<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0"><channel><title>Mat&#xE9;rias: Mat&#xE9;rias - Suplementos Alimentares</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/page/5/?d=1</link><description>Mat&#xE9;rias: Mat&#xE9;rias - Suplementos Alimentares</description><language>pt</language><item><title>Suplementa&#xE7;&#xE3;o nas Infec&#xE7;&#xF5;es do Trato Urin&#xE1;rio</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/suplementa%C3%A7%C3%A3o-nas-infec%C3%A7%C3%B5es-do-trato-urin%C3%A1rio-r398/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="suplementacao-infeccao-trato-urinario-01" data-loading="true" height="189" title="suplementacao-infeccao-trato-urinario-01" width="147" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/suplementacao-infeccao-trato-urinario-01.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Um terço de todas as mulheres poderão contrair infecções do trato urinário até os 24 anos de idade. Esse artigo procura informar sobre alguns agentes complementares e sua capacidade única de interromper o ciclo doloroso de infecções do trato urinário.
</p>

<p>
	Depois que uma mulher contraiu uma infecção, seu risco de recorrência é de 20%.
</p>

<p>
	A medicina convencional geralmente usa um tratamento agressivo com antibióticos de amplo espectro, incluindo a cefalexina, trimetoprim, ou ciprofloxacina (Cipro ®). Os efeitos deletérios dessas drogas sobre a saúde das mulheres são notórias: náuseas, desconforto digestivo, fadiga, infecção secundária, e a evolução das próprias bactérias que se tornam resistentes até mesmo aos antibióticos mais poderosos.
</p>

<p>
	Formas alternativas de tratamento surgiram, intervenções naturais, que até recentemente estavam disponíveis apenas na Europa, como o Mirtilo(Cranberry) e o extrato da flor Hibiscus sabdariffa, que exercem ação antibacteriana direta contra microorganismos que causam infecções do trato urinário.
</p>

<p>
	<strong>A doença</strong>
</p>

<p>
	A anatomia feminina (uretra) fornece um caminho fácil para as bactérias nocivas migrarem para o trato urinário.
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="suplementacao-infeccao-trato-urinario-02" data-loading="true" height="129" title="suplementacao-infeccao-trato-urinario-02" width="170" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/suplementacao-infeccao-trato-urinario-02.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Em geral, infecções do trato urinário são provenientes na maioria das vezes da Escherichia Coli, bactérias do trato GI a partir do ânus para a uretra, onde se fixam às células da mucosa ao longo do trato urinário, onde colonizam e proliferam. A E. Coli é o agente causal das infecções agudas (80-95%), já as mais complicadas infecções do trato urinário são geradas pelo Staphylococcus Saprophyticus.
</p>

<p>
	Essas bactérias prejudiciais podem chegar até a uretra, se segurar dentro da bexiga e subir para os rins, podendo levar a uma condição conhecida como pielonefrite, ou infecção nos rins. Pielonefrite aguda é caracterizada por calafrios, dor lombar, febre alta e dores nos músculos e articulações. Pielonefrite crônica é uma forma antiga de inflamação nos rins, com sintomas que podem ser tão leves que passam despercebidos. Isso acarreta o risco de que a doença progrida lentamente ao longo de muitos anos, até que haja uma deterioração suficiente para produzir uma insuficiência renal. Em casos graves, pode evoluir para pielonefrite sepse (infecção potencialmente fatal todo corpo, dos tecidos e na corrente sanguínea).
</p>

<p>
	Um ciclo vicioso de infecção de repetição também pode acontecer. Muitas mulheres desenvolvem várias infecções do trato urinário anualmente.
</p>

<p>
	O tratamento com antibióticos já citados acima pode induzir a indesejados efeitos colaterais, que vão desde erupções cutâneas, náuseas, tonturas, e a destruição da microflora benéfica no organismo que leva a infecções fúngicas (candidíase).
</p>

<p>
	Transtornos do aparelho digestivo, incluindo diarréia, colite (inflamação do cólon), e dor abdominal também são comuns. Mulheres costumam exigir mais medicação para tratar a infecção do germe secundário, resultante do uso de antibióticos, estes medicamentos anti-fúngicos podem produzir ainda o mais indesejado, os efeitos secundários prejudiciais, que pode tomar um pedágio enorme na saúde das mulheres e no bem-estar ao longo do tempo. Por esta razão, a solução seria impedir a invasão bacteriana inicial na uretra que representa um ponto crucial de intervenção na evolução das infecções do trato urinário. Ao inibir a adesão bacteriana à mucosa uretral, nesta fase inicial, a infecção não terá força.
</p>

<p>
	O Mirtilo é a mais conhecida opção natural preventiva para infecções do trato urinário freqüente. Ele pode ser usado como uma intervenção eficaz para bexiga na saúde do trato urinário. Alguns cientistas especulam que o ácido benzóico do mirtilo é metabolizado para ácido hipúrico que é excretado na urina, o que impede o crescimento bacteriano através da criação de um ambiente ácido na bexiga.
</p>

<p>
	A maioria dos estudos recentes não indicam uma mudança no pH da urina resultante da administração do mirtilo (o que significa que não acidificam a urina). Em vez disso, ação antimicrobiana do mirtilo surge de uma classe de flavonóides chamados proantocianidinas(PACs).
</p>

<p>
	As superfícies de E. Coli e muitas outras bactérias são cobertas com estruturas móveis chamadas fímbrias. A fímbria atua como uma espécie de tentáculo, permitindo as bactérias "agarrar" outros microorganismos, e as mais importantes células do hospedeiro. Uma única bactéria pode possuir até 1.000 fímbrias. É esta característica que torna E.Coli e outras espécies dotadas de fímbrias, incluindo Staphylococcus, Saprophyticus, Salmonella e a Helicobacter Pylori, especialmente virulenta e infecciosa. Eles empregam essas estruturas para trancar as células nas membranas mucosas em vários locais do corpo e dar início a uma debilitante proliferação potencialmente letal.
</p>

<p>
	Um estudo de 2009 demonstrou conclusivamente que o mirtilo provoca alterações incapacitantes na fímbria e outras propriedades da superfície da bactéria E. Coli, diminuindo muito a sua capacidade de unir-se especificamente à superfície das células que revestem o trato urinário.
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="suplementacao-infeccao-trato-urinario-03" data-loading="true" height="166" title="suplementacao-infeccao-trato-urinario-03" width="170" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/suplementacao-infeccao-trato-urinario-03.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Esse processo, conhecido como bacteriostasis, impede que as bactérias nocivas colonizem o trato urinário. Em vez disso, eles são liberados pela uretra durante o processo de esvaziamento natural.
</p>

<p>
	O efeito bacteriostático do mirtilo e seus extratos já estão documentadas. Apenas 400-500 mg de extrato de Mirtilo tem demonstrado impedir os micróbios prejudiciais de unir-se à mucosa da membrana e colonizar o trato urinário.
</p>

<p>
	Em um exame de uma mulher atormentada com infecções urinárias de repetição (6 ou mais no ano), o extrato de mirtilo (200 mg duas vezes ao dia) eliminou parcialmente a incidência das infecções. Essas mulheres que continuaram a suplementação com mirtilo permaneceram livres de infecções por um período maior. Mulheres vítimas do ciclo vicioso de infecções crônicas puderam encerrar os antibióticos por meses e até anos. Em 2009, um grupo de pesquisadores compararam os antibióticos com suplementos diários de extrato de mirtilo em mulheres que sofriam de infecções recorrentes.
</p>

<p>
	O extrato de Mirtilo (500 mg) e antibióticos (sulfametoxazol 100 mg ) mostraram-se quase tão eficazes na prevenção de infecções do trato urinário. Apesar do mirtilo ter sido superado pelo antibiótico, ele provou ser um método alternativo para o auxílio no combates as infecções.
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="suplementacao-infeccao-trato-urinario-04" data-loading="true" height="143" title="suplementacao-infeccao-trato-urinario-04" width="167" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/suplementacao-infeccao-trato-urinario-04.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Em ação associada com o mirtilo está o extrato da flor Hibiscus Sabdariffa, nativa da África e da Ásia, é utilizada em algumas culturas para sustentação da bexiga e da saúde dos rins. A Hibiscus goza de uma variedade de compostos poderosos que também ajudam a impedir a bactéria E.Coli. Assim como o Mirtilo, o extrato de Hibiscus Sabdariffa impede que as bactérias causadoras de infecções no trato urinário aderirem às guarnições do trato urinário e da parede da bexiga, mantendo efeitos bactericidas. O laboratório que produz essa composição é a Life Extension, nos USA.
</p>

<p>
	Referências:
</p>

<p>
	1. Foxman B. Epidemiologia das infecções do trato urinário: incidência, morbidade e custos económicos. Am J Med. 2002 08 de julho, 113 Suppl 1A: 5S-13S.
</p>

<p>
	2. <a href="" rel="">http://kidney.niddk.nih.gov/Kudiseases/pubs/utiadult/</a>#risk'&gt;<a href="http://kidney.niddk.nih.gov/Kudiseases/pubs/utiadult/" rel="external nofollow">http://kidney.niddk.nih.gov/Kudiseases/pubs/utiadult/</a>#risk Disponível em: risco <a href="http://kidney.niddk.nih.gov/Kudiseases/pubs/utiadult/" rel="external nofollow">http://kidney.niddk.nih.gov/Kudiseases/pubs/utiadult/</a> #. Acessado em 18 de janeiro de 2010.
</p>

<p>
	3. Mounnissamy VM, Kavimani S, Gunasegaran R. A atividade antibacteriana de gossypetin isoladas de hibiscus sabdariffa. O anti-séptico. Mar 2002, 99 (3): 81-2.
</p>

<p>
	4. Hess MJ, PE Hess, MR Sullivan, M Nee, SV Yalla. Avaliação de comprimidos de cranberry para a prevenção de infecções do trato urinário em pacientes com lesão medular com bexiga neurogênica. Medula Espinhal. 2008 Sep; 46 (9) :622-6.
</p>

<p>
	5. Bailey DT, C Dalton, Daugherty Joseph F, et al. Pode um extrato concentrado de cranberry prevenir infecções recorrentes do trato urinário em mulheres? Um estudo piloto. Phytomedicine 2007, 14 (4) :237-41.
</p>

<p>
	6. Allaert F. Estudo duplo-cego, controlado por placebo de Hibiscus sabdariffa L extrato na prevenção da cistite recorrente em mulheres. Poster apresentado na pelviperineais Federativa Diagnóstico e Procedimentos da Reunião: Convergências na pelviperineais Pain. Nantes, França: 16-18 dezembro de 2009.
</p>

<p>
	7. Pinzón Arango-PA, Y Liu, Camesano TA. Papel do cranberry nas forças de adesão bacteriana e as implicações para Escherichia coli penhora célula-uroepithelial. J Med Food. Abril 2009, 12 (2) :259-70.
</p>

<p>
	8. Jass J, Reid G. Efeito da bebida cranberry na adesão bacteriana in vitro e microbiota vaginal em mulheres saudáveis. Can J Urol. 2009 Dec; 16 (6) :4901-7.
</p>

<p>
	9. YL Lee, Owens J, L Thrupp, Cesário TC. O suco de cranberry tem atividade antibacteriana? JAMA. 2000 05 de abril, 283 (13): 1691.
</p>

<p>
	10. MB Howell. compostos bioativos em cranberries eo seu papel na prevenção de infecções do trato urinário. Food Nutr Res Mol. 2007 Jun; 51 (6) :732-7.
</p>

<p>
	11. Stothers L. Um estudo randomizado controlado com placebo para avaliar os produtos de cranberry naturopathic como profilaxia contra a infecção do trato urinário em mulheres. Apresentado em: Associação Americana de Urologia 2001 Reunião Anual; 2-07 junho de 2001, Anaheim, CA; Publ ID: 318.
</p>

<p>
	12. Kontiokari T, K Sundqvist, Nuutinen M, et al. Randomised julgamento de lingonberry cranberry suco e beba-Lactobacillus GG para a prevenção de infecções do trato urinário em mulheres. BMJ. 2001 30 de junho, 322 (7302): 1571.
</p>

<p>
	13. Ferrara P, Romaniello L, Vitelli S, et al. Suco de cranberry para a prevenção de infecções recorrentes do trato urinário: um ensaio randomizado e controlado em crianças. Scand Nephrol J Urol. 2009, 43 (5) :369-72.
</p>

<p>
	14. Stothers L. Um estudo randomizado para avaliar a eficácia ea rentabilidade dos produtos de cranberry naturopathic como profilaxia contra a infecção do trato urinário em mulheres. Can J Urol. 2002 Jun; 9 (3) :1558-62.
</p>

<p>
	15. Avorn J, M Monane, JH Gurwitz, RJ Glynn, Choodnovskiy I, Lipsitz LA. Redução de bacteriúria e piúria após a ingestão do suco de cranberry. JAMA. 1994 09 de março, 27 (10) :751-4.
</p>

<p>
	16. McMurdo ME, Argo I, Phillips G, F Daly, Davey P. Cranberry ou trimetoprima para a prevenção de infecções recorrentes do trato urinário? Um ensaio clínico randomizado em mulheres idosas. Cienc Saude Coletiva. Fevereiro 2009, 63 (2) :389-95.
</p>

<p>
	17. Ali BH, Al Wabel N, G. Blunden fitoquímica, aspectos farmacológicos e toxicológicos de Hibiscus sabdariffa L.: uma revisão. Res Phytother. De Maio de 2005, 19 (5) :369-75.
</p>

<p>
	18. Rukayadi Y, JS Shim, Hwang JK. Triagem de plantas medicinais para tailandês atividade anticandida. Micoses. 2008; 51 (4) :308-12.
</p>

<p>
	19. Extractos Borgonha Botânico. Dados em arquivo.
</p>

<p>
	20. Frank T, M Janssen, Netzel M, et al. Farmacocinética do anthocyanidin-3-glicosídeos seguinte Hibiscus sabdariffa consumo de L. extrato. J Clin Pharmacol. Fevereiro 2005, 45 (2) :203-10.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">398</guid><pubDate>Mon, 05 Dec 2011 21:07:00 +0000</pubDate></item><item><title>Benef&#xED;cios, Dosagem e Efeitos Colaterais da Creatina</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/benef%C3%ADcios-dosagem-e-efeitos-colaterais-da-creatina-r375/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_08/55dd5965b782f_monthly_2015_0855dd39c2d319d_monthly_2015_08c2b28fcdd63c5c701c93e6322d975153.jpg.208c1413fea21f28dab8c3df90fbc155.jpg.69c8f1c8652019117a166f9f00c05e64.jpg.4b9894fc007f0907e1079a2a8f0e0ac2.jpg" /></p>
<p>
	Carnes, aves e peixes proporcionam uma fonte rica de creatina, contendo cerca de 4 a 5 gramas por kilo. Contudo consumir essa quantidade é muito complicado e então usa-se suplementação de creatina.
</p>

<p>
	O nosso organismo a sintetiza pelo fígado, rins e pâncreas a partir dos aminoácidos não essenciais arginina, glicina e metionina.
</p>

<p>
	A creatina vendida em forma de suplemento é fornecida como pó, comprimido, cápsula e líquido estabilizado. Em pó é de melhor acesso e absorção.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">Benefícios Documentados em Seres Humanos:</span></strong>
</p>

<ol style="list-style-type:decimal;">
	<li>
		Aprimora o desempenho nas atividades de força e potência musculares
	</li>
	<li>
		Aprimora as curtas explosões de endurance muscular
	</li>
	<li>
		Proporciona uma maior sobrecarga muscular capaz de aumentar a eficácia do treinamento
	</li>
</ol>

<p>
	Os indivíduos que consomem dietas tipo vegetariano mostram o maior aumento nos níveis musculares de creatina, por causa do seu baixo conteúdo dietético de creatina.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">Dosagem:</span></strong>
</p>

<p>
	<strong>1. Saturação (sobrecarga):</strong> procedimento que promove o maior aumento no conteúdo de creatina intramuscular. Neste procedimento consome-se uma dose de 20g/dia (4 x 5g) durante seis dias. Essa estratégia é mais eficaz nos dois primeiros dias, com retenção de 30%, caindo para 15% nos 3º e 4º dias.
</p>

<p>
	As proteínas responsáveis pelo transporte de creatina para o interior da célula muscular perdem sua sensibilidade quando expostas por longos períodos a grandes doses de creatina. Em grande quantidade é como jogar dinheiro fora, além de ser perigoso sobrecarregar rins e fígado (esse dado ainda não tem comprovação científica sólida).
</p>

<p>
	<strong>2. Manutenção:</strong> durante um período de dois meses (dois meses tomando intervalado com dois meses sem tomar) tomar 5g/dia.
</p>

<p>
	Obs: Hultman et al (1996) indicam outra forma de dosagem baseada na massa corporal do indivíduo. Na saturação tomar 0,3 x massa corporal (kg) por dia divido em 4 vezes, e na manutenção tomar 0,03 x massa corporal (Kg) uma vez por dia.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">Dicas:</span></strong>
</p>

<ol style="list-style-type:decimal;">
	<li>
		Tomar com líquido morno
	</li>
	<li>
		Tomar junto de carboidrato simples para melhor absorção, captação e armazenamento
	</li>
	<li>
		Suspender a cafeína (suplemento, café, chocolate, refrigerante de Cola) ao utilizar creatina, pois essa anula o efeito ergogênico da creatina
	</li>
</ol>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">Efeitos Colaterais:</span></strong>
</p>

<p>
	1. Aumento de massa corporal por causa da retenção hídrica, a água fica acumulada intramuscular e dá a falsa impressão de que o músculo cresceu rapidamente.
</p>

<p>
	<em>Fontes:</em>
</p>

<p>
	<em>1. MCARDLE, William D.; KATCH, Frank I.; KATCH, Victor L. Fisiologia do Exercício: Energia, nutrição e desempenho humano. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.</em>
</p>

<p>
	<em>2. BACURAU, Reury F. Nutrição e suplementação esportiva. 5.ed. São Paulo: Phorte, 2007.</em>
</p>

<p>
	<em>3. Disponível em: . Acesso: 25 out. 2011, 21:20.</em>
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">375</guid><pubDate>Tue, 01 Nov 2011 00:06:00 +0000</pubDate></item><item><title>Pack3d - Mais um Suplemento Pr&#xE9;-Treino com Cara de Jack3d</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/pack3d-mais-um-suplemento-pr%C3%A9-treino-com-cara-de-jack3d-r371/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="pack3d-jack3d-atlhetica-01-300x198.jpg" data-loading="true" height="198" title="pack3d-jack3d-atlhetica-01" width="300" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/pack3d-jack3d-atlhetica-01-300x198.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Já dizia o adágio popular: nada se cria, tudo se copia. Parece que esse ditado infestou a cabeça dos líderes das fábricas de suplementos alimentares.
</p>

<p>
	O suplemento alimentar pré-treino Jack3d é muito famoso hoje, já tendo sido "estrela" de programa de TV até aqui no Brasil. Veja a matéria em: <a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel="">Jack3d é Acusado de Causar Dependência</a>
</p>

<p>
	Se por um lado a fama rende ao fabricante do Jack3d (USPlabs) gordos lucros, por outro lado gera uma série de inconvenientes, tais como cópias do Jack3d por outros fabricantes de suplementos alimentares menos criativos ou oportunistas.
</p>

<p>
	Em edição passada, publicamos matéria sobre o suplemento alimentar Arnold3d da Arnold Nutrition, que nos EUA apresenta uma fórmula muito semelhante ao Jack3d. Isso não chamaria tanto a atenção se o suplemento da Arnold Nutrition não se chamasse Arnold3d. Para saber mais sobre esse "filhote" de Jack3d veja: <a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel="">Arnold 3d Quer Ser Jack 3d</a>
</p>

<p>
	Agora temos mais um "filhote" de Jack3d, chamado Pack3d, fabricado pela Atlhetica Evolution.
</p>

<p>
	Será mais uma cópia do Jack3d? No caso do Arnold3d, copiou-se o uso de um nome próprio (Jack ou Arnold) e acrescentou-se "3d". Isso se for considerada uma forma grosseira de se copiar, porque Jack3d, na realidade, deve ser lido em inglês como Jacked ("pilhado" em português).
</p>

<p>
	E quanto à fórmula? O Arnold3d foi bem fiel à composição do Jack3d, ao menos nos EUA.
</p>

<p>
	Já o Pack3d da Atlhetica Evolution está longe do conteúdo ou da composição do Jack3d.
</p>

<p>
	O Pack3d, basicamente, é um suplemento alimentar estimulante de cafeína com carboidrato, e mineral (ZMA - zinco, magnésio e vitamina B-6).
</p>

<p>
	Portanto, o Pack3d não tem a substância estimulante chamada 1,3-Dimethylamylamine (a qual é considerada como doping de atletas pela WADA – World Anti-Doping Agency - Agência Mundial Antidoping) e muito menos Beta-Alanine (aminoácido usado para aumentar a força muscular).
</p>

<p>
	Será que teremos mais algum "3d" no mercado? Jack3d, Arnold3d, Pack3d... chega!
</p>

<p>
	Para saber mais sobre o Pack3d da Atlhetica Evolution, visite: <a href="https://bit.ly/2SRVZ0s" rel="external nofollow">Pack3d da Atlhetica Evolution</a>
</p>

<p>
	Mais detalhes sobre o famoso Jack3d você encontra aqui: <a href="http://www.dpbolvw.net/click-3659726-10409943?url=http%3A%2F%2Fwww.bodybuilding.com%2Fstore%2Fusp%2Fjacked.html&amp;cjsku=USP032" rel="external nofollow" title="Jack3d">Jack3d</a>
</p>

<p>
	[gallery]
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">371</guid><pubDate>Sun, 09 Oct 2011 19:47:00 +0000</pubDate></item><item><title>Whey Protein e seus Diversos Benef&#xED;cios</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/whey-protein-e-seus-diversos-benef%C3%ADcios-r367/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_08/55dd5965b0018_monthly_2015_0855dd39c2cc21f_monthly_2015_08038a5f86e86889c5f8d18b2e566b7582.jpg.06796cc06a67c1fa1fbb5fdedbf697c6.jpg.14fbce282134126927c61627c770bb21.jpg.9ef903f6a2ea7b7164bc04a11d5e4918.jpg" /></p>
<p>
	As proteínas do soro do leite mais conhecidas como whey protein são extraídas a partir do processo de fabricação de queijos as quais só começaram a ser estudadas na década 70.
</p>

<p>
	No processo da produção de queijo ocorre a separação do coalho do soro do leite, onde, esse soro é processado e purificado até que permaneça apenas o concentrado protéico.
</p>

<p>
	O whey protein possui alto valor nutricional contendo a maior concentração disponível de aminoácidos essenciais de cadeia ramificada o que incluiu a leucina, isoleucina e valina (BCAAs) os quais nosso organismo não é capaz de produzir.
</p>

<p>
	Estes aminoácidos favorecem o anabolismo, bem como a redução do catabolismo protéico, favorecendo o ganho de força muscular e reduzindo a perda da massa muscular, além disso, apresentam alto teor de cálcio e peptídeos bioativos do soro do leite que atuam como agentes antimicrobianos, anti-hipertensivos, reguladores da função imune, assim como os fatores de crescimento.
</p>

<p>
	Os primeiros estudos com o whey protein resultou em diversos benefícios tais como: responde um papel importante no tratamento de prisão de ventre e putrefação intestinal. Os mecanismos da ação da proteína do soro do leite na hipertrofia muscular, redução de gordura corporal, melhoram o desempenho físico de atletas ativos e até mesmo pessoas portadoras de doenças.
</p>

<p>
	O Whey Protein é considerado altamente digerível e rapidamente absorvido pelo organismo, estimulando a síntese de proteínas sanguíneas e teciduais a tal ponto, que alguns pesquisadores classificaram essas proteínas como proteínas de metabolização rápida, muito adequadas para situações de estresses metabólicos em que a reposição de proteínas no organismo se torna emergencial.
</p>

<p>
	Já foi comprovado que a manutenção ou o ganho da massa muscular contribui para uma melhor qualidade de vida principalmente em idosos que com o passar dos anos ocorre uma diminuição da massa muscular esquelética.
</p>

<p>
	Os exercícios físicos são de extrema importância para impedir a atrofia muscular e favorecendo o processo de hipertrofia, melhorando a qualidade de vida geral dos indivíduos praticantes.
</p>

<p>
	A nutrição como sempre exerce um papel fundamental nesse processo, pois, pessoas ativas e principalmente os atletas precisam de uma quantidade mais elevada de proteínas que as estabelecidas por pessoas sedentárias.
</p>

<p>
	Alguns estudos mostram que indivíduos que fazem treinos de resistência necessitam de 1,2g a 1,4g de proteína por kg de peso/dia enquanto que os atletas de força necessitam de 1,6 a 1,7g por kg - de peso/dia, superior aos indivíduos sedentários que necessitam de 0,8 a 1,0g por kg/ dia.
</p>

<p>
	A ingestão de proteínas ou aminoácidos após exercícios físicos favorece a recuperação da síntese protéica muscular, sendo assim, quanto menor o intervalo do término do exercício e a ingestão do whey melhor será a resposta anabólica do exercício.
</p>

<p>
	Um estudo feito com 13 idosos submetidos a treino resistidos de peso concluiu que o grupo que recebeu a suplementação de whey logo após os exercícios apresentou um ganho maior de massa muscular comparado a um grupo que recebeu a suplementação duas horas após exercícios físicos.
</p>

<p>
	Os benefícios do whey protein sobre o ganho de massa muscular estão relacionados ao perfil de aminoácidos, principalmente a leucina que é um excelente desencadeador da síntese protéica. Rápida absorção intestinal dos aminoácidos e peptídeos e a ação em relação a liberação de hormônios anabólicos como a insulina.
</p>

<p>
	Exercício físico e o treinamento de resistência podem reduzir os níveis de glutamina. Dentre diversos benefícios do whey protein podem destacar que ele ajuda os atletas a manterem um sistema imunológico saudavel, além de aumentar os níveis de glutamina que é necessário para um sistema imunológico saudável.
</p>

<p>
	O whey protein possui componentes bioativos que estimulam a liberação dos hormônios: a colecistoquinina (CCK) e peptídeio similar ao Glucagon (GLP-1) responsáveis pela saciedade. A ingestão do whey protein no intervalo das refeições (lanches), fornece energia saudável e pode ajudar a controlar a ingestão de alimentos da refeição seguinte, que resulta em benefício à manutenção do peso.
</p>

<p>
	Além do controle de peso, o whey protein tem sido utilizado por pacientes com câncer que são submetidos à radioterapia ou quimioterapia o que em muitas vezes apresentam um quadro nutricional grave, levando à perda de peso, perda de massa muscular e desnutrição protéico-calórica.
</p>

<p>
	Whey protein é uma excelente proposta para paciente com câncer, pois seu sabor é suave e de fácil digestão.
</p>

<p>
	Uma boa alimentação e ingestão adequada de proteínas de soro do leite podem ajudar a manter os músculos fortes durante o envelhecimento, especialmente se combinada com um programa de exercício e treino de resistência.
</p>

<p>
	O suplemento de whey protein após processo cirúrgico ajuda a cicatrização, fornecendo mais proteínas de alto valor biológico ao organismo acelerando a reconstrução da pele.
</p>

<p>
	A proteína do soro do leite também contribui na regulação dos níveis de glicose no sangue o que vem sendo adotado como fonte de proteína e nutrientes pelos diabéticos evitando assim os alimentos com níveis de gordura e colesterol.
</p>

<p>
	Vale ressaltar que o Whey Protein nunca substitui uma refeição. Deve sempre ser consumido como um complemento.
</p>

<p>
	<em>Referencias</em>
</p>

<p>
	<em>1. Groziak SM, Miller GD. Natural bioactive substances in milk and colostrum: effects on the arterial blood pressure system. Brit J Nutr. 2000; 84(6):119-25.</em>
</p>

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</p>

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	<em>3. Kinsella JE, Whitehead DM. Proteins in whey: chemical, physical and functional properties. Adv Foods Nutr Res. 1989; 33:343-438</em>
</p>

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</p>

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</p>

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</p>

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</p>

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	<em>8. Ha E, Zemel MB. Functional properties of whey, whey components, and essential amino acids: mechanisms underlying health benefits for active people. J Nutr Biochem. 2003; 14(5):251-58.</em>
</p>

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</p>

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	<em>10. Phillips SM, Tipton KD, Ferrando AA, Wolfe RR. Resistance training reduces the acute exercise-induced increase in muscle protein turnover. Am J Physiol End Met. 1999; 276(1):E118-24.</em>
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	<em>11. Yarasheski KE, Pak-Loduca J, Hasten DL, Obert KA, Brown MB, Sinacore DR. Resistance exercise training increases mixed muscle protein synthesis rate in frail woman and men &gt;76 yr old. Am J Physiol. 1999; 277(1):E118-25.</em>
</p>

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	<em>12. Hasten DL, Pak-Loduca J, Obert KA, Yarasheski KE. Resistance exercise acutely increases MHC and mixed muscle protein synthesis rates in 78-84 and 23-32 yrs old. Am J Physiol End Met. 2000; 278(4):E620-6.</em>
</p>

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</p>

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</p>

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</p>

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</p>

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</p>

<p>
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</p>

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</p>

<p>
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</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">367</guid><pubDate>Sat, 08 Oct 2011 18:52:00 +0000</pubDate></item><item><title>Carnivor - prote&#xED;na isolada e hidrolisada da carne bovina</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/carnivor-prote%C3%ADna-isolada-e-hidrolisada-da-carne-bovina-r353/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2019_12/carnivor.jpg.ee7cb9cc9b2f313a1e0a752a41d96081.jpg" /></p>
<h2>
	Proteína isolada da carne bovina
</h2>

<p>
	Proteína isolada da... CARNE? Sim, exatamente isso! Chega ao Brasil a quarta geração de proteínas isoladas: a proteína isolada da carne bovina.
</p>

<p>
	Historicamente, cada proteína lançada inaugurava uma nova etapa no universo do treinamento físico. Passamos da arginina e ornitina, para a proteína da soja e a albumina, em seguida para o grande “BOOM” do whey protein e agora chegamos ao CARNIVOR, a proteína isolada da carne.
</p>

<h2>
	Carne vermelha e mais músculos
</h2>

<p>
	O CARNIVOR foi desenvolvido após observar a experiência do ganhador do premio Arnold Classic Crown no ano de 2009, Kai Greene, que constatou um ganho de músculos mais definidos e com maior volume ao comer mais carne vermelha do que ingerir suplementos com whey protein ou caseína.
</p>

<p>
	Juntamente com esse famoso atleta bodybuilding norte-americano e graças a estudos tecnológicos avançados, a MuscleMeds desenvolveu a técnica exclusiva de purificação da proteína animal, que oferece ao consumidor altos níveis de proteína animal, sem estar associada à grande quantidade de gordura, principalmente, o colesterol, como acontece com as fontes naturais de proteínas animais.
</p>

<h2>
	Concentração de aminoácidos
</h2>

<p>
	A proteína isolada de carne presente no CARNIVOR é 350% mais concentrada em aminoácidos, que são destinados à construção muscular, apresentando 0% em gordura e 0% de colesterol.
</p>

<p>
	Enquanto o consumo de proteína é essencial para o crescimento muscular, é sabido que em algumas situações esse consumo em excesso pode conduzir a proteína para a formação de componentes nitrogenados, que impedem que os aminoácidos sejam direcionados a formação de músculos.
</p>

<h2>
	Tecnologia anabolizante de retenção de nitrogênio – ANRT
</h2>

<p>
	Preocupada em aperfeiçoar o direcionamento da proteína fornecida para o crescimento muscular, a MuscleMeds desenvolveu com exclusividade a Tecnologia Anabolizante de Retenção de Nitrogênio – ANRT.
</p>

<p>
	ANRT foi especialmente criada para a reciclagem de aminoácidos de volta à via de construção muscular, reduzindo a síntese de amônia. Tal propriedade é alcançada a partir de fatores de retenção de nitrogênio, tais como o GKG (Glutamina Alfacetoglutarato), o OKG (Ornitina Alfacetoglutarato), o AKG (Alfacetoglutarato) e o KIC (Alfacetoisocaproato), todos presentes no CARNIVOR.
</p>

<h2>
	Creatina na carne vermelha
</h2>

<p>
	Outra vantagem da suplementação com CARNIVOR é o maior consumo de creatina, que está naturalmente presente em altos níveis nas proteínas animais.
</p>

<p>
	A carne é a principal fonte de creatina da dieta. Cada dose de CARNIVOR fornece o dobro de creatina quando comparado a um bife, dessa forma, conseguimos otimizar o aumento do volume celular pela ação da creatina, gerando então crescimento da musculatura.
</p>

<h2>
	BCAAs
</h2>

<p>
	Além disso, o CARNIVOR também possui BCAA – Aminoácidos de Cadeia Ramificada –, os quais favorecem um equilíbrio positivo de nitrogênio para realização de síntese proteica (anabolismo), além de contribuírem na redução do catabolismo muscular durante o treino intenso, evitando, assim, uma possível fadiga muscular prematura.
</p>

<p>
	Oferecendo 23g de proteína da carne isolada, o CARNIVOR é uma excelente opção para quem objetiva o ganho de massa magra e não consegue atingir sua meta apenas com as fontes de proteínas de sua dieta.
</p>

<h2>
	Proteína para intolerantes ao leite
</h2>

<p>
	Vale também acrescentar, que a proteína da carne isolada é uma excelente saída para aqueles que apresentam alguma intolerância à proteína do leite e vivem insatisfeitos por não conseguirem um suplemento com alto valor biológico.
</p>

<p>
	Estudos internacionais recentes estão associando o aumento da acne em adolescentes ao consumo de leite. Tais estudos revelaram que não é a gordura do leite, mas sim outras substâncias, como a Vitamina D e até mesmo a própria proteína do soro do leite – Whey Protein –, que podem estar causando a acne, ou agravando este problema (Fonte: Dermatology Online Journal, volume12, number 4).
</p>

<h2>
	Carnivor
</h2>

<p>
	Bem-vindo à geração que inicia um novo tempo, um novo ciclo na história das proteínas! CARNIVOR, você não pode ficar de fora dessa! CARNIVOR é apresentado em pote de 908g que fornece aproximadamente 28 doses e pote de 1816g que fornece cerca de 55 doses.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">353</guid><pubDate>Thu, 15 Sep 2011 15:55:00 +0000</pubDate></item><item><title>Whey Protein e Cirurgia Bari&#xE1;trica</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/whey-protein-e-cirurgia-bari%C3%A1trica-r352/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="obesidade-morbida-275x300.jpg" data-loading="true" height="300" title="obesidade-morbida" width="275" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/obesidade-morbida-275x300.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	A cirurgia bariátrica é uma opção para pessoas que não alcançaram sucesso em outros tratamentos para emagrecer (dietas, exercícios, medicamentos e mudança de hábitos) e que tenham IMC superior a 35, acompanhado de alguma doença crônica (diabetes, hipertensão, morbidade apneia do sono, etc).
</p>

<p>
	A reeducação alimentar e um estilo de vida mais ativo são essenciais para o tratamento cirúrgico ser bem-sucedido. A Gastroplastia com Bypass em Y de Roux por videolaparoscopia é o padrão ouro, internacionalmente aceito no meio cientifico, por propiciar a melhor perda de peso a longo-prazo com o menor numero de complicações.
</p>

<p>
	Intercorrências constantes no pós-cirúrgico são a ma absorção de nutrientes e alteração importante da fora intestinal (disbiose). Para evitar deficiências nutricionais de micronutrientes, os pacientes submetidos a esse tipo de procedimento podem além de ter uma alimentação saudável e equilibrada fazer uso de suplementos multivitaminicos.
</p>

<p>
	Indivíduos obesos mórbidos submetidos à cirurgia bariátrica passam no período pós-operatório por uma fase critica e de difícil manutenção do equilíbrio bioquimiconutricional e homeostático do organismo, devido a restrição quantitativa da alimentação oferecida, podendo gerar varias deficiências e sintomas de desequilíbrio nutricional. O desenvolvimento de condutas que objetivem à complementação protéica com preparados de alto valor nutritivo, fácil digestibilidade e boa aceitabilidade, pelos pacientes, são recomendadas (Bordalo et al.,2011).
</p>

<p>
	O Whey protein isolate (proteína isolada do soro do leite) é uma excelente opção protéica para uso após cirurgia bariátrica devido a sua fácil digestibilidade e absorção. A permanência estomacal da proteína do soro do leite durante o processo digestivo é curta em relação a outras fontes proteicas mais complexas.
</p>

<p>
	A deficiência proteica no pós-cirúrgico é a mais detectada entre os macronutrientes. Nas técnicas cirúrgicas disabsortivas ou mistas (DBP/DS e BGYR), a hipoalbuminemia (albumina &lt; 3,5 g/dL) esta presente em até 27,9% dos pacientes após dois anos. A recomendação no pós-cirurgico é de 60 a 80 g/dia de proteína ou 1,0 a 1,5 g/kg de peso ideal.
</p>

<p>
	Além da rápida absorção a Whey protein é uma excelente escolha, por possuir elevados níveis de aminoácidos de cadeia ramificada e ser isenta de lactose, o que afasta o risco de alergia alimentar como efeito colateral (Burke et al., 2001). Suplementos protéicos em pó de alto valor biológico podem ser utilizados precocemente, após 48 horas da realização da cirurgia previnem degradação do tecido muscular (Bordalo et al. 2011).
</p>

<p>
	Whey protein também é bem utilizada em dietas enterais em virtude de seu elevado valor nutritivo, utilizadas na forma de isolados, as proteínas do leite normalmente são ainda mais hipo-alergênicas, além de serem importante como fonte de cálcio.
</p>

<p>
	Hoje, a whey protein é bastante utilizada como suplemento por indivíduos que desejam aumentar a massa muscular, pois apresenta uma absorção rápida, o que disponibiliza aminoácidos quase que instantaneamente para o organismo sintetizar proteína e pelo seu perfil de aminoácidos ser muito similar ao das proteínas do músculo esquelético, são inúmeros dos estudos que sugerem a whey protein como efetivo suplemento anabólico (lewinski, 2010).
</p>

<p>
	As proteínas do soro do leite ainda demonstram efeito significativo na resposta imune, tanto em modelos in vitro quanto in vivo. Estas proteínas formam a classe solúvel do leite, compreendem 20% do total de proteínas do leite bovino englobando lactoferrinas, imunoglobulinas, e fatores de crescimento teciduais.
</p>

<p>
	Individualmente, essas proteínas séricas são capazes de estimular o sistema imune e uma grande diversidade de outras funções biológicas, como efeitos probioticos, estimulo da reparação tecidual, manutenção da integridade intestinal, destruição de patógenos e eliminação de Toxinas.
</p>

<p>
	Portanto, as proteínas de soro são preferidas em comparação com outras fontes protéicas por apresentar as seguintes características:
</p>

<p>
	• Maior retenção de nitrogênio (fator de crescimento muscular)
</p>

<p>
	• Maior teor de aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA’s)
</p>

<p>
	• Livre de lactose (muitas pessoas não digerem bem a lactose)
</p>

<p>
	• Rica em Glutamina (aminoácido não essencial que promove efeito de volumização celular)
</p>

<p>
	• Possui fator estimulante do sistema imunológico.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">352</guid><pubDate>Thu, 15 Sep 2011 15:23:00 +0000</pubDate></item><item><title>&#xD3;leo de c&#xE1;rtamo e seus benef&#xED;cios</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/%C3%B3leo-de-c%C3%A1rtamo-e-seus-benef%C3%ADcios-r350/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_08/55dd556a57a77_monthly_2015_0855dd39c2540f7_monthly_2015_0836f25f964100b38a309a8f9266776b26.gif.8258579fc73e0209b9d6e0969174f05c.gif.8f1ff04b45ba6b70938cdf976a4c737d.gif.61afe692b742409d22058203cf457387.gif" /></p>
<h2>
	O que é o Cártamo
</h2>

<p>
	O Cártamo é considerada uma planta oleaginosa conhecida antes da era Cristã e vem sendo muito utilizada na culinária e na produção de corante amarelo para tingir e aromatizar alimentos.
</p>

<h2>
	Óleo de cártamo
</h2>

<p>
	A partir da semente é possível extrair o óleo de cártamo que possui diversas propriedades e benefícios.
</p>

<p>
	O cártamo possui lignanas, polissacarídeos e óleos essenciais como: ácido oléico, ácido linolênico e acido palmítico. Possui vitamina E que é de relevante importância para se obter uma ótima saúde e melhoria no desempenho físico.
</p>

<h2>
	Benefícios do óleo de cártamo
</h2>

<p>
	Dentre os benefícios do óleo de cártamo, podemos citar as seguintes propriedades:
</p>

<ul>
	<li>
		antiinflamatório;
	</li>
	<li>
		antioxidante natural (acelera o metabolismo, acarretando na perda da gordura corporal, principalmente na região abdominal aumentando assim, a tonicidade muscular e diminuindo o colesterol);
	</li>
	<li>
		Auxilia a regularização do LDL e triglicérides;
	</li>
	<li>
		fortalece o sistema imunológico aumentando a resistência às infecções e doenças;
	</li>
	<li>
		previne contra o aparecimento de celulites;
	</li>
	<li>
		é ótimo para a pele por sua capacidade de reduzir o aparecimento de rugas e inflamações cutâneas.
	</li>
</ul>

<h2>
	Vitamina E no óleo de cártamo
</h2>

<p>
	A vitamina E é considerada um excelente antioxidante no combate ao envelhecimento e estresse oxidativo e auxilia no bom funcionamento do sistema imunológico.
</p>

<p>
	Para praticantes de atividades físicas, a vitamina E é sem dúvida essencial, pois ela é participa da regeneração de todos os tecidos do corpo, ajudando de forma significativa, as pessoas ativas a reduzirem os sintomas decorrentes do overtraining.
</p>

<p>
	Pesquisa feita com a vitamina E concluiu que ela é capaz de ajudar no transporte de aminoácidos e açúcares do sangue para dentro das células musculares e a promover a síntese de proteína nos músculos.
</p>

<h2>
	O óleo de cártamo é precursor do CLA (ácido linoléico)
</h2>

<p>
	O óleo de cártamo é precursor em CLA (ácido linoléico) que vem sendo estudado por estar associado à redução da gordura corporal, da arteriosclerose, na prevenção de diabetes mellitus e até mesmo efeito antitrombônico. O ácido linoleico em forma de suplemento é capaz de manter uma boa saúde, porém, é difícil de obter através de uma dieta normal exigindo assim, a busca por outras fontes que é o caso do óleo de cártamo.
</p>

<h2>
	Estudos com CLA e perda de gordura
</h2>

<p>
	Estudo feito com o ácido linoleico entre homens e mulheres, pré e pós 8 semanas, concluiu que a perda da gordura corporal foi significativa, uma vez que os homens apresentaram maior perda de gordura abdominal em relação às mulheres (referência).
</p>

<h2>
	Ácido oleico no cártamo
</h2>

<p>
	O cártamo é também fonte rica de ácido oleico, que é uma gordura monoinstaurada, considerada saudável. Quando consumida em quantidade adequada, pode proporcionar a diminuição do colesterol LDL, acelerar a perda de peso, reduzir o risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC).
</p>

<h2>
	Óleo de cártamo e perda de gordura
</h2>

<p>
	Pesquisadores cada vez mais vêm descobrindo os benefícios do óleo de cártamo. Dentre estes benefícios, junto com uma dieta balanceada e exercícios físicos diários, está associada à perda da gordura localizada. Os cientistas descobriram também, que o óleo de cártamo aumenta a produção do hormônio adinopectina, que ajuda no controle da produção de insulina e avisa o corpo quando utilizar a gordura como fonte primária de energia.
</p>

<p>
	Nos músculos, o óleo de cártamo age no aumento da atividade da enzima CPT (carnitina palmitoil transferase), presente nos músculos esqueléticos de contração voluntária, e que transporta a gordura para dentro da mitocôndria, organela responsável por converter a gordura em energia.
</p>

<p>
	Quando a atividade da CPT é aumentada, as células adiposas recebem mais energia e consequentemente ocorre à queima, resultando em mais energia para o trabalho muscular.
</p>

<p>
	A gordura corporal possui a capacidade de inibir a atividade da enzima lípase lipoprotéica que possui a função de transferir a gordura presente na corrente sanguínea, para o interior da célula que é responsável em armazenar a gordura corporal.
</p>

<p>
	Quanto maior for à atividade da lípase lipoprotéica, maior será o volume do tecido adiposo, ou seja, ganhamos mais gordura corporal, porém quando ocorre o bloqueio da lípase lipoprotéica, a transferência da gordura para as células fica inibida, fazendo com que o corpo utilize o estoque de gordura já existente como fonte de energia para a atividade muscular.
</p>

<h2>
	Óleo de cártamo deve ser associado à dieta
</h2>

<p>
	Vale ressaltar que para garantir as propriedades e benefícios do óleo de cártamos, deve-se associar uma dieta balanceada juntamente com a atividade física.
</p>

<p>
	Sempre que adquirir um produto busque pelo selo da ANVISA.
</p>

<hr>
<p>
	<span style="font-size:12px;"><em>Referências</em></span>
</p>

<p>
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</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">350</guid><pubDate>Tue, 13 Sep 2011 14:06:00 +0000</pubDate></item><item><title>IsoFast 50 - whey protein da MHP concorrente da Platinum Hydrowhey da Optimum Nutrition</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/isofast-50-whey-protein-da-mhp-concorrente-da-platinum-hydrowhey-da-optimum-nutrition-r346/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_08/55dd556a5487b_monthly_2015_0855dd39c251037_monthly_2015_0817f8f4b4bc186f972cb113f609d2ee0c.jpg.f170b7c396d8138f72c18aecd3ec71a0.jpg.324b7666c37f22220f055ad7ccf9663b.jpg.71dbbb3f62b89af7447d57d504352087.jpg" /></p>
<p>
	Se um atleta profissional ou amador afirma que usa suplemento alimentar, as chances de usar algum tipo de Whey Protein é de 99,9%.
</p>

<p>
	O fornecimento de proteínas ou aminoácidos ao organismo é essencial antes e depois da prática de atividades físicas.
</p>

<p>
	Os suplementos de Whey Protein tornam esse processo mais simples e prático, permitindo o fornecimento de grande quantidade de aminoácidos ou proteína de maneira cômoda, rápida e eficiente.
</p>

<p>
	Basta levar um shaker para a academia com a Whey Protein (e talvez algum carboidrato de alto índice glicêmico como a dextrose), enchê-lo de água depois do treino intenso, misturar, e dar ao corpo sedento por nutrientes tudo o que ele mais precisa.
</p>

<p>
	Por isso, quando se pensa em suplementação alimentar, Whey Protein é o primeiro suplemento que normalmente vem à cabeça.
</p>

<p>
	Em 26/9/2009, a Optimum Nutrition lançou a famosa Platinum Hydrowhey, que seria a primeira Whey Protein hidrolisada do mercado.
</p>

<p>
	De acordo com a Optimum Nutrition, a Whey Protein isolada e hidrolisada Platinum Hydrowhey seria a proteína mais avançada, mais rápida e mais pura já desenvolvida.
</p>

<p>
	Ao quebrar as partículas de proteína em pedaços menores pela hidrólise, o resultado seria uma absorção muito mais rápida.
</p>

<p>
	E para tentar superar a Platinum Hidro Whey da Optimum Nutrition a MHP lançou recentemente (questão de meses) a IsoFast 50.
</p>

<p>
	Além de ser uma Whey Protein isolada e hidrolisada (como a Platinum Hidrowhey), a IsoFast 50 seria a primeira Whey Protein micronizada do mercado de suplementos alimentares.
</p>

<p>
	Segundo a MHP, a micronização das partículas da Whey Protein as tornariam ainda menores do que aquelas já obtidas pela hidrólise.
</p>

<p>
	Como resultado desse processo de micronização, a absorção da proteína pelo organismo seria ainda mais rápida que a da Whey Protein isolada e hidrolisada (não micronizada).
</p>

<p>
	A MHP, assim como a Optimum Nutrition ao lançar a Platinum Hydrowhey, proclama que a IsoFast 50 é mais rápida, mais pura e mais poderosa proteína já criada.
</p>

<p>
	Ressalta a MHP que a Whey Protein isolada sofre um processo triplo de microfiltragem que remove gordura, lactose, colesterol e impurezas. Logo, a Whey Protein isolada seria uma proteína muito pura, a preferida dos fisiculturistas e atletas de elite.
</p>

<p>
	Além disso tudo, a IsoFast 50 iria além desse processo de microfiltragem tripla, passando por mais duas etapas: microparticulação e biohidrólise. Essas duas tecnologias avançadas tornariam a IsoFast 50 uma Whey Protein muito rápida para ser absorvida.
</p>

<p>
	A micronização seria responsável por transformar as partículas de proteína em unidades 5 vezes menores do que das proteínas comuns. Essa redução de tamanho implicaria num aumento, na mesma proporção (5x), de concentração e ativação enzimática sobre cada partícula de proteína, permitindo uma liberação mais rápida e maior de aminoácidos livres.
</p>

<p>
	A biohidrólise seria uma reprodução do processo de hidrólise da proteína que ocorre dentro do corpo, produzindo moléculas "pré-digeridas" para absorção rápida pelos intestinos, para abastecer os tecidos musculares.
</p>

<p>
	A apresentação feita pela MHP em torno da IsoFast 50 é mesmo sensacional. Viva a concorrência e o desenvolvimento de novas tecnologias.
</p>

<p>
	Ao abrir o pote da IsoFast 50 pode-se ver uma espécie de "fumaça" saindo do recipiente, o que demonstra que as partículas do suplemento alimentar são realmente muito pequenas.
</p>

<p>
	Nas Whey Protein mais comuns (concentradas), o produto tem a consistência de pequenos cristais, que não ficam em suspensão quando o pote é aberto.
</p>

<p>
	Já na Whey Protein isolada e micronizada IsoFast 50, basta que se abra o pote para se ver micropartículas do produto suspensas no ar (o mesmo efeito que se vê em alguns suplementos alimentares pré-treino como o Jack3d).
</p>

<p>
	Os sabores da IsoFast 50 são limitados: baunilha ou chocolate. Gosto é pessoal. Pode-se dizer que ambos os sabores são gostosos. Se alguém não os considerar gostosos, ao menos não dirá que são ruins.
</p>

<p>
	Por outro lado, a Hydrowhey da Optimum Nutrition apresenta uma gama maior de sabores: baunilha, chocolate, morango, biscoito e creme.
</p>

<p>
	Por enquanto, parece que só pudemos trazer boas notícias sobre a IsoFast 50. Elas acabam por aí.
</p>

<p>
	Como todo produto novo, o custo do desenvolvimento das novas tecnologias está embutido no valor do produto. A IsoFast 50 não é uma proteína barata. Aliás, nenhuma proteína isolada costuma ser barata. As hidrolisadas são ainda mais caras. E a Whey Protein isolada, hidrolisada e ainda micronizada (caso da IsoFast 50)?
</p>

<p>
	Pela lógica, a IsoFast 50 deveria ser a Whey Protein mais cara do mercado. Mas não é isso que ocorre.
</p>

<p>
	Para manter um precisão maior sobre a comparação de preços, vamos considerar os valores de venda da Platinum Hydrowhey da Optimum Nutrition e da IsoFast 50 da MHP nos Estados Unidos (onde já possuem mercado consolidado). Para uma observação ainda mais fiel da realidade, vamos considerar os preços da loja Bodybuilding, cujos valores já computam os percentuais normais de desconto concedido no mercado norte-americado.
</p>

<p>
	Lá, a IsoFast 50 da MHP custa 39,99 dólares num pote de 2,82 libras (1,27 kgs).
</p>

<p>
	Pela Platinum Hydrowhey da Optimum de 3,5 libras (1,58 kgs) pede-se 57,99 dólares.
</p>

<p>
	Note-se que os maiores potes dessas proteínas isoladas e hidrolisadas são menores do que o tamanho comum para potes grandes de outras proteínas, que é de 5 libras ou 2,26 kgs.
</p>

<p>
	Fazendo-se as contas, verifica-se que cada libra da Platinum Hydrowhey da Optimum Nutrition custa 16,56 dólares.
</p>

<p>
	Cada libra da IsoFast 50 da MHP custa 14,18 dólares.
</p>

<p>
	Nesse sentido, apesar de a Isofast 50 ser mais moderna que a Hydrowhey, aquela é mais barata do que esta, num percentual aproximado de 15%.
</p>

<p>
	E os preços dessas proteínas de última geração no Brasil? Primeiro a boa notícia: tanto a IsoFast 50 quanto a Hydrowhey já estão disponíveis no Brasil para venda. Agora a notícia não muito agradável: se nos EUA essas proteínas são consideradas caras, imagine no Brasil!
</p>

<p>
	Para se ter uma ideia, no site Corpo Perfeito a Platinum Hydrowhey de 3,5 libras custa 341,55 reais.
</p>

<p>
	Considerando o dólar a 1,72 na data de hoje, nos EUA o mesmo produto custa 99,74 reais. Isto é, o brasileiro só paga uma mixaria a mais (afinal, o que é um pote e meio a mais de uma Whey Protein isolada e hidrolisada?).
</p>

<p>
	Pra piorar a situação, além de serem produtos caros nos EUA (e absurdamente caros no Brasil), o Corpo Perfeito não tinha a IsoFast 50 e a Hydrowhey no estoque na data em que publicada esta matéria.
</p>

<p>
	Quem sabe tenhamos um dia uma carga tributária menos acintosa em nosso país para que possamos desfrutar da mesma tecnologia oferecida aos norte-americanos com preços mais justos.
</p>

<p>
	Portanto, a Platinum Hydrowhey da Optimum e a novata IsoFast 50 da MHP são Whey Proteins de topo de linha, com o que há de mais moderno na indústria da suplementação alimentar. Quem puder inseri-las na dieta, será um felizardo.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">346</guid><pubDate>Mon, 12 Sep 2011 09:50:00 +0000</pubDate></item><item><title>Suplementa&#xE7;&#xE3;o de creatina: aspectos atuais</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/suplementa%C3%A7%C3%A3o-de-creatina-aspectos-atuais-r342/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2016_03/creatina.jpg.ffd6c88c3bbbd140db6fd2a2abd124c1.jpg" /></p>
<p>
	De todos os recursos empregados para o aumento do desempenho atlético, certamente a creatina merece uma posição de destaque entre os demais, não somente por ter sido alvo de inúmeros estudos científicos, mas por passar ilesa pelo crivo dos rigorosos e criteriosos métodos adotados pelos pesquisadores. Muitos autores se empenharam em estudar o mecanismo da suplementação desta substância no esporte, com o intuito de validar ou até mesmo de desmistificar sua eficácia.
</p>

<p>
	A despeito do que normalmente ocorre com alguns lançamentos da indústria da suplementação esportiva – cuja eficácia não chega a ser cientificamente comprovada – a suplementação de creatina se revelou como uma das alternativas mais eficientes para o incremento da performance, popularizando-se não somente entre os atletas de elite, mas entre praticantes amadores no mundo inteiro.
</p>

<h2>
	Histórico da creatina
</h2>

<p>
	Há cerca de apenas duas décadas a creatina tem sido utilizada como um meio de se aprimorar o rendimento atlético em várias modalidades esportivas, especialmente naquelas onde são preconizadas a potência e explosão musculares. Embora tenha sido descoberta em 1832, por um cientista francês chamado Michel Eugene Chevreul, seu uso nos esportes só despontou oficialmente nos Jogos Olímpicos de Barcelona, em 1992, quando atletas ingleses declararam que utilizaram o recurso para melhorar seu rendimento. Linford Christie, então vencedor dos 100 metros rasos, atribuiu sua vitória à sua suplementação. A partir daí, seu uso se popularizou e a indústria da suplementação esportiva passou a produzi-la em larga escala, inicialmente na forma de monohidrato de creatina.
</p>

<h2>
	Biossíntese e mecanismo de ação da creatina
</h2>

<p>
	A creatina é uma amina derivada de três aminoácidos: glicina, arginina e L-metionina. Sua síntese endógena se dá em duas etapas: 1) pela transaminação da arginina e da glicina, mediada pela enzima AGAT (arginina-glicina aminotransferase) para formar o ácido guanido-acético ou glicociamina, etapa renal da biossíntese; 2) pela posterior metilação mediada pela enzima guanidoacetato-metiltransferase para finalmente formar o ácido metil-guanido-acético (creatina), no fígado.
</p>

<p>
	Embora alguns estudos apontem que a creatina possa ser sintetizada em outros tecidos, como o pâncreas, esta síntese é ínfima e não atende a demanda do organismo. De um modo geral, podemos afirmar que sua produção se dá principalmente pelo metabolismo renal e hepático. A síntese diária em um indivíduo saudável é da ordem de 1g/dia, sendo complementada pela ingestão de aproximadamente 1g/dia advinda da alimentação. Ocorre predominantemente na carne vermelha e em alguns peixes, como salmão e arenque.
</p>

<p>
	O tecido muscular apresenta a maior concentração desta substância (cerca de 150 a 160mmol/kg), apresentando-se maior nas fibras de contração rápida (tipo II). Como é incapaz de sintetizá-la, sua captação é feita através da absorção pela membrana celular. Tal processo se dá através de um sistema de transporte Na (sódio) dependente. Uma vez no interior da célula muscular, a creatina é fosforilada pela enzima creatina quinase, cuja função é mantê-la estável através da doação de um fosfato inorgânico para formar a molécula de creatina fosfato.
</p>

<p>
	Nas requisições iniciais de energia (cerca de 8 a 10 segundos de duração), ocorre a quebra de ATP (trifosfato de adenosina), gerando ADP (difosfato de adenosina). Este processo é conhecido como Sistema Energético dos fosfagênios e atende aos primeiros momentos de contração muscular, reduzindo drasticamente os estoques de ATP para ADP. Na mesma velocidade de degradação do ATP, a creatina cede o fosfato para o ADP, regenerando a molécula e possibilitando desta forma, perdurar um pouco mais a geração de energia. A acidose produzida durante as contrações musculares vigorosas é em parte neutralizada pela regeneração da creatina, o que possibilita em conjunto com o aumento da regeneração do ATP, mais tempo útil de contração muscular. O metabólito resultante é a creatinina, posteriormente excretada pelos rins.
</p>

<h2>
	Suplementação da creatina
</h2>

<p>
	Inicialmente, as indústrias de suplementação esportiva passaram a oferecer a creatina na apresentação que hoje ainda continua sendo a mais popular, a monohidratada. Muitos puristas defendiam que o consumo da creatina deveria ser feito naturalmente através da alimentação, porém para obter 5 g de creatina, seria necessário comer cerca de 1 kg de carne fresca.
</p>

<p>
	Os protocolos de utilização sugeriam que esta fosse utilizada durante cerca de cinco dias com aproximadamente 15 a 20g/dia. Esta fase ficou conhecida como fase de saturação (loading) e ganhou a preferência dos usuários por apresentar rápidos ganhos de peso. Algum tempo depois, foram feitos estudos que indicavam que os ganhos produzidos neste intervalo de tempo eram resultado da grande hidratação celular que ocorria durante a saturação de creatina nos depósitos intramusculares. Segundo muitos autores, os mesmos efeitos poderiam ser vivenciados em um intervalo mais longo, cerca de um mês de utilização a doses mais baixas (cerca de 5 g/dia).
</p>

<p>
	Mujika e Padilla (1997) reportaram uma considerável diminuição no volume urinário de usuários durante a fase de saturação, levando a hipótese de que a creatina estivesse relacionada com dano na função renal. Este é ainda um tema não completamente elucidado, embora muitas pesquisas recentes apontem para segurança na ingestão de 5g/dia para indivíduos sem histórico de doença renal.
</p>

<p>
	Com o avançar das pesquisas, novas apresentações foram desenvolvidas no intuito de maximizar os ganhos e diminuir a retenção hídrica usualmente comum com a forma monohidratada. Como a captação de creatina se apresenta muito maior pela ação da insulina, foram adicionadas substâncias que facilitassem sua absorção, como solução de carboidratos de alto índice glicêmico, ácido alfa-lipóico, coenzima Q-10 etc.
</p>

<p>
	Em outro momento, na tentativa de melhorar a solubilidade da creatina no meio líquido, foi lançada a forma micronizada, onde as partículas foram diminuídas para incrementar a absorção e ao mesmo tempo diminuir o desconforto gástrico que algumas pessoas relatavam ao ingerir a versão regular.
</p>

<p>
	Logo depois, a creatina passou a fazer parte de vários suplementos denominados cell volumizers, onde se adicionavam aminoácidos como a glutamina, taurina e carboidratos simples como dextrose e ribose.
</p>

<p>
	Algumas companhias sugeriram que a administração de glicociamina em conjunto com moléculas doadoras de metil, como a betaína (trimetilglicina), Vitamina B15 (dimetilglicina) e SAMs (s-adenosil L-metionina) supostamente induziriam a biossíntese de creatina pelo organismo e lançaram produtos contendo estes compostos, apelidados de “otimizadores de creatina”, mas em contrapartida, pesquisas demonstraram que não houve alterações significativas. Estudos demonstram que as taxas sanguíneas de glicociamina diminuíram ao ser administrada a creatina, o que evidencia o processo de retroalimentação, ou seja, a ingestão de creatina exógena promove a diminuição da produção endógena. Porém, diferentemente da regulação relacionada com a glicociamina, as reservas finais de creatina no compartimento intracelular independem da sua concentração plasmática.
</p>

<p>
	Conforme alguns estudos apontassem para intoxicação por creatinina (resultante da instabilidade da molécula de creatina no meio ácido do estômago), algumas companhias resolveram produzir uma versão alcalinizada, alegando que tal processo a protegeria da ação gástrica e evitaria a formação de produtos tóxicos. Poortmans et al (2005) conduziram um estudo acerca do tema das citotoxinas provenientes do metabolismo da creatina, mas sem relação com a idéia de alcalinização como meio de evitar tal conversão (vide abaixo, em creatina e doença renal).
</p>

<p>
	Atualmente, uma das formas mais procuradas é a esterificada, que supostamente garantiria uma maior absorção sem o inconveniente da retenção hídrica observada com a forma monohidratada.
</p>

<h2>
	Creatina e doença renal
</h2>

<p>
	Este é ainda um tema não completamente elucidado, embora muitas pesquisas recentes apontem para segurança na ingestão de 5g/dia para indivíduos sem histórico de doença renal, alguns autores sustentam que há relação entre a ingestão de creatina e dano à função renal. Kuehl et al (1998) conduziram um estudo nesse sentido.
</p>

<p>
	Os autores que rebatem esta tese se apoiam no fato de que muitos estudos são conduzidos com indivíduos sem histórico clínico apropriado, apresentando na maioria das vezes indicadores de predisposição à doença renal, como ocorre nos casos de diabetes insulino-dependente e independente, hipertensos, idosos etc. Poortmans et al (1999) relataram, após um estudo envolvendo homens saudáveis que ingeriram creatina num prazo de 10 a 60 meses, que não houve nenhuma anormalidades em sua função renal. Em 2005, Poortmans et al realizaram novo estudo para evidenciar a relação de ingestão de creatina com formação de produtos citotóxicos e a possível influência na função renal, concluindo que não houve alterações significativas nesse aspecto. Gualano et al (2008) também fizeram revisão bibliográfica sobre o assunto, procurando validar a segurança na utilização de creatina. Segundo os autores, é preciso sistematizar as pesquisas para se obter resultados mais condizentes com a realidade.
</p>

<p>
	Embora existam estudos que relacionem a incidência de nefrite intersticial com o consumo de creatina, ainda não há dados concretos que sustentem a veracidade da associação.
</p>

<h2>
	Creatina e metabolismo da glicose
</h2>

<p>
	Recentemente, têm sido feitas pesquisas no intuito de se entender a influência da ingestão de creatina no metabolismo da glicose. Estudos realizados em 2006 com modelo animal por Einjde et al demonstraram que existe um aumento expressivo na sensibilidade à insulina, o que corrobora com a idéia de que a Creatina pode melhorar a captação de glicose através do aumento da expressão de um importante transportador de glicose, o GLUT-4. Este estudo se contrapõe ao que afirmaram Van Loon et al, que concluíram que a creatina influencia apenas a síntese de glicogênio, não exercendo ação nas proteínas transportadoras de glicose.
</p>

<p>
	A ação dos compostos guanidínicos (a creatina faz parte deste grupo) no metabolismo da glicose já foi bastante explorada pela literatura. A própria metformina (dimetilbiguanida), droga de primeira escolha para o tratamento do diabetes tipo II, é também um composto desta classe.
</p>

<p>
	Possivelmente, há uma relação real entre a formação de glicogênio e melhora na captação da glicose com o uso da creatina, melhorando também o perfil lipídico.
</p>

<h2>
	Creatina, células-satélite e sistema neurológico
</h2>

<p>
	Embora a administração de creatina ofereça como principal vantagem o aumento da força muscular e a capacidade de prolongar o sistema dos fosfagênios (ATP/CP), há uma notável contribuição deste composto na proliferação de um determinado grupo de células especializadas no reparo e regeneração do tecido muscular, as células-satélite. Este tipo de célula permanece ao longo da periferia (entre a lâmina basal e o sarcolema) das células musculares – daí a expressão “satélite” – em estado quiescente. Na presença de trauma, estas células doam o material genético para reparar possíveis danos na estrutura da fibra muscular.
</p>

<p>
	Olsen et al (2006) comprovaram em um estudo, conduzido com 32 indivíduos engajados em um treinamento de força de semanas de duração, que as concentrações de células-satélite havia aumentado significativamente nos grupos onde fora feita a suplementação com creatina. Concluiu-se então que, ao mesmo tempo que a creatina aumenta a aptidão para o atividade, promove também um notável aumento na capacidade de regeneração muscular.
</p>

<p>
	Embora a utilização da creatina esteja intimamente relacionada com o desempenho atlético, há evidências que esta exerce papel importante na recuperação de traumas neuromusculares e distúrbios de ordem neurológica, como no mal de Parkinson e doença de Huntington. Dos 5% da quantidade total de creatina no organismo, boa parte encontra-se no cérebro. Tarnopolsky et al (2001) sugeriram a existência de uma ação terapêutica da creatina em casos de degeneração neuronal. Já em outro estudo, conduzido por Zhu et al (2004), foi demonstrada em modelo animal a capacidade da creatina em aumentar os estoques de ATP no tecido cerebral nos quadros de isquemia. Em 2008, Bender et al estudaram a função renal de pacientes idosos com Parkinson a fim de se estabelecer segurança na utilização terapêutica da creatina enquanto coadjuvante da terapia para a doença. Como os benefícios para a sistema neurológica se dão a longo prazo, o estudo demonstrou que tal suplementação não afetou a função renal nestes pacientes, mostrando-se uma alternativa segura e viável.
</p>

<h2>
	Apresentações de creatina disponíveis
</h2>

<p>
	PRODUTO VANTAGEM DESVANTAGEM Creatina Monohidratada Preço, facilidade de aquisição Pode gerar desconforto gástrico Creatina Micronizada Mais solúvel que a monohidratada Preço, cristaliza facilmente Creatina Citrato Excelente solubilidade Sabor desagradável, preço Creatina Fosfato Pode reduzir lactato Não comprovada a eficácia Creatina Malato Melhor produção de ATP Não comprovada a eficácia Creatina Tartarato Bastante estável Pouca disponibilidade Creatina Magnésio Maior geração de energia Preço Creatina Anidra Maior quantidade de creatina por grama Menos estável que as demais Creatina Serum Absorção imediata Preço, pouco estável Creatina Etyl Ester Mais absorção, dose menor, menos água Preço, sabor desagradável em pó Creatina Piruvato Maior força, menos fadiga Preço
</p>

<ul>
	<li>
		<strong>CREATINA MONOHIDRATADA –</strong> É a forma mais comum que se pode encontrar. Adiciona-se a molécula de água para manter a creatina estável. Devido a sua baixa solubilidade, pode causar desconforto gástrico e (ou) diarréia em indivíduos sensíveis. Sua absorção é otimizada através da ação da insulina, por esta razão recomenda-se utilizá-la com bebidas contendo carboidratos de alto glicêmico, como dextrose. Existe também na forma micronizada.
	</li>
	<li>
		<strong>CREATINA CITRATO –</strong> uma das primeiras variações após a forma monohidratada. É resultante da união da molécula de creatina com uma molécula de ácido cítrico, um dos intermediários do ciclo de Krebs. Possui apenas cerca de 40% de creatina em sua totalidade, mas apresenta excelente solubilidade. Sua eficácia não foi comprovada pela comunidade científica.
	</li>
	<li>
		<strong>CREATINA FOSFATO –</strong> este tipo de suplemento de creatina gerou especulação em seu lançamento, pelo fato da creatina intramuscular ser a creatina fosfato. Porém, a presença de um grupo fosfato atado à creatina fora do meio intracelular não melhora sua captação, muito pelo contrário, torna-a mais difícil. O grupo fosfato não atravessa facilmente a membrana, portanto a fosforilação da creatina se constitui como um meio de aprisioná-la no interior da célula, não em seu exterior. Essa creatina não se popularizou, por motivos óbvios.
	</li>
	<li>
		<strong>CREATINA MALATO –</strong> A idéia foi semelhante a da creatina citrato, desta vez atando-se à molécula o ácido málico, outro intermediário do ciclo de Krebs. Não foram feitos muitos estudos científicos acerca desta forma de creatina, mas acredita-se que suas propriedades não são maiores que a forma monohidratada. A vantagem é a solubilidade, muito maior.
	</li>
	<li>
		<strong>CREATINA TARTARATO –</strong> apresentação contendo cerca de 70% de creatina e 30% de acido tartárico. Essa união permite a creatina seja produzida em base sólida, como em cápsulas, barras, tabletes efervescentes e comprimidos mastigáveis.
	</li>
	<li>
		<strong>CREATINA MAGNÉSIO –</strong> neste caso, quela-se a cretina com magnésio para, em tese, proteger a creatina do meio ácido do estômago. Como o magnésio participa da transferência de fosfatos no sistema CP-ATP, supostamente este mineral favoreceria a produção de energia. Recentemente, foi feito um estudo onde foi demonstrado que este complexo magnésio/creatina produziu ganhos reais em força muscular.
	</li>
	<li>
		<strong>CREATINA ANIDRA –</strong> esta forma de creatina é obtida através da remoção da molécula de água da creatina, resultando em pura creatina na forma cristalizada. Este processo proporciona aproximadamente 6% a mais de creatina, mas não oferece grandes vantagens em relação às outras formas.
	</li>
	<li>
		<strong>CREATINA SERUM –</strong> esta apresentação promete absorção imediata sub-lingual, ou seja disponibilidade da creatina sem necessidade de digestão. Por ser uma forma não estável de creatina, deve ser ingerida imediatamente antes da atividade física. Sua eficácia não foi ainda comprovada por estudos científicos.
	</li>
	<li>
		<strong>CREATINA ÉSTER –</strong> como a creatina não tem grande afinidade com a membrana, por ser mais hidrofílica, supôs-se que se fosse adicionado à sua molécula um éster, suas características lipofílicas lhe confeririam maior absorção. A grande vantagem que os idealizadores da creatina etil éster defendem se deve a hipótese que a creatina monohidratada, por não conseguir atravessar facilmente a barreira fosfolipídica da membrana, armazenaria-se em parte fora da célula, causando retenção hídrica. Segundo os criadores desta nova forma, é necessária uma dose muito menor de CEE, pois sua absorção é praticamente total. Por ser muito recente, ainda não existem muitos estudos conclusivos sobre a eficácia desta creatina. Entretanto, em um trabalho recente foi demonstrado que a CEE não apresenta grandes vantagens em relação à CM (Spillane et al, 2009).
	</li>
	<li>
		<strong>CREATINA PIRUVATO –</strong> aqui é feita a adição de ácido pirúvico (cerca de 60%) à molécula de creatina (cerca de 40%). O piruvato está envolvido principalmente na geração de energia lática, mas também participa em diversas outras reações metabólicas. Jäger et al (2007) concluíram que a forma piruvato de creatina se mostrou superior a citrato, promovendo aumento de força e diminuição de fadiga.
	</li>
</ul>

<h2>
	Conclusões
</h2>

<p>
	Qual será então, a melhor escolha de um suplemento de creatina? Esta é uma pergunta difícil de ser respondida, uma vez que existem variações na resposta individual da administração desta substância. Enquanto a maioria dos autores concorda que os efeitos ergogênicos da creatina estão realmente comprovados e documentados, também assumem que estes efeitos podem variar de pessoa para pessoa.
</p>

<p>
	Sujeitos que têm uma alimentação escassa em carnes normalmente apresentam uma melhor resposta a creatina. Em um estudo conduzido com ratos, as respostas obtidas foram diferentes daquelas colhidas com camundongos, o que reforça a especulação que o mesmo vale para o modelo humano.
</p>

<p>
	Uma das coisas que você certamente deve levar em consideração é que a maioria dos estudos atesta a eficácia e a segurança da creatina (desde que sejam respeitadas as doses adequadas). Procure a apresentação que melhor se adapte às suas necessidades e lembre-se: bom senso nunca é demais!
</p>

<hr>
<p>
	<span style="font-size:12px;"><strong>REFERÊNCIAS</strong></span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">1. Guyton, A. C.; Hall, J. Tratado de fisiologia médica. 9. ed. São Paulo: Guanabara Koogan,1997.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">2. McGuire, D.M.; Gross, M. D.; Pildum, J. K.; Towle, H. C. Repression of rat kidney L-arginine: glicine amidinotransferase synthesis by creatina at a pretranslational level. J Biol Chem, Bethesda, no. 259, p. 1984.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">3. Guimbal, C.; Kilimann, M. W. A Na+-dependent Creatine Transporter in Rabbit Brain, Muscle, Heart and Kidney. The Jounal of Biological Chemistry, Bethesda, no. 268, p. 8418-8421, 1993.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">4. Mujika, I.; Padilla, S. Creatine supplementation as an ergogenic aid for sports performance in highly trained athletes: a critical review. Int J Sports Med, Stuttgart, no.18, p. 491-496, 1997.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">5. Harris RC, Soderlund K and Hultman E. Elevation of creatine in resting and exercised muscle of normal subjects by creatine supplementation. Clin Sci (Lond) 1992; 83: 367-74.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">6. Kuehl K, Goldberg L and Elliot D. Renal insufficiency after creatine supplementation in a college football athlete. Medicine and Science in Sports and Exercise 1998; 30: S235.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">7. Poortmans JR, Auquier H, Renaut V, Durussel A, Saugy M and Brisson GR. Effect of short-term creatine supplementation on renal responses in men. Eur J Appl Physiol Occup Physiol 1997; 76: 566-7.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">8. Poortmans JR and Francaux M. Long-term oral creatine supplementation does not impair renal function in healthy athletes. Med Sci Sports Exerc 1999; 31: 1108-10.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">9. Poortmans, JR., Kumps, A., Duez, P., Fofonka, A., Carpentier, A., Francaux, M. Effect of oral supplementation on urinary methylamine, formaldehyde and formate. Med sci Sports Exerc, v. 37, n. 10, Oct, p. 1717-20, 2005</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">10. Van Loon LJ, Murphy R, Oosterlaar AM, Cameron-Smith D, Hargreaves M, Wagenmakers AJ, et al. Creatine supplementation increases glycogen storage but not GLUT-4 expression in human skeletal muscle. Clin Sci (Lond) 2004;106:99-106.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">11. Olsen S, et al. Creatine supplementation augments the increase in satellite cell and myonuclei number in human skeletal muscle induced by strength training. J Physiol. 2006; 573: 525-534.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">12. Eijnde, B., Jijakli, H., Hespel, p., Malaisse, W.J. Creatine supplementation increases soleus muscle creatine content and lowers the insulinogenic index in an animal model of inherited type 2 diabetes. Int J Mol Med, v 17, n.6, p. 1077-84, 2006</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">13. Tarnopolsky, M. A. &amp; Beal, M. F. Potential for creatine and other therapies targeting cellular energy dysfunction in neurological disorders. Ann. Neurol. 49, 561–574 (2001).</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">14. Zhu, S.; Li, M.; Figueroa, B.E.; Liu, A.; Stavrovskaya, I.G.; Pasinelli, P.; Beal, M.F.; Brown, R.H.; Jr.; Kristal, B.S.; Ferrante, R.J.; Friedlander, R.M. Prophylactic creatine administration mediates neuroprotection in cerebral ischemia in mice. J. Neurosci., 2004, 24, 5909-5912.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">15. Gualano B, Ugrinowitsch C, Seguro AC, Lancha Junior AH. A suplementação de creatina prejudica a função renal? Rev Bras Med Esporte 2008; 14:68-73.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">16. Bender, A.; Samtleben, W.; Elstner, M.; Klopstock, T. Long-term creatine supplementation is safe in aged patients with Parkinson disease. Nutr. Res., 2008, 28, 172-178.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">17. Selsby, JT., RA DiSilvestro, and S.T. Devor. Mg2+-creatine chelate and a low-dose creatine supplementation regimen improve exercise performance. J. Strength Cond. Res, 2004, 18,2, 311-315</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">18. Jäger R, Harris RC, Purpura M, Francaux M: Comparison of new forms of creatine in raising plasma creatine levels. Int J Soc Sports Nutr 2007, 4:17.</span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;">19. Spillane M, Schoch R, Cooke M et al. The effects of creatine ethyl ester supplementation combined with heavy resistance training on body composition, muscle performance, and serum and muscle creatine levels. J Int Soc Sports Nutr 2009; 6: 6.</span>
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">342</guid><pubDate>Sat, 10 Sep 2011 20:50:00 +0000</pubDate></item><item><title>Glutamina: o amino&#xE1;cido anticatab&#xF3;lico</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/glutamina-o-amino%C3%A1cido-anticatab%C3%B3lico-r337/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2017_11/glutamina.png.01d1161e3a32f65d3ac065e283c6c3ab.png" /></p>
<p>
	A Glutamina é o aminoácido livre mais presente no corpo humano, representando a maior parte do total de aminoácidos livre presentes no plasma. Atualmente é um dos suplementos nutricionais mais utilizados por atletas de musculação, principalmente por ser natural e auxiliar na promoção do crescimento muscular em vários mecanismos.
</p>

<p>
	Vamos analisar então como é o funcionamento deste poderosíssimo aminoácido.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">A Glutamina</span></strong>
</p>

<p>
	A Glutamina é um aminoácido não essencial, ou seja, o organismo está apto a sintetizá-lo a partir do ácido glutâmico, valina e isoleucina. Todavia, mesmo estando presente no organismo, muitos autores ainda sugerem sua suplementação, principalmente aos atletas envolvidos em treinamentos de alta intensidade e/ou duração.
</p>

<p>
	Este aminoácido atua como precursor de síntese de nucleotídeos como o ATP (adenosina trifosfato), purinas, pirimidinas e outros aminoácidos (Bulus, 1989). Um dos principais sítios de síntese e liberação para corrente sanguínea de glutamina é o tecido muscular. No caso de trauma, queimaduras, estresse e atividade física intensa (estados catabólicos) e na acidose, o tecido muscular é capaz de aumentar a taxa de síntese e liberação de glutamina para a corrente sanguínea, a fim de suprir a necessidade de outros tecidos.
</p>

<p>
	Contudo, todas essas alterações parecem ser insuficientes para manter os níveis plasmáticos de glutamina, o que sugere-nos sobre a importância de suplementação com este aminoácido.
</p>

<p>
	A glutamina é extremamente necessária para a proliferação de células intestinais, absorção de fluídos e eletrólitos, bem como é essencial na regulação do balanço nitrogenado em estados normais e patológicos (Palanch, 2000).
</p>

<p>
	Isso demonstra inclusive a sua importância na absorção de outros aminoácidos que, em consonância com o treinamento, facilitam a promoção da hipertrofia muscular.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">A Suplementação com Glutamina</span></strong>
</p>

<p>
	Primeiramente, a suplementação com glutamina fundamenta-se principalmente no aumento da síntese protéica (efeito anabólico) e/ou redução da proteólise (efeito anticatabólico). Isso ocorre porque este aminoácido é substrato para gliconeogênese (o que preserva outras proteínas) além de servir como combustível do sistema imunológico, evitando a imunossupressão após o exercício físico intenso (Kreider, 1999).
</p>

<p>
	E ainda mais, a glutamina participa ativamente da ressíntese de glicogênio e da síntese de neurotransmissores, e ainda diminui a acidose metabólica (Welbourne, 1998).
</p>

<p>
	Durante anos se pensou que a glutamina era responsável pelo estado anabólico. Mas atualmente sabemos que ela age à esse estado de maneira indireta, promovendo o crescimento através da hidratação provocada nas células musculares.
</p>

<p>
	A quantidade de água nas células do corpo muda rapidamente, passando de um estado plenamente hidratado para um estado de desidratação. É comprovado que a quantidade de água dentro da célula altera o seu metabolismo, em especial a síntese protéica. Assim sendo, foi demonstrado que níveis mais elevados de glutamina hidratam o músculo esquelético, aumentando o volume celular, diminuindo ainda a degradação de proteínas (Antonio &amp; Street, 1999).
</p>

<p>
	Ainda mais, quando aumenta a presença de água dentro da célula muscular, ocorre um estímulo à síntese de proteínas e glicogênio. Nesta situação, a glutamina facilita a entrada de outros aminoácidos na célula (juntamente com a entrada de sódio), o que induz à absorção de água, configurando um estado anabólico. De maneira contrária, se uma célula fica desidratada, ela encolhe e imediatamente inicia um estado catabólico, que degrada as proteínas vitais do músculo.
</p>

<p>
	Quanto ao melhor horário para a ingestão, várias pesquisas comprovaram que o pico máximo de concentração de glutamina plasmática ocorre cerca de 30 minutos após a suplementação.
</p>

<p>
	Além disso, Welbourne e colaboradores (1998) estudaram outros efeitos fisiológicos conseqüentes da suplementação com glutamina, e os resultados encontrados foram no mínimo fascinantes!
</p>

<p>
	Este pesquisador verificou que após a ingestão de glutamina, a concentração plasmática de hormônio do crescimento (gH) aumentava, o que indica-nos mais um fator em que esse aminoácido auxilia para a o crescimento muscular.
</p>

<p>
	Esses dados vem de encontro com estudos que reforçam a importância da suplementação deste aminoácido em atletas, confirmando que esta suplementação com glutamina promove o crescimento muscular.
</p>

<p>
	Na pesquisa de Colker (2000), foram encontrados excelentes resultados na melhoria/manutenção da composição corporal e na performance de exercícios resistidos, em atletas de musculação suplementados com glutamina, proteína e aminoácidos de cadeia ramificada durante um período de 10 semanas.
</p>

<p>
	Vale lembrar que não foram relatados efeitos adversos significativos da suplementação com glutamina. Ao mesmo tempo, nem todas as pesquisas confirmaram melhorias no desempenho de maneira satisfatória o que, em parte, deve-se muito à alguns fatores como: relação dose/resposta; nível de treinamento; hábitos nutricionais; peso corporal; fatores genéticos da amostra; dentre outros.
</p>

<p>
	Quanto a dosagem mais aceita, alguns estudos verificaram melhoria da performance com a administração de 5 a 25 miligramas de glutamina/dia.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">Concluindo</span></strong>
</p>

<p>
	Por possuir efeito anticatabólico, principalmente por se um composto anticortisol, a glutamina é muito utilizada como suplemento em períodos de intenso treinamento ou, até mesmo, no tratamento da síndrome do overtraining. Para o auxílio à hipertrofia o trabalho da glutamina é primordial, sendo que age inclusive no processo de ressíntese do glicogênio muscular, promovendo a recuperação.
</p>

<p>
	É importante mencionar que estão sendo feitos, atualmente, estudos que envolvem a suplementação oral com glutamina e a relação direta com a alteração hormonal normal e a resposta ao treinamento. Dessa forma, no futuro, teremos mais conclusões a respeito dos efeitos desde aminoácido.
</p>

<hr>
<p>
	<span style="font-size:11px;"><strong><em>Referências Bibliográficas</em></strong></span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:11px;"><em>- Bulus, N. Physiologic Importance of Glutamine. Metabolism. 1989; 38:1-5<br>
	- Palanch, A. C. Metabolismo da glutamina no intestino, In: CURI, R. Glutamina: metabolismo e aplicações clínicas e no esporte. RJ, Sprint, 2000, p.85-96<br>
	- Kreider, R. B. Dietary supplements and the promotion of muscle growth with resistance exercise. Sports Med. 1999; 27:97-110.<br>
	- McArdle W. Katch F. Katch V. Fundamentos de Fisiologia do Exercício. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2002<br>
	- Welbourne, T. et al. An oral glutamine load enhances renal acid secretion and function. American Journal of Clinical Nutrition. 1998; 67:660-663<br>
	- Forti, F. Cancelliero, K. Guirro, R. Silva, C. Efeitos da Glutamina e da Estimulação Elétrica sobre o Perfil metabólico de Músculos Desnervados. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte. São Paulo, v.18 – nº3, p273-81, 2004.<br>
	- Antonio, J. Street, C. Glutamine: a potentially useful supplement for athletes. Canadian Journal App Physiology. 1999; 24:1-14.<br>
	- Colker, C. M. et al. Effects of supplemental protein on body composition and muscular strength in healthy athletic male adults. Cur Therapeutic Research. 2000; 61:19-28</em></span>
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">337</guid><pubDate>Mon, 05 Sep 2011 14:36:00 +0000</pubDate></item><item><title>Arnold 3d quer ser Jack 3d</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/arnold-3d-quer-ser-jack-3d-r331/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2019_11/arnold-3d.png.420ce0b5d3cce751e505a0883992a23d.png" /></p>
<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="arnold3d-jack3d-09-300x191.jpg" data-loading="true" height="191" style="height: auto;" title="arnold3d-jack3d-09" width="300" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/arnold3d-jack3d-09-300x191.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	O suplemento alimentar pré-treino Jack3d da USPlabs é um sucesso de vendas. Assim como Gillette está para lâmina de barbear, Jack3d está para suplemento alimentar pré-treino (ou estimulante, ou óxido nítrico, ou no2, ou vasodilatador, ou energético, ou como queiram chamar).
</p>

<p>
	Trata-se de um produto polêmico, cujo sucesso já rendeu reportagem televisiva. O Jack3d foi acusado de causar dependência por conta de substância estimulante presente em sua fórmula. Saiba mais em:
</p>
<iframe allowfullscreen="" class="ipsEmbed_finishedLoading" data-embedauthorid="69938" data-embedcontent="" data-embedid="embed5782787503" id="ips_uid_3724_8" scrolling="no" src="https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/jack3d-%C3%A9-acusado-de-causar-depend%C3%AAncia-r324/?do=embed" style="overflow: hidden; height: 387px; max-width: 502px;" loading="lazy"></iframe>

<p>
	O nome do produto se pronuncia nos EUA como Jacked (que quer dizer "elétrico" ou "pilhado" em tradução livre, isto é, muito estimulado).
</p>

<p>
	No entanto, no Brasil, prevalece a pronúncia Jack 3d. Vamos chamar o Jack3d de Jack 3d nesta matéria, seguindo a sabedoria popular.
</p>

<p>
	Aproveitando-se da onda de sucesso do Jack 3d da USPlabs, a Arnold Nutrition lançou o suplemento alimentar pré-treino Arnold 3d, ou Arnold 3.D, ou Arnold3d.
</p>

<p>
	Qualquer semelhança entre o novo suplemento alimentar da Arnold Nutrition chamado "Arnold 3d" e o "Jack 3d", da USPlabs não é mera coincidência.
</p>

<p>
	Enquanto um é o <strong>Jack</strong> <em>3d</em>, o outro é o <strong>Arnold</strong> <em>3d</em>. Ambos são "tridimensionais" no nome.
</p>

<p>
	Até a BLACK BOX WARNING (aviso que a FDA - órgão sanitário dos EUA - exige que seja estampado nos medicamentos para alertar o consumidor sobre questões de segurança, tais como efeitos colaterais e riscos inerentes ao uso do medicamento) do Arnold 3d é igual ao do Jack 3d.
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="arnold3d-jack3d-02-150x150.jpg" data-loading="true" height="150" style="height: auto;" title="arnold3d-jack3d-02" width="150" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/arnold3d-jack3d-02-150x150.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Assim está estampada a BLACK BOX WARNING do Arnold 3d e do Jack 3d:
</p>

<p>
	<em>This product may produce an intense sensation of focus, energy &amp; awareness. In addition, its key ingredients may allow for workout domination in conjunction with proper training and diet. Therefore, extreme caution must be exercised &amp; should not be used by novice athletes. Use with caution under strict dosing protocols.</em>
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="arnold3d-jack3d-03-150x150.jpg" data-loading="true" height="150" style="height: auto;" title="arnold3d-jack3d-03" width="150" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/arnold3d-jack3d-03-150x150.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Em tradução literal, o alerta quer dizer:
</p>

<p>
	<em>Este produto pode causar uma intensa sensação de concentração, energia &amp; alerta. Ademais, seus ingredientes podem resultar em treinos poderosos se seguida uma dieta e plano de treinamento. Por isso, este suplemento deve ser usado com extrema cautela, não sendo recomendado para iniciantes. Siga estritamente as doses recomendadas.</em>
</p>

<p>
	Assutado? Pois é. O Jack 3d contém uma substância estimulante chamada 1,3-Dimethylamylamine, a qual é considerada como doping de atletas pela WADA - World Anti-Doping Agency (Agência Mundial Antidoping).
</p>

<p>
	E o Arnold 3d? Tem a tão poderosa substância estimulante?
</p>

<p>
	O rótulo do Arnold 3d vendido no Brasil, que mescla inglês com português, diz que o Arnold 3d tem como substância ativa a cafeína, na quantidade de 420 mg por dose.
</p>

<p>
	Por outro lado, no rótulo do Jack 3d, são indicadas as seguintes substâncias: Arginine Alpha-Ketoglutarate, Creatine Monohydrate, Beta Alanine, Caffeine, 1,3-Dimethylamylamine (Geranium [stem], Shizandrol A.
</p>

<p>
	E agora? Parece que a única substância presente no Jack 3d e que também está no Arnold 3d é a cafeína. Certo?
</p>

<p>
	Ao acessar o site da Arnold nos EUA, na página do Arnold 3d, temos mais uma surpresa!
</p>

<p>
	A fórmula apresentada para o Arnold 3d é muito parecida com a do Jack 3d, contendo, inclusive, a substância estimulante 1,3-Dimethylamylamine.
</p>

<p>
	Veja a fórmula do Arnold 3d apresentada pelo site do fabricante nos EUA: Arginine Alpha-Ketoglutarate, Creatine Monohydrate, Beta Alanine, 1,3-Dimethylamylamine (Geranium [stem], Shizandrol A), Beta-Alanine, L-Taurine, N-Acetyl L-Tirosine, Caffeine Anhydrous, Niacin, Vitamin C, Red Wine Extract.
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="arnold3d-jack3d-16-150x150.gif" data-loading="true" height="150" style="height: auto;" title="arnold3d-jack3d-16" width="150" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/arnold3d-jack3d-16-150x150.gif" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Que tal? É a mesma fórmula do Jack 3d com acréscimo de algumas outras substâncias. Considerando que a dose recomendada dos produtos nos rótulos do Jack 3d e do Arnold 3d é de 5 g, o Jack 3d seria um pouquinho mais concentrado que o Arnold 3d. Certo?
</p>

<p>
	Não dá pra saber, porque nos rótulos não se informa a quantidade de cada uma das substâncias de modo discriminado, vai tudo junto no bolo.
</p>

<p>
	Afinal, nosso Arnold 3d, que é importado, é uma formulação especial para o Brasil que só tem cafeína com maltodextrina ou tem todas as substâncias indicadas no site da Arnold Nutrition?
</p>

<p>
	O Arnold 3d vendido no Brasil só quer ser Jack 3d ou é mesmo Jack 3d?
</p>

<p>
	Dê a sua opinião em nossos fóruns ou pelo Facebook.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">331</guid><pubDate>Wed, 10 Aug 2011 22:35:00 +0000</pubDate></item><item><title>O que &#xE9; o whey protein? Pode causar danos aos rins?</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/o-que-%C3%A9-o-whey-protein-pode-causar-danos-aos-rins-r328/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2016_11/whey-protein-.jpg.3cefb29e02fcfa6662e7865f2f3b2b44.jpg" /></p>
<h2>
	Muitos nutricionistas baniram o whey protein
</h2>

<p>
	O whey protein tem adquirido cada vez mais popularidade entre atletas. Pessoas não envolvidas com o meio esportivo e até mesmo praticantes de atividades físicas, muitas vezes, porém, ficam receosos em adicionar esse suplemento à sua rotina, com medo de que ele apresente efeitos colaterais, dos quais o mais temido é a sobrecarga renal.
</p>

<p>
	Tenho visto muitos nutricionistas não-esportivos banirem o whey protein do cardápio de pessoas comuns e atletas, o que me levou a pesquisar muito a respeito e tentar, de uma forma simples e clara, apresentar esse suplemento e desmitificar a proibição de uma substância tão benéfica à saúde humana pelos profissionais que mais deveriam apoiar seu consumo: os nutricionistas.
</p>

<h2>
	Leite: fonte do whey protein (soro do leite)
</h2>

<p>
	Apresento-lhes então, antes de qualquer coisa, o perfil tecnológico do leite, que é a fonte de extração do nosso whey protein.
</p>

<p>
	O leite é constituído, resumidamente, por duas classes de proteínas: as caseínas, que constituem até 80% do total de proteínas presentes no alimento, e as soroproteínas, responsáveis por aproximadamente 20% da sua composição proteica.
</p>

<p>
	O que ocorre é que, na fabricação dos queijos, na qual ocorre basicamente a coagulação das caseínas presentes no leite (elas ficam mais "juntinhas", formando o que chamamos de micelas e adquirindo aspecto firme), o soro do leite se separa dessa solução proteica presente no alimento.
</p>

<p>
	Você já viu aquele líquido meio amarelado que "sai" do queijo quando ele fica pronto? Esse é o soro do leite.
</p>

<p>
	Ele é de aspecto amarelo-esverdeado, já que é muito rico em riboflavina (vitamina B2), que é a principal responsável por essa coloração. Na fabricação de 1 Kg de queijo, 9 Kg de soro são gerados.
</p>

<h2>
	O soro do leite era um fator de poluição ambiental
</h2>

<p>
	Quando descartado sem tratamento prévio, o soro do leite se torna um forte agente de poluição ambiental. Pensando nisso e visando lucro, a indústria alimentícia logo desenvolveu inúmeras aplicações tecnológicas do soro nos alimentos.
</p>

<p>
	Como é de baixo custo, ele substitui outros ingredientes lácteos na elaboração de sorvetes, bolos, biscoitos e iogurtes, favorecendo assim o lucro das empresas de alimentos sem nenhum prejuízo sensorial no produto final. 
</p>

<p>
	Panificados contendo soro proteico são beneficiados com maior quantidade de cálcio e proteínas, além de adquirirem maciez.
</p>

<h2>
	Ricota é soro do leite, não é queijo
</h2>

<p>
	A famosa ricota, popularmente conhecida como um tipo de "queijo", é obtida a partir do soro do leite. Uso a expressão "queijo", entre aspas porque todo produto não obtido da caseína não pode, cientificamente, ser identificado como queijo.
</p>

<p>
	A ricota, portanto, recebe assim a denominação mais adequada de "produto lácteo" pela indústria alimentícia.
</p>

<h2>
	Qual é a vantagem do whey protein?
</h2>

<p>
	Agora que você sabe a origem tecnológica deste concentrado proteico, deve estar se perguntando qual é a vantagem do seu consumo em relação às outras proteínas, certo?
</p>

<p>
	Se um indivíduo consome carnes, ovos e lácteos e tem seu aporte proteico diário adequado, será que a ingestão do whey protein pode causar um excesso na dieta dele?
</p>

<p>
	Ele não seria simplesmente excretado do organismo?
</p>

<p>
	Muitos estudiosos tradicionais diriam sim a todas essas questões. Porém, estudos envolvendo a proteína do soro e seus efeitos no organismo humano garantem que não é bem assim.
</p>

<p>
	A primeira característica que atrai a atenção de desportistas é a <strong>alta digestibilidade</strong> dessa proteína. Isto significa que grande parte dela é aproveitada pelo organismo, ao contrário das proteínas aprisionadas em alimentos, cujo aproveitamento é inferior e grande parte é excretada do organismo.
</p>

<p>
	Essa propriedade foi aproveitada pela agroindústria para produzir ração animal adicionando soro proteico do leite no lugar de outras proteínas de menor digestibilidade.
</p>

<p>
	O resultado foi a redução no volume das fezes do animal, diminuindo o número de higienizações diárias necessárias na localidade. Além disso, rações enriquecidas com o soro do leite facilitaram o ganho de peso nos animais.
</p>

<p>
	O whey protein também tem a vantagem de ser <strong>mais rapidamente absorvido pelo organismo</strong>, pois, ao contrário de todas as demais proteínas, ele pula a etapa de digestão no estômago e é diretamente absorvido no intestino delgado, como foi mostrado num estudo publicado pelo American Journal of Clinical Nutrition em 1996.
</p>

<p>
	Isso significa que a sua absorção pelo tecido muscular e todos os demais tecidos é quase imediata e ele é rapidamente usado como anticatabólico no músculo (evita a "quebra" desse tecido com finalidade de geração de energia).
</p>

<h2>
	Whey protein é pouco excretado e não sobrecarrega os rins
</h2>

<p>
	Concluímos então, a partir de tudo que foi citado até aqui, que a excreção da proteína do soro pelo organismo é praticamente nula.
</p>

<p>
	O whey protein é, inclusive, utilizado na formulação de hidrolisados protéicos para pacientes com várias síndromes de má absorção intestinal e com intolerância as proteínas do leite, para idosos e para pacientes fenilcetonúricos.
</p>

<p>
	Sua aplicação clínica é um campo de estudo em expansão e fascina diversos profissionais que lidam diariamente com dietas restritivas e com pacientes com má assimilação protéica.
</p>

<p>
	Espero, através deste texto, contribuir para a conscientização de profissionais da saúde e pessoas que buscam qualidade de vida, trazendo mais informações sobre o resíduo industrial que se tornou uma importante contribuição não só na performance de atletas, mas na prevenção e promoção da saúde em geral tanto em pacientes hospitalares como em indivíduos comuns.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">328</guid><pubDate>Tue, 09 Aug 2011 23:53:00 +0000</pubDate></item><item><title>Jack3d &#xE9; acusado de causar depend&#xEA;ncia</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/jack3d-%C3%A9-acusado-de-causar-depend%C3%AAncia-r324/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2019_11/jack3d.jpg.ed415856c2edd62c94036f679d3bc8b6.jpg" /></p>
<p>
	O Jornal da Record de hoje apresentou na segunda reportagem da série "Receita Perigosa" uma matéria sobre o Jack3d da USPlabs.
</p>

<p>
	De acordo com a matéria jornalística, o Jack3d conteria drogas estimulantes e poderia causar dependência.
</p>

<p>
	Mais uma vez se vê uma matéria sensacionalista contra os suplementos alimentares.
</p>

<p>
	O atleta de "vale-tudo" Matheus Serafim diz que desmaiou por causa do Jack3d. Mas ele não disse qual foi a dose ingerida, não relatou nada sobre a sua dieta ou treinamento. Culpou o suplemento alimentar por "achismo". Mas pode ter desmaiado por "overtraining" ou por hipoglicemia.
</p>

<p>
	A reportagem diz que o Jack3d tem uma fórmula bombástica.
</p>

<p>
	O médico entrevistado diz que o Jack3d tem drogas estimulantes do sistema nervoso central, mas não diz o nome delas. Também diz que o Jack3d teria substâncias que causariam prazer e bem-estar, mas também não as identifica.
</p>

<p>
	Segundo o médico, o suplemento teria como consequência o treinamento superior ao limite do organismo. Parece que justamente essa é a finalidade do Jack3d, permitir a superação de limites.
</p>

<p>
	De acordo com a reportagem, o rótulo do Jack3d não informaria a dosagem de cada componente do produto.
</p>

<p>
	Isso é verdade, e a crítica é pertinente. De acordo com o rótulo, o Jack3d é composto pelas seguintes substâncias: Arginine Alpha-Ketoglutarate, Creatine Monohydrate, Beta Alanine, Caffeine, 1,3-Dimethylamylamine (Geranium [stem], Shizandrol A. No entanto, nele não se discrimina a quantidade de cada uma delas, apenas constando que uma medida do dosador tem 4145 mg dessa fórmula.
</p>

<p>
	Esse aspecto deveria ser corrigido pela USPlabs, para melhor informar o consumidor.
</p>

<p>
	Por isso, não dá pra negar: "quem toma atira no escuro" mesmo. Só que nem "tão-escuro". Os componentes estão informados no rótulo, só falta a discriminação de quantidades.
</p>

<p>
	Em seguida, a matéria afirma que a venda do suplemento não é permitida no Brasil.
</p>

<p>
	Em primeiro lugar, deve-se esclarecer que a partir da publicação da Resolução RDC n. 27 de 6 de agosto de 2010 da ANVISA, os <strong>alimentos para atletas</strong> (ou suplementos alimentares, ou suplementos nutricionais, ou complementos alimentares, ou complementos nutricionais) não necessitam mais de registro para serem comercializados no Brasil. Todavia, <strong>novos alimentos</strong> e <strong>novos ingredientes</strong> dependem de registro.
</p>

<p>
	E o que são alimentos para atletas? O seu conceito é dado por Resolução da ANVISA que é apresentada sem numeração no <a href="http://portal.anvisa.gov.br/resultado-de-busca?p_p_id=101&amp;p_p_lifecycle=0&amp;p_p_state=maximized&amp;p_p_mode=view&amp;p_p_col_id=column-1&amp;p_p_col_count=1&amp;_101_struts_action=%2Fasset_publisher%2Fview_content&amp;_101_assetEntryId=3434146&amp;_101_type=content&amp;_101_groupId=219201&amp;_101_urlTitle=evento-debate-regulacao-de-suplementos-alimentares&amp;redirect=http%3A%2F%2Fportal.anvisa.gov.br%2Fresultado-de-busca%3Fp_p_id%3D3%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_count%3D1%26_3_groupId%3D0%26_3_keywords%3Dsuplementos%26_3_cur%3D1%26_3_struts_action%3D%252Fsearch%252Fsearch%26_3_format%3D%26_3_formDate%3D1441824476958&amp;inheritRedirect=true" rel="external nofollow">site da Agência</a>.
</p>

<p>
	Esta Resolução teria sido aprovada em 26/4/2010.
</p>

<p>
	Segundo ela, os alimentos para atletas compreendem: suplemento hidroeletrolítico para atletas, suplemento energético para atletas, suplemento protéico para atletas, suplemento para substituição parcial de refeições de atletas, suplemento de creatina para atletas, suplemento de cafeína para atletas.
</p>

<p>
	A resolução exclui explicitamente substâncias estimulantes, hormônios ou outras consideradas como “doping” contidas na lista de substâncias proibidas pela Agência Mundial Antidoping (WADA) e ou legislação pertinente.
</p>

<p>
	A lista de substâncias proibidas pela WADA inclui a methylhexanamine (ou methylhexanenamine ou dimethylamylamine), que é extraída do Geranium. Saiba mais em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Methylhexanamine" rel="external nofollow">WikiPédia - Methylhexanamine</a>.
</p>

<p>
	De acordo com estudos, o perfil de segurança dessa substância estimulante seria semelhante ao da cafeína.
</p>

<p>
	Portanto, pelas resoluções da ANVISA, o Jack3d não poderia ser considerado um alimento para atletas, por conter uma substância estimulante proibida pela WADA.
</p>

<p>
	No entanto, havia boatos no sentido de que em breve o Jack3d teria registro na ANVISA. Há no site da importadora WWSports uma imagem do Jack3d com a indicação "coming soon", isto é, disponível em breve, em tradução livre.
</p>

<p>
	Será que a fórmula do Jack3d abandonará a substância 1,3-Dimethylamylamine? Ou será que manterá a mesma fórmula e terá registro com base no permissivo legal <strong>novos alimentos</strong> e <strong>novos ingredientes</strong>, os quais dependem de registro?
</p>

<p>
	Nesse aspecto a legislação parece meio truncada. O Jack3d não pode ser considerado alimento para atleta e ser dispensado de registro. Mas pode ele ser considerador como novo alimento ou novo ingrediente e ser vendido com registro? Parece ser viável.
</p>

<p>
	No site da ANVISA pesquisamos no sitema de <a href="http://www7.anvisa.gov.br/datavisa/consulta_produto/Alimentos/frmConsultaAlimentos.asp" rel="external nofollow">"consulta de produtos alimentos"</a> por "Jack3d" em "nome do produto" e por USPlabs em "marca". Não foi acusado resultado.
</p>

<p>
	É claro que essa simples pesquisa no site da ANVISA não é suficiente para se afirmar que o Jack3d não está registrado. Todavia, para fins dessa matéria, consideraremos o Jack3d como se não tivesse registro.
</p>

<p>
	Nesse sentido, parece que Jack3d ainda não tem registro na ANVISA e não poderia ser vendido no Brasil. Portanto, aparenta ser correta a reportagem.
</p>

<p>
	Deve-se tomar muito cuidado com o comércio ilegal ou clandestino de suplementos alimentares. O consumidor que a ele se sujeita corre o risco de comprar produtos falsificados e que podem trazer sérios danos à saúde.
</p>

<p>
	Apesar de não poder ser vendido no Brasil, o Jack3d tem venda autorizada nos EUA. O consumidor pode realizar importação direta, isto é, comprar o Jack3d nos EUA pela internet. O mais comum é que os brasileiros comprem pelos sites <a href="https://www.bodybuilding.com" rel="external nofollow">Bodybuilding</a>, <a href="https://br.iherb.com" rel="external nofollow">Iherb</a> ou <a href="https://www.prozis.com/br/pt/" rel="external nofollow">Prozis</a>. O Jack3d também é comumente trazido na mala em viagens internacionais.
</p>

<p>
	Todavia, quando o consumidor opta pela compra do Jack3d nos EUA, está sujeito à Resolução RDC n. 81 de 5 de novembro de 2008 da ANVISA, a qual obriga o consumidor a apresentar para <strong>alimentos de uso nutricional especial</strong> a respectiva <strong>prescrição do profissional pertinente</strong>.
</p>

<p>
	Essa prescrição deve ser dada por <strong>nutricionista</strong> (indicado o número de registro do profissional no <strong>Conselho Regional de Nutricionistas</strong>) e conter a posologia ou modo de uso do suplemento alimentar.
</p>

<p>
	O que se tem visto na prática é que essa exigência está sendo feita para todo e qualquer suplemento alimentar trazido do exterior, mesmo daqueles que podem ser livremente vendidos no Brasil, o que é um disparate.
</p>

<p>
	No caso do Jack3d, parece ser justa a exigência de prescrição do profissional da saúde, por se tratar de produto cuja segurança ainda não foi atestada pela autoridade sanitária brasileira.
</p>

<p>
	Voltando à matéria, diz ela que os suplementos alimentares vasodilatadores aumentam os batimentos cardíacos e calibre da veias, eliminando a sensação de cansaço. Dão fôlego extra e turbinam os treinos. Por isso, teriam virado febre nas academias.
</p>

<p>
	A atleta Juliana confidencia que uma dose de Jack3d é suficiente para atrasar o cansaço e a fadiga muscular, elevando o rendimento nos treinos. Com o Jack3d ela aumentaria progressivamente a carga de pesos e a massa muscular.
</p>

<p>
	Segundo ela, depois que experimentou o Jack3d, não conseguiu mais treinar sem ele, porque o rendimento nos treinos seria inferior sem o suplemento alimentar. Para Juliana esse seria o motivo do vício.
</p>

<p>
	Um empresário que não quis se identificar declarou que estaria viciado no Jack3d porque não conseguiria treinar sem o suplemento estimulante. Só que, para ele, uma dose do produto, depois de 1 ano de uso contínuo, não seria mais suficiente. Toma 3 doses para fazer efeito.
</p>

<p>
	Nesse ponto reside o sensacionalismo da matéria. Não há nenhuma demonstração de que o Jack3d cause dependência física ou psíquica.
</p>

<p>
	A dependência psicológica relatada pelos entrevistados não é um problema do produto Jack3d, é um problema de quem não sabe fazer uso dele.
</p>

<p>
	Essas pessoas não estão viciadas no Jack3d, mas no treinamento mais intenso que ele proporciona.
</p>

<p>
	É a mesma "dependência" que um atleta pode desenvolver em torno de um parceiro de treino ou de um personal trainer ou treinador pessoal.
</p>

<p>
	Já pensou se um personal trainer for acusado de causar dependência psicológica num aluno se este relatar que não tem mais vontade de treinar sozinho? Piada.
</p>

<p>
	Portanto, a reportagem deve ser vista com ressalvas.
</p>

<p>
	Não trouxe nenhuma evidência de que o Jack3d causa dependência, é inseguro para consumo ou pode gerar desmaios. Os relatos apresentados não têm qualquer base científica. O que diz a ciência é que a substância estimulante contida no Jack3d tem perfil de segurança semelhante ao da cafeína.
</p>

<p>
	No entanto, a matéria faz importante alerta sobre a venda ilegal do Jack3d no Brasil. E, como não pode ser considerado alimento para atleta e como não tem registro na ANVISA, trata-se de produto cuja segurança sanitária não foi atestada no Brasil.
</p>

<p>
	Nesse sentido, a boa e velha consciência manda que seu uso deve ser acompanhado e prescrito por profissional de nutrição. E no caso de atletas, deve-se lembrar que o Jack3d contém substância proibida pela WADA e que pode ser identificada nos exames antidoping.
</p>

<p>
	<strong>ATUALIZAÇÃO: <a href="https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/jack3d-%C3%A9-seguro-r480" rel="">Jack3d é Seguro!</a></strong>
</p>

<p>
	<strong>ATUALIZAÇÃO: <a href="https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/jack3d-foi-proibido-pela-fda-anvisa-dos-eua-r498" rel="">Jack3d Foi Proibido pela FDA (ANVISA dos EUA)</a></strong>
</p>

<p>
	Hoje já existem no Brasil vários produtos estimulantes e vasodilatadores que podem ser comprados legalmente e que prometem proporcionar os mesmos efeitos do Jack3d.
</p>

<div class="ipsEmbeddedVideo" contenteditable="false">
	<div>
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	</div>
</div>

<p>
	 
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">324</guid><pubDate>Tue, 02 Aug 2011 17:35:00 +0000</pubDate></item><item><title>INSANE da Neo-Nutri</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/insane-da-neo-nutri-r323/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_08/55dd556a33e55_monthly_2015_0855dd39c2323da_monthly_2015_0889ad8505c02bd0ebbd593e2fb9d7fe77.jpg.7dfb8111fb9c28d90d2f3d8bd2ca54de.jpg.4f5624eb2ad355c3ad9d02c49c8621fe.jpg.08c3d0258d0b548004e182d6a0e247af.jpg" /></p>
<p>
	Quando se pensa em suplementação alimentar pré-treino logo vêm a cabeça os famosos Jack3d, N.O.-Xplode, 1.M.R Powder, SuperPump250, dentre outros suplementos alimentares importados.
</p>

<p>
	Normalmente os praticantes de musculação não botam muita fé nos suplementos pré-treino nacionais.
</p>

<p>
	Isso vai mudar. A Neo-Nutri lançou o suplemento alimentar pré-treino INSANE. O produto é mesmo insano! Não fica devendo nada aos melhores importados.
</p>

<p>
	O INSANE da Neo-Nutri vem com uma dose cavalar de cafeína e outros ingredientes chave que estão presentes nos importados.
</p>

<p>
	A sua composição inclui também arginina (vaso-dilatador), creatina (força), dextrose (energia), vitaminas do complexo B (aumentam o metabolismo), zinco, magnésio (ZMA - balanço hormonal) e cálcio.
</p>

<p>
	E o melhor de tudo: produto com qualidade de suplemento alimentar pré-treino importado mas com preço de suplemento alimentar nacional!
</p>

<p>
	Você pode comprar o INSANE da Neo-Nutri sem correr os riscos relacionados aos suplementos alimentares importados vendidos sem o aval da ANVISA por pessoas ou sites de idoneidade questionável.
</p>

<p>
	Também não precisa sofrer para comprar em lojas norte-americanas (site em inglês), esperar longos dias pela chegada do produto, pagar tributos de importação (60%) e se sujeitar a consulta médica para apresentar receita à ANVISA.
</p>

<p>
	Não há mais necessidade de perturbar aquele amigo que vai aos EUA para trazer o suplemento alimentar na mala, a famosa muamba.
</p>

<p>
	Experimentamos o INSANE, e podemos dizer que ele dá "muita pilha" para treinar. Deixa a pessoa insana para levantar muito peso. O nome escolhido para o suplemento foi muito feliz. Poderia se chamar INSANO, para ser ainda mais brasileiro.
</p>

<p>
	Os resultados com suplementos alimentares pré-treino variam muito para cada indivíduo, por isso, somente o teste pessoal pode indicar se o INSANE vai ser ou não eficaz.
</p>

<p>
	A composição do produto é boa, e não deve nada aos importados. Vale a pena dar uma chance ao INSANE para desmistificar a ideia de que suplemento alimentar pré-treino tem que ser importado.
</p>

<p>
	Teste o INSANE e se surpreenda. Caso você faça uso deste produto, não deixe de postar a sua experiência em nosso fórum, estamos curiosos para saber se o pré-treino nacional vai agradar tanto quanto os importados.
</p>

<p>
	Para quem quiser mais informações sobre o INSANE da Neo-Nutri, visite a página elaborada pelo fabricante que apresenta dados interessantes sobre ele (<a href="http://www.novoneonutri.com.br/ft_neonutri/insane_elite_pownder.pdf" rel="external nofollow">Página oficial do INSANE da Neo-Nutri</a>).
</p>

<p>
	O INSANE da Neo-Nutri já está disponível no site Corpo Perfeito.
</p>

<p>
	<a href="https://bit.ly/2SRVZ0s" rel="external nofollow">Comprar INSANE da Neo-Nutri no CorpoPerfeito</a>
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">323</guid><pubDate>Mon, 18 Jul 2011 23:31:00 +0000</pubDate></item><item><title>JETFUEL da GAT (German American Technologies) chega ao Brasil</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/jetfuel-da-gat-german-american-technologies-chega-ao-brasil-r319/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_08/55dd556a28627_monthly_2015_0855dd39c2275c7_monthly_2015_08ce5bd0f72bc9ac89b20bbda6c184d42d.jpg.e1e808bf3571ec781a66196c9a1aaa89.jpg.5a12834b8a39f4e9aff772c8d1a223a8.jpg.edcd6589285fd01d1b41fee22b415576.jpg" /></p>
<p>
	O JETFUEL da GAT é anunciado como sendo <em>The Number One Thermogenic Liquid Cap</em> (o melhor suplemento alimentar termogênico em cápsulas líquidas).
</p>

<p>
	A GAT afirma que o JETFUEL tem mais de 30 substâncias ativas, cientificamente estudadas, que ajudam a promover a queima de gorduras (<a href="https://gatsport.com/products/jetfuel-original" rel="external nofollow">Página oficial do JETFUEL da GAT</a>).
</p>

<p>
	O rótulo do produto importado ostenta a seguinte composição:
</p>

<p>
	Vitamin B3, Vitamin B12, JETFUEL™ Proprietary Blend, MCT Oil(Medium Chain Triglycerides), Guarana Extract(22% Caffeine), Caffeine Anhydrous USP, Panex Quinquefolium, Green Leaf Tea Extract(50% Polyphenols), Synephrine HCL, Yohimbine HCL, Acetyl-L-Carnitine, Evodiamine 98%, Hoodia Gordonii Extract, Synthetic 99% Guggelsterones E&amp;Z 1:1, Octopamine, Vinpocetine, 5-HTP(5-Hydroxy-L-Tyrosine), C-AMP(Adenosine Cyclic 3\',5\'-Monophosphate), Rhodiola Rosea Extract(4% Rosavins, 1% Salldroside), CortiRX Proprietary Blend, Phosphatidylserine, Phosphatidylcholine, Phosphatidylethanolamine, Magnolia Bark Extract(50% Honokiol), L-Theanine, Piperine Extract(Bioperine®) (Increased Absorption), Titanium Dioxide, Gelatin, Silica.
</p>

<p>
	<img alt="GAT_JetFuel_Original.jpg" class="ipsImage ipsImage_thumbnailed" data-fileid="24034" data-unique="dwkl7khew" style="height: auto;" width="487" src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2019_11/GAT_JetFuel_Original.jpg.a2b10822074990d8c472b3f9c060016e.jpg" loading="lazy" height="599.01">
</p>

<p>
	Em nosso fórum ainda não há referências sobre a eficácia do JETFUEL, nenhum usuário postou depoimento sobre o uso desse suplemento alimentar termogênico.
</p>

<p>
	A boa notícia é que o JETFUEL da GAT chegou ao Brasil, e passa a ser mais uma opção de suplemento alimentar termogênico aos já famosos e difundidos Hydroxycut, OxyELITE, Lipo 6, dentre outros.
</p>

<p>
	Caso tenha interesse em adquirir o JETFUEL da GAT, ele está disponível no Brasil no site CorpoPerfeito.
</p>

<p>
	Nos Estados Unidos, o JETFUEL da GAT pode ser encontrado no site Bodybuilding.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">319</guid><pubDate>Sat, 16 Jul 2011 10:09:00 +0000</pubDate></item><item><title>Suplementos para Articula&#xE7;&#xE3;o</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/suplementos-para-articula%C3%A7%C3%A3o-r318/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="glucosamina-elasti-joint-labraba.jpg" data-loading="true" height="529" title="glucosamina-elasti-joint-labraba" width="406" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/glucosamina-elasti-joint-labraba.jpg" loading="lazy"></a>Você já deve ter ouvido a expressão "no pain, no gain", que é a máxima dos atletas que almejam chegar no limite máximo do seu esporte. Embora seja uma teoria verdadeira para se conquistar o degrau mais alto no pódio, treinos com demasiada intensidade podem causar problemas articulares se não for tomada a devida precaução.
</p>

<p>
	Sabemos que o exercício funciona por destruir e reconstruir seus músculos a um nível microscópico, e o lado negativo dessa equação é que também pode existir um maior risco de lesão, pelo uso excessivo da articulação. Cartilagem, tendões e ligamentos estão entre as lesões mais comuns sofridas pelos atletas, como por exemplo a osteoartrite, uma condição alimentada por anos de uso e treino.
</p>

<p>
	O risco de osteoartrite aumenta com a idade, estudos evidenciam uma diminuição da capacidade de nosso organismo produzir fatores de crescimento, juntamente com uma acumulação gradual de enzimas que podem degradar o suporte estrutural do tecido conjuntivo com o passar do tempo. Quando confrontados com as complicações comuns da osteoartrite, mesmo uma pessoa que faz exercícios casualmente, se torna vulnerável a lesões graves.
</p>

<p>
	Obviamente, se tornar um sedentário não é a resposta. O exercício regular é essencial para preservar a saúde, e é ainda mais importante se você sofre de artrite, ou de qualquer doença articular, uma vez que perder o excesso de peso e aumentar a força pode ajudar a aliviar o peso sobre as articulações.
</p>

<p>
	A chave é encontrar uma saída criando uma sinergia entre a atividade física e suplementos que possam minimizar o desgaste nas articulações provocados pelo tempo e pelo excesso de uso. Isso permitirá uma regeneração articular sem se privar de todos os benefícios de uma atividade física.
</p>

<p>
	Alguns suplementos podem beneficiar as pessoas que sofrem de problemas articulares. A glucosamina, por exemplo, é uma das respostas mais eficazes para este paradoxo comum, as pesquisas mostram que essa substância pode aliviar significativamente a inflamação, melhorar a função articular e combater a degeneração. Outros compostos podem trabalhar em conjunto com a glucosamina e reforçar o seu efeito, trata-se do sulfato de condroitina e principalmente do methylsulfonylmethane (MSM), que pode reduzir a dor e o inchaço, além de aumentar a flexibilidade e a mobilidade. A marca comprovada eficiente é a "VRP", dos USA.
</p>

<p>
	SAMe e osteoartrite
</p>

<p>
	A osteoartrite é uma conseqüência natural do envelhecimento das articulações. Ela ocorre quando o tecido cartilaginoso torna-se rígido, resultando em atrito dos ossos na área afetada.
</p>

<p>
	Posteriormente esse atrito causa inflamação e progressivamente a diminuição da mobilidade, podendo levar à completa perda da função. Pesquisadores estimam que milhões de pessoas entre 35 a 65 anos sofrem de algum grau de osteoartrite.
</p>

<p>
	Atualmente as opções disponíveis pela medicina dita “convencional” são limitados a aspirina, corticosteróides, inibidores da COX-2 e anti-inflamatórios não esteróides (NSAIDs). Embora estes medicamentos possam efetivamente aliviar a dor, eles não revertem os danos causados na cartilagem.
</p>

<p>
	Além disso, mesmo os mais novos inibidores da COX-2 são normalmente associados a efeitos colaterais graves, como: distúrbios intestinais e úlceras. Claramente podemos observar que necessitamos de novas opções de tratamento e que essas possam ser livres dos efeitos negativos das medicações hoje bastante difundidas, ou que pelo menos esses danos colaterais sejam atenuados.
</p>

<p>
	O efeito do SAMe na osteoartrite é pesquisado na Itália desde 1975. Um estudo realizado no Instituto de Medicina Geral Konig na Alemanha testou a eficácia do produto em 108 pacientes com osteoartrite no joelho, no quadril e na coluna. Durante 24 meses do estudo, os pacientes receberam 600 mg de SAMe por dia durante as primeiras duas semanas, seguido de 400 mg diariamente até a conclusão da experiência. Segundo os pesquisadores, a melhora dos sintomas foi relatada após apenas duas semanas do inicio da medicação, e continuou durante todo o tratamento. Alguns efeitos colaterais como náuseas ocorreram em apenas 20 dos pacientes e desapareceram no decorrer do teste.
</p>

<p>
	Em outro estudo, emitido pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, o suplemento demonstrou ser 80% mais eficaz no alívio da dor relacionado à osteoartrite, quando comparado ao placebo. Mais uma vez podemos relatar a importância dessa descoberta, pois as drogas convencionais utilizadas para o tratamento da osteoartrite apresentam muitos efeitos colaterais. Em contra-partida, o S-adenosil-L-metionina além de possuir resultados tão efetivo quando essas drogas, não pronuncia efeitos adversos importantes.
</p>

<p>
	Em suma, a importância desse suplemento para a manutenção da estabilidade biológica não pode ser negligenciada. Há provas irrefutáveis demonstrando que o produto é um tratamento eficaz para muitas doenças relacionadas a idade. Além disso, as pesquisas não param por ai. Atualmente, vários estudos estão sendo executados com o intuito de entender a relação entre a deficiência do SAMe e as inúmeras doenças associadas à idade avançada, como: o câncer, a doença de Parkinson, a doença de Alzheimer, doença cardíaca, demência e transtorno do sono.
</p>

<p>
	Provavelmente em breve teremos uma revolução na medicina com a comprovação dos suplementos que estavam escondidos. A marca mais eficiente é a "Life Extension" - www.lef.org .
</p>

<p>
	Referências:
</p>

<p>
	1. O’Keeffe SA, Hogan BA, Eustace SJ, et al. Overuse injuries of the knee. Magn Reson Imaging Clin N Am. 2009 Nov;17(4):725-39, vii.
</p>

<p>
	2. Dalton SE. Overuse injuries in adolescent athletes. Sports Med. 1992 Jan;13(1):58-70.
</p>

<p>
	3. Swenson TM, Harner CD. Knee ligament and meniscal injuries. Current concepts. Orthop Clin North Am. 1995 Jul;26(3):529-46.
</p>

<p>
	4. Scoggin JF 3rd. Common sports injuries seen by the primary care physician. Part II: Lower extremity. Hawaii Med J. 1998 May;57(5):502-5.
</p>

<p>
	5. Bijlsma JW, Knahr K. Strategies for the prevention and management of osteoarthritis of the hip and knee. Best Pract Res Clin Rheumatol. 2007 Feb;21(1):59-76.
</p>

<p>
	6. Fukuda K. Progress of research in osteoarthritis. Involvement of reactive oxygen species in the pathogenesis of osteoarthritis. Clin Calcium. 2009 Nov;19(11):1602-6.
</p>

<p>
	7. Forster K, Schmid K, Rovati L, et al. Longer-term treatment of mild-to-moderate osteoarthritis of the knee with glucosamine sulfate- a randomized controlled, double-blind clinical study. Eur J Clin Pharmacol 1996;50:542.
</p>

<p>
	8. Qiu GX, Gao SN, Giacovelli G, et al. Efficacy and safety of glucosamine sulfate versus ibuprofen in patients with knee osteoarthritis. Arzneimittelforschung 1998;48:469-74.
</p>

<p>
	9. Herrero-Beaumont G, Ivorra JA, Del Carmen Trabado M, et al. Glucosamine sulfate in the treatment of knee osteoarthritis symptoms: a randomized, double-blind, placebo-controlled study using acetaminophen as a side comparator. Arthritis Rheum 2007;56:555-67.
</p>

<p>
	10. Towheed TE, Maxwell L, Anastassiades TP, et al. Glucosamine therapy for treating osteoarthritis. Cochrane Database Syst Rev 2005;(2):CD002946
</p>

<p>
	11. Poolsup N, Suthisisang C, Channark P, et al. Glucosamine long-term treatment and the progression of knee osteoarthritis: systematic review of randomized controlled trials. Ann Pharmacother 2005;39:1080-7.
</p>

<p>
	12. Bruyere O, Pavelka K, Rovati LC, et al. Total joint replacement after glucosamine sulphate treatment in knee osteoarthritis: results of a mean 8-year observation of patients from two previous 3-year, randomised, placebo-controlled trials. Osteoarthritis Cartilage 2008;16:254-60.
</p>

<p>
	13. Usha PR, Naidu MUR. Randomised, double-blind, parallel, placebo-controlled study of oral glucosamine, methylsulfonylmethane and their combinations. Clin Drug Invest 2004;24:353-63.
</p>

<p>
	14. Kim LS, Axelrod LJ, Howard P, et al. Efficacy of methylsulfonylmethane (MSM) in osteoarthritis pain of the knee: a pilot clinical trial. Osteoarthritis Cartilage 2006;14:286-94.
</p>

<p>
	15. Leeb BF, Schweitzer H, Montag K, et al. A meta-analysis of chondroitin sulfate in the treatment of osteoarthritis. J Rheumatol 2000;27:205-11.
</p>

<p>
	16. Mazieres B, Combe B, Phan Van A, et al. Chondroitin sulfate in osteoarthritis of the knee: a prospective, double blind, placebo controlled multicenter clinical study. J Rheumatol 2001;28:173-81.
</p>

<p>
	17. Verbruggen G, Goemaere S, Veys EM. Systems to assess the progression of finger joint osteoarthritis and the effects of disease modifying osteoarthritis drugs. Clin Rheumatol 2002;21:231-43.
</p>

<p>
	18. Uebelhart D, Thonar EJ, Delmas PD, et al. Effects of oral chondroitin sulfate on the progression of knee osteoarthritis: a pilot study. Osteoarthritis Cartilage 1998;6:39-46.
</p>

<p>
	19. Barnett ML, Kremer JM, St.Clair W, et al. Treatment of rheumatoid arthritis with oral type II collagen. Arthritis Rheum 1998;41:290-7.
</p>

<p>
	20. Barnett ML, Combitchi D, Trentham DE. A pilot trial of oral type II collagen in the treatment of juvenile rheumatoid arthritis. Arthritis Rheum 1996;39:623-8.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">318</guid><pubDate>Fri, 15 Jul 2011 01:32:00 +0000</pubDate></item><item><title>CellMass da BSN - suplemento alimentar p&#xF3;s-treino noturno</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/cellmass-da-bsn-suplemento-alimentar-p%C3%B3s-treino-noturno-r308/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2019_11/BSN-Cellmass.jpg.5fe3d92aca26cf9a59c15776bc67fc3f.jpg" /></p>
<p>
	 
</p>

<p>
	Um dos produtos mais populares da indústria de nutrição esportiva ao longo dos últimos anos, o CellMass da BSN é um pós-treino noturno, recuperador de massa muscular e ativador de desempenho. Trata-se de uma combinação única de aminoácidos, minerais e eletrólitos-chave, que, absorvidos rapidamente, objetivam abastecer as células musculares, maximizar o armazenamento de ATP, estimulando os seus músculos a crescerem. Por isso o CellMass que você ingere hoje é o CellMass que você vai sentir amanhã. Com o CellMass, a recuperação começará!
</p>

<p>
	A mistura patenteada é composta de quatro análogos de creatina avançada, projetada para aumentar o transporte, a absorção e a eficácia da creatina, levando a uma recuperação muscular acelerada. Contém:
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="cellmass-011-300x163.jpg" data-loading="true" height="163" style="height: auto;" width="300" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/cellmass-011-300x163.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	• SÓDIO-FOSFATO DE CREATINA MATRIZ: trata-se de um sal de sódio-fosfato de creatina que aumenta a solubilidade em água. Uma vez dentro da corrente sanguínea, o transportador de sódio dependente de cloreto é responsável por transportar a creatina para as células dos músculos. Assim, pela combinação de creatina com sódio, a captação e a absorção de creatina pode ser muito melhor.
</p>

<p>
	• CREATINA ETHYESTER-BETA-ALANINA – Composto de Dupla Ação (CarnoSyn): é uma mistura de propriedades, concebida para aumentar a água e a solubilidade lipídica da creatina. A diminuição de íons de hidrogênio também tem ocorrido em razão da adição de beta-alanina. Uma pesquisa recente indica que a sensação fadiga e de queima muscular não são resultantes de acúmulo de ácido láctico simplesmente, mas, também, pelo acúmulo de íons de hidrogênio, um subproduto metabólico. A beta-alanina aumenta a produção de carnosina, um dipeptídeo conhecido por evitar a acumulação do ácido láctico e de íons hidrogênio.
</p>

<p>
	• CREATINOL-O-FOSFATO, ÁCIDO MÁLICO: é a creatina feita para suportar a função cardiovascular, aumentar a disponibilidade de oxigênio, a resistência, a capacidade de trabalho e o tempo de exaustão. A ATP é a energia do nosso corpo para se ter contração muscular e reparar o tecido dos músculos. A creatina ajuda a transportar os fosfatos que doa à ADP para produzir mais ATP, portanto, mais energia. Esse processo é reforçada com o ácido málico, um Ciclo de Krebs intermediário envolvido na produção de ATP.
</p>

<p>
	• CREATINA AAB (CREATINA ALFA-AMINO-N-BUTIRATO): é a creatina análoga em AVPT. Ao contrário dos outros análogos da creatina matriz, a creatina alfa-amino-n-butirato também possui efeito anti-catabólico, pois suporta a síntese proteica e minimiza os danos de treinamento intenso. Não se trata apenas de maior eficácia na absorção de creatina, mas, sim, de um elemento de anabolismo e anti-catabolismo.
</p>

<p>
	• GLUTAMINA AKG (2000mg): a glutamina é o aminoácido mais anti-catabólico. O treino pesado é associado a baixos níveis de glutamina no plasma, assim o CellMass pode ajudar a aliviar ou a evitar os seus efeitos negativos.
</p>

<p>
	• CINNULIN-PF: extrato aquoso de canela carregado com os antioxidantes proanthocyanidin inequivocamente. Esses compostos ativam os mecanismos de sinalização celular, normalmente realizadas pela insulina. O cinnulin-pf pode ajudar a manter a glicemia, o colesterol e os triglicérides em níveis normais.
</p>

<p>
	• DI-FOSFATO DE CÁLCIO, DI-FOSFATO DE POTÁSSIO, DI-FOSFATO DE SÓDIO: maximizam os níveis de fosfato, elevando, assim, os níveis de ATP, a força e a resistência. O cálcio, o potássio e o sódio estão envolvidos na regulação da geração de força.
</p>

<p>
	Após uma sessão de treinamento intenso, você deve reabastecer-se de ATP. A ATP é a energia necessária para a contração muscular e para reparar o dano causado ao tecido muscular devido ao treino intenso, motivo pelo qual é importante terminar o dia com CellMass. O NO-XPLODE, consumido antes do treino, dá ao seu corpo o suficiente de ATP adicional para ajudar a abastecer o treino pesado. Após o treinamento, estoques de ATP se esgotam, sendo necessário saturar seus músculos com creatina e fosfatos para a reposição de ATP. Além disso, para garantir a reparação da proteína total do músculo, o CellMass é enriquecido com glutamina akg para o máximo efeito anti-catabólico, evitando a desagregação do tecido muscular magro.
</p>

<p>
	<strong>Tradução: Oksana Maria</strong>
</p>

<p>
	FONTE: O texto original em inglês e as imagens foram obtidas do site Bodybuilding.
</p>

<p>
	ATENÇÃO: a venda deste produto não é autorizada no Brasil, porque ele não tem registro na ANVISA. Ao comprar este produto nos Estados Unidos, o adquirente fica sujeito ao pagamento de tributos e à apresentação de receita médica para sua liberação na ANVISA.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">308</guid><pubDate>Wed, 15 Jun 2011 18:38:00 +0000</pubDate></item><item><title>Jack3d da Arnold Nutrition? Conhe&#xE7;a o Arnold 3.D!</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/jack3d-da-arnold-nutrition-conhe%C3%A7a-o-arnold-3d-r297/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="jack3d-usplabs-pre-treino1-265x300.jpg" data-loading="true" height="300" width="265" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/jack3d-usplabs-pre-treino1-265x300.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Não é mais novidade que o Jack3d (lê-se Jacked, mas no Brasil é mais conhecido como Jack 3D) da USP Labs é o suplemento alimentar pré-treino de maior sucesso na indústria.
</p>

<p>
	Não é mais novidade que o Jack3d (lê-se Jacked, mas no Brasil é mais conhecido como Jack 3D) da USP Labs é o suplemento alimentar pré-treino de maior sucesso na indústria.
</p>

<p>
	Aproveitando o sucesso do Jack3d, a Arnold Nutrition lançou um suplemento alimentar pré-treino chamado Arnold 3.D.
</p>

<p>
	Veja o que diz o site da Arnold Nutrition sobre este suplemento (<a href="http://www2.arnoldnutrition.ind.br/Mais" rel="external nofollow">http://www2.arnoldnutrition.ind.br/Mais</a> ... roduto=729):
</p>

<p>
	=============
</p>

<p>
	Arnold 3D - o mais novo lançamento da Arnold Nutrition, produz uma sensação intensa de energia, atenção e concentração. Sua fórmula pré-treino é a mais forte do mercado e indicada para atletas de alta performance. Arnold 3D proporciona mais disposição para treinar, mais força e resistência, além de uma energia duradoura e “efeito pump” constante.
</p>

<p>
	Outros benefícios: melhora o metabolismo e auxilia a perda de gordura devido o aumento de esforço físico.
</p>

<p>
	Benefícios:
</p>

<p>
	- Mais energia e concentração para treinos explosivos.
</p>

<p>
	- “Efeito pump” constante.
</p>

<p>
	- Mais força e resistência.
</p>

<p>
	Versão: 300 gramas.
</p>

<p>
	Sabor: Laranja.
</p>

<p>
	Ingredientes: Maltodextrina, cafeína, aroma artificial e natural de laranja, edulcorantes acesulfame-K e sucralose.
</p>

<p>
	=============
</p>

<p>
	Pela descrição fornecida pela Arnold Nutrition, o Arnold 3.D seria, basicamente, composto por cafeína e maltodextrina.
</p>

<p>
	Será que cafeína e maltodextrina são compostos suficientes para dizer que o Arnold 3.D é o suplemento alimentar pré-treino mais forte do mercado?
</p>

<p>
	Mais forte que o Jack3d inclusive? Vale lembrar que o Jack3d tem em sua composição Arginina Alpha-Ketoglutarate, Creatina Monohidratada, Beta Alanina, Cafeína e 1,3-Dimethylamylamine.
</p>

<p>
	A única vantagem visível do Arnold 3.D sobre o Jack3d é a disponibilidade de compra.
</p>

<p>
	Legalmente o Jack3d não pode ser vendido no Brasil, cabendo ao usuário comprá-lo em sites estrangeiros e ficar sujeito ao pagamento de tributos e à apresentação de receita médica à ANVISA.
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="arnold-3.d-arnold-nutrition-255x300.jpg" data-loading="true" height="300" width="255" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/arnold-3.d-arnold-nutrition-255x300.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Por outro lado, o Arnold 3.D pode ser comprado legalmente no Brasil.
</p>

<p>
	Quem já experimentou o Arnold 3.D pode deixar as suas impressões neste tópico.
</p>

<p>
	Quanto ao Jack3d, dispensa comentários. Seu sucesso estrondoso parece ser uma prova mais do que suficiente de sua eficácia como suplemento alimentar pré-treino.
</p>

<p>
	A seguir, links para você comprar diretamente o Jack3d (nos EUA) ou o Arnold 3.D (no Brasil):
</p>

<p>
	Veja o que diz o site da Arnold Nutrition sobre este suplemento:
</p>

<p>
	=============
</p>

<p>
	Arnold 3D - o mais novo lançamento da Arnold Nutrition, produz uma sensação intensa de energia, atenção e concentração. Sua fórmula pré-treino é a mais forte do mercado e indicada para atletas de alta performance. Arnold 3D proporciona mais disposição para treinar, mais força e resistência, além de uma energia duradoura e “efeito pump” constante.
</p>

<p>
	Outros benefícios: melhora o metabolismo e auxilia a perda de gordura devido o aumento de esforço físico.
</p>

<p>
	Benefícios:
</p>

<p>
	- Mais energia e concentração para treinos explosivos.
</p>

<p>
	- “Efeito pump” constante.
</p>

<p>
	- Mais força e resistência.
</p>

<p>
	Versão: 300 gramas.
</p>

<p>
	Sabor: Laranja.
</p>

<p>
	Ingredientes: Maltodextrina, cafeína, aroma artificial e natural de laranja, edulcorantes acesulfame-K e sucralose.
</p>

<p>
	=============
</p>

<p>
	Pela descrição fornecida pela Arnold Nutrition, o Arnold 3.D seria, basicamente, composto por cafeína e maltodextrina.
</p>

<p>
	Será que cafeína e maltodextrina são compostos suficientes para dizer que o Arnold 3.D é o suplemento alimentar pré-treino mais forte do mercado?
</p>

<p>
	Mais forte que o Jack3d inclusive? Vale lembrar que o Jack3d tem em sua composição Arginina Alpha-Ketoglutarate, Creatina Monohidratada, Beta Alanina, Cafeína e 1,3-Dimethylamylamine.
</p>

<p>
	A única vantagem visível do Arnold 3.D sobre o Jack3d é a disponibilidade de compra.
</p>

<p>
	Legalmente o Jack3d não pode ser vendido no Brasil, cabendo ao usuário comprá-lo em sites estrangeiros e ficar sujeito ao pagamento de tributos e à apresentação de receita médica à ANVISA.
</p>

<p>
	Por outro lado, o Arnold 3.D pode ser comprado legalmente no Brasil.
</p>

<p>
	Quem já experimentou o Arnold 3.D pode deixar as suas impressões neste tópico.
</p>

<p>
	Quanto ao Jack3d, dispensa comentários. Seu sucesso estrondoso parece ser uma prova mais do que suficiente de sua eficácia como suplemento alimentar pré-treino.
</p>

<p>
	A seguir, links para você comprar diretamente o Jack3d (nos EUA) ou o Arnold 3.D (no Brasil):
</p>

<p>
	<a href="https://bit.ly/2SRVZ0s" rel="external nofollow" title="Arnold 3d no CorpoPerfeito">Oferta de Arnold 3d no CorpoPerfeito</a>
</p>

<p>
	<a href="https://iherb.co/4Bvy3sCi" rel="external nofollow" title="Jack3d no Bodybuilding">Comprar Jack3d nos EUA</a>
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">297</guid><pubDate>Sun, 15 May 2011 23:07:00 +0000</pubDate></item><item><title>IsoFast 50 da MHP</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/isofast-50-da-mhp-r291/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="isofast-whey-isolada-hidrolizada-microni" data-loading="true" height="300" width="195" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/isofast-whey-isolada-hidrolizada-micronizada-195x300.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	O principal suplemento alimentar de qualquer atleta de musculação é o protéico. Uma boa proteína faz toda a diferença.
</p>

<p>
	Até pouco tempo poder-se-ia dizer que a Whey Protein Isolada e Hidrolisada da Optimum Nutriton, chamada Platinum HydroWhey, era a proteína mais avançada e mais desejada pelos praticantes de musculação.
</p>

<p>
	Só que isso pode ter mudado. O mercado brasileiro de suplementos alimentares está em ebuluição, e a cada dia os brasileiros são agraciados com novos lançamentos da indústria.
</p>

<p>
	Para fazer frente à Platinum HydroWhey da Optimum Nutrition e demais proteínas hidrolisadas de ponta a MHP lançou um novo produto que promete balançar o mercado.
</p>

<p>
	Trata-se de uma Whey Protein Isolada, Hidrolisada e Micronizada. Chama-se IsoFast 50.
</p>

<p>
	É a primeira Whey Protein micronizada do mercado, segundo a promessa da MHP.
</p>

<p>
	A MHP promete que a sua Whey Protein Isolada, Hidrolisada e Micronizada confere uma absorção extremamente rápida pelo organismo.
</p>

<p>
	Sabe-se que a Platinum HydroWhey da Optimum é um produto de proteína do leite extremamente caro, com alto valor agregado.
</p>

<p>
	Aliás, todos os Whey Protein hidrolisados do mercado são muito caros ainda, como costuma acontecer com qualquer tecnologia nova que é recém lançada no mercado.
</p>

<p>
	Por isso, a IsoFast 50 da MHP também não é barata, mas a boa notícia é que custa menos do que a HydroWhey, apesar de alardear mais tecnologia.
</p>

<p>
	Quanto ao sabor, apesar de ser algo muito subjetivo, costuma-se dizer que todos os sabores da Platinum HydroWhey são muito gostosos.
</p>

<p>
	Com a IsoFast 50 da MHP não é diferente. É um suplemento alimentar delicioso, o que deve ser facilitado pela extrema qualidade da matéria-prima empregada na sua produção.
</p>

<p>
	Cabe a você decidir se vale a pena investir mais numa Whey Protein hidrolisada por conta da absorção mais rápida e sem desconforto gástrico-intestinal e por conta do sabor incomparável.
</p>

<p>
	Esses produtos custam mais caro, mas prometem entregar muito mais. Pelo menos no gosto já provaram que são muito melhores.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">291</guid><pubDate>Sun, 15 May 2011 21:59:00 +0000</pubDate></item><item><title>Prime da USPLabs</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/prime-da-usplabs-r290/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="prime-usplabs.jpg" data-loading="true" height="449" width="245" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/prime-usplabs.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	PRIME
</p>

<p>
	(USPlabs)
</p>

<p>
	Quais os efeitos do Prime USPlabs? Essa é uma pergunta interessante.
</p>

<p>
	Porque não há nenhuma evidência de atividade androgênica, acredita-se que o Prime USPlabs proporciona efeitos antiglicocorticoides, que fornecem um possível mecanismo para o aumento da massa muscular. O que também pode ser algo relacionado com a melhoria na absorção ou na utilização de nutrientes.
</p>

<p>
	O que posso esperar ao tomar USPlabs Prime?
</p>

<p>
	=&gt; Maiores ganhos musculares;
</p>

<p>
	=&gt; Não causa supressão hormonal;
</p>

<p>
	=&gt; Promove o ganho de músculos densos;
</p>

<p>
	=&gt; Recompositor de efeitos extremamente potentes;
</p>

<p>
	=&gt; Enormes ganhos de força;
</p>

<p>
	=&gt; Incrível velocidade de recuperação;
</p>

<p>
	=&gt; Plenitude e enrijecimento muscular durante todo o dia; e
</p>

<p>
	=&gt; Treinamento mais intenso.
</p>

<p>
	O que você precisa é de algo que seja altamente anabólico, mas que não suprima a produção de testosterona. Parece fácil, mas tais compostos são raros. O USPlabs oferece produtos exclusivos e descobriu, de fato, uma fórmula que promove a atividade anabólica em seres humanos sem supressão hormonal!
</p>

<p>
	Em estudo piloto, um grupo de 12 (doze) homens, num período de 30 (trinta) dias, foi diagnosticado o seguinte utilizando-se o Prime USPlabs:
</p>

<p>
	=&gt; Aumento do peso corporal;
</p>

<p>
	=&gt; Aumento de massa magra;
</p>

<p>
	=&gt; Diminuição de massa gorda;
</p>

<p>
	=&gt; Aumento na força de supino (3 RM); e
</p>

<p>
	=&gt; Aumento na força squat (3 RM).
</p>

<p>
	Em quanto tempo o Prime USPlabs começa a fazer efeito?
</p>

<p>
	A maioria das pessoas tem notado maior intensidade de treino e endurecimento total do corpo em alguns dias. Todavia, no final da semana 3 (três), o Prime USPlabs encontra-se em pleno vigor: correndo em suas veias e demonstrando os efeitos anabólicos originais.
</p>

<p>
	Eis uma cronologia baseada na experiência dos usuários:
</p>

<p>
	Semana 1
</p>

<p>
	Você experimentará o poder do Prime USPlabs durante os exercícios físicos. Os pesos começarão a ficar mais leves do que o normal e o treino passará a ser mais intenso, mesmo nos dias que você estiver se sentindo com menos energia. Também vai perceber os efeitos anabólicos, pois o corpo começará a endurecer.
</p>

<p>
	Semana 2
</p>

<p>
	Você vai continuar a ter treinos impressionantes. Durante a musculação, sente-se uma plenitude muscular – os músculos estarão cheios e duros. Os resultados são originais e diferentes em relação à creatina, ao NO e a outros produtos. Além disso, o Prime USPlabs acelera o processo de recuperação muscular, levando ao aumento da intensidade e da frequência do treinamento.
</p>

<p>
	Semana 3
</p>

<p>
	Para a maioria, ao final da 3a. (terceira) semana é que o Prime USPlabs realmente começa a fazer efeito. Você vai “voar” em seus exercícios, o seu corpo vai ficar duro como uma rocha durante todo o dia.
</p>

<p>
	Semana 4
</p>

<p>
	O Prime USPlabs fica melhor quanto mais você usá-lo. Na semana 4 (quatro), você começa a estabelecer recordes pessoais. Os pesos começam a subir como manteiga. A essa altura você receberá muitos elogios, pois vai estar maior e mais forte. E não se surpreenda se seu corpo estiver em um estado tão anabólico que você obtenha uma “bomba” no peito quando você estiver de cócoras!
</p>

<p>
	Semana 6 em diante
</p>

<p>
	Neste estágio, a massa muscular estará espessa e densa e o corpo mais atlético, e não simplesmente com o peso da água.
</p>

<p>
	O ciclo deve durar quanto?
</p>

<p>
	Tendo em vista que o Prime da USPlabs, estaticamente, não afeta os níveis hormonais, você pode permanecer utilizando-o por longos períodos. Todavia, com segurança, sugere-se que o utilize por 12 (doze) semanas, pausando por 4 (quatro). Ou, pelo menos, de duas a três pausas por ano.
</p>

<p>
	Quais são os efeitos colaterais?
</p>

<p>
	As pessoas estão treinando tão pesada e intensamente, malhando num ritmo tão rápido para ganhar massa muscular, que o Sistema Nervoso Central não consegue manter-se. Diante disso, recomenda-se o uso por 5 (cinco) dias seguidos, com 2 (dois) de pausa. Mas, certamente, ele poderá ser usado todos os dias, você só tem de controlar os seus nervos.
</p>

<p>
	Posso combinar a ingestão de USPLabs Prime com outros suplementos?
</p>

<p>
	O USPlabs Prime com seu efeito anabólico tem a capacidade de aumentar a eficácia de todos os outros suplementos que você utilizar concomitante e adequadamente (o que é fundamental para qualquer plano).
</p>

<p>
	O USPLabs Prime contém 2 (dois) novos ingredientes extremamente potentes:
</p>

<p>
	SuperAnabolic
</p>

<p>
	O SuperAnabolic é uma espécie rara de erva da mesma família do Tribulus Terrestris. O Tribulus Aquaticus contém componentes ativos chamados glicosídeos. No entanto, os componentes do USPLabs Prime são exclusivos do extrato de Tribulus Aquaticus e não são encontrados em nenhum outro composto no mundo. O Tribulus Aquaticus contém componentes ativos chamados glicosídeos. Tais glicosídeos exercem seus efeitos anabólicos através dos mecanismos de andrógenos não mediados por receptores, talvez por possuir atividade antiglicocorticoides. Em qualquer caso, é óbvio que esses glicosídios permitirão a retenção de nitrogênio, com um declínio nos processos catabólicos relacionados à musculatura esquelética ou uma melhora na síntese proteica, cujo resultado final é o aumento de massa muscular.
</p>

<p>
	CellMend
</p>

<p>
	O Sistema Ayurvédico utiliza muito a planta Terminalia Chebula, a qual tem como propósito harmonizar todo o corpo – mental e fisicamente - colocando-o em perfeito estado de equilíbrio durante os períodos de estresse intenso.
</p>

<p>
	Benefícios Adicionais da Terminalia Chebula:
</p>

<p>
	=&gt; É usada para estimular e apoiar o fígado;
</p>

<p>
	=&gt; Quando tomada com as refeições, aguça o intelecto, a força aumenta, os sentidos são estimulados, expelindo-se urina, fezes e outros resíduos do corpo; e
</p>

<p>
	=&gt; As suas propriedades promovem o apetite e auxiliam na digestão.
</p>

<p>
	Saiba mais sobre o <a href="https://fisiculturismo.com.br/suplemento.php?ID=332&amp;XXX=Prime&amp;AAE=USPlabs.html" rel="" title="Prime da USPLabs">Prime da USPLabs</a>.
</p>

<p>
	Tradução: Oksana Guskow
</p>

<p>
	<a href="http://www.linguaemordem.com.br" rel="external nofollow">http://www.linguaemordem.com.br</a>
</p>

<p>
	FONTE: O texto original em inglês e as imagens foram obtidas do site Bodybuilding.
</p>

<p>
	ATENÇÃO: a venda deste produto não é autorizada no Brasil, porque ele não tem registro na ANVISA. Ao comprar este produto nos Estados Unidos, o adquirente fica sujeito ao pagamento de tributos e à apresentação de receita médica para sua liberação na ANVISA.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">290</guid><pubDate>Sun, 15 May 2011 21:53:00 +0000</pubDate></item><item><title>Suplementa&#xE7;&#xE3;o Estimulante Pr&#xE9;-Treino: Da L&#xF3;gica ao Sensacionalismo Extremo</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/suplementa%C3%A7%C3%A3o-estimulante-pr%C3%A9-treino-da-l%C3%B3gica-ao-sensacionalismo-extremo-r288/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_08/55dd516ea8f47_monthly_2015_0855dd35c607476_monthly_2015_085d3752e2d756f68827a3f787cb7812a2.gif.ba7348fabf52a450cc5f0e93f2bf6043.gif.51f80b933a209a85c48012b384c030b0.gif.d3e21e8b96809356d82cccb2a3ae5e26.gif" /></p>
<p>
	Cada vez mais, a procura por resultados rápidos, extremos e com o mínimo de esforço possível, municia a indústria de produtos estéticos corporais a pensar em estratégias que agradem ao público adepto a soluções voltadas a estes objetivos. Neste patamar, situa-se o mercado fitness, que por sua vez, carrega a indústria de suplementação esportiva.
</p>

<p>
	No que refere-se à musculação e resultados estéticos, muitos praticantes acabam por valorizar mais a escolha de um determinado suplemento ergogênico, do que mesmo as variáveis primordiais, como o próprio treinamento, a alimentação e o descanso. Sendo assim, a indústria de suplementação nutricional aproveita-se deste fato para vender resultados milagrosos na forma de pó, comprimido, cápsula, tabletes, e até mesmo em spray sublingual. Dentre as diferentes linhas e tipos de suplementos, está a suplementação estimulante pré-treino.
</p>

<p>
	Os conhecidos suplementos pré-treino, estimulantes e vasodilatadores, se espalham com força total em nosso país, graças ao sensacionalismo extremo que a indústria interessada na venda promove, à proibição de sua venda, e a grande facilidade em expor na mídia atual, como na internet. Mesmo com uma composição nutricional não liberada para venda no Brasil, nada impede que produtos como este sejam expostos e vendidos pela internet.
</p>

<p>
	A ANVISA até tem o poder de impedir a comercialização legal de substâncias consideradas prejudiciais ou duvidosas, mas acaba por perder o controle no que refere-se à venda quando estes são importados sem fiscalização, e vendidos pela internet, ou até mesmo em lojas de suplementação. Sendo assim, as marcas nacionais acabam por não produzirem produtos semelhantes, pois com uma composição semelhante à estes importados, não teria a liberação necessária para venda, sem registro no Ministério da Saúde.
</p>

<p>
	Os suplementos pré-treino podem ser produzidos, vendidos e exportados legalmente em países como os EUA. Então todo e qualquer suplemento considerado potente, no que refere-se à estimulação física e mental, thermogênica e vasodilatadora, trata-se de produtos importados, que em sua maioria, não passaram pela análise da ANVISA.
</p>

<p>
	Porém, nos últimos dias, ganhou força entre os praticantes de atividades físicas em geral - graças à uma matéria extremista e conservadora na mídia televisiva - a idéia de que o uso deste tipo de produto seria extremamente prejudicial à saúde, e mais, que seria um passo para a procura por esteróides anabólicos.
</p>

<p>
	Esta análise e julgamento talvez deva-se ao fato de que qualquer possível efeito colateral mínimo em todos os aspectos da musculação, sejam creditados ao uso de drogas anabolizantes. Além disso, acrescenta-se o total desconhecimento a respeito de questões relacionadas à Suplementos e Esteróides Anabolizantes. Ou seja, utilizar suplementos esportivos para potencializar os resultados promovidos pelo treinamento e pela dieta, é um absurdo, pois pode trazer efeitos colaterais indesejados e serem perigosos!
</p>

<p>
	Então, antes de fazer qualquer coisa na vida, procure um médico! Mas você acha que ao procurar um médico clínico geral, questionando sobre o uso de algum tipo de suplemento, terá a aprovação e orientação deste? Ao conhecimento do público em geral, por vezes conservador ao extremo, o correto é realizar alguma atividade física moderada, sem exageros, e muito menos utilizando suplementos alimentares, pois todas as necessidades energéticas podem ser supridas com uma alimentação balanceada.
</p>

<p>
	Agora não podemos negligenciar o fato de que existem muitos praticantes que consideram-se atletas (só porque freqüentam uma academia de segunda à sábado, ou porque usam um suplemento importado da moda, ou até então porque fazem supino três vezes na semana com 40kg) que mal informados, exageram no uso deste tipo de suplemento pré treino, usando doses maiores que o recomendado, ou misturando produtos diferentes, além de manter-se utilizando em ciclos intermináveis por meses.
</p>

<p>
	Mas pouco adianta, na cabeça de qualquer ignorante, inconseqüente e mal informado, que deseja a qualquer custo e preço resultados excepcionais, qualquer promessa milagrosa vira obsessão. Mesmo com novas fontes de informações, buscando esclarecer sobre erros comuns em relação à treino e suplementação, os vídeos, fotos, imagens, textos e relatos tendenciosos, acabam por melhor convencer quem está mais suscetível a aderir a promessas que trazem resultados fáceis.
</p>

<p>
	Os suplementos vasodilatadores e estimulantes devem ser analisados e julgados de acordo com cada situação. A individualidade biológica ainda responde pelas principais questões que envolvem o resultado e as modificações metabólicas corporais.
</p>

<p>
	Concluir que um determinado suplemento deve ser ignorado ou abolido porque seu uso não apresentou êxito em um determinado sujeito, ou que este mesmo produto é uma das maravilhas do mundo do bodybuiding, porque quem utilizou não consegue mais suspender o uso deste e treinar sem ele, seria uma conclusão de extrema irrelevância. Como no universo das pesquisas cientificas, muitas vezes resultados extremos devem ser ignorados, e conclusões finais só deveriam ser consideradas com grupos ou amostras significativas, pois um determinado sujeito pode não refletir a situação de um grupo complexo.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">288</guid><pubDate>Sun, 15 May 2011 21:38:00 +0000</pubDate></item><item><title>Creatina: Novas Evid&#xEA;ncias</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/creatina-novas-evid%C3%AAncias-r287/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_08/55dd516ea5658_monthly_2015_0855dd35c603923_monthly_2015_08114967a509221d00abd0ccefc59cdc90.jpg.471f932fa61ba012ac48f4347ee1a014.jpg.5080592a697eed6397e16259a406bcfb.jpg.2eda47c7958b23b7bdbc67bbb7b467b3.jpg" /></p>
<p>
	A creatina é um dos suplementos alimentares mais consumidos entre os praticantes de musculação, e ao mesmo tempo é fonte de discussão em relação aos seus verdadeiros benefícios. Infelizmente o que temos visto nas academias é falta de informação por parte de alguns profissionais que insistem em prescrever tal suplemento sem a devida formação, ou simplesmente usam o argumento que a creatina causa “inchaço” muscular pela retenção de líquido, e, portanto não deve ser utilizada.
</p>

<p>
	Obviamente que a prescrição deste e ou de qualquer outro complemento alimentar só deve ser realizada por profissional qualificado, neste caso um nutricionista com especialização em nutrição esportiva deve ser consultado para avaliar a real necessidade da utilização de suplementos alimentares. Já está bem documentado na literatura científica, que a creatina promove resultados positivos em relação ao ganho de força e aumento de massa muscular, as dúvidas são em relação aos mecanismos responsáveis pelo aumento do volume hipertrófico.
</p>

<p>
	Para esclarecer estes mecanismos, foi publicado em maio de 2010 um estudo de revisão na Revista Brasileira de Medicina do Esporte Vol. 16, No 3 – Mai/Jun, 2010. Efeitos da Suplementação de Creatina Sobre Força e Hipertrofia Muscular: Atualizações. Dos Autores: Bruno Gualano, Fernanda Michelone Acquesta, Carlos Ugrinowitsch,Valmor Tricoli,Júlio Cerca Serrão,&amp; Antonio Herbert Lancha Junior. Os principais achados desta pesquisa estão descritos no texto abaixo.
</p>

<p>
	A creatina é uma amina de ocorrência natural (produzida naturalmente pelo organismo) sintetizada endogenamente pelo fígado, rins e pâncreas, a partir dos aminoácidos glicina e arginina. Pode também ser obtida via alimentação, especialmente pelo consumo de carne vermelha e peixes (em relação aos peixes, os de coloração vermelha como o Salmão são os que apresentam maiores teores). A produção endógena (1g/dia) somada à obtida na dieta (1g/dia para uma dieta onívora) se iguala à taxa de degradação espontânea da creatina e fosfocreatina sob a forma de creatinina, por reação não enzimática.
</p>

<p>
	A creatina é encontrada no corpo humano nas formas livre (60 a 70%) e fosforilada (30 a 40%). Cerca de 95% é armazenada no músculo esquelético, sendo que o restante situa-se no coração, músculos lisos, cérebro e testículos.
</p>

<p>
	Desde que foi demonstrado que a suplementação de creatina (20g/dia por cinco/sete dias) promove aumento de 20% nas concentrações de creatina muscular, diversos estudos passaram a investigar o efeito dessa suplementação no rendimento físico-esportivo. (vale ressaltar que alguns estudos questionam a necessidade da realização da saturação para obtenção de resultados. <em>EFEITO DA SUPLEMENTAÇÃO AGUDA DE CREATINA SOBRE OS PARÂMETROS DE FORÇA E COMPOSIÇÃO CORPORAL DE PRATICANTES DE MUSCULAÇÃO. Navarro e colaboradores, Revista Brasileira de Nutrição Esportiva, Mar/Abril, 2007. CREATINA: METABOLISMO E EFEITOS DE SUA SUPLEMENTAÇÃO SOBRE O TREINAMENTO DE FORÇA E COMPOSIÇÃO CORPORAL. Carvalho e colaboradores Revista Brasileira de Nutrição Esportiva, Janeiro/Fevereiro, 2009</em>).
</p>

<p>
	Os efeitos ergogênicos da suplementação de creatina em atividades intermitentes, como o treinamento de força, são bem descritos. De fato, diversos estudos, incluindo duas meta-análises, demonstram que a suplementação de creatina pode promover ganhos de força e massa magra. Embora os efeitos ergogênicos da suplementação de creatina no treinamento de força sejam bem documentados, os mecanismos pelos quais essas adaptações ocorrem não são totalmente elucidados.
</p>

<p>
	A origem do ganho de massa magra, por exemplo, tem sido alvo de grandes discussões, já que é incerto se o fator responsável por essa adaptação se refere meramente a uma retenção hídrica ou a uma “verdadeira” hipertrofia. Recentes achados têm indicado que a suplementação de creatina pode alterar a transcrição de fatores miogênicos regulatórios, aumentar a eficiência de tradução protéica através da via hipertrófica PI3K-AKT/PKB-mTOR e controlar a ativação, proliferação e diferenciação de células satélites. Contudo, pesquisadores ainda divergem se a creatina per se é capaz de promover tais efeitos ou se a combinação ao treinamento de força é necessária.
</p>

<p>
	<strong>Efeitos da suplementação de creatina na hipertrofia</strong>
</p>

<p>
	Vários são os estudos que evidenciaram maiores aumentos na massa magra em consequência da suplementação de creatina, combinada com o treinamento de força. Em meta-análise conduzida por Branch, dos 67 estudos que mensuraram a massa corporal, 43 reportaram aumentos na massa corporal total e/ou massa magra decorrentes da suplementação de creatina.
</p>

<p>
	Existem evidências suficientes para se afirmar que a suplementação de creatina acompanhada de treinamento de força resulta em aumentos de hipertrofia maiores do que aqueles vistos quando da suplementação ou treinamento isoladamente. Volek et al., por exemplo, evidenciaram que sujeitos que receberam suplementação de creatina durante treinamento de força de 12 semanas apresentaram maiores aumentos na área de secção transversa de fibras do tipo I, IIa e IIx em relação ao grupo controle, apenas treinado. Contudo, os mecanismos fisiológicos que explicam esse maior aumento da musculatura com a suplementação de creatina juntamente com o treinamento de força ainda não foram esclarecidos, entretanto existem muitas hipóteses sendo investigadas.
</p>

<p>
	A seguir, discutiremos as recentes evidências sobre cada uma delas.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">1. Efeitos da creatina sobre a retenção hídrica e balanço protéico</span></strong>
</p>

<p>
	Talvez um dos primeiros achados fisiológicos atribuídos à suplementação de creatina tenha sido o aumento no volume total de água corporal. Por muito tempo, creditou-se apenas à retenção hídrica o notório ganho de massa magra e peso corporal decorrentes desse suplemento. Recentemente, contudo, tem sido especulado que mudanças nos conteúdos intracelulares (interior da célula) de água possam influenciar a tradução de proteínas contráteis. Berneis et al. foram os primeiros a fornecer importantes indícios que sustentam essa hipótese em humanos.
</p>

<p>
	Os autores submeteram homens saudáveis às três condições definidas como de hipo-osmolaridade, hiperosmolaridade e iso-osmolaridade extracelular e observaram que, no primeiro caso, houve maior aumento na síntese protéica do que nas outras situações. Esse achado foi atribuído ao “inchaço” celular promovido pelo meio extracelular hiperosmótico. Resta saber até que ponto a suplementação de creatina é capaz de alterar significativamente o balanço hídrico, a osmolaridade celular e, por consequência, o balanço protéico em humanos.
</p>

<p>
	De fato, poucos estudos investigaram se a suplementação de creatina pode alterar o catabolismo ou a síntese de proteínas. Parise et al. demonstraram, através da técnica de infusão contínua de leucina marcada, que a suplementação de creatina durante cinco dias não afeta a síntese proteica, embora tenha reduzido o catabolismo protéico em homens. Louis et al. não observaram alterações na síntese e catabolismo de proteínas, após cinco dias de suplementação.
</p>

<p>
	O mesmo grupo falhou novamente em documentar possíveis alterações no balanço protéico quando da suplementação de creatina acompanhada de uma sessão de treinamento de força. Esses dados sugerem que a creatina per se, por um curto período, não altera significativamente o balanço protéico, mesmo quando combinada a uma única sessão de exercícios de força. Estudos futuros devem avaliar se a suplementação de creatina afeta o balanço protéico em longo prazo.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">2. Efeitos da creatina sobre o volume de treinamento</span></strong>
</p>

<p>
	Alternativamente, considera-se que a suplementação de creatina parece ter grande efeito sobre o aumento no volume de treinamento, como evidenciado nos estudos de Dangot et al., Volek et al. e Volek e Rawsom. De acordo com esses estudos, a creatina possibilitaria que o sujeito desempenhasse mais repetições com a mesma carga, o que poderia se traduzir em maiores ganhos de massa magra num programa de treinamento de longo prazo. Uma grande evidência que suporta essa hipótese vem do estudo de Syrotuik et al.
</p>

<p>
	Esses autores relataram que sujeitos que receberam creatina, mas que desempenharam a mesma carga absoluta que o grupo placebo (apesar de serem capazes de levantar maiores cargas), apresentaram as mesmas respostas para força e hipertrofia, indicando que os benefícios advindos da creatina são associados ao aumento do volume de treinamento. Dessa forma, esses estudos sugerem que os efeitos da suplementação de creatina sobre a hipertrofia são dependentes da capacidade desse suplemento em aumentar o volume de treino. (No contexto apresentado devemos considerar os princípios do treinamento esportivo em especial: O Princípio da Adaptação, O Princípio da Sobrecarga e O Princípio da Interdependência Volume-Intensidade).
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">3. Efeitos da creatina sobre a expressão gênica e ativação das vias de trofismo muscular.</span></strong>
</p>

<p>
	Existem recentes evidências de que a creatina pode efetivamente influenciar a transcrição gênica. Safdar et al. demonstraram que a suplementação de creatina por 10 dias é capaz de elevar a expressão de inúmeros genes envolvidos na regulação osmótica, síntese e degradação de glicogênio, remodelagem do citoesqueleto, proliferação e diferenciação de células satélites, reparo e replicação de DNA, controle da transcrição de RNA e morte celular.
</p>

<p>
	Por não terem encontrado aumento agudo na síntese protéica após a suplementação de creatina em estudos anteriores, Deldicque et al.) estabeleceram a hipótese de que a creatina poderia atuar em vias intracelulares que precedem os processos de síntese protéica, regulando-as em longo prazo. Os autores investigaram os efeitos desse suplemento na expressão gênica de IGF muscular (também conhecido como MGF), ativador da via PI3K-AKT/PKB-mTOR, e nas expressões gênica, protéica e fosforilada de p70s6k e 4E-BP1, efetores dessa mesma via.
</p>

<p>
	Em estudo cross-over, os sujeitos foram suplementados com creatina ou placebo e submetidos a biópsias musculares no repouso, 3 e 24h após sessão de treino de força para membros inferiores. Os pesquisadores verificaram que a expressão gênica de IGF-I estava aumentada no repouso, em consequência da suplementação de creatina. Além disso, observaram aumento na fosforilação do 4E-BP1 com a suplementação, após 24h. Deldicque et al., baseados no conjunto de seus dados, concluíram que a creatina pode atuar no crescimento muscular salientando o estado anabólico da célula, via IGF-I. Esse achado é corroborado por Burke et al. que verificaram aumento do conteúdo muscular de IGF-I como resultado da suplementação de creatina durante oito semanas de treinamento de força.
</p>

<p>
	Além de atuar nas vias de hipertrofia, um recente estudo providenciou evidência de que a creatina pode atenuar os efeitos de corticosteroides na atrofia muscular em modelo animal. Os autores relembram que os mecanismos de indução de atrofia por corticosteroides não são completamente entendidos, mas pode envolver a diminuição de expressão do IGF-I. Baseando-se nos dados de Deldicque et al., Menezes et al.(43) e Burke et al.(21) é possível que a creatina atue tanto salientando a hipertrofia, quanto atenuando a atrofia, já que foi demonstrado recentemente que o IGF exerce controle superior de ambas as vias tróficas . Estudos futuros deverão investigar melhor essa possibilidade.
</p>

<p>
	<strong><span style="font-size:18px;">4. Efeitos da creatina sobre a proliferação e diferenciação de células satélite</span></strong>
</p>

<p>
	Sabe-se que o núcleo da fibra muscular adulta não é capaz de sofrer mitoses, entretanto, o aumento do número de mionúcleos é necessário para a manutenção do domínio nuclear (volume de sarcoplasma pelo qual um mionúcleo é responsável pela síntese protéica) durante o processo de hipertrofia. Há diversos estudos afirmando que as células satélites (células quiescentes capazes de se diferenciar em fibras adultas) são as responsáveis por doarem seus mionúcleos à fibra muscular, mantendo o domínio nuclear e, assim, possibilitando a continuidade do processo hipertrófico.
</p>

<p>
	Willoughby e Rosene (19) demonstraram que o treinamento de força combinado à suplementação de creatina é capaz de aumentar a expressão de fatores miogênicos regulatórios (da família MRFs, do inglês myogenic regulatory factors), como MRF4 e miogenina, parcialmente responsáveis pela proliferação e diferenciação de células satélites. Hespel et al. também relataram aumentos na expressão da MRF4 em indivíduos suplementados com creatina, embora não tenham encontrado alterações na expressão de miogenina.
</p>

<p>
	Vierck et al. observaram aumento na atividade mitótica das células satélites de ovelhas suplementadas com creatina. Dangott et al. analisaram o efeito da suplementação de creatina sobre a hipertrofia muscular e a atividade mitótica das células satélites de ratos durante o processo de hipertrofia compensatória no músculo plantar de ratos (induzida pela remoção cirúrgica dos músculos sóleo e gastrocnêmio) e encontraram maior atividade mitótica no grupo suplementado. Olsen et al. verificaram aumento na área de secção transversa, no número de células satélites e mionúcleos em sujeitos suplementados com creatina e submetidos a treinamento de força. Segundo os autores, tais achados devem-se a já discutida ativação de MRFs mediada pela creatina.
</p>

<p>
	<strong>Perspectivas e considerações finais</strong>
</p>

<p>
	De acordo com Lemon, a grande limitação dos estudos que concluíram que a suplementação de creatina não promove hipertrofia é que a maioria deles empregou protocolos de curto prazo e sem treinamento de força. Espera-se que em um curto período de tempo surjam novos trabalhos investigando os efeitos da creatina combinados ao treinamen¬to de força por períodos mais prolongados (três meses em diante).
</p>

<p>
	Além disso, graças ao advento da biologia molecular e o consequente avanço no detalhamento das vias de trofismo muscular, acredita-se que os mecanismos biomoleculares pelos quais a creatina exerça seu efeito ergogênico sejam bem descritos muito em breve.
</p>

<p>
	Por fim, os consistentes dados presentes na literatura acerca do efeito ergogênico da creatina em atletas começaram, recentemente, a incentivar o uso terapêutico dessa substância em doenças caracterizadas por acometimentos musculares. De fato, alguns trabalhos já têm demonstrado melhoras clínicas e fisiológicas decorrentes desse suplemento em pacientes com miopatias inflamatórias e distrofias musculares. Uma excelente revisão sistemática sobre o tema foi recentemente publicada por Kley et al. Certamente, os efeitos terapêuticos da creatina emergem como um futuro e promissor campo de estudo.
</p>

<p>
	Em conjunto, os estudos descritos nessa revisão sugerem que os ganhos de força e massa magra advindos da suplementação de creatina são consequências dos aumentos de retenção hídrica, expressão gênica e eficiência da tradução de proteínas relacionadas à hipertrofia, além da proliferação e ativação de células satélites. À luz da presente literatura, ainda não se pode afirmar com clareza se essas adaptações são ocasionadas por efeitos diretos da suplementação de creatina ou se são mediadas pelo aumento no volume de treinamento. Contudo, os efeitos da suplementação de creatina na promoção de ganho de massa magra e força são contundentes.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">287</guid><pubDate>Sun, 15 May 2011 21:32:00 +0000</pubDate></item><item><title>Whey protein: hist&#xF3;ria e propriedades</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/whey-protein-hist%C3%B3ria-e-propriedades-r286/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_08/55dd516ea3698_monthly_2015_0855dd35c601878_monthly_2015_08cb2292556aa0a344448015ad941be9d3.jpg.17b5bd9837846ebaaea6556a32e51365.jpg.56e2f3ae1d4a3a6b751a49efe6e0a572.jpg.e99d4c5c76f04c5a0d343e0b2d170ab9.jpg" /></p>
<h2>
	Whey e biodisponibilidade
</h2>

<p>
	Não há dúvidas de que a proteína do soro do leite, popularmente conhecida por whey protein, vem sendo cada vez mais consumida por praticantes de musculação e outras modalidades em geral. Este suplemento já é comprovadamente a proteína de <strong>maior disponibilidade biológica do mundo</strong> e sua melhor <strong>propriedade anabólica</strong> consiste na <strong>rapidez</strong> com que é disponibilizada para absorção no tecido muscular.
</p>

<h2>
	Whey consumida por não-atletas
</h2>

<p>
	O que muitos não sabem, no entanto, é que a utilização da whey acompanhou os atletas de fisiculturismo desde os primeiros anos da prática deste esporte no mundo. A evolução das pesquisas em torno de processamentos que permitiram a extração de uma proteína cada dia mais pura e de estudos que apresentam e discutem novas propriedades medicinais da whey já comprovam que ela <strong>pode e deve ser utilizada também por não-atletas como auxiliar na melhora da qualidade de vida</strong> de tais indivíduos.
</p>

<h2>
	Whey é conhecida há muito tempo
</h2>

<p>
	Relata-se a primeira descoberta desta proteína em 6000 A.C., quando acidentalmente uma porção de leite de vaca ou cabra coagulou e formou o soro do leite, separando-o naturalmente da coalhada. Em 420 A.C. documentou-se o primeiro registro médico a respeito desta substância, quando Hipócrates - considerado o pai da medicina moderna - aplaudiu os benefícios da mesma para o bem estar do ser humano.
</p>

<p>
	O uso popular da whey como tônico da saúde iniciou-se na Inglaterra e na Itália, em 1650, onde era vendida na forma líquida. Seu consumo, com o tempo, expandiu-se por todo o mundo. Em 1930 já estavam em andamento pesquisas a respeito desse material. O grande problema, no entanto, estava nos altos índices de colesterol, sódio, lactose e gordura existentes no soro.
</p>

<p>
	Somente em 1980 desenvolveu-se o <strong>processo de microfiltração</strong>, pelo qual já se era possível extrair uma whey com baixos índices de gordura e composta por 80% de proteínas. O primeiro produto com sabor, da marca <strong>Designer</strong>, foi comercializado em 1993 com sucesso, tornando-se rapidamente popular e acessível devido também à sua redução de custo.
</p>

<h2>
	Benefícios da whey protein
</h2>

<p>
	Em 1997 a National Whey Conference, em Chicago, constatou as inúmeras propriedades deste suplemento, dentre as quais se podem destacar:
</p>

<ul>
	<li>
		<strong>Alta quantidade de BCAA’s</strong> por porção (25g a cada 100 de whey hidrolisado), o que atribui ao seu consumo a propriedade de preservação do tecido muscular;
	</li>
	<li>
		<strong>Baixo peso molecular</strong>, garantindo assim que os aminoácidos sejam absorvidos intactos pela corrente sanguínea através da parede intestinal;
	</li>
	<li>
		<strong>Inibição da metástase, supressão da angiogênese e indução da apoptose</strong> (morte celular) em células cancerígenas, comprovando sua atividade antitumoral. Há registros, por exemplo, de melhora da apoptose em 56% nos casos de tumor cerebral com a administração de 120g de whey protein por dia;
	</li>
	<li>
		I<strong>nibição da proliferação de radicais livres</strong> através do aumento da glutationa, um poderoso antioxidante. Seus efeitos só perdem para a melatonina;
	</li>
	<li>
		<strong>Supressão do apetite</strong> por meio da liberação do hormônio colecistoquinina, regulador dos níveis de fome;
	</li>
</ul>

<p>
	Podem destacar-se também dentre as principais atividades fisiológicas desta proteína:
</p>

<ul>
	<li>
		<strong>Prevenção da indigestão</strong>, reduzindo cerca de 53% a liberação ácida no estômago;
	</li>
	<li>
		<strong>Inibição da ligação de diversas toxinas</strong> aos seus receptores específicos, dentre elas a salmonela e a cólera;
	</li>
	<li>
		<strong>Aumento da resposta imune</strong> e, consequentemente, redução do processo inflamatório no estômago;
	</li>
	<li>
		<strong>Inibição da adesão do tártaro</strong> ao tecido dentário, prevenindo a cárie;
	</li>
	<li>
		<strong>Redução do risco de infarto agudo do miocárdio (IAM)</strong> ao impedir a agregação plaquetária;
	</li>
	<li>
		<strong>Controle dos níveis de triptofano</strong>, precursor da serotonina, e consequentemente melhora da depressão nervosa;
	</li>
	<li>
		<strong>Redução da sensibilidade à insulina</strong>.
	</li>
</ul>

<p>
	Todas as propriedades supracitadas favorecem a inclusão da whey protein em dietas direcionadas a <strong>controle de peso, depressão, distúrbios gastrointestinais, males do sistema cardiovascular, prevenção e redução de tumores e em pacientes com doenças degenerativas, como auxiliar no controle da perda de massa magra</strong>.
</p>

<h2>
	Whey na dieta de atletas
</h2>

<p>
	Os atletas que buscam hipertrofia obtêm benefícios por meio da administração de whey protein após o treino, momento em que ocorre um fenômeno fisiológico denominado <em><strong>“anorexia pós-treino”</strong></em>, caracterizado pelo aumento do tempo utilizado pelo organismo para assimilar os macronutrientes provenientes do alimento pré-digerido.
</p>

<p>
	Enquanto os demais tipos de proteína requerem mais de uma hora para completar sua absorção pelo plasma sanguíneo, a <strong>proteína hidrolisada do soro</strong> fica disponível para o tecido muscular em cerca de <strong>dez minutos</strong>, o que a torna um excelente <strong>anti-catabólico</strong> e redutor dos níveis de <strong>cortisol</strong> neste horário.
</p>

<h2>
	Whey hidrolisada
</h2>

<p>
	É importante salientar que as melhores fontes de whey são as provenientes dos processos de hidrólise enzimática e troca iônica. O processo de aquecimento induz à oxidação protéica e preserva quantidades consideráveis de sódio, gordura e colesterol, o que minimiza o valor nutricional e a disponibilidade protéica no produto final.
</p>

<p>
	<strong>A proteína 100% hidrolisada do soro é considerada em até 300% superior aos demais subtipos de whey com relação à sua absorção</strong>, disponibilizando-se com o tamanho de 1 a 3% de um peptídeo protéico normal. O <strong>peso molecular</strong> da proteína, dado em <strong>dáltons</strong>, é um indicador importante quando se deseja verificar a eficácia da sua absorção.
</p>

<h2>
	Tipos de whey
</h2>

<p>
	Quanto mais leve, melhor o aproveitamento. A <strong>proteína hidrolisada</strong> pesa cerca de <em>1 a 3 mil dáltons</em> enquanto a <strong>isolada</strong> tem peso de <em>5 a 9 mil dáltons</em> e a <strong>concentrada</strong> de <em>18 a 30 mil dáltons</em>.
</p>

<h2>
	Como consumir
</h2>

<p>
	A administração da proteína hidrolisada do soro do leite em conjunto com uma fonte alimentar de energia rápida após o treinamento com pesos garante, com isto, a manutenção do estado anabólico pelos próximos 50 minutos, depois dos quais se recomenda fazer outra refeição sólida com o uso de uma proteína de alto valor biológico.
</p>

<h2>
	Conclusão
</h2>

<p>
	Concluem-se então os inúmeros benefícios da whey protein não apenas para desportistas, mas também para indivíduos comuns na colaboração para uma saúde plena e estável, ao contrário do que muitos profissionais da saúde costumam alegar. Esperamos que daqui a alguns anos a divulgação das tantas propriedades terapêuticas deste produto se amplie a fim de se divulgue sem nenhum receio sua recomendação como uma substância funcional à saúde humana.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">286</guid><pubDate>Sun, 15 May 2011 15:19:00 +0000</pubDate></item><item><title>Recover - Suplemento P&#xF3;s-Treino com Creatina e BCAA</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/recover-suplemento-p%C3%B3s-treino-com-creatina-e-bcaa-r271/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="recover-291x300.jpg" data-loading="true" height="300" width="291" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/recover-291x300.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	<strong>Benefícios - Recover</strong>
</p>

<p>
	Oferta de Proteínas
</p>

<p>
	Oferta de Minerais
</p>

<p>
	Combinação de Vitaminas
</p>

<p>
	Combinação de Carboidratos e Creatina
</p>

<p>
	Oferta: WPI, WPH e WPC, proteínas altamente digeríveis
</p>

<p>
	Melhora resultados pós treinos
</p>

<p>
	Otimiza suas reservas de glicogênio
</p>

<p>
	Combate o desgaste muscular excessivo
</p>

<p>
	Promove máximo ganho de massa muscular
</p>

<p>
	Auxilia o reabastecimento instantâneo das reservas de energia
</p>

<p>
	REGENERATION fornece 7,2 g de BCAA incluindo 3,5 de Leucina
</p>

<p>
	<strong>Informações - Recover</strong>
</p>

<p>
	Através de estudos e bases científicas, foram avaliados os pontos críticos de recuperação dos atletas de alta performance e a partir daí foi desenvolvido o RECOVER, é um Shake contendo 2 embalagens de suplementos com os melhores ingredientes para o seu pós treino.
</p>

<p>
	Composto pela Embalagem REGENERATION responsável por impulsionar a oferta de proteína onde foram combinadas as proporções ideais de WPI, WPH e WPC, proteínas altamente digeríveis, para máxima absorção, e para garantir a recuperação foram adicionadas as principais vitaminas do complexo B, vitamina E e vitamina C, os minerais Cromo e Selênio e a combinação Zinco, Magnésio e Vitamina B6 que agem em sinergia para um melhor aproveitamento no organismo. Composição:Pacote Regeneration: 30% WPI - 35% WPH - 30% WPC - Enriquecido com ZMA, Antioxidantes e Complexo B.
</p>

<p>
	E pela Embalagem ENERGY combina carboidratos de alto índice glicêmico e a creatina que é indicada para atletas cujo esporte ou atividade física é de alta intensidade e curta duração. Composição: Pacote Energy: Maltodextrina, Dextrose e Creatina.
</p>

<p>
	RECOVER é capaz de ressintetizar os estoques de glicogênio muscular e recuperação da musculatura através do fornecimento de aminoácidos essenciais, especialmente após exercício. Essa reposição é um recurso fundamental para o bom desempenho em atividades de caráter aeróbio como anaeróbio. Cada porção da embalagem REGENERATION fornece 7,2 g de BCAA incluindo 3,5 de Leucina.
</p>

<p>
	Juntos formam o pós-treino ideal para o reabastecimento instantâneo das reservas de energia, que permite a recuperação dos atletas mais rapidamente e assim estejam em melhor forma para os próximos treinos.
</p>

<p>
	Experimente RECOVER e obtenha melhores resultados dos treinos, otimizando suas reservas de glicogênio, combatendo o desgaste muscular excessivo e garantindo, assim, promoção máxima em ganho de massa muscular.
</p>

<p>
	Obs: Acompanha uma Coqueteleira (Recover)
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/suplemento.php?ID=349&amp;XXX=Recover+P%F3s-Treino+ou+Post+Workout&amp;AAE=Bobybuilders.html" rel="">Saiba mais sobre o Recover</a>
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">271</guid><pubDate>Fri, 15 Apr 2011 12:10:00 +0000</pubDate></item><item><title>MyoShock HSP</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/myoshock-hsp-r270/</link><description><![CDATA[<p>
	<strong>MYOSHOCK HSP</strong>
</p>

<p>
	(MuscleTech)
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="myo-shock-hsp-011-300x94.jpg" data-loading="true" height="94" width="300" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/myo-shock-hsp-011-300x94.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	No mundo da musculação só uma coisa importa: músculos e muitos músculos. Para obter músculos fortes, você precisa frequentar a academia, seguir uma dieta adequada com a utilização de suplementos, os quais são as formulações mais revolucionárias do planeta.
</p>

<p>
	Mioshock HSP: Criação de Ponta A equipe MuscleTech criou um suplemento composto com os ingredientes mais avançados da indústria de nutrição esportiva. O MyoShock HSP é um suplemento poderoso pré-treino projetado para aproveitar as proteínas de choque térmico (Heat Shock Proteins - HSPs).
</p>

<p>
	O MyoShock HSP foi concebido para estimular os efeitos poderosos de HSPs no nível celular; foi originado através de pesquisas clínicas, criando um suplemento revolucionário que mudará a face da musculação nos próximos anos.
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="myo-shock-hsp-021-300x142.jpg" data-loading="true" height="142" width="300" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/myo-shock-hsp-021-300x142.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Os suplementos comuns prometem ganhos musculares, mas os resultados são medíocres. O MyoShock HSP é um dos construtores musculares com tecnologia de ponta dos últimos anos. Se você quiser músculos, é necessário usar produtos apoiados pela real ciência. Ganhe músculos incríveis com MyoShock HSP!
</p>

<p>
	Choque seus músculos com o modo de hiper-crescimento
</p>

<p>
	Não é surpresa alguma que você nunca tenha ouvido falar das proteínas de choque térmico (HSPs). Isso ocorre porque o uso das HSPs é um recente avanço revolucionário no mundo do fisiculturismo. As HSPs são reguladores biológicos cruciais que aumentam em todo o corpo durante períodos de estresse extremo, como durante as sessões de treinamento rigoroso. A principal função das HSPs é proporcionar proteção celular, bem como manter a integridade celular.
</p>

<p>
	A ciência por trás do MyoShock HSP
</p>

<p>
	Em estudo de laboratório (in vitro), descobriu-se que as HSPs são uma poderosa ferramenta para a construção muscular. A investigação científica tem sugerido que as HSPs desempenham um papel extremamente importante para a síntese acelerada de proteínas. Os cientistas sugeriram que as HSPs podem ser úteis para preservar a musculatura dos astronautas durante o vôo espacial em ambientes de extrema baixa gravidade.
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="myo-shock-hsp-031-290x300.jpg" data-loading="true" height="300" width="290" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/myo-shock-hsp-031-290x300.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	A equipe MuscleTech aproveitou os efeitos poderosos das HSPs e os usou para criar o MyoShock HSP.
</p>

<p>
	Perguntas Frequentes:
</p>

<p>
	O que é MyoShock HSP?
</p>

<p>
	O MyoShock HSP é um novo suplemento pré-treino, cientificamente formulado. Trata-se de um produto revolucionário com o incrível poder das Proteínas de Choque Térmico (HSPs). Desenvolvidos com tecnologia avançada, os ingredientes são projetados especificamente para aumentar a força, permitir que a pele se estique para a plenitude muscular em poucos minutos e chocar os seus músculos com o modo de hiper-crescimento!
</p>

<p>
	Quais são as Proteínas de Choque Térmico (HSPs)? As HSPs são reguladores biológicos que aumentam em todo o corpo durante os períodos de estresse extremo. A principal função das HSPs é proporcionar proteção celular, bem como manter a integridade celular. A investigação científica sugere que as HSPs têm a capacidade de aumentar a síntese proteica.
</p>

<p>
	Qual é a ciência por trás do MyoShock HSP?
</p>

<p>
	O MyoShock HSP representa o futuro dos suplementos no mundo da musculação. A fórmula revolucionária do produto é o resultado de análises de pesquisas científicas sobre a ciência das Heat Shock Proteins (HSPs). Descobertas por pesquisa (in vitro), as HSPs são uma ferramenta poderosa para a construção muscular. Os pesquisadores da equipe MuscleTech aperfeiçoaram a formulação de MyoShock HSP e o resultado foi um suplemento pré-treino de choque projetado para o hiper-crescimento dos músculos.
</p>

<p>
	Para o melhor resultado, como devo tomar MyoShock HSP?
</p>

<p>
	Tome um a dose completa (7 cápsulas) antes do treino diário, mas não ultrapasse 7 (sete) cápsulas num período de 24 horas. Para desenvolver gradualmente a potência do MyoShock HSP, comece a tomar 3 (três) cápsulas 30-45 minutos antes de malhar. A partir de então, passe a tomar a dose completa. Leia todo o rótulo antes de usar e siga as instruções fornecidas.
</p>

<p>
	Como o MyoShock HSP é embalado?
</p>

<p>
	O MyoShock HSP apresenta-se em embalagens de 140 (cento e quarenta) pílulas.
</p>

<p>
	Tradução: Oksana Guskow
</p>

<p>
	<a href="http://www.linguaemordem.com.br" rel="external nofollow">http://www.linguaemordem.com.br</a>
</p>

<p>
	FONTE: O texto original em inglês e as imagens foram obtidas do site Bodybuilding.
</p>

<p>
	ATENÇÃO: a venda deste produto não é autorizada no Brasil, porque ele não tem registro na ANVISA. Ao comprar este produto nos Estados Unidos, o adquirente fica sujeito ao pagamento de tributos e à apresentação de receita médica para sua liberação na ANVISA.
</p>

<p>
	Para mais informações visite: <a href="https://fisiculturismo.com.br/newsletters/materias/importar_suplementos_brasil.php" rel="">https://fisiculturismo.com.br/newsletters/materias/importar_suplementos_brasil.php</a>
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/suplemento.php?ID=331&amp;XXX=MyoShock+HSP&amp;AAE=Muscle+Tech.html" rel="">Comprar MyoShock HSP</a>
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">270</guid><pubDate>Fri, 15 Apr 2011 11:53:00 +0000</pubDate></item><item><title>Beta-Alanina</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/beta-alanina-r269/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2015_12/image_prod130042_original_X_450_white.jpg.5f83ccfe39adb08dda50dfd48e207900.jpg" /></p>
<p>
	Muitos de vocês podem nunca ter ouvido falar da beta-alanina ou se já ouviram podem não saber sua função. De início posso adiantar que é um dos recursos ergogênicos com efeitos mais promissores na performance muscular que estão sendo estudados atualmente.
</p>

<p>
	A beta-alanina é um aminoácido não-essencial, que associada a outro aminoácido, L-histidina, promove a formação de um importante dipeptídeo denominado carnosina. A carnosina está presente naturalmente no tecido muscular e é um dos principais responsáveis pelo tamponamento ácido-básico nesse tecido. Existem outros tampões no músculo, como o bicarbonato, mas a grande importância da carnosina se deve à sua grande quantidade nesse tecido, o que a leva a exercer grande parte dessa função.
</p>

<p>
	Quando o músculo está em exercício, os estoques de glicogênio muscular são reduzidos e a glicose é oxidada para fornecer energia para o músculo trabalhar. Um dos produtos dessa reação é o ácido lático, que leva a uma redução no pH muscular o que contribui para a fadiga muscular, reduz a performance e em casos mais extremos impossibilita a continuação do exercício.
</p>

<p>
	Farei agora uma comparação rápida dos exercícios intensos e de curta duração com exercício executado por um tigre caçando: os grandes felinos quando vão caçar fazem sprints de altíssima intensidade, o que leva a uma alta produção de ácido no músculo. Porém, eles são fisiologica e morfologicamente adaptados a suportar essa condição por algum tempo para que consigam ter sucesso na caça e sobrevivam. Uma das adaptações no músculo deles é o alto conteúdo de carnosina, que retarda a redução do pH no músculo e com isso possibilita que o animal sustente o exercício por mais tempo.
</p>

<p>
	Segundo relatado em recente revisão da International Society of Sports Nutrition, a suplementação de 3-6mg de beta-alanina por dia tem se demonstrado efetiva no aumento conteúdo de carnosina no músculo, retardando a fadiga e aumentando o volume muscular e do treino. Outro estudo citado nessa revisão, mostrou que foi a suplementação de beta-alanina foi efetiva no aumento no número de repetições executadas com a mesma carga no exercício de msuculação.
</p>

<p>
	Os resultados no aumento de força e volume muscular parecem ser melhorados pela associação da suplementação de beta-alanina com creatina. Há estudos que comprovaram e outras que não mostraram efeitos benéficos adicionais da associação do consumo das duas. A maior parte dos estudos que demonstraram efeitos positivos da beta-alanina utilizaram dosagens de 3,2 a 4,0 gramas por dia.
</p>

<p>
	Se você é um consumidor freqüente de suplementos alimentares, provavelmente já consumiu, sem saber, essa substância em algum suplemento alimentar. Todos que já tomaram algum suplemento “pré-treino” e sentiram formigamento ou coceira na pele, já sentiram um dos efeitos da beta-alanina mesmo sem associar a ela. Várias vezes já ouvi de pacientes que achavam que isso era devido aos estimulantes, como cafeína anidra, contidos em grande parte desses suplementos.
</p>

<p>
	Na realidade isso não é um efeito colateral e sim um efeito esperado da beta-alanina, e tende a reduzir com o uso continuado dessa substância. Algumas pessoas não sentem esse sintoma quando consomem a beta-alanina.
</p>

<p>
	Esse formigamento ou coceira representa um fenômeno denominado parestesia e ocorre devido à ligação da beta-alanina a neurônios sensoriais na pele, os quais dificilmente são ativados por outras substâncias. Esse efeito é transitório e não acarreta nenhum risco à saúde.
</p>

<p>
	No Brasil essa substância, como vários outros aminoácidos isolados, ainda não tem sua venda liberada pela ANVISA. Alguns suplementos no mercado já contêm a beta-alanina com um de seus ingredientes, porém as quantidades de cada substância e da beta-alanina não vêm detalhadas no rótulo. Muitas vezes são colocados os fabricantes apresentam as substâncias em grupos na informação nutricional contida no rótulo, e colocam a dosagem em gramas daquele grupo e não de cada uma individualmente. Então, por mais que tenham vários suplementos no mercado que contenham beta-alanina, não há garantia de que a dosagem dela contida na dose recomendada de consumo do suplemento seja a suficiente para alcançar os efeitos esperados.
</p>

<p>
	Uma opção é fazer a beta-alanina manipulada, mas para isso é necessária a prescrição do profissional nutricionista. Não só por isso recomendo que procure um nutricionista esportivo competente, mas também para aliar a prescrição de suplementos alimentares à uma dieta equilibrada e individualizada voltada ao seu objetivo.
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;"><strong>Bibliografia recomendada:</strong></span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;"><em>Kreider RB, et al. ISSN exercise &amp; sport nutrition review: research &amp; recommendations. Journal of the International Society of Sports Nutrition 2010, 7:7.</em></span>
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">269</guid><pubDate>Fri, 15 Apr 2011 11:44:00 +0000</pubDate></item><item><title>L-Leucina - Leucix</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/l-leucina-leucix-r268/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="leucix-211x300.jpg" data-loading="true" height="300" width="211" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/leucix-211x300.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	A Vitafor lança no mercado um produto inovador para praticantes de atividades físicas que desejam potencializar os resultados de seu treinamento.
</p>

<p>
	Trata-se do LEUCIX. Um produto desenvolvido com alta concentração de L-Leucina, que é um aminoácido essencial ao organismo, porém, não produzido pelo mesmo, sendo necessário obtê-lo através da alimentação e suplementação nutricional.
</p>

<p>
	Pesquisas científicas comprovam os benefícios do LEUCIX na nutrição de atletas.
</p>

<p>
	Este aminoácido é capaz de produzir uma completa recuperação do nível de glicogênio e da taxa fracional de síntese protéica no músculo esquelético após exercício físico.
</p>

<p>
	Em estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition em 2006 (Am J Clin Nutr 2006;84:623–32.), pesquisadores chegaram à conclusão de que a Leucina tem um papel muito importante na síntese de proteínas, visto o resultado de síntese ter sido cerca de 47% maior quando se usava a Leucina, o Carboidrato e a Proteína.
</p>

<p>
	Em doses corretas, podem-se atingir resultados muito interessantes e em menor tempo. Não somente para os jovens como também para idosos.
</p>

<p>
	LEUCIX foi desenvolvido com uma formulação ideal de L-Leucina, vitaminas, minerais e carboidratos, que associados proporcionam uma excelente recuperação física e promoção energética aos praticantes de atividade física.
</p>

<p>
	<a href="https://bit.ly/2SRVZ0s" rel="external nofollow">Comprar Leucix</a>
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">268</guid><pubDate>Fri, 15 Apr 2011 11:40:00 +0000</pubDate></item><item><title>Super Charge Xtreme</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/super-charge-xtreme-r266/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="super_charge_labrada3-201x300.jpg" data-loading="true" height="300" width="201" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/super_charge_labrada3-201x300.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Acompanhe o depoimento do usuário Thiagoow sobre o suplemento alimentar Super Charge Xtreme:
</p>

<p>
	1° Treino.
</p>

<p>
	Ombro/Trapézio/Pernas.
</p>

<p>
	Tomei 1 scoop e meio , senti o coração acelerado e batendo MUITO forte, tontura em alguns momentos principalmente assim que terminava o exericicio, senti também bastante formigamento na mão cerca de 40 minutos depois que tomei, enquanto estava andando até a academia.
</p>

<p>
	Ligeiro aumento na disposição, mas não senti PUMP, nem aumento de força nem nada, resumindo não gostei do resultado.
</p>

<p>
	2° Treino.
</p>

<p>
	Biceps/Triceps.
</p>

<p>
	1 scoop e meio também.
</p>

<p>
	Ia treinar Peito/Biceps hoje, mas como faltou luz aqui e a academia fechou e eu já tinha tomado o suplemento aproveitei uns pesos que tinha em casa, na falta de opção tive que fazer biceps e triceps mesmo. Fiz Testa na barra reta, frances, coice, mergulho. Concentrado, alternado martelo e rosca direta na barra.
</p>

<p>
	Dessa vez senti só o coração acelerar um pouco, acho que melhorou MUITO pouco na questão da força, disposição não foi tao grande, porém gostei muito do PUMP, até tirei as medidas quando terminei como tenho custume de fazer quando vejo que tive um bom Pump, e chegou a bater 36cm de biceps contraido, geralmente fica na casa dos 34.5.
</p>

<p>
	É isso esperar para segunda feira!!
</p>

<p>
	<strong>Para participar desta discussão completa, clique no link abaixo:</strong>
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/forum2/viewtopic.php?f=14&amp;t=117020" rel="">Participar da Discussão sobre Super Charge</a>
</p>

<p>
	<strong>Para comprar este suplemento, clique no link abaixo:</strong>
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/suplemento.php?ID=239&amp;XXX=Super+Charge+(%D3xido+N%EDtrico)+(700g)&amp;AAE=Labrada.html" rel="">Comprar Super Charge</a>
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">266</guid><pubDate>Tue, 15 Mar 2011 18:21:00 +0000</pubDate></item><item><title>Queimadores de gordura e lip&#xF3;lise</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/queimadores-de-gordura-e-lip%C3%B3lise-r262/</link><description><![CDATA[
<p><img src="https://cdn.fisiculturismo.com.br/monthly_2016_06/termogenicos.jpg.85d7a201f88d0ac57ea1af6ecaa873b4.jpg" /></p>
<h2>
	Mercado consumidor de suplementos alimentares gira em trilhões de dólares 
</h2>

<p>
	No mundo inteiro, existem milhares de produtos do mercado, o que totaliza aproximadamente um total de um trilhão de dólares. Somente nos EUA existem 200.000.000 de utilizadores potenciaIs desses suplementos. Acredito que se as pessoas aprendessem a se alimentar corretamente esses suplementos não seriam tão largamente consumidos, pois, esses suplementos são estrategicamente consumidos como um apelo emergencial para a perda de peso rápido.
</p>

<h2>
	Como funcionam os suplementos queimadores de gordura ou termogênicos
</h2>

<p>
	Os queimadores de gordura (termogênicos) atuam no processo de lipólise, que é processo de degradação de triglicérides em ácidos graxos. Esse processo é dependente da enzima Lipase Hormônio Sensível (HS).
</p>

<p>
	Após o consumo dos termogênicos ou <em>Fat Burners</em>, ocorre no metabolismo uma sequência de reações metabólicas que aumentam a termogênese, que é induzida e comandada na fase 1 pela liberação de noradrenalina, que atua como primeira mensageira, seguida pela ativação da AMPc, que atua como segunda mensageira para a cascata de reações químicas que comandam a termogênese. Estes eventos vão ativar a Termogenina (dos genes UCP1).
</p>

<p>
	O tecido adiposo, mais especificamente a gordura branca, apresenta várias funções como fornecimento de energia. É a maior reserva energética do corpo. Um jovem adulto possui em média de 10 a 15 kg dessa reserva armazenada no corpo, que totaliza um potencial de reserva energética de 140.000 calorias.
</p>

<p>
	As células de gordura branca regulam o balanço energético do organismo como um todo, ao estocar excesso de calorias ingeridas como Triacilgliceróis (triglicérides) e liberando-as na forma de energia quando esta demanda energética for necessária.
</p>

<p>
	A termogênese é basicamente um processo de geração de calor.
</p>

<p>
	As celulas de gordura marrom fazem com que o organismo elimine calorias em excesso através da produção de calor, isso explica o porquê em certas pessoas o excesso de calorias aumentam as reservas de gordura branca e em outras não, sendo que isso é determinado pela genética.
</p>

<p>
	Logo, enquanto as células de gordura branca estocam triglicerides, as células de gordura marrom (tecido especializado em gerar termogênese) responsável pela fosforilação oxidativa, mobilizam gorduras.
</p>

<p>
	O potencial termogênico da gordura marrom depende da quantidade de hiperplasia dessas células e da concentração de termogenina gerada por essas células. Essa células são ativadas também pelo grau de estímulo do sistema nervoso simpático.
</p>

<p>
	A termogenese é classificada em obrigatória (é aquela ativada pela ação específica da ingesta dos nutrientes), e a adaptativa (que é comandada por hiperfagia, genótipo e temperatura ambiente).
</p>

<p>
	Um mecanismo termogênico defeituoso contribui com a dificuldade de manter o peso desejado e também está correlacionado com todos o modelos de obesidade.
</p>

<h2>
	Origem dos termogênicos
</h2>

<p>
	O uso de estimuladores de lipólise por termogênicos não é de hoje. Nas décadas de 1920, já se conheciam os efeitos do potente Dinitrofenol (DNP) e na décadas de 50 ja se usavam largamente alguns hormônios da tireóide.
</p>

<p>
	Hoje, alguns desses estimuladores de lipólise que atuam por termogêneses incluem:
</p>

<ul>
	<li>
		<strong>chá verde;</strong>
	</li>
	<li>
		<strong>citrus aurantium;</strong>
	</li>
	<li>
		<strong> guaraná;</strong>
	</li>
	<li>
		<strong>noz de cola;</strong>
	</li>
	<li>
		<strong>mahuang</strong>;
	</li>
	<li>
		<strong>fucoxantina;</strong>
	</li>
	<li>
		<strong>capsiato.</strong>
	</li>
</ul>

<h2>
	A fucoxantina como termogênico
</h2>

<p>
	A fucoxantina é um dos termogênicos mais recentes e que é é um carotenóide extraído de algas nas profundezas do mar. A fucoxantina age estimulando o fígado a produzir DHA, fazendo com que o Gene UPC-1 ativa a mitocondria dos adipócitos, o resultado disso é um metabolismo basal mais acelerado.
</p>

<h2>
	Capsiato: termogênico da pimenta vermelha
</h2>

<p>
	Outro substância sendo atualmente explorada por suas ações termogênicas é o <strong>Capsiato</strong> que é um análago da <strong>Capsaicina</strong>. Esse são encontrados na família de <strong>frutas do Capsicum</strong> (pimentas vermelhas) que são utilizados a séculos como condimentos para dar estímulos gustativos. Estudos tem demonstrado que essa substância (Capsaicina ) apresenta notórios efeitos estimulante do metabolismo por ação termogênica, agindo por estímulo na liberação de catecolaminas, eleva a temperatura corporal promovendo aumento do gasto energetico em repouso, sendo assim o metabolismo suprime o acúmulo de gordura branca abdominal e visceral.
</p>

<p>
	Foi comprovado que esses ativos provenientes das famílias das pimentas vermelhas tem ações específicas no metabolismo termoregulador e lipolítico, fazendo com que haja elevação nos níveis de UPC-1, e ativando esses genes na mitocôndria dos tecidos gordurosos. Alguns estudos também apontaram com o uso de substâncias uma Hiperplasia as células de gordura marrom, fazendo que que o ocorra elavação da temperatura corporal e aumento do consumo de oxigênio.
</p>

<p>
	Porém, alguns estudos também demonstraram que essas substância têm potente ação neurológica se usadas em quantidades altas e com frequência, logo, sua admnistração deve ser em dosagens limitadas e por curtos períodos de tempo.
</p>

<hr>
<p>
	Referências:
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;"><em>Kobata K, Todo T, Yazawa S, Iwai K, and Watanabe T. Novel capsaicinoid-like substances, capsiate and dihydrocapsiate, from the fruits of a nonpungent cultivar, CH-19 Sweet, of pepper (Capsicum annuum L.). J Agric Food Chem 46: 1695-1697, 1998.</em></span>
</p>

<p>
	<span style="font-size:12px;"><em>Ohnuki K, Niwa S, Maeda S, Inoue N, Yazawa S, and Fushiki T. CH-19 Sweet, a nonpungent cultivar of red pepper, increased body temperature and oxygen consumption in humans. Biosci Biotechnol Biochem 65: 2033-2036, 2001.</em></span>
</p>

<p>
	 
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">262</guid><pubDate>Tue, 15 Mar 2011 18:11:00 +0000</pubDate></item><item><title>Benef&#xED;cios do Whey Protein</title><link>https://fisiculturismo.com.br/mat%C3%A9rias/suplementos/benef%C3%ADcios-do-whey-protein-r261/</link><description><![CDATA[<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="proto_whey.jpg" data-loading="true" height="299" width="170" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/proto_whey.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	<a href="https://fisiculturismo.com.br/" rel=""><img alt="isofort-bio-protein-200x300.jpg" data-loading="true" height="300" width="200" src="https://fisiculturismo.com.br/imagens/isofort-bio-protein-200x300.jpg" loading="lazy"></a>
</p>

<p>
	Benefícios do Whey Protein
</p>

<p>
	As proteínas do soro do leite são extraídas da porção aquosa do leite, gerada durante o processo de fabricação do queijo, onde são mantidos os peptídios do soro constituídos por: beta-lactoglobulina, alfa-lactoalbumina, albumina do soro bovino, imunoglobulinas e glicomacropeptídeos.
</p>

<p>
	Durante décadas, essa parte do leite foi dispensada pela indústria de alimentos. Somente a partir da década de 70, os cientistas passaram a estudar as propriedades dessas proteínas.
</p>

<p>
	Em 1971, o Dr. Paavo Airola, descreveu-as como parte importante no tratamento e prevenção de flatulências, prisão de ventre e putrefação intestinal. Atletas, praticantes de atividades físicas, pessoas fisicamente ativas e até mesmo portadores de doenças, vêm procurando benefícios nessa fonte protéica.
</p>

<p>
	Evidências recentes sustentam a teoria de que as proteínas do leite - incluindo as proteínas do soro - além de seu alto valor biológico, possuem peptídeos bioativos, que atuam como agentes antimicrobianos, antihipertensivos, reguladores da função imune, assim como os fatores de crescimento.
</p>

<p>
	As proteínas do soro de leite (Whey Protein) são altamente digeríveis e rapidamente absorvidas pelo organismo, estimulando a síntese de proteínas sanguíneas e teciduais a tal ponto, que alguns pesquisadores classificaram essas proteínas como proteínas de metabolização rápida “fast metabolizing proteins”, muito adequadas para situações de estresses metabólicos em que a reposição de proteínas no organismo se torna emergencial.
</p>

<p>
	Do ponto de vista nutricional, essas proteínas apresentam um excelente perfil de aminoácidos essenciais os quais nosso organismo não produz, tais como: triptofano, cisteína, lisina, leucina, isoleucina e valina; sendo estes três últimos, conhecidos como aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA) que favorecem o anabolismo, assim como a redução do catabolismo protéico, favorecendo o ganho de força muscular e reduzindo a perda de massa muscular durante a perda de peso.
</p>

<p>
	Referências Bibliográficas
</p>

<p>
	1. Boirie Y, Dangin M, Gachon P, Vasson MP, Maubois J-L, Beaufrère B. Slow and fast dietary proteins differently modulate post-prandial protein secretion. Proc Nat Acad Sci (USA) 1997; 94: 14930-5.
</p>

<p>
	2. Dangin M, Boiurie Y, Garcia-Rodena C, Gachon P, Fauquant J Callier P, et al. The digestion rate is an independent regulating factor of post prandial protein retention. Am J Physiol Endocrin Metab 2001; 280:E340-E8.
</p>

<p>
	3. Haraguchi, F. K.; Abreu, W.C.; De Paula, H. Proteínas do soro do leite: composição, propriedades nutricionais, aplicações no esporte e benefícios para a saúde humana. Revista de Nutrição, v. 19, n. 4, p. 479-488, jul./ago. 2006
</p>

<p>
	4. Sgarbieri, V.C. Propriedades fisiológicos-funcionais das proteínas do soro do leite. Revista de Nutrição, v. 17, n.4, p. 397-409, out./dez.2004.
</p>
]]></description><guid isPermaLink="false">261</guid><pubDate>Tue, 15 Mar 2011 18:07:00 +0000</pubDate></item></channel></rss>
