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  1. A maioria do suplementos alimentares termogênicos e pré-treino contém cafeína como principal elemento ativo. No senso comum popular, recomenda-se não se consumir cafeína em momentos próximos de dormir, porque o sono seria prejudicado. A sabedoria popular acaba de ser confirmada pela ciência. Uma pesquisa descrita na Science Translational Medicine foi realizada com 3 (três) mulheres e 2 (dois) homens, monitorados por 49 (quarenta e nove) dias. Foram quatro as situações de estudo: penumbra e pílula placedo; penumbra e pílula com 200 mg de cafeína; luz intensa e pílula placedo; luz intensa e pílula com 200 mg de cafeína; Foram medidas as taxas de melatonina (hormônio do sono produzido pela glândula pineal). Os participantes que tomaram a cafeína na situação de penumbra tiveram um atraso de aproximadamente 40 (quarenta) minutos no ritmo circadiano noturno, em comparação àqueles que tomaram o placebo. Concluiu-se que a cafeína bloqueia os receptores celulares no neurotransmissor adenosina, relacionado com a promoção do sono e redução da agitação. Portanto, se quiser uma boa noite de sono, cuide-se para tomar o seu suplemento com cafeína em horário adequado. Lembre-se que o estudo comprovou que 200 mg de cafeína já são suficientes para alterar o sono. Os suplementos pré-treino ou termogênicos costumam ter doses muito maiores (há suplementos com mais de 600 mg de cafeína por dose). Fonte: Coffee disrupts the body’s internal clock
  2. Delicious Coffee 300 g - FTW Sports Nutrition
  3. SuperCoffee Chocolate 220 g - Caffeine Army
  4. Caffeine Pre Pump 200mg 60 caps - Nutrata
  5. Caffeine Pre Pump 200mg 120 caps - Nutrata
  6. Cafeína Anidra 30 caps - FTW Sports Nutrition
  7. Caffeine Capsules 60 caps - Black Skull
  8. Predator Caffeine 210 mg 60 caps - Nutrata
  9. Somente quem está fazendo uma dieta restritiva em carboidratos (low carb) sabe o quanto o humor fica pessimamente alterado, além de ser evidente a queda no desempenho físico. A cafeína é bem conhecida como uma substância capaz de aumentar a performance nas atividades físicas por reduzir o grau subjetivo de fatiga e esforço. Um grupo na Griffith Universy In Australia estudou se a cafeína poderia superar a queda de performance dos indivíduos sujeitos a dietas restritivas em carboidratos. Foram analisadas pessoas em dietas restritivas em carboidratos e pessoas em dietas sem restrição de carbo. Além disso, dentro de cada grupo, algumas pessoas receberam uma pequena dose de cafeína (3mg por kg de peso corporal - ex. um indivíduo de 80 kg receberia 240mg) ou um placebo. Todos realizaram exercícios de alta intensidade. Os pesquisadores descobriram que os indivíduos que ingeriram cafeína tiveram aumento de performance, seja no grupo em dieta restritiva em carboidratos, sejam em dieta não restritiva. Os indivíduos em dieta restritiva em carboidratos não tiveram o mesmo desempenho daqueles em dieta sem restrição, mas a cafeína ajudou a melhorar a performance física. Concluíram os cientistas que a cafeína pode aumentar a performance física independentemente da concentração de glicogênio nos músculos, mas ainda assim não seria capaz de equiparar o desempenho do indivíduo em dieta restritiva em carbo com o indivíduo em dieta sem restrição. Fonte: Carb-Free Focus: Caffeine Enhances Performance onLow-Carb Diets. FLEX, pp. 128, maio de 2013.
  10. A Revista Flex procurou saber o que deixava o atleta mais ligarão. Baseou-se numa pesquisa da Universidade do Arkansas, onde os pesquisadores utilizaram dois produtos do mercado americano: Nodoz ou Vivarin, que são pura cafeína, e o Red Bull, que é cafeina com taurina. No estudo, eles compararam a elevação da pressão em voluntários que bebiam Nodoz e outros que bebiam Red Bull quatro vezes ao dia. O resultado surpreendeu, porque a cafeína tem fama de causadora de ataques cardíacos, aumento de pressão, aumento de colesterol e de outros danos ao funcionamento do corpo. Pois bem, os tomadores de Red Bull tiveram aumento muito maior da pressão em relação aos da simples cafeina. Esse resultado mostra que você, que toma Red Bull regularmente, deve ficar esperto, porque, segundo o estudo, as outras drogas contidas nessa bebida é que fazem mal, e não a simples cafeina. Fonte: Revista Flex, abril 12, artigo de Jim Stoppani
  11. A cafeína é um suplemento pré-treino. As pesquisas mostram que a cafeína pode aumentar a força e a resistência muscular, permitindo que você treine mais pesado por mais tempo, além de ajudar a queimar mais gordura corporal durante o treino. Um estudo de pesquisadores da Índia confirma sua eficácia. Os pesquisadores indianos estudaram grupos de pessoas consumindo doses de aproximadamente 4, 8 e 12 mg de cafeína por kg de massa corporal, ou aproximadamente 400 mg, 800 mg e 1200 mg de cafeína para uma pessoa de 100 kg, 1h antes de testar suas forças e resistências musculares isométricas (estáticas). Os resultados mostraram uma correlação positiva entre o aumento da cafeína ingerida e o aumento da força muscular. O grupo que ingeriu a dose de 2 mg de cafeína por kg de massa corporal obteve um aumento de 15% na força muscular. A dose de 4 mg de cafeína resultou em um aumento de 40% e o grupo que ingeriu 6 mg de cafeína por kg apresentou um aumento de 50% em sua força muscular isométrica. O mesmo padrão foi observado pelos pesquisadores ao testarem a resistência muscular após ingestão de cafeína. A dose de 2 mg de cafeína por kg de massa corporal resultou em um aumento de 20% na resistência muscular isométrica. O grupo com a dosagem de 4 mg de cafeína apresentou uma aumento de 40% na resistência muscular e, por fim, o grupo que ingeriu 6 mg de cafeína por kg de massa corporal apresentou aumento de 50% na resistência muscular isométrica. Recomenda-se tomar de 200 a 400mg de cafeína aproximadamente uma hora antes do seu treino. Todavia, antes de um treino mais pesado, ou se quiser um aumento significativo na força muscular, considere aumentar a dose para aproximadamente 800 mg. Mas atenção: você pode acabar desenvolvendo tolerância à cafeína. Então, para garantir que a técnica mantenha sua eficácia ao longo do tempo, a dose mais alta de cafeína deve ser ingerida apenas ocasionalmente. Fonte: BROWN, Jordana. Strong Caffeine, Revista Flex, março de 2010, pp. 122.
  12. A cafeína é um poderoso agente modulador do desempenho atlético, entretanto, deve-se ficar atento aos achados em alguns estudos científicos. A Cafeína A cafeína, uma possível exceção à regra geral contra a ingestão de estimulantes, continua sendo uma droga controlada/restringida nas competições atléticas. A cafeína pertence ao grupo de compostos denominados metilxantinas, encontrados naturalmente nos grãos de café, nas folhas de chá, no chocolate, nos grãos de cacau e nas nozes da cola, sendo acrescentada frequentemente às bebidas efervescentes e aos remédios vendidos sem prescrição médica (McArdle & Katch, 2002). Dependendo do preparo, uma xícara de café fervido contém entre 60 e 150 mg de cafeína. Como elemento de referência, 2,5 xícaras de café coado contém 250 a 400 mg, ou geralmente entre 3 e 6 mg por kg de massa (peso) corporal. A absorção da cafeína pelo intestino delgado se processa rapidamente, alcançando concentrações plasmáticas máximas entre 30 e 120 minutos, após a ingestão, para exercer sua influência sobre os sistemas nervoso, cardiovascular e muscular. A meia-vida metabólica da cafeína, de 3 horas, significa que é eliminada pelo corpo com bastante rapidez, certamente após uma noite de sono (Cohen et al 1996). Efeitos da Cafeína no Desempenho Esportivo Nem todos os estudos confirmam benefícios ergogênicos da cafeína. Entretanto, já foi demonstrado que a ingestão de 2,5 xícaras de café coado, a 1 hora antes do exercício, amplia muito a capacidade de resistência no exercício moderadamente extenuante. Os indivíduos que haviam bebido cafeína se exercitavam por uma média de 90,2 minutos, em comparação com 75,5 minutos durante 1 sessão de exercícios sem cafeína. Apesar de terem sido observados valores semelhantes para freqüência cardíaca e captação de oxigênio durante os dois ensaios, a cafeína fazia com que o trabalho parecesse mais fácil. Em concordância com seus efeitos estimulantes (característica dos compostos a que a cafeína faz parte – as metilxantinas), foi comprovado que a cafeína proporciona também um benefício ergogênico durante os desempenhos máximos de natação completados em menos de 35 minutos. Em um estudo experimental duplo-cego, sete homens e quatro mulheres nadadores experientes de longa distância (<25 min para 1.500m), consumiram cafeína 2,5 horas antes de nadarem 1.500m. O tempo total de natação foi em média 1,9% menor com cafeína do que sem cafeína (20min 58 segundos vs 21min 21 segundos). Uma concentração plasmática mais baixa de potássio antes do exercício e níveis sanguíneos mais altos de glicose no final do ensaio acompanhavam o desempenho com cafeína. Isso sugeriu que o equilíbrio eletrolítico e a disponibilidade de glicose podem ser fatores-chave no efeito ergogênico da cafeína (McArdle & Katch, 2002). A Cafeína e o Metabolismo Energético durante o Exercício A cafeína afeta quase todos os sistemas do organismo, sendo que seus efeitos mais óbvios ocorrem no sistema nervoso central (SNC). Quando consumida em baixas dosagens (2mg/kg), a cafeína provoca aumento do estado de vigília, diminuição da sonolência, alívio da fadiga, aumento da respiração e da liberação de catecolaminas, aumento da freqüência cardíaca, aumento no metabolismo e diurese. Em altas dosagens (15mg/kg) causa nervosismo, insônia, tremores e desidratação. Segundo Spriet (1995), existem pelo menos três teorias que podem tentar explicar o efeito ergogênico da cafeína durante o exercício físico. A primeira envolve o efeito direto da cafeína em alguma porção do sistema nervoso central, afetando a percepção subjetiva de esforço e/ ou a propagação dos sinais neurais entre o cérebro e a junção neuromuscular. A segunda teoria pressupõe o efeito direto da cafeína sobre co-produtos do músculo esquelético. As possibilidades incluem: alteração de íons, particularmente sódio e potássio; inibição da fosfodiesterase (PDE), possibilitando um aumento na concentração de adenosina monofosfato cíclica (AMPc); efeito direto sobre a regulação metabólica de enzimas semelhantes às fosforilases (PHOS); e aumento na mobilização de cálcio através do retículo sarcoplasmático, o qual contribui para o potencialização da contração muscular (Spriet, 1995). A terceira teoria diz respeito ao aumento na oxidação das gorduras e redução na oxidação de carboidratos (CHO). Acredita-se que a cafeína gera um aumento na mobilização dos ácidos graxos livres dos tecidos e/ou nos estoques intramusculares, aumentando a oxidação da gordura muscular e reduzindo a oxidação de CHO (Sinclair, et al 2000). Muitos estudos sugerem que a cafeína é um poderoso agente modulador do desempenho atlético, que pode ser adaptável aos diferentes tipos de estímulos envolvidos nos mais diversos tipos de exercícios. Atualmente, pesquisadores têm nos demonstrado que a ingestão de 3 a 6 mg de cafeína por kg (massa corporal), melhora a performance em atletas, sem que sejam detectados casos positivos no exame antidoping. Pesquisas recentes têm apontado um aumento da força muscular acompanhado de uma maior resistência à instalação do processo de fadiga muscular após a ingestão de cafeína. Ainda não está totalmente esclarecido qual o mecanismo de ação responsável pelo aumento da força muscular; todavia, acredita-se que isso ocorra em maior intensidade muito mais pela ação direta da cafeína no SNC do que pela sua ação em nível periférico (Kalmar & Cafarelli, 1999). Isto sugere que a cafeína exerce um efeito ergogênico direto e específico sobre o músculo esquelético durante a estimulação repetitiva de baixa frequência. A cafeína poderia também influenciar a sensibilidade das miofibrilas ao Ca++ (McArdle & Katch, 2002). Em relação aos exercícios de intensidades máximas e extenuantes de curta duração, boa parte dos estudos demonstra que a ingestão de cafeína pode melhorar significativamente o desempenho e a performance nas práticas de até 5 minutos. O mesmo não se pode dizer com relação a tais exercícios quando precedidos por exercícios submáximos prolongados, quando o desempenho físico parece não sofrer qualquer alteração (Spriet, 1995). Nos exercícios físicos prolongados, alguns estudos apontam que o uso da cafeína otimiza funcionamento do metabolismo energético durante o esforço o que, por conseqüência, contribui para a melhora da performance. Entretanto, uma explicação precisa para o efeito de aprimoramento do exercício por parte da cafeína continua sendo enganosa. Com toda probabilidade, o efeito ergogênico da cafeína (e de outros componentes correlatos tipo metilxantina) no exercício de endurance de alta intensidade resulta da utilização facilitada da gordura como combustível para o exercício. Além disso, o suposto efeito diurético provocado pelo uso dessa substância, acarretando aumento no volume de urina, e portanto uma maior perda hídrica durante o esforço, não tem sido confirmado na prática. Segundo Wemple et al (1994) o comprometimento do estado de hidratação corporal parece estar relacionado somente ao emprego de mega-doses desta substância. Concluindo Grande parte dos estudos que envolvem a utilização de cafeína, associada ao exercício físico, sugerem resultados que apontam esta substância como um poderoso estimulante para o trabalho físico. Atletas que comumente realizam atividades que envolvem resistência, força e trabalho muscular em intensidades máximas, podem, de alguma forma, se beneficiar da ingestão de cafeína. Contudo, vale a pena citar que alguns fatores, como a dosagem, o estado nutricional, e a sensibilidade do organismo às metilxantinas, podem afetar significativamente os resultados. Referencial - Cohen , B.S., et al. Effects of caffeine ingestion on endurance racing in heat and humidity. European Journal Appl. Physiology. 73:358, 1996 - McArdle W. Katch F. Katch V. Fundamentos de Fisiologia do Exercício. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2002 - Conlee, R.K. Amphetamine, caffeine and cocaine. Em: D.R. Lamb, M.H. Williams. Ergogenics: Enhancement of Performance in Exercise and Sport. New York, Benchmark Press, 1991 p. 285-310 - Spriet, L.L. Caffeine and performance. International Journal of Sports Nutrition. 5:84-99, 1995 - Sinclair, C.J.D. & Geiger, J.D. Caffeine use in sport: a pharmacological review. J. Sports Med. Phys. Fitness, 40: 71-79, 2000 - Kalmar, J.M. & Cafarelli, E. Effects of caffeine on neuromuscular function. J. Appl. Physiol., 87: 801- 808, 1999 - Wemple, R.D.; Lamb, D.R.; Bronstein, A.C. Caffeine ingested in a fluid replacement beverage during prolonged exercise does not cause diuresis. Medical Science of. Sports Exercise, 26: S204, 1994
  13. Provavelmente você já tenha usado um suplemento alimentar termogênico com cafeína. É bem provável, também, que você já tenha suplementado com CLA para queimar gordura. Se você não usou esses suplementos, pelo menos já ouviu falar deles. Sabe que eles são indicados para perda de peso. A criatividade humana é surpreendente. Se antes você podia suplementar com cafeína e CLA para queimar gordura do corpo, agora você pode aplicar cafeína e carnitina sobre a barriga! Pelo menos essa é a proposta do gel redutor de gordura abdominal lançado pela Bio-Médicin. Será que esse negócio funciona? Segundo o rótulo do produto, o X-Fat foi testado clinicamente pelo Laboratório Ecolyzer. Em 60 dias, 39% dos homens que usaram o X-Fat teriam perdido mais de 6,5 cm de circunferência abdominal. Você tem noção do que é isso? No caso das mulheres, em 60 dias, 25% delas teriam perdido mais de 6,5 cm de circunferência abdominal. Procuramos pelo teste clínico n. 005033.R na internet, mas não encontramos nenhuma referência. Pesquisamos, então, pelo Laboratório Ecolyzer Ltda, sendo que encontramos a seguinte página: http://www.ecolyzer.com.br. No entanto, nada há sobre o teste do X-Fat da Bio-Médicin. Prosseguindo as buscas, encontramos no site da ANVISA uma referência ao laboratório, com autorização para atuação em Eficácia de Cosméticos. Veja mais em: https://www.smerp.com.br/anvisa/?ac=prodDetail&anvisaId=208330589 Não há motivo aparente para duvidar do teste clínico mencionado na embalagem do X-Fat. O problema é que não se sabe quem foram os homens e mulheres objetos de estudo. Quais foram os parâmetros? Eram pessoas obesas? Além de usar o gel redutor de gordura abdominal essas pessoas fizeram dieta ou exercícios físicos? Sem respostas para essas perguntas, fica difícil confirmar a eficiência fenomenal do X-Fat. A verdade é que o resultado do teste clínico com o X-Fat é tentador. Perder mais de 6,5 cm de circunferência abdominal em 60 dias é um resultado espantoso para um mero gel de cafeína e CLA. Além da cafeína e do CLA (supostamente usados para queimar a gordura da barriga), o X-Fat também tem centella asiática, algas marinhas, cavalina e hera (substâncias que provocariam a drenagem da gordura queimada). Pudemos experimentar o gel redutor de gordura abdominal X-Fat, mas não pudemos fazer a prova de redução de circunferência abdominal prometida (necessidade de um grupo de pessoas acompanhadas por 60 dias e com atividade física e dieta controladas). O gel se espalha facilmente pelo abdome e provoca uma levíssima queimação nas áreas afetadas, mas nada que provoque desconforto. É algo assemelhado a uma sensação de refrescor. A pele fica um pouco pegajosa após a aplicação. Depois de seco o gel, fricção da mão sobre a área afetada libera pequenos fragmentos, como se a pele estivesse descascando. Nesse aspecto, o X-Fat tem o comportamento esperado de um gel cutâneo. É bom lembrar que o X-Fat tem uma versão masculina, chamada X-Fat Man e uma versão feminina, chamada X-Fat Woman. A composição de ambos os géis é praticamente a mesma. Os princípios ativos para queima de gordura e drenagem são os mesmos. A diferença na fórmula deve estar atrelada a peculiaridades de absorção do gel na pele masculina e feminina. Afinal, vale a pena usar o X-Fat? Para quem está lutando contra a gordura localizada abdominal e já está fazendo dieta e exercícios físicos, o gel redutor de gordura abdominal pode ser mais uma arma contra a banha. Quem pretende vida fácil, isto é, confiar na conquista do abdome sarado ou da barriga tanquinho só usando o gel, provavelmente irá se decepcionar. Mesmo que o gel ajude a reduzir gordura localizada abdominal, mesmo que elimine alguns centímetros de barriga, o aspecto atlético do abdome somente virá com dedicação a atividade física e alimentação balanceada.
  14. A fabricante de suplementos alimentares Nutracom (do Grupo Cimed) lançou recentemente o termogênico Lipobio X. No rótulo o produto é definido como suplemento de cafeína para atletas. O nome comercial e pomposo do produto é Lipobio X Abdominal Top Definition. A pompa também está presente na descrição dos componentes principais do produto: Flaxseed oil & Caffeine. O uso de palavras em inglês nos rótulos de suplementos alimentares desenvolvidos e produzidos no Brasil ainda é uma prática comum, decorrente de uma cultura que dá mais credibilidade aos suplementos importados e que desconfia da qualidade dos produtos nacionais. O Lipobio X não fugiu dessa regra e adotou muitos termos em inglês. As cápsulas do Lipobio X são bem interessantes. São divididas em duas partes: interna e externa. A parte externa contém ômegas (o tal Flaxseed oil ou óleo de semente de linhaça). A parte interna contém cafeína time release (cafeína de liberação gradual). A tabela de informação nutricional do Lipobio X é bem simples. A dose sugerida de 4 cápsulas contém 18 kcal, 2 gramas de gorduras e 420 miligramas de cafeína. Segundo a Nutracom, o Lipobio X utiliza a mais inovadora e eficaz tecnologia em encapsulamento e isolamento de ingredientes para liberação prolongada dos componentes da fórmula. Fase 1 - Cápsula externa: ômegas de absorção imediata. Fase 2 - Cápsula interna: cafeína anidra time release. Parece demasiadamente pretensiosa a propaganda da Nutracom sobre o Lipobio X como Abdominal Top Definition. Os suplementos alimentares termogênicos, tais como os suplementos de cafeína, auxiliam na perda de peso gordo, mas não existe suplemento que queime gordura localizada abdominal. Nem mesmo os exercícios abdominais queimam gordura localizada. Resumindo: o Lipobio X pode te ajudar a ter uma definição abdominal “top”, mas isso vai ter que se verificar em todo resto do corpo, não só no abdome. Afinal, o Lipobio X é só mais um suplemento alimentar de cafeína? O óleo de semente de linhaça acrescido em sua fórmula o torna mais eficiente que os demais suplementos termogênicos? Não se duvida que a cafeína tem efeito termogênico, e que as “gorduras boas” (ômegas 3 e 6 presentes no óleo de linhaça) também ajudam na queima de gordura corporal. Mas teria a combinação desses elementos efeito sinergético (eficácia superior se comparada ao uso isolado de cada substância)? De acordo com a Nutracom, na primeira fase de ação do Lipobio X, a cápsula externa dissolve-se rapidamente, liberando as substâncias que estimulam a quebra de gordura da região abdominal. A cápsula interna (com cafeína), seria mais resistente, e o seu contéudo liberado tardiamente. A ação termogênica ocorreria quando já realizado o estímulo anterior para a quebra de gordura pelos ômegas 3 e 6. Além disso, na segunda fase de liberação das substâncias, haveria aumento de energia, disposição, retardo na fadiga muscular e inibição do apetite. Em rápida pesquisa pela internet, não encontramos estudos científicos para embasar a proposta do produto. Se a eficácia do produto dependesse da embalagem, o Lipobio X poderia ser considerado um dos melhores termogênicos do mercado. A Nutracom caprichou na embalagem e nas cápsulas, revelando um cuidado especial, nos mínimos detalhes. O design é diferenciado e o aspecto geral de qualidade impressiona. Um exemplo a ser seguido por outros fabricantes de suplementos alimentares. Assista a um vídeo promocial da Nutracom sobre o modo de ação do Lipobio X (duas fases de ação do suplemento alimentar - cápsula externa e interna): O Lipobio X já está à venda nas melhores lojas de suplementos alimentares do Brasil. Se o produto não for tão revolucionário e eficaz como descrito no vídeo produzido pelo fabricante, ao menos parece ser um suplemento alimentar de cafeína e de óleo de linhaça de excelente qualidade, o que se denota logo na embalagem e nas distintas cápsulas duplas.
  15. Indiscutivelmente, o mercado nacional de suplementos alimentares tem evoluído mais nesses três últimos anos do que nos últimos vinte. O número de pesquisas e o próprio interesse das áreas médica e nutricional triplicaram, pois está mais do que evidente na literatura os benefícios da suplementação e cronosuplementação na saúde, qualidade de vida e longevidade das pessoas. Negar esta realidade seria como tapar os olhos e ignorar os incontáveis benefícios fartamente documentados por incontáveis estudos científicos que podem ser conseguidos com a correta suplementação. Basta aos envolvidos e responsáveis pelas prescrições nutricionais, saberem identificar quais suplementos são ou serão necessários ao determinado indivíduo para que assim possa-se obter sucesso no programa objetivado. Pensando nisso e com compromisso em pesquisas de aprimoramento tecnológico, chega um dos termogênicos mais inteligentes do mercado nacional. Com uma formulação exclusiva a base de óleo de sésamo e um blend a base de metil xantinas, o LIPODROL chega para revolucionar o mercado dos termogênicos neuroestimulantes e queimadores de gordura corporal através de uma potente lipólise (quebra da gordura como fonte de energia) e benefícios antioxidantes que irão preservar o tecido magro (músculo) otimizando assim os resultados almejados.O suplemento se baseia em duas fases inteligentes para liberação de energia que são: Fase 1: combinado do óleo de Sésamo para conduzir ação rápida e maior oxidação do tecido adiposo promovendo de forma visual a redução nas circunferências da cintura e diminuição do peso corporal em gorduras e eliminação de água subcutânea; Fase 2: blends de cafeína que aceleram o metabolismo de maneira gradual através da ação de micro grânulos. Essa formulação tende a ter uma liberação rápida e uma mais lenta, garantindo a queima da gordura corporal e acelerando o metabolismo. Temos inclusive benefícios extras na saúde e qualidade de vida pouco mencionados, principalmente quando se fala do óleo de sésamo. Na fase 1: O óleo de Sésamo tem demonstrado ser um excelente antibacteriano para agentes patogênicos comuns da pele como Staphylococcus e Streptococcus, assim como o conhecido pé de atleta. É naturalmente antiviral e um agente anti-inflamatório.Este óleo é eficaz no desbloqueio de artérias e na Holanda, tem sido usado por médicos em experiências que visam a melhora em doenças crônicas como diabetes, hepatite e enxaquecas. Estudos recentes demonstram que o óleo de semente de gergelim, (o óleo de sésamo) é um potente antioxidante inibidor de radicais livres poupando nossa massa muscular (dentre diversos outros fatores bioquímicos envolvidos), sendo inclusive indicado para tratamentos de colesterol, pois, tem-se documentado que as moléculas do óleo de gergelim mantém estáveis e melhorados os níveis do bom colesterol (HDL) e efeitos de diminuição dos níveis do mau colesterol (LDL).No intestino delgado e no colón temos visto que algumas células se alimentam de gordura. O óleo de gergelim pode fornecer a essas células seu alimento essencial.Em um estudo realizado pela Universidade Internacional Maharishi em Fairfiled, foi documentado que alunos da faculdade que usaram o óleo de gergelim lavando a boca tiveram redução de 85% das bactérias que causam a gengivite. O Óleo de semente de gergelim também ajuda a manter as articulações a sua flexibilidade. Mantém a pele macia e suave. Ele auxilia na cura e protege áreas de leves arranhões, cortes e abrasões.Portanto, pudemos observar que na fase um, seus efeitos estão muito além de benefícios estéticos, e estão diretamente relacionados com a saúde e qualidade de vida. Na fase 2: Para compreendermos o efeito da suplementação de cafeína no organismo em sua totalidade é necessário saber como ocorre seu efeito bioquímico no organismo. Vamos falar a real. A cafeína é rapidamente absorvida no trato gastrointestinal e se move através das membranas celulares com a mesma eficácia que é absorvida nos tecidos. Esta metilxantina (cafeína) é absorvida pelo fígado através de uma ação enzimática que resulta em três metabólitos que são a paraxantina, teofilina e teobromina. Sua ação na corrente sanguínea pode levar de 15 a 45 minutos dependendo de cada organismo e seus efeitos podem ser vistos de 2 a 6 horas após seu consumo via oral com decréscimo de 50 a 75% após o tempo de biodisponibilidade relatado. Portanto nossa fase 2 está diretamente relacionada a ação bioquímica lenta do produto no organismo.A cafeína por ter solubilidade através de ação lipídica, passando facilmente pela barreira sangue – cérebro, garantindo seus efeitos neuroestimulantes.Verificamos que a cafeína é mais potente em seus efeitos esportivos quando disponibilizada no modo anidro (LIPODROL vem disponível nesta versao), em comparação a cafeína convencional. A posologia da cafeína indicada na maioria dos estudos esportivos é de 3-6mg por kg de peso corporal e tem se mostrado extremamente efetiva na queima de gordura e ganho de energia neuroestimulante quando ingerida nesta dosagem. O LIPODROL vem na posologia de 286mg por dose o que se encaixa perfeitamente a indicação da maioria dos artigos.Importante lembrar que a dose específica depende do grau de resistência de cada pessoa. Existem pessoas mais resistentes “cafeinadas” e outras mais sensíveis, estamos falando de seres HUMANOS, e somos tão diferentes quanto nossas digitais, portanto nao existe regra. Recomendamos seu uso na dose mínima, em seguida verificação de feedback individual e na sequência, repetição de uso na dose diária ou não. Quebrando Mitos As pessoas tendem a usar o termogênico em horários de pré-treino. Nós não concordamos com essa premissa quando o objetivo é queima de gordura corporal, pois o treinamento já é um momento de natural termogênese e o uso do recurso irá causar um efeito tampão no momento de natural efeito lipolítico. Recomendo o seu uso longe do período de treino e longe do horário de dormir (6 horas antes). Por exemplo, se o indivíduo treina cedo que tome o termogênico a tarde, se ele treina a tarde que tome cedo, para que assim mantenha seu metabolismo acelerado durante todo o dia. Quando o objetivo está direcionado ao ganho de energia e melhora de performance esportiva através de neuroestimulantes, tem recomendado seu uso pré-treino. Bem, agora que entendemos perfeitamente seu mecanismo de funcionamento, podemos fazer uso desse excelente e inovador recurso criado pela INTEGRALMEDICA, time a qual faço parte e tenho orgulho de ser um membro da equipe técnica.Espero ter contribuído de maneira efetiva no conhecimento de todos os companheiros e admiradores de nosso trabalho. DEUS os abençoe e que grandes treinos venham. Strength & Loyalty Você pode comprar no LIPODROL no CP: http://www.corpoperfeito.com.br/produto/lipodrol-integralmedica
  16. A cafeína é um dos recursos ergogênicos mais consumidos no mundo. Os seus consumidores buscam um menor grau de fadiga e melhoria na performance. Embora não apresente valor nutritivo, a cafeína é considerada um ergogênico nutricional por estar presente em vários produtos alimentícios comercializados e consumidos atualmente. Alguns estudos sugerem, como o de Wollner Materko e Edil Luis Santos (periódico Motricidade de 2011 vol.7 p. 29), que a cafeína a cafeína exerce um efeito ergogênico sobre a força muscular submáxima ao longo de uma sessão de treino de força. Na teoria têm-se tentado explicar o efeito ergogênico da cafeína durante o exercício físico anaeróbio, relacionando-o ao efeito dessa substância em alguma porção do sistema nervoso central (SNC) e a propagação dos sinais neurais entre o cérebro e a junção neuromuscular e também ao efeito da cafeína sobre o músculo esquelético, facilitando a estimulação-contração do músculo esquelético. Alguns estudos têm indicado aumento da força muscular e maior resistência à instalação do processo de fadiga muscular após a ingestão de cafeína. Acredita-se que possa ocorrer um aumento de ação e liberação de noradrenalina e adrenalina. Algumas pesquisas têm mostrado os efeitos metabólicos da cafeína, verificando que a substância não só faz aumentar o gasto de energia, como também eleva a termogênese celular, a mobilização de ácidos graxos e a oxidação lipídica. O efeito da cafeína nos lipídeos e metabolismo energético demonstrou ser, na maioria das vezes, mediado pelo sistema nervoso central. Ou seja, a cafeína desde que administrada na dose correta, poderá promover uma melhor eficiência no metabolismo energético e muscular durante a prática esportiva, aumentando a lipólise (quebra de gordura, poupando glicogênio muscular e retardando a fadiga), contribuindo para melhorar a performance.
 Os efeitos da cafeína podem variar de pessoa para pessoa. Seu efeito tem sido demonstrado com doses entre 100 – 420mg, ou seja, duas xícaras de café já seriam suficientes para obter algum efeito. Em 150 ml (1 xícara) tem 103mg de cafeína, a de expresso tem 120mg e uma de chá verde tem 30mg. Muitos preferem a suplementação por cápsulas, que facilita a ingestão da quantidade necessária. É muito importante ressaltar que o uso de cafeína mal administrado poderá causar dependência e sintomas como dores de cabeça, irritabilidade e cansaço, que poderão ser desencadeados pela interrupção do uso da cafeína. Algumas pessoas são sensíveis à cafeína e podem não se sentir bem. Não é indicado seu uso à noite, já que causa agitação e pode prejudicar o sono, que é tão importante em qualquer atividade física. Portanto, procure um nutricionista para avaliar se é realmente indicado para você e a dose certa de acordo com o seu biotipo e objetivo. Convém lembrar, também, que a cafeína pode agravar certos problemas como gastrites, úlceras, anemia. Em indivíduos com determinadas patologias, como hipertensão, o uso é contra indicado.
  17. O que são alimentos termogênicos? Os alimentos termogênicos são aqueles que potencializam a termogênese processo que é regulado pelo sistema nervoso que leva à transformação da glicose e da gordura em energia. Simplificando, são alimentos que apresentam um maior nível de dificuldade em serem digeridos pelo organismo, acelerando o metabolismo e aumentando o gasto calórico em processos que, naturalmente, já realizam essa queima. Existem dois tipos de termogênicos: os naturais e os industrializados. Naturais: São aqueles que se apresentam da mesma forma como são encontrados na natureza, como é o caso do efeito termogênico que obtemos comendo pimenta vermelha. Industrializados: São cápsulas, conhecidas como suplementos, que contém em sua fórmula o princípio ativo do alimento termogênico. Alimentos termogênicos naturais Seguem os alimentos termogênicos de maior relevância. Estudos indicam que a quantidade de cada alimento é individual e deve ser feita sob orientação de um profissional. O exagero no consumo desses alimentos pode levar ao surgimento de sintomas como dor de cabeça, tontura, insônia e problemas gastrointestinais. Hipertensos e indivíduos com problemas cardíacos devem ter uma atenção maior, pois esses alimentos podem aumentar o bati alimentos fazem os batimentos cardíacos aumentarem. Gestantes e crianças também devem limitar o consumo de alimentos termogênicos. Pimenta vermelha: As pimentas são estimulantes do apetite e auxiliares da digestão. O seu componente ativo é a capsaicina. O consumo desse aditivo aumenta a salivação, estimula a secreção gástrica e a motilidade gastrointestinal, proporcionando uma sensação de bem-estar. Chá verde: É proveniente Camellia sinensis e não sofre fermentação. O chá verde é rico em polifenóis, sendo a maioria deles os flavanóis, e dentre estes ainda, predominam as catequinas. Gengibre: evita a flatulência e favorece a digestão. Suas propriedades estão mais ativas na raiz fresca e não em formas de balas. Mostarda: previne a formação de radicais livres no nosso organismo (antioxidante) além da sua ação termogênica. Café/guaraná/chocolate amargo: O componente ativo desses dois alimentos é a cafeína. Possui ação digestiva e diurética, combate a formação de gases e estimula o sistema nervoso central. A cafeína atinge níveis máximos de 15 a 45 minutos após a ingestão e permanece ativa no organismo de três a sete horas. Linhaça: é rica em fibras insolúveis, promove a saciedade, acelera a queima calórica, regulariza o intestino e combate o envelhecimento precoce. Canela: Sua ação termogênica garante a contribuição para o emagrecimento. Atua com efeito antioxidante e anti-inflamatório. Suplementos termogênicos industrializados Os componentes principais dos alimentos termogênicos naturais são isolados e suplementos são criados a partir destes produtos. A composição desses suplementos termogênicos se alterou ao longo dos anos por conta da frequente atualização da lista de substâncias proibidas pela ANVISA. Substâncias que possuem grande atividade estimuladora do metabolismo, como a efedrina e a dimethylamylamine (DMAA), presentes em algumas marcas de termogênicos, foram proibidas no Brasil, devido ao seu elevado risco de complicações cardiovasculares. Atualmente, os termogênicos mais utilizados são a cafeína e a sinefrina (Citrus auranthium) como substâncias termogênicas principais. Cafeína – A cafeína é uma substância muito utilizada como recurso ergogênico na prática esportiva com o objetivo de retardar a fadiga, ter efeito estimulante, aumento da performance em exercício de força e aeóbicos, além de aumentar a oxidação de gorduras. Estudos mostram eficácia na utilização de 3 a 6 mg de cafeína\kg de peso corporal. O pico de ação da cafeína ocorre 20 minutos após a sua ingestão. Alguns produtos termogênicos chegam a fornecer mais de 800 mg de cafeína por dia, o que é mais do que o dobro da dose considerada segura. Doses muito elevadas aumentam o risco de arritmias e isquemia cardíaca. A cafeína nos termogênicos é geralmente obtida através de pó de café, guaraná ou chá verde. Efeitos adversos: tremor, insônia, nervosismo, ansiedade, irritabilidade, elevação da pressão, náuseas, desconforto gastrointestinal e problemas estomacais. Sinefrina – A sinefrina é obtida através da Citrus auranthium, também conhecida como laranja-azeda ou laranja-amarga. A sinefrina tem sido frequentemente utilizada por pessoas que não querem fazer o uso da cafeína. Essa substancia além do efeito termogênico, também controla o apetite. A Anvisa recomenda dose máxima de 30mg por dia, mas vários suplementos comercializados apresentam uma concentração maior na composição. Efeitos adversos: aumento da pressão arterial, taquicardia e danos ao fígado. Outras substâncias: chitosan, cromo, ginseng, glucomanano (Amorphophallus Konjac), L-carnitina, psyllium, erva de São João, taurina e ácido linoleico são substâncias que também são usadas na composição de alguns termogênicos, muitas vezes associadas com cafeína e/ou sinefrina. Porém estas substâncias não apresentam evidências concretas de que sejam efetivas para perda de peso ou aumento da performance atlética, e ainda podem causar efeitos colaterais, por isso é sempre importante estar atento ao rótulo. Cuidado com o consumo de termogênicos! Nenhum suplemento termogênico deve ser consumido sem apoio de um profissional nutricionista. Até mesmo os produtos autorizados pela ANVISA podem causar efeitos colaterais graves se forem utilizados por indivíduos com fatores de risco para doenças cardiovasculares ou se as substâncias estimulantes estiverem em concentrações muito elevadas.
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