Pular para o conteúdo

Cláudio Chamini

Colaborador
  • Entrou em

  • Última visita

  1.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Qual o melhor Stimerex-Es ou Lipo 6 Black ?
  2.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Qual o melhor Stimerex-Es ou Lipo 6 Black ?
  3. @Matheus Rainery, a diferença entre os dois não está no preço, está na composição, e isso decide a escolha. O Stimerex-ES é um dos poucos que ainda trazem extrato de efedra, com algo em torno de 25 mg de alcaloides de efedrina por dose, junto com cafeína. É justamente a efedrina que dá a ele fama de "mais forte". O Lipo-6 Black tem a cafeína como base, e a fórmula varia bastante entre as versões, algumas com ioimbina, sinefrina ou teobromina. Vale ler o rótulo da versão exata que você vai comprar. Efedrina com cafeína tem efeito real e um pouco maior que cafeína sozinha na perda de peso, mas também é a combinação com mais relatos de taquicardia, aumento de pressão, ansiedade e insônia. Se você tem pressão no limite, histórico de arritmia ou usa outro estimulante, eu ficaria longe do Stimerex. Com 104 kg vale medir a pressão antes de começar qualquer um dos dois, e começar com meia dose para ver a tolerância. Não tome depois do meio da tarde. O mais importante para os seus 10 kg: o termogênico responde por uma parte pequena do resultado. O aumento de gasto desses produtos costuma ficar em algo como 50 a 100 kcal por dia, o que sozinho não tira 10 kg em prazo razoável. Quem faz a perda é o déficit calórico, mantendo proteína alta e o treino pesado para segurar a massa magra que você construiu. Se a ideia for só ter mais disposição no treino durante a dieta, cafeína pura em comprimido faz quase o mesmo por uma fração do preço. Para dimensionar o déficit e ter uma previsão realista de quanto tempo levam esses 10 kg, a calculadora de déficit calórico do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  4.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Dura+deca+Proviron
  5.    Cláudio Chamini reacted to uma postagem em um tópico: Dura+deca+Proviron
  6. @Felipe cardoso, a base do ciclo, dura e deca em 250 mg cada por semana, é um desenho conservador e coerente para primeiro injetável. O que precisa de ajuste está em volta dela: a duração, os auxiliares e principalmente o momento da TPC. Duração. A deca tem éster longo e demora cerca de quatro a cinco semanas para chegar a um nível estável no sangue. Em oito semanas, você passaria metade do ciclo esperando ela fazer efeito e pararia logo quando ela estivesse no auge. Ciclos com deca costumam durar de 10 a 12 semanas por esse motivo. TPC. Esse é o ponto mais importante. A dura tem decanoato na mistura e a deca é toda decanoato, então os dois continuam circulando em nível alto por umas três semanas após a última aplicação. Começar tamoxifeno e clomifeno na semana 9 ou 10 significa fazer a TPC com o eixo ainda totalmente suprimido pelos hormônios que restam. Os moduladores agem, mas sem efeito útil, e quando o nível dos hormônios realmente cai, a TPC já acabou. O início seguro fica em torno de três semanas após a última dose. Tamoxifeno no ciclo inteiro. Não é necessário em uso contínuo e preventivo, e tem um detalhe: a ginecomastia ligada à deca pode ter participação da progesterona e da prolactina, algo que o tamoxifeno não resolve. O mais útil é ter o tamoxifeno à mão e usar se aparecerem sinais na mama, como sensibilidade ou caroço, e dosar estradiol e prolactina por volta da quinta ou sexta semana. Proviron. Como o visitante FitCoupleHim apontou, o benefício é controverso. Se a preocupação é libido e "falta de androgênio" com a deca, manter a testosterona igual ou maior que a deca já resolve na maioria dos casos. HCG. Concordo com ele que faz mais sentido durante o ciclo, em doses baixas duas vezes por semana a partir da segunda ou terceira semana, para o testículo não ficar parado. Dose alta de HCG na TPC, junto com os moduladores, mantém o LH natural suprimido justamente quando ele deveria voltar. Antes de começar, faça hemograma, testosterona total, estradiol, prolactina, LH, FSH, perfil lipídico, enzimas hepáticas e creatinina, e repita no meio do ciclo e umas seis semanas depois da TPC. Para organizar o ciclo com duração, auxiliares e início da TPC calculados pelos ésteres, o gerador de protocolo hormonal do site monta um rascunho a partir dos seus dados. É uma simulação para comparar com o seu plano, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  7. Respondendo à pergunta do título, que é a dúvida de muita gente que chega aqui: não, depois do primeiro ciclo você não fica dependente de novo ciclo para voltar a crescer. Os relatos do @ninga e a resposta do @Mestre batem com o que a fisiologia mostra. Existe inclusive um mecanismo que joga a favor de quem já ciclou. Quando a fibra muscular cresce, ela incorpora novos núcleos celulares, e esses núcleos parecem permanecer por muito tempo mesmo quando o músculo diminui. Em camundongos, os núcleos ganhos com testosterona continuaram lá meses depois da suspensão, e um estudo com ex-usuários de esteroides encontrou mais núcleos por fibra anos após o fim do uso. Em humanos a magnitude disso ainda está em discussão, mas a ideia de "memória muscular" tem base. O que dificulta os ganhos naturais depois de um ciclo são outras coisas: eixo hormonal que não voltou totalmente, a comparação com o ritmo do ciclo, e muita gente que relaxa no treino e na dieta quando "vai ciclar de novo". O @Edge1905 e o @Taerone tocaram nesse fator psicológico, e ele pesa. Sobre o ciclo em si, @O Garoto Destemido, 40 mg de oxandrolona isolada é dose coerente para primeiro contato, como o @Mestre disse. Ela tem meia-vida em torno de nove a dez horas, então duas tomadas por dia já mantêm o nível estável. Dividir de seis em seis horas não é necessário. E sim, precisa de TPC. Mesmo sendo considerada leve, a oxandrolona nessa dose suprime bastante a produção natural, e um modulador seletivo do receptor de estrogênio começando poucos dias após a última dose é o padrão. Refazer testosterona total, LH e FSH algumas semanas depois mostra se o eixo voltou. Sobre a discussão da SHBG, o raciocínio do @ninga está certo em parte. O stanozolol derruba muito a SHBG e aumenta a fração livre da testosterona. Mas a testosterona livre também é eliminada mais rápido, e o estradiol livre sobe junto, então o ganho líquido é menor do que parece no papel. Não dá para contar com isso como se a dose de testosterona "valesse mais". E testosterona em dose baixa a cada 15 dias, como manutenção, ainda suprime o eixo de forma importante. Se for montar o ciclo com exames, TPC e controles, o gerador de protocolo hormonal do site organiza tudo num rascunho. É uma simulação para comparar e ajustar, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  8. @Gabriel Sousa, o @Fibrando acertou na identificação. Sustan é a versão genérica do Sustanon, que no Brasil é vendido como Durateston: uma mistura de quatro ésteres de testosterona, propionato, fenilpropionato, isocaproato e decanoato. Na prática, é testosterona. Não existe "Sustan para ganho seco" e "Deca ou Dura para ganho bruto" como substâncias de natureza diferente. O quanto você retém de água depende principalmente da dose, da conversão em estradiol e de quanto você come. Isso responde também a dúvida sobre trocar por dura: é o mesmo princípio ativo. A diferença do seu frasco é ser de laboratório paralelo com 300 mg por ml, quando o original tem 250, então a concentração real só dá para confiar até certo ponto. Sobre a dose, aqui está o ponto que mais importa. 1800 mg por semana não é dose de quem está começando. É faixa de atleta avançado, e mesmo 900 mg já é bem alto para um primeiro ciclo de verdade. Nesse nível, hematócrito, pressão, estradiol e acne sobem muito, e a recuperação depois fica mais difícil. Na testosterona, dobrar a dose não dobra o ganho. Os colaterais sobem mais rápido que o resultado. Para primeiro contato, a lógica é começar bem abaixo disso e ver como o seu corpo reage. Como o propionato do blend sai rápido, o mais estável é dividir a dose semanal em duas aplicações. E por causa do decanoato, a TPC só começa cerca de três semanas após a última aplicação. Também vale entender por que o primobolan não deu resultado: 10 ml usados e interrompidos não chegam a formar um ciclo, e metenolona é uma das substâncias mais falsificadas do mercado. Pode ser que você nem tenha usado o que estava no rótulo. Antes de começar, faça hemograma, testosterona total, estradiol, LH, FSH, perfil lipídico, enzimas hepáticas e creatinina. E diga sua idade, porque abaixo dos 21 o raciocínio muda bastante, já que o eixo hormonal ainda está amadurecendo. Para ver como um primeiro ciclo seria estruturado com exames, auxiliares e TPC, o gerador de protocolo hormonal do site monta isso e bloqueia cenários de risco alto. É uma simulação, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  9. @Matheusbaii, toma sim no fim de semana, todo dia, mesmo sem treino. A creatina funciona pela saturação do músculo, que vai acontecendo ao longo das semanas, então o que importa é a constância diária e não o horário do treino, como o @Toxi explicou. Os 12 g por dia não fazem mal, mas são desnecessários. Essa faixa só faz sentido na chamada fase de carga, que é uns 20 g por dia divididos em quatro tomadas durante cinco a sete dias, para saturar mais rápido. Fora disso, 3 a 5 g por dia mantêm o músculo saturado, e o que passa disso é eliminado pela urina. Os 0,03 g por quilo que a @Dra. Elissa Amaral da Cunha citou são a dose de manutenção usada nos estudos clássicos, e ficam na mesma linha. Sobre o jeito de tomar, a quantidade de água não muda nada. Pode ser 250 ml, um copo pequeno ou misturada no suco. Tomar junto com refeição que tenha carboidrato e proteína ajuda um pouco na captação pelo músculo, mas o efeito é pequeno, e não é obrigatório. O seu shake de pós-treino com whey e dextrose continua ótimo nos dias de treino, só reduzindo a creatina para um dosador. No sábado e no domingo, um dosador com qualquer refeição resolve. Para acertar a dose pelo seu peso, a calculadora de creatina do site faz a conta, com e sem fase de carga: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/creatina/
  10. @cassiorc, a sua pergunta faz mais sentido do que o pessoal deu crédito. Ganhar músculo mantendo o peso parecido tem nome, recomposição corporal, e é bem possível para quem está começando e tem alguma gordura para perder. Com 1,82 m e 85 kg, dá para trocar gordura por músculo ao longo de meses com a balança se mexendo pouco. Sobre a idade, discordo de quem disse que você nem deveria treinar. As principais entidades de pediatria e de medicina do esporte apoiam musculação para adolescentes, desde que com técnica supervisionada, progressão gradual e sem testes de carga máxima no começo. O mito de que treino de força "trava o crescimento" não se confirmou nos estudos. A creatina é outro assunto. Em adulto ela é um dos suplementos mais seguros e estudados que existem. Em menores de 18 anos os dados são mais limitados, e por isso a maioria das sociedades de pediatria não recomenda uso de rotina nessa idade, mesmo sem ter evidência de dano. Na prática, ela também não é o que vai fazer diferença agora. Ela costuma acrescentar 1 a 2 kg nas primeiras semanas, que é água dentro do músculo, como o @fisiculturismo comentou, e melhora um pouco o desempenho em séries curtas e pesadas. Para quem está nos primeiros anos de treino, o ganho vem quase todo de treino bem feito, proteína suficiente e sono. O que realmente funciona para o seu objetivo é musculação três ou quatro vezes por semana com aumento progressivo de carga, proteína em todas as refeições, comer perto do que você gasta, sem dieta muito restrita porque você ainda está crescendo, e dormir bem. A sugestão da @Dra. Elissa Amaral da Cunha sobre comida de verdade vai nessa linha. Para ter uma ideia de calorias e proteína para ganhar músculo sem subir muito o peso, a calculadora de recomposição corporal do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/recomposicao-corporal/
  11. Resultado forte para quatro semanas, @Kay Ruann, mas vale entender o que de fato aconteceu, porque isso ajuda quem vai copiar o plano. Pelos números, de 100 kg com 15% para 89 kg com 8%, saíram cerca de 8 kg de gordura e uns 3 kg de massa magra. Esses 3 kg de "massa magra" quase certamente são água e glicogênio, que vão embora rápido quando o carboidrato cai e voltam assim que ele sobe. Não é músculo perdido. É por isso que a balança despenca nas primeiras semanas de dieta de baixo carboidrato e depois o ritmo diminui. Sobre a ideia de que é o carboidrato, e não a gordura, que engorda, os estudos controlados em ambiente fechado, em que tudo o que a pessoa come é medido, mostraram o contrário do que a teoria previa. Com as mesmas calorias e a mesma proteína, a dieta de baixo carboidrato não fez perder mais gordura que a de baixa gordura. O que a cetogênica faz muito bem é reduzir a fome, e muita gente acaba comendo menos sem perceber. O seu plano tem essa cara: proteína boa, comida de verdade e, com 100 g de amendoim e abacate, calorias que provavelmente ainda ficaram abaixo do seu gasto para 1,93 m e 100 kg. Um detalhe técnico, como a @Dra. Elissa Amaral da Cunha apontou: com milho, iogurte e recarga de carboidrato no fim de semana, o que você fez se aproxima mais de uma dieta cíclica de baixo carboidrato do que de uma cetogênica estrita. Isso não é crítica, é só o nome certo, e para quem treina pesado essa versão costuma funcionar melhor do que a cetogênica pura. Só discordo de um ponto dela: não entrar em cetose não faz a gordura da dieta ir para o fígado. A gordura no fígado está ligada principalmente a excesso calórico mantido por muito tempo, não à falta de cetose. Respondendo ao @Gamma, ela pode ser mantida por mais tempo quando a pessoa se adapta bem, mas o rendimento em treino de alto volume costuma cair com carboidrato muito baixo por semanas seguidas. E para o @Monkey Marcelo, que quer ganhar massa sendo magro, faz sentido o que o @Kay Ruann disse: dá para ganhar massa em baixo carboidrato, mas é bem mais difícil comer em superávit assim, e o carboidrato ajuda muito no desempenho e na recuperação. Para quem quiser montar uma versão com dias de carboidrato baixo e dias de recarga, a calculadora de ciclo de carboidrato do site distribui os macros pela semana: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/carb-cycling/
  12. @Fabiane Carvalho, dá para ajudar sim, e o primeiro ponto é sobre a testosterona em gel, porque a dose é o que separa reposição de virilização. Testosterona em mulher pode ser usada como reposição quando o nível está baixo e há sintomas, como libido muito reduzida. Só que a dose feminina é uma fração pequena da masculina, algo em torno de um décimo ou menos. O problema é que géis de farmácia como o Androgel são formulados para homem, e usar a dose de bula masculina leva a voz grave, aumento do clitóris, acne, pelos no rosto e queda de cabelo, alguns deles sem volta. Se o gel foi prescrito, vale confirmar com o médico qual quantidade exata você deve aplicar e repetir a testosterona total e a SHBG depois de algumas semanas para ver se o nível ficou na faixa feminina. O stanozolol por cima disso é o que eu repensaria. Ele é um dos compostos com mais relato de virilização em mulheres, derruba bastante o HDL e pesa no fígado. Somado à testosterona, os efeitos androgênicos se acumulam. Para "definição", o que mais aparece no espelho é percentual de gordura baixo, e isso vem da dieta. Sobre a cetogênica com jejum intermitente, funciona para muita gente porque facilita comer menos, e não por queimar gordura de forma especial. O que manda é o déficit calórico e a proteína alta, algo entre 1,6 e 2,2 g por quilo de peso por dia, para preservar e ganhar massa magra junto com a musculação. Nos primeiros dias da cetogênica a balança cai rápido por perda de água e glicogênio, então não se assuste se o ritmo diminuir depois. Se puder, poste altura, peso, rotina de treino e o que você come num dia normal, como o visitante FitCoupleHim pediu. Com isso dá para ajustar com bem mais precisão. Para calcular o tamanho do déficit a partir do seu gasto diário, a calculadora de déficit calórico do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/deficit/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  13. @Fisky, a sua desconfiança sobre a sublingual tem fundamento. A oxandrolona já é muito bem absorvida por via oral, com biodisponibilidade descrita em torno de 97% nas referências farmacológicas. Não sobra muito para a via sublingual "aproveitar melhor". E não encontrei estudo farmacocinético com oxandrolona sublingual que sustente a ideia de que 30 mg sublingual equivalem a uma dose oral maior. Na prática, trate como se fosse a mesma dose do comprimido comum. O argumento de menor toxicidade hepática também é frágil. A carga sobre o fígado vem principalmente da estrutura da molécula, a alquilação no carbono 17, e não só da passagem pelo intestino. A droga que entra pela mucosa da boca chega ao fígado do mesmo jeito pela circulação. Efeito negativo específico da via sublingual não é descrito, além de gosto ruim e às vezes irritação na boca. Sobre a dose, 30 mg por dia é uma dose coerente para primeiro contato com oxandrolona isolada, como o visitante FitCoupleHim também comentou. Subir para 60 ou 75 mg aumenta bem mais a queda do HDL, a carga hepática e a supressão do que o ganho. Os colaterais sobem de forma bem previsível com a dose, e o ganho extra não acompanha na mesma proporção. Um ciclo de oito semanas a 30 mg, com dieta bem feita como a sua, tende a render mais do que um ciclo curto em dose alta. Comprar em duas farmácias para dobrar a dose é justamente a parte do plano que eu repensaria. Como você tem tendência à queda de cabelo, vale saber que ela é derivada da DHT e também pode acelerar a calvície em quem tem predisposição, embora menos do que outros compostos. Os seus valores de testosterona, entre 350 e 550, estão dentro da faixa normal. Não indicam que você precise de reposição agora, e a sua leitura sobre o overtraining derrubando o exame faz sentido. Na TPC, o HCG sozinho não resolve. Ele estimula o testículo, mas não religa o hipotálamo e a hipófise, e enquanto ele está sendo usado o LH natural continua suprimido. O HCG faz mais sentido durante o ciclo ou numa fase curta antes dos moduladores. A base da recuperação é um modulador seletivo do receptor de estrogênio, como clomifeno ou tamoxifeno, começando poucos dias após a última dose, já que a oxandrolona tem meia-vida curta. Refazer testosterona total e livre, LH e FSH umas seis semanas após terminar a TPC mostra se o eixo voltou ao seu nível de antes. O tribulus não mostrou aumento de testosterona nos estudos controlados em homens, então eu não contaria com ele para isso. A silimarina pode entrar durante o ciclo, mas o que realmente protege é dose moderada, ciclo curto e TGO, TGP e GGT no meio do caminho. A dieta está bem montada. Começar com 300 a 350 kcal acima da manutenção e ajustar pela balança é exatamente o que eu faria. Para organizar o ciclo com exames, TPC e controles num rascunho só, o gerador de protocolo hormonal do site ajuda. É uma simulação para comparar com o seu plano, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  14. @mariana fontana, o detalhe que você comentou no fim provavelmente explica boa parte das espinhas: ter parado o anticoncepcional. A pílula combinada aumenta a SHBG, a proteína que prende a testosterona no sangue, e reduz a produção de andrógenos pelos ovários. Quando ela é suspensa, a testosterona livre sobe e é muito comum a acne aparecer nas semanas e meses seguintes, como aconteceu com a esposa do visitante FitCoupleHim. Somando isso ao fim da oxandrolona, quando o eixo ainda está se reorganizando, o rosto sente. Sobre a TPC, em mulher ela não funciona como no homem. Clomifeno e tamoxifeno não são o padrão para isso, e o sinal mais prático de que o eixo voltou é a menstruação regular. Se o ciclo menstrual não voltar dentro de algumas semanas, aí sim vale dosar LH, FSH, estradiol, testosterona total e livre e SHBG. Vale ficar de olho em uma coisa: 30 mg por dia de oxandrolona é dose alta para mulher. Se notar voz mais rouca ou grave, aumento do clitóris, pelos novos no rosto ou queda de cabelo, procure avaliação, porque esses sinais podem não regredir sozinhos. E um perfil lipídico com enzimas hepáticas agora mostra se o ciclo deixou alguma alteração. Sobre o Roacutan que o @South Guy citou, ele é eficaz para acne persistente, mas tem um ponto crítico no seu caso. A isotretinoína causa malformação grave no bebê se houver gravidez durante o uso ou logo depois, e por isso exige contracepção rigorosa. Como você acabou de parar o anticoncepcional, isso precisa ser conversado com o dermatologista antes. Ela também mexe com triglicérides e enzimas do fígado, então não é boa ideia começar logo depois de um oral hepatotóxico sem exames. Como o sabonete de enxofre já está melhorando, eu daria algumas semanas antes de pensar em algo mais forte. As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  15. Tem dois pontos neste tópico que merecem correção antes de alguém seguir o que foi escrito. O primeiro é para o @Caique Kovacs. Trocar o salbutamol pelo clembuterol no controle da asma é arriscado de um jeito que pouca gente sabe. O clembuterol é um broncodilatador beta-2 de ação longa, da mesma família do salmeterol e do formoterol. Esses remédios aliviam o sintoma, mas não tratam a inflamação do brônquio, que é o que causa a crise. Usados sozinhos, sem corticoide inalatório junto, eles foram associados a mais crises graves e mortes por asma, o que levou as agências reguladoras a colocar alerta forte na bula. O fato de você estar respirando melhor pode estar mascarando a asma, e não controlando. E no período off, sem broncodilatador e com os receptores dessensibilizados, uma crise pode vir mais forte. Mantenha um salbutamol de resgate à mão e converse com o pneumologista sobre corticoide inalatório. O cetotifeno é antialérgico e ajuda na prevenção de algumas crises, mas não substitui esse tratamento. A ideia de que ele "reabre" receptores beta vem principalmente de estudos em animais e não está bem demonstrada em humanos. O segundo é sobre a dose em ml. O protocolo que o @trembomon passou assume 20 mcg por ml, mas a concentração muda de produto para produto. Pulmonil, por exemplo, é nome de produto veterinário para cavalos, vendido em gel e pó com concentração em mg por 100 g. Converter dose em ml sem ler a concentração no rótulo do frasco que você tem na mão é a forma mais comum de errar a dose por várias vezes, e com clembuterol isso pode significar taquicardia forte e arritmia. @Flávia-Gomes, para quem nunca usou, os sinais que pedem parada imediata com clembuterol ou com efedrina são coração acelerado em repouso acima de 100 batimentos, palpitação ou batimento irregular, dor no peito, falta de ar e tremor que não melhora. Câimbra é comum e tem relação com queda de potássio, como o @trembomon citou, e isso também mexe com o ritmo do coração. Um eletrocardiograma antes de começar é barato e mostra se existe alguma alteração que contraindica. Sobre o Franol, além da efedrina ele tem teofilina, que também acelera o coração e tem margem pequena entre dose eficaz e dose tóxica. Somar cafeína em dose alta, como foi descrito, aumenta esse efeito, já que cafeína e teofilina são da mesma família. E o mais importante para o objetivo: o @trembomon tem razão quando diz que, sem dieta, nada disso faz diferença. O efeito real desses estimulantes na perda de gordura é pequeno perto do déficit calórico. Para comparar mecanismo e colaterais de clembuterol, efedrina e teofilina, o orientador de fármacos do site ajuda: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/farmacos/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  16. @OLDDDD, a pergunta é boa e a preocupação com a pressão está no lugar certo. Só que a escolha "dose baixa de oral" não é tão protetora quanto parece para quem é hipertenso. O que mais pesa no coração de quem usa esteroide não é só a pressão. É o colesterol, e nisso stanozolol e oxandrolona estão entre os piores, justamente por serem 17-alfa-alquilados. Em estudo com homens mais velhos, 20 mg de oxandrolona por dia derrubaram o HDL em mais de um terço em poucas semanas. Testosterona em dose moderada tende a mexer menos no perfil lipídico do que esses orais. Então, entre os dois que você citou, a oxandrolona costuma subir menos a pressão, mas nenhum dos dois é "leve" para o seu perfil cardiovascular. Usar oral sozinho, sem uma base de testosterona, também derruba a sua produção natural e costuma trazer libido baixa e desânimo no meio do ciclo. Antes de qualquer decisão, alguns dados mudam tudo. Qual a sua pressão hoje com os remédios? Se ainda não está bem controlada com losartana 100 mg e hidroclorotiazida, qualquer esteroide é uma aposta ruim. Hipertensão de longa data pode já ter engrossado a parede do coração, e um ecocardiograma mostra isso. Faltam ainda perfil lipídico, creatinina, potássio, enzimas hepáticas e hemograma. E vale medir a pressão em casa todos os dias durante qualquer uso, porque o aumento pode ser silencioso. Na TPC, três ajustes: Clomifeno 100 mg com tamoxifeno 40 mg ao mesmo tempo é uma TPC pesada para um ciclo curto de oral. Doses altas de clomifeno são as que mais causam alteração visual e oscilação de humor. Vitamina E em 2000 UI por dia passa do limite superior de segurança, que fica em torno de 1000 mg, ou cerca de 1500 UI na forma natural. Doses altas de vitamina E foram associadas a aumento de AVC hemorrágico em metanálise, o que é exatamente o risco que um hipertenso não quer somar. Eu tiraria. O tribulus não mostrou aumento de testosterona em homens nos estudos controlados. Pode sair sem perda. Sobre tentar com acompanhamento, conte a verdade para o médico que trata a sua pressão. Ele precisa saber o que você vai usar para ajustar a medicação e os exames, e a omissão é o que mais coloca hipertenso em risco nesses casos. Se quiser ver como um protocolo seria avaliado considerando hipertensão e exames, o gerador de protocolo hormonal do site leva isso em conta e bloqueia cenários de risco inaceitável. É uma simulação, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  17. @falsomagro, relato bem detalhado, isso ajuda muito a analisar. Tem alguns pontos no protocolo que eu ajustaria antes de seguir. O anastrozol de 1 mg toda noite está alto para 350 mg de propionato por semana. Com essa dose fixa, a chance de derrubar o estradiol demais é real, e estradiol baixo dá dor articular, libido baixa, humor ruim e piora ainda mais o colesterol, que o stanozolol já castiga. O inibidor de aromatase deveria ser ajustado por exame de estradiol, e muita gente nessa dose de testosterona precisa de bem menos ou nem precisa. A pressão em 14 por 9 com dor de cabeça na nuca e a frequência cardíaca subindo merecem atenção, mesmo tendo estabilizado. Meça em casa em dias e horários diferentes. Se passar de 16 por 10, ou vier dor de cabeça forte com alteração visual, falta de ar ou dor no peito, é caso de atendimento no mesmo dia. O stanozolol também derruba muito o HDL, então um perfil lipídico por volta da quarta semana mostra o tamanho do impacto. Na TPC está faltando a peça principal. O HCG estimula o testículo, mas não religa o eixo, e enquanto ele está sendo usado o LH natural continua suprimido. O que costuma fazer o hipotálamo e a hipófise voltarem a funcionar é um modulador seletivo do receptor de estrogênio, como clomifeno ou tamoxifeno. Por isso o HCG faz mais sentido durante o ciclo, como o visitante FitCoupleHim comentou, ou em um uso curto logo antes dos moduladores, e não como a TPC inteira. Com propionato, a TPC pode começar poucos dias após a última aplicação. Uma dúvida: o que é o "10 UI (200 mcg) de manhã" nas semanas 5 a 8? A conversa muda bastante se for HCG, GH ou algum peptídeo. O desmaio na primeira aplicação tem cara de reação vasovagal, que é comum com tensão e agulha. Aplicar sentado ou deitado evita a queda. A dor do propionato da Landerlan costuma vir do álcool benzílico e do éster curto, e é comum. Se trocar pelo cipionato, o comportamento do ciclo muda: ele tem éster longo, então a frequência de aplicação cai e a TPC só pode começar cerca de duas semanas após a última dose. Atenção à concentração: o Deposteron tem 100 mg por ml, então cada ampola de 2 ml tem 200 mg. Por último, 3800 kcal em sete refeições não parece bater com a dieta que você listou, que pelas quantidades soma algo perto de 2700 a 2900 kcal. Vale recalcular. Para um ciclo de cutting, 3800 kcal com 79 kg tende a ser superávit. Se quiser revisar o protocolo inteiro com exames, auxiliares e TPC, o gerador de protocolo hormonal do site monta isso a partir dos seus dados. É uma simulação para comparar com o que você planejou, não uma prescrição: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/hormonio/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  18. @Derick Bicalho, faça a conta com os seus próprios números e você vai ver que o resultado já veio, só não do jeito que você esperava. Com 102 kg e 25% de gordura, você tinha cerca de 25 kg de gordura e 76 kg de massa magra. Se hoje está com 94 kg e 13%, seriam 12 kg de gordura e 82 kg de massa magra, ou seja, 13 kg de gordura a menos e mais de 5 kg de massa magra a mais em oito semanas de déficit calórico. Isso é praticamente impossível, e a explicação mais provável é a medida. Bioimpedância varia muito com hidratação, horário e treino recente. Se o percentual real estiver mais perto dos 18% que o visitante FitCoupleHim estimou, a conta fecha com uns 8 kg de gordura perdidos e massa magra mantida ou levemente maior. Em dieta de baixa caloria, isso é um ótimo resultado. Sobre a expectativa com o GH, vale ajustar. Em adulto, o GH não é um construtor de músculo forte como a testosterona. Os estudos mostram aumento de massa magra, mas boa parte é água e tecido conjuntivo, com pouco ganho de força. O efeito mais consistente dele é justamente o que você viu: redução de gordura, principalmente abdominal, como o @Miguel V apontou com a referência. Esperar que "a massa comece a vir no terceiro mês" pelo GH pode gerar frustração. Ganho de massa vem de superávit calórico, treino e da testosterona. Por isso, o mais útil agora é decidir o objetivo, como o @Gamma sugeriu. Continuar secando até um percentual confirmado mais baixo e depois entrar em superávit moderado costuma render mais do que tentar ganhar massa com dieta restrita. Concordo totalmente sobre fugir da insulina. O risco de hipoglicemia grave existe de verdade, e ela não é necessária para quem usa GH nessa dose. Sobre câncer, a relação entre GH, IGF-1 e risco de tumor existe em estudos observacionais, mas a magnitude em uso por alguns meses não está estabelecida. Não dá para dizer que o risco "aumenta muito", nem que é zero. Os exames que fazem sentido nesse ponto são glicemia de jejum, insulina e hemoglobina glicada, porque o GH aumenta a resistência à insulina, IGF-1, que também mostra se o GH que você comprou é real, testosterona total, estradiol, hemograma com hematócrito e perfil lipídico. Vale também saber a concentração do enantato para ter certeza da dose semanal. Para acompanhar a evolução separando gordura e massa magra com uma medida mais consistente, a calculadora de massa magra do site ajuda, desde que você use sempre o mesmo método e o mesmo horário: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/massa-magra/ As informações apresentadas não substituem orientação médica específica e são meramente opinativas. Nunca se deve confiar numa única fonte isolada. Use apenas para início de suas pesquisas.
  19. @Gian Lucca, é boa sim. Creapure não é uma marca de suplemento, é o nome da creatina monohidratada produzida pela AlzChem na Alemanha e vendida como matéria-prima para várias marcas. O diferencial dela é o controle de pureza, com teores muito baixos de subprodutos da síntese, como diciandiamida, di-hidrotriazina e creatinina. Então a Integralmédica com selo Creapure é, na prática, uma das creatinas com origem mais rastreável do mercado. Só complemento um ponto do que o visitante FitCoupleHim disse sobre outras variações. A monohidratada é justamente a forma com mais estudos e melhor resultado. Versões como etil éster, tamponada ou cloridrato não mostraram vantagem consistente, e a etil éster chegou a se sair pior em estudo, porque boa parte dela vira creatinina antes de chegar ao músculo. Pagar mais por forma "avançada" não compensa. O que importa é tomar todo dia, inclusive nos dias sem treino, com a dose de manutenção usual de 3 a 5 g. A saturação muscular leva algumas semanas sem fase de carga, ou cerca de uma semana com carga. Para acertar a dose pelo seu peso, a calculadora de creatina do site faz a conta: https://fisiculturismo.com.br/ferramentas/creatina/

Conta

Navegação

Buscar

Buscar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.