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Encontrado(s) 28 registros

  1. Queria saber a opinião de vocês. Qual stano seria melhor pra evitar o catabolismo? Oral ou injetável? Sendo ambos em baixas doses.
  2. Meio estranho esse tópico mas é algo chato, fiz meu primeiro ciclo e me esbarrei no famoso problema de a mulher avacalhar meu ciclo. Comecei decolando 5 quilos em 2 semanas... mas aí meu relacionamento começou a avacalhar... e na quarta semana... lá se foram meus ganhos. No final da oitava semana (fim do ciclo) cheguei a 8kg de ganho de massa apenas. Quer ciclar? arrume tempo e esqueça caso tenha relacionamento meia boca... se fosse um relacionamento firme talvez nem teria tido esse problema. Era uma peguete. Acredito firmemente que a libido alta me fez prender mais tempo ainda indo atrás dessa pessoa, que por sinal.. eu não me importo assim. A testosterona meche com a cabeça. Acho que eu não queria ficar sem sexo. Se esses 8 kgs vão se manter? Não sei. Mas não está nem perto do que eu poderia ter ganhado, visto que mais da metade do meu ciclo foi abalado por psicológico focado na mulher. Ainda acho que por ter despertado mais desejo e essa fixação por ela, posso até ter um pouco apaixonado pela pessoa. Eh,... aqui está a comprovação que a testosterona tem tudo haver com sexo. Relacionamento meia boca durante ciclo... pule fora que é cilada!!!!! O mesmo aconteceu um colega meu, que está muito revoltado com o grande investimento de um ciclo caro perdido!!! E vocês, já rolou isso?
  3. Queria saber a melhor forma natural ou de suplementação para evitar o efeito catabólico, o que comer e em quais horários comer?
  4. Bom, tenho 16 anos, com 63 Kg, Ectomorfo... Faço musculação há 6 meses, e agora comecei a fazer 15/20 minutos de bicicleta diariamente (para melhorar o sistema cardiorespiratorio e por saúde). Esse aeróbico que faço diariamente faz com que catabolize o músculo? Bato meus Macronutrientes todo dia certinho, e levo uma dieta muito boa. Valeu.
  5. Olá pessoal boa tarde eu queria saber o que tomar ou comer pra não catabolizar, o meu somatotipo ectomorfo endomorfico e tenho muita dificuldades em ganhar massa muscular eu queria sabe como fazer pra não catabolizar, e ver alguns resultados
  6. Olá meus caros menus, abri este tópico a fim de saber mais sobre o catabolismo, esta semana comecei a refletir, tipo, o catabolismo ocorre com a ausência de proteínas e carboidratos ou apenas de proteínas? Já que, não necessariamente, o catabolismo é a ausência de energia, já que, uma barrinha de cereal não agiria no combate do catabolismo quando se está há um bom tempo sem se comer. E outra pergunta, existe algum tempo no qual foi comprovado que o corpo entra em estado catabólico quando passas sem comer durante o mesmo?! kk Qual o mínimo de proteína que se deve ingerir quando o corpo está em estado catabolismo?! BCAA ajuda ou combate de uma vez o catabolismo?! Caros, eu pesquiso e até demais e isso acaba de deixando um pouco confuso e gerando mais dúvidas!
  7. Gostaria de saber se minha linha de treino está boa ou se com essa linha alguns musculos poderia catabolizar? Bem minha rotina é: segunda::peito e biceps terça::pernas posteriores e deltoides quarta:: costas e triceps quinta:: peito e bíceps sexta:: pernas quadríceps, panturrilhas e trapézio sábado:: costas, tríceps e antebraço Faço aeróbico 2 vezes na semana. Sempre treino durante 1 hora a 1:20h e o aeróbico sempre 35 min... Como bem e durmo 6 horas e meia por noite e uma hora durante o dia nao é tão boa sim, com essa linha catabolizaria alguns músculos por conta do descanço entre eles? Obrigado! peso 74kg, tenho 1,63 de altura, e sou mesomorfo.
  8. Bom eu não sou um grande entendedor, mas ultimamente andei lendo algumas coisas pela internet o que eu não reputo que sejam verdade, mas todos os artigos falam as mesmas coisas. Eu treinando 2 horas e meia por dia, depois faço musculação, não vai adiantar nada? não vou crescer nunca assim? Não posso deixar de treinar todos os dias porque pratico MMA e participo de alguns campeonatos, mas preciso ganhar massa muscular, não tenho outros horários disponíveis, infelizmente, trabalho o dia todo, o único horário seria depois do treino das 9.30, como faço? Minha alimentação não é mal, como sempre antes dos treinos, e sempre coisas saudáveis, não bebo, não fumo e não uso drogas. Preciso ganhar massa muscular sem deixar de treinar todos os dias e não tenho outros horários, isso e impossível?? Muito obrigado por enquanto, vocês ajudam muito!!
  9. HIIT resolveria o meu caso?

    Fala rapaziada, tenho 15 anos, 82kg, 183cm, meu imc é de : 24,49 (na média), nao tomo suplemento, e minha dieta é rica em proteina (peixes, ovos, carne e frango, muito frango). Sou um mesomorfo tipico, quando criança sempre fui o maior da turma (porte fisico), possuo ombros largos e quadril também. Desde o dia 03/12/14 eu entrei na academia visando diminuição do BF (acredito que ele esteja cerca de 14-19%) e hipertrofia para ter um corpo atlético que me favoreça na modalidade de futsal (jogo de ala e fixo, como sou grandão, em algumas jogadas e momentos preciso usar a velocidade ao inves da força, onde isso acaba me prejudicando pois devido ao meu peso, ficar um pouco dificil acompanhar os outros atletas que sao mais leves e rapidos que eu). Para ocorrer esta diminuiçao decidir optar pela conciliação do aeróbico e a musculação para obter resultados mais rápidos. Só que de uns 4 dias pra cá venho notando que nao estou conseguindo e emagreçer e fiquei sabendo da boca de um "amigo meu" (que se acha o marombeiro) que o aerobico cataboliza e ao inves de você perder a gordura desejada, voce acaba perdendo a massa magra (como se você fizesse musculação para jogar tudo fora no maldito aerobico). Eu nao tenho vontade de ter aquele shape monstro, somente quero ter um corpo atletico e viril, que me favoreça nas atividades futebolísticas (Um corpo de um jogador de futebol como por exemplo do David Luiz). Fiquei sabendo de um treino chamado HIIT, onde ele queima muita gordura - mas nao sei se ele vai catabolizar ao inves de queimar- em um treino curto, sera se ele se adequaria a minha situação? Desde já agradeço aos que leram até aqui, vlw me ajudem. kk
  10. Parei de crescer. Não ganho mais massa muscular. E agora? Quem já treina há muito tempo já deve ter feito esse questionamento em algum momento. Nos primeiros meses de treinamento o crescimento é excelente. Com o passar do tempo, os ganhos diminuem ou não ocorrem, mesmo com treinamento a todos gás e alimentação correta. O crescimento que se vivencia nas fases iniciais de treinamento nada mais é do que uma adaptação frente à demanda exigida pelos estímulos oferecidos nos treinos. Há uma espécie de “quebra” no equilíbrio fisiológico do organismo. Como repercussão, há adaptações que forçam a musculatura a se adequar a tal situação. Esse estado de equilíbrio fisiológico é chamado de homeostase, condição metabólica na qual o corpo tenta balancear da melhor forma a razão catabolismo/anabolismo. Vivemos o tempo todo em processo de homeostase, que é alheio à nossa vontade. Mas podemos revertê-lo a nosso favor, por metodologia adequada e inteligente. Lembre-se que, não raramente, o catabolismo é uma condição necessária para o anabolismo. Soa contraditório? Não é. É simples. Cite-se como exemplo a quebra da molécula de glicose. É necessário que haja uma reação catabólica para que se processe uma situação antagônica, ou seja, de anabolismo. A glicólise (quebra da glicose), embora uma reação notadamente católica, fornece a energia necessária para a síntese de outras substâncias, resultando numa situação anabólica. O treino físico consiste de uma série de reações eminentemente catabólicas (degradação de glicogênio, de aminoácidos, ácidos graxos, e assim por diante), que repercutem numa situação anabólica. O treinamento é um agente agressor. Provoca catabolismo. Logo, deve ser aplicado da forma mais consciente possível. Por exemplo, não treine quando estiver doente. Nessas condições, provoca-se enorme estresse que resulta mais em prejuízo do que em benefício. E o que isso tem a ver com quebra da homeostase e com a razão anabolismo/catabolismo? O treinamento continuado por longos períodos gera adaptação do organismo, e os estímulos deixam de funcionar como outrora. Isso é normal. O corpo sabe muito bem como se adaptar a situações de estresse, adequando-se rapidamente aos estímulos oferecidos pelo treinamento. Por isso, devem ser impostas mudanças constantes nesses estímulos. Essas mudanças são chamadas de periodização do treinamento. Periodizar nada mais é do que um gerenciamento planejado das variáveis de treinamento. Se o treino é realizado com determinada intensidade e volume, de forma condicionada e repetida, sem inovações e mudanças, por que então o organismo iria se adaptar? Nesse caso, o máximo que se obtém é a manutenção dos ganhos já alcançados. Para se impor um novo ritmo de ganho e crescimento, deve-se dar uma boa bagunçada na tal homeostase instalada. Aí que entra o principio da sobrecarga. Imagine músculos que estejam bem condicionados a uma carga específica. Eles se encontram em equilíbrio com a demanda, ou seja, em homeostase. Para que haja crescimento, ganho de mais massa muscular, deve-se “quebrar” novamente esse estado de equilíbrio. Daí a necessidade de periodização. Os estímulos não podem ser saturados. Há autores que classificam essa estagnação das aptidões obtidas em função do treinamento como fase de “platô”. Precisa-se mudar regularmente as cargas e repetições do treinamento, sua duração e freqüência, a fim de se renovar tais estímulos. Essa é a ideia geral da periodização. Como periodizar o treinamento? Deve-se mudar todo o esquema de treinos para evitar que os ganhos estacionem? Ou deve-se esperar o momento onde perceptivelmente não se consegue melhorar? Joe Weider, na década de 60, percebeu que a musculatura deixava de responder aos estímulos quando os treinos tendiam a se tornar repetitivos por longos períodos. Os atletas que faziam mudanças periódicas em suas planilhas de treinamento conseguiam manter o crescimento. Atletas que treinavam de modo repetitivo não obtinham bons progressos. Weider denominou este princípio de “confusão muscular”. Propôs mudanças na intensidade, volume e frequência de treinamento, bem como a ordem e combinação de exercícios, sempre que se atingisse uma certa saturação do estímulo. Muito se tem discutido sobre periodização do treinamento esportivo e, mais recentemente, sobre treinamento resistido. A periodização ondulatória, que é defendida pela maioria dos autores como a mais eficiente, propõe uma mudança muito mais freqüente e constante no treinamento. Ela reserva grandes semelhanças com o princípio de confusão muscular de Weider. Estipular mudanças na planilha de treinamento é algo que deve ser estabelecido de acordo com metas e objetivos pessoais. A comutação das variáveis deve ser coesa e inteligente. A “confusão” deve ser nos músculos, e não no cérebro do atleta. A recomendação é se espelhar no treinamento dos bodybuilders profissionais, ótimo exemplo de periodização. Fisiculturistas costumam possuir uma metodologia de treinamento bastante simples. Dividem um ano ou semestre (macrociclo) em fases. A fase maior (macrociclo) é dividida em fases menores de algumas semanas a meses (mesociclos) visando ao ganho de força e potência (período de base), à construção muscular (período de hipertrofia, mesociclo que basicamente pode ser dividido em tensional ou metabólico) e à definição muscular (mesociclo correspondente à fase de período específico). Os microciclos podem ser inseridos nos mesociclos, como por exemplo: período de choque, transição, e assim por diante. A periodização é inútil se não houver um plano nutricional condizente. A ingesta calórica deve, obrigatoriamente, ser compatível com as fases de treinamento, exatamente com ocorre no bodybuilding profissional. Não faz sentido contar calorias na fase de treinamento direcionada para o crescimento muscular. Tampouco não se pode empanturrar de comida na fase de definição. Alimentação adequada a cada ciclo de treinamento é fator FUNDAMENTAL para se lograr êxito. Estabeleça objetivos, trace períodos de forma coerente com a sua realidade. Compreenda que rotina de treinamento é apenas uma força de expressão. Ainda que o treinamento pareça repetitivo, fixe metas e avance um pouco mais em cada sessão de treinamento, de acordo com a aptidão desejada. Sempre haverá um nível mais alto a ser alcançado. Para conquistá-lo, valha-se de inteligência, determinação e destreza.
  11. É muito comum no fisiculturismo e nos esportes de força em geral o uso e a crença que quanto mais proteína melhor, justamente porque as proteínas são responsáveis pela formação e manutenção do tecido muscular, o anabolismo [1]. O anabolismo muscular corresponde a um aumento da síntese de proteínas, e isso acontece principalmente pela ação dos hormônios anabólicos: insulina, GH, IGF-1, testosterona. O catabolismo muscular corresponde a um aumento da degradação das proteínas em aminoácidos, e isso acontece principalmente pela ação de hormônios catabólicos, principalmente os glicocorticoides, mas também as catecolaminas (epinefrina e norepinefrina), o glucagon e os hormônios da tireoide [2]. O exercício de força representa um potente estímulo para a ocorrência de hipertrofia da fibra muscular em humanos. O processo de hipertrofia ocorre quando a taxa de síntese proteica muscular excede a taxa de degradação, acarretando em saldo positivo do balanço proteico muscular. A alimentação representa forte estímulo para tornar tal balanço positivo. O conjunto treinamento de força e dieta é responsável por melhorar as adaptações hormonais responsáveis pela síntese de proteínas, promovendo um aumento e melhor resposta dos hormônios anabólicos (insulina, GH, testosterona). Isso é de fundamental importância para entender as necessidades proteicas de indivíduos que praticam o treinamento de força (fisiculturistas, powerlifters). Um estudo realizado por Tarnopolsky et al. mostrou que as necessidades proteicas para atletas de força é da ordem de 1,4 g/kg/dia, e atletas que ingeriam mais proteína, cerca de 2,4 g/kg/dia não obtiveram um aumento da síntese de proteínas [3]. O consumo de 2,4 g/kg/dia de proteína evidenciou um aumento na oxidação de aminoácidos, indicando que um consumo acima do preconizado reverte em um excesso que necessariamente precisa ser removido do corpo via oxidação [4]. O consumo de 1,7-1,8 g/kg/dia de proteínas é recomendado para indivíduos que estão iniciando no treinamento de força, enquanto a quantidade recomendada para indivíduos sedentários é de 0,8 g/kg/dia. Em uma análise mais recente Lemon (1995) propõe uma necessidade de cerca de 1,4-1,8 g /kg /dia para atletas de força. Esta recomendação pressupõe uma adequada ingestão calórica e uma dieta mista em qualidade de proteínas. Variabilidade da necessidade dentro dessa faixa vai depender de fatores como a experiência de treinamento, intensidade, duração e frequência do regime anaeróbio, a adição de um componente de treinamento aeróbio (comum a construtores do corpo), o uso de esteroides anabolizantes androgênicos (o que aumenta a síntese de proteínas), e idade (atletas em crescimento precisam de proteína adicional) [5]. Vários estudos têm demonstrado que indivíduos com longos períodos de treinamento de força tem suas necessidades proteicas reduzidas (cerca de 1,2 g/kg/dia), o que mostra que esse tipo de atividade torna o metabolismo proteico mais eficiente frente à ingestão de proteínas. Então ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, atletas mais experientes necessitam de uma quantidade g/kg/dia de proteínas menor do que indivíduos que estão iniciando o treinamento de força [6]. A quantidade total de proteínas para um atleta pode ainda ser maior devido a sua quantidade de massa muscular. Esse aumento da eficiência do metabolismo proteico em indivíduos treinados por longo tempo está muito provavelmente relacionado a uma melhor resposta aos hormônios anabólicos. Isso implica que o uso de hormônios anabólicos exógenos pode aumentar ainda mais a síntese de proteínas, mas nesse caso, o uso de hormônios anabólicos (GH, insulina, esteroides androgênicos) deve ser acompanhado por um aumento no consumo de proteínas, uma vez que a síntese de proteínas é aumentada e a degradação reduzida. Isso não significa um aumento de 4-5 g/kg/dia de proteínas, e sim um aumento razoável que deve variar entre 2 a 3 g/kg/dia se nós considerarmos o que os hormônios anabólicos fazem é aumentar a eficiência do metabolismo proteico. Mas estou apenas especulando aqui em se tratando de números, já que não existem estudos feitos com usuários de esteroides, e a quantidade de proteína requerida pode variar muito das dosagens e drogas usadas. Mas uma coisa é clara, um indivíduo que cessa o uso de esteroides deve reduzir a quantidade de proteínas e não aumentar, pois o metabolismo proteico vai sofrer uma queda após a retirada dos esteroides anabólicos, devido aos baixos níveis de testosterona pós-ciclo, ficando o metabolismo proteico mais dependente da insulina, do hormônio do crescimento e dos hormônios catabólicos (glicocorticoides, glucagon, catecolaminas, T3 e T4), gerando um balanço proteico muscular negativo (catabolismo), não pela falta de proteínas e sim pela queda da síntese proteica provocada pelos baixos níveis de androgênios. Esses estudos só vem a demonstrar que a maioria dos atletas e muitos dos praticantes do treinamento de força consomem mais proteína do que o necessário, e mesmo que isso em geral não tenha graves consequências para a saúde, pode ser fundamental para uma maior eficiência metabólica da dieta, já que a maiorias dos indivíduos praticantes do treinamento de força dão uma atenção e relevância muito maior às proteínas, em detrimento das necessidades de carboidratos e gorduras. abraços, DUDU HALUCH [1] Willians Nutrição Básica & Dietoterapia, Staci Nix, 13ª edição. [2] Fisiologia do Esporte e do Exercício, 5ª edição. [3] Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte, 2ª edição. [4] Nutrição, Metabolismo e Suplementação na Atividade Física, Julio Tirapegui, 2ª edição. [5] http://www.mikementz...oteinpart2.html Protein requirements and muscle mass/strength changes during intensive training in novice bodybuilders http://jap.physiolog.../73/2/767.short Effect of exercise on protein requirements http://www.tandfonli...66#.Up97mE9TvmI [6] Suplementação Esportiva, Auxílios Ergogênicos Nutricionais no Esporte e Exercício. BÔNUS: - Proteínas de absorção lenta, como a caseína (também a albumina), podem fornecer 4 a 9 vezes mais síntese proteica que o whey protein isolado ou hidrolisado. A rápida absorção de aminoácidos, apesar de estimular a síntese proteica, também incentiva a oxidação de aminoácidos e, consequentemente, um menor ganho de proteína líquida. - Se entupir de proteína não vai aumentar a síntese proteica, o corpo vai apenas usar o que precisa, dentro das condições hormonais do seu organismo; - Um estudo realizado por Tarnopolsky et al. mostrou que as necessidades proteicas para atletas de força é da ordem de 1,4 g/kg/dia, e atletas que ingeriam mais proteína, cerca de 2,4 g/kg/dia não obtiveram um aumento da síntese de proteínas. O consumo de 2,4 g/kg/dia de proteína evidenciou um aumento na oxidação de aminoácidos, indicando que um consumo acima do preconizado reverte em um excesso que necessariamente precisa ser removido do corpo via oxidação [4]. O consumo de 1,7-1,8 g/kg/dia de proteínas é recomendado para indivíduos que estão iniciando no treinamento de força, enquanto a quantidade recomendada para indivíduos sedentários é de 0,8 g/kg/dia. - O anabolismo muscular corresponde a um aumento da síntese de proteínas, e isso acontece principalmente pela ação dos hormônios anabólicos: insulina, GH, IGF-1, testosterona. O catabolismo muscular corresponde a um aumento da degradação das proteínas em aminoácidos, e isso acontece principalmente pela ação de hormônios catabólicos, principalmente os glicocorticoides, mas também as catecolaminas (epinefrina e norepinefrina), o glucagon e os hormônios da tireoide. - desde que vc diversifique sua alimentação de forma inteligente vc pode ter todos os aminoácidos essenciais em uma alimentação balanceada com ovos, leite, carne, soja. Os shakes com suplementos proteicos e aminoácidos como BCAA’s podem complementar sua dieta e tb são mais uma questão de praticidade, mas não espere nada demais deles do q vc esperaria dos alimentos.
  12. Entao galera, direto ao assunto...eu ja malho a uns 7 meses..mas quero ganhar 10kg de massa em 3 meses.. com dieta e treino serios.. Montei minha dieta, e de suplementaçao coloquei Caseina+albumina+leite+aveia d manha antes da aula. De tarde dps da aula, pensei em adicionar aqueles saquinhos de whey (82g cada com 55g d proteina) e dividir 40g pra depois do almoço e a outra metade dps do lanche da tarde.. Pos treino: whey 24g+malto.. Antes de dormir tomo caseina+albumina+leite+soja.. Entao vcs acham q essa suplementaçao esta boa? No lance dos saquinhos de whey, vcs achariam melhor tomar as 55g de uma vez? Eu fico cm receio pq dizem q o corpo tem limite de absorção de proteina por refeição.. e a caseina vai me manter sem catabolizar durante as horas "vagas da dieta" ?? Obg (: PS: dieta ta ok, problema é q n tem mt fonte de proteina na cantina da escola kk entao decidi tomar caseina antes..
  13. Divisão de treinamento?

    Fasso treino ABC durante a semana, sendo que A= Costas , Antebraço, Tríceps e Abdome - B:Ombros e Pernas - C : Peito , Bíceps e abdome. Eu poderia treinar três dias seguidos ( ex: seg - terç - quart) ou seg: A e terç: B e depois o C na quinta? ISTO SEMPRE DEIXANDO O "B" no meio para não sobrecarregar o tríceps que é usado no treino de peito © por exemplo. Tenho esta dúvida pois mesmo treinando cada musculo 1x por semana ( tirando abdome) algum musculos são usados várias vezes! Gostaria de esclarecer isto, pois a ultima coisa que eu quero é entrar em catabolismo muscular. Valeu pessoal tamos juntos!!!
  14. Idade: 20 anos Altura: 1,83 Peso: 90,4 BF: 17~18% Baixei meu peso de 96 kg pra 87, mas ele mesmo com dieta esta subindo novamente. Comprei clembuterol no inicio de Janeiro, e fiz uso por apenas dois dias. Nesses dois dias as dores de cabeça eram insanas, o que me fizeram até não ir na academia com medo de algum mal estar ou algo parecido. Eu tomava 7h30, ia pro trabalho as 8h e comia assim que chegava no escritório. VAMOS AO QUE INTERESSA: A)Poderia eu começar o ciclo com 111-222-333-444-555? B)Poderia eu fazer uso nas segundas e terças/quintas e sextas descansando do uso dele nas quartas e finais de semana? (quando meu treino é mais intenso e/ou faço mais exercicios cardíacos?) assim faria 1112-2223-3334-5555, uma vez que a meia vida do clem é de 48 horas? Desde já,agradeço! C)
  15. Olá ai está um vídeo meu pra vocês,vou deixar o link da página na qual eu expliquei a intensão disto tudo antes que gere conflitos,dai vocês leem,pra saber mais sobre mim ! Leiam antes de ver meus videos :
  16. ola pessoal do forum boa tarde, estou com uma duvida eu ja dei uma lida em topicos anteriores, ja li em outros sites e forum mas acho que e uma pergunta pouco comun que ainda nao foi levantada, eu ainda nao fiz uso de esteroides anabolizantes, e por vezes, tenho de parar de treinar, pois, sou policial militar. Minha escala de trabalho atrapalha meu treino, ou seja, perco muito do que ganhei em volume e força. Então me perguntei: dizem que quem toma esteroides anabolizantes ganha, mas se por um motivo tiver que parar, perde tudo que ganhou. Mesmo fazendo tpc, o que é normal, ja que o corpo cataboliza, mesmo se vc nao treina (e esse é o grande motivo de eu ainda nao ter tomado esteroides). Mas ai eu pensei se eu sem tomar anabolizantes perco muita força e volume muscular, vou tomar logo de uma vez certo? Só tem um porém. Quando eu paro de treinar perco tudo, catabolismo ok, mas em 2 meses de treino eu ja recupero minha forma forçA volume etc. Gostaria de saber se isso é possivel quando se toma anabolizantes, se é possivel retornar a forma sem fazer um novo ciclo (ja que nao quero fazer muitos ciclos e nem tomar muitas doses ) que ja possou por essa situacao ou sobre responder eu agradeço.
  17. Pessoal, Sei que o questionamento pode ser besta, mas juro que quanto mais leio, mais confuso fico hehe Tem muito material divergente em várias fontes, mas é claro que tenho buscado sempre as dicas do pessoal daqui Mas enfim, já li falando que quando se treina sem malto, há uma degradação do músculo considerável. Não lembro o percentual, mas falava tipo 15% de quebra sem malto e 3% com malto..algo assim, bem significativo. Por outro lado, também li que ingerindo a malto, aumenta consideravelmente a insulina, o que também não seria bom pro crescimento. Então me perdoem a ignorância, mas como posso otimizar os resultados com a suplementação abaixo? Meu treino é assim: durante o dia bastante proteina e refeições/lanches a cada 3 horas. Creatina as 20:30h ( no intervalo da facul) Malto durante o treino Pós treino com whey + glicina + glutamina + albumina Após o treino tomo o shake imediatamente, depois banho e sono. Ajudem ai, por favor!
  18. Bom, como alguns q ja leram meus topicos anteriores, ja sabem q quero , digamos, "retroceder" (voltar ao meu corpo- ao que era ou pelo menos perto disso) depois de 1 ano e meio de musculacao (treinava 3 a 5 x semana rigidamente para hipertrofia) . Passei de 70 kg para 97 com ajuda de suplementos (whey, albumina, aminofluid, malto, hipercalorico) e fiz dois ciclos (primeiro com winstrol X deca) depois com dura X winstrol. Ganhei muuuuiittaa massa muscular e tambem gordura nesse ano e meio . Desde começo de abril venho tentando, entao, catabolizar (perder os musculos adquiridos) para voltar a ser o frango q era sem musculos e magro (sem definicao tambem, ou seja , uma capinha de gordura pelo corpo , mas sem ser gordo) . Tudo isso para fazer um papel em uma nova novela brasileira que estréia em novembro (PORFAVOR, EDUCADAMENTE PEÇO AQUI QUE NÃO ENTREM EM JULGAMENTO DE VALORES ... Cada um faz o que quer, e o tópico não é pra discutir se isso vale a pena ou não, mas sim pra tratar do que realmente o fórum conhece... A questão do físico. Educadamente, mais uma vez, dispenso comentarios do tipo "Otário", "Você é retardado?", já que muitas pessoas tem uma linha de raciocinio muito limitada e como gostam de musculação - o q é um direito de vcs - acham que músculos são a própria vida) . Bem , dito isso, vamos ao que interessa: Atualmente estou com 74.5 Kg já a umas duas semanas (perdi até agora 22 kilos por aí) em quase 4 meses a base de dieta severa e aerobicos diarios. Mas meu corpo ta definido ainda e se ve muito os musculos principalmente do peitoral, ombros, trapezio, "asa" q se formou nas costas e costelas. Será q não conseguirei perder mais q isso ? Digo catabolizar esses resquicios de musculos, muitos ainda bem evidentes ? sera q se emagrecer mais (mesmo sem comer quase nada de proteina e sem praticar NADA anaerobico) vou ficar cada vez mais definido(sem gordura) e com musculo ? Ou com o tempo esses musculos vao se denegrindo pela falta de trabalho de musculacao ? Obrigado...É isso;
  19. QUERO CATABOLIZAR JÁ!

    Olá, Sei que esse título pode parecer incoerente para a maioria deste forum, mas é verdade. Sou ator já há algum tempo. Nunca fui praticante de atividade físicas e nem musculação, tive sempre um corpo magro e sem definição (tinha 1.82m , 67 kg). Em 2001, com meus 19 anos comecei a malhar pesadoporque foi precisopara minha carreira de ator. malhei pesado durante uns 6 meses, tomando sempre WHEY, ALBUMINA, CREATINA, MALTO, as vezes AMINO 2222 e devido à pressa de adquirir musculos para compromissos profissionais, tomei anabolizantes. Com 6 meses de treinamento, fiz um ciclo de 8 semanas com DECA DURABOLIN (50-100-150-150-200-200-200-150-150mg) com WINSTROL (50-100-100-150-200-200-150-150mg). Ganhei peso. Aí já estava com uns 79 kg, nofinal de 2001. Querendo (e precisando mais) malhei mais uns 7 meses e fiz meu segundo ciclo com DURATESTON (750mg/semana) com WINSTROL (dsdn) por 8 semanas. Sempre suplementando com os citados produtos protéicos inclusive hipercalóricos q usei durante muitos meses seguidos. Março de 2004 estava eu com 97 kg, bastante volume, média definição, gordura e músculos. Era o que eu precisava até então para meus trabalhos como ator. Em abril deste ano recebi uma proposta para testes de uma nova novela brasileira que iniciará suas filmagens em novembro deste ano. Passei no teste quanto minha interpretação. O único problema era o corpo: para o papel, necessito estar com o corpo de um meninomais novo, quase sem definição e sem massa também. resumindo: preciso basicamente voltar ao que eu era antes da malhação ... Meus 1.82 e novamente uns 70 quilos. Comecei então o processo de catabolização urgente: pouca proteína, muita atividade aeróbica, nada de musculação e dieta rigida. Agora (junho de 2004) me encontro com 76 kg, uma definição mediana (queria menos definição ainda - corpo de moleque novamente), muitas estrias (inevitável, ams sem problemas). Mas ainda quero alcançar meus obketivos .... Minhas questões são : - conseguirei voltar a minha forma natural pré-musculação ou os esteróides causam mudanças irreversiveis no corpo ? (Tipo meu pescoço estava bem grosso já afinei, ams quero mais fino - meus deltóides ainda se encontram um pouco elevados, queria diminui-los mais ainda - criei um pouco o aspecto de "asas" nas costas e ainda possuo um pouco, meus braços em ecrtas posições (tipo cruzando os braços) ainda se encontram um pouco grossos - minha cintura engrossou um pouco , sempre tive cintura um pouco fina .... PS: Não gostaria de tomar termogenicos pelo efeito de definição que eles proporcionam .... Acho q meus musculos pdoem vir mais em evidencia com a ingestao destes .... prefiro uma aparencia mais "natural" sem definição ... Concordam ? Conseguirei voltar ao normal ou isso é uma realidade remota??? O q mais necessito fazer para facilitar o processo ? Tentei ser breve , e busco ajuda ... Obrigado mesmo ! Carlos Alberto.
  20. O duelo constante entre anabolismo e catabolismo que define quem você será! O treinamento com pesos está sempre sujeito a novas avaliações, mudanças e modificações de conceitos, advindas de pesquisas científicas, e principalmente pelo antigo sistema de tentativa e erro, que consiste principalmente nos experimentos práticos de praticantes experientes, como os fisiculturistas. Neste sistema, uma das questões mais relevantes diz respeito à hipertrofia muscular, estratégias e sistemas de conquistar a hipertrofia desejada, métodos mais eficientes e potentes de aumentar o peso corporal advindo de massa muscular. Sendo assim, o Anabolismo Muscular ganha imensa importância, à medida que para promover o aumento de massa muscular, é preciso dominar as questões referentes a este fenômeno fisiológico. Do lado oposto, mas de igual ou maior importância, está o Catabolismo Muscular, responsável pela dificuldade em promover o anabolismo e a hipertrofia muscular. Anabolismo é a denominação relacionada à função metabólica de armazenamento, síntese, produção, construção e ganhos, tanto no que refere-se ao tecido muscular, quanto de qualquer outra estrutura tecidual. Catabolismo é exatamente o oposto, ou seja, é a função metabólica orgânica de degradação, desaminação, destruição, gastos e perdas, de qualquer dos tecido estruturais do corpo humano. O mais interessante é que ambos podem relacionar-se paralelamente, ou seja, ao mesmo tempo que uma estrutura pode estar sofrendo uma degradação, outra poderá estar sendo construída. Afinal, são liberações hormonais que modulam estes fenômenos, e temos a capacidade de possuir hormônios anabólicos e catabólicos, que garantem a perfeita sinergia metabólica de cada indivíduo, em situações específicas. Sendo assim, vale salientar que o Anabolismo e o Catabolismo se enfrentam continuamente, de maneira que sempre em alguma situação, em menor ou maior proporção, hormônios catabólicos estarão em atividade, promovendo a degradação protéica muscular ou lipídica, mesmo quando preconizamos a síntese e a construção. Entre estes hormônios, os mais relacionados com a hipertrofia muscular são o Hormônio do Crescimento Humano (hGH), o IGF-1, a Testosterona, a Insulina e o Cortisol. Alguns deles atuam especificamente de forma anabólica protéica, enquanto outros podem trabalhar a favor do anabolismo muscular e também no catabolismo lipídico. Em nossa análise, estamos comparando-os apenas de forma metabólica voltada para a estética corporal, mas nenhum deles está ai para deixar o corpo humano mais belo, musculoso ou definido. Se assim fosse, só teríamos glândulas capazes de produzir GH, Testosterona e Insulina. Então, nem sempre poderemos rotular um deles como vilão ou mocinho, pois ao mesmo tempo que poderá ser catabólico muscular, também poderá contribuir na oxidação de ácidos graxos livres, e até mesmo na digestão de macronutrientes à nível digestivo, ou promover a síntese muscular, paralelamente ao armazenamento de gordura. Mas o que interessa desta teoria fisiológica, para nós “leitores marombeiros”, é a parte relacionada à manipulação destes hormônios anabólicos e catabólicos, no que diz respeito à hipertrofia muscular, dificuldade construtiva, perdas de peso, força e massa magra, o sobretreinamento, o overtraining, o perfil antropométrico de cada praticante, os objetivos quando comparados a cada fase e tipo de treinamento, a escolha da dieta e suplementação, a modulação hormonal, entre outros fatores, relacionados intimamente com estes fenômenos metabólicos, mas que de maneira sucinta, não competem a este artigo. Como não possuímos a fórmula mágica necessária para promovermos apenas o anabolismo, cabe a cada bodybuiding ou profissional desta área, manipular o balanço metabólico, de maneira que possamos promover os fatores anabólicos, predominando sobre os fatores catabólicos. Esta manipulação compreende o Balanço Metabólico Positivo, resultando no ganho de peso corporal e na hipertrofia muscular. Uma maneira simples e inteligente de ter o anabolismo sempre favorável está no fato de manter um nível de glicemia normal, evitando quedas glicêmicas relacionadas à falta de ingesta regular, e liberações extremas e imediatas de insulina relacionadas à ingesta de carboidratos de alto índice glicêmico, que podem acarretar uma hipoglicemia ou choque insulínico. A insulina é um hormônio que deve sempre trabalhar a favor do anabolismo muscular, desde que seja liberada para transportar os nutrientes certos para os locais certos, como no momento pós treino. Ingestas freqüentes, em intervalos de no máximo três horas, com a presença de carboidratos complexos e de baixo índice glicêmico, favorecem a liberação gradual de insulina, mantendo regular a glicemia sanguínea e o nível de glicogênio muscular, além de evitar o armazenamento de carboidratos na forma de gordura. Ainda em relação a este hormônio anabólico, a estimulação de liberação no momento pós exercício, e o aproveitamento deste fato, são questões já bem conhecidas, garantindo por vezes a venda das suplementações usadas neste período. Em relação ao GH, vale ressaltar que não estamos discutindo suplementos pré-hormonais nem hormônios exógenos, e sim a liberação endógena natural deste hormônio. A ação do GH é em partes antagonista a ação da insulina, ou seja, em situações como hipoglicemia, a presença do GH na corrente sanguínea esta mais elevada, ao contrário da insulina. Estimular a hipoglicemia para colher os benefícios deste hormônio não é recomendado, mas em situações como a do sono profundo, a liberação deste já se apresenta mais elevada, favorecendo ao anabolismo proteico. Além do lado anabólico muscular, o GH também é um potente mobilizador de ácidos graxos livres, além de intervir positivamente no metabolismo dos carboidratos e lipídico, duas situações favoráveis à perda de gordura corporal. Quando relacionamos ação hormonal com treinamento com pesos, o mais tradicional dos hormônios é a Testosterona. Ele é o pai dos hormônios, sendo responsável pelas características sexuais masculinas, potencializando a síntese protéica e o gasto lipídico, apresentando como resultado a hipertrofia muscular e sua definição. Possuindo capacidades anabólicas e androgênicas diferenciadas dos demais hormônios, a testosterona é responsável pelo aumento de massa magra, formação óssea, aumento de libido e de energia, e função imunológica. As situações que mais prejudicam a liberação hormonal de testosterona são aquelas relacionadas ao treinamento, como o overtraining, falta de descanso, stress, dieta pobre em gorduras monoinsaturadas e ômega 3. A utilização de exercícios básicos e multiarticulares na rotina de treino, a aplicação de sobrecargas tensionais de alta intensidade, e a suplementação com tribulus terrestris, zinco, magnésio, vitamina B6 e vitamina C, são estratégias utilizadas com o propósito de aumentar o nível de testosterona livre total. O Cortisol é o hormônio mais odiado pelos bodybuiding e competidores do fisiculturismo. É conhecido como o vilão do anabolismo muscular, por tratar-se de um hormônio com características catabólicas. Ele é liberado em quantidades significativas em situações de stress físico e mental, em altas temperaturas, e em situações de desgaste extremo. Além de promover a degradação protéica, também é responsável pela oxidação de ácidos graxos livres, além de manter a glicemia sanguínea, fazendo neoglicogênese hepática, mesmo que às custas de tecido muscular. Como em muitas situações não podemos evitar a liberação hormonal deste, cabe a nós controlar ou precaver-se de seus efeitos, minimizando as proporções de seus malefícios relacionados à parte estética. Em relação ao treinamento, uma maneira simples de evitar os estragos do cortisol, está no fato de evitar treinos extensivos, ou seja, longos, com duração maior que uma hora. Estudo relacionados a esta variável mostram que o ideal seriam sessões com duração inferior a quarenta minutos, pois a partir deste momento, o ambiente interno é favorável ao catabolismo, pela maior liberação de cortisol. É claro que esta regra só vale para treinamentos intensos! Séries submáximas intervaladas com conversas, passeios e descanso de cinco minutos, nem com duração total de três horas estimulará a secreção de cortisol, até porque também não estará promovendo ganhos, ou seja, quem nada ganha, nada terá a perder. Outro fato comum são rotinas de treinamento que não privilegiam a total recuperação muscular entre estímulos, como treinar o mesmo grupo muscular freqüentemente, sem que este esteja totalmente recuperado e supercompensado. Esta é a situação estimulante para a instalação de um quadro de overtraining. E esta síndrome favorece a liberação constante de cortisol, que além de impedir os ganhos, promove as perdas indesejadas. Já em relação à alimentação, o fato de realizar uma refeição rica em proteínas e carboidratos ao acordar, assim como antes de dormir e pós treinamento, podem reduzir drasticamente as chances da presença catabólica de cortisol nestes horários críticos. A suplementação com aminoácidos isolados, de cadeia ramificada, glutamina e vitamina C são estratégias utilizadas para prevenir, evitar e minimizar o catabolismo. Sendo assim, o fato crucial está em promover o anabolismo e minimizar o catabolismo. As variáveis intervenientes mais comuns utilizadas, como a dieta e o treinamento, são em grande parte responsáveis pelo anabolismo muscular, mas que por vezes podem promover o armazenamento lipídico. Assim como situações que tem por finalidade o gasto calórico e lipídico, acabam por promover o catabolismo muscular como conseqüência. Por vezes, estratégias escolhidas para promover o anabolismo acabam mais por minimizar as perdas do que promover os ganhos, o que já é de certa forma muito vantajoso. Então torna-se cada vez mais importante dominar os fatores anabólicos e catabólicos que envolvem o treinamento, pois se situações catabólicas estiverem predominado sobre as anabólicas, todo e qualquer esforço de treinamento intensivo será prejudicial.
  21. Pessoal é o seguinte, eu treino para hipertrofia muscular 6 vezes na semana (2x ABC) sendo que ultimamente eu estou levando quase duas horas para terminar cada treino devido ao excesso de pessoas que entraram na academia nessa epóca. A minha dúvida é a seguinte. Treinando de segunda a sábado quase duas horas por dia e no domingo jogando futebol na praia durante 1h e 30min pode causar a perca de massar muscular?
  22. ola, eu por muito tempo achava que começava perder massa de um dia pro outro pq achava q tinha algum problema hormonal, hj eu sei que eu catabolismo muito por vacilar na alimentação, eu perco muita massa msm quando falta carne no almoço e na janta durante uma semana por exemplo, acontece isso com vcs tbm quando falta proteina? oq eu faço quando faltar carne, eu tava comendo uma lata de sardinha mais nao ta segurando nao.
  23. Tudo bom galera... malho a um ano, já tomei de tudo que é bom, mas agora estou na duvida qual combinação é melhor no meu caso... malho 3 vezes por semana... quarta, sabado e domingo depois de malhar jogo bola e as vezes caio na piscina enfim.... No meu caso estou tomando abumina de manha mas não todos os dias mas nos dias de treino com certeza, e creatina 5mg todos os dias após almoço Blz Bom ai é que pega como vou fazer outros esportes depois da academia, seria bom incluir um bcaa ou um wey para não queimar os musculos alguma dica? valeu
  24. Salve ! Surgiu uma dúvida que talvez seja de outras pessoas do fórum. Em caso de exercícios aeróbicos moderados ( Bike por exemplo ). Quanto tempo eu posso fazer sem que aconteça catabolismo muscular ? Caso eu suplemente com Malto durante o exercício, este tempo muda para quanto?
  25. é posivel evitar totalmente o catabolismo sem suplementos?? se for, como?? se n for possivel, como minimizar ao maximo?? obrigado AH É SEM SUPLEMTENTOS, naum q eu tenha algo contra eles mas gostaria de saber
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