Estruturalmente as proteínas são compostas de uma combinação de aminoácidos. Estes estão em constante movimento no corpo, principalmente entre fígado, músculos e sangue, processo denominado de turnover protéico. Esse processo é necessário para que os aminoácidos desempenhem todas suas funções no corpo.
</p>

<p>
	Sobrecarga dos rins e fígado:
</p>

<p>
	Não é de hoje que se ouve frequentemente que o consumo excessivo de proteínas pode sobrecarregar o funcionamento do fígado e dos rins. Vamos discutir o que leva a essa sobrecarga.
</p>

<p>
	Antes dos aminoácidos poderem servir como fonte de energia, eles necessitam perder seu grupo nitrogenado através de um dos dois processos seguintes:
</p>

<p>
	1. Desaminação: trata-se da retirada do grupamento amino (NH3+) de um aminoácido, o qual é convertido em amônia e uréia no fígado. Estes, por sua vez, são removidos do corpo pelos rins e pelas glândulas sudoríparas. Quando o grupamento amino é retirado do aminoácido, o que sobra é um esqueleto de carbono, que irá ser convertido em glicose no fígado, processo denominado gliconeogênese. Esse processo é bastante ativo em dietas muito altas em proteína e em jejum prolongado (mais de 4 horas sem se alimentar).
</p>

<p>
	2. Transaminação: é a conversão de um aminoácido em outro. Ocorre quando um grupamento amino (NH3+) de um aminoácido é transferido para um esqueleto de carbono formando um novo aminoácido. Esse processo necessita de vitamina B6 como cofator. Essas reações dependem basicamente de suas enzimas para acontecer: ALT ou TGP – alanina aminotransferase, e AST ou TGO– aspartato amino transferase. Essas duas enzimas são bastante utilizadas como marcadores de dano no hepatócitos (células do fígado). Em dietas hiperprotéicas esses valores podem aparecer elevados ao exame de sangue.
</p>

<p>
	Uma ingestão excessiva de proteínas irá aumentar a utilização desses dois mecanismos, levando a uma maior sobrecarga do fígado e dos rins. Mas quanto seria uma ingestão excessiva?
</p>

<p>
	Não há um consenso sobre isso, mas o que a maior parte das publicações científicas chegou e o que a International Society of Sports Nutrition recomenda é que dependendo do tipo de esporte praticado, a ingestão protéica deve oscilar entre 1,4 e 2,0 gramas de proteína por quilograma de peso corporal por dia. Para exercícios de resistência (Ex.: endurance) 1,0 a 1,6g/kg e exercícios resistidos ou de força 1,6 a 2,0g/kg.
</p>

<p>
	Ingestões maiores do que 2 gramas por quilograma de peso corporal por dia não têm demonstrado ganhos adicionais na composição corporal de praticantes de exercícios físicos de força.Além disso, dietas muito hiperprotéicas podem trazer danos aos rins, fígado e aumentar a excreção de cálcio urinário.
</p>

<p>
	Outro ponto importante é que este tipo de dieta pode aumentar o risco de desidratação, pois a uréia, produto do metabolismo das proteínas, que estará em maior quantidade no sangue em dietas hiperprotéicas, é eliminada via urinária e solubilizada em água. Com isso, uma maior quantidade de água é perdida pela urina.
</p>

<p>
	Então, atletas e praticantes de exercícios físicos muitas vezes não têm que aumentar sua ingestão de proteína em relação à sua dieta habitual. Além da quantidade de proteína da dieta, outros fatores são de extrema importância para a melhora da performance e da composição corporal, como: quando ingerir essas proteínas e quais proteínas consumir. É sobre isso que falarei na próxima matéria.
</p>

<p>
	É sempre bom lembrar que esses e outros aspectos devem ser avaliados pelo seu nutricionista, para o planejamento de uma dieta individualizada, voltada para o seu objetivo e que não traga riscos para a sua saúde.
</p>

<p>
	(*)Dr. Renato França CRN/1 5340
</p>

<p>
	Nutricionista Funcional e Esportivo
</p>

<p>
	Graduado em Nutrição pela Universidade de Brasília – UnB
</p>

<p>
	Membro do The Institute for Functional Medicine – EUA
</p>

<p>
	Atendimento: Clínica Renato França - Setor Terminal Norte, bloco N, sala 117 - Edifício Jaime Leal
</p>

<p>
	Contato: renatonutricao@gmail.com (61) 3349-1101 (61) 8152-6767
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">186</guid><pubDate>Mon, 15 Nov 2010 14:36:00 +0000</pubDate></item><item><title>Gorduras e &#xD4;mega 3</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/gorduras-e-%C3%B4mega-3-r184/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_08/55dd2dd0776cc_monthly_2015_0855dd2dcf3f6eb_monthly_2015_0802800dff8d4868317fde4ef28fc0c84e.jpg.eb14ffde516ac7a6cf86902afdd78577.jpg.604ae4d5e5c50843fc813683325dcb21.jpg.03183509a8979455852909e8253bb782.jpg" /></p>
<p>
	As gorduras não são as vilãs para a nossa saúde e sim as nossas escolhas em relação à elas. Existem vários tipos de gordura, dentre elas podemos citar: trans-saturadas, saturadas, Omega-6, Omega-3, mono e poli-insaturadas.
</p>

<p>
	Alguns tipos especiais de gorduras, como ômega-3 e ômega-6, são saudáveis e cruciais para um sistema imunológico forte e uma pele saudável ao passo que gorduras trans-saturadas e saturadas são prejudiciais a nossa saúde.
</p>

<p>
	Os alimentos, tanto os naturais como os processados, podem conter vários tipos de gordura. Alguns tipos têm efeito positivo à saúde, aumentando o HDL, que é o "colesterol bom" enquanto outros podem ser prejudiciais, aumentando o nível de LDL, o "colesterol ruim". Mesmo os tipos de gordura benéfica devem ser consumidos com moderação, pois qualquer tipo de gordura contém mais calorias do que proteínas e carboidratos:
</p>

<p>
	A gordura é uma fonte concentrada de energia. Enquanto cada grama de gordura contém 9 kcal, um grama de carboidrato contém em torno de 4 kcal. Além disso, nossas reservas de energias provenientes de gordura são muito mais abundantes. Em média um corredor tem mais de 60 mil calorias estocadas na forma de gordura contra menos de 2 mil de carboidratos. Sendo assim, gorduras são essenciais quando se está exercitando por longos períodos de tempo.
</p>

<p>
	Exercícios de baixa intensidade utilizam gordura como pelo menos metade da fonte de energia. Isto porque, para usar gordura como energia, é preciso muito mais oxigênio do que o necessário na utilização de carboidratos. Assim, em exercícios de baixa intensidade nos quais há farto oxigênio, gordura é a principal fonte de energia. Sendo assim, a utilização de gordura diminui à medida em que a intensidade do exercício aumenta.
</p>

<p>
	Vamos descatar e falar um pouco sobre a importância do Omega-3 que é um tipo de gordura conhecida como ácido graxo essencial e é muito importante para uma boa saúde.
</p>

<p>
	O corpo humano não é capaz de produzir Omega-3, tendo que obtê-lo através da alimentação.
</p>

<p>
	Um grande número de pesquisas vem demonstrando os benefícios do Omega-3 para o coração e todo sistema circulatório.
</p>

<p>
	Os benefícios do Omega-3 incluem:
</p>

<ul>
	<li>
		Atividade antiinflamatória;
	</li>
	<li>
		Atividade anti-trombos (entupimento dos vasos sanguíneos);
	</li>
	<li>
		Redução dos níveis de colesterol e triglicerídeos e
	</li>
	<li>
		Redução da pressão arterial.
	</li>
	<li>
		Os benefícios do omega 3 estendem-se para a redução do risco de desenvolver diversas doenças, incluindo:
	</li>
	<li>
		Diabetes;
	</li>
	<li>
		Acidente vascular cerebral (derrame);
	</li>
	<li>
		Artrite reumatóide;
	</li>
	<li>
		Asma;
	</li>
	<li>
		Síndromes inflamatórias intestinais (colites);
	</li>
	<li>
		Alguns tipos de câncer;
	</li>
	<li>
		Declínio mental.
	</li>
</ul>

<p>
	Alguns estudos também indicam que o Omega-3 traz benefícios para o humor, o aprendizado e para o sistema imunológico.
</p>

<p>
	O Omega-3 pode ser encontrado nas nozes, castanhas, peixes especialmente de águas frias, rúcula e nos óleos vegetais, como azeite, canola, soja e milho
</p>

<p>
	As melhores fontes de Omega-3 são os peixes, algumas espécies possuem maior quantidade como por exemplo: Cavala, Arenque, Sardinha, Salmão, Atum, Bacalhau.
</p>

<p>
	Recomenda-se a ingestão de pelo menos 2 porções de peixe por semana, mas se for possível incluir outras fontes de Omega-3 os benefícios serão maiores.
</p>

<p>
	Os peixes devem ser assados, cozidos ou grelhados. Não se deve fritá-los, pois este processo destrói o Omega-3.
</p>

<p>
	É de reforçar que o excesso de gordura provoca obesidade e colesterol e que as gorduras de origem animal são particularmente nocivas para a saúde.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">184</guid><pubDate>Mon, 15 Nov 2010 14:23:00 +0000</pubDate></item><item><title>Vale a pena cortar os carboidratos &#xE0; noite?</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/vale-a-pena-cortar-os-carboidratos-%C3%A0-noite-r183/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_08/55dd2dd074edc_monthly_2015_0855dd2dcf3d264_monthly_2015_081b832977cd82a2a16a48f38588615f03.jpg.3a80a0151ca0b5c474bb96148e6d9959.jpg.4280b80b333a0507e9c16de41c03df5e.jpg.3d315c7aeec75831747086d2fd63c029.jpg" /></p>
<p>
	Esse negócio de cortar carboidrato à noite é uma coisa que vem de não sei quantos anos atrás. Faz parte do mesmo grupo de informações da tal faixa de batimento cardíaco para melhor queima de gordura e de que apenas os aeróbios promovem perda de gordura, e também de que a natação é a cura para todos os males, ou seja: são ideias com pouco fundamento, que se enraizaram e ficaram como "verdades absolutas".<br>
	<br>
	Certo, vamos tratar da refeição noturna, mas vamos primeiro falar de consumo de carboidrato durante todo o dia. Em uma conta hipotética, uma pessoa necessita de 800 gramas de carboidrato durante o dia todo, e faz 6 refeições diárias. Desde que ele consuma isso distribuído em todas as refeições do dia, que seja de carboidratos complexos, não há justificativa para que ele distribua isso nas 5 primeiras refeições e corte o carboidrato antes de dormir. Para isso, vale lembrar que nosso metabolismo basal é responsável por cerca de 70% a 85% dos nossos gastos energéticos. Então, o que quer dizer? Que, mesmo dormindo, vamos gastar energia. Portanto, se isso vale pra uma pessoa que não pratica atividades físicas no período noturno, imagine pra quem acaba de chegar de um treino de musculação.<br>
	<br>
	Na verdade, nem precisaria continuar falando sobre consumo de carboidrato à noite depois do que acabei de escrever, mas vou explicar melhor como funciona para quem acabou de treinar, para que fique bem entendido. Imagine o seguinte: você faz um treino de musculação no período noturno. Você gastou energia e degradou seus músculos nesse treino.<br>
	<br>
	Após o treino, você vai ter que escolher: ou comer apenas proteína, e essa ser usada principalmente para repor a energia gasta durante o treino, ou comer carboidrato, para que esse seja usado como repositor de energia e também para produzir um pico de insulina, e proteína, agora sim, desempenhando seu papel no crescimento e/ou manutenção muscular. Eu, particularmente, fico com a segunda opção. Pra quem fica com a primeira opção, qual a justificativa? A pessoa esta em busca de liberação de cortisol e de catabolismo? E, olha que legal, isso vai continuar acontecendo durante toda a noite!!! Bom, né?<br>
	<br>
	Então, para o praticante de musculação, acho que é uma questão bem simples: após o treino, seja ele de dia, de tarde, de noite ou de madrugada, com chuva ou com sol, é OBRIGATÓRIO a ingestão de carboidratos. Ah, mas tem gente que vai falar sobre a liberação de GH noturno!!! Basta que eles lembrem que o carboidrato, consumido logo após o treino, será utilizado rapidamente, interferindo pouco nesse aspecto. E, além disso, a liberação de GH noturno já é otimizada após um jejum de carboidrato de 4 horas, onde já se entra em hipoglicêmia, situação interessante para a melhora na liberação de GH.<br>
	<br>
	Portanto, como sabemos que a pessoa vai tentar dormir suas 8 horas diárias, sobra bastante tempo para o GH... e, mesmo que, hipotéticamente, bloqueemos essa liberação de GH, o que é preferível: ficar sem a liberação otimizada de GH noturno, ou deixar que o organismo fique em estado catabólico por 8 horas??? Já ouviu falar da expressão "Vale Catabólico"? Se não, é uma expressão usada por fisiculturistas para designar a fase noturna, quando estamos dormindo, onde não se tem ingestão de alimentos de qualquer espécie por um longo período. Já imaginou, que legal, é estar nesse vale catabólico, e ainda tendo que se virar para a recuperação pós-treino, sem ter consumido carboidrato? Eu, só de pensar, devo ter perdido umas 300 gramas de massa muscular.<br>
	<br>
	Para quem insistir no assunto liberação de GH, essa pessoa deve se lembrar que um dos momentos de maior liberação desse hormônio é durante treinos realmente intensos. Portanto, basta treinar sério que ela terá a liberação do seu querido GH otimizado.<br>
	Agora você pode estar se perguntado: Ah, mas muita gente corta carboidrato no período noturno e tem sucesso em dietas de perda de peso.<br>
	<br>
	Tem mesmo? E isso é devido exclusivamente a cortar carboidrato na refeição noturna, ou a um déficit calórico no total do dia? A verdade é que essas pessoas teriam um resultado melhor se cortassem esse carboidrato divido durante o dia todo. Se, por exemplo, em uma dieta com o consumo planejado de 250g de carboidrato, essa pessoa tivesse, ao invés de comer 5 refeições com 50 gramas de carboidrato, e nada na última, elas tivessem consumido 40 gramas de carboidrato em todas as 6 refeições, com certeza, elas teriam perdido muito mais gordura, e menos massa muscular.<br>
	<br>
	Agora vai a pergunta: vocês vão cortar seus carboidratos nas refeições noturnas?<br>
	<br>
	Eu não!!!<br>
	<br>
	BRUNO OUT!!!!!!!!!!!!!!!!!!
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">183</guid><pubDate>Mon, 15 Nov 2010 14:19:00 +0000</pubDate></item><item><title>Comer pouco emagrece?</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/comer-pouco-emagrece-r167/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="comer-pouco-emagrece.jpg" data-loading="true" height="230" width="300" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/comer-pouco-emagrece.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Comer pouco emagrece?
</p>

<p>
	Se você é adepto(a) desse pensamento, pode estar entrando num ciclo vicioso de insucesso tornando-se cada vez mais difícil alcançar a perda de gordura. Em tese se você ingerir menos calorias do que está gastando diariamente seu peso corporal será reduzido. Mas isso não é garantia de redução da gordura corporal.
</p>

<p>
	Quanto de energia é necessário consumir diariamente?
</p>

<p>
	O organismo humano tem uma quantidade mínima de energia que deve ser fornecida diariamente para manutenção das funções vitais (respiração, digestão e funcionamento de todos órgãos) com o corpo em repouso. A energia gasta para esse fim é denominada gasto energético basal.
</p>

<p>
	O gasto energético total inclui, além do gasto basal, também a energia gasta com atividades físicas, trabalho e ainda leva em consideração um outro fator que é a energia térmica dos alimentos. Este último é relativo ao gasto de energia promovido pela digestão dos alimentos e corresponde de 6 a 10% do gasto energético total diário. Então comer também gasta energia.
</p>

<p>
	Se a dieta está muito aquém das necessidades de energia de um indivíduo, seu corpo passa por uma série de adaptações com o intuito de passar pelo momento de carência de energia da forma menos onerosa possível. Isso porque ele não interpreta essa falta de energia como falta de tempo ou vontade para comer, o que provavelmente ocorreu, mas sim falta de alimentos, ou seja, ele entende que você não tinha o que comer e não que você não quis ou não pôde comer.
</p>

<p>
	Então o corpo faz uso de suas reservas de energia (músculos e gordura) para suprir essa falta. A má notícia é que em uma dieta mal planejada ou muito restritiva o tecido muscular é mais utilizado do que a gordura para fornecer energia, ao contrário da expectativa de quem está seguindo a dieta.
</p>

<p>
	É aí que se inicia o ciclo vicioso resultante de uma alimentação inadequada e insuficiente. São dois os pontos chaves para isso:
</p>

<p>
	1. Catabolismo muscular:
</p>

<p>
	Perdendo tecido muscular, tecido que gasta mais energia no nosso corpo, há uma redução do metabolismo corporal para evitar o consumo excessivo das reservas corporais, deixando o metabolismo mais lento. Gastando menos energia o indivíduo estará mais susceptível a engordar quando der uma escapadinha da dieta, pois a energia ingerida pela alimentação superará mais facilmente a energia gasta.
</p>

<p>
	2. Maior propensão a ganhar gordura:
</p>

<p>
	Do ponto de vista estético nosso corpo pode ser considerado por alguns como “burro”, pois ele prioriza o armazenamento de energia prioritariamente como gordura e em muitas situações gasta mais a energia proveniente da “queima” dos músculos do que do tecido adiposo. Porém todas as adaptações às quais o corpo humano se submete visa unicamente a sobrevivência, não levando em consideração outros fatores como a estética. A melhor forma de armazenar energia é a gordura, pois consegue-se guardar mais energia em um mesmo volume em comparação aos músculos. Dessa forma, é mais interessante armazenar energia no tecido adiposo, como uma reserva a ser utilizada em caso de necessidade, por exemplo: em uma situação de carência de alimentos.
</p>

<p>
	Mas não pense que isso só ocorre quando se passa dias sem se alimentar. Um jejum maior que 4 horas ou uma dieta muito inferior ao gasto energético diário já favorecem esse processo. Quando o indivíduo faz uma refeição após um jejum maior que 4 horas, seu corpo tenta estocar o máximo de energia que conseguir, como precaução para uma possível carência de energia que possa acontecer futuramente.
</p>

<p>
	Assim, o resultado de uma dieta mal-planejada e mal-estruturada pode ser perda de músculos e ganho de gordura, ainda que o indivíduo esteja comendo pouco. E ainda, com o metabolismo lento torna-se cada vez mais difícil a perda de peso, mesmo com atividade física e dieta adequadas.
</p>

<p>
	Para melhorar sua saúde e qualidade de vida e não se sacrificar em vão em dietas muito restritivas, procure orientação profissional especializada de um nutricionista e pratique exercícios físicos regularmente.
</p>

<p>
	Se quer emagrecer: pratique exercícios, coma bem e na quantidade certa!
</p>

<p>
	(*)Dr. Renato França CRN/1 5340
</p>

<p>
	Nutricionista Funcional e Esportivo
</p>

<p>
	Diplomado pelo The Institute for Functional Medicine – EUA
</p>

<p>
	Atendimento: Clínica Renato França - Setor Terminal Norte, Lote N, sala 117 - Edifício Jaime Leal, Asa Norte, Brasília – DF.
</p>

<p>
	Contato: renatonutricao@gmail.com 3349-1101 8152-6767
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">167</guid><pubDate>Fri, 15 Oct 2010 15:16:00 +0000</pubDate></item><item><title>Dieta e Suplementa&#xE7;&#xE3;o para Lutar e Treinar com Pesos no mesmo Dia</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/dieta-e-suplementa%C3%A7%C3%A3o-para-lutar-e-treinar-com-pesos-no-mesmo-dia-r166/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="treino-musculacao.jpg" data-loading="true" height="290" width="250" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/treino-musculacao.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	<strong>TREINO MUSCULAÇÃO E LUTAS NO MESMO DIA...</strong>
</p>

<p>
	O QUE FAZER COM A DIETA E SUPLEMENTAÇÃO?
</p>

<p>
	<em>Rodolfo Anthero de Noronha Peres*</em>
</p>

<p>
	É cada vez mais comum encontrarmos praticantes de luta que complementam seus treinos com musculação visando otimizar a performance; e também praticantes de musculação que complementam seus treinos com luta, devido ao prazer que estas atividades proporcionam e/ou visando aumentar o gasto energético.
</p>

<p>
	Algumas pessoas possuem a condição de intercalarem um treino de luta com um treino de musculação, evitando a prática das duas modalidades no mesmo dia, mas em muitos casos, principalmente em se tratando de atletas competitivos, acaba sendo inevitável a realização das duas atividades no mesmo dia.
</p>

<p>
	Sem dúvida, nessas condições, o processo recuperativo é de extrema importância, sendo que a nutrição exerce papel fundamental neste aspecto. A periodização logicamente é fundamental, sendo que quando temos um intervalo de pelo menos 6 horas entre a atividade acessória e a atividade principal (que variará de acordo com cada indivíduo e seus objetivos), o processo é facilitado, mas muitas vezes temos que trabalhar de acordo com a disponibilidade de horário do indivíduo.
</p>

<p>
	Algumas considerações gerais devem ser respeitadas na dieta, como por exemplo, garantir um ótimo aporte de nutrientes antioxidantes (vitamina C, vitamina E, selênio, bioflavonóides, ácido alpha-lipóico, etc); uma adequada alimentação/suplementação pré e pós treino; além de manter uma alimentação adequada ao longo do dia, respeitando um fracionamento adequado entre as refeições.
</p>

<p>
	No dia a dia de prática clínica trabalhando constantemente com pessoas nessas condições, sempre observo algumas dúvidas similares entre os atletas/esportistas, as quais tentaremos elucidar neste artigo com algumas dicas.
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="luta-300x225.jpg" data-loading="true" height="225" width="300" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/luta-300x225.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	<strong>1º treino no período da manhã e 2º treino no período da tarde</strong>
</p>

<p>
	Essa seria uma ótima configuração, especialmente se os dois treinos mantiverem um espaço temporal de 6 horas entre eles. Desta forma, conseguiríamos 1 ou 2 refeições antes do 1º treino e outras 2 ou 3 refeições entre os treinos. A suplementação sugerida seria aquela específica para as atividades.
</p>

<p>
	<em>=&gt; Exemplo qualitativo de suplementação para um indivíduo não atleta com treinamento de intensidade moderada</em>
</p>

<p>
	<em><strong>Primeiro treino (musculação com duração de 40 minutos)</strong></em>
</p>

<p>
	<em>Logo antes: Maltodextrina + whey protein com água</em>
</p>

<p>
	Durante o treino: apenas água
</p>

<p>
	Imediatamente após o treino: whey protein + dextrose + creatina com água
</p>

<p>
	<em><strong>Segundo treino (luta com duração de 90 minutos)</strong></em>
</p>

<p>
	<em>Logo antes: repositor energético rico em eletrólitos com água</em>
</p>

<p>
	Durante o treino: respositor energético rico em eletrólitos com água
</p>

<p>
	Imediatamente após o treino: repositor energético rico em eletrólitos + whey protein com água
</p>

<p>
	<strong>1º treino logo cedo e 2º treino no fim da noite</strong>
</p>

<p>
	Nesse caso, o atleta deveria se preocupar com a ingestão de carboidratos logo depois do treino da noite (além da suplementação pós-treino), visando não acordar com as reservas de glicogênio totalmente depletadas. Antes do treino logo pela manhã, deve-se objetivar uma alimentação rica em carboidratos e proteínas de rápida absorção. O uso de maltodextrina (em atividades com duração inferior a 1 hora); ou um repositor energético rico em eletrólitos (em atividades com duração superior a 1 hora) seria recomendado neste 1º treino. Após os 2 treinos, a suplementação (no mínimo) com proteína e carboidrato de rápida absorção (whey protein e dextrose) teria grande auxílio no processo recuperativo. Lembrando que esses suplementos sempre deveriam ser dissolvidos em água visando acelerar a velocidade de absorção.
</p>

<p>
	<em>=&gt; Exemplo qualitativo de suplementação para um indivíduo atleta com treinamento de intensidade elevada</em>
</p>

<p>
	<em><strong>Primeiro treino (luta com duração de 120 minutos)</strong></em>
</p>

<p>
	<em>30 minutos antes: arginina AKG</em>
</p>

<p>
	Logo antes: repositor energético rico em eletrólitos BCAAS com água
</p>

<p>
	Durante o treino: repositor energético rico em eletrólitos com água
</p>

<p>
	Imediatamente após o treino: whey protein + repositor energético rico em eletrólitos + BCAAS + creatina + glutamina com água
</p>

<p>
	<em><strong>Segundo treino (musculação com duração de 50 minutos)</strong></em>
</p>

<p>
	<em>30 minutos antes: arginina AKG</em>
</p>

<p>
	Logo antes: maltodextrina + whey protein + BCAAS com água
</p>

<p>
	Durante o treino: somente água
</p>

<p>
	Imediatamente após o treino: dextrose + whey protein + glutamina + BCAAS + creatina com água
</p>

<p>
	<strong>Os 2 treinos em sequência</strong>
</p>

<p>
	Esta é a configuração mais comum para aqueles indivíduos que não possuem a disponibilidade de tempo para irem até a academia duas vezes no mesmo dia. Neste caso, a nutrição exerce papel fundamental para garantir a performance, principalmente na segunda atividade. Novamente, a suplementação alimentar é de grande valia, pois precisamos fornecer nutrientes sem proporcionar um retardo no processo digestivo, o que atrapalharia em grande magnitude a performance. Já antes do primeiro treino, recomendaria o uso de algum repositor energético rico em eletrólitos (considerando que o tempo total em atividade física será superior a 1 hora). Entre as atividades, uma suplementação novamente com um repositor energético rico em eletrólitos, associado com uma proteína de rápida absorção (whey protein) é uma ótima ideia visando manter os níveis de glicogênio e evitar o catabolismo e queda na performance. No término do segundo treinamento, uma suplementação imediatamente após com proteína de rápida absorção (whey protein) associada de carboidratos de rápida absorção (dextrose) se faz necessária visando otimizar o processo recuperativo, pensando inclusive já no treinamento do dia seguinte.
</p>

<p>
	<em>=&gt; Exemplo qualitativo de suplementação para um indivíduo não atleta com treinamento de intensidade moderada</em>
</p>

<p>
	<em><strong>Primeiro treino (luta com duração de 60 minutos) seguido pelo segundo treino (musculação com duração de 40 minutos)</strong></em>
</p>

<p>
	<em>Logo antes do 1º treino: repositor energético rico em eletrólitos + BCAAS com água</em>
</p>

<p>
	Durante o 1º treino: repositor energético rico em eletrólitos com água
</p>

<p>
	Entre os treinos: respositor energético rico em eletrólitos + whey protein + BCAAS com água
</p>

<p>
	Durante o 2º treino: somente água
</p>

<p>
	Imediatamente após o 2º treino: whey protein + dextrose + creatina + glutamina + BCAAS com água
</p>

<p>
	Vale lembrar que assim como em qualquer outro aspecto, a individualidade biológica deve ser considerada. Os exemplos acima expostos servem apenas como uma direção e não devem ser vistos como uma prescrição. Não existe receita ou regra que se aplique para todos! Um programa nutricional totalmente direcionado para as necessidades de cada indivíduo e seu respectivo treinamento deve sempre ser elaborado pelo seu nutricionista esportivo.
</p>

<p>
	<em>*nutricionista esportivo CRN8 2427</em>
</p>

<p>
	Consultório: Av. Paulista, 726, sala 908. São Paulo/SP (11) 3262-3964
</p>

<p>
	www.rodolfoperes.com.br
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">166</guid><pubDate>Fri, 15 Oct 2010 14:49:00 +0000</pubDate></item><item><title>Hidrata&#xE7;&#xE3;o x Muscula&#xE7;&#xE3;o</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/hidrata%C3%A7%C3%A3o-x-muscula%C3%A7%C3%A3o-r164/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="gatorade-231x300.jpg" data-loading="true" height="300" width="231" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/gatorade-231x300.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	HIDRATAÇÃO X MUSCULAÇÃO
</p>

<p>
	Nosso corpo é composto 70% por água. Só esse dado deveria bastar para explicar a importância da água no treino de musculação (e em qualquer área da vida relacionada a saúde). Apesar disso, muita gente continua ignorando a importância da hidratação.
</p>

<p>
	Considerando-se que há perdas significativas de líquidos e minerais durante o exercício físico, a hidratação adequada é fundamental para que o rendimento físico e saúde não sejam prejudicados.
</p>

<p>
	Durante a prática esportiva, a taxa de transpiração é altamente variável, oscilando entre 1 e 2 litros de líquidos por hora de exercício.
</p>

<p>
	A diminuição de água no nosso corpo acarreta diminuição da capacidade máxima de desempenho durante a atividade física.
</p>

<p>
	É importante ressaltar que a desidratação antecede a sede, dessa forma, ao sentir sede o esportista já está desidratado podendo assim apresentar efeitos deletérios à performance e saúde.
</p>

<p>
	Estudos comprovam que uma mistura apropriada de líquido com carboidratos e eletrólitos podem melhorar o desempenho do atleta. Dessa forma, o objetivo maior da inclusão de eletrólitos nas bebidas esportivas é a reposição do que foi perdido no suor. Quanto aos carboidratos, estes além de melhorarem a palatabilidade, têm um efeito mínimo no esvaziamento gástrico e estimula a absorção de líquidos e eletrólitos no intestino delgado.
</p>

<p>
	Vale lembrar que a concentração ideal de carboidratos para atingir esses benefícios é de 60 a 80 g/L. Um bom exemplo de uma bebida esportiva adequada quanto aos eletrólitos e aos carboidratos é o soro caseiro, com custo infinitamente menor do que as bebidas esportivas industrializadas. Porém, sua palatabilidade pode ser desagradável para algumas pessoas.
</p>

<p>
	Enfim, qual bebida devo tomar na prática da musculação?
</p>

<p>
	Além da água que é hipotônica, os isotônicos são as bebidas mais indicadas e devem ser ingeridas de forma alternada com a água.
</p>

<p>
	Além de serem à base de água possui em sua fórmula sais minerais e carboidratos (6 a 8%), ideais para reposição de líquidos e eletrólitos perdidos através do suor durante atividade física.
</p>

<p>
	Como as concentrações de eletrólitos são semelhantes ao sangue humano, a absorção desse líquido é muito rápida. E mais, por apresentar baixa quantidade de carboidratos se comparado com outras bebidas (sucos e refrigerantes), não há sobrecarga do aparelho digestivo. Além disso, durante a atividade física esses carboidratos fornecem energia para os músculos que estão em exercício.
</p>

<p>
	Lembrando que os refrigerantes e sucos adoçados são hipertônicos e nessa condição dificultam a hidratação e devem ser evitados antes, durante e após o esporte.
</p>

<p>
	Vale ressaltar que só há necessidade de consumi-los se você perder mais de 2% de peso corporal durante a atividade física.
</p>

<p>
	Uma forma fácil de verificação é você pesar-se antes do exercício e imediatamente após, aplicando a fórmula abaixo:
</p>

<p>
	PESO PÓS -TREINO X 100 - 100
</p>

<p>
	______________________
</p>

<p>
	PESO PRÉ-TREINO
</p>

<p>
	Resultado menor ou igual a 2: só a água será suficiente;
</p>

<p>
	Resultado maior que 2: beba um isotônico, além da água;
</p>

<p>
	Nos dois casos, o resultado dessa fórmula também indica a quantidade (em litros) que você deve ingerir.
</p>

<p>
	Segue alguns exemplos de isotônicos: água de coco, Gatorade, Sportade, Marathon, Tafman E.
</p>

<p>
	E LEMBRE-SE SEMPRE: HIDRATE-SE ANTES, DURANTE E DEPOIS DE ATIVIDADE FÍSICA.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">164</guid><pubDate>Fri, 15 Oct 2010 14:36:00 +0000</pubDate></item><item><title>Treinos pela manh&#xE3;, o que comer antes?</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/treinos-pela-manh%C3%A3-o-que-comer-antes-r148/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_08/55dd2dd04acae_monthly_2015_0855dd2dcf0f540_monthly_2015_082f0ee55f600b198bfca6c9fdd3681879.jpg.ca9c9641fd45227f6d3877535ef0c88e.jpg.e09e0d739d70f1d5acd9d05f8accec78.jpg.30c93cd9990baa6b5773fe60c17cb70a.jpg" /></p>
<p>
	Muitos praticantes de exercícios físicos ou até mesmo atletas preferem fazer seus treinos logo de manhã, ao acordar. Às vezes não sobra outro momento ao longo do dia por causa do trabalho, ou se for deixar para depois do trabalho muitas vezes deixará de treinar por estar cansado, estressado, ou se começarem o dia praticando exercícios sentem mais disposição para encarar o restante do dia.
</p>

<p>
	São inúmeros os motivos que levam as pessoas a fazer essa opção. E são inúmeros também, os erros alimentares cometidos por essas pessoas. O mais clássico e freqüente é acordar e treinar em jejum. Não é raro ver em academias os professores da musculação auxiliando alunos que sofrem desmaios ou sentem tontura durante o treino.
</p>

<p>
	Isso ocorre, pois ao acordarmos as reservas de glicogênio (formas de armazenamento de carboidratos no músculo e fígado) estão baixas em virtude de terem sido consumidas durante toda a noite de sono.
</p>

<p>
	No sono o metabolismo corporal é reduzido, porém o consumo de energia para manutenção das funções vitais (respiração, circulação sanguínea, atividade cerebral) continua e não é baixo, gira em torno de 500 kcal por noite.
</p>

<p>
	Por isso, treinar em jejum irá levar o corpo a liberar hormônios – glucagon e cortisol - responsáveis por estimular a produção de glicose a partir de proteínas musculares, processo denominado gliconeogênese. Esse processo tem um alto custo metabólico e demanda tempo para ocorrer.
</p>

<p>
	Muitas vezes a produção de glicose por meio da gliconeogênese é mais demorada do que o seu consumo durante o exercício. Quando isso ocorre a glicose sanguínea vai reduzindo, podendo ocasionar episódios de hipoglicemias que podem levar a desmaios, indisposição, enjôo e vômito.
</p>

<p>
	Se o corpo conseguir produzir glicose na quantidade necessária que está sendo demandada pelo exercício, não haverá risco de desmaios. Mas mesmo assim resultará em perda de massa muscular, principalmente se a refeição pós-treino não for adequada.
</p>

<p>
	Além disso, a performance durante o treino também é reduzida e o músculo levará mais tempo para se recuperar dessa sessão de treino do que se tivesse feito um desjejum adequado antes do treino. Então, o correto é fazer uma grande refeição antes do treino para garantir o suprimento energético ao exercício?
</p>

<p>
	Na verdade não. Uma grande quantidade de alimentos irá demandar mais tempo para ser digerida. E se você for treinar e a digestão não tiver terminado, poderão surgir alguns inconvenientes.
</p>

<p>
	Durante a atividade física o fluxo sanguíneo deve ser voltado para os músculos, para que estes tenham o suprimento de nutrientes e oxigênio adequados. Porém, para proceder à digestão, o fluxo sanguíneo é voltado para o sistema digestivo.
</p>

<p>
	Assim, parte do fluxo sanguíneo que deveria estar atendendo aos músculos estará dando conta do processo digestivo, resultando na queda do rendimento no exercício. E pelo mesmo motivo, a digestão e a absorção dos alimentos demorará mais tempo para terminar, já que parte do fluxo sanguíneo estará sendo mobilizado para os músculos.
</p>

<p>
	Isso pode levar a enjôos e flatulência (produção de gases), que atrapalharão na execução do exercício. O ideal é adequar a quantidade de alimentos ao tempo disponível para a digestão antes do início do treino.
</p>

<p>
	<strong>Se for por volta de 30 minutos, pode-se optar por bebidas energéticas, géis de carboidratos, soluções de maltodextrina, sucos de frutas. Se for 1 hora pode-se optar por pães, torradas, biscoitos de água e sal, frutas, cereais, mel, queijos magros (Ex.: minas frescal, ricota) e iogurtes desnatados.</strong>
</p>

<p>
	É importante lembrar que essa refeição deve ser rica em carboidratos, moderada em proteína e baixa em fibras e gorduras. O melhor a fazer é procurar um profissional nutricionista para orientá-lo não só sobre a refeição pré-treino, mas também sobre o restante da dieta auxiliando assim a alcançar seus objetivos de forma mais rápida e sem trazer riscos à sua saúde.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">148</guid><pubDate>Wed, 15 Sep 2010 11:27:00 +0000</pubDate></item><item><title>Manga Africana: Nova Aliada da Vida Saud&#xE1;vel!</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/manga-africana-nova-aliada-da-vida-saud%C3%A1vel-r146/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="manga-africana1-246x300.jpg" data-loading="true" height="300" width="246" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/manga-africana1-246x300.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Manga Africana: Nova Aliada da Vida Saudável!
</p>

<p>
	A busca pelo corpo perfeito tem sido uma das maiores obsessões dos brasileiros nos últimos anos. Porém, apesar da força de vontade de parte da população, há um aumento da prevalência da obesidade em diversas populações do mundo, incluindo o Brasil. Dados da OMS sugerem uma prevalência de 1,6 bilhões de adultos com sobrepeso no mundo e desses, cerca de 400 milhões são obesos. No Brasil 47% da população são de pessoas com sobrepeso, e 13% das mulheres e 9% dos homens com obesidade.
</p>

<p>
	Temos uma novidade no quesito emagrecimento: Estudos mostram que o extrato da semente, chamada Irvingia Gabonensis, é capaz de ajudar na perda de peso e na melhora dos níveis sanguíneos de lipídios.
</p>

<p>
	O Extrato da IRVINGIA GABONENSIS consiste do extrato das sementes de uma árvore natural da África e do sudeste asiático, chamada Irvingia gabonensis, algumas vezes conhecida pelo nome popular de wild mango, african mango (MANGA AFRICANA) ou bush mango.
</p>

<p>
	Estudos epidemiológicos realizados em populações tribais da África descobriram que os povos de certa região apresentavam baixa incidência de obesidade, diabetes e doenças relacionadas devido ao uso constante de uma pasta feita das sementes da Irvingia com a finalidade de espessar sopas.
</p>

<p>
	Esta descoberta levou ao desenvolvimento de um extrato concentrado da Irvingia que reduz medidas pela queima de gordura, controla a deslipidemia, reduzindo o colesterol LDL e triglicerídeos e melhorando os níveis do colesterol HDL, assim como reduz os níveis de glicose no sangue.
</p>

<p>
	Considerando a extensa utilização da Irvingia gabonensis na alimentação dos africanos, os autores encorajam o seu uso com o propósito de controlar a absorção de lipídeos da dieta e o peso corporal.
</p>

<p>
	A Irvingia ajuda a manter o peso corporal saudável devido a quatro fatores:
</p>

<p>
	1. Atua diminuindo níveis de leptina, hormônio importante no controle do peso, porque promove a quebra de gordura;
</p>

<p>
	2. Aumenta a adiponectina (hormônio essencial que ajuda a diminuir a resistência à insulina, bem como a saúde cardiovascular). Estudos mostraram que indivíduos que fazem uso de Irvingia têm um aumento considerável dos níveis de adiponectina.
</p>

<p>
	3. Inibe a enzima conversora de gordura chamada glicerol-3-fosfato desidrogenase, que facilita a conversão de glicose em triglicerídeos que aumentam o tamanho dos adipócitos. A Irvingia inibe esta enzima, reduzindo assim a quantidade de glicose que é convertida em gordura no corpo.
</p>

<p>
	4. Dieta: Reduz a absorção de carboidratos. Para que os carboidratos sejam totalmente absorvidos, devem ser discriminados no trato digestivo pela enzima amilase.
</p>

<p>
	A Irvingia inibe a amilase e, portanto, reduz a quantidade de amido que será absorvido.
</p>

<p>
	Referências bibliográficas
</p>

<p>
	1. Ngondi, J. L. et al. Glycaemic variations after administration of Irvingia gabonensis seeds fractions in normoglycemic rats. Afr J Trad, Compl Alter Med, 3 (4): 94-101, 2006.
</p>

<p>
	2. Ngondi, J. L.; Oben, J. E.; Minka, S. R. The effect of Irvingia gabonensis seeds on body weight and blood lipids of obese subjects in Cameroon. Lipids Health Dis, 4: 12, 2005.
</p>

<p>
	3. Oben, J. E.; Ngondi, J. L.; Blum, K. Inhibition of Irvingia gabonensis seed extract (OB131) on adipogenesis as mediated via down regulation of the PPARgamma and Leptin genes and up-regulation of the adiponectin gene. Lipids Health Dis, 7: 44, 2008.
</p>

<p>
	4. Tavares, V; Hirata, M. H.; Hirata, R. D. C. Receptor Ativado por Proliferadores de Peroxissoma Gama (PPARR): Estudo Molecular na Homeostase da Glicose, Metabolismo de Lipídeos e Abordagem Terapêutica. Arc Bras Endocrinol Metab, 51 (4): 526-533, 2007.
</p>

<p>
	Dra. Vanessa Vichi Girotto Corrêa
</p>

<p>
	Nutricionista da Vitafor
</p>

<p>
	e-mail: vanessa@vitafor.com.br
</p>

<p>
	www.vitafor.com.br
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">146</guid><pubDate>Wed, 15 Sep 2010 11:20:00 +0000</pubDate></item><item><title>Farinha de Feij&#xE3;o Branco Ajuda a Emagrecer</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/nutri%C3%A7%C3%A3o/farinha-de-feij%C3%A3o-branco-ajuda-a-emagrecer-r144/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="feijao-branco-300x171.jpg" data-loading="true" height="171" width="300" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/feijao-branco-300x171.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	FEIJÃO BRANCO X FASEOLAMINA
</p>

<p>
	As propriedades do feijão branco colocaram este alimento na lista dos mais procurados por quem quer perder peso ou enfrenta uma dieta restritiva.
</p>

<p>
	Mas porque esse alimento ganhou fama tão repentina?
</p>

<p>
	Sua farinha promete favorecer o emagrecimento e a redução dos níveis de açúcar no sangue. A responsável é a proteína presente nesse feijão, a faseolamina.
</p>

<p>
	Pesquisas recentes descobriram que a faseolamina encontrada no feijão branco ajuda a emagrecer e reduzir os níveis de triglicerídos do sangue.
</p>

<p>
	Quando ingerida, ela inibe a digestão do carboidrato e retarda a absorção de açúcares no sangue.
</p>

<p>
	Entretanto, por ser uma proteína, a faseolamina é desnaturada quando cozida. Sendo assim, para aproveitar ao máximo os benefícios desse alimento, a melhor maneira de consumi-lo é na forma de farinha.
</p>

<p>
	Para isso lave o feijão normalmente e depois seque-o no sol ou sobre um papel toalha, nunca seque no forno. Depois de seco, triture o feijão num liquidificador e peneire. Pode ser passado no processador para conseguir uma consistência mais fina.
</p>

<p>
	Os benefícios da farinha de feijão branco para a dieta estão relacionados, principalmente a quantidade de fibras que carrega.
</p>

<p>
	Entretanto, não podemos desconsiderar o consumo de todos os tipos de feijões, pois estes são ricos em fibras. As fibras são essencial para o bom funcionamento do intestino, além de outros benefícios.
</p>

<p>
	Mas até com esse alimento nutritivo é importante ter moderação. O ideal é que o preparado da farinha de feijão branco não seja consumido sem limites.
</p>

<p>
	A receita é consumir uma colher de chá diluída em um copo de água, 30 minutos antes das principais refeições (duas vezes por dia). Lembrando que o consumo da farinha de feijão poderá provocar efeitos colaterias como diarréia, flatulência e náuseas.
</p>

<p>
	Você pode misturar a farinha do feijão em um copo de suco também.
</p>

<p>
	A faseolamina irá evitar a absorção do carboidrato e reduzir o nível de triglicerídeos.
</p>

<p>
	Você poderá utilizar o farelo que ficou na peneira para preparar pães nutritivos.
</p>

<p>
	Confira abaixo uma tabela comparativa entre o feijão branco e o carioquinha.
</p>

<p>
	&lt;html&gt;
</p>

<p>
	&lt;body&gt;
</p>

<p>
	Feijão branco cozido com sal Feijão carioca cozido com sal NutrientesValor por 100 gNutrientesValor por 100 g Calorias140kcalCalorias151kcal Proteínas8,23gProteínas5,54g Lipídeos0,62gLipídeos5,15g Fibras10,5gFibras5,5g Ferro2,36gFerro1,99g Sódio237mgSódio422mg Colesterol0mgColesterol5mg
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">144</guid><pubDate>Wed, 15 Sep 2010 10:58:00 +0000</pubDate></item></channel></rss>
