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  1. BOM DIA, GALERA MONTEI UM CICLO ONDE, PROVAVELMENTE, FAREI USO DE QUATRO DROGAS: BOLDENONA (MEGA-EQUI OU EQUIFORT), DURATESTON (COMPRADA EM FARMÁCIA), OXANDROLONA (MANIPULADA) E MESTEROLONA (PROVIRON - DE FARMACIA). NA VERDADE, AINDA NÃO TENHO CERTEZA SE FAREI USO DA OXANDROLONA. INICIALMENTE ESTAVA PENSANDO EM CICLAR USANDO APENAS 400mg DE BOLDENONA E 500mg DE DURATESTON E 50mg DIÁRIAS DE PROVIRON POR 10 SEMANAS. MAS, DEPOIS DE ANALISAR UM POUCO, ACHEI INTERESSANTE A POSSIBILIDADE DE INTRODUZIR 60mg DIÁRIA DE OXANDROLONA, POR 6 OU 8 SEMANAS, RECEITADA, É CLARO, POR MEU MÉDICO ENDOCRINO E MANIPULADO EM FARMACIA DE CONFIANÇA.. PEÇO QUE ANALISEM O CICLO, SE ESTÁ BEM ESTRUTURADO E SE É REALMENTE NECESSÁRIO ALTERAR ALGUMA COISA TIPO, DROGA, DOSE OU TEMPO DE USO. DESDE JÁ AGRADEÇO A COOPERAÇÃO DE TODOS QUE SE DISPUSEREM. IDADE: 41 ANOS ALTURA: 1,75 m PESO: 83 Kg BF: 12% (SÓ INICIAREI O CICLO DEPOIS QUE EU CONSEGUIR BAIXAR O BF PRA 8%) VAMOS AO CICLO DE 10 SEMANAS OBJETIVO: GANHO DE MASSA MAGRA (SE HOUVER UM POUCO DE RETENÇÃO NÃO TEM PROBLEMA) DA 1° À 10° SEMANA (SEGUNDAS E QUINTAS): 400mg de BOLDENONA + 500mg de DURATESTON + 50mg de PROVIRON (dose diária, do primeiro ao último dia de ciclo) DA 1° À 6° OU 8° SEMANA (TODO DIA): 60mg de OXANDROLONA (todo dia, 30 mg de 12 em 12 horas) - ASSIM FAREI CASO EU RESOLVA UTILIZAR A OXANDROLONA. A DIETA SERÁ MONTADA POR NUTRICIONISTA ESPORTIVO, PORTANTO, SERÁ PERSONALIZADA. FAREI USO DE SUPLEMENTOS (WHEY PROTEIN - CREATINA - MALTODEXTRINA) TPC TAMBÉM ESTÁ OK, TENDO COMO OBJETIVO PRINCIPAL A NORMALIZAÇÃO MAIS RÁPIDO POSSÍVEL DO EIXO. FAREI OS EXAMES NECESSÁRIOS PARA INÍCIO E ACOMPANHAMENTO DO CICLO. TEREI A SUPERVISÃO DO MEU MÉDICO ENDOCRINOLOGISTA.
  2. Fala Pessoal, Estou começando o primeiro ciclo e vou relatar mas gostaria também da ajuda dos mais experientes para corrigir possíveis falhas nos suplemtnos e dieta. Sempre malhei e corri, mas nunca fiz dieta, "pelo contrário" e também bebia em excesso. Estou tentando fazer uma mudança e a 90 dias venho me alimentando melhor. Fiz exames e fui em um nutrólogo / endocrinologista para iniciar esse ciclo, mas lendo o forum vi várias vezes que médicos não entendem de ciclos. Então se puderem dar opiniões, será muito bem-vinda! @Bravo Costa @Foston @Apollo Galeno Vi que vocês comentaram em um tópico bem parecido, se puderem me ajudar aqui também eu agradeço Idade: 35 Altura: 1,83 Peso: 95,8 - estava com 102 a 3 meses atrás e reduzi com dieta Medidas da Bioimpedância IMC: 28,6% / PGC: 24,8% / TMB: 1926 / Gordura Visceral: 11% / Massa Muscula Esquelética 41,1 Kg Meta: 85 Kg / 15% PGC (Percentual de Gordura) Medicações em uso: Somente a fórmula que o médico passou para diminuir ansiedade e ajudar no emagrecimento - Preciso de ajuda aqui pq li e não estou muito seguro de tomar essa medicação Bupropiona 75 mg / Naltrexone 4 mg / 4mg / Cromo GTF 200 mcg / 5HTp 50 mg / Garcinia 300mg Problemas de Saúde: Nenhum, talvez um pouco de ansiedade mas nada que me atrapalhasse Tempo de treino: 3 anos musculação, corrida a pelo menos 5 anos Ciclos FEITOS com dose e tempo: Esse é o primeiro Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo: 8 semanas: Oxandrolona 30mg ao dia (10mg de 8 em 8 horas) Sublingual + Testostestora Gel 100mg/g (Pentravan) IA Manipulado: 1 capsula ao dia (Vitamina B6 30mg / Saw Palmeto 160mg / Zinco 15 mg / Crisina 100mg / Resveratrol 0,5 mg / Anastrozol 0,5 mg) Divisão de treino e horario do mesmo: Corrida em Jejum 30 minutos as 6:30 (somente com pré treino) Musculação ABC x2 as 18:00 A - Peito Tríceps B - Costa / Bíceps C - Ombro / Perna Dieta com quantidade de proteina/carboidrato/gordura por dia: 2500 cal Carboidratos: 281 g - 45% Proteínas: 250 g - 40% Gordura: 42g -15% ROTINA DIARIA 06:00 Pré Treino Termogênico Manipulado: Cafeína 250mg / Chá verde: 400 mg / Capsiate: 3 mg / Iombina: 3mg / Citrus Aurantinum: 200 mg / D Ribose: 500 mg / L Carnitina 200mg 06:30 Termogênico Manipulado Corrida na areia 30 minutos - Não chega a ser Hiit mas dou uns piques no meio da corrida Seg/Qua/Sex - 4x15 Flexão de Braço - Terça/Quinta/Sábado - 4x4 Barra 07:30 Desjejum Whey Protein Dymatize - Isowhey Oxandrolona - 10mg Vitamina C - 500mg 09:30 Café da Manhã Pão Nutrela 1 fatia + Ovos Mexidos ou Queijo Minas IA Manipulado: Vitamina B6 30mg / Saw Palmeto 160mg / Zinco 15 mg / Crisina 100mg / Resveratrol 0,5 mg / Anastrozol 0,5 mg 12:30 Almoço Almoço com Proteína, arroz integral, salada, legumes Omega 3 Nutrata Vitamina D3 10.000 Ui /Vitamina A 1.000 UI Bupropiona 75 mg / Naltrexone 4 mg / 4mg / Cromo GTF 200 mcg / 5HTp 50 mg / Garcinia 300mg (1/2 dose) 15:30Lanche Café sem acúcar Pão Nutrela 1 fatia + Ovos Mexidos ou Queijo Minas Oxandrolona - 10mg 18:00 Treino Musculação Após o banho 1 pump de Testosterona Gel 19:30 Jantar Jantar leve geralmente sem carbo ou bem pouco carbo + proteina + salada Omega 3 Nutrata Bupropiona 75 mg / Naltrexone 4 mg / 4mg / Cromo GTF 200 mcg / 5HTp 50 mg / Garcinia 300mg (1/2 dose) 21:30 Ceia 1 banana ou iogurte ou as vezes nada mesmo Oxandrolona - 10mg Não tenho fotos, mas vou tirar assim que começar; Valeu!
  3. Aqui estou eu dnovo pra mais um ciclo, e dessa vez quero volume, quero peso kkkkkkkkkkkkkk Gente, na verdade eu quero muitooooo um quadríceps legal, pois já percebi que o meu acúmulo de gordura só fica nas coxas e no posterior, e eu preciso mudar isso. Enfim: Idade: 30 anos Altura: 1,63 Peso: 58,5 Medicações em uso (Anticoncepcional, etc...): Nenhuma Problemas de Saúde: Não Tempo de treino: 5 anos Ciclos FEITOS com dose e tempo: Oxandrolona Landerlan 5mg por 5 semanas, depois aumentei pra 10mg por 3 semanas e + uma semana com 5mg Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo: Enantato de Testosterona Landerlan + Decanoato de Nandrolona Landerlan (preciso da ajuda com a dose e o tempo) E se tudo der certo começarei amanhã 24-10-19 Divisão de treino e horário do mesmo: Segunda: Inferiores com foco em quadríceps Terça: Peito, Ombro e tríceps Quarta: Costas, Bíceps Quinta: Inferiores com foco em posterior e glúteo Sexta: Ombro, bíceps e tríceps Abdominais: 3x na semana Hit ou Caminhada: 4/5 vezes na semana Dieta: Depois do ciclo eu tenho seguido essa mesma dieta que o @Apollo Galeno já havia me passado qd tava usando a Oxan. Mas queria mudanças! - Primeira refeição:(07hs) 100g de mamão + 40g de aveia + 4 ovos inteiros omelete + 1 xicara de café - Segunda refeição e pré treino(10:30hs) 150g de arroz integral + 100g de carne moída ou 100g de frango desfiado +1 xicara de café de 150ml antes de treinar 10 minutos antes. - Pós treino dentro da academia= 2 bananas - Pós treino e almoço: 150g de arroz integral + 70g de feijão + 120g de carne ou frango + salada de cor verde ou de cor laranja a vontade (obrigatório) + 1 colher de sopa de azeite extra virgem - Lanche: 150 ml de iogurte natural + 30g de aveia - Jantar: 100g de arroz integral + 70g de feijão + 120g de carne ou frango + salada de cor verde ou de cor laranja a vontade (obrigatório) - CEIA 3 ovos inteiros + 1 colher de sopa de pasta de amendoim integral + 1 copo de suco de uva integral Mais uma vez estou aberta pra seguir a ajuda de vocês <3333
  4. Logan_82

    Ajuda Cruise

    Fala galera, boa tarde! Primeiro queria parabenizar a todos que ajudam nos tópicos... Vcs são top 🔝🔝🔝 fazem o fórum uma ótima fonte de informação e pesquisa. Estou aqui a pouco tempo (infelizmente só conheci o fórum esse ano fazendo algumas buscas na internet) mas consegui absorver bastante informações e fazer algumas mudanças nas minhas rotinas, coisas que não dava tanta importância e que são fundamentais: Dieta e hidratação bem ajustados para o objetivo (ainda aprendendo) sempre usei o mesmo planejamento alimentar durante todo o ciclo, dificilmente fazia grandes alterações Aeróbico, nunca fui adepto de fazer e hj vejo que é fundamental (aquela ideia de quem quer ganhar MM não pode fazer aeróbico) Laboratório de confiança, sempre usei lab under por indicação de amigos ou contato de confiança. Hj já aprendi que melhor é usar produtos de Lab. grande Gostaria muito da ajuda de vcs para meu novo projeto, estou fazendo uma ponte até o próximo ciclo pretendo usar pequenas doses de testosterona por 10 a 12 semanas, após avaliar o shape para traçar novas estratégias. Idade: 37 Altura: 180 Peso: 95,4 Medicações em uso (Anticoncepcional, etc...): Não Problemas de Saúde: Nenhum Tempo de treino: mais de 8 anos de treino. Durante esses 8 anos sempre trabalhei em escala 12x36 + 160 km de distância ida e volta para o trabalho isso me atrapalhava um pouco em relação a treino, dieta e descanso. Existia um revezamento de 4 em 4 meses do turno dia e noite, quando trabalhava no turno do dia o treino e dieta ficavam prejudicados, muitas das vezes treinava 2x ou 1x na semana por causa dos extras (saudade dos extras... na vdd sds do dindin. kkkk) quando mudava pra noite o treino e dieta ficavam ok, mas o descanso ficava um pouco prejudicado… enfim tinha maior rendimento quando trabalhava a noite pois conseguia intensificar os treinos e manter a dieta. Graças a Deus no início deste ano 2019 minha escala mudou. Ciclos FEITOS com dose e tempo: Já fiz ao todo uns 5 ciclos, todos com testo de base (enantato ou cipionato ou fenilpropianato) sempre com outro acompanhamento: Deca, Boldenona, Stanozolol, Masteron, Oxandrolona. Único EAS que nunca usei foi trembolona por receio. Penúltimo ciclo: término Maio 2018 1 a 10 enantato 100mg ds/dn 1 a 10 Boldenona 100mg ds/dn Último ciclo: término 07/12/2019 (ciclo indicado pelo meu fornecedor) 1 a 3 oxandrolona 40 mg tsd 4 a 6 oxandrolona 60 mg tsd 7 a 10 Masteron 100 mg ds/dn 1 a 10 Enantato de testo 400 mg sem 1 a 10 Boldenona 400 mg sem Colaterais dos ciclos: Queda de cabelo (geralmente no pós ciclo) e aumento da irritabilidade Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo: Enantato de testosterona Landerlan subcutânea = 165mg/semana (dividido em 3 aplicações de 22ui dom/terça/quinta) Divisão de treino e horário do mesmo: Treino ABCD 1x semana. horários de treino 11 hrs ou 15 hrs. Devido minha escala de trabalho só consigo treinar 4x na semana, dois dias fica impossível ir por causa do horário: saio de casa 05:30 e retorno 22:30 hrs a academia fecha às 22 hrs e Domingo ela tbm não funciona. Devido essa rotina de trabalho adotei o treino ABCD 1x semana. A - Peito/tríceps/Pant Crucifixo inclinado no cross 4x6-12p2 30” desc Supino 45 no smith 12-máx-máx-máx c/pausa2" Sub.peso 1’ desc Voador + Flexão de braços 3x6 super lentas/ (máx3T) (Máxp2") (Máx") 1’ desc Supino reto todas excênt. 12-máx-máx-máx Sub. peso 1’ desc Sup. canad. c/halteres 3x4 excênt + 6 1’ desc Triceps testa barra W 12-máx-máx-máx Sub. peso 1’ desc Triceps francês no banco 45° 12-10-8-6 Sub. peso 30” desc Triceps no pulley 4x4 proq + máx Sub. peso 1’ desc Triceps supinado 12-10-8 Sub. peso c/drop última 30” desc Pant no leg horiz 20-máx-máx-máx Sub. peso 30” desc B - Costas/Bíceps/Abd Puxada sup. unilat no cross 12-máx-máx Sub. peso 30” desc Puxada vertical 12-máx-máx-máx Sub. peso todas excênt. 2’ desc Remada curvada barra grande 2x12 Sub. peso 2x8 1’ desc Adução frontal barra V 4x6 à 10 excênt. 30” desc Remada unilat c/ halters 12-máx-máx Sub. peso 1’ desc Biceps barra H no banco scoth 12-máx-máx-máx 1’ desc Biceps máquina 3x6(6"iso)+4(4"iso)+2(2"iso) 1’ desc Bíceps barra reta 12-máx-máx-máx Sub. peso todas excênt. 1’ desc Biceps concentrado 12-máx-máx Sub. peso s/desc ABD supra máquina 20-mах-mах-mаx Sub. peso 1’ desc ABD infra no rack 4x10 a 20 1’ desc C - Ombro/Trapézio/Pant Flexão de ombro unilat. sup. no cross 12-máx-máx-máx Sub. peso 30” desc Crucifixo inverso + Hiperextensão 2x10+10 Sub. peso 2x8+8 1’ desc Abdução de ombro 4x8-4-2 Sub. peso 1’ desc Rotação frontal banco 45° 12-máx-máx Sub. peso 30” desc Desenv. c/halteres curtas 6-máx-máx-máx Desc. peso 10” desc Enc. barra livre + acima de 90° 4x6à12 Sub. peso / 4x8à12 1’ desc Enc. no Rower 15-máx-máx-máx Sub. peso 30” desc Panturrilheira 5x10 à 20 Sub. peso 10” desc Pant. no rack 4x8 p2”+8 30” desc Pant. livre unilat. 3x8 a 15 s/desc D - Perna/Abd Flexão de quadril 3x8 à 12 p2" s/desc Rack machine 15-8-8-8 Sub. peso 10” desc Cadeira extensora + passada 4x8à15p2" Sub. peso / 4x6 à 8 1’ desc Agachamento 4x6à15N + 6à15C Sub. peso 1’ desc Cadeira adutora 4x6p4" + 8c+8 30” desc Aqach. sumo 3x8-6-4 Sub. peso 1’ desc Mesa flexora 3x4p4"+máx Sub. peso 1’ desc Leg 45° alto curtas 20-máx-máx-máx Sub. peso 30” desc ABD: Oblíquo no banco 4x8à20 1’ desc ABD: Roda 4x10à20 1’ desc Treino aeróbico Hit pós treino 15 minutos(um minuto caminhando na velocidade 6 depois 1 correndo na velocidade 10) 4x semana Dieta com quantidade de proteína/carboidrato/gordura por dia: Atual pós ciclo Prot.: 216 Carb.: 143 Gord.: 91 Café - 06:00 05 Ovos mexidos 01 Xícara de café Vit. C 500mg Lanche manhã - 09:00 150ml iogurte natural 01 Colher pasta de amendoim Almoço - 11:30 120g Batata doce 120g Frango grelhado Salada verde (couve ou brócolis ou alface) Vitamina D3 5000ui Lanche - 14:30 (refeição pré e pós treino) 01 banana prata 40g Whey protein Lanche - 16:30 120g Batata doce 120g Frango grelhado 01 Xícara de café Jantar - 19:30 110g Batata doce 110g Frango grelhado Salada verde (couve ou brócolis ou alface) Ceia - 22:30 04 Ovos mexidos Vit. C 500mg Hidratação 4 a 5 litros de água por dia Fotos: Exames foram feitos ontem... assim que tiver os resultados posto aqui
  5. Oi! Estou planejando o meu ciclo com a trembolona, com o objetivo de ganhar massa muscular e perder gordura, mas ainda não sei o que usar na TPC. Meu ciclo (produtos da American Plus Pharma): - 75 mg de acetato de trembolona (segunda, quarta e sexta, durante 8 semanas). - 200 mg de deposteron (a cada duas semanas, durante o uso do acetato de trembolona): para manter os níveis de testosterona. Pretendo malhar pelo menos 3 (três) vezes por semana, pela manhã, com duração de no mínimo 1h e 30m. Idade: 22. Altura: 1,71. Peso.. 87,00. Dieta: 2500 calorias, 170-180g de proteína, 150g de carboidrato no mínimo, 40g de gordura no máximo. O que posso usar na TPC para conseguir (1) manter meu nível de testosterona normal com os testículos produzindo testosterona normalmente, (2) manter os ganhos obtidos e (3) evitar ginecomastia (já tive ginecomastia antes e fiz cirurgia)? Enfim, como posso montar essa TPC?
  6. Breve Relato Feminino Olá gente, resolvi abrir esse tópico para expor um pouco do que já passei e vivenciei , e para , de vez em quando relatar o que estou fazendo. O intuito é fornecer informações, e expor um pouco do que tenho feito. A troca de informações é sempre um presente. Relatos femininos sobre algumas drogas ainda são um pouco escassos então, espero que de alguma forma isso seja útil para algumas. Tenho 3 relatos ainda ativos no fórum, e muito ricos em detalhes. Tentei fazer algo completo como nunca tinha visto em nenhum outro forum. Resumo: Já tive experiência com : -Boldenona ( king ,gold, farmacia, advanced labs) - King e Gold Labs foram duvidosas,e eu acredito que continham testo dentro de sua formulação, resultados suspeitos, via sintomas e exames. É possivel que ao realizar um exame de testosterona via quimioluminescencia, haja uma reação cruzada ( aumento de testo sendo causado pelo uso da boldenona), porém o % aceitável é muito pequeno, se não me engano, de cerca de 9% . Bold traz um resultado muito bom em termos de qualidade, densidade, abre o apetite, alguns reclamam que seja muito fraca. Talvez ela seja apenas mal compreendida. -Testosterona: propionato,enantato e cipionato da lander. Foram boas experiencias. A maioria das mulheres vai adorar usar testosterona.. ganhamos libido, coragem, uma personalidade mais marcante, as vezes ficamos mais apáticas.. A sensação é boa, porém , é necessário frisar que em algumas, há o desenvolvimento de uma dependência psicológica, e com o tempo podem surgir colaterais indesejados: novos pelos em locais indesejados, a textura da pele pode mudar, é possível também que haja modifições na distribuição de gordura corporal e do formato do corpo.. superiores maiores, cinturas mais largas. É importante estar atento e prestar atenção aos sintomas e efeitos que vão surgindo ao longo do tempo. Como já usei os três ésteres , notei algumas diferenças entre eles: Enantato seria o mais agressivo, mais explosivo(apesar de sua meia vida longa, em apenas um dia já é possivel notá-lo). Propionato ficaria em segundo lugar, e cipionato foi o mais tranquilo, e com certeza demoro mais para sentir os seus efeitos. - Nandrolona: Lander (DECA) e NPP(Advanceds). A nandrolona possui vários estudos realizados em mulheres, e é utilizada em tratamentos médicos em mulheres com osteoporose, por exemplo. Entretanto, isso não anula seus possíveis efeitos colaterais, mesmo quando utilizada em doses relativamente baixas(abaixo de 50mg por semana). E apesar de ser considerada relativamete segura, é uma das drogas mais virilizantes para mulheres. Vale lembrar que os colaterais, além de dose, também são tempo dependentes. Na prática, os colaterais mais comuns são o crescimento de mais pelos, acne, principalmente no colo e nas costas, aumento da oleosidade, garganta mais irritada e sensação de engrossamento da voz, e irritabilidade. ***Deca ou NPP? Embora na literatura vocês sempre encontrem que se trata da mesma substância, e que apenas a meia vida seja outra, na prática não é bem assim. Muitas pessoas , inclusive eu, preferem o NPP e costumam relatar menos efeitos colaterais ( sem inchaço, bem menos acne, sem modificações na voz, apenas o crescimento de pelos acho que foi o mesmo. No quesito força, também foi bem melhor). -Turinabol: Droga de difícil aquisição, "prima" da diana, porém com bem menos efeitos colaterais. Utilizei de dois laboratórios: black eagle(bel pharma) , e advanceds labs. Em ambos, achei o resultado excelente em termos de performance , disposição, foco, força, pump. Doses de no maximo 10mg são bem toleradas. Não notei efeito colateral nesta dose. - Oximetolona: Bom, ainda estou em uso então não posso dar um veredito final ainda. Porém, é uma bela adição , é possivel notar um aumento na força, disposição,musculos mais cheios. Muito poucos efeitos colaterais, quase nulos, boa adição em termos de volume e força. Doses costumam ficar entre 12.5 e 25mg , e seu uso pode ser feito em tomadas diarias, ou apenas em horários pre-treino. Até então só posso falar com propriedade sobre essas. Por incrível que pareça, só tive uma experiência com oxan manipulada anos atrás, e acabei não tendo resultado significativo, talvez por não ser um produto confiável(fonte duvidosa). Geralmente vejo bons resultados nas meninas que usam entre 5-10mg de oxan da landerlan. Apenas alerto as que tiverem predisposição a queda de cabelo, pois, pode ser uma experiencia não muito agradável. Também há outro ponto importante: Geralmente procuramos drogas para ter ganhos de massa magra. Porém, com o tempo , você acaba descobrindo que , na verdade, o principal incremento das drogas aparece no treino. Elas ajudam sim, caso sua dieta seja permissiva, entretanto o principal efeito se dá no rendimento e na recuperação após as sessões de musculação. ATUALMENTE: Meu interesse é apenas ganhar volume em membros inferiores. Aumentei muito o volume de treino de gluteos, pernas e panturrilha. Concilio isso com algumas dores, mas sempre dou meu melhor. Meu foco sempre é em como melhorar meu treino. Isso me traz o resultado estético que busco. Mas, ainda há uma longa estrada pela frente. Dieta: Estou controlando meu peso semanalmente, e controlo as kcal que ingiro atraves dele, e do espelho também. Como o de sempre : ovos, pão, frutas, iogurte, arroz, carnes, nuts, azeite, aveia... Treino: Gluteo 3x por semana, quadriceps 1x, posterior 2x .. ombros e peito 2x por semana. Mais isolados, menos compostos... periodizando. Aditivos: hemogenim (25mg nos dias de treino) acabando, e agora, enantato de trembo ( 16mg por semana). comecei agora e Estou fazendo uns testes. Por enquanto tudo está indo bem. Estou esperando mais um pouco antes de falar sobre minha experiência com a trembo, porém posso adiantar que me sinto um pouco mais nervosa e mais paranóica. Presumo que os colaterais neurodegenerativos sejam a parte mais crítica de alguns compostos(19-nor), em especial a trembo e a nandro. Vou continuar fazendo fotos a cada 15 dias, e de vez em quando , quando puder contribuir e mostrar como estou ficando , volto por aqui. Competir nunca foi o meu maior objetivo, mas amo o que faço, amo minha rotina, e levo tudo muito a sério. Vou me esforçar para me enquadrar em uma categoria, porém, a pressa não combina muito com o que fazemos. Por enquanto, isso é tudo "Motivação é o que te faz começar, disciplina é o que te faz continuar" Bons ganhos galera, amo voces!
  7. Existem mais de duzentos estudos clínicos sobre o magnésio que documentam a importância desse mineral. Normalmente nossa dieta é deficiente na ingestão de magnésio, razão pela qual muitas pessoas são orientas a suplementar o mineral. O magnésio é considerado um mineral antiestresse e um tranquilizante natural. O estresse esgota o magnésio do corpo e pode levar a uma perturbação no sistema nervoso. Outro benefício do magnésio está relacionado com a produção de testosterona. Um estudo examinou a relação entre o magnésio, a testosterona e o exercício físico. Os indíviduos foram divididos em dois grupos, um de pessoas sedentárias, e outro de fisicamente ativas. Todos ingeriram 10mg de magnésio por kg corporal. Os pesquisadores descobriram que a suplementação com magnésio aumentou a testosterona livre em ambos os grupos. No entanto, no grupo fisicamente ativo a elevação foi maior. O uso de suplementos alimentares com magnésio pode ajudar o fisiculturista ou musculador a dormir melhor e a ter um aumento na produção de testosterona. Fonte: Magnesium, the Key to Recuperation. FLEX, pp. 118, maio de 2013.
  8. Vamos falar das misturas de testosterona? Bom, nesta semana me perguntaram por que existem medicações que são sais de testosterona combinados e por que existem sais de testosterona produzidos sozinhos. A resposta é razoavelmente simples: testosterona fabricada não foi feita para ampliar resposta esportiva, foi feita para tratamentos de reposição hormonal. Tais tratamentos são realizados em ordem de, em uma pessoa idosa ou que necessite de reposição hormonal por hipogonadismo central ou periférico, possa ter a resposta endócrina induzida o mais parecido com a resposta endócrina normal. Sendo assim, imagine as situações que se seguem: Homem entre a 6a e a 7a década de vida, com produção mínima de testosterona, mas ainda funcionante, mas com sintomas clínicos de baixa hormonal, com exames laboratoriais mostrando função de estímulo para produção; Homem entre a 8a e a 9a década de vida, com produção hormonal acentuadamente baixa, praticamente inexistente, com queda no estímulo glandular para produção hormonal, mas sem queixas clinicas, embora apresente sintomas de perda de massa óssea e diminuição da atividade mental e física; Jovem de 17 anos de idade, pós-operatório de cirurgia para remoção dos testículos depois de neoplasia maligna apresentando perda muscular acentuada, perda da libido, baixa atividade mental. Apresenta o agravante de ter tido lesões hepáticas devido ao processo de quimioterapia. Percebe que são situações diferentes e que portanto precisam ser tratadas de forma diferente? O que eu gostaria que vocês prestassem atenção é que, embora todas estas condições estejam relacionadas com perda de massa muscular e a testosterona administrada por meio dos seus sais de diferentes tempos de ação e duração possa devolver essa massa muscular, isso é uma situação e não uma regra. Lembrem-se: o que torna um sujeito emagrecido por doença num sujeito com a massa muscular normal não necessariamente torna uma pessoa com uma massa muscular normal numa pessoa com uma massa muscular aumentada. A grosso modo isto quer dizer que o resultado final depende da adaptação continua , ou seja: ganhar 5kg de massa muscular não é o mesmo para cada estágio do desenvolvimento físico, a medida que o que transforma um magrinho num fortinho não é o mesmo que transforma um fortinho num fortão ou ainda o que transforma um gordão num gordinho, não é o mesmo que faz o gordinho ficar magro, deu para entender? Pense bem. Meu conselho médico e de atleta, não transforme seu desempenho em contas aritméticas no mínimo ingênuas. Abraço e muita performance com muita saúde!
  9. Olha só, uma coisa me preocupa quando vejo atleta fazer exame de sangue e sair todo chateado porque a testosterona está baixa. Preocupa-me porque normalmente o sujeito já fica com aquela história na cabeça de “repor testosterona” que pelo amor de Deus pessoal, ôh historinha fajuta para endossar o uso de esteroide, hein, safadeza. Testosterona de atleta de peso em treinamento intenso é baixa. Óbvio. A testosterona fica ligada nos tecidos periféricos diminuindo sua biodisponibilidade, logo, como é que o atleta, que tem uma demanda aumentada da testosterona de produção própria poderia ter níveis altos de testosterona medidos no sangue? Para comprovar o que estou dizendo, se você for vir os exames de sangue de atletas que têm uma produção aumentada de testosterona, vai perceber que, se o médico que solicitou os exames foi cuidadoso, solicitou ainda estradiol e estrona, e que para este atleta em questão estes hormônios, que são femininos, também estarão altos. Isso acontece também com o sujeito que manda ver na testosterona exógena. Olha o exame todo feliz como se o número lá escrito fosse mais importante que a qualidade muscular que ele apresenta, e esquece de avaliar os hormônios femininos que acabam ficando todos estourados de tão altos por ação de uma enzima chamada aromatase. Via de regra pessoal, testosterona alta serve para três coisas: aumentar os níveis de DHT periféricos e deixar os homens mais carequinhas, ativar os receptores prostáticos e ir aumentando a sua próstata precocemente e deixar o usuário com uma sensação de bem estar mas meio irritadinho, porque atua sobre o sistema límbico. Se você acha que saber ler exames é ver se você está entre os níveis normais dos exames avaliados, cuidado. Você está sendo ingênuo e esquecendo que existe toda uma ciência que ajuda na avaliação de quem treina porque os resultados de exames para indivíduos que treinam costumam ter padrões diferentes dos comuns, e isto ainda está escrito no final de cada resultado de exame emitido pelos laboratórios: “Correlacionar o resultado com os dados clínicos”. Exercício é um dado clínico que faz toda diferença.
  10. Tenho visto muita gente olhando dosagem sérica de testosterona total e por achar que está hipogonádico já quer encher a cara de testosterona. Não é bem assim. A testosterona que “faz efeito” é a testosterona livre calculada, que é algo muito complexo para se obter. É um processo tão custoso e complexo que foi desenvolvido um cálculo por Vermeulen e colegas baseados nas dosagens de SHBG (proteína ligadora de hormônios sexuais), Albumina (sanguínea) e testosterona total – para se saber quanto há de testosterona livre e quanto há de testosterona biodisponível. Esta testosterona livre responde a aproximadamente 1 a 3% da testosterona total produzida e quando seu nível aumenta, começam as reações de aromatização – transformação de testosterona em hormônios femininos. Fique atento e não caia em historia de curioso. Abraço e muita performance com muita saúde – sempre.
  11. A reposição hormonal masculina com testosterona pode ajudar na prevenção de doenças cardíacas. Alguns estudos, ainda não confirmados, apontam nessa direção. A “Deficiência Hormonal do Envelhecimento Masculino” é uma síndrome caracterizada pela redução dos níveis de testosterona. O termo andropausa, muito utilizado na mídia em analogia à menopausa, é tecnicamente incorreto. Com a menopausa, os ovários deixam de produzir óvulos. Toda mulher passa por isso. No homem, ao contrário, a produção de espermatozóides não é interrompida. O que pode acontecer é a redução dos níveis de testosterona. Chamamos essa redução de hipogonadismo, por envolver uma diminuição na função das gônadas (no caso do homem, os testículos). Vários estudos têm sido realizados no intuito de avaliar a relação do hipogonadismo com outras doenças. Tanto a obesidade abdominal (aquela barriguinha que surge com o avanço da idade), como a Síndrome de Resistência Insulínica (que determina o Diabetes tipo II do Adulto) podem estar relacionadas com o hipogonadismo. Há indícios também que a Síndrome Metabólica, reconhecida recentemente pela Medicina, estaria associada ao hipogonadismo.Esta Síndrome Metabólica, além da obesidade abdomimal, engloba também a hipertensão Arterial, alterações das taxas de colesterol e triglicerídeos e das taxas de glicose. Caso esta relação seja verdadeira, o hipogonadismo poderia ser mais um fator de risco para o aparecimento de doenças cardiovasculares. A reposição hormonal masculina poderia, então, contribuir para prevenir a doença coronariana e aumentar a expectativa de vida do indivíduo.
  12. Muita gente ainda pensa que musculação é atividade para jovens. Grande engano. Veja o exemplo do Dr. Life. Ele é um senhor de mais de 70 anos que esbanja saúde e um corpo atlético. Qual é o segredo? Treinamento de musculação e reposição hormonal com testosterona e GH (hormônio do crescimento). E o Dr. Life começou a treinar quando já era um senhor bem acabadinho (veja as fotos). Portanto, não há desculpa para viver a fase idosa de modo precário. É possível viver essa fase com muita disposição, energia e com um belo físico. Basta querer. Não se esqueça que para isso você deve ser orientado pelos profissionais adequados (nutricionista, personal trainer e médico endocrinologista). Assista a um vídeo interessante sobre o Dr. Life, produzido no ano passado:
  13. A testosterona é o hormônio que separa os homens dos meninos. Trata-se de um hormônio crucial para o crescimento muscular e para o desejo sexual. Infelizmente, a partir dos 30 anos, o nível de testosterona já começa a cair. A boa notícia é que podemos aumentá-lo com alguns suplementos, mais especificamente os que contenham Tribulus Terrestris, Vitex Agnus Castus, Avena Sativa, Epimedium e Eurycoma. Com o aumento da testosterona, você levantará mais peso, construirá mais músculos e comparecerá mais na “hora H”. Deve-se haver a ingestão da suplementação por cerca de oito semanas, permitindo-se, em seguida, uma folga de duas a quatro semanas. Mesmo que a libido não seja o seu problema, esses suplementos podem aumentar seus níveis de testosterona e, também, sua força e crescimento muscular. O aumento da libido é apenas um benefício adicional. O mercado enfatiza este aspecto porque o que envolve sexo vende facilmente. O Tribulus é, por vezes, o principal ingrediente de muitos estimuladores de testosterona. Ele atua para aumentá-la principalmente por influenciar o cérebro a liberar mais hormônio luteinizante, que corre na corrente sanguínea para os testículos, o que influencia a produção de testosterona. O extrato de Chasteberry contém agnusides. Tais fitoquímicos trabalham para baixar o nível do hormônio prolactina. Este "hormônio feminino" também está presente nos homens. Altos níveis de prolactina podem inibir a produção de testosterona. Tomar Vitex Agnus Castus ajuda a baixar a prolactina e aumentar os níveis naturais de testosterona. Avena Sativa é o nome científico para a aveia. A aveia contém avenocosids, que são um tipo de fitoquímico que aumentam a testosterona. Funcionam de maneira semelhante aos componentes ativos no Tribulus. A Epimedium é uma erva que aumenta a performance sexual; esta erva realmente funciona semelhantemente ao Viagra para a ereção. Apesar de não reforçar a testosterona, várias empresas continuam a usá-la, uma vez que a maioria daquilo que aumenta a testosterona é usada como potencializador sexual. A Eurycoma é uma erva que pode aumentar a produção de testosterona, estimulando as células de Leydig para bombear mais a testosterona. Ela também atua para liberar testosterona a partir de sua proteína transportadora – hormônio de ligação sexual globulina. A Eurycoma pode ajudar a liberar testosterona na forma SHBG, de modo a poder entrar nas células musculares para induzir o crescimento. Por fim, a celulose vegetal, o glicerol e a água purificada são utilizados para preencher as cápsulas líquidas, mantendo a mistura dos agentes acima especificados. Fonte: STOPPANI, Jim. Know your Testosterone Booster, Revista Flex, março de 2010, pp. 119.
  14. Vários estudos recentes mostraram que baixos níveis de testosterona no sangue foram associados ao aumento do risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral. Um estudo da Universidade da Califórnia mostrou que os níveis baixos de testosterona estavam ligados ao aumento dos fatores de risco de doença da artéria coronária. Baixos níveis de testosterona total e livre foram vinculados ao aumento do colesterol, dos triglicérides, da pressão arterial e do índice de massa corporal. Homens com pouca testosterona podem estar mais sujeitos à doença arterial coronariana e ao ataque cardíaco. Fontes: Aging Male, 15: 134-139, 2012 e Revista Muscular Development, janeiro/2013, pg. 80.
  15. Quem nunca ouviu uma velha receita de rato de academia com claras de ovos? E a gema? Costuma ser desperdiçada, ao argumento de que contém muita gordura. Já a clara é praticamente 100% proteína, sem carboidratos e sem gordura. Mas e a gema? Por que se criou o mito de que não seria boa para a dieta do fisiculturista? As gemas são ricas em vitaminas A, D, E e K. Também são ricas em gorduras saudáveis. E contém o elemento mais importante para o fisiculturista: o colesterol necessário para a produção da testosterona. Não é só isso. As gemas também são ricas em proteínas, contém a mesma quantidade de proteínas das claras. Veja uma comparação entre 8 claras de ovos e 4 ovos inteiros: 8 Claras de Ovos 4 Ovos Inteiros Proteínas: 28 g 28 g Carboidratos: 2 g 2 g Gorduras: 0 g 21 g Calorias: 137 kcal 312 kcal Mesmo que você esteja numa dieta restritiva low carb (pouco carboidrato), é muito mais vantajoso em termos nutricionais a ingestão dos ovos inteiros (clara e gema) do que somente as claras. A quantidade de calorias dos ovos inteiros ainda é baixa, e a gordura presente na gema permite que as proteínas sejam absorvidas de forma gradual, por mais tempo. Ademais, o perfil de aminoácidos do ovo inteiro é melhor do que o perfil das claras. Todavia, se você precisar de uma absorção rápida de proteínas, as claras ainda são preferíveis frente aos ovos inteiros. E quanto ao mau colesterol (LDL), já está demonstrado que o consumo de gemas não piora os seus níveis. Portanto, opte por consumir ovos inteiros! Você não desperdiça as gemas, consegue a mesma quantidade de proteínas com a metade de ovos (economia), ganha vitaminas e substrato para a produção de hormônios, como a testosterona. Fontes: Whole Eggs vs. Egg Whites Which is better for your bodybuilding goals? Are chicken eggs good or bad for my cholesterol?
  16. A testosterona é um hormônio amplamente utilizado por atletas, principalmente fisiculturistas. Recentemente, a testosterona passou a ser prescrita por médicos para reposição hormonal em homens e mulheres, cuja produção natural decaiu em função da idade (terapia de reposição hormonal). Acreditava-se que um dos efeitos colaterais do uso da testosterona seria o aumento do risco de câncer de próstata. Um estudo publicado no Journal o Urology rechaçou essa crença. Os cientistas norte-americanos afirmaram que terapia de reposição de testosterona por cinco anos não resultou em desenvolvimento de tumor agressivo na próstata. De um total de 52.579 homens diagnosticados com câncer de próstata, cinco anos antes da descoberta da enfermidade, somente 1% deles havia se submetido a terapia de reposição de testosterona. O estudo também não encontrou vínculos entre a dose de testosterona administrada e o aumento de risco de surgimento de carcinoma. Esse estudo reforçou as vantagens da terapia de reposição de testosterona: melhora a libido, a perda de peso gordo e a densidade óssea. Fontes: Long-Term Exposure to Testosterone Therapy and the Risk of High Grade Prostate Cancer
  17. Sendetarismo, uso exagerado de medicamentos, dietas sem gorduras naturais e consumo de alimentos transgênicos têm reduzido os níveis de testosterona nos indivíduos. E a testosterona é o hormônio responsável pela energia, força, ânimo, desejo sexual, aumento da massa muscular (hipertrofia). A falta de testosterona implica em dificuldade para ganho de massa muscular, aumento de gordura abdominal, stress, cansaço, desânimo e falta de energia. Segue a lista de alguns alimentos que podem contribuir para o aumento da produção natural de testosterona pelo organismo, principalmente aqueles que são fontes de gordura saturada: Carne bovina do pasto; Salmão selvagem; Ovos (com a gema); Castanhas; Óleo de coco; Coco fresco; Carne de bisão; Brócolis; Couve; Abacate. Insira na sua dieta ao menos três desses alimentos em sua dieta todos os dias para que sua produção de testosterona seja ótima. Ajuste sua dieta para que 40% das caloridas sejam provenientes de gorduras naturais (low carb e high fat). Gorduras industrializadas, como as trans, não servem para esse propósito. Alguns suplementos alimentares podem ser utilizados para ajudar o organismo a aumentar a produção natural em pequena escala: Maca peruana; Tribulus terrestris. Também ajuda na produção natural: treinar pesado, dormir bem e tomar muita água. Fonte: GUIDO, Giovana. O que comer para aumentar a TESTOSTERONA de forma natural?. Youtube, 27 jun. 2017. Disponível em <https://youtu.be/Oars-YXEuuI>. Acesso em: 10 mar. 18.
  18. É possível aumentar a produção natural de testosterona por meios já demonstrados cientificamente, cujos principais são: praticar exercícios de força (musculação, crossfit, funcional ou qualquer outra modalidade esportiva que envolva força física); praticar exercícios pelo método HIIT (alta intensidade intercalada); ingerir gorduras boas (gorduras do bem: óleo de coco, abacate, azeite de oliva, etc; na proporção de 50% de gorduras do bem, 40% de proteínas e 10% de carboidratos complexos e naturais); adotar o jejum intermitente (pode aumentar em 200% os níveis de testosterona); reduzir o stress (cortisol aumentado reduz a testosterona; praticar técnicas de relaxamento, tais como meditação, tai chi chuan, tikun, yoga, diário da gratidão); dormir bem (horas adequadas para descansar seu organismo); ingerir suplementos que aumentam a testosterona (magnésio, zinco, vitamina D, BCAA, feno grego, polivitamínicos e poliminerais, ashwagandha, tribulus terrestris, DHEA, gengibre, ácido d-aspártico, e as ervas Jhony goat, epimedium, long jack, ginseng vermelho e marapuama). Fonte: DUTRA, Alain. Maneiras comprovadas de como aumentar sua testosterona. Youtube, 11 nov. 2018. Disponível em <https://youtu.be/z3Csq4AZqGE>. Acesso em: 18 dez. 2018.
  19. Mais hipertrofia com suplementação Como soubemos, a insatisfação com os resultados alcançados, a busca pela perfeição e a crescente ambição em alcançarmos níveis superiores de hipertrofia muscular/definição muscular/redução de percentual de gordura, leva a indústria de suplementação a uma crescente procura pelas fórmulas ideais para satisfazer seus compradores. Pré-hormônios e estimulantes hormonais Neste ciclo ambicioso, onde o resultado extremo é mais relacionado com os esteróides anabolizantes do que com o treinamento e a alimentação, nasceu uma outra linha de suplementação promissora: os Pré-Hormônios, geralmente importados, e os Estimulantes de Produção/Liberação Hormonal. Baseados na ação dos esteróides anabólicos, esta espécie de suplemento promete uma maior produção e/ou liberação hormonal de Testosterona e de Hormônio do Crescimento, e seria uma escolha intermediária entre a suplementação básica e a “bomba”. O grande atrativo para o público geral é que estes tratam-se de produtos considerados legais, vendido liberadamente (no caso dos vendidos aqui no Brasil), com o julgamento pessoal de não estarmos cometendo um ato moralmente antiético, e ainda, sem os possíveis efeitos colaterais dos esteróides, mas com ação semelhante a estes. Os suplementos conhecidos no Brasil como Pré-Hormônios são classificados como compensadores protéicos, multivitamínicos e minerais, pois em sua composição nutricional só apresentam estes macro e micronutrientes. ZMA O chamado estimulante para a liberação de testosterona (ZMA - aspartato de monometionina de zinco), tem sua base nutricional no Zinco, Magnésio e Vitamina B6. Estimulante de GH Já o estimulante de produção do Hormônio do Crescimento (GH ou HGH), apresenta certa proporção de proteínas, Vitamina C, B6, Cromo e Colina. Estes suplementos são apresentados com nomenclaturas atrativas ao consumidor, como estimulantes do Potencial Genético, ou ainda em conjunto, como Combo Genético. Estimulantes de produção hormonal não são hormônios Então na verdade não são Pré-Hormônios, mas no máximo possíveis estimulantes de produção hormonal. E deles não podemos esperar as mesmas modificações corporais esperadas dos hormônios ou pré-hormônios, pois os resultados vendidos pelas empresas desta linha de suplementos são baseados em pesquisas envolvendo a Testosterona e o hormônio do Crescimento, e não o Zinco, o Magnésio, o Cromo, e as Vitaminas B6 e C. Portanto, cria-se apenas a relação, entre o que podemos esperar dos verdadeiros hormônios (incluidos em pesquisas), e da composição química do produto nacional. Considero um pouco injusto cobrarmos do Zinco, do Magnésio e das Vitaminas o crescimento muscular, a redução de massa gorda e a definição muscular que os hormônios realizam. Que a Testosterona e o Hormônio do Crescimento são dois hormônios primários no crescimento muscular e no gasto lipídico, não resta dúvida alguma. Mas ainda existe uma distância imensa entre o que estes hormônios promovem e o que estes “anabolizantes naturais” são capazes de alcançar. Verdadeiros pré-hormônios Os verdadeiros Pré-Hormônios são substancias que ocorrem naturalmente no organismo, assim como são os hormônios. No caso da Testosterona, são os precursores deste hormônio principal, produzidos na glândula adrenal. Entre eles estão o Colesterol, seguido em cadeia pela Pregnenolona, a Dehidroepiandrosterona (DHEA), a Androstenediona, para ai sim ser convertida em Testosterona. Mas veja bem, esta linha de suplementação é mais promissora que à anterior, mas não pelos resultados obtidos em pesquisas experimentais, e sim por tratar-se de produtos importados, não produzidos e sem liberação para venda aqui no Brasil. Sendo assim, existem duas possíveis relações que garantem o interesse do público leigo na aquisição dos pré-hormônios importados: a crença que tudo que é importado, preferencialmente dos EUA, apresenta melhor qualidade que os produtos nacionais. Qualquer porcaria importada, tratando-se de suplementos, tem credibilidade no Brasil. Mas poucos sabem que somente os pré-hormônios (quando declarados no rótulo) e a efedrina têm venda proibida por lá, e que lá pode-se lançar e vender qualquer suplemento, desde que declare-se uma meia dúzia de vitaminas que ali estão, ocultando a real composição. E o segundo motivo que atrai o interesse de alguns menos informados, diz respeito à associação entre a proibição da venda de um produto e sua real potencialidade. Ou seja, tudo que é proibido é que dá resultado! Se os Anabolizantes são tão potentes e tem sua venda proibida, então os suplementos proibidos são os que mais se assemelham a ação dos anabolizantes. Tratando-se de pré-hormônios, e importados então! Sujeitos assim, que desejam um produto não indicado para ingerir, deveriam experimentar um ciclo de Creolina com Soda Cáustica! Pré-hormônios apresentam os mesmos efeitos colaterais dos esteroides anabolizantes Segundo autores mais renomados na área do treinamento de alta intensidade (não apenas cientistas teóricos), existe um consenso que os PHs, referindo-se tão somente aos verdadeiros pré-hormonais, tendem a apresentar à longo prazo efeitos indesejados semelhantes aos próprios hormônios, de maneira mais pronunciada que os efeitos anabólicos esperados. Além de apresentarem um valor de venda altíssimo, os PHs podem apresentar efeitos androgênicos notáveis, semelhantes aos envolvidos com drogas mais efetivas, além de possível hepatotoxidade por tratar-se de comprimidos ingeridos via oral, sendo processados inevitavelmente pelo fígado. Em relação aos efeitos anabólicos, as modificações são muito pequenas, se relacionarmos ao custo financeiro que apresentam. Podem sim apresentar modificações satisfatórias em sujeitos com deficiência de produção natural de testosterona, tendo portanto ação repositora, não construtora. Agora para atletas que já fizeram uso de alguma droga verdadeiramente anabólica, a ação destes pré-hormônios poderá deixar a desejar. Não acredite em propagandas Agora tratando-se desta linha de suplementação vendida liberadamente no Brasil, todo e qualquer comentário favorável (como ação anabolizante primária) parece ser informação de má fé, ou simplesmente desinformação. Analisando a tabela nutricional podemos constatar que estes não passam de suplementos compensadores de baixo nível. Nem ação repositora hormonal eles apresentam. Ação hormonal verdadeira e considerável só poderá ser notada com a administração de hormônios ou seus respectivos pré-hormônios, de GH ou Testosterona. Se realizarmos uma simples comparação de composição química/nutricional entre os suplementos “chamados Pré-Hormônios produzidos no Brasil” (ou até mesmo aqueles importados e com venda liberada aqui), e os produzidos nos EUA (com venda proibida no Brasil), poderemos fortalecer ainda mais nossas convicções de que ainda está por vir (se é que uma dia existirá) um produto considerado natural e com mesmo efeito anabólico dos conhecidos esteróides anabolizantes. Estudos vão e virão, e o Treinamento Intenso, a Dieta, a Suplementação básica Construtora e o Descanso continuam à ser as estratégias mais eficazes, para quem tem paciência e consciência.
  20. Leia a matéria de Gustavo Barquilha Joel e Luis Gustavo da Silva Rodrigues sobre o Deposteron (Cipionato de Testosterona). Nota importante: Ola amigos, A intenção desta coluna não é estimular ninguém a utilizar qualquer tipo de substância ilícita, muito pelo contrário, o objetivo é demonstrar os vários efeitos colaterais que elas trazem com seu uso. Tentamos também na coluna associar as informações cientificas disponíveis na literatura com as informações praticas de atletas e/ou praticantes de musculação do mundo underground das academias. Deposteron (Cipionato de Testosterona) A droga deposteron é uma solução injetável de base oleosa permitindo assim a liberação lenta da testosterona (testosterona sérica), e a base de éster, que permite rápida liberação de testosterona livre na circulação. Sua meia vida é de geralmente 8 dias, porém é recomendado o uso deste medicamento entre duas e quatro semanas (anvisa). Ela apresenta-se como uma solução oleosa límpida, na cor amarela e isenta de partículas estranhas. Esta droga é conhecida por promover rápido ganho de força e volume muscular devido a suas propriedades androgênicas e anabólicas. Esta droga tende a aromatizar facilmente, podendo causar ginecomastia, além de poder aumentar a pressão arterial por reter muita água. É utilizada principalmente fora de temporada, quando o objetivo é ganhar peso, devendo ser evitada no período de definição muscular, devido a retenção hídrica. O Deposteron também tem a fama de atrofiar os testículos mais rapidamente do que qualquer outra droga do mercado, além de ocasionar perdas vertiginosas de força e volume muscular (aumentadas durante o ciclo) tão logo a droga seja descontinuada. No Brasil a NOVAQUIMICA produz o Deposteron, sendo que a caixa com uma ampola é de 200mg/ml. Ela é utilizada no hipogonadismo, climatério e impotência, puberdade retardada masculina , antineoplásico, em câncer inoperável do seio (feminino). O uso da agulha ou seringa úmidas por causar turvação na solução, o que não afeta, entretanto, a efetividade da medicação. Se, porventura, verificar a formação de cristais nas ampolas, o aquecimento e agitação podem proporcionar a redissolução imediata. Não administrar esta droga intravenosamente. - Superdosagem: doses freqüentes podem desencadear sintomas de sobredosagem de remissão lenta, por tratar-se de medicamento, de longa ação. Recomenda-se suspender imediatamente o uso de DEPOSTERON. Este droga pode trazer como efeito colateral reações alérgicas com o uso deste medicamento ou qualquer componente da fórmula, hipertensão, ginecomastia, câncer de próstata, entre muitos outros efeitos. presença ou suspeita de câncer de próstata ou da glândula mamária em homens, presença ou história de tumores no fígado. Mulheres não devem usar esta droga devido ao seu alto nível androgênico, o que pode causar efeitos masculinos nas mesmas, como pêlos e engrossamento da voz. Outros efeitos colaterais podem ser o aumento no número de células vermelhas no sangue (policitemia); aumento de cãibras musculares, nervosismo e depressão, e em casos raros, amarelamento da pele (icterícia), além de outras reações que possam estar associadas ao medicamento. Podem ocorrer reações no local da injeção e reações de hipersensibilidade. Referências http://www4.anvisa.gov.br/base/visadoc/BM/BM%5B25634-1-0%5D.PDF Atenção: Anabolizantes esteróides são medicamentos e somente podem ser adquiridos em farmácias sob prescrição médica.
  21. O duelo constante entre anabolismo e catabolismo que define quem você será! O treinamento com pesos está sempre sujeito a novas avaliações, mudanças e modificações de conceitos, advindas de pesquisas científicas, e principalmente pelo antigo sistema de tentativa e erro, que consiste principalmente nos experimentos práticos de praticantes experientes, como os fisiculturistas. Neste sistema, uma das questões mais relevantes diz respeito à hipertrofia muscular, estratégias e sistemas de conquistar a hipertrofia desejada, métodos mais eficientes e potentes de aumentar o peso corporal advindo de massa muscular. Sendo assim, o Anabolismo Muscular ganha imensa importância, à medida que para promover o aumento de massa muscular, é preciso dominar as questões referentes a este fenômeno fisiológico. Do lado oposto, mas de igual ou maior importância, está o Catabolismo Muscular, responsável pela dificuldade em promover o anabolismo e a hipertrofia muscular. Anabolismo é a denominação relacionada à função metabólica de armazenamento, síntese, produção, construção e ganhos, tanto no que refere-se ao tecido muscular, quanto de qualquer outra estrutura tecidual. Catabolismo é exatamente o oposto, ou seja, é a função metabólica orgânica de degradação, desaminação, destruição, gastos e perdas, de qualquer dos tecido estruturais do corpo humano. O mais interessante é que ambos podem relacionar-se paralelamente, ou seja, ao mesmo tempo que uma estrutura pode estar sofrendo uma degradação, outra poderá estar sendo construída. Afinal, são liberações hormonais que modulam estes fenômenos, e temos a capacidade de possuir hormônios anabólicos e catabólicos, que garantem a perfeita sinergia metabólica de cada indivíduo, em situações específicas. Sendo assim, vale salientar que o Anabolismo e o Catabolismo se enfrentam continuamente, de maneira que sempre em alguma situação, em menor ou maior proporção, hormônios catabólicos estarão em atividade, promovendo a degradação protéica muscular ou lipídica, mesmo quando preconizamos a síntese e a construção. Entre estes hormônios, os mais relacionados com a hipertrofia muscular são o Hormônio do Crescimento Humano (hGH), o IGF-1, a Testosterona, a Insulina e o Cortisol. Alguns deles atuam especificamente de forma anabólica protéica, enquanto outros podem trabalhar a favor do anabolismo muscular e também no catabolismo lipídico. Em nossa análise, estamos comparando-os apenas de forma metabólica voltada para a estética corporal, mas nenhum deles está ai para deixar o corpo humano mais belo, musculoso ou definido. Se assim fosse, só teríamos glândulas capazes de produzir GH, Testosterona e Insulina. Então, nem sempre poderemos rotular um deles como vilão ou mocinho, pois ao mesmo tempo que poderá ser catabólico muscular, também poderá contribuir na oxidação de ácidos graxos livres, e até mesmo na digestão de macronutrientes à nível digestivo, ou promover a síntese muscular, paralelamente ao armazenamento de gordura. Mas o que interessa desta teoria fisiológica, para nós “leitores marombeiros”, é a parte relacionada à manipulação destes hormônios anabólicos e catabólicos, no que diz respeito à hipertrofia muscular, dificuldade construtiva, perdas de peso, força e massa magra, o sobretreinamento, o overtraining, o perfil antropométrico de cada praticante, os objetivos quando comparados a cada fase e tipo de treinamento, a escolha da dieta e suplementação, a modulação hormonal, entre outros fatores, relacionados intimamente com estes fenômenos metabólicos, mas que de maneira sucinta, não competem a este artigo. Como não possuímos a fórmula mágica necessária para promovermos apenas o anabolismo, cabe a cada bodybuiding ou profissional desta área, manipular o balanço metabólico, de maneira que possamos promover os fatores anabólicos, predominando sobre os fatores catabólicos. Esta manipulação compreende o Balanço Metabólico Positivo, resultando no ganho de peso corporal e na hipertrofia muscular. Uma maneira simples e inteligente de ter o anabolismo sempre favorável está no fato de manter um nível de glicemia normal, evitando quedas glicêmicas relacionadas à falta de ingesta regular, e liberações extremas e imediatas de insulina relacionadas à ingesta de carboidratos de alto índice glicêmico, que podem acarretar uma hipoglicemia ou choque insulínico. A insulina é um hormônio que deve sempre trabalhar a favor do anabolismo muscular, desde que seja liberada para transportar os nutrientes certos para os locais certos, como no momento pós treino. Ingestas freqüentes, em intervalos de no máximo três horas, com a presença de carboidratos complexos e de baixo índice glicêmico, favorecem a liberação gradual de insulina, mantendo regular a glicemia sanguínea e o nível de glicogênio muscular, além de evitar o armazenamento de carboidratos na forma de gordura. Ainda em relação a este hormônio anabólico, a estimulação de liberação no momento pós exercício, e o aproveitamento deste fato, são questões já bem conhecidas, garantindo por vezes a venda das suplementações usadas neste período. Em relação ao GH, vale ressaltar que não estamos discutindo suplementos pré-hormonais nem hormônios exógenos, e sim a liberação endógena natural deste hormônio. A ação do GH é em partes antagonista a ação da insulina, ou seja, em situações como hipoglicemia, a presença do GH na corrente sanguínea esta mais elevada, ao contrário da insulina. Estimular a hipoglicemia para colher os benefícios deste hormônio não é recomendado, mas em situações como a do sono profundo, a liberação deste já se apresenta mais elevada, favorecendo ao anabolismo proteico. Além do lado anabólico muscular, o GH também é um potente mobilizador de ácidos graxos livres, além de intervir positivamente no metabolismo dos carboidratos e lipídico, duas situações favoráveis à perda de gordura corporal. Quando relacionamos ação hormonal com treinamento com pesos, o mais tradicional dos hormônios é a Testosterona. Ele é o pai dos hormônios, sendo responsável pelas características sexuais masculinas, potencializando a síntese protéica e o gasto lipídico, apresentando como resultado a hipertrofia muscular e sua definição. Possuindo capacidades anabólicas e androgênicas diferenciadas dos demais hormônios, a testosterona é responsável pelo aumento de massa magra, formação óssea, aumento de libido e de energia, e função imunológica. As situações que mais prejudicam a liberação hormonal de testosterona são aquelas relacionadas ao treinamento, como o overtraining, falta de descanso, stress, dieta pobre em gorduras monoinsaturadas e ômega 3. A utilização de exercícios básicos e multiarticulares na rotina de treino, a aplicação de sobrecargas tensionais de alta intensidade, e a suplementação com tribulus terrestris, zinco, magnésio, vitamina B6 e vitamina C, são estratégias utilizadas com o propósito de aumentar o nível de testosterona livre total. O Cortisol é o hormônio mais odiado pelos bodybuiding e competidores do fisiculturismo. É conhecido como o vilão do anabolismo muscular, por tratar-se de um hormônio com características catabólicas. Ele é liberado em quantidades significativas em situações de stress físico e mental, em altas temperaturas, e em situações de desgaste extremo. Além de promover a degradação protéica, também é responsável pela oxidação de ácidos graxos livres, além de manter a glicemia sanguínea, fazendo neoglicogênese hepática, mesmo que às custas de tecido muscular. Como em muitas situações não podemos evitar a liberação hormonal deste, cabe a nós controlar ou precaver-se de seus efeitos, minimizando as proporções de seus malefícios relacionados à parte estética. Em relação ao treinamento, uma maneira simples de evitar os estragos do cortisol, está no fato de evitar treinos extensivos, ou seja, longos, com duração maior que uma hora. Estudo relacionados a esta variável mostram que o ideal seriam sessões com duração inferior a quarenta minutos, pois a partir deste momento, o ambiente interno é favorável ao catabolismo, pela maior liberação de cortisol. É claro que esta regra só vale para treinamentos intensos! Séries submáximas intervaladas com conversas, passeios e descanso de cinco minutos, nem com duração total de três horas estimulará a secreção de cortisol, até porque também não estará promovendo ganhos, ou seja, quem nada ganha, nada terá a perder. Outro fato comum são rotinas de treinamento que não privilegiam a total recuperação muscular entre estímulos, como treinar o mesmo grupo muscular freqüentemente, sem que este esteja totalmente recuperado e supercompensado. Esta é a situação estimulante para a instalação de um quadro de overtraining. E esta síndrome favorece a liberação constante de cortisol, que além de impedir os ganhos, promove as perdas indesejadas. Já em relação à alimentação, o fato de realizar uma refeição rica em proteínas e carboidratos ao acordar, assim como antes de dormir e pós treinamento, podem reduzir drasticamente as chances da presença catabólica de cortisol nestes horários críticos. A suplementação com aminoácidos isolados, de cadeia ramificada, glutamina e vitamina C são estratégias utilizadas para prevenir, evitar e minimizar o catabolismo. Sendo assim, o fato crucial está em promover o anabolismo e minimizar o catabolismo. As variáveis intervenientes mais comuns utilizadas, como a dieta e o treinamento, são em grande parte responsáveis pelo anabolismo muscular, mas que por vezes podem promover o armazenamento lipídico. Assim como situações que tem por finalidade o gasto calórico e lipídico, acabam por promover o catabolismo muscular como conseqüência. Por vezes, estratégias escolhidas para promover o anabolismo acabam mais por minimizar as perdas do que promover os ganhos, o que já é de certa forma muito vantajoso. Então torna-se cada vez mais importante dominar os fatores anabólicos e catabólicos que envolvem o treinamento, pois se situações catabólicas estiverem predominado sobre as anabólicas, todo e qualquer esforço de treinamento intensivo será prejudicial.
  22. Quando o assunto é Esteróides Anabolizantes, logo é associada à idéia – de acordo com o senso comum, obviamente – do uso em atletas para melhora da performance esportiva. Atrelada a esta associação, está a falsa noção que tal utilização é exclusiva deste grupo. No entanto, a mais importante utilização desta classe de medicamentos se dá para fins terapêuticos, considerando-se o largo emprego na área médica destes compostos como coadjuvantes no tratamento de diversas moléstias. Contudo, ao ser incorporada ao inconsciente coletivo a idéia de que tais fármacos se limitam ao uso esportivo e (ou) recreacional, atribuiu-se a estas substâncias um caráter extremamente pernicioso, que acabou por derrubar por terra a imagem as propriedades benéficas destes compostos na clinica médica. Tal demonização se deve, evidentemente, ao fato de que os mecanismos de mídia somente exploram o lado sensacionalista do assunto: “jovem morre por uso de anabolizantes esteróides” – quando na realidade, a morte fora provocada por utilização de pseudo-efedrinas ou outro tipo de estimulante – enquanto muito esporadicamente se ouve falar de seu emprego em tratamentos médicos. Com efeito, já é conhecida (muito bem) a gama de possíveis males resultantes da administração de EEAs, contudo atribui-se – como se já não fossem suficientes os efeitos adversos – mais uma dúzia de outros. Com base nestas informações, a população entende que qualquer utilização – mesmo a legítima, prescrita por profissionais da área médica – é obrigatoriamente passiva de danos à saúde e fatalmente provocará a morte do individuo, quer seja por câncer, doença cardiovascular, dano hepático ou renal etc. Tais associações de fato existem, porém a prevalência destas ocorrências se faz superlativa através do senso-comum, quando na verdade, muitas vezes estas visões se encontram desamparadas de embasamento ou comprovação cientificas. Recentemente, tive acesso a um artigo de revisão no qual se abordavam os efeitos positivos da administração de testosterona – com fins terapêuticos, é claro – no tratamento de vários quadros patológicos intitulado “The many faces of testosterone”,publicado em 2007. O autor, Jerald Bain, ao contrário do que possa parecer, não fez de seu estudo uma defesa emocionada em prol da testosterona. Apenas relatou de forma clara e concisa a utilização desta substância em diversas situações, especialmente nas condições observadas quanto ao declínio deste hormônio em grupos de idade avançada. A despeito do que já foi comentado anteriormente, a testosterona não se reduz simplesmente a um hormônio de influência exclusivamente sexual, mas responsável por múltiplas interferências no metabolismo humano, tanto masculino quanto feminino. Tais efeitos são observados desde a vida intra-uterina até a idade avançada. De acordo com o estudo, há muitas associações maléficas quanto ao uso da testosterona, como por exemplo, a idéia de que este hormônio cause danos ao coração. De acordo com a revisão, não existem evidências cientificas da relação entre testosterona e problemas no coração. Alguns estudos apontam, na contramão, que a testosterona pode até exercer efeito protetor ao órgão. Note que, essa afirmação é relacionada à testosterona bio-idêntica, e não aos famigerados agentes anabólicos 17α-alquelados, cuja relação com doença hepática e metabolismo da insulina é, de fato, real. A testosterona exerce grande efeito protetor quanto à perda óssea observada com na idade avançada, como foi observado nos casos de hipogonadismo; nas mulheres na fase de pós-menopausa, agem melhorando neste grupo não somente a retenção do material ósseo, bem como promovendo aumento na libido; em estados de convalesça onde exista uma excreção nitrogenada excessiva; no tratamento de alguns tipos de depressão associada à queda de andrógenos; na questão do aumento da cognição e concentração mental; no tratamento de determinados casos de artrite reumatóide; para não citar os tratamentos nos casos de anemia, AIDS, queimaduras graves etc. Neste contexto, o problema encontra-se não na utilização de testosterona, e sim nos problemas relacionados com o uso indiscriminado e sem orientação médica. A “demonização” deveria restringir-se somente aos casos de utilização sem propósito terapêutico. Nesta área, o hormônio pode fazer parte da lista de drogas de primeira escolha no tratamento de diversas patologias. Atualmente, muitos endocrinologistas, especialmente nos EUA, prescrevem administrações de testosterona através de patchs ou implantes subcutâneos a fim de melhorar não somente a libido (masculina e feminina) bem como no sentido de promover efeito protetor contra os efeitos deletérios observados com o declínio natural deste hormônio em faixas etárias mais avançadas. A utilização da testosterona como agente terapêutico, entretanto, para qualquer fim, deve obrigatoriamente ser prescrita por profissional da área médica, e isto na verdade se constitui como uma forma de expurgar a má imagem desta substância perante a opinião pública. Ao passo de que é importante ressaltar a valiosa contribuição para a saúde advinda da utilização terapêutica de testosterona, é imprescindível acrescentar que a auto-manipulação pode ser extremamente perigosa. Não é sequer necessário mencionar que o mercado encontra-se cheio de testosterone boosters e pré-hormonais que são vendidos livremente e derivam para os mesmos possíveis efeitos decorrentes – e muitas vezes até mais graves – do uso abusivo e (ou) indiscriminado dos EEAs. Sob esta ótica, concluímos que é uma tarefa um tanto quanto difícil livrar a testosterona do papel de vilã a qual tem sido atribuída.
  23. São incontáveis as vezes que eu e o Rodolfo Peres atendemos a pacientes que afirmam que estão de dieta porque cortaram o carboidrato. Pessoal, zerar o carbo não é fazer dieta (principalmente porque tem uma galera que acha que se zerar o carbo pode mandar bala em churrascaria e fontes proteicas em geral como se estivesse fazendo dieta de Atkins ou de South Beach...) NÃO CONFUDAM AS COISAS! Fazer uma dieta extremada como estas duas citadas e deixar de ser obeso é algo completamente diferente de perder gordura em uma situação que você não é mais do que eutrófico, tem uma massa muscular desenvolvida e necessidades metabolicas determinadas pelo exercício... Como você pode querer ficar com um físico bonito se faz uma rotina que serve para tirar pessoas da obesidade morbida para colocá-las em um sobrepeso - chamando isso de sucesso? É como querer escovar os dentes com uma britadeira porque se a britadeira quebra as pedras duras do pavimento vai fazer da mesma forma pelo tártaro dos seus dentes... Do mesmo jeito que nessa situação a britadeira vai moer seus dentes, na dieta você vai moer seus músculos... Vou explicar o porquê: Já ouviu falar em prolactina? É um hormônio que serve principalmente serve para induzir a produção de leite. Não é só isso: ele inibe a liberação de testosterona. Sabe quem estimula a liberação de prolactina? Consumo de proteína... Entendeu porque essas coisas tem de ser medidas e porque dieta é foda? Inclusive o controle da secreção da sua testosterona pode ser determinado pela sua alimentação... Pois bem, o que acontece é o seguinte: zerando o carboidrato ou aumentando a quantidade proteíca ingerida como um monstro sem programação nenhuma você acaba por estimular a produçao de prolactina e inibir a sua testosterona... Essa é uma das razões principais de monitorar nossos pacientes por exames laboratoriais no consultório: muitos querem "melhorar" seus programas consumindo algumas coisas demais e outras de menos e isso acaba com nosso trabalho e a possibilidade do pessoal chega onde quer. Logo, nossa função, é trabalhar para a pessoa entender como as coisas funcionam para ela, em ordem de não cometer enganos bobos, mesmo que na intensão de superar espectativas, próprias e minhas e do Rodolfo (afinal gostamos do que fazemos e nos estimulamos com bons resultados). Para nossos pacientes: lembrem-se sempre dos exames de rotina! Para nossos leitores: leiam cada vez mais! Não se deixem enganar por dicas rápidas de academia - por mais que carreguem boas intenções, se não estiverem adequadas a você provavelmente vão lhe dar dor de cabeça para consertar o efeito.
  24. Quem lê as pesquisas recentes sobre este alimento já percebeu que ele foi totalmente desmistificado. Aquela velha história do colesterol alto não é a maior das verdades. Hoje um amigo me perguntou sobre isso, questionando quais benefícios e prejuízos a gema do ovo poderia oferecer, o que me inspirou a escrever um pouco sobre esta fonte rica de ferro, ácido fólico e vitaminas do complexo B, um coquetel “anti-anemia” que cuida também do sistema nervoso e da memória. A saber, a cor “amarelo vivo” da gema é dada pelo corante natural alaranjado conhecido como carotenóide, um precursor da vitamina A, tão conhecida pelas suas funções na saúde dos olhos, pele e cabelos. Como se não bastasse a riqueza nutricional da gema, ela também contém colina, um composto presente nas membranas que “encapam” nossas células, e contido no neurotransmissor acetilcolina, um mensageiro químico responsável pela transmissão do impulso nervoso nas células musculares. Ou seja, a perfeição do movimento muscular depende desta substância formada no organismo humano! Além disto, a ingestão de colina é essencial na gravidez, quando atua na boa formação do cérebro do bebê. Mas e a história do colesterol, onde fica? É fato que a gema é rica nesta substância. Nosso organismo, porém, está apto a regular perfeitamente nossos níveis colesterolêmicos. Quando a sua ingestão é muito baixa, produzimos, consequentemente, uma quantidade maior de colesterol, e vice-versa. Fatores como hereditariedade, estresse e obesidade oferecem muito mais risco à saúde do coração do que o colesterol vindo da dieta. O temido “colesterol alto”, desta forma, pode ser evitado com a ingestão de alimentos ricos em fibra, como a aveia, e gorduras insaturadas presentes nos óleos vegetais e sementes oleaginosas. Além disto, este esteroide também tem sua função no organismo. Ele é necessário para fabricar hormônios como a testosterona, “produzir” a vitamina D (que também é produzida por nós durante a exposição à luz solar) e construir as paredes das células. Sabendo disto, você deixaria de ingerir alimentos ricos em colesterol, um participante essencial da regulação dos níveis da testosterona? Também é importante considerar que outra substância contida na gema do ovo, a lecitina, é capaz de ligar-se ao colesterol eficientemente, impedindo que ele seja totalmente absorvido pelo organismo. No nosso corpo, a lecitina está contida na medula óssea, no cérebro, no fígado e no coração e é inevitável para o bom funcionamento do sistema nervoso. Além de auxiliar a concentração, ela é um agente anti-colesterolêmico, sendo, portanto, conhecida como uma importante protetora do coração. Depois desta leitura, é possível, então, reavaliar o perfil da gema do ovo e constatar que ela saiu da lista de alimentos inimigos do coração e alcançou um dos lugares mais importantes no grupo de alimentos com propriedades protetoras. Quer manter a memória em dia e prolongar sua saúde mental? Coma um ovo inteiro pelo menos três vezes por semana! Atletas, em especial, podem e devem seguir à risca esta dica.
  25. Como prometido, vamos discutir neste artigo a influência de determinados alimentos e substâncias na promoção da síntese de testosterona, tão importante em diversas funções metabólicas e, inegavelmente, fundamental para manutenção da massa muscular e da libido. Este é um assunto que, provavelmente, desperta interesse não somente do público masculino, mas também feminino, considerando que a testosterona desempenha papel fundamental para a saúde e a libido da mulher. A síntese de testosterona é mediada por complexos mecanismos regulatórios – como vimos no artigo da edição anterior (https://fisiculturismo.com.br/matérias/esteroides/desequilíbrios-hormonais-e-tpc-terapia-pós-ciclo-r320/) – mas para que isto ocorra, também é necessário que exista a presença de substrato, ou seja, a “matéria prima” adequada para sua produção. Como se trata de um composto de base lipofílica, sua fabricação depende de níveis adequados de gordura em nosso organismo, já que é proveniente de fosfolipídios (colesterol). Obviamente, a produção não é única e exclusivamente dependente da quantidade destes precursores; deve existir toda uma demanda metabólica condizente. No entanto, mesmo havendo a demanda, o organismo precisa buscar em certas substâncias substratos adequados, ou seja, os elementos necessários para assegurar sua produção. Podemos dizer que alimentos ricos em gorduras saudáveis – como os ácidos graxos essenciais – são, basicamente, o principal ingrediente para fabricação da testosterona. Todavia, nesta perspectiva, estaremos pensando apenas em uma dimensão de macronutrientes, devendo ir, portanto, um pouco mais além. A nível de micronutrientes, existe uma imensa variedade de substâncias que, comprovadamente, exercem papel decisivo na síntese de vários hormônios, incluindo aquele que é o cerne desta discussão: a testosterona. Alguns alimentos possuem uma quantidade considerável de substâncias bioativas que contribuem para o equilíbrio de várias funções orgânicas. Por esta razão, estes alimentos receberam a denominação de “funcionais”. Desta classe destacam-se as substâncias conhecidas como fitoquímicas, provenientes de vegetais. Obviamente, vitaminas e minerais também têm uma grande relevância neste sentido. Dentre os fitoquímicos, evidenciam-se os que exercem atividade hormonal, como os fitosteróis, responsáveis pela mimetização de várias funções orgânicas de natureza hormonal. Indol 3-carbinol, Gama orizanol, Lepidium meyenii, Tribulus terrestris, Trigonella foenum-graecum, Tongkat ali, Smilax oficinallis, Avena sativa, Pycnogenol, Coleus forskohlii, Discorea vilosa, são exemplos de substâncias moduladoras da função hormonal comprovadas cientificamente em diversos estudos; já outros fitoquímicos, vitaminas e minerais, como o Saw palmetto, Urtica dioica, Pygeum africanum, Linum usitatissimun, Punica granatum, crisina, licopeno, resveratrol, vitaminas E, B6, D, C, zinco, boro e magnésio têm sua influência na correlação desta modulação. O Indol 3-carbinol é uma substância da classe dos glicosilonatos, compostos encontrados em vegetais crucíferos, como a Couve, Couve-flor, Repolho e Brócolis. Sua função consiste em alterar o metabolismo das estronas, convertendo a produção de 4 hidroxiestrona e 16-alfa hidroxiestrona, considerados estrógenos carcinogênicos, para 2-hidroxiestrona, um estrógeno inofensivo (1). Possui, ainda, efeito anticarcinogênico e antiproliferativo, além de promover aumentos nos níveis de testosterona. Algumas substâncias, por outro lado, promovem sinalização a nível de hipotálamo ou hipófise, que por sua vez, enviam estímulos para a glândula subseqüente para síntese de testosterona. Gama orizanol, proveniente do esterol presente no farelo de arroz, tem a reputação de estimular o hipotálamo a secretar o hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRh), que por sua vez, estimula a adeno-hipófise a produzir o hormônio luteinizante (LH) – responsável pela síntese de testosterona – e o hormônio folículo-estimulante (FSH) – já este, encarregado da espermatogênese (2). Outras substâncias são conhecidas por agirem diretamente na adeno-hipófise, desempenhando, portanto, papel secundário na produção de andrógenos. A Maca ou Lepidium meyenii, planta de origem peruana, além de estimular a secreção de LH, produzindo efeito “potencializador” da testosterona, também interfere no metabolismo das estronas (3), através de um mecanismo semelhante ao observado no Indol 3-carbinol. O extrato da Videira da Punctura, mais conhecida como Tribulus terrestris, erva originária da Bulgária, já apresenta reputação mais que reconhecida na otimização da secreção endógena de testosterona e DHEA, e funciona também a nível de adeno-hipósife, exercendo aumento nos níveis de LH . A principal estimulação ocorre pelas saponinas (furostanol) e protodioscinas presentes em sua composição (4). Estudos mostraram elevações significativas de andrógenos em sujeitos que foram submetidos à terapia com este composto(5). Porém, pela dificuldade de encontrá-la in natura, só pode ser consumida na forma de suplementos. O extrato de Fenacho (Trigonella foenum-graecum), vegetal originário do sul da Europa, e a Tongkat Ali, planta nativa da Ásia, também possuem efeito semelhante ao da erva búlgara. As saponinas presentes tanto na Tribulus terrestris quanto na Trigonella Foenum-graecum estimulam a hipófise a produzir o hormônio luteinizante (LH), responsável pela ativação da síntese de testosterona nas células de Leydig (6). Recentes estudos demonstraram que há saponinas presentes também na Avena sativa que estimulam a produção de LH a nível de hipófise (7). Você certamente não terá dificuldade em encontrá-la; Avena sativa é a denominação científica da aveia! O único inconveniente é que ela deve ser consumida em grandes quantidades e na forma de grão para fornecer as saponinas suficientes para exercerem seu efeito. Neste caso, apela-se mais uma vez para o extrato. Outra alternativa semelhante pode estar em uma raiz originária da América dos Sul, a Smilax oficinalis, também conhecida como salsaparrilha, usada como tônico para aumento da testosterona por, supostamente apresentar mecanismo de ação parecido (8 ). A desvantagem, novamente, é que apenas o seu extrato parece ter a concentração adequada, logo, deve-se consumi-la na forma de suplemento. Outra substância que é reconhecida pela comunidade cientifica como poderoso antioxidante e que, em estudos realizados em 2007, tem sido apontada como potencializadora de testosterona é o Pycnogenol (9), extraído da cortiça do Pinheiro-marítimo (Pinus pinaster), encontrado principalmente no sudoeste da França. Infelizmente, pela dificuldade de seu consumo in natura, só pode ser obtido através de suplementação. Coleus forskohlii, ou simplesmente Forskolin, tem sido utilizada principalmente como coadjuvante em dietas de definição muscular, por seu efeito lipolítico. Favorece a produção de andrógenos por meio da sensibilização dos receptores presentes nas células de Leydig, facilitando, portanto, a interação com o LH. Em um estudo realizado em 2005 com homens obesos utilizando este composto, foi verificado aumento nos níveis de testosterona (10). Forskolin pertence à classe dos terpenos, substâncias bioativas, encontradas em óleos vegetais e está presente na planta Plectranthus barbatus ou Indian coleus, encontrada naturalmente na África e Ásia, porém cultivada aqui no Brasil, mais conhecida como Boldo ou Malva-santa. Isto mesmo, o nosso velho Boldo, largamente utilizado para tratar males digestivos. A Discorea vilosa, da família dos tubérculos, apresenta a propriedade de elevar os níveis de desidropiandrosterona (DHEA), um dos precursores de testosterona em nosso organismo. Caso não soubéssemos sua denominação local, esta raiz passaria despercebida. Trata-se do nosso cará, bastante apreciado no norte do país. Também conhecido como o Yam mexicano, tem sido objeto de estudo no tratamento da artrite e dos sintomas da menopausa. Evidentemente, qualquer alteração nos níveis de testosterona será passiva de causar desequilíbrios de outras naturezas, como por exemplo, a conversão enzimática de testosterona em di-hidrotestosterona (DHT) ou para estradiol, pela enzima Aromatase. Outras possíveis reações adversas do aumento dos andrógenos podem se manifestar na forma de dislipidemias, aumento anormal do tecido prostático, calvície etc. Neste caso, há também uma ampla gama de alternativas naturais que se pode lançar mão para evitar a formação de metabólitos indesejáveis e suas conseqüentes reações. Significa dizer que, de forma resumida, quando se busca aumentar os níveis de testosterona, também se deve atentar para a neutralização dos possíveis efeitos desta elevação. As interconversões enzimáticas são determinadas, de modo geral, por expressão gênica, ou seja, são determinadas em função da individualidade biológica de cada um. Por exemplo, algumas pessoas apresentam maior atividade de enzima Aromatase que outras, sendo, portanto, mais suscetíveis a produção de estrógenos. Em contrapartida, certos indivíduos possuem maior afinidade nos receptores das células do tecido prostático que outros e fatalmente apresentarão aumento anormal da próstata caso seus níveis de andrógenos se elevem, especificamente os de DHT, e esta, dependente da concentração da sua enzima de conversão, a 5 alfa-redutase. Neste contexto, pensar em elevar os níveis séricos de testosterona é olhar para apenas um dos lados da moeda, sendo tão necessário quanto, realizar intervenção em relação aos possíveis efeitos advindos desta alteração. Quais substâncias, então, poderíamos utilizar como aliados nesta “guerra metabólica”? Em relação à conversão indesejável de andrógenos em estrógenos, talvez a mais eficaz alternativa “natural” seja a substância conhecida como Crisina, bioflavonóide que inibe a ação da Aromatase, evitando, assim, os efeitos produzidos pelo estradiol produzido em decorrência de sua ação enzimática. Ocorre em uma trepadeira conhecida como Passiflora caerulae, originária da América do Sul. Estudos recentes demonstraram o potente efeito antiestrogênico da Crisina (11). Quanto aos efeitos oriundos da conversão da testosterona em DHT, temos Saw palmetto, encontrada no mirtilo conhecido como Serenoa repens ou Sabal serrulata, responsável pela inibição da 5 alfa-redutase, reconhecidamente eficaz no tratamento dos casos de hipertrofia benigna prostática (HPB). A Urtica dioica, denominação comum a um tipo especifico de Urtiga, possui um efeito semelhante ao do Saw palmetto, porém, além de diminuir os níveis de DHT, parece inibir também a conversão em estrógenos. Num estudo realizado na Rússia conduzido por Lopatkin e colaboradores, foi observada uma sensível melhora em pacientes com HPB tratados com extrato de Urtica dioica e Sabal serrulata (12). Também na luta contra o crescimento anormal da próstata, especialmente nas manifestações malignas, figura a Pygeum africanum – nem é preciso mencionar sua origem – planta medicinal que exerce efeito antiproliferativo, além de se mostrar capaz de inibir a 5 alfa-redutase (13). Outra opção é a Linum usitatissimun, designação comum à semente de linho, popularmente conhecida como linhaça, e que, por incrível que pareça, exerce ação – mesmo que em menor grau que os acima citados – contra a hipertrofia prostática (14). Além desta propriedade, sabemos de longa data que a linhaça é uma excelente fonte de ácidos graxos ômega 3. Imaginou, em algum momento, que a romã (Punica granatum) poderia ser um agente a favor da saúde da próstata? Pois bem, ocorre que esta frutinha é rica em um certo tipo de ácido, conhecido como elágico, capaz de reduzir níveis de PSA e promover ação antiproliferativa (15). Além disso, possui ação antiinflamatória e antioxidante. E quanto ao licopeno? Este carotenóide encontrado nas frutas vermelhas já é bastante conhecido por seu efeito anticarcinogênico, logo, uma excelente opção para evitar alterações no tecido prostático e, além disso, oferece uma poderosa ação antioxidante. Ocorre principalmente no tomate, entretanto sua biodisponibilidade depende da exposição ao calor, pois assim a substância é liberada mais facilmente das membranas celulares do fruto. Em um estudo realizado na Alemanha, pesquisadores concluíram que a ingestão de licopeno melhorou significativamente a condição clínica de pacientes com HPB (16). Outra substância igualmente importante para a saúde é o revesratrol, presente na uva, um excelente antioxidante e antiproliferativo, além de possuir efeitos cardioprotetores. Aggawar et al, em 2004, publicaram um vasto estudo sobre as propriedades benéficas do reverastrol no combate a diversos tipos de câncer (17). Vinho tinto e uvas roxas são a fonte mais acessível desta substância in natura, mas pode ser encontrada na forma de extrato, em cápsulas. O alfa-tocoferol, conhecido como vitamina E, além de sua ação antioxidante, contribui para a síntese dos constituintes da membrana fosfolipídica, da testosterona e, recentemente foi identificado como agente antiproliferativo nos casos de câncer de próstata. A vitamina E está presente em oleaginosas, gérmen de trigo, abacate, amêndoas, castanhas etc. Já o acido ascórbico, ou simplesmente vitamina C, atua em conjunto com o tocoferol oferecendo ação antioxidante (18); modula o sistema imune; diminui os níveis de cortisol (quanto mais alto cortisol, menores as taxas de testosterona); promove cicatrização; participa da síntese do colágeno; amplifica a absorção de ferro pelo organismo; exerce efeito antiinflamatório, entre muitas outras ações importantes – precisa dizer mais? As fontes mais abundantes são, como já se sabe, das frutas como acerola, limão, laranja, caju, mamão, goiaba, entre outras e em vegetais folhosos como a couve e a salsa. Em um estudo sobre as propriedades dos derivados da vitamina B6, chegou-se a conclusão que a forma cloridrato de pirodoxina parece aumentar a atividade da enzima 5 alfa-redutase, enquanto o pirodoxal exerce efeito inibitório. Neste caso, não há muito a fazer, pois a vitamina B6 ocorre naturalmente em três formas: piridoxina (álcool), priridoxal (aldeído) e piridoxamina (amina). No entanto, mesmo considerando que todas apresentam interconversões entre si, a forma disponível em suplementos geralmente é o cloridarto de piridoxina, aquela que aumenta a atividade da 5ar, sendo preferível, neste contexto, provavelmente consumi-la através de fontes naturais, como amendoins, avelãs, pães, milho e cereais integrais, pois as fontes vegetais apresentam maiores teores da forma piridoxal. Em estudo recente, foi divulgada a relação entre a vitamina D e níveis aumentados de testosterona, indicando uma possível interação entre a exposição ao sol e elevação dos andrógenos séricos (19). A vitamina D, além do mais, segundo estudo publicado em 2008, pode auxiliar no tratamento de câncer prostático (20). Em relação aos minerais que podem influenciar no suporte hormonal, destacam-se zinco, elemento fundamental na síntese da testosterona (21), magnésio e boro, este último, importante na produção de pregnenolona, um dos primeiros precursores da testosterona em nosso organismo (22). De um modo geral, devemos pensar, portanto, numa perspectiva ampla no que diz respeito a estratégia alimentar e a suplementação. Como podemos observar, elevar os níveis de testosterona provavelmente resultará em uma maneira de angariar mais músculos, vitalidade e libido. No entanto, tais alterações possivelmente desencadearão respostas metabólicas muitas vezes indesejáveis; porém, passivas também de controle e manipulação, se houver bom senso e, é claro, muita informação. BONS TREINOS E ATÉ A PRÓXIMA! Referências: 1. Aggarwal BB, Ichikawa H: Molecular targets and anticancer potential of indole-3-carbinol and its derivatives. Cell Cycle, 4:1201-1215; 2005. 2. 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