Treinamento
Matérias sobre treinamento de musculação
317 matérias nesta categoria
-
Levantar da cadeira, subir um degrau e carregar as compras podem se tornar difíceis quando a força diminui. A musculação para idosos ajuda a preservar essas capacidades e pode melhorar o desempenho em tarefas do dia a dia. O treino começa na dificuldade que a pessoa tem hoje e avança conforme ela consegue fazer mais. Renato Cariani usa o ato de levantar da cadeira para explicar essa ligação entre força e independência no podcast “Renato Cariani AO VIVO: o império, o processo e a decisão sobre
- 0 comentários
- 16 visualizações
-
Para saber como escolher exercícios para hipertrofia, comece olhando o movimento. Um músculo pode ficar duro, saltar sob a pele e dar uma sensação forte de contração. Para decidir se aquela variação merece entrar no treino, você também precisa entender qual articulação se move, o que limita a execução e onde a carga exige esforço. O professor Paulo Gentil usa uma demonstração de treino de glúteos como ponto de partida em “A falsa didática dos fisiculturistas”. Você pode usar os mesmos critérios
- 0 comentários
- 25 visualizações
-
Você faz dez repetições, sente o músculo queimar e apoia o peso. Depois de respirar um pouco, ainda consegue fazer várias. Treinar até a falha exige reconhecer a diferença entre parar pelo desconforto e chegar ao ponto em que outra repetição já não sai. Aprender a treinar até a falha vem antes de acrescentar técnicas avançadas. Essa é a tese de Paulo Gentil em “Métodos de treino: firulas vs. evidências”, que usa rest-pause e drop set para mostrar maneiras de continuar uma série exigente. O pont
- 0 comentários
- 18 visualizações
-
O agachamento com mini band pode aumentar a atividade do glúteo e, ao mesmo tempo, fazer os joelhos entrarem mais. Isso aconteceu em um teste com 26 pessoas acostumadas a agachar. Antes de colocar a faixa para “ativar” o bumbum ou corrigir o movimento, vale entender o que ela mudou e o que continua sem comprovação. O Dr. Paulo Gentil questiona esse uso automático em “Esses elásticos podem destruir seus joelhos”. Ele recomenda priorizar técnica, amplitude e progressão nos exercícios básicos. O
- 0 comentários
- 15 visualizações
-
Para saber como ativar todas as fibras musculares, olhe primeiro para o esforço que a série exige. Um peso alto pede muita força desde o começo. Um peso leve também pode exigir bastante quando você continua até perto do seu limite. Concentrar a atenção no músculo pode ajudar em algumas situações, mas o esforço e o movimento escolhido continuam sendo a base. A dúvida costuma aparecer quando você sente mais o braço do que as costas na puxada, ou mais o tríceps do que o peito no supino. O professo
- 0 comentários
- 32 visualizações
-
Você puxa a corda até o rosto, abre os cotovelos e gira os braços para fora no final. Esse final do face pull pode fazer os músculos que giram o ombro cansarem antes das costas. Se você usa o exercício para ganhar músculo, vale perguntar: qual parte está chegando ao limite da série? Por esse motivo, o professor Paulo Gentil rejeita o face pull como escolha para o treino em “Um dos exercícios mais idiotas que já vi: face pull”, do canal Dr. Paulo Gentil. Ele defende remadas e crucifixo inverso e
- 0 comentários
- 38 visualizações
-
Treinar o mesmo músculo todos os dias foi a rotina em que um participante registrou cerca de 20% de crescimento de um lado do peito em 30 dias. O outro lado, treinado duas vezes por semana, cresceu aproximadamente 5%. A diferença chama atenção, mas há um detalhe decisivo: o lado treinado diariamente também fez muito mais séries. Esse experimento com três pessoas é o ponto de partida da análise da médica Luciana Haddad, do canal FalaLu!, em “QUASE 4X MAIS MÚSCULO EM 30 DIAS | O que o experimento
- 0 comentários
- 44 visualizações
-
SIT significa sprint interval training, ou treinamento intervalado de sprint. O treino SIT alterna tiros de esforço máximo com vários minutos de recuperação. Em um estudo de seis semanas, 15 mulheres perderam, em média, 1,2 kg de gordura e 2,8 cm de cintura. A queda na balança foi menor, por isso vale acompanhar também a composição corporal. Paulo Gentil ensina esse método em “Pare de fazer cardio errado! Aprenda o treino sit e seque rápido”, do canal Dr. Paulo Gentil. A proposta é começar cada
- 0 comentários
- 32 visualizações
-
O melhor supino para o seu treino precisa permitir três coisas: controlar o peso, fazer uma boa amplitude e terminar a série com segurança. Barra, halteres, Smith e máquina podem trabalhar o peitoral. A diferença aparece no quanto você precisa equilibrar a carga e no que acontece quando falta força para subir a última repetição. É por esses critérios que o professor Paulo Gentil compara as quatro opções em “Você está escolhendo o supino errado!?”. A preferência é pela barra como opção básica, p
- 0 comentários
- 37 visualizações
-
Um treino para secar precisa trabalhar cada músculo três vezes por semana? Essa promessa aparece em anúncios de perda de barriga, mas as pesquisas ainda não demonstraram uma frequência obrigatória para todo mundo. A decisão depende do trabalho feito na semana, da recuperação e da alimentação. A promessa de que todo músculo precisa ser treinado pelo menos três vezes por semana para a barriga diminuir motivou a análise do professor Paulo Gentil em “Pare de cair em papo furado! A verdade definitiva
- 0 comentários
- 40 visualizações
-
Os exercícios para aumentar a testosterona costumam ter três características: trabalham bastante músculo, exigem esforço e acumulam várias séries. O agachamento é um bom exemplo. A testosterona pode subir depois desse treino, mas o aumento costuma durar pouco. O nível de testosterona logo após a sessão pode ser diferente daquele que você tem no restante do dia. A urologista Rena Malik aborda carga, repetições, descanso e ordem dos exercícios em “How to naturally increase testosterone with exerci
- 0 comentários
- 58 visualizações
-
Treino metabólico e tensional podem ajudar você a ganhar músculo, mas a escolha muda quando o objetivo é levantar mais peso, passar em um teste físico ou chegar inteiro ao treino de luta. A diferença aparece numa comparação entre séries leves com restrição de fluxo sanguíneo e séries pesadas, algumas com ajuda para subir o peso. Em homens idosos, os dois caminhos aumentaram a força. O treino pesado levou vantagem na cadeira extensora. Escolher pelo objetivo e pelo esforço que você consegue toler
- 0 comentários
- 44 visualizações
-
Um estudo sobre musculação e longevidade acompanhou 147.374 pessoas e encontrou um risco 13% menor de morte por qualquer causa entre quem fazia de 90 a 119 minutos de treino de força por semana. O hábito foi avaliado ao longo de até 30 anos, e os melhores resultados apareceram quando pesos e aeróbico faziam parte da rotina. Esses resultados são o centro da reportagem “Musculação realmente pode ajudar a viver mais?”, da BBC News Brasil, produzida por Dominic Hughes, Lesley Hitchen e James Govan.
- 0 comentários
- 37 visualizações
-
Imagine uma série de 8 repetições de agachamento. Em vez de fazer as 8 de uma vez, você faz 4, apoia a barra, respira por alguns segundos e faz as outras 4. Isso é o cluster set. O treino fica menos cansativo e você continua ficando mais forte. A pergunta que interessa a quem treina para ganhar músculo e perder gordura é outra: esse conforto ajuda ou atrapalha? Um estudo alemão publicado em 2026, com 36 pessoas que já treinavam, ajuda a responder. O professor Paulo Gentil explicou os resultados
- 0 comentários
- 42 visualizações
-
Sair de um circuito encharcado de suor não mostra se você treinou melhor para ganhar força, aumentar os músculos ou perder gordura. Alternar uma série de musculação com bicicleta, corrida e remo pode elevar o cansaço sem garantir a qualidade de cada esforço. Em “Estudo destroi modinha das academias”, Paulo Gentil usa um ensaio australiano para discutir quando essa mistura faz sentido e quando separar as sessões ajuda a preservar o objetivo do treino. A pergunta prática é o que a organização per
- 0 comentários
- 72 visualizações
-
4 repetições pesadas, uma série de 8 a 12 ou saltos executados na maior velocidade possível podem melhorar o desempenho, mas não pelo mesmo caminho nem com o mesmo custo de fadiga. Em “A ciência explica o único fator que realmente importa no treino”, Paulo Gentil parte de um experimento de oito semanas para mostrar por que o rótulo do protocolo diz menos do que a combinação entre carga, esforço, intenção de velocidade e tarefa esportiva. Os resultados desafiam divisões rígidas. O agachamento pes
- 0 comentários
- 120 visualizações
-
Treinar até a falha é levar a série até o ponto em que não sai mais nenhuma repetição. Se a pergunta é se vale a pena, a resposta depende do objetivo. Para ganhar músculo, chegar perto da falha ajuda. Para pular mais alto, correr mais rápido ou ganhar explosão, o melhor é parar bem antes, ainda com a barra rápida. Um sinal simples mostra onde você está nesse caminho: a velocidade da repetição. A ideia vem da aula "Qualidade sobre quantidade: por que mais volume não salva um treino sem esforço",
- 0 comentários
- 98 visualizações
-
Quantas séries de ombro por semana você faz? Se a conta inclui só desenvolvimento e elevação lateral, ela está incompleta. Supino, remada e puxada também trabalham o deltoide, o músculo do ombro, e quem monta um dia só de ombro sem contar esse trabalho pode estar treinando a mesma parte duas vezes, sem saber. Esse é o argumento da aula "Divisão de treinos para ombros", do canal Dr. Paulo Gentil, contra o dia separado de ombro. A conta do trabalho indireto se confirma nos estudos. Mas nem todo o
- 0 comentários
- 135 visualizações
-
Fazer cardio, suar e continuar vendo o mesmo peso na balança não significa, automaticamente, que o treino fracassou. A gordura pode diminuir sem uma queda proporcional do peso. Mas alternar momentos fortes e leves também não transforma qualquer sessão em um método infalível de emagrecimento. Em “O fim do ‘cardio fofo’: o único treino que realmente derrete gordura”, Paulo Gentil defende o treinamento intervalado de alta intensidade, o HIIT, e chama atenção para três decisões: controlar o esforço,
- 0 comentários
- 77 visualizações
-
Ficar cinco minutos em cócoras parece simples até o calcanhar levantar, o tornozelo travar ou as pernas começarem a formigar. O alvo pode ser útil para recuperar uma posição que quase desapareceu da rotina moderna, mas não deve ser tratado como prova de mobilidade nem como dose inicial obrigatória. Em 5 minutos de agachamento profundo: como uma posição esquecida transforma o corpo, Luciana Haddad organiza os possíveis benefícios e os riscos da posição. A conclusão prática é direta: começar com 1
- 0 comentários
- 90 visualizações
-
Levantar mais peso no supino não depende apenas de aumentar peitoral, ombros e tríceps. Parte importante da evolução vem de aprender a fazer esses músculos produzirem força juntos, no momento certo. É por isso que a carga pode subir rapidamente enquanto a fita métrica e o espelho quase não mudam. Em Pesquisador desvendando um supino de elite, Paulo Gentil parte de um estudo com integrantes da seleção dinamarquesa de supino e homens que nunca haviam feito o exercício. A comparação desmonta duas i
- 0 comentários
- 92 visualizações
-
Pullover abre a caixa torácica? Supino com cotovelos colados vira exercício de tríceps? Abrir os cotovelos transfere o trabalho para o peito? Existe um movimento capaz de preencher apenas o “miolo” do peitoral? Essas frases misturam anatomia, sensação de esforço e tradição de academia como se fossem a mesma coisa. As medições contam uma história mais precisa. O pullover recruta peitoral e latíssimo, mas os estudos disponíveis registraram maior atividade do peitoral em várias execuções. No supino
- 0 comentários
- 80 visualizações
-
Você pode correr e ganhar músculo. A pergunta “corrida perde massa muscular?” exige olhar para a semana inteira: quanto você corre, como se alimenta e se consegue manter a qualidade da musculação. O aumento do gasto, junto de alimentação insuficiente e recuperação ruim, pode dificultar seus ganhos. A revisão de Moritz Schumann e colaboradores reuniu 43 estudos e encontrou crescimento muscular semelhante com musculação isolada ou combinada ao aeróbico. Renato Cariani destaca a relação entre gast
- 0 comentários
- 125 visualizações
-
“Quero definir e modelar, não ficar grande” é uma frase comum na academia. Ela parte da ideia de que alguns exercícios constroem volume enquanto outros esculpem curvas, afinam regiões ou fazem apenas uma parte do músculo crescer. O problema é que o músculo não funciona como argila. Em “Não existe esse papo de modelar vs construir”, o Dr. Paulo Gentil usa fibras musculares, um elástico e uma corrente para defender a tese central: exercícios podem produzir mais ou menos hipertrofia, mas não permit
- 0 comentários
- 98 visualizações
-
A pergunta aparece de várias formas: qual exercício seca a pochete, como eliminar o resto de barriga ou por que quadril e coxa não afinam no mesmo ritmo do restante do corpo. A resposta começa por uma correção importante. Treinar uma região fortalece seus músculos, mas não obriga o organismo a retirar gordura do tecido que está logo acima deles. Vale também para quem espera afinar a coxa com treino de superiores. A consequência prática é importante: quem tenta eliminar o último resto de barriga
- 0 comentários
- 127 visualizações
-
Fazer 15 repetições com a mesma carga por meses não prova que o treino esteja ruim. Prova que o corpo ficou eficiente naquela tarefa. O problema aparece quando a pessoa continua repetindo o mesmo estímulo, termina as séries com várias repetições sobrando e espera que isso aumente sua força máxima. Séries de 15 ou mais repetições podem produzir hipertrofia quando terminam com esforço suficiente. A limitação aparece quando o objetivo é aumentar a força máxima: cargas leves oferecem pouca prática d
- 0 comentários
- 129 visualizações
-
Uma repetição parcial feita perto do alongamento não é a mesma coisa que uma repetição curta perto da contração máxima. Colocar as duas no mesmo grupo esconde a principal descoberta da literatura recente sobre amplitude: para hipertrofia, o trecho em que o músculo está alongado e realmente recebe torque parece importar mais do que simplesmente percorrer todos os graus do movimento. Isso não aposentou a amplitude completa. Ela continua sendo uma excelente escolha-padrão para hipertrofia e oferece
- 0 comentários
- 118 visualizações
-
Uma hora de musculação não transforma automaticamente as outras nove horas na cadeira em tempo metabolicamente neutro. É possível cumprir o treino, ganhar força e ainda acumular longos blocos de comportamento sedentário. Em “Você treina todo dia e ainda assim é sedentário | O que acontece nas horas em que você fica sentado”, a médica Luciana Haddad separa esses dois problemas e propõe uma saída simples: interromper a imobilidade antes que ela ocupe o dia inteiro. Os números deixam a diferença co
- Moderador
- 1 comentário
- 172 visualizações
-
Alongar por hábito antes de cada treino parece uma regra inofensiva. O problema começa quando o alongamento estático é tratado como etapa obrigatória para ganhar amplitude, evitar lesões e preparar o músculo para qualquer tarefa. Em “Alongar é totalmente desnecessário”, Paulo Gentil usa um experimento recente para defender que contrações excêntricas podem produzir mais amplitude em menos séries. Os números realmente favorecem as contrações excêntricas no efeito agudo sobre a dorsiflexão: 6 graus
- 0 comentários
- 122 visualizações
-
Uma máquina diferente não se torna útil apenas por facilitar a montagem da carga. Na aula “Essa máquina é um lixo”, Paulo Gentil analisa uma elevação pélvica em pé na qual o praticante fica entre um apoio anterior sobre a pelve ou parte alta das coxas e um apoio posterior nas pernas. A carga entra por braços laterais abastecidos com anilhas, enquanto o tronco se desloca para cima e para a frente. A crítica tem dois níveis. O primeiro questiona a elevação pélvica como escolha principal para hiper
- 0 comentários
- 133 visualizações