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  1. Boa noite galera! Gostaria da ajuda de vcs para poder iniciar uma possível reposição Idade: 34 Altura: 1,78 Peso: 85 Medicações em uso (Anticoncepcional, antidepressivo,anti hipertensivo, etc...): Não Problemas de Saúde e história de cirurgias: hernia umbilical e iguinal 2 anos atrás e lesão do tendão de Aquíles do pé esquerdo isso a 18 anos atrás. Exames de sangue hormonais recentes OU que tiver recente= POSTE FOTOS Tempo de treino: 10 anos Ciclos FEITOS com dose e tempo: enantato e masteron 8 semanas 1ml de masteron 1 2/1 ml de enantato DS DN. Isso a mais ou menos seis memes atrás. Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo: SIM (vou aguardar avaliação para saber oq fazer) Divisão de treino e horário do mesmo: Peito e Biceps/ Costa e Triceps/ perna e ombro... não tenho um horário fixo devido a escala de serviço. Dieta com quantidade de proteina/carboidrato/gordura por dia: 5 refeicoes ao dia 200g de carbo e 100g de proteinas e salada (couve,brócolis etc...) Fotos: Poste fotos com roupas de banho (sunga/biquini) ou que preferir (cueca/calcinha/sutiã) (sem mostrar o rosto com padrões frontal, lateral e Posterior).Enriquece, e é determinante para analise de cada caso. As vezes podem ser abordadas outras indicações de treino/dieta/ciclo para seu caso. Aguardamos TODAS as respostas para poder começar a te ajudar com alguma direção. Ultimo exames realizados: Antes do ciclo: Durante o ultimo ciclo:
  2. Aqui estou eu dnovo pra mais um ciclo, e dessa vez quero volume, quero peso kkkkkkkkkkkkkk Gente, na verdade eu quero muitooooo um quadríceps legal, pois já percebi que o meu acúmulo de gordura só fica nas coxas e no posterior, e eu preciso mudar isso. Enfim: Idade: 30 anos Altura: 1,63 Peso: 58,5 Medicações em uso (Anticoncepcional, etc...): Nenhuma Problemas de Saúde: Não Tempo de treino: 5 anos Ciclos FEITOS com dose e tempo: Oxandrolona Landerlan 5mg por 5 semanas, depois aumentei pra 10mg por 3 semanas e + uma semana com 5mg Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo: Enantato de Testosterona Landerlan + Decanoato de Nandrolona Landerlan (preciso da ajuda com a dose e o tempo) E se tudo der certo começarei amanhã 24-10-19 Divisão de treino e horário do mesmo: Segunda: Inferiores com foco em quadríceps Terça: Peito, Ombro e tríceps Quarta: Costas, Bíceps Quinta: Inferiores com foco em posterior e glúteo Sexta: Ombro, bíceps e tríceps Abdominais: 3x na semana Hit ou Caminhada: 4/5 vezes na semana Dieta: Depois do ciclo eu tenho seguido essa mesma dieta que o @Apollo Galeno já havia me passado qd tava usando a Oxan. Mas queria mudanças! - Primeira refeição:(07hs) 100g de mamão + 40g de aveia + 4 ovos inteiros omelete + 1 xicara de café - Segunda refeição e pré treino(10:30hs) 150g de arroz integral + 100g de carne moída ou 100g de frango desfiado +1 xicara de café de 150ml antes de treinar 10 minutos antes. - Pós treino dentro da academia= 2 bananas - Pós treino e almoço: 150g de arroz integral + 70g de feijão + 120g de carne ou frango + salada de cor verde ou de cor laranja a vontade (obrigatório) + 1 colher de sopa de azeite extra virgem - Lanche: 150 ml de iogurte natural + 30g de aveia - Jantar: 100g de arroz integral + 70g de feijão + 120g de carne ou frango + salada de cor verde ou de cor laranja a vontade (obrigatório) - CEIA 3 ovos inteiros + 1 colher de sopa de pasta de amendoim integral + 1 copo de suco de uva integral Mais uma vez estou aberta pra seguir a ajuda de vocês <3333
  3. Fala galera, boa tarde! Primeiro queria parabenizar a todos que ajudam nos tópicos... Vcs são top 🔝🔝🔝 fazem o fórum uma ótima fonte de informação e pesquisa. Estou aqui a pouco tempo (infelizmente só conheci o fórum esse ano fazendo algumas buscas na internet) mas consegui absorver bastante informações e fazer algumas mudanças nas minhas rotinas, coisas que não dava tanta importância e que são fundamentais: Dieta e hidratação bem ajustados para o objetivo (ainda aprendendo) sempre usei o mesmo planejamento alimentar durante todo o ciclo, dificilmente fazia grandes alterações Aeróbico, nunca fui adepto de fazer e hj vejo que é fundamental (aquela ideia de quem quer ganhar MM não pode fazer aeróbico) Laboratório de confiança, sempre usei lab under por indicação de amigos ou contato de confiança. Hj já aprendi que melhor é usar produtos de Lab. grande Gostaria muito da ajuda de vcs para meu novo projeto, estou fazendo uma ponte até o próximo ciclo pretendo usar pequenas doses de testosterona por 10 a 12 semanas, após avaliar o shape para traçar novas estratégias. Idade: 37 Altura: 180 Peso: 95,4 Medicações em uso (Anticoncepcional, etc...): Não Problemas de Saúde: Nenhum Tempo de treino: mais de 8 anos de treino. Durante esses 8 anos sempre trabalhei em escala 12x36 + 160 km de distância ida e volta para o trabalho isso me atrapalhava um pouco em relação a treino, dieta e descanso. Existia um revezamento de 4 em 4 meses do turno dia e noite, quando trabalhava no turno do dia o treino e dieta ficavam prejudicados, muitas das vezes treinava 2x ou 1x na semana por causa dos extras (saudade dos extras... na vdd sds do dindin. kkkk) quando mudava pra noite o treino e dieta ficavam ok, mas o descanso ficava um pouco prejudicado… enfim tinha maior rendimento quando trabalhava a noite pois conseguia intensificar os treinos e manter a dieta. Graças a Deus no início deste ano 2019 minha escala mudou. Ciclos FEITOS com dose e tempo: Já fiz ao todo uns 5 ciclos, todos com testo de base (enantato ou cipionato ou fenilpropianato) sempre com outro acompanhamento: Deca, Boldenona, Stanozolol, Masteron, Oxandrolona. Único EAS que nunca usei foi trembolona por receio. Penúltimo ciclo: término Maio 2018 1 a 10 enantato 100mg ds/dn 1 a 10 Boldenona 100mg ds/dn Último ciclo: término 07/12/2019 (ciclo indicado pelo meu fornecedor) 1 a 3 oxandrolona 40 mg tsd 4 a 6 oxandrolona 60 mg tsd 7 a 10 Masteron 100 mg ds/dn 1 a 10 Enantato de testo 400 mg sem 1 a 10 Boldenona 400 mg sem Colaterais dos ciclos: Queda de cabelo (geralmente no pós ciclo) e aumento da irritabilidade Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo: Enantato de testosterona Landerlan subcutânea = 165mg/semana (dividido em 3 aplicações de 22ui dom/terça/quinta) Divisão de treino e horário do mesmo: Treino ABCD 1x semana. horários de treino 11 hrs ou 15 hrs. Devido minha escala de trabalho só consigo treinar 4x na semana, dois dias fica impossível ir por causa do horário: saio de casa 05:30 e retorno 22:30 hrs a academia fecha às 22 hrs e Domingo ela tbm não funciona. Devido essa rotina de trabalho adotei o treino ABCD 1x semana. A - Peito/tríceps/Pant Crucifixo inclinado no cross 4x6-12p2 30” desc Supino 45 no smith 12-máx-máx-máx c/pausa2" Sub.peso 1’ desc Voador + Flexão de braços 3x6 super lentas/ (máx3T) (Máxp2") (Máx") 1’ desc Supino reto todas excênt. 12-máx-máx-máx Sub. peso 1’ desc Sup. canad. c/halteres 3x4 excênt + 6 1’ desc Triceps testa barra W 12-máx-máx-máx Sub. peso 1’ desc Triceps francês no banco 45° 12-10-8-6 Sub. peso 30” desc Triceps no pulley 4x4 proq + máx Sub. peso 1’ desc Triceps supinado 12-10-8 Sub. peso c/drop última 30” desc Pant no leg horiz 20-máx-máx-máx Sub. peso 30” desc B - Costas/Bíceps/Abd Puxada sup. unilat no cross 12-máx-máx Sub. peso 30” desc Puxada vertical 12-máx-máx-máx Sub. peso todas excênt. 2’ desc Remada curvada barra grande 2x12 Sub. peso 2x8 1’ desc Adução frontal barra V 4x6 à 10 excênt. 30” desc Remada unilat c/ halters 12-máx-máx Sub. peso 1’ desc Biceps barra H no banco scoth 12-máx-máx-máx 1’ desc Biceps máquina 3x6(6"iso)+4(4"iso)+2(2"iso) 1’ desc Bíceps barra reta 12-máx-máx-máx Sub. peso todas excênt. 1’ desc Biceps concentrado 12-máx-máx Sub. peso s/desc ABD supra máquina 20-mах-mах-mаx Sub. peso 1’ desc ABD infra no rack 4x10 a 20 1’ desc C - Ombro/Trapézio/Pant Flexão de ombro unilat. sup. no cross 12-máx-máx-máx Sub. peso 30” desc Crucifixo inverso + Hiperextensão 2x10+10 Sub. peso 2x8+8 1’ desc Abdução de ombro 4x8-4-2 Sub. peso 1’ desc Rotação frontal banco 45° 12-máx-máx Sub. peso 30” desc Desenv. c/halteres curtas 6-máx-máx-máx Desc. peso 10” desc Enc. barra livre + acima de 90° 4x6à12 Sub. peso / 4x8à12 1’ desc Enc. no Rower 15-máx-máx-máx Sub. peso 30” desc Panturrilheira 5x10 à 20 Sub. peso 10” desc Pant. no rack 4x8 p2”+8 30” desc Pant. livre unilat. 3x8 a 15 s/desc D - Perna/Abd Flexão de quadril 3x8 à 12 p2" s/desc Rack machine 15-8-8-8 Sub. peso 10” desc Cadeira extensora + passada 4x8à15p2" Sub. peso / 4x6 à 8 1’ desc Agachamento 4x6à15N + 6à15C Sub. peso 1’ desc Cadeira adutora 4x6p4" + 8c+8 30” desc Aqach. sumo 3x8-6-4 Sub. peso 1’ desc Mesa flexora 3x4p4"+máx Sub. peso 1’ desc Leg 45° alto curtas 20-máx-máx-máx Sub. peso 30” desc ABD: Oblíquo no banco 4x8à20 1’ desc ABD: Roda 4x10à20 1’ desc Treino aeróbico Hit pós treino 15 minutos(um minuto caminhando na velocidade 6 depois 1 correndo na velocidade 10) 4x semana Dieta com quantidade de proteína/carboidrato/gordura por dia: Atual pós ciclo Prot.: 216 Carb.: 143 Gord.: 91 Café - 06:00 05 Ovos mexidos 01 Xícara de café Vit. C 500mg Lanche manhã - 09:00 150ml iogurte natural 01 Colher pasta de amendoim Almoço - 11:30 120g Batata doce 120g Frango grelhado Salada verde (couve ou brócolis ou alface) Vitamina D3 5000ui Lanche - 14:30 (refeição pré e pós treino) 01 banana prata 40g Whey protein Lanche - 16:30 120g Batata doce 120g Frango grelhado 01 Xícara de café Jantar - 19:30 110g Batata doce 110g Frango grelhado Salada verde (couve ou brócolis ou alface) Ceia - 22:30 04 Ovos mexidos Vit. C 500mg Hidratação 4 a 5 litros de água por dia Fotos: Exames foram feitos ontem... assim que tiver os resultados posto aqui
  4. Bom dia. Tenho 32 anos e tenho 5 meses de musculação e dieta acompanhada por nutricionista. Em novembro fiz exames de sangue e minha testosterona total está 5,5 e a testo livre 0,06. Não uso anticoncepcional tem mais de 1 ano. Onde moro não tem médico especialista em emagrecimento, mas em abril estou viajando para passar por um. Minha nutri pediu para procurar um endocrinologista e assim fiz ( o que aqui e bem carente tbm). Assim fiz e ele me passou testosterona em gel 25mg/ml pentravan com pump de 1ml. Nesse último mês perdi 1,6% de gordura e perdi 100g de massa magra. Comecei a aplicar ontem (16/02) a testo no braço pela parte de dentro (proximo da axila) a noite antes de dormir. Minha duvida e: qual o melhor local pra aplicação? Ele mandou eu suspender durante a menstruação, pq? A dose está correta? Vou conseguir resultados bons ( perder peso e baixar percentual de gordura) ? Obrigada
  5. Olá !! Vamos a mais um relato pra enriquecer esse forum e motivar mais ainda?! Começando pelo começo.. Joaninha 25 anos 1.56 58-59kgs Não tenho problema de saúde nenhum Não uso remédio. Mas a testo é sagrada 😂 Meus treinos eu posso detalhar melhor mais tarde. 6x por semana o que eu chamo de powerbuilding, alternando o foco entre força e hipertrofia. Meus treinos são muito parecidos com os do Batata daqui, copio ele sempre que possível. Todo dia faço algum tipo de aerobico, o que mais gosto são os de baixo impacto porque meu treino acaba comigo. Dieta : Ta mais ou menos assim: Tentando seguir 120g cho 140g prot e 50g fat PROTOCOLO DE AES: 12 SEMANAS COM 100mg de BOLDENONA VETERINÁRIA + 15mg de Cipionato de testosterona ATUALIZAÇÃO: Pretendo fazer mais cerca de 8 semanas com turinabol + boldenona. Talvez mantenha a testo em uma dose um pouco mais baixa, ou deixe-a para depois. Começo a relatar isso na página 11.
  6. Fiz um ciclo de 6 meses mais ou menos de 400mg/semana de cipionato ano passado e iniciei a TPC dia 9 de dezembro de 2019 (31 dias da ultima aplicação). A tpc foi: 1-2 50mg clomifeno + 40mg tamox 3-6 20mg tamox Fiz os exames de 03 e 06 meses após a TPC e não estou entendendo bem os valores do exames. Estou indo em um endocrinologista mas ele é do tipo mais velho que da sermão e não vai me receitar nada pois apesar de demorar os hormonios vão voltar ao normal com o tempo. Gostaria de pedir ajuda do pessoal do fórum pois desde que comecei o ciclo recebi mais ajuda do pessoal dos fórums do que dos médicos (particular e por convênio) que fui. Exames de antes do ciclo 09/05/2019 Exames 06/03/2020 (03 meses depois do fim da tpc). Exames 13/08/2020 (06 meses da tpc) Fui ao endocrinologista hoje. Ele disse que a progesterona está alterada e que o FSH está dentro do esperado pois está subindo e que demora a se normalizar. Novos exames em 6 meses. Pensei que ele fosse me indicar algum medicamento para agilizar o FSH mas não receitou nada. Minha libido sempre foi uma merda, mesmo antes do ciclo (o endocrinologista diz que é psicológico e eu acho que faz sentido pois nunca bati bem da cabeça) então não sei se tem algo a ver com os exames. Não pretendo ciclar novamente. Não me arrependo do que fiz e sinto que serviu de aprendizado. De colateral, só levo pra vida cicatrizes horriveis nos braços mas que não me importo tanto. Eu fiz o relato completo do ciclo aqui no site caso alguém queira acompanhar, e já de ante mão agradeço à quem tenha acompanhado e ajudado nessa jornada.
  7. Olá, me chamo Bianca ! Altura: 1.60m Peso : 75kg Idade : 25 anos Meu objetivo é ter o corpo que nunca tive , sempre fui ativa , e matia uma alimentação saudável, 2 anos atrás fiz 1 ano de anticoncepcional injetavel, minha libido foi em embora e comecei a engordar bastante, engordei 15kg desde lá.. Gostaria de orientação de como repor essa testo da melhor forma .
  8. until
    Segue o conteúdo completo da live "Uso de esteroides anabolizantes em mulheres: uso estético x uso terapêutico" que já ocorreu: Live no Instagram de um dos maiores estudiosos sobre hormônios do Brasil, que é o famoso Dudu Haluch (@duduhaluch). Também participará da live o médico Dr. Luiz Paulo. O tema é de maior interesse das mulheres: uso de esteroides anabolizantes em mulheres - uso estético x uso terapêutico. Serão abordadas as seguintes drogas: testosterona, trembolona e gestrinona. Para acompanhar a livre, acesse o Instagram do Dudu: https://www.instagram.com/p/CDT7enVFEEt/
  9. Qual ciclo é bom pra quem nunca injetou antes? Me falaram que deca+testo era o "ideal" para iniciante. E como injetar ? (dosagem+horário,etc...) Tem alguma dieta específica, mistura ou suplementação ? desculpem muitas perguntas hahaha , é nois monstros!!!
  10. Bom dia, Tenho 26 anos, já malho há uns 8-10 anos, fiz alguns ciclos de oxandrolona/stan e deca/durateston há alguns anos, mas resolvi começar um novo ciclo visando bulking e, posteriormente, cutting se necessário. Gostaria de uma avaliação e ajuda de vocês. Segue, em anexo, minha avaliação nutricional de franguináceo e ciclo para análise: CICLO - BOLD + DECA + TESTO (10 SEM.): - SEMANAS 1-8 (Bulking): Deca 200mg/sem. (100+100) Boldenona 200mg/sem. (100+100) Durateston/enantato 500mg/sem. (250+250) Xantinon intraciclo Vit E 400UI/dia Vit D intraciclo?? Anastrozol 0,5mg DSDN (apos 7 dias de ciclo) Tamoxifeno 20mg intraciclo - se ginecomastia HCG 250UI 3x/semana - SEMANAS 9-10 (Cutting): Enantato 500mg/sem. (250+250) OU GH Xantinon intraciclo Vit E 400UI/dia Vit D intraciclo?? Anastrozol 0,5mg DSDN HCG 250UI 3x/semana - TPC - SEMANAS 12-16 - APÓS 2 SEMANAS DO FINAL DO CICLO: Tamoxifeno 20mg/dia por 04 semanas HCG 500UI 2x/semana por 03 semanas Silimarina pós-ciclo Aguardo a avaliação de vocês. To disposto a toda e qualquer crítica. Obrigadão desde já! 😉
  11. Em vídeo super sincero publicado em seu canal no YouTube, a atleta Dora Rodrigues revelou todas as drogas esteroides anabolizantes que usa para ficar com o shape incrível para os campeonatos de fisiculturismo. Essas foram as substâncias anabolizantes que a atleta confessou usar: Testosterona em gel bioidêntica; Masteron; GH; Oxandrolona; Turinabol; Clenbuterol; Anastrozol. Outras drogas: Finasterida. Efeitos colaterais relatados: Queda de cabelo (testosterona); Espinhas (oxandrolona); Retenção (turinabol). O que você acha das substâncias utilizadas pela atleta?
  12. Início de ciclo e academias fechadas na quarentena do coronavírus Janeiro de 2020 começou e você se lançou à todo vapor no mundo da musculação. Você já treinava há anos e buscava melhorar ainda mais sua estética física! Era chegada a hora de usar algum esteroide anabolizante. Você iniciou o uso e veio a triste notícia do coronavírus: todas as academias iriam fechar! Bom, você pensou: "vou manter meu ciclo, pois, logo logo tudo voltará ao funcionamento normal". Semanas se passaram e a situação do mundo apenas piorou. Já se passaram meses, e as academias ainda não estão em funcionamento normal. E então, o que fazer com o meu ciclo de anabolizantes? Faça exercícios funcionais e aeróbios Primeiramente, não se desespere. As academias realmente fecharam, mas você ainda pode minimamente treinar em casa. Não se pode comparar a potência de um treino funcional em casa com um treino bem feito em uma academia com cargas. Entretanto, pode-se evitar a perda de massa magra com esse tipo de treino. Deve-se, ainda, manter uma média de 30 minutos de exercícios aeróbios ao dia, tanto para a saúde cardiovascular, quanto para se evitar uma deposição maior de gordura nesse período. E meu ciclo de esteroides? Devo parar? Devo fazer TPC na quarentena? A verdade é que não há uma resposta correta. Mas, na minha experiência como médica e atleta profissional de fisiculturismo, esse é o pior momento para se interromper um ciclo. Quando se interrompe um ciclo de esteroides em homens, deve-se realizar uma TPC (terapia pós-ciclo) adequada para que o eixo fisiológico hipotálamo - hipófise - gônadas retorne ao funcionamento e, consequentemente, a produção de testosterona fisiológica. Em conjunto, deve-se manter uma rotina de treinamentos intensos e dieta à risca para haver menor perda de massa muscular possível no período, afinal, você retornará ao seu nível “normal” de testosterona. A estratégia mais inteligente para os homens, então, seria manter a testosterona em uso e retirar outros esteroides, caso haja alguma associação. Por exemplo, caso você esteja utilizando deposteron associado à oxandrolona, deve-se considerar retirar a segunda droga. Já no caso das mulheres, que, geralmente, utilizam os derivados de DHT (como a oxandrolona e o estanozolol) para performance, é interessante que se mantenha o uso deste tipo de esteroide em uma dose reduzida nesse período. Caso você esteja utilizando outros tipos de esteroides, considere retirar essas drogas. Obviamente, tudo isso deve ser discutido e conversado com o seu médico, que analisará seus exames laboratoriais e fará sua avaliação corporal. Juntos vocês poderão discutir sobre a melhor estratégia. Conclusão Para resumir: Mantenha uma rotina de treinos diários em casa; Mantenha a dieta, mesmo em casa; Converse com seu médico sobre o seu ciclo, considerando as desvantagens de pausar o uso nesse período; Mantenha o uso de creatina, e. caso você não a utilize, considere iniciar. Este suplemento irá auxiliar a retenção de glicogênio muscular.
  13. Resolvi abrir outro tópico, pois o último estava bem extenso e penso que agora, apos viagem de férias, fica mais organizado resumir o tópico, ser mais objetiva e descrever apenas o necessário. Tive um final de ano puxadissimo no trabalho e faculdade, mas retornando com tudo, agora. Confesso que ficamos um pouco desmotivadas sem usar nada, mas meu objetivo é mudar essa aparência da pele flácida, não entendo eu ter uma quantidade de massa muscular bem legal e mesmo assim apresentar a pele mole, com celulite. Esse abs inferior agora nas férias piorou muito, porque o intestino viajando, já era! Nunca funciona! @Apollo Galeno ajuda euzinhaaaa! Falei que eu ia voltar! Voltei! ❤️❤️❤️💪🏽 Idade: 38 Altura: 1,68 Peso: 60kg Medicações em uso (Anticoncepcional, etc...): Nenhum Problemas de Saúde: Nenhum Tempo de treino: 15 anos Ciclos FEITOS com dose e tempo: no momento nenhum, mas já fiz no passado, Deca, GH, testosterona, primobolan. Há pelo menos 4 anos sem ciclar. Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo: queria, mas o @Apollo Galeno me sugeriu esperar. Divisão de treino e horario do mesmo: cardio logo ao acordar, musculação às 15h. Dieta com quantidade de proteina/carboidrato/gordura por dia: no momento acabei de voltar de viagem de 20 dias na praia.
  14. Salve a todos. Em meados de Julho de 2019 eu tive um rompimento completo do tendão do tríceps. Era uma tendinite que havia começado há uns 10 anos e foi se agravando. Fiz fisioterapia, ressonância, osteopatia, mas aos poucos o treinamento com pesos foi minando a resistência do tendão até que num belo dia, durante um treino de defesa pessoal, num esforço que eu fiz (sem torção nem chave de braço) meu tendão se rompeu e foi dali para o hospital com o braço quase paralisado. Até procurar um ortopedista, marcar a ressonância, esperar o resultado sair, levar pro médico avaliar e marcar a cirurgia deu pouco mais de 1 mês. Então dia 28 de Agosto eu estava na mesa de cirurgia pra darem um remendo no meu braço. Recuperação tranquila e em 3 meses eu estava com o braço totalmente pronto para atividades normais (dirigir, carregar sacola de mercado, trabalhar, arrumar a casa, etc) mas mantive a fisioterapia até final de dezembro. Em janeiro deste ano, fui liberado para retornar aos treinos, obviamente de forma leve, respeitando o corpo e o tempo parado, e o pior, totalmente zerado de hormônios. Durante 4 meses de recuperação em mantive apenas 40mg/dia de tamoxifeno. Em janeiro de 2020 fiz mais de 50 exames laboratoriais para avaliar como estaria meu organismo após 15 anos de esteroides e depois quase 6 meses sem esteroides. Como obviamente minha testo estava baixa (dentro do que se considera normal, mas baixa) e eu não entraria com nenhuma droga até me readaptar ao treino, resolvi fazer uma experiência. Discute-se muito a respeito da eficácia do tribulus e maca peruana para ajudar no aumento de testosterona. Alguns estudos apontam total inutilidade enquanto outros dizem ajudar em indivíduos que tem deficiência na produção. Pois bem, importei no site iHerb Tribulus da AllMax 750g com 90% de saponina, Maca Peruana Raw da NOW 750mg e Vitamina D 5000ui da NOW. Minha intenção era refazer todos os exames após usar estes potes e ver se mudaria algo. Mantive então: - Tribulus 1500mg/dia - Maca Peruana 1500mg/dia - Vitamina D 10.000ui/dia Durante este período, fui aos poucos recuperando meu fôlego (que estava péssimo) e ganhando força além de perder um pouco de gordura. Todo o braço esquerdo ainda está muito atrofiado. A perda de força do tríceps foi absurda e o bíceps esquerdo ainda está sofrendo para se igualar ao direito. Ainda sim, tive progresso principalmente nos treinos de pernas e costas. Pernas eu ainda fazia alguns movimentos de agachamento na academia de um amigo, mas não eram treinos com uma rotina fixa e tinha semana que eu nem ia. Sendo assim, irei postar agora os 2 exames comparativos de 6 de Janeiro e 6 de Março, bem como as minhas fotos atuais com 1 mês e meio de treino. E para dar o bom exemplo... Idade: Faço 40 anos agora em setembro Altura: 1,90m Peso: 109~110kg (o mesmo peso que eu tinha com uso de aes). Iniciei com 70kg (sim, era só o pó da rabiola). Medicações em uso (Anticoncepcional, antidepressivo,anti hipertensivo, etc...): Atualmente sem nada. Em 2016 precisei fazer uso de alguns antidepressivos durante pouco mais de 1 ano, mas já estou totalmente sem. Problemas de Saúde e história de cirurgias: Enxaqueca controlada e um tríceps remendado. Tenho os dois LCAs de ambos os joelhos rompidos ☺️ Já operei as duas mamas por ginecomastia. Exames de sangue hormonais recentes: Colocarei tudo logo abaixo. Ciclos FEITOS com dose e tempo: Então...vou fazer 22 anos de treino e 15 ciclando. Nunca usei trembo (e nem pretendo); masteron só usei 1 vez; stano injetável só usei na época do winstrol em ampola e basicamente meus ciclos são variando testo, deca, dianabol (que me dou muito bem) e as vezes boldenona. Já experimentei hemogenin poucas vezes. Evito ao máximo esteroides orais e meus ciclos geralmente ficam na casa de 200 a 600mg por semana. Masteron me fez perder muito cabelo embora eu ja tenha notado uma gradativa queda ao longo do tempo, provavelmente pela manutenção da testosterona. Neste período parado o cabelo cresceu consideravelmente com uma ajudinha de Minoxidil + propilenoglicol + 17 alfa estradiol Ciclo PROPOSTO com Aes (Marca) dose e tempo: Vou iniciar com propionato de testo com aplicações diárias subcutâneas de 35ui (mais ou menos 35mg/dia ou 245mg/sem) Divisão de treino e horário do mesmo: Atualmente estou com ABC de segunda a sábado. Retornarei ao boxe esta semana para ter um aeróbico pois estava sem nada até então. Sou péssimo pra ficar na esteira ou bicicleta. Mês que vem retorno à defesa pessoal. Dieta com quantidade de proteína/carboidrato/gordura por dia: Com o eixo hormonal desfavorável, a perda de gordura tá difícil mas também não estou muito regrado na dieta. Procuro bater 2g de proteína por dia e tento reduzir o carbo. Vale lembrar que nunca fui de me manter em dieta restrita calculando milimetricamente gordura e carbo. Meu gasto calórico com musculação, boxe e defesa pessoal era alto então mesmo escapando numa hamburgueria final de semana ou uma pizza, ainda mantinha qualidade razoável. Segue agora as fotos comparativas. Abaixo, um parâmetro de como eu era (desculpe as fotos fora de posição, nunca fui de tirar foto posando e nunca fiz qualquer relato neste fórum). Abaixo...minha situação lastimável durante os meses parado em recuperação... E abaixo...as fotos tirada nesta segunda 10/03/2020. Notem na foto de costas a diferença absurda de um tríceps para o outro. (o tríceps operado foi o esquerdo mas na foto está invertido) O tríceps esquerdo aparentemente ficará mais encurtado que o outro. Percebo que a cabeça longa é a que mais sofreu na história então vou ter que lutar pra meter volume aí novamente. E agora....os exames. Na esquerda, feitos em 06/01 e na direita, 06/03. Aqui eu queria entender por que raios essa ferritina está alterada assim. Aqui, pelo resultado, eu tenho algumas considerações. Não sabemos ao certo o que fez os valores mudarem, se foi apenas a Vit.D, o combinado dos suplementos ou o fato deu ter retornado aos treinos consistentes. Ou até mesmo a junção de tudo. A testo total se manteve, mas variou um pouco a livre e a biodisponível. Nada expressivo também o que dá pra concluir alguma coisa sobre a eficiência destes produtos no aumento da testosterona. Por fim, vale lembrar que não estou desesperado pra me recuperar. Não pretendo competir, não pretendo entrar em dieta super restritiva e meu relato é apenas para avaliar exames laboratoriais após 15 anos quase ininterruptos de esteroides, bem como o impacto dos tais suplementos na produção de testosterona que tanto falam por aí. Sobre a libido, naturalmente neste período senti ela diminuir, mas não ficou zerada. Na verdade me senti até melhor assim do que quando a testo tava alta e as vezes dificultava para me concentrar por ficar pensando besteirinhas. O psicológico não senti qualquer alteração. Me mantive bem o tempo todo, sem desânimo, sonolência ou preguiça. Pretendo fazer novos exames dentro de 1 mês para avaliar como a testo ta batendo aqui. Tenho um bujão de 30ml de prop da Gold Labs e ficarei com ele até o final. Tenho também 3 ou 4 potinhos de dianabol da Gold e 20ml de deca. Não sei quando vou usa-los e nem se irei usa-los. No momento quero reduzir meu percentual de gordura melhorando a taxa hormonal e retornando aos aeróbicos. Ainda manterei a Vit.D diariamente em 5000ui e esqueci de mencionar que entrei com creatina 10g há 2 semanas. Na dieta, complemento com whey concentrado quando não consigo atingir os macros do dia. Fiquem a vontade pra sugerir qualquer coisa, fazer qualquer comentário, fazer qualquer pergunta, tirar um sarro ou apenas me desejar boa sorte.
  15. Boa Tarde a todos Gostaria de começar agradecendo ao pessoal do fórum. Muitas dúvidas são sanadas aqui! Preciso ouvir a "voz da experiência", por isso peço ajuda dessa equipe de peso. @Foston@Apollo Galeno @Bravo Costa e todos que possam me auxiliar. Primeiro vou preencher a ficha que vocês sempre solicitam! Idade: 30 Altura:156 cm Peso:58 kg Medicações em uso (Anticoncepcional, etc...): Anticoncepcional Norestin (Esse é apenas com progestagênio, 1 hormônio - é mais fraco que os outros, mas previne) Problemas de Saúde: 0 Tempo de treino: 4 anos Ciclos FEITOS com dose e tempo: oxandrolona 15mg/dia + testo em gel 10 mg - já fiz 3 uns ciclos de 12 semanas cada Divisão de treino e horario do mesmo: 5 x na semana - Seg/Sex - Posterior e Gluteo>>>>Ter/Qui: Superior>>>> Qua: Quadriceps Dieta com quantidade de proteina/carboidrato/gordura por dia: Proteinas: 120g Carboidratos:195 g Gorduras: 60 g Dieta diaria: Acordar: 07h00: AEJ: 1h no transport Café: 08h00: 3 claras+1 ovo +café +adoçante>>>09h30: Treino: BCAA>>. 11h30: Pós treino: Whey>>> Almoço: 12h30: 130g de carne/frango+50g de arroz ou batata doce+salada INTERVALOS:maça ou iogurte light>>> Lanche: 17h30: 2 ovos cozidos ou macaxeira 50g>>> Jantar: 22h: 130g de frango+20 g de requeijão light+70g batata doce. Bom essa é minha dieta, massss nos FDS eu dou uma escapada e faço umas 2 refeições livres. Fotos: Vamos lá! Treino firme a 5 anos, dieta a uns 2 anos. Faço acompanhamento com endrocrino e ele prescreve normalmente oxandrolona 15mg/dia + testosterona em gel 10mg. Mudei de médico a uns 4 meses e ele, me prescreveu oxandrolona 15mg/dia + testosterona em gel 5% ( eu pensei que fosse 5 mg - acho que a merda toda começou aqui!) Sempre consegui controlar os colaterais, acnes, voz e pelos...nada que não desse para aguentar. Mas de um mês para cá, tem sido horrível. Meu colo, seios e embaixo deles estão repletos de acnes, as costas com um pouco e abaixo do queixo também. No rosto nem tanto. Outro colateral que veio forte foi a queda de cabelo e muuuitos pelos nas coxas (eu faço depilação a laser a um tempo e mesmo assim tá nascendo até no meu bumbum). Enfim, voltei no médico e ele me disse que é o DHT que está alto, passou exames e as seguintes formulas: Finasterida 5 mg+Espirolactona 50 mg +Sawpalmetto 100 mg com Pygeum africanum 70mg E ainda continuou com o ciclo de oxandrolona 15mg/dia e a testo em gel 5% Eu questionei esses 5% de testosterona e perguntei se equivalia a 50 mg o que é muuuito alto para mim. Ele deu uma enrolada e acho q meu prescreveu errado, acho que ele queria botar 5 mg. 😞 Minhas perguntas são: 1. A espirolactona e finasterida cortarão o efeito da testo em gel e da oxandrolona? 2. Faz sentido toda essa mistura? 3. Estou tomando a uma semana essas formulas, sabem dizer depois de quanto tempo começa a cortar esses colaterais? 4. Eu ainda não tive coragem de usar nem a testo em gel nem a oxandrolona, estou com a libido ruim e meio depre por isso, mas com medo de misturar tudo, devo misturar? o médico disse q podia, mas eu fiquei com o pé atrás. 5. Como tenho 1 pote e meio de testo a 5% ele me indicou usar só um pouquinho para tentar chegar a 10 mg, faz sentido usar assim? Obs.: Como meu colesterol está alto (acho que foi a oxandrolona, sei la) , estou tomando rusovastatina+ezetimiba. Perdi um pouco a confiança no médico e vou até trocar, acho que foi a testo 5% que me ferrou. Coloquei umas fotos para mostrar como estou. Meu corpo está longe de ser seco ou trincado, mas eu gosto de ser feliz FDS rsrs. Minha preocupação é só evoluir sem pressa. Os exames: O DHT ainda não saiu TESTOSTERONA TOTAL: 38,48 ng/dL TESTOSTERONA LIVRE: 0,03560 nmol/L e 10,26 pg/mL (Não entendi os 2, mas está nos níveis) PROLACTINA: 11,6 ng/dL ANDROSTENEDIONA: 0,75 ng/dL SDHEA 124 ng/dL Se vocês puderem me ajudar com informações, eu agradeço muito! Obrigada 🙂
  16. Montei um ciclo com as sugestões do @Apollo Galeno que fizemos em outro tópico e vou manter o relato aqui. Primeiro ciclo. Idade 32 anos altura 1,71 peso 67kg Tronco Normal: 96,50 cm Cintura: 78,50 cm Abdômem: 81,50 cm Quadril: 100,50 cm Braço Relaxado Dir: 30,50 cm Antebraço Dir: 26,50 cm Coxa Dir: 50,30 cm Panturrilha Dir relaxada: 37,30 cm BF 15.09% Tempo de treino 2 meses de musculação, faço outros esportes objetivo 'ciclo estético', ganhar peso rápido e da forma mais "limpa", que se mantenha o possível após o ciclo sem grandes colaterais. Ganhando pouco volume e mantendo definição Aes: cipionato 200mg GOLD e oxandrolona 10mg GOLD - Cipionato 200 mg / semana (3 aplicações por semana ) - Oxandrolona 20 mg/dia (tomar de 12/12 hs) pretendo aumentar no decorrer Devo tomar por apenas 6 semanas, se eu chegar a 71kg ou mais encerro na sexta semana. Tenho dúvidas sobre o final do ciclo, se corto abruptamente tudo ou vou aos poucos. Minha testo esta boa agora, mostrei os exames no outro tópico (em 650 se não me engano), quero que ela volte ao normal o mais rapido que der quando terminar o uso. Tenho também Anastrozol 1mg GOLD que pretendo usar durante o ciclo. E consigo HCG com um amigo se for indicado pra melhor tpc. Treino: ABC peito e triceps segunda, costa e biceps quarta, perna e ombro sexta - faço 4 exercícios de grupos musculares grandes e 2 ou 3 exercícios de grupos pequenos. Faço apenas 1 série até a exaustão sendo de 8 a 12 repetições no máximo com 5 segundos na contração e 5 segundos na volta, cada exercício dura em média 80 a 120 segundos (treino que peguei alguns anos atrás de hipertrofia que trabalha muito bem os musculos) Terça e quinta Bjj Finais de semana surf Total 3 dias hipertrofia e 3 dias aerobico Dieta: 259g proteina 368g carboidrato 70g gordura = 3.195kcal cafe da manha 4 ovos + banana + 40g de aveia almoço 150g arroz + 100g feijao + 2 bifes salada a vontade lanche pre treino 250ml agua dose whey top growth + banana + 20g aveia pós treino 250ml agua dose whey top growth + banana janta 150g arroz + 100g feijao + 2 bifes salada a vontade ceia 2 ovos + 30g pipoca (geralmente coloco estes ovos nos shakes e na ceia como apenas pipoca) Suplementos: Tomo regularmente: Vit D 5.000UI, omega 3, creatina glutamina e bcca Comprei para o ciclo OPTIMEN multivitaminicio que parece ser paulada - segue foto do suplemento É isso galera, estando tudo ok por aqui o ciclo deve iniciar segunda feira 20.01.2020 Aceito todas as opiniões e sugestões, foi exatamente pra isso que criei o tópico e vou fazer o relato. Estou fazendo primeiro ciclo e tenho a intenção de que seja o unico. Depos é manter o peso com dieta e equilibrio. Mas agora como tenho trabalho muito corrido e sou ativo, metabolismo acelerado, mesmo fazendo dieta não consigo passar dos 70 "ao natural". Vim estudando bastante e acho que vale a pena fazer este ciclo 🤞💪🙏 conto com a sugestao dos mais experientes
  17. Salve galera, resolvi abrir um tópico para relatar uma nova fase de um novo objetivo... Nome : Sidney Idade : 51 anos Altura : 175 cm Peso atual : 78,5 kg Nível de atividade : Extremamente ativo Objetivo inicial: Força e resistência para ( primeira maratona de 21 km e segunda de 42 kg ) Medidas atuais: circunferências Braço: 41,8 cm Antebraço: 34 cm Perna: 60 cm Panturrilha: 37 cm Ombros: 62,5 cm Peito: 115 cm Cintura: 82 cm Abdômen: 84 cm Quadril: 99 cm 7 dobras Subscapular: 9 mm suprailíaco: 9 mm Peito: 5 mm Axila: 5 mm Tríceps: 3 mm Abdômen: 6 mm Perna: 4 mm Avaliação física atual Abdominal completo = 47 repetições / 60 segundos Barra fixa = 32 repetições / 39 segundos Flexão = 50 repetições / 76 segundos 100 metros = 14,3 seg 1 RM básicos atuais Supino reto 141 kg Levantamento Terra 188 kg Agachamento 170 kg Dieta: Antes do cut em novembro era de 3500 kcal peso de 88,5 kg... Durante cut 2500 kcal peso final 78,5 kg... menos 10 kg Antes do cut estava um pouco mais retido que a foto abaixo, esqueci de tirar foto antes de iniciar Fotos do começo dessa semana com 80,5 kg ... já cai pra 78,5 kg Dieta atual começarei com 3000 kcal e irei fazendo alterações conforme o andar da carruagem. Macros ora mais cabs, ora mais gorduras conforme o dia de treino e sempre mantendo alta as proteínas. Recursos ergogênicos: No momento terminando a TPC para depois fazer exames... que posso dizer que me sinto muito bem, libido muito boa, disposição e alto estima tb... como tive uma redução alto de peso em pouco tempo, sinto um pouco as articulações principalmente nas corridas... já sabia que isso ocorreria, agora começará a voltar ao normal com a dieta e logo o uso da nandro... Pretendo fazer TRT d 125mg testo + 40 mg de Nandrolona a partir da outra semana... Depois 250mg de testo + 40 mg de nandrolona + 37mg de trembo DSDN Treino que usarei na primeira fase... Na terça a noite tem corrida curta de 2,5 km de alta intensidade e Domingo corrida longa a noite Por enquanto é isso, quando começar a TRT farei atualização... Abraços...
  18. A proteína isolada de soja é feita a partir da farinha de soja desengordurada, por meio de um processamento que viabiliza a remoção de outros componentes, tais como carboidratos, fibras e fatores antinutricionais, representando a forma mais refinada e pura da proteína da soja disponível no mercado, sendo praticamente isenta de odor, cor e apresentando sabor neutro. Ela contém no mínimo 88% de proteínas em base seca. Composição nutricional em 100 g de proteína isolada de soja: Valor energético (kcal) 335,0 Carboidratos (g) 0 Proteínas (g) 88,3 Gorduras totais (g) 3,4 Gorduras saturadas (g) 0,4 Fibras alimentares (g) 0 Cálcio (mg) 178 Sódio (g) 1 Os compostos responsáveis pelo sabor característicos da soja (isoflavonas e compostos voláteis), considerados muitas vezes como uma barreira para o seu consumo, estão presentes no grão. Eles também são formados durante o processo de obtenção da proteína isolada, tanto pela ação do calor, como pela ação de enzimas presentes no grão, principalmente a lipoxigenase, que catalisa a oxidação da gordura presente na soja. No entanto, o aquecimento úmido ou por vapor direto, utilizados no processo de produção da proteína de soja, são eficientes na inativação da lipoxigenase, o que contribui para redução do sabor amargo no produto proteico final. Assim, a remoção da gordura do grão da soja durante o processamento para obtenção da proteína isolada contribui para obtenção de um produto final com sabor mais neutro. A proteína isolada de soja é fonte de peptídeos bioativos que contêm em média de 3 a 20 aminoácidos e podem ser obtidos quando as proteínas passam por um ou mais processos, como: ação de enzimas gastrointestinais; hidrólise das proteínas da soja através da fermentação por micro-organismos proteolíticos; digestão in vitro através da ação de enzimas proteolíticas. Estes peptídeos bioativos da soja apresentam potencial ação antioxidante, anti-hipertensiva e imunomoduladora Vantagens da proteína isolada de soja: Fonte de proteínas de alta qualidade de acordo com o PDCAAS Sabor neutro em comparação a outros produtos da soja, o que facilita sua adição a alimentos e ingredientes diversos, a fim de aumentar seu valor nutricional Por ser de origem vegetal, não contém lactose e colesterol O tratamento térmico realizado em seu processamento inativa os fatores antinutricionais, preservando a qualidadeda proteína em sua forma isolada. Compostos bioativos Os peptídeos bioativos são fragmentos específicos da proteína da soja, liberados após a digestão e/ou fermentação desta. A Glicina e a ß-conglicinina representam de 65% a 80% das proteínas da soja e são as principais precursoras desses peptídeos. Eles possuem funções no organismo relacionadas à redução do risco de doenças crônicas, como diabetes mellitus tipo 2, doenças cardiovasculares, como a aterosclerose, hipertensão arterial, ganho de peso e obesidade. Tais propriedades estão descritas a seguir: Diabetes mellitus tipo 2: Estudos em humanos indicam uma relação inversa entre maior frequência do consumo de alimentos à base de proteína de soja (sem adição de açúcar) e o risco de incidência de diabetes tipo 2, com melhora na sensibilidade à insulina. O mecanismo pelo qual a soja influencia o metabolismo da glicose ainda não está completamente elucidado, sendo sugerido potencial efeito dos peptídeos bioativos da soja no aumento da captação da glicose em células hepáticas, através do transportador GLUT1 e ativação do transportador GLUT4. Doenças cardiovasculares: Esses peptídeos também atuam como antioxidantes, diminuindo a formação de espécies reativas de oxigênio e a oxidação de lipídios, como o LDL-colesterol, principal fator de risco para a aterosclerose. Hipertensão arterial: Os peptídeos derivados da proteína da soja contribuem ainda com a redução da pressão arterial, pois inibem a enzima que converte a angiotensina I em angiotensina II, sendo essa última um potente vasoconstritor. Ganho de peso e obesidade: Esses peptídeos ativam os receptores para colecistoquinina (CCK), hormônio responsável pelo aumento da saciedade, o que reduz o apetite. Além disso, eles diminuem as concentrações sanguíneas de triacilglicerol, de colesterol total e de LDL-colesterol, por reduzirem sua absorção no intestino e a lipogênese no fígado, o que contribui com o controle do peso corporal. Micronutrientes A soja apresenta maior quantidade de micronutrientes em relação às demais leguminosas. Apesar da presença de fitatos que podem reduzir a biodisponibilidade desses nutrientes, os fitatos podem ser eliminados através do tratamento térmico para obtenção de produtos proteicos da soja e também pelo processo de fermentação na produção de alimentos à base soja. Além disso, a indústria dispõe de recursos tecnológicos para fortificação desses produtos a fim de compensar uma menor biodisponibilidade de tais nutrientes, especialmente o cálcio, em bebidas à base de soja. Cabe destacar ainda que, por exemplo, a substituição de até 30% da carne por proteína de soja não apresenta impacto negativo relevante na absorção do ferro. Estudos em humanos mostraram que a ingestão de concentrado de soja em quantidade equivalente a 23 gramas de proteína por dia não prejudicou a assimilação do cálcio, magnésio, zinco ou ferro da dieta. O consumo de uma porção de 30g de soja pode contribuir com até 11% dos valores diários (VD) recomendados para a ingestão de alguns minerais. Fatores antinutricionais da soja A soja crua possui fatores antinutricionais em sua composição capazes de provocar efeitos negativos na saúde humana. Dentre eles estão os inibidores de tripsina, que dificultam a digestão das proteínas, as hemaglutininas e as saponinas, que podem estimular processos inflamatórios no organismo; além dos fitatos, que podem interagir com alguns minerais como o ferro, cálcio e zinco e reduzir sua absorção. No entanto, os efeitos destes compostos podem ser desativados através do tratamento térmico adequado, feito com a proteína isolada de soja por exemplo, ou mesmo pelo processo de fermentação em alguns subprodutos da soja, melhorando a sua qualidade nutricional. Crescimento e desenvolvimento infantil As fórmulas infantis de proteína isolada de soja encontradas no mercado não contêm lactose e fornecem 67 kcal/dL. Por serem produzidas a partir da proteína isolada de soja, que sofre processamento térmico para inativação de fatores antinutricionais, mantém a qualidade da proteína no produto final. São, ainda, suplementadas com os aminoácidos (L-metionina, L-carnitina e taurina) e com alguns minerais como cálcio, para fornecer os conteúdos proteicos e minerais adequados, determinados por órgãos internacionais para a alimentação de lactentes nascidos a termo. Durante o primeiro ano de vida, de crianças nascidas a termo, embora a fórmula de proteína isolada de soja forneça nutrientes adequados para o crescimento e desenvolvimento normais, ela é indicada apenas nas seguintes circunstâncias: grave intolerância persistente à lactose; galactosemia; tratamentos de alguns casos de alergia a proteína do leite de vaca; desordens do metabolismo de carboidratos; preferência por dieta vegetariana ou ainda por questões religiosas, éticas e fisiológicas que restringem o uso de fórmulas à base de leite de vaca e de outros animais. Para lactentes com alergia a proteína do leite de vaca, é indicada a fórmula com proteína hidrolisada ou com aminoácidos sintéticos caso a hidrolisada não seja tolerada. Devido à possibilidade de reações adversas à proteína de soja em lactentes menores de 6 meses de idade, a fórmula de soja não deve ser utilizada nesse período. Se o seu uso terapêutico for considerado para depois dos 6 meses de idade, por causa do seu baixo custo e melhor aceitação, a tolerância à proteína de soja deve primeiro ser estabelecida por provocação clínica. A partir de um ano de idade e após, a alimentação com fórmulas infantis à base proteína de soja isolada e suplementada com aminoácidos é capaz de suprir as necessidades de aminoácidos, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento infantil e para a reparação e manutenção proteica de adultos. Estudos indicam que, em crianças que receberam fórmulas à base de proteína isolada de soja, a concentração sérica de albumina, um marcador de adequação nutricional, apresenta-se normal, e que a mineralização óssea é equivalente àquela documentada em crianças alimentadas com fórmulas à base de leite de vaca. Revisões da literatura e de estudos clínicos comcrianças que receberam fórmulas à base de soja também não apresentam evidências de que o uso de fórmulas contendo proteína de soja possa prejudicar a adequação nutricional, o desenvolvimento sexual, neurológico ou ainda interferir na resposta imune a vacinas. Corroborando estes dados, um estudo prospectivo que acompanhou por cinco anos o desenvolvimento de gruposde crianças que receberam diferentes dietas (fórmula infantil à base de soja, ou fórmula infantil à base de leite ou foram alimentadas à base de leite materno) observou que o crescimento se apresentou dentro dos limites normais em todos os grupos avaliados. Ao analisar a prevalência de alergia a soja na infância, observa-se que esta é baixa, como elucidado por Katz etal. (2014), que realizaram uma revisão com meta-análise de 40 estudos que avaliaram o índice de sensibilização alérgica a soja em lactentes e indivíduos até os 19 anos de idade. Os resultados indicaram que a prevalência de alergia a soja para a população em geral foi de 0 a 0,5% (0,27), para a população referida foi de 0,4-3,1% (1,9) e para crianças alérgicas de 0 a 12,9% (2,7). A prevalência de sensibilização após a utilização de fórmulas à base de soja foi de 8,7 e 8,8%, respectivamente. Há evidências de que a alergia a soja na infância possa ser revertida. Um estudo clínico retrospectivo realizado com 133 pacientes com alergia mediada por IgE, observou que aproximadamente 50% das crianças se tornaram tolerantes a soja por volta dos 7 anos. Vale destacar ainda que o Instituto Nacional de Desenvolvimento de Ciências e do Ambiente corrobora o Painel de Experts em Fórmula Infantil de Soja, ao reforçar que a preocupação com os efeitos adversos relacionados ao conteúdo de isoflavonas da soja sobre o desenvolvimento de crianças é mínima. Os especialistas ressaltam ainda que as evidências sobre potenciais efeitos tóxicos da proteína isolada de soja nesta faixa etária são insuficientes para desencorajar seu uso). Sistema imune As proteínas da soja também desempenham papel importante no sistema imunológico, reduzindo processos inflamatórios e fortalecendo a imunidade. Um trabalho publicado em 2014 identificou que os peptídeos derivados da proteína da soja são capazes de inibir a expressão de citocinas pró-inflamatórias, diminuindo, por conseguinte, os processos inflamatórios crônicos no organismo. Outra pesquisa demonstrou que esses peptídeos são capazes de aumentar as defesas do organismo, reduzir o estresse e melhorar a circulação no cérebro. Tais efeitos decorrem da diminuição da produção de adrenalina e do aumento da concentração de dopamina, um neurotransmissor fundamental para a motivação, foco e produtividade. Contudo, ainda são necessários mais estudos para determinar seu mecanismo de ação. Saciedade e gerenciamento de peso Estudos têm demonstrado que as proteínas da soja contribuem para o gerenciamento de peso, uma vez que reduzem a velocidade de esvaziamento gástrico, o que ajuda no controle do apetite. Além disso, seus peptídeos bioativos aumentam a expressão dos receptores do hormônio colecistoquinina (CCK), responsável pelo aumento da sensação de saciedade, potencializando esse efeito. Uma pesquisa de intervenção realizada com 20 indivíduos obesos observou que a proteína da soja foi capaz de aumentar a sensação de saciedade, auxiliando na redução do consumo de alimentos e na perda de peso . Outro trabalho, realizado com 31 adolescentes saudáveis, identificou maior controle do apetite, com o aumento da saciedade e da qualidade da dieta, após o consumo de snacks ricos em proteína de soja, o que, ainda, contribuiu positivamente para a cognição e o humor. Síndrome metabólica: perfil lipídico Segundo dados do Relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre as doenças não comunicáveis, publicado em 2012, as doenças cardiovasculares foram responsáveis por 46,2% das mortes que ocorreram em todo mundo, sendo, assim, um importante problema de saúde pública. Um dos principais fatores de risco para a ocorrência dessas doenças é a síndrome metabólica, caracterizada pela presença de três ou mais fatores dentre oslistados abaixo: Excesso de gordura abdominal em homens, representado por valores de circunferência da cintura com mais de 102 cm e, nas mulheres, maior que 88 cm. Baixa concentração de HDL-colesterol no sangue: em homens, menos que 40mg/dL e, nas mulheres, menos do que 50mg/dL. Níveis sanguíneos de triacilglicerois elevados: 150mg/dL ou superior Pressão sanguínea alta: 135/85 mmHg ou superior Glicose elevada: 110mg/dL ou superior. Diversos estudos têm demonstrado que as proteínas da soja são capazes de reduzir o risco para o desenvolvimento desses fatores), especialmente no que tange aos níveis sanguíneos de colesterol e triglicérides, conforme descrito a seguir. Uma pesquisa realizada com 352 adultos constatou que as proteínas da soja diminuem a concentração de colesterol total no sangue e aumentam a concentração de HDL-colesterol em comparação às proteínas do leite. Outro estudo, realizado com mulheres no período pós-menopausa, verificou que o consumo de proteínas da soja contribuiu tanto para o aumento da captação de glicose pelas células quanto para a diminuição da concentração de LDL-colesterol no sangue. Estudos de revisão e meta-análise publicados entre 2004 e 2007 concluíram que o consumo de proteína da soja reduz a concentração de LDL-colesterol em torno de 3 a 5%. Em estudo de meta-análise com levantamentos de 1996 a 2008, incluindo ensaios clínicos randomizados e que totalizaram 43 publicações, foi observada associação entre o consumo de proteína da soja e a redução da concentração de LDL-colesterol. A redução média observada foi de 5,5% (-0,23mmol/L) em estudos paralelos e de 4.2% (-0.16mmol/L) em ensaios do tipo crossover, em comparação ao basal. Corroborando estes dados, uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados relatou que o consumo médio diário de 25g de soja contribui para redução média de -0,23mmol/L (8,9mg/dL) na concentração de LDL colesterol (p<0.0001). Em relação ao colesterol total, a redução média foi de - 0.22mmol/L (8,5mg/dL) (p<0.0001), o equivalente a 3,7% de redução em comparação às concentrações detectadas antes da intervenção. A redução da colesterolemia, mesmo que pequena, parece ser eficiente na diminuição dos índices de mortalidade por doenças cardiovasculares, uma vez que a diminuição de 10mg/dL de LDL-colesterol reduz o risco cardiovascular em torno de 10% . Assim, evidências apresentadas suportam o benefício do consumo da proteína da soja como parte de uma alimentação equilibrada para gerenciamento da concentração do colesterol plasmático. Atividade física A prática de exercícios físicos promove a degradação das proteínas musculares, com a oxidação dos aminoácidos. Pesquisas têm observado que as proteínas da soja contribuem com a síntese das proteínas musculares e reduzem o dano causado às fibras desse tecido, especialmente pela presença de leucina em sua composição. Uma pesquisa realizada com homens jovens submetidos a treinos de resistência, três vezes por semana, observou que o consumo de suplementos contendo a proteína de soja foi capaz de aumentar a massa magra após três meses de acompanhamento. Um trabalho realizado com 60 mulheres pós-menopausa e com osteoporose constatou que o consumo da proteína isolada de soja, associado a exercícios físicos, realizados quatro vezes na semana por um período de 12 semanas, propiciou aumento significativo tanto da massa muscular quanto da óssea. Diversos estudos demonstraram também que a proteína isolada de soja aumenta a massa muscular da mesma forma que as proteínas do leite. Ademais, a combinação de soja e leite pode melhorar a síntese de proteínas musculares, aumentando a disponibilidade de aminoácidos. Envelhecimento O processo de envelhecimento pode aumentar o risco para o desenvolvimento de algumas doenças, como a osteoporose e a sarcopenia, caracterizadas pela redução das estruturas óssea e muscular, respectivamente. Um estudo observou que o consumo de 40g de proteína de soja, por um período de três meses, reduziu o risco de fraturas em homens saudáveis. Recente revisão concluiu que a suplementação com a proteína de soja é eficiente para reduzir a degradação das proteínas musculares durante o processo de envelhecimento. Segurança no consumo da proteína isolada de soja A soja é um alimento com alta densidade nutritiva, rico em proteínas de alta qualidade, capaz de suprir as necessidades proteicas em todas as fases da vida. Contudo, seu consumo esbarra em uma série de conceitos imprecisos, que serão elucidados a seguir. Consumo de soja e as funções endócrinas e reprodutivas Alguns estudos encontraram fracas evidências sugerindo a relação entre o consumo de fórmulas à base de proteína de soja e o aumento dos níveis urinários de isoflavonas. Entretanto, nenhum dos autores encontrou diferenças significativas entre as concentrações dessas isoflavonas e os níveis de hormônios estrogênicos em crianças. Além disso, uma recente meta-análise relatou que os fitoestrógenos encontrados no sangue dessas crianças estavam na sua forma conjugada, sendo, assim, incapazes de exercerem efeitos hormonais. Do mesmo modo, não foram encontradas evidências convincentes que comprovem que o consumo da proteína de soja possa alterar a idade da menarca e/ou a duração do ciclo menstrual, e nem tampouco a função tiroidiana. Consumo de soja e efeito feminilizante e infertilidade em homens Existe o mito de que, devido ao conteúdo de isoflavonas presente na soja, seu consumo poderia aumentar os níveis de estrogênio e diminuir os níveis de testosterona em homens. Neste contexto, fundamentou-se a teoria de que isso poderia causar ginecomastia, infertilidade e efeito feminilizante. A ginecomastia pode ser causada por aumento de estrógeno, que leva a proliferação do tecido mamário, e diminuição de andrógeno, hormônio que, normalmente, inibe esse fenômeno. Há relatos de casos sobre o consumo de soja e ginecomastia, porém deve-se lembrar da limitação deste tipo de pesquisa, pois o efeito foi detectado em apenas um único indivíduo. Martinez e Lewi (2008) publicaram um relato de caso de um homem de 60 anos com ginecomastia e níveis de estrogênio drasticamente elevados. A hipótese era a de que a causa seria o consumo de extrato de soja e isoflavona. No entanto, o participante consumia 3 litros de extrato de soja por dia, uma quantidade que fornece aproximadamente 360mg de isoflavonas, valor além do consumo habitual e também do encontrado em uma dieta típica japonesa, população que apresenta o maior consumo. Messina (2014) discute que até mesmo a ingestão excessiva de outros alimentos muito nutritivos pode produzir efeitos indesejáveis. Assim, se um indivíduo consumisse uma quantidade similar de leite de vaca no lugar do extrato de soja, a ingestão de cálcio teria excedido o limite de segurança superior em cerca de 50%, o que poderia ter levado a efeitos adversos graves, como a hipercalcemia. Em relação ao potencial efeito de infertilidade em homens causados pelo consumo de soja, há evidências sólidas que contrapõem este mito. Uma meta-análise de 32 estudos com população de homens adultos teve como objetivo determinar se as isoflavonas exercem efeitos similares aos do estrogênio em homens, diminuindo a testosterona biodisponível, a globulina de ligação do hormônio sexual (SHBG), a testosterona livre e o índice de andrógeno livre (FAI). No entanto, o estudo não observou efeitos significativos no perfil hormonal tanto para níveis de testosterona quanto para SHBG. A média de consumo de isoflavonas nos estudos variou entre 20 e 900mg/dia e a média de proteína de soja foi de 0 a 17g/dia. Embora os estudos avaliados tenham sido de duração inferior a 6 meses, a ingestão de proteína de soja e isoflavona excedeu muito a da dieta típica japonesa, que é de 6 a 11g e de 25 a 50mg, respectivamente. Estes dados demonstram que o consumo de soja ou suplementos de isoflavona não tem efeitos adversos associados aos níveis mais baixos de testosterona. Os resultados desta meta-análise sugerem que nem os alimentos de soja e nem os suplementos de isoflavonas alteraram as concentrações de testosterona, sendo seu consumo seguro para homens. Considerações finais O Brasil é o segundo maior produtor mundial de soja e o segundo maior exportador do grão, do óleo e do farelo da soja, atrás somente dos Estados Unidos. É um produto versátil que pode ser consumido tanto na sua forma in natura quanto na processada, como a proteína isolada de soja. A proteína isolada de soja é a forma mais refinada e pura da proteína da soja, contendo cerca de 90% de proteínas em base seca. Ela é feita a partir de grãos desengordurados, com a remoção de outros componentes, como os carboidratos, e seu processamento térmico permite a inativação dos fatores antinutricionais. A proteína isolada de soja é fonte de proteínas de alta digestibilidade/disponibilidade e, por ser de origem vegetal, não possui lactose e nem colesterol. Por apresentar sabor neutro, é uma opção para ser adicionada em alimentos e ingredientes diversos a fim de aumentar o valor nutricional da preparação e/ou refeição. Estudos demonstraram que tanto a proteína da soja como seus compostos bioativos apresentam efeitos benéficos para a saúde, atuando no crescimento e desenvolvimento infantil a partir de um ano de idade, na saciedade e no gerenciamento do peso, na síndrome metabólica e no aumento das massas muscular e óssea. Seu consumo não é indicado entre zero e 6 meses de vida, sendo potencialmente indicado dos 6 aos 12 meses de vida, com o uso de fórmulas infantis à base de proteína isolada de soja. Mostra-se seguro a partir dos 6 meses de vida e é recomendado especialmente para indivíduos com alergia a proteína do leite de vaca ou intolerância à lactose. O consumo de 25 g de proteína de soja por dia, associado a uma alimentação equilibrada e a hábitos de vida saudáveis, contribui para ajudar a redução do colesterol. Proteina-Isolada-Soja.pdf Referências: AAP – American Academy of Pediatrics. Bathia j, Greer F, Committee on nutrition. Use of soy protein-based formulas in infant feeding. Pediatrics. 2008; 121:1062-8. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução - CNNPA nº 12, de 1978a [acesso em 15 fev 2016]. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução - CNNPA nº 14, de 1978b. [acesso em 23 fev 2016] Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Resolução RDC nº 268, de 22 de setembro de 2005 aprovao “Regulamento técnico para produtos proteicos de origem vegetal”, 2005 [acesso em 15 fev 2016]. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Brasil). 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Disponível em: https://ndb.nal.usda.gov/ndb/foods/show/4796?fgcd=&manu=&lfacet=&format=&count=&max=35&offset=&sort=&qlookup=16057 van Nielen M, Feskens EJ, Rietman A, Siebelink E, Mensink M. Partly replacing meat protein with soy protein altersinsulin resistance and blood lipids in postmenopausal women with abdominal obesity. J Nutr. 2014; 144(9):1423-9. Vandenplas Y, Castrellon PG, Rivas R, Gutiérrez CJ, Garcia LD, Jimenez JE, Anzo A, Hegar B, Alarcon P. Safety of soyabased infant formulas in children. Br J Nutr. 2014; 111(8):1340-60. Villegas R, Gao YT, Yang G, Li HL, Elasy TA, Zheng W, Shu XO. Legume and soy food intake and the incidence of type 2 diabetes in the Shanghai Women’s Health Study. Am J ClinNutr. 2008; 87(1): 162–7. Vlahakis C, Hazebroek J. Phytosterol Accumulation in Canola, Sunflower, and Soybean Oils: Effects of Genetics, Planting Location, and Temperature. JAOCS. 2000; 77(1): 49-53. Zhang XM, Zhang YB, Chi MH. Soy protein supplementation reduces clinical indices in type 2 diabetes and metabolic syndrome. 2016; 57(3):681-9. Wang HL. Tofu e tempeh as potential protein sources in the western diet. J Am Oil Chem Soc. 1984; 61(3): 528-34. Wofford MR, Rebholz CM, Reynolds K, Chen J, Chen CS, Myers L, Xu J, Jones DW, Whelton PK, He J. Effect of soy and milk protein supplementation on serum lipid levels: a randomized controlled trial. Eur J Clin Nutr. 2012; 66(4):419-25. WHO-World Health Organization. Global status report on non-communicable diseases 2014. WHO: Geneva, 2014. Yang A, James AT. Effects of soybean protein composition and processing conditions on silken tofu properties. J Sci Food Agric. 2013; 93:3065–71. Yimit D, Hoxur P, Amat N, Uchikawa K, Yamaguchi N. Effects of soybean peptide on immune function, brain function, and neurochemistry in healthy volunteers. Nutrition. 2012; 28(2):154-9. Yoshikawa Y, Chen P, Zhang B, Scaboo A, Orazaly M. 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  19. É bem sabido que o treinamento com pesos na musculação estimula a produção natural de hormônios anabólicos ou anabolizantes pelo corpo. Existem algumas técnicas de treinamento que podem estimular ainda mais essa produção natural de hormônios, inclusive da testosterona. O planejamento das variáveis do treinamento com pesos tem reflexo direto na produção hormonal. Por exemplo, tempos maiores de descanso entre as séries aumentam a produção natural de testosterona (e de massa muscular), enquanto que tempos menores de descanso implicam na maior produção do hormônio do crescimento (GH) (e de definição). A seguir, apresentaremos algumas variáveis do treinamento e as respectivas respostas hormonais pelo organismo. Exercícios Multi-articulares Os exercícios multi-articulares estimulam maior produção natural de testosterona pelo corpo, comparando-se com exercícios não multi-articulares ou isolados. São exemplos de exercícios multi-articulares: agachamento, levantamento terra, supinos e levantamento olímpico. São exemplos de exercícios isolados: extensão de tríceps e burrinho (panturrilha). Cargas Elevadas Quanto maior a carga ou peso empregado no exercício, maior será a estimulação da produção natural de testosterona. Baseie-se na técnica do 1RM (defina como carga 85 a 95% do peso com o qual você consegue executar uma única repetição com movimento perfeito) e adote séries com aproximadamente 6 a 8 repetições com carga máxima, para fadigar a musculatura em cada série. Maior Intervalo entre as Séries - Foco na Testosterona e Hipertrofia Quanto maior for o intervalo adotado entre as séries, maior será a produção natural de testosterona. Um estudo científico observou a produção de testosterona em séries de agachamento e supino com intervalos entre 60 (sessenta), 90 (noventa) e 120 (cento e vinte) segundos. A maior liberação de testosterona ocorreu com o intervalo de 120 (cento e vinte) segundos. Menor Intervalo entre as Séries - Foco no Hormônio do Crescimento (GH) e Definição Quanto menor for o intervalo adotado entre as séries, maior será a produção natural de hormônio do crescimento (GH). O GH é necessário para a síntese protéica, recuperação dos tecidos e queima de gordura. O mesmo estudo mencionado no item anterior revelou que o intervalo de 60 (sessenta) segundos é o que resultou maior liberação de hormônio do crescimento (GH). Treinamento com Ênfase na Fase Excêntrica Dar ênfase na fase excêntrica do treinamento com pesos implica em maior liberação de GH. Um estudo avaliou a produção natural do hormônio do crescimento comparando um treinamento tradicional (mesma carga na fase excêntrica - movimento a favor da gravidade - e na fase concêntrica - movimento contra a gravidade) e um treinamento com ênfase na fase excêntrica. Foram avaliadas as respostas do treinamento de agachamento e supino. O treino tradicional era de 4 (quatro) séries de 6 (seis) repetições com aproximados 52,5% de 1RM. O treino de ênfase excêntrica consistiu em 3 (três) séries de 6 (seis) repetições com aproximados 40% de 1RM para a fase concêntrica e 100% de 1RM para a fase excêntrica. Foi significativamente maior a liberação de GH no treinamento de fase excêntrica, e houve melhor resposta de lactato no pós-treino para este tipo de treinamento. Portanto, o treinamento com ênfase na fase excêntrica é melhor para definição. Todavia, a execução desse tipo de treinamento é mais difícil, e, normalmente, demanda um parceiro de treino ou um personal trainer. Lembre-se que a ênfase na fase excêntrica no treinamento não precisa se dar apenas pela alteração da carga, como se deu no estudo mencionado acima. A execução do exercício com maior tempo na fase excêntrica também serve para enfatizá-la, e provoca maior hipertrofia pela maior liberação natural de hormônios, principalmente o GH, o IGF-1 (fator de crescimento similar à insula) e o MGF (ou IGF-1Ec). Treinar com Correntes ou Elásticos Os músculos são mais fracos quando estão próximos da contração máxima de movimento. Por isso, a adoção de correntes ou elásticos para aumentar a carga do exercício no momento em que há mais força para execução é uma técnica que é adotada por alguns fisiculturistas aumentar a hipertrofia. Não há estudos específicos que revelem maior liberação hormonal pelo emprego dessas técnicas, no entanto, há muitos estudos que indicam que o aumento da hipertrofia aumenta a liberação natural de GH. Logo, treinar com correntes ou elásticos pode aumentar a liberação do hormônio do crescimento. Isometria Pausas isométricas no treinamento aumentam a tensão instramuscular e elevam a liberação natural de IGF-1. Por exemplo, no supino, você pode segurar a barra quase encostada no peito por 4 (quatro) segundos em cada repetição. Treino com Pirâmide Crescente e Descrescente Intercaladas A variação do treinamento com técnicas estilo pirâmide (variação de carga e repetição dentro de uma mesma sessão de treinamento) influencia na regulação dos receptores androgênicos e aumenta a resposta da testosterona no organismo. Use pirâmides crescentes e pirâmides decrescentes intercaladas, colocando ainda mais carga na pirâmide crescente posterior. Repetições Forçadas Um parceiro de treino ou um personal trainer é essencial para se adotar esse tipo de treinamento. As repetições forçadas, após a fadiga, com a ajuda de um terceiro, aumentam a produção natural de GH e de IGF-1. Foi realizado um estudo avaliando o exercício de agachamento realizado até a fadiga e realizado com repetições forçadas com a ajuda de um parceiro de treino. No estudo, o número de repetições foi definido em 12 (doze). O treinamento de repetições forçadas consistiu em 8 (oito) repetições até a fadiga e mais 4 (quatro) repetições com auxílio ou forçadas. No treinamento sem repetições forçadas, deveriam ser realizadas 12 (doze) repetições até a fadiga, sem ajuda. O treinamento com repetições forçadas promoveu maior liberação natural de testosterona. Constatou-se que o exaurimento quase que absoluto das fibras musculares pelas repetições forçadas implicou no aumento da síntese protéica por até 72 (setenta e duas) horas após o treino. Exaurimento Final Findo o treino, outra técnica que pode ser adotada para aumentar a resposta hormonal natural do organismo são exercícios para exaurimento ou esgotamento final. Para promover esse exaurimento você pode combinar as técnicas de pausas isométrica e ênfase na fase excêntrica dos movimentos. Essa promoção de exaurimento final eleva a produção natural de IGF-1 e MGF. Por exemplo, para exaurir completamente a musculatura dos braços (num treinamento de bíceps), faça barra fixa com a pegada supinada e a pegada fechada. Suba o corpo até que se forme um ângulo de 90 (noventa) graus no cotovelo e segure a posição por 30 (trinta) segundos. Desça lentamente, e faça quantas repetições conseguir (até não sobrar força alguma nos braços). Use caneleiras se necessário. Conclusão O aumento dos hormônios anabólicos ou anabolizantes pode se dar naturalmente, pelo treinamento com pesos. Utilize as variáveis do treinamento para aumentar a sua hipertrofia ou definição muscular. As técnicas indicadas nesta matéria dificilmente poderão ser inseridas numa única sessão de treinamento. Planeje com seu professor ou personal trainer as melhores técnicas para cada grupamento muscular, e, também, para o seu programa de periodização de treino. Aproveite ao máximo cada sessão de treinamento na academia! Fontes: 7 Smart Ways to Boost Your Testosterone 6 Ways to Increase Testosterone With Exercise All Natural: What Are the Best Protocols to Naturally Increase Hormone Response, Such as Testosterone, with Weight Training?
  20. Quem lê as pesquisas recentes sobre este alimento já percebeu que ele foi totalmente desmistificado. Aquela velha história do colesterol alto não é a maior das verdades. Hoje um amigo me perguntou sobre isso, questionando quais benefícios e prejuízos a gema do ovo poderia oferecer, o que me inspirou a escrever um pouco sobre esta fonte rica de ferro, ácido fólico e vitaminas do complexo B, um coquetel “anti-anemia” que cuida também do sistema nervoso e da memória. A saber, a cor “amarelo vivo” da gema é dada pelo corante natural alaranjado conhecido como carotenóide, um precursor da vitamina A, tão conhecida pelas suas funções na saúde dos olhos, pele e cabelos. Como se não bastasse a riqueza nutricional da gema, ela também contém colina, um composto presente nas membranas que “encapam” nossas células, e contido no neurotransmissor acetilcolina, um mensageiro químico responsável pela transmissão do impulso nervoso nas células musculares. Ou seja, a perfeição do movimento muscular depende desta substância formada no organismo humano! Além disto, a ingestão de colina é essencial na gravidez, quando atua na boa formação do cérebro do bebê. Mas e a história do colesterol, onde fica? É fato que a gema é rica nesta substância. Nosso organismo, porém, está apto a regular perfeitamente nossos níveis colesterolêmicos. Quando a sua ingestão é muito baixa, produzimos, consequentemente, uma quantidade maior de colesterol, e vice-versa. Fatores como hereditariedade, estresse e obesidade oferecem muito mais risco à saúde do coração do que o colesterol vindo da dieta. O temido “colesterol alto”, desta forma, pode ser evitado com a ingestão de alimentos ricos em fibra, como a aveia, e gorduras insaturadas presentes nos óleos vegetais e sementes oleaginosas. Além disto, este esteroide também tem sua função no organismo. Ele é necessário para fabricar hormônios como a testosterona, “produzir” a vitamina D (que também é produzida por nós durante a exposição à luz solar) e construir as paredes das células. Sabendo disto, você deixaria de ingerir alimentos ricos em colesterol, um participante essencial da regulação dos níveis da testosterona? Também é importante considerar que outra substância contida na gema do ovo, a lecitina, é capaz de ligar-se ao colesterol eficientemente, impedindo que ele seja totalmente absorvido pelo organismo. No nosso corpo, a lecitina está contida na medula óssea, no cérebro, no fígado e no coração e é inevitável para o bom funcionamento do sistema nervoso. Além de auxiliar a concentração, ela é um agente anti-colesterolêmico, sendo, portanto, conhecida como uma importante protetora do coração. Depois desta leitura, é possível, então, reavaliar o perfil da gema do ovo e constatar que ela saiu da lista de alimentos inimigos do coração e alcançou um dos lugares mais importantes no grupo de alimentos com propriedades protetoras. Quer manter a memória em dia e prolongar sua saúde mental? Coma um ovo inteiro pelo menos três vezes por semana! Atletas, em especial, podem e devem seguir à risca esta dica.
  21. Galera, sou novo na área, eu treino a 1 ano e meio, primeiros ano eu só perdi gordura e ganhei consciência corporal pois era bem gordinho meu bf foi a 26%, cheguei a 13% de bf porem muito magro e percebi que nao estava evoluindo mais com o nutri deixei de ir. Hoje eu sei me alimentar ja, to tentando baixar só BF porem inventei de começar a ciclar e ainda esta meio confuso a estrutura do ciclo, to aplicando 1 vez na semana 1ml cioionato 100mg/ queria ajuda de voces a refinar esse meu ciclo. Treino ta mais pesado a a alimentação está em manutenção calórica. Estou na 2 semana e se comprar com fotos anteriores ganhei peso ja aumento bastante braco e pernas. Me ajudem ai, dicas, to bem perdido nao quero ficar so aplicando sem saber mais detalhes, quero crescer mas nao quero ganhar gordura; - Idade 24 anos - Altura 167 - Peso 66 kg - Medidas(braço,peito etc) - Percentual de gordura(BF) 17% - Tempo de treino 1 ano e 6 meses - Objetivo hipertrofia 20200115_202209.heic
  22. Tenho 26 anos, 1,86 de altura e 100,7 kg, treino a 3 anos, porém ano passado fiquei parado praticamente o ano todo, voltei a treinar em janeiro, aumentei muito o meu bf, estou com 22%, porém a taxa maior está na barriga, ja ciclei deca + dura 8 semanas no primeiro ano. Agora estou querendo fazer um ciclo de testosterona com dieta acompanhado pela nutricionista esportiva " que vou começar na quarta ", queria dicas sobre isso para começar meu treino e dieta tudo junto, qual tipo de testosterona usar, inibidores ou não? se recomendam usar com clembuterol ou EC, no aguardo, obg.
  23. Leia a matéria de Gustavo Barquilha Joel e Luis Gustavo da Silva Rodrigues sobre o Deposteron (Cipionato de Testosterona). Nota importante: Ola amigos, A intenção desta coluna não é estimular ninguém a utilizar qualquer tipo de substância ilícita, muito pelo contrário, o objetivo é demonstrar os vários efeitos colaterais que elas trazem com seu uso. Tentamos também na coluna associar as informações cientificas disponíveis na literatura com as informações praticas de atletas e/ou praticantes de musculação do mundo underground das academias. Deposteron (Cipionato de Testosterona) A droga deposteron é uma solução injetável de base oleosa permitindo assim a liberação lenta da testosterona (testosterona sérica), e a base de éster, que permite rápida liberação de testosterona livre na circulação. Sua meia vida é de geralmente 8 dias, porém é recomendado o uso deste medicamento entre duas e quatro semanas (anvisa). Ela apresenta-se como uma solução oleosa límpida, na cor amarela e isenta de partículas estranhas. Esta droga é conhecida por promover rápido ganho de força e volume muscular devido a suas propriedades androgênicas e anabólicas. Esta droga tende a aromatizar facilmente, podendo causar ginecomastia, além de poder aumentar a pressão arterial por reter muita água. É utilizada principalmente fora de temporada, quando o objetivo é ganhar peso, devendo ser evitada no período de definição muscular, devido a retenção hídrica. O Deposteron também tem a fama de atrofiar os testículos mais rapidamente do que qualquer outra droga do mercado, além de ocasionar perdas vertiginosas de força e volume muscular (aumentadas durante o ciclo) tão logo a droga seja descontinuada. No Brasil a NOVAQUIMICA produz o Deposteron, sendo que a caixa com uma ampola é de 200mg/ml. Ela é utilizada no hipogonadismo, climatério e impotência, puberdade retardada masculina , antineoplásico, em câncer inoperável do seio (feminino). O uso da agulha ou seringa úmidas por causar turvação na solução, o que não afeta, entretanto, a efetividade da medicação. Se, porventura, verificar a formação de cristais nas ampolas, o aquecimento e agitação podem proporcionar a redissolução imediata. Não administrar esta droga intravenosamente. - Superdosagem: doses freqüentes podem desencadear sintomas de sobredosagem de remissão lenta, por tratar-se de medicamento, de longa ação. Recomenda-se suspender imediatamente o uso de DEPOSTERON. Este droga pode trazer como efeito colateral reações alérgicas com o uso deste medicamento ou qualquer componente da fórmula, hipertensão, ginecomastia, câncer de próstata, entre muitos outros efeitos. presença ou suspeita de câncer de próstata ou da glândula mamária em homens, presença ou história de tumores no fígado. Mulheres não devem usar esta droga devido ao seu alto nível androgênico, o que pode causar efeitos masculinos nas mesmas, como pêlos e engrossamento da voz. Outros efeitos colaterais podem ser o aumento no número de células vermelhas no sangue (policitemia); aumento de cãibras musculares, nervosismo e depressão, e em casos raros, amarelamento da pele (icterícia), além de outras reações que possam estar associadas ao medicamento. Podem ocorrer reações no local da injeção e reações de hipersensibilidade. Referências http://www4.anvisa.gov.br/base/visadoc/BM/BM%5B25634-1-0%5D.PDF Atenção: Anabolizantes esteróides são medicamentos e somente podem ser adquiridos em farmácias sob prescrição médica.
  24. Mais hipertrofia com suplementação Como soubemos, a insatisfação com os resultados alcançados, a busca pela perfeição e a crescente ambição em alcançarmos níveis superiores de hipertrofia muscular/definição muscular/redução de percentual de gordura, leva a indústria de suplementação a uma crescente procura pelas fórmulas ideais para satisfazer seus compradores. Pré-hormônios e estimulantes hormonais Neste ciclo ambicioso, onde o resultado extremo é mais relacionado com os esteróides anabolizantes do que com o treinamento e a alimentação, nasceu uma outra linha de suplementação promissora: os Pré-Hormônios, geralmente importados, e os Estimulantes de Produção/Liberação Hormonal. Baseados na ação dos esteróides anabólicos, esta espécie de suplemento promete uma maior produção e/ou liberação hormonal de Testosterona e de Hormônio do Crescimento, e seria uma escolha intermediária entre a suplementação básica e a “bomba”. O grande atrativo para o público geral é que estes tratam-se de produtos considerados legais, vendido liberadamente (no caso dos vendidos aqui no Brasil), com o julgamento pessoal de não estarmos cometendo um ato moralmente antiético, e ainda, sem os possíveis efeitos colaterais dos esteróides, mas com ação semelhante a estes. Os suplementos conhecidos no Brasil como Pré-Hormônios são classificados como compensadores protéicos, multivitamínicos e minerais, pois em sua composição nutricional só apresentam estes macro e micronutrientes. ZMA O chamado estimulante para a liberação de testosterona (ZMA - aspartato de monometionina de zinco), tem sua base nutricional no Zinco, Magnésio e Vitamina B6. Estimulante de GH Já o estimulante de produção do Hormônio do Crescimento (GH ou HGH), apresenta certa proporção de proteínas, Vitamina C, B6, Cromo e Colina. Estes suplementos são apresentados com nomenclaturas atrativas ao consumidor, como estimulantes do Potencial Genético, ou ainda em conjunto, como Combo Genético. Estimulantes de produção hormonal não são hormônios Então na verdade não são Pré-Hormônios, mas no máximo possíveis estimulantes de produção hormonal. E deles não podemos esperar as mesmas modificações corporais esperadas dos hormônios ou pré-hormônios, pois os resultados vendidos pelas empresas desta linha de suplementos são baseados em pesquisas envolvendo a Testosterona e o hormônio do Crescimento, e não o Zinco, o Magnésio, o Cromo, e as Vitaminas B6 e C. Portanto, cria-se apenas a relação, entre o que podemos esperar dos verdadeiros hormônios (incluidos em pesquisas), e da composição química do produto nacional. Considero um pouco injusto cobrarmos do Zinco, do Magnésio e das Vitaminas o crescimento muscular, a redução de massa gorda e a definição muscular que os hormônios realizam. Que a Testosterona e o Hormônio do Crescimento são dois hormônios primários no crescimento muscular e no gasto lipídico, não resta dúvida alguma. Mas ainda existe uma distância imensa entre o que estes hormônios promovem e o que estes “anabolizantes naturais” são capazes de alcançar. Verdadeiros pré-hormônios Os verdadeiros Pré-Hormônios são substancias que ocorrem naturalmente no organismo, assim como são os hormônios. No caso da Testosterona, são os precursores deste hormônio principal, produzidos na glândula adrenal. Entre eles estão o Colesterol, seguido em cadeia pela Pregnenolona, a Dehidroepiandrosterona (DHEA), a Androstenediona, para ai sim ser convertida em Testosterona. Mas veja bem, esta linha de suplementação é mais promissora que à anterior, mas não pelos resultados obtidos em pesquisas experimentais, e sim por tratar-se de produtos importados, não produzidos e sem liberação para venda aqui no Brasil. Sendo assim, existem duas possíveis relações que garantem o interesse do público leigo na aquisição dos pré-hormônios importados: a crença que tudo que é importado, preferencialmente dos EUA, apresenta melhor qualidade que os produtos nacionais. Qualquer porcaria importada, tratando-se de suplementos, tem credibilidade no Brasil. Mas poucos sabem que somente os pré-hormônios (quando declarados no rótulo) e a efedrina têm venda proibida por lá, e que lá pode-se lançar e vender qualquer suplemento, desde que declare-se uma meia dúzia de vitaminas que ali estão, ocultando a real composição. E o segundo motivo que atrai o interesse de alguns menos informados, diz respeito à associação entre a proibição da venda de um produto e sua real potencialidade. Ou seja, tudo que é proibido é que dá resultado! Se os Anabolizantes são tão potentes e tem sua venda proibida, então os suplementos proibidos são os que mais se assemelham a ação dos anabolizantes. Tratando-se de pré-hormônios, e importados então! Sujeitos assim, que desejam um produto não indicado para ingerir, deveriam experimentar um ciclo de Creolina com Soda Cáustica! Pré-hormônios apresentam os mesmos efeitos colaterais dos esteroides anabolizantes Segundo autores mais renomados na área do treinamento de alta intensidade (não apenas cientistas teóricos), existe um consenso que os PHs, referindo-se tão somente aos verdadeiros pré-hormonais, tendem a apresentar à longo prazo efeitos indesejados semelhantes aos próprios hormônios, de maneira mais pronunciada que os efeitos anabólicos esperados. Além de apresentarem um valor de venda altíssimo, os PHs podem apresentar efeitos androgênicos notáveis, semelhantes aos envolvidos com drogas mais efetivas, além de possível hepatotoxidade por tratar-se de comprimidos ingeridos via oral, sendo processados inevitavelmente pelo fígado. Em relação aos efeitos anabólicos, as modificações são muito pequenas, se relacionarmos ao custo financeiro que apresentam. Podem sim apresentar modificações satisfatórias em sujeitos com deficiência de produção natural de testosterona, tendo portanto ação repositora, não construtora. Agora para atletas que já fizeram uso de alguma droga verdadeiramente anabólica, a ação destes pré-hormônios poderá deixar a desejar. Não acredite em propagandas Agora tratando-se desta linha de suplementação vendida liberadamente no Brasil, todo e qualquer comentário favorável (como ação anabolizante primária) parece ser informação de má fé, ou simplesmente desinformação. Analisando a tabela nutricional podemos constatar que estes não passam de suplementos compensadores de baixo nível. Nem ação repositora hormonal eles apresentam. Ação hormonal verdadeira e considerável só poderá ser notada com a administração de hormônios ou seus respectivos pré-hormônios, de GH ou Testosterona. Se realizarmos uma simples comparação de composição química/nutricional entre os suplementos “chamados Pré-Hormônios produzidos no Brasil” (ou até mesmo aqueles importados e com venda liberada aqui), e os produzidos nos EUA (com venda proibida no Brasil), poderemos fortalecer ainda mais nossas convicções de que ainda está por vir (se é que uma dia existirá) um produto considerado natural e com mesmo efeito anabólico dos conhecidos esteróides anabolizantes. Estudos vão e virão, e o Treinamento Intenso, a Dieta, a Suplementação básica Construtora e o Descanso continuam à ser as estratégias mais eficazes, para quem tem paciência e consciência.
  25. Olá pessoal, sou novo por aqui, mas ja ando lendo o fórum a um certo tempo. Bom tenho 34 anos e comecei a treinar em fevereiro, nunca havia feito nada desde então, eu era totalmente sedentário. Em dezembro do ano passado decidir começar uma dieta pra reduzir a pança que tava enorme. Sou bem magro, alias ainda falso magro.. porém perdi bastante gordura nesse tempo.. sai de 72kg pra 65kg minha cintura foi de 92 pra 80cm, tenho 1,74 de altura, e estimo que meu BF hoje esteja perto de 16% ou seja, ainda alto.. minha ideia e secar legal pra bulkar limpo.. nada muito agressivo. Desde que comecei a treinar fiquei um certo tempo em manutenção, depois subi um pouco as Kcal e agora estou em deficit novamente pra ficar só a caveira e reduzir bem o BF. Aos poucos estou vendo algumas mudanças no meu corpo, mas hoje eu estou focado em aprender a treinar pesado e comer direito.. Porém pra não patinar no gelo e com essa idade resolvi procurar uma endocrino esportiva. Fiz uma série de exames e ela me orientou a fazer uma reposição de Testosterona, pois disse que com meus níveis atuais seria complicado pra eu atingir meus objetivos. Porém não botei muita fé, ela passou uma porrada de fitoterapico inutil, os de sempre ( Tribullus, Testofem, Ginseng Indiano etc.. ) parece até que eles usam o mesmo protocolo pra todos. e uma testo em gel 75mg bioidentica ( Veiculo pentravam ) Fora a vitamina D que realmente é util, pois a minha estava bem baixa. ( conforme os resultados dos exames abaixo ) O protocolo consistia em usar tudo isso por tres meses, e repetir os exames. A partir dai começaram minhas pesquisas sobre o tema e a unica coisa que fiz desse protocolo foi comprar a vitamina D, to usando a da Power Foods 10000UI dia. Enfim, apos muitas pesquisas vi que de fato minha testo não anda lá essas coisas, ( isso analisando os números ) porém não tenho problemas com libido dentre outros sintomas de testo baixa. ( muito pelo contrario, sou tarado demais até kkkk , minha mulher sofre comigo.) E a pergunta que não quer calar é, pra um cara de 34 anos que quer seguir natural esses níveis hormonais realmente vão influenciar nos meus ganhos? TESTOSTERONA TOTAL Material: Soro Data de Coleta: 12/02/2019 09:03 Método: ELETROQUIMIOLUMINESCÊNCIA Resultado: 315,40 ng/dL TESTOSTERONA LIVRE CALCULADA Material: Soro Data de Coleta: 12/02/2019 09:03 Método: CALCULO BASEADO NOS NIVEIS DE TESTOSTERONA TOTAL E SHBG, SEGUNDO VERMEULEN, A.ET AL.,1999. Resultado: 6,87 ng/dL LH - HORMONIO LUTEINIZANTE, SORO Material: Soro Data de Coleta: 12/02/2019 09:03 Método: ELETROQUIMIOLUMINESCÊNCIA Resultado: 8,86 mUI/mL FSH - HORMONIO FOLICULO-ESTIMULANTE, SORO Material: Soro Data de Coleta: 12/02/2019 09:03 Método: ELETROQUIMIOLUMINESCÊNCIA Resultado: 3,97 mUI/ml GLOBULINA LIGADORA DE HORMONIOS SEXUAIS - SHBG Material: Soro Data de Coleta: 12/02/2019 09:03 Método: ELETROQUIMIOLUMINESCÊNCIA Resultado: 27,8 nmol/L ESTRADIOL, SORO Material: Soro Data de Coleta: 12/02/2019 09:03 Método: ELETROQUIMIOLUMINESCÊNCIA Resultado: 18,04 pg/mL T4 LIVRE - TIROXINA LIVRE, SORO Material: Soro Data de Coleta: 12/02/2019 09:03 Método: ELETROQUIMIOLUMINESCÊNCIA Resultado: 1,60 ng/dL TSH - HORMONIO TIREOESTIMULANTE, SORO Material: Soro Data de Coleta: 12/02/2019 09:03 Método: ELETROQUIMIOLUMINESCÊNCIA Resultado: 2,41 µUI/mL INSULINA DE JEJUM, SORO Material: Soro Data de Coleta: 12/02/2019 09:03 Método: ELETROQUIMIOLUMINESCÊNCIA Resultado: 10,2 MICRO UI/mL HOMA IR: 2,34 ASPARTATO AMINOTRANSFERASE - TGO Material: Soro Data de Coleta: 12/02/2019 09:03 Método: CINÉTICO UV Resultado: 22 U/L ALANINA AMINOTRANSFERASE - TGP Material: Soro Data de Coleta: 12/02/2019 09:03 Método: CINÉTICO UV Resultado: 19 U/L VITAMINA D - 25 OH, SORO Material: Vitamina D Data de Coleta: 12/02/2019 09:03 Método: ELETROQUIMIOLUMINESCÊNCIA Resultado: 23,66 ng/mL
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