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  1. Pesquisa norte-americana demonstra que o abacate pode garantir até 6 horas de saciedade, ajudando pessoas com obesidade ou sobrepeso a emagrecer.
  2. Tô sem dinheiro pra ficar comprando suplementos caros... queria saber se a vitamina de albumina com abacate fica boa? (OBS: Se ajuda pelo menos a disfarçar o gosto ruim da albumina) Grato.
  3. Numa tigela grande junte os ingredientes da salada. Noutra tigela misture os ingredientes do molho. Regue a salada com o molho e mexa. Sirva com as fatias do pão integral light e bom apetite!!
  4. Um dos grandes interesses da ciência da nutrição no campo bioquímico é o estudo dos fitosteróis, conhecidos também como “hormônios vegetais”. Muitos de vocês devem conhecer um exemplo muito popular da aplicação destes compostos na medicina moderna. São os fitoestrógenos presentes na soja, cuja ingestão colabora para o equilíbrio hormonal feminino dado pela capacidade que estes fitormônios têm de imitar os estrogênios produzidos por nós, atuando de forma semelhante a eles no organismo. Da mesma forma, existe um hormônio vegetal de estrutura química similar ao colesterol especialmente interessante para desportistas. É o beta-sitosterol, um composto encontrado no arroz, no germe de trigo, no milho, na soja e, em sua concentração máxima, no abacate. Além de um potente antiinflamatório, o beta-sitosterol tem atividade moduladora do sistema imunológico, reforçando o organismo no combate a fungos, bactérias e vírus através da sua ação positiva no aumento da proliferação e da atividade das nossas células de defesa. Desta forma, ele constitui também um agente supressor do câncer e do HIV. Obviamente, a estabilidade imunológica é essencial no rendimento de um atleta, mas não é ela o mecanismo de atuação do beta-sitosterol de maior interesse para nós, atletas. Este composto vegetal é também responsável pelo aumento dos níveis de testosterona endógena, sendo o princípio ativo do Saw palmeto e do Pygeum africanum, por exemplo, vendidos em casas de produtos naturais como ergogênicos eficazes para desportistas. Ele atua especificamente sobre o fígado, inibindo a enzima que converte a testosterona a dihidrotestosterona (DHT). O DHT age promovendo efeitos indesejados como calvície e acne, além de se ligar ao mesmo receptor hormonal da testosterona, impedindo, assim, que ela se uma a ele e atue satisfatoriamente no organismo. Disponibilizam-se, desta forma, mais receptores para a testosterona se ligar e agir, otimizando seus efeitos da mesma. Estudos demonstram, da mesma forma, o efeito antiestrogênico do beta-sitosterol, especialmente aplicável a atletas que desejam reduzir os malefícios típicos doa ação dos hormônios femininos, tais como retenção hídrica, aumento de peso e ginecomastia. Este mesmo efeito é benéfico em casos de câncer de mama e útero, cuja proliferação das células do tumor é alimentada pelo estrogênio. Além disto, o beta-sitosterol também se mostra interessante no combate ao câncer de próstata quando reduz os níveis de DHT, uma vez que este hormônio, ao se ligar aos receptores androgênicos, causa hiperplasia prostática (aumento do número de células na próstata) e possibilita o aparecimento do tumor. As aplicações do beta-sitosterol no organismo são muitas. O consumo de abacate, além disto, não é benéfico apenas na manutenção dos bons níveis hormonais e na prevenção da carcinogênese. Este fruto, dentre todos, é também o mais rico em glutationa, um antioxidante que exerce inúmeras funções fisiológicas como o metabolismo da vitamina C e a proteção do fígado. Ele contém quantidades significantes das vitaminas A e E, também antioxidantes e conhecidas pelo seu poder antienvelhecimento. As gorduras monoinsaturadas do abacate, em conjunto com o beta-sitosterol, atuam, por sua vez, na proteção cardiovascular, uma vez que conseguem equilibrar eficientemente os níveis de colesterol plasmático. Tantos benefícios em um único alimento mostram que o consumo regular do abacate certamente contribui para a saúde do atleta. Por conter alto valor energético, ele é indicado especialmente em dietas de ganho de peso, quando o consumo de calorias precisa ser aumentado. Pode, no entanto, ser usado com moderação em dietas hipocalóricas, já que é capaz também de promover a saciedade. Referências bibliográficas: Valette, G. and E. Sobrin, Pharm Acta. Helv. 38910):710-6 (1963) UCLA Centre for Human Nutrition - California Encyclopaedia of Chemical Technology, Vol.7, p. 153, edited by Kirk Othmer, John Wiley & Sons, New York, 1979 Rique, A., Soares, E., Meirelles, C. Nutrição e exercício na prevenção e controle das doenças cardiovasculares. Rev Bras Med Esporte vol.8 no.6 Niterói Nov./Dec. 2002
  5. Vou fazer relatos aqui de um bulking de 4 meses para atingir 110kg, e depois um cutting para voltar a 105kg. Meu treino será exclusivamente funcional: calistenia, elástico, barra fíxa, e exercícios isométricos. Durante o bulking, vou manter uma atividade aeróbica bem moderada, com corrida leve uma vez por semana. Durante o cutting, vou acrescentar treinos de jiu-jitsu três vezes por semana. A suplementação será apenas com whey protein e uma dieta bem planejada. Minhas medidas iniciais (24/11/2016) Peso: 103kg (de manhã, em jejum) --> 7kg até a meta final Altura: 188kg Bf: 14% Biceps: 51cm (esquerdo) e 50cm (direito) Antebraço: 40cm (frio) Perna: 71cm (frio) Panturrilha: 44cm Tórax expandido: 130cm
  6. Sendetarismo, uso exagerado de medicamentos, dietas sem gorduras naturais e consumo de alimentos transgênicos têm reduzido os níveis de testosterona nos indivíduos. E a testosterona é o hormônio responsável pela energia, força, ânimo, desejo sexual, aumento da massa muscular (hipertrofia). A falta de testosterona implica em dificuldade para ganho de massa muscular, aumento de gordura abdominal, stress, cansaço, desânimo e falta de energia. Segue a lista de alguns alimentos que podem contribuir para o aumento da produção natural de testosterona pelo organismo, principalmente aqueles que são fontes de gordura saturada: Carne bovina do pasto; Salmão selvagem; Ovos (com a gema); Castanhas; Óleo de coco; Coco fresco; Carne de bisão; Brócolis; Couve; Abacate. Insira na sua dieta ao menos três desses alimentos em sua dieta todos os dias para que sua produção de testosterona seja ótima. Ajuste sua dieta para que 40% das caloridas sejam provenientes de gorduras naturais (low carb e high fat). Gorduras industrializadas, como as trans, não servem para esse propósito. Alguns suplementos alimentares podem ser utilizados para ajudar o organismo a aumentar a produção natural em pequena escala: Maca peruana; Tribulus terrestris. Também ajuda na produção natural: treinar pesado, dormir bem e tomar muita água. Fonte: GUIDO, Giovana. O que comer para aumentar a TESTOSTERONA de forma natural?. Youtube, 27 jun. 2017. Disponível em <https://youtu.be/Oars-YXEuuI>. Acesso em: 10 mar. 18.
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