maxalain Postado 29 de maio de 2010 Postado 29 de maio de 2010 Não sei se o local de postagem desse tópico é nesse fórum. Porém, como não achei outro fórum e como se trata de aquisição de suplementos resolvi criar esse tópico. Caso não seja assunto para esse fórum, por favor me direcione para o correto. Pela primeira vez fiz uma compra de suplementos importados pela internet e os adquiri da bodybuilding. A compra foi feita no último 16/04/2010, com previsão para entrega entre 7 e 14 dias. A única opção oferecida para postagem da encomenda foi um serviço sem rastreamento pela empresa DHL Global Post. Como a encomenda não chegou no prazo estabelecido, fiz um contato com a bodybuilding que me informou ter a encomenda chegado ao Brasil em 01/05/2010 e que estava sob vistoria da alfândega. Ocorre que no Brasil, os produtos que vem por postagem internacional podem entrar por São Paulo, Rio de Janeiro ou Manaus. Além disso, a encomenda na alfândega pode estar em um de três canais de controle, conforme o serviço de postagem: Colis Postaux, Courrier ou Pequenos Pacotes. Cada um dessses canais na verdade se constitui em um setor específico da Aduana e ficam em locais completamente diferentes. Por exemplo: em São Paulo, o serviço de Colis Postaux fica dentro do Correios; o serviço de Courrier fica dentro do setor de cargas do Aeroporto Internacional; e o serviço de Pequenos Pacotes em um outro local da Inspetoria da Receita Federal. A alfândega (Receita Federal) somente tem condições de localizar a encomenda (mesmo sem o rastreamento) e me prestar esclarecimentos se eu souber pelo menos informar por qual canal de controle foi que a encomenda entrou. Entrei em contato com a DHL no Brasil. A DHL informou-me que somente tem no Brasil as divisões Express e Forward e que a divisão DHL Post (que não tem no Brasil) somente poderia ser contatada pelo vendedor ou pelo Correios. Entrei em contato de novo com a bodybuilding. A vendedora informou-me que a DHL Post somente tinha a informação que a encomenda estava retida pela alfândega no Brasil, não sabendo precisar se em São Paulo, Rio de Janeiro ou Manaus, nem, tampouco, qual a classificação que foi dada à encomenda: se Colis Postaux, Courrier ou Pequeno Pacote. Informou, ainda, que após a entrega no Brasil, em razão de intercâmbio com a empresa brasileira de postagem: os Correios, somente a ECT poderia esclarecer aonde está a encomenda. Me passaram um número de tracking, de controle da encomenda. Entrei em contato com os Correios. Os Correios me informaram que o número de tracking não era o padrão utilizado pelo Brasil (12 números e duas letras no final - o número que me passaram tem 2 letras no início e 20 letras após) e que, portanto, o sistema não o reconhe e, por consequência, que não tem como localizar a encomenda. Informaram que o número de tracking das encomendas provenientes dos EUA não é compatível com a brasileira porque aquele país não é signatário do acordo internacional que regula os serviços de postagem. De novo, voltei a contatar o vendedor. A bodybuilding me informou que somente tem aquele número de controle e que eu aguardasse mais um pouco, até 15 de junho, e caso a encomenda não chegue eles farão o reembolso do que paguei (menos mal). Esse relato todo é para perguntar se alguém já passou por isso e saberia me informar: 1) Por onde normalmente chegam essas encomendas (São Paulo, Rio de Janeiro ou Manaus)? 2) Essas encomendas vem como Colis Postaux, Courrier ou Pequeno Pacote? 3) Existe alguma forma de saber o paradeiro dessa encomenda? 4) Você recebeu a sua encomenda? Quando tempo demorou? 5) Se você não a recebeu, a bodybuilding efetivamente o reembolsou? Treinar, comer e dormir: SEMPRE
oozaru Postado 29 de maio de 2010 Postado 29 de maio de 2010 ve se esse topico responde algo pra ti viewtopic.php?t=104949
maxalain Postado 29 de maio de 2010 Autor Postado 29 de maio de 2010 ve se esse topico responde algo pra ti viewtopic.php?t=104949 Respondeu: vou ter que esperar pelo que vai resolver um imbecil de um burocrata de plantão, contratado pelo todo poderoso e onipresente Estado paternalista, que se avoca no poder de resolver o que eu devo ou não comer. E no fim, tudo manipulado por interesses financeiros de um grupelho que vende a idéia (ou a compra) de que a indústria nacional precisa ser protegida. Ora, quem não tem competência que não se instale. A boa notícia é o aprendizado que ficou: continuar suplementando com o que há de melhor (e não é nacional) e não usar a internet para essas aquisições. Desculpe o desabafo, agradeço pela ajuda. Treinar, comer e dormir: SEMPRE
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