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  1. Vcs acham que esses IGF-1 vendidos pela internet são reais? Dão efeito ?
  2. É bem sabido que o treinamento com pesos na musculação estimula a produção natural de hormônios anabólicos ou anabolizantes pelo corpo. Existem algumas técnicas de treinamento que podem estimular ainda mais essa produção natural de hormônios, inclusive da testosterona. O planejamento das variáveis do treinamento com pesos tem reflexo direto na produção hormonal. Por exemplo, tempos maiores de descanso entre as séries aumentam a produção natural de testosterona (e de massa muscular), enquanto que tempos menores de descanso implicam na maior produção do hormônio do crescimento (GH) (e de definição). A seguir, apresentaremos algumas variáveis do treinamento e as respectivas respostas hormonais pelo organismo. Exercícios Multi-articulares Os exercícios multi-articulares estimulam maior produção natural de testosterona pelo corpo, comparando-se com exercícios não multi-articulares ou isolados. São exemplos de exercícios multi-articulares: agachamento, levantamento terra, supinos e levantamento olímpico. São exemplos de exercícios isolados: extensão de tríceps e burrinho (panturrilha). Cargas Elevadas Quanto maior a carga ou peso empregado no exercício, maior será a estimulação da produção natural de testosterona. Baseie-se na técnica do 1RM (defina como carga 85 a 95% do peso com o qual você consegue executar uma única repetição com movimento perfeito) e adote séries com aproximadamente 6 a 8 repetições com carga máxima, para fadigar a musculatura em cada série. Maior Intervalo entre as Séries - Foco na Testosterona e Hipertrofia Quanto maior for o intervalo adotado entre as séries, maior será a produção natural de testosterona. Um estudo científico observou a produção de testosterona em séries de agachamento e supino com intervalos entre 60 (sessenta), 90 (noventa) e 120 (cento e vinte) segundos. A maior liberação de testosterona ocorreu com o intervalo de 120 (cento e vinte) segundos. Menor Intervalo entre as Séries - Foco no Hormônio do Crescimento (GH) e Definição Quanto menor for o intervalo adotado entre as séries, maior será a produção natural de hormônio do crescimento (GH). O GH é necessário para a síntese protéica, recuperação dos tecidos e queima de gordura. O mesmo estudo mencionado no item anterior revelou que o intervalo de 60 (sessenta) segundos é o que resultou maior liberação de hormônio do crescimento (GH). Treinamento com Ênfase na Fase Excêntrica Dar ênfase na fase excêntrica do treinamento com pesos implica em maior liberação de GH. Um estudo avaliou a produção natural do hormônio do crescimento comparando um treinamento tradicional (mesma carga na fase excêntrica - movimento a favor da gravidade - e na fase concêntrica - movimento contra a gravidade) e um treinamento com ênfase na fase excêntrica. Foram avaliadas as respostas do treinamento de agachamento e supino. O treino tradicional era de 4 (quatro) séries de 6 (seis) repetições com aproximados 52,5% de 1RM. O treino de ênfase excêntrica consistiu em 3 (três) séries de 6 (seis) repetições com aproximados 40% de 1RM para a fase concêntrica e 100% de 1RM para a fase excêntrica. Foi significativamente maior a liberação de GH no treinamento de fase excêntrica, e houve melhor resposta de lactato no pós-treino para este tipo de treinamento. Portanto, o treinamento com ênfase na fase excêntrica é melhor para definição. Todavia, a execução desse tipo de treinamento é mais difícil, e, normalmente, demanda um parceiro de treino ou um personal trainer. Lembre-se que a ênfase na fase excêntrica no treinamento não precisa se dar apenas pela alteração da carga, como se deu no estudo mencionado acima. A execução do exercício com maior tempo na fase excêntrica também serve para enfatizá-la, e provoca maior hipertrofia pela maior liberação natural de hormônios, principalmente o GH, o IGF-1 (fator de crescimento similar à insula) e o MGF (ou IGF-1Ec). Treinar com Correntes ou Elásticos Os músculos são mais fracos quando estão próximos da contração máxima de movimento. Por isso, a adoção de correntes ou elásticos para aumentar a carga do exercício no momento em que há mais força para execução é uma técnica que é adotada por alguns fisiculturistas aumentar a hipertrofia. Não há estudos específicos que revelem maior liberação hormonal pelo emprego dessas técnicas, no entanto, há muitos estudos que indicam que o aumento da hipertrofia aumenta a liberação natural de GH. Logo, treinar com correntes ou elásticos pode aumentar a liberação do hormônio do crescimento. Isometria Pausas isométricas no treinamento aumentam a tensão instramuscular e elevam a liberação natural de IGF-1. Por exemplo, no supino, você pode segurar a barra quase encostada no peito por 4 (quatro) segundos em cada repetição. Treino com Pirâmide Crescente e Descrescente Intercaladas A variação do treinamento com técnicas estilo pirâmide (variação de carga e repetição dentro de uma mesma sessão de treinamento) influencia na regulação dos receptores androgênicos e aumenta a resposta da testosterona no organismo. Use pirâmides crescentes e pirâmides decrescentes intercaladas, colocando ainda mais carga na pirâmide crescente posterior. Repetições Forçadas Um parceiro de treino ou um personal trainer é essencial para se adotar esse tipo de treinamento. As repetições forçadas, após a fadiga, com a ajuda de um terceiro, aumentam a produção natural de GH e de IGF-1. Foi realizado um estudo avaliando o exercício de agachamento realizado até a fadiga e realizado com repetições forçadas com a ajuda de um parceiro de treino. No estudo, o número de repetições foi definido em 12 (doze). O treinamento de repetições forçadas consistiu em 8 (oito) repetições até a fadiga e mais 4 (quatro) repetições com auxílio ou forçadas. No treinamento sem repetições forçadas, deveriam ser realizadas 12 (doze) repetições até a fadiga, sem ajuda. O treinamento com repetições forçadas promoveu maior liberação natural de testosterona. Constatou-se que o exaurimento quase que absoluto das fibras musculares pelas repetições forçadas implicou no aumento da síntese protéica por até 72 (setenta e duas) horas após o treino. Exaurimento Final Findo o treino, outra técnica que pode ser adotada para aumentar a resposta hormonal natural do organismo são exercícios para exaurimento ou esgotamento final. Para promover esse exaurimento você pode combinar as técnicas de pausas isométrica e ênfase na fase excêntrica dos movimentos. Essa promoção de exaurimento final eleva a produção natural de IGF-1 e MGF. Por exemplo, para exaurir completamente a musculatura dos braços (num treinamento de bíceps), faça barra fixa com a pegada supinada e a pegada fechada. Suba o corpo até que se forme um ângulo de 90 (noventa) graus no cotovelo e segure a posição por 30 (trinta) segundos. Desça lentamente, e faça quantas repetições conseguir (até não sobrar força alguma nos braços). Use caneleiras se necessário. Conclusão O aumento dos hormônios anabólicos ou anabolizantes pode se dar naturalmente, pelo treinamento com pesos. Utilize as variáveis do treinamento para aumentar a sua hipertrofia ou definição muscular. As técnicas indicadas nesta matéria dificilmente poderão ser inseridas numa única sessão de treinamento. Planeje com seu professor ou personal trainer as melhores técnicas para cada grupamento muscular, e, também, para o seu programa de periodização de treino. Aproveite ao máximo cada sessão de treinamento na academia! Fontes: 7 Smart Ways to Boost Your Testosterone 6 Ways to Increase Testosterone With Exercise All Natural: What Are the Best Protocols to Naturally Increase Hormone Response, Such as Testosterone, with Weight Training?
  3. Alguém usa ou já usou creatina com igf-1 por mais de dois meses? Deu um bom resultado? Teria como postar as fotos de antes e depois? A creatina diminui o nível de miostatina, conforme esse estudo:https://www.musculacao.net/a-creatina-e-um-inibidor-da-miostatina/ E um detalhe é que com a miostatina inibida é o igf-1 que promove a proliferação celular! Por isso, é que se um indíviduo tomasse creatina e usasse o igf-1 iria exarcebar os seus resustados! O que acham?
  4. Hormônio do Crescimento - GH Introdução O hormônio do crescimento (GH) é um polipeptídio produzido e secretado por células especializadas localizadas na hipófise anterior, e cuja principal função é a promoção do crescimento e desenvolvimento corporal (1). A secreção do GH é mediada por dois fatores: hormônio de liberação do hormônio do crescimento (GHRH) e o hormônio do crescimento (Somatostatina). Os estímulos para a produção de GH são a diminuição da glicose ou dos ácidos graxos livres, aumento da arginina e jejum, IV estágio do sono, exercício físico, estresse, entre outros. A principal ação do GH sobre o crescimento pode ser considerada indireta, sendo que o hormônio do crescimento age diretamente sobre as células do fígado, aonde se liga ao seu receptor e induz uma série de eventos que acabam por resultar, entre outros, na produção do fator de crescimento semelhante à insulina IGF-1 (ou somatomedina C). IGFs são fatores de crescimento com estrutura molecular homóloga à da insulina, encontrados na forma de IGF-1 e IGF-2, sendo sintetizados pelo fígado e pela maioria das células orgânicas , em resposta à ativação promovida pelo GH ou de forma GH-independente. Os IGFs influenciam no crescimento, diferenciação e metabolismo celulares e encontram-se ligados a proteínas carreadoras denominadas IGFBPs (IGFBPs 1,2,3,4,5 e 6). (2) O GH pode aumentar a oxidação de ácidos graxos perante uma restrição calórica, acelera a lipólise, promove uma conservação de nitrogênio e alterações da composição corporal. Adultos com deficiência de GH podem apresentar aumento da gordura corporal e uma redução de massa magra, em relação a adultos normais, podendo ter importantes conseqüências metabólicas no metabolismo lipídico, levando a um aumento do risco de doença cardiovascular (3). Atualmente existem no mercado brasileiro duas formas de se administrar o hormônio de crescimento: frascos para diluição e posterior aplicação através de seringas e canetas com a medicação em solução pronta para aplicação. No Sistema Único de Saúde (SUS), o produto atualmente adquirido deve ser aplicado através de seringas. A não utilização de canetas, pelo SUS, é atribuída ao maior custo da medicação. Estudos indicam que a administração de GH através de caneta é mais conveniente, melhor aceita pelos pacientes e resulta em menor desperdício quando comparada com o tratamento por seringa (4). Administração do GH em pacientes com deficiência Geralmente o GH é utilizado em idosos, indivíduos com HIV-positivo, idosos e jovens. O tratamento com GH para pacientes com deficiência do mesmo foi realizado inicialmente com a administração de GH obtido a partir da hipófise de cadáveres humanos. Porém esta forma de tratamento foi suspensa em 1985 por estar relacionada à ocorrência da doença de Creutzfeldt-Jakob (encefalopatia). Nesse mesmo período tornou-se disponível a somatropina humana recombinante, forma biossintética que substituiu o tratamento anterior (1). É recomendado para quem têm deficiência de GH a utilização de Somatropina 0,025–0,035mg/kg/dia administrados via subcutânea à noite 6–7 vezes/semana. As apresentações comerciais disponíveis no Programa de Medicamentos Excepcionais são de 4 e 12UI por frasco ampola. A fórmula de conversão é 3UI equivalem a 1mg. Existem apresentações comerciais com volumes de diluente diferentes para a mesma dose de hormônio, o que deverá ser observado quando da prescrição e orientação ao paciente (1). Riscos do uso indiscriminado do GH A terapia com GH em doses elevadas pode acarretar, de forma dose-dependente, resistência à insulina e pode desencadear também diabetes mellitus tipo 2 em pacientes predispostos, além de Acromegalia e aparecimento de traços acromegalóides (5). Acromegalia pode ser definida como um crescimento desproporcional em diversas vísceras, tecidos moles, órgãos internos e alguns ossos membranosos como os das mãos, pés, nariz e mandíbula. Além disso, em alguns indivíduos o GH diminui os níveis do hormônio T3 (ativo) enquanto aumenta a Tireóide inativa T4. Quando os valores de T3 são baixos o ritmo da síntese protéica pode diminuir, o que conseqüentemente pode diminuir também o anabolismo muscular. Nesse sentido, é importante manter alto a atividade da glândula tireóide. Para evitar este efeito indesejável do GH alguns atletas usam também o CYTOMEL (triyodotironina de sódio fabricado sinteticamente que se assemelhar ao tricodide-thyronine do hormônio tiróide natural (L-T3). E também administrado com esteróides anabólicos altamente androgênicos, como Hemogenin, Halotestin, Deposteron e outros. Aplicações práticas Em forma liofilizada, o GH deve ser mantido constantemente a uma temperatura entre 2 - 8 graus centígrados, e, a partir do momento em que for dissolvido, devem ser consumidos no máximo em 7 dias, sob o risco de perder o seu valor biológico. O GH é utilizado tanto para ganho de massa muscular tanto para queima de gordura, mesmo com certa “desconfiança” por parte do meio científico quanto a sua eficácia. Alguns atletas que praticam treinamentos intensos, com algum risco para suas articulações também utilizam esta droga, tendo em vista a fama que esta droga têm na sobre o tecido conjuntivo, tendões, etc. O efeito do GH sobre a diminuição da massa gorda corporal parece demorar em média 4 semanas, enquanto que os efeitos sobre o ganho de massa muscular parecem demorar mais ainda. É comum atletas utilizarem outras drogas associadas ao GH, para maximizar o ganho de massa muscular. Mais do que isso o GH parece fazer efeito no ganho de massa muscular apenas com a associação com outras drogas. Uma droga muito associada com o GH é a insulina, como exemplo temos a insulina Humulin- R (esta é uma insulina relativamente rápida, com meia-vida de 4-6 horas). Um aspecto que deve ser levada em consideração é o efeito que o GH exerce sobre a mobilização de gorduras, conhecida como lipólise. O GH aumenta a lipólise, então ao administrar o GH antes de uma atividade física intensa ou de longa duração o processo de lipólise estará mais acelerado ainda, tendo em vista que este processo já está acontecendo no organismo (6). Então não é recomendado que se utilize o GH antes de praticar uma atividade física exaustiva, pois aumentaria a acidose muscular diminuindo o rendimento além dos riscos a saúde. Cuidado quanto a isto!!! Ciclos utilizados A administração pode ser crescente de 5-8ui/dia durante 3 meses e meio. Ou 2UI de GH de manha e 2 UI a noite, depois de treinar. Muitos atletas utilizam estas dosagens por meses, chegando em alguns relatos a ciclos de 1 ano sem pausas! Já outros com doses menores, 2UI/dia mais também com longos prazos, entre 2 à 6 meses. Normalmente alguns atletas utilizam juntamente com as doses de GH, 6 UI de Humulin- R (esta é uma insulina relativamente rápida, com meia-vida de 4-6 horas) às seis da manha e 4 UI oito horas mais tarde ou depois do treinamento. Estes atletas se asseguram de ingerirem 60 g de carboidratos no café da manha e 40g com a segunda injeção de insulina. Eles alegam que isto parece resolver o problema de resistência a insulina e, portanto de permitir a iniciar o anabolismo. Prevendo qualquer problema a respeito da glicemia, estes atletas costumam carregar sempre algumas ampolas de glucagon (hormônio contrario a insulina) de modo que se verificam algum problema, possam manter a glicemia sobre controle antes de acontecer o pior. Estudos recentes indicam que 3,5% dos atletas americanos usaram hormônio de crescimento em doses elevadas de 3 a 8 mg diariamente por várias semanas, meses antes de eventos esportivos internacionais. Outras informações nos levam a acreditar que atletas que usaram substâncias anabólicas (geralmente hormônios tipo masculino ou androgênicos) também usaram, concomitantemente, 10 mg intramuscular de GH diariamente, o que é uma superdose de GH (7). Referências 1 – Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas deficiência de hormônio do crescimento – hipopituitarismo somatropina. Ministério da saúde secretaria de ciência, tecnologia e insumos estratégicos departamento de assistência farmacêutica. Portaria SCTIE nº 67 de 06 de novembro de 2006. 2 - Gomes, J.R.; Caetano, F. H.; Hermini, H. A.; Rogatto, G. P.; Luciano, E. Efeitos do treinamento físico sobre o hormônio do crescimento (GH) e fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-1) em ratos diabéticos. R. bras. Ci. e Mov. 11(3): 57-62, 2003. 3 - Halpern, Alfredo ; Mancini, Marcio Corrêa ; Cercato, Cíntia ; Villares, Sandra Mara F. ; Costa, Ana Paula A.C. . Efeito do hormônio de crescimento sobre parâmetros antropométricos e metabólicos na obesidade andróide. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, v. 50, p. 68-73, 2006 4 - Marchisotti, F. G. ; Carvalho, L. R. S. ; Berger, K. ; Arnhold, I. J. P. ; Mendonça, B. B. . Tratamento da deficiência do hormônio de crescimento (GH) em crianças: Comparação entre o uso de canetas versus frascos/seringas. Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, v. 51, p. 1093-1096, 2007. 5 - Cutfield WS, Wilton P, Bennmarker H, Albertsson-Wikland K, Chatelain P, Ranke MB, et al. Incidence of diabetes mellitus and impaired glucose tolerance in children and adolescents receiving growth-hormone treatment. Lancet; 355:610-3, 2000. 6 - Peres, RAN. ; Guimarães Neto, WM. Guerra metabólica manual de sobrevivência. 2° edição. Midiograf. Londrina, 2005. 7 - Phillips WN. Anabolic reference guide, 10° Ed, 2005. Matéria de Gustavo Barquilha Joel e Luis Gustavo da Silva Rodrigues.
  5. Nestes últimos anos se fez muito alarde em cima do uso do hormônio GH, promete-se milagre tanto na parte muscular, como na queima de gordura e até na parte estética, no rejuvenescimento. Mas será que realmente podemos confiar? Vale a pena o gasto de grandes quantias em dinheiro com este hormônio? Leia e tire suas conclusões: O que é GH (hormônio do crescimento)? Também conhecido como somatotropina é produzido pela glândula pituitária, possui uma cadeia de 191 aminoácidos. É responsável pelo crescimento dos músculos, ligamentos e cartilagens. Atua também na melhora da textura da pele e na lipólise (queima de gorduras). O GH atua diretamente no aumento da lipólise (queima de gorduras) e promove a resistência à insulina. O GH é produzido em jovens para o crescimento adequado dos ossos, músculos e outros tecidos. Em adultos é responsável por evitar a perda de tecido muscular, como já mencionamos antes, pela lipólise, pela regulação dos aspectos de nossas funções metabólicas, pela manutenção de um corpo saudável em idade avançada, pela mantenção e reparação de nossa pele e de outros tecidos. Com a idade o nível de GH de nosso corpo vai caindo. Isso ocorre logo após a adolescência. Depois dos 20 anos a produção de GH é reduzida em aproximadamente 14% por década. Aos 60 anos você produz 25% do que produzia quando tinha 20 anos, por isso, envelhecemos. Causas da diminuição do GH: Aumento de gordura; Diminuição do volume dos músculos; Diminuição da densidade óssea, com isso ocorre doenças como osteoporose, e outras doenças da degeneração óssea; Diminuição da função cerebral, perda do intelecto; Aumento das doenças devido a menor qualidade do sono; Envelhecimento da pele. O que me admira é que sabendo de tudo isso, por que não se faz uma administração médica de GH após os 30 anos? Isso reduziria esses sintomas e atuaria no rejuvenescimento. Existem tantas técnicas que adotadas em clinicas de estética para prevenir envelhecimento, muitas vezes absurdamente caras, e sem resultado nenhum. Será que uma administração de GH não seria a solução mais simples? Quais são os interesses por trás da mistificação do uso do GH? Fica aí a duvida. O GH é produzido em nosso corpo naturalmente pelos exercícios intensos, pelo stress, e por algumas drogas. A produção principal é pelo sono (nas duas primeiras horas de sono profundo). Por isso, vem sendo questionada a forma como é administrado o GH exógeno, normalmente antes de se deitar para dormir. Seria correto, já que o corpo vai produzir durante o sono, administrar o hormônio exôgeno em horário diverso, onde a produção natural é menor. Após o GH ser liberado, ele tem uma vida muito curta. O GH atua durante meia hora. Dentro dessa meia hora, viaja até o fígado e outros tecidos e induz a secreção de um hormônio polipeptídico denominado fator de crescimento, semelhante à insulina (IGF-1). O fator de crescimento estimula a proliferação dos condrocitos (células de cartilagem), resultando no crescimento ósseo, também envolvido no estimulo à proliferação e diferenciação dos mioblastos (percursor das fibras dos músculos). O IGF-1 também estimula a capacitação de aminoácidos e síntese de proteínas nos músculos e outros tecidos. Para quem utiliza o GH para aumento de massa magra, o maior beneficio do GH é na lipólise. Não tem ele influência expressiva no aumento de massa muscular. Por isso, quem normalmente busca mudanças físicas administra o GH com outros hormônios, tais como insulina, testosterona, além dos hormônios da tireóide. Eu acho engraçado quando alguém diz "vou fazer um ciclo de GH". Não existe ciclo de GH!!! Ao contrário de outras drogas, o ciclo de 8 a 12 semanas de GH nada vai te adiantar. É um hormônio de custo elevado. Você vai perder muito dinheiro, tanto se buscar rejuvenescimento quanto se buscar performance física (hipertrofia muscular e lipólise). O GH só funciona se for usado a longo prazo, constantemente. Ao iniciar a administração de GH, inclua-o no seu orçamento mensal. Assim como a dieta, será um companheiro para o resto de sua vida. Para encerrar, uma dica: não espere deste ou de qualquer outro hormônio um milagre, pois nada faz milagres. Sem uma dieta correta e um treino intenso, de nada adiantará você gastar milhões com GH e outros hormônios. Os resultados não serão os esperados. Fique esperto antes de investir seu dinheiro, pense que você vai ter que treinar pesado e fazer dieta de verdade. Até a próxima!!!!!
  6. O IGF-1, também conhecido como fator de crescimento semelhante à insulina 1 ou Somatomedina, é um hormônio complexo e interessante devido ao seu potencial de ter efeitos benéficos e prejudiciais à sua saúde, dependendo de quanto seu corpo produz. O trabalho mais importante dele é promover o crescimento celular (daí o nome). O IGF é conhecido como um fator de crescimento e faz parte de um grupo de hormônios que constroem tecidos e células, incluindo também o fator de crescimento epidérmico, fator de crescimento derivado de plaquetas e fator de crescimento nervoso. Por um lado, o IGF-1 possui certos efeitos antienvelhecimento e de aumento de desempenho – inclusive ajudando a construir e reter massa muscular e massa óssea. Mas, por outro lado, altos níveis têm sido associados a um aumento do risco de desenvolver alguns tipos de câncer e até mesmo a redução do tempo de vida. Abaixo, veremos os efeitos bons e ruins e discutiremos os fatores relacionados ao estilo de vida que aumentam e inibem-no. O que é IGF-1? O que significa o IGF-1? Significa “insulin like growth factor 1”. Qual é o papel dele? É um hormônio peptídeo anabólico que tem o papel de estimular o crescimento e, em menor grau, apoiar a manutenção dos níveis normais de açúcar no sangue. Anteriormente era chamado de somatomedina (ou somatomedina C) porque é um peptídeo da família das somatomedinas. Foi determinado que o IGF-1 é um “polipeptídeo de 70 aminoácidos de cadeia única reticulado por 3 pontes de dissulfeto”. IGF-1 tem seu nome atual porque tem certas ações semelhantes à insulina no corpo (incluindo a redução de açúcar no sangue), mas não é tão poderoso quanto a insulina quando se trata de controlar os níveis de glicose no sangue. Por mediar muitos dos efeitos do hormônio de crescimento humano, muitas pessoas discutem esses dois hormônios de maneira intercambiável. Outro hormônio peptídico que é semelhante que é chamado IGF-2. Ambos os fatores de crescimento têm uma estrutura semelhante à insulina. Ambos são produzidos principalmente no fígado e também em outros tecidos, em resposta à liberação do hormônio do crescimento pela glândula pituitária. Ambas são consideradas extensões do hormônio do crescimento humano porque têm muitos dos mesmos efeitos. Como IGF-1 e IGF-2 diferem de outro? Eles se ligam e ativam diferentes receptores, causando o crescimento de diferentes células e tecidos. O IGF-1 estimula principalmente a hipertrofia (aumento do tamanho das células) e hiperplasia (aumento do número de células) em crianças e adultos. Ele faz isso em tecidos, incluindo músculos e ossos. O IGF-2 é altamente ativo durante o desenvolvimento fetal, ajudando no crescimento celular (proliferação) e na formação de tecido, mas se torna muito menos ativo após o nascimento. IGF-1: bom ou mau? Quais são os benefícios do IGF-1, e eles superam os riscos envolvidos em ter níveis mais altos desse hormônio? Aqui estão algumas das coisas positivas que ele faz para nós (mais sobre isso abaixo): Ajuda a construir massa muscular e aumentar a força Ajuda a prevenir a perda muscular Pode melhorar o desempenho físico, melhorar a recuperação muscular e ajudar na cicatrização de lesões Pode ajudar a regular os níveis de gordura corporal (tecido adiposo) Cria força em resposta ao treinamento de força. Ajuda a construir ossos e protege contra a perda óssea Pode ajudar a regular os níveis de açúcar no sangue e diminuir os fatores de risco para diabetes Apoia o crescimento e desenvolvimento em crianças Pode ajudar a proteger a saúde cognitiva e lutar contra doenças neurológicas ou perda de células cerebrais, agindo como um fator neurotrófico Apoia o crescimento endotelial vascular Pode ajudar a prevenir o enfraquecimento da pele Pode ajudar a prevenir hipoglicemia (baixos níveis de açúcar) Pode ajudar a apoiar a função renal e a filtração do sangue Por outro lado, aqui estão alguns dos efeitos negativos que ele pode ter em nossa saúde: Pode promover o desenvolvimento do câncer Pode levar a uma diminuição no tempo de vida (de acordo com estudos em animais) Para algumas pessoas, quando ouvem a palavra IGF-1, a primeira coisa que vem à mente são as drogas que melhoram o desempenho. É importante ressaltar que a suplementação para aumentar o desempenho não é recomendada e nem necessariamente segura. Isso foi associado a efeitos colaterais, incluindo: Metabolismo da glicose prejudicada e hipoglicemia Edema retiniano Fadiga Mudanças na função sexual Dor muscular grave 5 benefícios do IGF-1 1. Ajuda a construir músculos Muitos estudos mostram que o IGF-1 estimula a hipertrofia do músculo esquelético e uma mudança para o metabolismo glicolítico, permitindo que você construa força. Ele também ativa vários canais que ajudam na expressão de outros fatores de crescimento. E pode ajudar a diminuir a perda de massa muscular relacionada à idade (também chamada de sarcopenia ou atrofia muscular), preservando a massa muscular magra. 2. Ajuda a prevenir o declínio cognitivo em adultos idosos Aqui está outra descoberta interessante quando se trata de retardar os efeitos do envelhecimento: maiores concentrações circulantes de IGF-1 em adultos mais velhos podem ajudar a prevenir a perda neuronal e o declínio relacionado à idade nas funções cognitivas. Pesquisadores de um estudo disseram: “Descobrimos que os níveis de IGF-I estão significativamente associados aos desempenhos no teste de Substituição do Símbolo de Dígito e na Tarefa de Mudança de Conceito, que mede a velocidade de processamento mental e perceptivo-motor. Indivíduos com níveis mais altos tiveram melhor desempenho nesses testes, cujo desempenho é conhecido por diminuir com o envelhecimento ”. Os especialistas acham que o IGF-1 pode ajudar a impulsionar a função executiva (um conjunto de habilidades mentais que ajudam a completar as tarefas diárias) e a memória verbal. E em certos estudos com animais, descobriu-se que o IGF-1 pode ajudar a proteger contra a doença de Parkinson e induzir a depuração de betas amilóides no cérebro, que em níveis elevados estão associados à doença de Alzheimer. 3. Auxilia na Saúde Metabólica e Combate o Diabetes Tipo 2 IGF-1 e insulina trabalham juntos para manter os níveis de açúcar no sangue estáveis. Dependendo dos tipos de alimentos que você come, eles determinam o que seu corpo usará para energia (gordura ou glicose) e onde o excesso de energia será armazenado. Alguns estudos descobriram que, quando pacientes diabéticos tipo 2 são tratados com IGF-1, os níveis de açúcar no sangue diminuem, a sensibilidade à insulina melhora e os lipídios sanguíneos também melhoram. Também pode ser benéfico quando você está jejuando ou seguindo a dieta cetogênica porque pode ajudar você a queimar gordura como combustível em vez de glicose. 4. Ajuda a construir ossos e preservar a saúde óssea O IGF-1 demonstrou desempenhar um papel na formação óssea e pode ajudar a prevenir a perda óssea na velhice (especialmente em mulheres pós-menopáusicas que correm o maior risco de doenças relacionadas com os ossos, como a osteoporose). Os pesquisadores acreditam que o hormônio estimula a formação óssea por ter um efeito direto sobre os osteoblastos. O hormônio do crescimento e IGF-1 também são fundamentais no crescimento do esqueleto durante a puberdade. Um estudo que enfocou a densidade mineral óssea e o conteúdo mineral ósseo (CMO) em 59 afro-americanos e 59 meninas brancas, com idades entre 7 e 10 anos, descobriu que concentrações plasmáticas de IGF-1 mais elevadas estavam correlacionadas com melhor IMC em idade mais jovem também. 5. Facilita o crescimento e o desenvolvimento Estudos descobriram que concentrações mais altas de IGF-1 em fetos resultam em tamanho fetal maior. Em estudos com animais, a deficiência de IGF-1 foi associada a um comprometimento do desenvolvimento neurológico, sugerindo que o IGF-1 tem papéis específicos no crescimento axonal e na mielinização. A deficiência no IGF-1 também tem sido associada à mortalidade neonatal. Como o IGF-1 é um promotor de crescimento, faz sentido que os níveis sanguíneos de IGF-1 aumentem progressivamente durante a infância e alcancem o pico na época da puberdade. Após a puberdade, quando o crescimento rápido é concluído, os níveis de IGF-1 diminuem. Os defeitos no gene que ajuda a estimular a produção de IGF-1 causam deficiência de fator de crescimento semelhante à insulina I, que está associada ao crescimento e desenvolvimento atrofiados. Perigos do IGF-1 1. Pode contribuir para o desenvolvimento do câncer O IGF-1 é o que alguns chamam de “promotor de crescimento”, porque tem demonstrado promover o crescimento de células cancerosas. Esta é uma razão pela qual a pesquisa sugere que adultos mais velhos que têm níveis mais baixos de IGF-1 também têm um risco menor de desenvolver certos tipos de câncer, incluindo câncer de mama, ovário, próstata, colorretal e pulmão. Alguns estudos encontraram uma associação especialmente forte entre as concentrações circulantes de IGF-1 e o risco de câncer de mama em mulheres na pré-menopausa, mas não na pós-menopausa. Ainda não está totalmente claro como o IGF-1 pode contribuir para o câncer. Alguns acreditam que o IGF-1 pode causar aumento da transformação celular, migração celular, metástase e crescimento de tumores. Parece que o IGF-1 não causa câncer, mas pode permitir que ele progrida e se espalhe mais rapidamente. No geral, ainda há mais para aprender sobre como o IGF-1 pode afetar o risco de câncer, mas, por enquanto, não é considerado seguro suplementar com o IGF-1 sem ser informado por um médico. É considerado um suplemento ilegal e proibido em esportes profissionais, o que deve ser suficiente para você pensar duas vezes antes de usá-lo! 2. Pode diminuir o tempo de vida Em certos estudos em animais realizados em ratos, vermes e moscas, os níveis de IGF-1 diminuíram, na verdade, levando a uma maior longevidade. O aumento do hormônio do crescimento em quantidades significativas tem sido demonstrado, em alguns estudos com animais, reduzir o tempo de vida em até 50%, enquanto a redução dos níveis mostrou aumentar em até 33% o tempo de vida. Ainda não está totalmente claro por que isso acontece, e o assunto continua controverso. IGF-1 menor pode promover uma vida mais longa em animais, mas, por outro lado, alguns especialistas acreditam que o IGF-1 pode aumentar a expressão de genes associados à resistência ao estresse e ajudar a combater o estresse oxidativo. O IGF-1 pode ajudar a diminuir as respostas inflamatórias, suprime o estresse oxidativo e diminui a progressão da aterosclerose. Com base nesses achados, ainda não se sabe como os hormônios de crescimento influenciam a longevidade, as respostas inflamatórias e o desenvolvimento de doenças crônicas. Como aumentar o IGF-1 vs. Inibir Em geral, para manter a saúde ideal, você quer ter um nível normal/moderado, mas não muito ou pouco. Alguns estudos sugerem que ter o que é considerado um nível muito baixo ou muito alto de IGF-1 pode aumentar o risco de morte (também conhecido como risco de mortalidade). Então, o que é considerado um nível normal? Depende da sua idade e sexo. Os machos têm níveis mais elevados de do que as fêmeas. A adolescência é o momento em que os níveis devem ser mais altos, antes de diminuir e depois diminuir durante a vida adulta. Aqui estão aproximadamente os intervalos de referências normais de exame de IGF-1, dependendo da sua idade: 0-3 anos: 18-229 ng / mL 4-8 anos: 30-356 ng / mL 8 a 13 anos: 61 a 589 ng / mL 14 a 22 anos: 91 a 442 ng / mL 23 a 35 anos: 99 a 310 ng / mL 36 a 50 anos: 48 a 259 ng / mL 51-65 anos: 37-220 ng / mL 66-80 anos: 33-192 ng / mL 81-> 91 anos: 32-173 ng / mL Existem Alimentos que aumentam o IGF-1? De certa forma, sim. Você pode aumentar a produção de IGF-1 comendo uma dieta saudável que inclui quantidades moderadas de proteína (mas não quantidades muito altas) e pobre em açúcar e carboidratos processados. É importante comer uma dieta não processada e rica em nutrientes que ajude a apoiar a sensibilidade à insulina, uma vez que o IGF-1 e a insulina funcionam em conjunto de várias maneiras e se equilibram mutuamente. A insulina regula o metabolismo energético e também aumenta a bioatividade do hormônio. Estudos sugerem que dietas ricas em proteínas podem aumentar os níveis de IGF-1, mas que maior ingestão de gordura, em particular gordura saturada, pode levar a níveis mais baixos. Jejum e “dietas extremas” podem fazer com que os níveis de IGF-1 caiam e permaneçam inativos por um período de tempo. A produção de IGF-1 pode diminuir em resposta a jejum intermitente, restrição calórica ou fome, porque não há combustível suficiente disponível temporariamente para construir novos tecidos. No entanto, de acordo com alguns estudos com animais, os níveis podem se recuperar após 24 horas de realimentação, embora não aos níveis iniciais. Coisas que aumentam o IGF-1: Exercícios intensos / extenuantes de exercícios e HIIT – Exercícios vigorosos ajudam a liberar mais hormônio do crescimento, especialmente quando você acabou de começar esse tipo de exercício. Com o tempo, porém, à medida que seu corpo se adapta ao exercício intenso, você pode começar a liberar menos. Resistência / treinamento de força – O treinamento de força é uma das melhores maneiras de aumentar o IGF-1 e reter a massa muscular. Ajuda-nos a adaptar ao “stress” que os nossos músculos sofrem quando os desafiamos com pesos pesados. O fato de podermos construir força e massa muscular magra quando treinamos força pode ser parcialmente atribuído ao hormônio do crescimento e ao IGF-1. Comer quantidades elevadas de laticínios e proteínas – Há algumas evidências de que o alto consumo de proteína dos produtos lácteos pode levar a níveis sanguíneos mais altos. Comer bastante calorias para apoiar o seu nível de atividade e necessidades. Dormir o suficiente – A privação do sono pode interferir na saúde geral dos hormônios de várias maneiras. Ter sono de qualidade é importante para a produção de hormônio do crescimento, recuperação do exercício, saúde neurológica, controle do apetite e muito mais. Sessões de sauna – Certos estudos sugerem que sessões de sauna de 60 minutos duas vezes por dia durante uma semana podem aumentar significativamente a produção do hormônio de crescimento, que se acredita também se aplicar ao IGF-1. Para reiterar meu ponto acima, não é seguro complementar com o IGF-1 no momento. A suplementação deve ser feita apenas em circunstâncias muito específicas e quando você está sendo monitorado de perto por um médico. Coisas que Inibem o IGF-1: Envelhecimento, uma vez que a idade avançada está associada à diminuição da produção de hormônios de crescimento Restrição calórica, jejum, dietas extremas e restrição proteica Altos níveis de insulina, uma vez que isso pode diminuir a necessidade do corpo por IGF-1 Estilo de vida sedentário / falta de exercício Privação de sono Níveis mais altos de estrogênio, como a alta ingestão de lignanas e alimentos fitoestrógenos, como soja. Alta ingestão de álcool Altos níveis de estresse Considerações finais sobre o IGF-1 É um hormônio peptídeo anabólico, seu papel envolve estimular o crescimento de células e tecidos, incluindo músculos e ossos. O IGF-1 possui ambos os efeitos benéficos, incluindo a luta contra os efeitos do envelhecimento, mas também alguns efeitos potencialmente prejudiciais. Os benefícios incluem: construir massa muscular, prevenir a perda de massa muscular, construir massa óssea, ajudar no crescimento, controlar os níveis de açúcar no sangue e proteger contra distúrbios neurológicos. Os perigos do IGF-1 incluem: aumentar potencialmente o risco de alguns cancros e reduzir a esperança de vida. Exercício, jejum e outros “estressores benéficos”, como a terapia de sauna, podem aumentar os níveis de IGF-1. Ser sedentário, ter altos níveis de insulina, estresse e privação de sono pode inibir os níveis de IGF-1. https://nutrindoideias.com/hormonios/igf-1/
  7. Idade: 29 Tempo de Treino: Muitos anos Objetivo como o Ciclo: Mais definição e músculos melhores/mais firmes Medida do braço: 40 cm Altura: 1,83 Peso: 84 kg Se possivel tbm adicionar: BF: 18% Estrutura da TPC: Silimarina 500 mg /Anastrozol 1mg/ Clomifeno 100 mg/ Vit. E 1000UI Estrutura do Ciclo: ( dosagens das drogas/semanas.. ): Composto Oxandrolona 30 mg/ TRibulus 750mg/ Eurycoma Longifolia 100mg/ Coenzima Q10 210 mg (espalhados em 3x dia) IGF-1: 110 mcg/dia Testosterona bioidêntica: 50 mg/dia Quantidade de ciclos já feitos: PRimeiro ciclo. Boa noite, moçada. Resolvi fazer esse tópico mais pra pegar uma ideia geral do que os doutores/embaixadores daqui acham desse ciclo e também pra tirar uma dúvida específica. BOm, primeiramente, o ciclo via ser esse mesmo. Já manipulei e estou com tudo em mãos. Minha dúvida vem do TPC. O médico falou que é pra eu tomar tudo ao mesmo tempo, inclusive a Silimarina/Anastrozol/CLomifeno. Costumam fazer muito isso? PElo que vi da quantidade que veio em cada fórmula, o Oxan via durar 45 dias, a Testo aprox. 30 dias, e o igf-1 80 dias. Já o composto com a Silimarina uns 5 meses (já que são 60 caps, e tomo 1 cap 3x na semana). Sei que o natural é confiar no médico, mas de uns tempos pra cá sempre dou uma checada e uma pesquisada. Até tentei ir num outro endocrino pra pegar uma segunda opinião, mas nao achei um que preste no meu plano de saúde e nao posso pa gar outra consulta. Bem, é isso. Basicamente, quero saber se esse esquema, na opiniao de vcs, tá seguro e se tá sendo feito o possível pra evitar colaterais. Tbm planejo usar Minoxidil e shampoo com cetoconazol pra evitar queda de cabelo. Ah, meus exames estavam ótimos, nao bebo nem nada. Não to preocupado em sobrecarregar ficado nem nada. Até pq esse tanto de Oxan é bem pouco (pouco até demais, eu sei, mas nao tem problema pra mim por ser meu primeiro ciclo). Vlw, abraço!
  8. O duelo constante entre anabolismo e catabolismo que define quem você será! O treinamento com pesos está sempre sujeito a novas avaliações, mudanças e modificações de conceitos, advindas de pesquisas científicas, e principalmente pelo antigo sistema de tentativa e erro, que consiste principalmente nos experimentos práticos de praticantes experientes, como os fisiculturistas. Neste sistema, uma das questões mais relevantes diz respeito à hipertrofia muscular, estratégias e sistemas de conquistar a hipertrofia desejada, métodos mais eficientes e potentes de aumentar o peso corporal advindo de massa muscular. Sendo assim, o Anabolismo Muscular ganha imensa importância, à medida que para promover o aumento de massa muscular, é preciso dominar as questões referentes a este fenômeno fisiológico. Do lado oposto, mas de igual ou maior importância, está o Catabolismo Muscular, responsável pela dificuldade em promover o anabolismo e a hipertrofia muscular. Anabolismo é a denominação relacionada à função metabólica de armazenamento, síntese, produção, construção e ganhos, tanto no que refere-se ao tecido muscular, quanto de qualquer outra estrutura tecidual. Catabolismo é exatamente o oposto, ou seja, é a função metabólica orgânica de degradação, desaminação, destruição, gastos e perdas, de qualquer dos tecido estruturais do corpo humano. O mais interessante é que ambos podem relacionar-se paralelamente, ou seja, ao mesmo tempo que uma estrutura pode estar sofrendo uma degradação, outra poderá estar sendo construída. Afinal, são liberações hormonais que modulam estes fenômenos, e temos a capacidade de possuir hormônios anabólicos e catabólicos, que garantem a perfeita sinergia metabólica de cada indivíduo, em situações específicas. Sendo assim, vale salientar que o Anabolismo e o Catabolismo se enfrentam continuamente, de maneira que sempre em alguma situação, em menor ou maior proporção, hormônios catabólicos estarão em atividade, promovendo a degradação protéica muscular ou lipídica, mesmo quando preconizamos a síntese e a construção. Entre estes hormônios, os mais relacionados com a hipertrofia muscular são o Hormônio do Crescimento Humano (hGH), o IGF-1, a Testosterona, a Insulina e o Cortisol. Alguns deles atuam especificamente de forma anabólica protéica, enquanto outros podem trabalhar a favor do anabolismo muscular e também no catabolismo lipídico. Em nossa análise, estamos comparando-os apenas de forma metabólica voltada para a estética corporal, mas nenhum deles está ai para deixar o corpo humano mais belo, musculoso ou definido. Se assim fosse, só teríamos glândulas capazes de produzir GH, Testosterona e Insulina. Então, nem sempre poderemos rotular um deles como vilão ou mocinho, pois ao mesmo tempo que poderá ser catabólico muscular, também poderá contribuir na oxidação de ácidos graxos livres, e até mesmo na digestão de macronutrientes à nível digestivo, ou promover a síntese muscular, paralelamente ao armazenamento de gordura. Mas o que interessa desta teoria fisiológica, para nós “leitores marombeiros”, é a parte relacionada à manipulação destes hormônios anabólicos e catabólicos, no que diz respeito à hipertrofia muscular, dificuldade construtiva, perdas de peso, força e massa magra, o sobretreinamento, o overtraining, o perfil antropométrico de cada praticante, os objetivos quando comparados a cada fase e tipo de treinamento, a escolha da dieta e suplementação, a modulação hormonal, entre outros fatores, relacionados intimamente com estes fenômenos metabólicos, mas que de maneira sucinta, não competem a este artigo. Como não possuímos a fórmula mágica necessária para promovermos apenas o anabolismo, cabe a cada bodybuiding ou profissional desta área, manipular o balanço metabólico, de maneira que possamos promover os fatores anabólicos, predominando sobre os fatores catabólicos. Esta manipulação compreende o Balanço Metabólico Positivo, resultando no ganho de peso corporal e na hipertrofia muscular. Uma maneira simples e inteligente de ter o anabolismo sempre favorável está no fato de manter um nível de glicemia normal, evitando quedas glicêmicas relacionadas à falta de ingesta regular, e liberações extremas e imediatas de insulina relacionadas à ingesta de carboidratos de alto índice glicêmico, que podem acarretar uma hipoglicemia ou choque insulínico. A insulina é um hormônio que deve sempre trabalhar a favor do anabolismo muscular, desde que seja liberada para transportar os nutrientes certos para os locais certos, como no momento pós treino. Ingestas freqüentes, em intervalos de no máximo três horas, com a presença de carboidratos complexos e de baixo índice glicêmico, favorecem a liberação gradual de insulina, mantendo regular a glicemia sanguínea e o nível de glicogênio muscular, além de evitar o armazenamento de carboidratos na forma de gordura. Ainda em relação a este hormônio anabólico, a estimulação de liberação no momento pós exercício, e o aproveitamento deste fato, são questões já bem conhecidas, garantindo por vezes a venda das suplementações usadas neste período. Em relação ao GH, vale ressaltar que não estamos discutindo suplementos pré-hormonais nem hormônios exógenos, e sim a liberação endógena natural deste hormônio. A ação do GH é em partes antagonista a ação da insulina, ou seja, em situações como hipoglicemia, a presença do GH na corrente sanguínea esta mais elevada, ao contrário da insulina. Estimular a hipoglicemia para colher os benefícios deste hormônio não é recomendado, mas em situações como a do sono profundo, a liberação deste já se apresenta mais elevada, favorecendo ao anabolismo proteico. Além do lado anabólico muscular, o GH também é um potente mobilizador de ácidos graxos livres, além de intervir positivamente no metabolismo dos carboidratos e lipídico, duas situações favoráveis à perda de gordura corporal. Quando relacionamos ação hormonal com treinamento com pesos, o mais tradicional dos hormônios é a Testosterona. Ele é o pai dos hormônios, sendo responsável pelas características sexuais masculinas, potencializando a síntese protéica e o gasto lipídico, apresentando como resultado a hipertrofia muscular e sua definição. Possuindo capacidades anabólicas e androgênicas diferenciadas dos demais hormônios, a testosterona é responsável pelo aumento de massa magra, formação óssea, aumento de libido e de energia, e função imunológica. As situações que mais prejudicam a liberação hormonal de testosterona são aquelas relacionadas ao treinamento, como o overtraining, falta de descanso, stress, dieta pobre em gorduras monoinsaturadas e ômega 3. A utilização de exercícios básicos e multiarticulares na rotina de treino, a aplicação de sobrecargas tensionais de alta intensidade, e a suplementação com tribulus terrestris, zinco, magnésio, vitamina B6 e vitamina C, são estratégias utilizadas com o propósito de aumentar o nível de testosterona livre total. O Cortisol é o hormônio mais odiado pelos bodybuiding e competidores do fisiculturismo. É conhecido como o vilão do anabolismo muscular, por tratar-se de um hormônio com características catabólicas. Ele é liberado em quantidades significativas em situações de stress físico e mental, em altas temperaturas, e em situações de desgaste extremo. Além de promover a degradação protéica, também é responsável pela oxidação de ácidos graxos livres, além de manter a glicemia sanguínea, fazendo neoglicogênese hepática, mesmo que às custas de tecido muscular. Como em muitas situações não podemos evitar a liberação hormonal deste, cabe a nós controlar ou precaver-se de seus efeitos, minimizando as proporções de seus malefícios relacionados à parte estética. Em relação ao treinamento, uma maneira simples de evitar os estragos do cortisol, está no fato de evitar treinos extensivos, ou seja, longos, com duração maior que uma hora. Estudo relacionados a esta variável mostram que o ideal seriam sessões com duração inferior a quarenta minutos, pois a partir deste momento, o ambiente interno é favorável ao catabolismo, pela maior liberação de cortisol. É claro que esta regra só vale para treinamentos intensos! Séries submáximas intervaladas com conversas, passeios e descanso de cinco minutos, nem com duração total de três horas estimulará a secreção de cortisol, até porque também não estará promovendo ganhos, ou seja, quem nada ganha, nada terá a perder. Outro fato comum são rotinas de treinamento que não privilegiam a total recuperação muscular entre estímulos, como treinar o mesmo grupo muscular freqüentemente, sem que este esteja totalmente recuperado e supercompensado. Esta é a situação estimulante para a instalação de um quadro de overtraining. E esta síndrome favorece a liberação constante de cortisol, que além de impedir os ganhos, promove as perdas indesejadas. Já em relação à alimentação, o fato de realizar uma refeição rica em proteínas e carboidratos ao acordar, assim como antes de dormir e pós treinamento, podem reduzir drasticamente as chances da presença catabólica de cortisol nestes horários críticos. A suplementação com aminoácidos isolados, de cadeia ramificada, glutamina e vitamina C são estratégias utilizadas para prevenir, evitar e minimizar o catabolismo. Sendo assim, o fato crucial está em promover o anabolismo e minimizar o catabolismo. As variáveis intervenientes mais comuns utilizadas, como a dieta e o treinamento, são em grande parte responsáveis pelo anabolismo muscular, mas que por vezes podem promover o armazenamento lipídico. Assim como situações que tem por finalidade o gasto calórico e lipídico, acabam por promover o catabolismo muscular como conseqüência. Por vezes, estratégias escolhidas para promover o anabolismo acabam mais por minimizar as perdas do que promover os ganhos, o que já é de certa forma muito vantajoso. Então torna-se cada vez mais importante dominar os fatores anabólicos e catabólicos que envolvem o treinamento, pois se situações catabólicas estiverem predominado sobre as anabólicas, todo e qualquer esforço de treinamento intensivo será prejudicial.
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