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rgiovann

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    rgiovann got a reaction from Cláudio Chamini in Análise de suplementos pela PROTESTE   
    a composição é semelhante, mas tem que ver a origem da matéria prima, a da ISOPURE é austríaca (um dos paises de ponta em P&D de suplementos). Com certeza a da Nutrilatina não é.
    Mas comparando com seus equivalentes nacionais, é uma das melhores.
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    rgiovann got a reaction from Cláudio Chamini in Análise de suplementos pela PROTESTE   
    Interessante bergjunior, não sabia dessa informação, vou pesquisar melhor e ver o posicionamento da nova empresa em relação a isso. Se conseguir alguma nova info posto aqui.
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    rgiovann got a reaction from Cláudio Chamini in Análise de suplementos pela PROTESTE   
    correto, não estou acusando a ProTeste de má fé, mas po, se for fazer uma avaliação de produto e publicar que o faça com a anuência dos fornecedores, que tenham acesso aos laudos e a metodologia do teste utilizado e que tenham a possibilidade de se justificar e fazer uma contraprova. Os resultados que fossem publicados dessa forma, não teriam contestação nenhuma dos fabricantes, uma vez que tiveram participação ativa durante o processo.
    Enfim, nós consumidores, só teriamos a ganhar com isso, provavelmente adequação pra melhor de produtos que fossem eventualmente reprovados.
    Da forma como aconteceu, as empresas fornecedoras (que não participaram destes testes) tem toda a razão em contestar e nós de desconfiar.
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    rgiovann got a reaction from fisiculturismo in Análise de suplementos pela PROTESTE   
    acho que alguem tem que dar uma de advogado do diabo e não engolir tudo o que le pela frente sem discutir todos os pontos de vista, vamos lá.
    A reportagem reprova alguns suplementos alimentares embasada em testes e parâmetros não previstos na legislação vigente.
    O critério de análise de qualidade adotado na publicação é aquele que o editorial da REVISTA PRO TESTE entende como ideal e não o critério estipulado pelos orgãos oficiais.
    O site da revista PRO TESTE reafirma :
    “Os testes feitos pela PRO TESTE são diferente das análises de conformidade feitas por órgãos de normatização e fiscalizadores, como o Instituto Nacional de Metrologia e Normalização (Inmetro).” 
    Não tenho nenhum problema em relação à liberadade de informação e liberdade de imprensa, fornecendo todas informações solicitadas por tais entes, desde que os procedimentos dos referidos testes obedeçam aos preceitos contitucionais, tais como DEVIDO PROCESSO LEGAL, CONTRADITÓRIO TÉCNICO E AMPLA DEFESA, facultando ainda a plena realização da contraprova em laboratório de elevada credibilidade e absoluta isenção.
    A matéria em questão foi veiculada na edição de Agosto de 2009 da REVISTA PRO TESTE sem que sequer fosse dada à nenhum fabricante conhecimento e tempo hábil para pronunciamento ou acesso ao laudo de análise, sendo-lhe negada direito a manifestação, resposta e contra-prova do teste, em laboratório homologado pela ANVISA.
    -----
    Minha opinião, reportagem completamente parcial, "empresa testadora", que parece falar mal de tudo e de todos, para então ganhar poder comercial.
    A materia ganharia muito mais credibilidade se houvesse a participação das empresas que tiveram seus produtos testados com contratestes em laboratórios certificados pela Anvisa.
    Segue aqui outra informação sobre o perfil da Proteste, agora a pendenga é com a Abia (Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação).
    "
    Em retaliação, a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia) se prepara para entrar com um processo pesado contra a PTeste, contestando a qualidade dos testes. A decisão foi tomada quarta-feira, em reunião dos fabricantes na sede da Abia. Eles aguardam apenas a conclusão de um parecer encomendado de um jurista para entrar com a ação, o que deve ocorrer ainda este mês. “Essa PTeste não age com lisura e quer desestabilizar a indústria alimentícia”, protesta uma fonte do setor.
    Os fabricantes de molho de tomate querem saber como foram feitos os testes dos produtos, a metodologia utilizada, os lotes pesquisados e ainda o laboratório contratado pela PTeste. Entre eles, está a Arisco, que teve reprovado o seu molho de caixinha Tarantella, que conteria pêlos de roedores (assim como o Tomatino em lata, da Brasfrigo). Segundo a Unilever, dona da Arisco, quatro laudos técnicos de diferentes laboratórios derrubam a análise da PTeste. "
    ---
    pelos de roedores em molho de tomate fabricado pela Unilever ?! Sinceramente, com um resultado destes eu ia mesmo queres uns 4 laudos tecnicos diferentes eu não apenas um (o da revista) e com metologia de teste desconhecida. Alem de contactar o fabricante e pedir explicações. O que, estranhamente não aconteceu.

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